Adriano Leal Bruni Rubens Fam (20)
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19 Aplicações do Excel: Usos em Custos e Preços

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“Quando perguntaram a Albert Einstein qual havia sido o evento que mais contribuíra para o desenvolvimento da teoria da relatividade, ele respondeu: ‘Descobrir como eu deveria pensar sobre o problema’”

Jack Trout in Diferenciar ou morrer, p. 86

As aplicações possíveis da planilha Microsoft Excel nos processos de gestão empresarial são variadas, conforme apresentado no Capítulo 19. Dessas aplicações possíveis, muitas podem ser usadas em custos e preços.

O objetivo deste capítulo consiste em ilustrar algumas aplicações possíveis do Excel no processo de análise de custos e preços. Para facilitar as aplicações dos modelos, o material suplementar disponível em http://gen-io.grupogen.com.br traz a planilha CUSTOS.XLS, onde, por meio de menus de fácil navegabilidade, é possível executar diversas aplicações do Excel.

Outro recurso disponível, e brevemente apresentado no final deste capítulo, é o arquivo CUSTOS.PPT, um conjunto de transparências elaboradas especialmente para o docente que deseje adotar o livro como referência básica em seus cursos ou para o leitor, ou usuário, que deseje fazer rápida leitura dos conteúdos expostos nos textos, ou na planilha CUSTOS.XLS.

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7 Custeio por Ordens de Produção

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“Não, não tenho um caminho novo; o que tenho de novo é o jeito de caminhar.”

Thiago de Mello

Quando o processo produtivo de uma empresa não é homogêneo, isto é, quando diferentes produtos ou serviços são elaborados e comercializados, o emprego de um sistema de custeio por processo isolado dificultaria o processo de gestão de custos e de preços. Já que diferentes são as encomendas e pedidos atendidos, a melhor forma de gestão envolveria o emprego de um sistema que permitisse a gestão e o acompanhamento individual dos pedidos colocados, processados e vendidos.

Este capítulo possui o objetivo de caracterizar e justificar o emprego do custeio por ordem de produção, sugerido para processos produtivos com características heterogêneas. São discutidos e ilustrados os principais fatos associados à apuração de custos por ordens de produção. Para melhor assimilação dos conceitos, além dos exemplos, são oferecidos, discutidos e propostos diversos exercícios.

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4 Custos Indiretos de Fabricação

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“A dúvida por hábito é defeito; a dúvida por princípio é qualidade.”

Leoni Kaseff

Os Custos Indiretos de Fabricação ou, simplesmente, CIFs são os gastos identificados com a função de produção ou elaboração do serviço a ser comercializado e que, como o próprio nome já revela, não podem ser associados diretamente a um produto ou serviço específico. Exemplo: algumas despesas de depreciação, salários de supervisores de diferentes linhas de produção etc.

Os custos indiretos de fabricação podem receber, também, a denominação de Despesas Indiretas de Fabricação (DIFs), Gastos Gerais de Fabricação (GGFs) ou Despesas Gerais de Fabricação (DGFs). Em outras palavras, correspondem a um “balaio de gato”, onde são agrupados todos os outros custos, não agrupados como componentes de materiais diretos (MD) ou mão de obra direta (MOD). Os componentes dos CIFs visam proporcionar que os materiais diretos, por meio da mão de obra direta, sejam transformados em novos produtos.

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2 Material Direto

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“O progresso não está nas coisas, mas nos homens. A felicidade não está nos bens materiais, mas em nós.”

Anônimo

O material direto, ou, simplesmente, MD, é formado pelas matérias-primas, embalagens, componentes adquiridos prontos e outros materiais utilizados no processo de fabricação, que podem ser associados diretamente aos produtos.

De modo geral,1 a gestão de materiais diretos por determinada empresa costuma envolver problemas relacionados a três campos:

avaliação: qual o montante a atribuir quando várias unidades são compradas por preços diferentes, como contabilizar sucatas etc.;

controle: como distribuir as funções de compra, pedido, recepção e uso, como organizar o kardex de controle, como inspecionar para verificar o efetivo consumo;

programação: quanto comprar, como comprar, fixação de lotes econômicos de aquisição, definição de estoques mínimos de segurança etc.

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17 Métodos Quantitativos Aplicados a Custos

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“Felizes os que podem conhecer as causas das coisas.”

