Abdala M Rcio Moutinho Conejero Marco Antonio Oliveira Murilo Alvarenga (12)
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10 Responsabilidade social corporativa e estratégia

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Este capítulo procura introduzir a temática da sustentabilidade corporativa nas discussões estratégicas da empresa. Desde a publicação do relatório Nosso Futuro Comum, e mais fortemente após a Eco-92, as discussões sobre os impactos ambientais provocados pela ação do homem (e das empresas) vêm ganhando corpo dentro das instituições. O agravamento das crises sociais e as questões relativas à ética tornaram-se, também, ingrediente essencial nas questões relacionadas à governança corporativa. Desta forma, temas como sustentabilidade, responsabilidade social corporativa, gestão ambiental, marketing social, entre outros, não podem passar ao largo das discussões estratégicas da empresa, seja por uma pressão da sociedade civil, seja por uma pressão governamental manifestada pela cobrança de multas e impostos ambientais, ou até mesmo por uma questão mercadológica. Após a publicação da ISO 14.000:2015 e da quarta versão do Global Reporting Initiative (GRI), tem-se percebido uma tendência para que os objetivos da sustentabilidade estejam alinhados à missão e às estratégias da empresa. É uma mudança sutil, mas que mostra a importância que vem sendo dada às questões sociais e ambientais, ou como já dizia John Elkington quando introduziu o conceito do triple bottom line: é preciso que as organizações, além de acompanharem o resultado econômico de suas atividades, meçam, também, os resultados sociais e ambientais que suas atividades geram para a sociedade. Assim, por meio de casos reais, este capítulo pretende mostrar como as práticas sustentáveis podem gerar valor para a empresa, e, ao mesmo tempo, demonstrar que a ausência dessas práticas pode trazer prejuízos para a imagem da organização e, muitas vezes, colocar a sua continuidade em risco.

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11 Economia da estratégia

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Este capítulo apresenta uma visão evolutiva da estratégia naquilo que se refere aos aspectos econômicos relacionados com as escolhas e decisões, e busca ampliar o entendimento do contexto organizacional como cenário para a adoção de estratégias. Tal aproximação com a economia se torna relevante na medida em que se pretende conceber uma estratégia que considere a natureza das relações internas, sejam contratuais ou não, e seus reflexos na implementação das ações que pretendem tornar as empresas mais competitivas nos mercados. Aborda as decisões organizacionais no que concerne às escolhas entre contratação no mercado e internalização das atividades. Para tanto, esclarece a existência de custos envolvidos e que se tornam determinantes por envolverem as variáveis que influenciam a eficiência, inclusive levando em conta os impactos das decisões entre comprar, fazer ou aliar-se. Todos estes elementos fazem parte da abordagem do ambiente institucional e dos custos de transação inerentes à dinâmica organizacional, tendo como resultante um debate amplo sobre os mecanismos decisórios e as implicações na estratégia.

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12 Atividade política corporativa

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Este capítulo é destinado a discutir a estratégia empresarial em um contexto que vai além da esfera mercadológica, em um ambiente chamado de não mercado. Diferentemente da maior parte da literatura de estratégia, que privilegia a atuação no ambiente de mercado onde a compreensão é de que não é possível modificar o ambiente externo, essa dimensão da estratégia aponta que não só é possível influenciar o ambiente externo, como também é necessário influenciá-lo e moldá-lo, para que, dessa forma, possam ser obtidos melhores resultados. Adentrando no ambiente de não mercado, é possível identificar novos atores que influenciam e são influenciados pelas ações estratégicas corporativas, por exemplo, grupos ativistas, cidadãos, ONGs e, principalmente, atores ligados ao contexto político e governamental. A relação desses atores de não mercado com a esfera corporativa é estudada na área de administração/gestão em um campo conhecido hoje como atividade política corporativa – APC (ou corporate political activity − CPA). A APC refere-se aos esforços realizados por empresas, ou até setores da indústria, direcionados a influenciar a política governamental em benefício próprio, com o objetivo de incrementar o desempenho corporativo. Como forma de reiterar a relevância desses conhecimentos e poder contribuir com o aprofundamento no contexto organizacional, este capítulo traz também um framework analítico sobre a atividade política corporativa. Nele, será possível identificar, por meio de indicadores de análise, como se formam, de que maneira se mobilizam, que tipos de estratégias adotam e quais os resultados corporativos podem ser alcançados por empresas, por meio da atividade política corporativa.

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1 Pensamento estratégico

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Neste capítulo de abertura, pretendemos conduzir o leitor para a compreensão das bases teóricas e suas perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica, assim como a evolução da estratégia nas organizações. Além disso, apresentamos a estrutura analítica dos saberes que compõem o livro, assim dividida: Fundamentos da Estratégia, Processo Estratégico, e Perspectivas e Fronteiras da Estratégia.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• As bases teóricas que fundamentam o pensamento estratégico.

• As perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica.

• A evolução da estratégia nas organizações.

• A estrutura analítica dos saberes que compõem o livro.

Não é exagero dizer que Administração Estratégica é uma das cadeiras mais complexas na formação de administradores(as). O argumento baseia-se em uma série de obstáculos inerentes ao próprio processo de ensino-aprendizagem que subjazem à disciplina, além de outras barreiras de cunho prático. Os diversos obstáculos enfrentados pela área, que serão mais bem descritos adiante, levam os principais teóricos do campo de conhecimento em Administração a questionarem recorrentemente seus pressupostos.1,4 A clássica obra Safári de estratégia estabelece uma analogia com a complexidade do campo e a fábula dos cegos e do elefante, informando que, em função da multiplicidade de “olhares” em relação ao fenômeno estratégia, torna-se um tanto quanto embaraçoso conhecê-lo em sua plenitude.5

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2 Posicionamento competitivo

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Este capítulo visa discutir o conceito de estratégia competitiva com base na escola do posicionamento estratégico ou competitivo. Para tanto, iniciamos apresentando o conceito de posicionamento competitivo sob a ótica da estratégia, mas complementando-o pela ótica do marketing. Depois, evoluímos o debate mostrando que o conceito de orientação para o mercado é um facilitador do posicionamento competitivo. Feito isso, tratamos dos conceitos clássicos do modelo Diamante para obtenção de vantagens competitivas, o modelo das Cinco Forças competitivas para avaliação da atratividade da indústria, as estratégias genéricas de liderança em custo e diferenciação para o posicionamento competitivo, e a cadeia de valor para criação e captura de valor, todos eles propostos pelo autor de referência do capítulo, Michael Porter. Como uma visão alternativa e complementar à contribuição de Porter, em especial às estratégias genéricas para posicionamento competitivo, procuramos trazer as disciplinas de valor de Treacy e Wiersema e o modelo Delta de Hax e Wilde II que discutem um leque maior de estratégias para posicionamento competitivo, além da liderança em custo e diferenciação.

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Almeida Marcelo Cavalcanti (27)
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10 Índices de rotatividade

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Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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11 Ciclos operacional, financeiro, econômico e análise do capital de giro

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Neste capítulo, abordamos questões relevantes relacionadas com entendimento e gerenciamento das atividades da entidade, com a finalidade de maximizar os lucros e reduzir problemas vinculados principalmente com liquidez, tais como:

• Qual o seu ciclo operacional?

• Qual o seu ciclo financeiro?

• Qual o seu ciclo econômico?

• Qual a relação entre os índices de rotação, estudados em capítulo anterior, com os ciclos citados?

• O que representa capital de giro?

• Como o capital de giro se relaciona com o capital circulante líquido?

• Quais estruturas patrimoniais seriam indicadores de possíveis crises financeiras?

• Como estabelecer o montante da necessidade de capital de giro?

O ciclo operacional começa com a compra da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

O ciclo financeiro começa com pagamento ao fornecedor da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

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12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

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O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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1 Panorama geral da análise

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O objetivo geral da análise econômica e financeira das demonstrações contábeis (DCs) é fornecer informações relevantes a diversos usuários, que estão interessados em ler e entender as atividades operacionais dos negócios, a situação patrimonial e financeira, o desempenho da entidade, os seus fluxos de caixa, como também vislumbrar perspectivas e tendências futuras, que não estão facilmente disponíveis nas DCs da entidade.

Os principais usuários estão descritos na Figura 1.1.

Os acionistas aplicaram os seus recursos na entidade, na forma de aquisições de ações do capital social. Eles estão interessados na valorização de suas ações em bolsa de valores e na remuneração de dividendos. A valorização das ações vai depender principalmente do sucesso da administração da entidade na condução dos seus negócios. A remuneração dos dividendos está atrelada ao lucro apurado pela entidade. Quanto maior o lucro, maiores serão os dividendos. Bons indicadores econômicos e financeiros geralmente sinalizam positivo para os acionistas.

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2 Visão geral das demonstrações contábeis

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As demonstrações contábeis são compostas de:

BALANÇO PATRIMONIAL (BP)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (DRA)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

NOTAS EXPLICATIVAS (NE)

A norma contábil CPC 26 é a que trata da estrutura das demonstrações contábeis.

A seguir, apresentamos uma representação do balanço patrimonial.

ATIVOS

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Bens e direitos

1.000

Passivos

300

Patrimônio líquido

700

Total

1.000

Total

1.000

Ativos

Forma com que os recursos da entidade foram aplicados (conta-corrente bancária, contas a receber, estoques, imóveis, máquinas e equipamentos etc.).

Passivos

Recursos de terceiros que estão financiando os ativos e representados por obrigações (empréstimos bancários recebidos e ainda não pagos, dívidas com fornecedores, dívidas com impostos, dívidas com funcionários etc.).

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Assaf Neto Alexandre (18)
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10 Análise de Investimentos e Reposição de Ativos

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Basicamente, toda operação financeira é representada em termos de fluxos de caixa, ou seja, em fluxos futuros esperados de recebimentos e pagamentos de caixa. A avaliação desses fluxos consiste, em essência, na comparação dos valores presentes, calculados segundo o regime de juros compostos a partir de uma dada taxa de juros, das saídas e entradas de caixa.

Em consideração ao conceito do valor do dinheiro no tempo, raciocínio básico da Matemática Financeira adotado neste livro, coloca-se como fundamental estudar-se somente os métodos que levem em conta o critério do fluxo de caixa descontado.

Dessa maneira, o capítulo desenvolve os métodos da taxa interna de retorno e do valor presente líquido, admitidos como os de maior utilização e rigor conceitual nas análises das operações financeiras (aplicações e captações) e de projetos de investimento.

O capítulo dedica-se, também, como uma das mais interessantes aplicações dos métodos de avaliação de caixa, às decisões básicas de reposição de ativos. O intuito principal é o de estabelecer uma linha de raciocínio financeiro nas decisões de substituição de ativos, incorporando preocupações associadas ao custo do investimento, vida econômica, valor de revenda etc.

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11 Matemática Financeira e Títulos de Renda Fixa

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Os títulos são denominados de renda fixa quando se conhece a forma de rendimentos oferecidos. São assim conhecidos por fixarem os rendimentos desde o momento inicial da operação. Esses títulos são emitidos geralmente por instituições financeiras, sociedades por ações e governos, e negociados com os poupadores em geral.

Alguns exemplos de títulos ou papéis de renda fixa bastante negociados no mercado financeiro são os certificados e recibos de depósitos bancários (CDB e RDB), debêntures e letras de câmbio.

Esses papéis podem ser negociados de diversas formas, principalmente no que concerne à formação das taxas de juros, prazos, periodicidade dos rendimentos e tributação.

No Quadro 11.1, vemos as modalidades básicas de operação envolvendo títulos de renda fixa, as quais são tratadas neste item.

Os títulos prefixados caracterizam-se pela revelação antecipada do valor total da remuneração oferecida ao investidor. Ou seja, no momento da aplicação, o poupador toma conhecimento da taxa total (nominal) de juro a ser aplicada sobre o capital investido.

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12 Sistemas de Amortização de Empréstimos e Financiamentos

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Os sistemas de amortização são desenvolvidos basicamente para operações de empréstimos e financiamentos de longo prazo, envolvendo desembolsos periódicos do principal e encargos financeiros.

Existem diversas maneiras de se amortizar uma dívida, devendo as condições de cada operação estarem estabelecidas em contrato firmado entre o credor (mutuante) e o devedor (mutuário).

Uma característica fundamental dos sistemas de amortização a serem estudados neste capítulo é a utilização exclusiva do critério de juros compostos, incidindo os juros exclusivamente sobre o saldo devedor (montante) apurado em período imediatamente anterior.

Para cada sistema de amortização é construída uma planilha financeira, a qual relaciona, dentro de certa padronização, os diversos fluxos de pagamentos e recebimentos.

São consideradas também modalidades de pagamento com e sem carência, conforme estudadas em capítulos anteriores. Na carência, não há pagamento do principal, sendo pagos somente os juros. Eventualmente, os juros podem ser capitalizados durante o prazo de carência.

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13 Taxa e Prazo Médios de Operações Financeiras

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Oestudo de taxa e prazo médios de operações financeiras assume maior importância à medida que se desenvolvem as operações do mercado financeiro e de capitais. Esses assuntos são bastante pertinentes a um controle mais eficiente das operações financeiras e de suas carteiras de ativos e passivos, cada vez mais complexas e sofisticadas.

O capítulo dedica-se a um estudo mais aprofundado do tema, demonstrando suas formas práticas de cálculo com base sempre no critério de juros compostos.

A taxa média (i) indica, para determinada carteira de aplicação ou captação, a taxa de juro média e periódica representativa das operações financeiras realizadas. Corresponde, em outras palavras, à taxa interna de retorno, conforme estudada no Capítulo 2, que iguala, em determinada data, todas as entradas e saídas de caixa provenientes das operações de captações ou aplicações processadas.

No caso de uma carteira de aplicações, a taxa média indica o retorno médio por período, definido em termos percentuais, das diversas operações. Para uma carteira de captações, a taxa média mede o custo percentual médio que os fornecedores de capital estão sendo remunerados em cada período.

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14 Matemática Financeira e Avaliação de Ações

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Os valores mobiliários, representados por ações e debêntures, são emitidos pelas Sociedades Anônimas de acordo com aprovação prévia da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Cabe à CVM o disciplinamento da emissão e a fiscalização do mercado de negociações de ações e debêntures.

A ação representa uma fração do capital social de uma Sociedade Anônima, sendo caracteristicamente definida como ativo de risco. A debênture, por seu lado, representa um título de crédito cujos rendimentos são calculados de maneira semelhante aos títulos de renda fixa, conforme estudados no Capítulo 11.

Todas as aplicações em valores mobiliários equivalem, ao longo do tempo, a um problema de Matemática Financeira, isto é, produzem fluxos de caixa mediante os quais é possível medir a rentabilidade da operação.

Identicamente às demais operações financeiras, na avaliação de ações é necessário construir-se os fluxos de caixa, isto é, os fluxos dos benefícios econômicos de caixa esperados.

Fundamentalmente, os benefícios de caixa das ações são representados pelos dividendos, parcela do lucro líquido que as empresas distribuem aos seus proprietários periodicamente, e valorização de sua cotação, ou seja, ganhos de capital promovidos pelo aumento dos preços das ações.

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Batalha M Rio Ot Vio Org (15)
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10. Métodos estatísticos aplicados à gestão da produção

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Manoel Fernando Martins, Pedro Carlos Oprime, Roberto Antonio Martins

Ao iniciar o módulo de Estatística surge sempre a questão: por que estudar estatística. Apesar de ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento, a aplicação da estatística vem crescendo nos últimos anos em virtude do aumento do emprego da abordagem quantitativa na resolução de problemas e na tomada de decisão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Apresentar e descrever dados.

• Determinar processos de amostragem.

• Estimar os parâmetros de uma população.

• Comprovar hipóteses.

• Verificar se duas médias são iguais.

• Estabelecer relações que permitam predizer uma variável em razão de outra.

A primeira noção que se tem da estatística está associada a gráficos, tabelas, taxas e porcentagens que relacionam fatos e situações com dados que auxiliam a compreendê-los rapidamente. Essa primeira impressão diz respeito a um ramo da Estatística bastante difundido no dia a dia: a Estatística Descritiva. Entretanto, as técnicas estatísticas também são importantes para a análise e interpretação dos dados experimentais auxiliando nas tomadas de decisões.

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11. Planejamento e gestão da qualidade

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Fabiane Letícia Lizarelli e José Carlos de Toledo

Neste capítulo serão discutidos os conceitos de qualidade do produto, que engloba os diferentes enfoques da qualidade, etapas do ciclo produtivo que impactam a qualidade do produto e os parâmetros da qualidade que implicam as diferentes características que podem ser observadas para análise da qualidade do produto. Também são apresentados os conceitos de Gestão da Qualidade, vista como o conjunto de ações planejadas e executadas em todo o ciclo de produção, com a finalidade de garantir a qualidade requerida e planejada, assim como a visão dos principais gurus sobre a Gestão da Qualidade. Para esclarecer de que forma a Gestão da Qualidade pode ser implantada nas organizações, são apresentados o Sistema de Gestão da Qualidade ISO:9001 e Modelos de Excelência em Gestão (MEG). Atrelado ao conceito de Gestão da Qualidade está o conceito de Melhoria Contínua da Qualidade, que é apresentado ao final do capítulo e tem o intuito de mostrar os diferentes tipos de melhoria, os diferentes níveis de maturidade que uma empresa pode se encontrar em relação às práticas de melhoria e os programas que dão suporte à Melhoria Contínua nas empresas, como Total Quality Management (TQM), Lean Manufacturing, Seis Sigma e Lean-Sigma.

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12. Controle de qualidade

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Roberto Antonio Martins, Pedro Carlos Oprime e Manoel Fernando Martins

Este capítulo apresenta os principais métodos e técnicas para o controle da qualidade, cuja base conceitual e metodológica se apoia nos trabalhos de Shewhart, de 1930, e Dodge-Romig, em 1940. Desde então, houve avanços significativos nesse campo, especialmente nas últimas duas décadas, em especial, sobre gráficos de controle estatístico, planos de amostragem de aceitação, planejamento de experimentos e nas análises dos sistemas de medição, o que demonstra a importância e a atualidade da temática, que se tem disseminado para outros setores, não se restringido somente a manufatura. Os tópicos apresentados neste capítulo limitam-se aos assuntos centrais do controle estatístico de processo, são eles: os planos de amostragem de aceitação lote a lote, abordado na Seção 12.1, o controle estatístico de processo, abordado na Seção 12.2, e aos estudos de capabilidade de processos, discutido na Seção 12.3.

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13. Métodos para análise e melhoria da qualidade

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José Carlos de Toledo

Neste capítulo, serão discutidos os principais métodos de suporte à análise e melhoria da qualidade de produtos e processos. O capítulo apresenta uma introdução com visão geral sobre esses métodos, tanto estatísticos quanto organizacionais, e discute recomendações para aplicação efetiva e bem-sucedida. Apresenta mais detalhadamente os seguintes métodos de melhoria: Gerenciamento de Processos, Método de Análise e Solução de Problemas (MASP), Análise de Modos e Efeitos de Falhas (FMEA), Benchmarking e o Diagrama de Causa e Efeito com Adição de Cartões (CEDAC).

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Ter uma visão geral dos principais métodos de suporte a análise e melhoria da qualidade de produtos e processos.

• Compreender fatores considerados chave para aplicação efetiva e bem-sucedida desses métodos.

• Conhecer os fundamentos e as etapas, ou passos, para aplicação dos métodos: Gerenciamento de Processos, MASP, FMEA, Benchmarking e CEDAC.

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14. Marketing: uma abordagem para engenharia de produção

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Rosane Chicarelli Alcantara e Andrea Lago da Silva

Neste capítulo, serão apresentados os conceitos fundamentais de marketing e ambiente concorrencial. Posteriormente, elementos de marketing como segmentação de mercados e comportamento dos consumidores finais e empresariais serão introduzidos. A seguir, aspectos referentes ao gerenciamento e planejamento de marketing como os elementos do composto mercadológico, estratégias de mercado, plano de marketing e pesquisa de mercado são apresentados. Ao final, discutem-se os principais desafios do marketing nos dias atuais que estão levando funções tradicionais das empresas, e marketing é uma delas, a serem mais interativas e colaborativas, resultando em estruturas empresariais mais dinâmicas. Encerra-se o capítulo com a proposição de questões para serem discutidas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Utilizar os principais conceitos de marketing na gestão de organizações de diferentes setores da economia.

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Braga M Rcio Bobik (13)
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10 O mercado monetário e o modelo IS/LM

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Estudar as funções de oferta e demanda por moeda.

■ Analisar o funcionamento do mercado monetário.

■ Apresentar o conceito do multiplicador bancário.

■ Definir as operações ativas do Banco Central.

■ Detalhar as formas como o Banco Central exerce a política monetária.

■ Apresentar o modelo IS/LM.

■ Mostrar os impactos das políticas monetária e fiscal sobre a renda e a taxa de juros.

■ Discutir alguns critérios de escolha das políticas macroeconômicas.

Até o momento, a análise macroeconômica foi construída a partir do modelo keynesiano simplificado, o que permitiu avaliar determinados aspectos relacionados com o comportamento do nível de atividade econômica. Também foi considerado o papel da demanda agregada e os efeitos da política fiscal sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Dado que o enfoque foi em torno da produção agregada, a análise teve como centro o denominado “mercado de bens”.

Na Seção 9.3 do capítulo anterior, foi sugerida a possibilidade de os investimentos produtivos serem determinados pela taxa de juros. Essa possibilidade tem importantes implicações teóricas. Os investimentos representam a demanda por bens de capital físico, o que justifica o enfoque no mercado de bens. Entretanto, a taxa de juros é uma variável financeira e é determinada no denominado “mercado monetário”. Ou seja, a função investimento constitui-se no elo entre os dois mercados. Essa relação será explorada neste capítulo a partir da análise das principais características do sistema monetário, no qual a moeda ocupa posição de destaque.

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11 O modelo de oferta e demanda agregada

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar o modelo de oferta e demanda agregada.

■ Mostrar os fundamentos das curvas de oferta e demanda agregada.

■ Discutir as opções para a redução do desemprego na Economia.

■ Dar início ao estudo do fenômeno da inflação.

■ Mostrar as implicações da denominada “Curva de Phillips”.

■ Dar continuidade ao debate acerca dos benefícios e custos da política macroeconômica.

Os modelos macroeconômicos até aqui estudados são de inspiração keynesiana e dizem respeito ao denominado “lado da demanda”. Existe, entretanto, um modelo mais geral que agrega tanto a demanda quanto a oferta agregada. Esse modelo permite avaliar com maior profundidade os fenômenos do desemprego e as opções de política macroeconômicas. Também considera, de forma explícita, o nível geral de preços, o que remete a análise macroeconômica ao fenômeno da inflação. Esse modelo é denominado “oferta e demanda agregada”.

O modelo de oferta e demanda agregada permite discutir uma importante dicotomia na macroeconomia. Trata-se do dilema entre inflação e desemprego. Esse dilema mostra que nem sempre é possível alcançar a estabilidade macroeconômica sem custos para a sociedade. Infelizmente, essa conclusão não é considerada por alguns, que acham que a Ciência Econômica pode tudo, bastando vontade política do Governo.

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12 A inflação

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Estudar as causas da inflação.

■ Apresentar os custos da inflação.

■ Discutir a Teoria Quantitativa da Moeda.

■ Definir a Teoria Quantitativa da Moeda.

■ Apresentar o conceito de inflação inercial.

■ Apresentar o conceito de senhoriagem e imposto inflacionário.

■ Discutir o combate da inflação no Brasil.

Nos modelos macroeconômicos estudados nos últimos capítulos, foi discutido, além dos fatores e políticas que exercem influência sobre o nível de atividade econômica, o fenômeno da inflação, definido como a elevação do índice geral de preços na Economia. Esse índice foi considerado no modelo de oferta e demanda agregada. Também foi considerada a inflação na Curva de Phillips, na qual foi apresentada a dicotomia entre inflação e desemprego. Este capítulo retoma a análise do fenômeno da inflação, considerando suas causas, seus custos e alguns dos problemas relacionados com as políticas de estabilização.

Parece haver, entre os economistas, algum consenso sobre a necessidade de se ter a inflação sob controle. O problema é que esse controle implica em custos para a sociedade. A questão torna-se mais complexa considerando que não existe consenso acerca das suas causas. O caso brasileiro é emblemático nesse aspecto. O Brasil foi, durante mais de uma década, palco de uma das maiores inflações do planeta. O fenômeno foi intensamente discutido no país, e, depois de inúmeros planos de estabilização, a inflação alta foi finalmente debelada pelo Plano Real. Hoje, o país utiliza o Sistema de Metas de Inflação, que representa uma das formas de manifestação da política monetária. Se por um lado esse sistema tem se mostrado eficiente, por outro tem despertado críticas pelos seus efeitos sobre o emprego.

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13 O crescimento de longo prazo

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar os principais fatores que explicam o crescimento econômico de longo prazo.

■ Estudar o modelo neoclássico de crescimento econômico.

■ Mostrar como a taxa de poupança, a acumulação de capital e as inovações tecnológicas contribuem para o crescimento econômico.

■ Definir instituições.

■ Mostrar como as instituições afetam o crescimento econômico.

■ Apresentar os princípios básicos das vantagens comparativas.

■ Considerar algumas relações entre o comércio internacional e o crescimento econômico.

No modelo de oferta e demanda agregada, o pleno emprego foi definido como sendo a situação ótima para a Economia. Essa situação, entretanto, não representa o crescimento econômico. A Economia pode estar no pleno emprego e ao mesmo tempo se encontrar em situação de estagnação econômica. Basta lembrar que, no gráfico no qual são representadas as curvas de oferta e demanda agregadas, o pleno emprego é fixo. Mas ele pode crescer.

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1 Os princípios básicos da Economia

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Discutir o que é Economia.

■ Mostrar a importância da escassez para a Economia.

■ Considerar os principais dilemas encontrados na análise econômica.

■ Apresentar a curva de possibilidade de produção.

■ Mostrar o significado da lei dos rendimentos decrescentes.

■ Discutir algumas questões metodológicas presentes na análise econômica.

■ Mostrar as diferenças entre a microeconomia e a macroeconomia.

■ Considerar as várias áreas de estudo na Economia.

■ Apresentar as formas de atuação do economista no mercado de trabalho.

Para que serve a Economia? O olhar atento nos noticiários dos jornais, da televisão ou da internet permite visualizar um amplo conjunto de questões econômicas como o desemprego, a inflação, o endividamento público, o comércio internacional e o crescimento econômico, dentre outros. Em épocas de eleição, o debate sobre os rumos da Economia costuma ter posição central nos programas dos candidatos. Os eleitores querem saber, por exemplo, qual o programa econômico daqueles que pleiteiam o cargo máximo do país. Existem ainda questões relacionadas aos preços dos bens e serviços. Em algumas épocas do ano, é possível observar a elevação no preço de determinados alimentos. Alguns serviços, como os de restaurantes, variam de preço em diferentes localidades de uma mesma cidade. Roupas e calçados costumam ser mais caros em centros comerciais presentes em bairros mais ricos. Quando o preço da gasolina aumenta, fica mais caro encher o tanque do automóvel com etanol. Existem ainda as crises econômicas que permanecem na memória das pessoas, como a Grande Depressão de 1930 ou a crise bancária norte-americana de 2008. Todas essas questões e eventos fazem parte do universo da Economia. Ou seja, a Ciência Econômica possui amplo conjunto de possibilidades teóricas e aplicações práticas, mesmo para as pessoas comuns.

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