Virgílio

Muitos dos procedimentos empregados nos processos de gestão de custos e formação de preços são compreendidos de forma melhor mediante a aplicação de técnicas de métodos quantitativos, especialmente de estatística e de pesquisa operacional.

A estatística, que tem sua origem epistemológica no latim status – que provém de Estado, das informações coletadas em prol da melhor gestão do Estado –, fornece importante subsídio aos processos de gestão empresarial. Aplicada a custos, permite, por exemplo, analisar as magnitudes dos gastos fixos e variáveis.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os principais tópicos da estatística relacionados aos processos de compreensão dos custos, especialmente as análises de regressão e correlação, com ênfase no uso do método dos mínimos quadrados. Para tornar a leitura mais branda e facilitar a fixação dos tópicos apresentados, são propostos inúmeros exercícios, todos com suas respectivas respostas.

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Alexandre Assaf Neto (84)
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15 Avaliação Econômica de Investimentos

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Objetivos do capítulo

1. Apresentar os métodos de avaliação econômica aplicados às decisões de investimentos.

2. Ilustrar o cálculo de cada um dos métodos com seus pressupostos necessários para análise da viabilidade de investimentos.

3. Abordar as decisões de investimentos em condições especiais: projetos com diferentes distribuições dos fluxos de caixa no tempo e em condições de restrição orçamentária.

Outra fase das decisões de investimento de longo prazo consiste na utilização de métodos de avaliação econômica, com o objetivo de se apurar os resultados e atratividade das aplicações de capital.

As propostas de investimentos, para serem aceitas, devem oferecer um retorno mínimo definido pela empresa. A abordagem aceitar – rejeitar consiste em selecionar propostas que atendam ao critério mínimo de retorno estabelecido.

As propostas de investimentos aceitáveis podem ser classificadas ainda segundo alguma medida estabelecida pela empresa, como rentabilidade, riqueza criada etc. A de melhor resultado é classificada em primeiro lugar,

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2 Ambiente Financeiro Brasileiro

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Objetivos do capítulo

1. Descrever, de modo geral, a estrutura do Sistema Financeiro Nacional e das principais instituições que o compõem.

2. Identificar os tipos de ativos financeiros existentes no mercado, bem como sua classificação no que diz respeito à emissão, renda e prazo destes.

3. Entender como funcionam o mercado de ações, a Bolsa de Valores e compreender também os tipos de ações existentes, suas formas de emissão e rendimentos.

4. Expor os grandes segmentos do mercado financeiro (mercado monetário, mercado de crédito, mercado de capitais e mercado cambial).

5. Abordar a formação das taxas de juros no Brasil e introduzir o conceito de taxa livre de risco.

A atuação das finanças corporativas desenvolve-se dentro de um ambiente financeiro de mercado complexo e cada vez mais influente. Nesse contexto, o administrador financeiro deve identificar as melhores oportunidades de aplicação disponíveis e formar uma equilibrada posição de risco nas diversas decisões financeiras tomadas pela empresa.

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2 Medidas de Desempenho do Negócio

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O Capítulo 1 propôs a criação de valor como o objetivo essencial de toda empresa. Nesse contexto foram demonstrados todos os fundamentos e conceitos básicos de uma Gestão Baseada em Valor. Este capítulo desenvolve, através de um exemplo ilustrativo, as medidas financeiras fundamentais de avaliação de desempenho de um negócio. São estudados os principais indicadores financeiros básicos de desempenho operacional extraídos de relatórios patrimoniais e de resultados elaborados pelas empresas. O capítulo seguinte irá se concentrar em medidas que consideram o custo de oportunidade do capital investido, priorizando o conceito de lucro econômico (lucro residual).

O genuíno resultado operacional é aquele proveniente das decisões de ativos, formado pela atividade principal da empresa, não sendo influenciado pela forma como a empresa é financiada.

Uma empresa pode apurar um lucro operacional em seus negócios e, ao investir em mercados derivativos para especulação, por exemplo, apurar um enorme prejuízo financeiro. Da mesma forma, o lucro operacional de empresas com endividamento alto pode ser totalmente absorvido pelas despesas (juros) de financiamento. Nesses dois casos ilustrativos a empresa, apesar de apurar um prejuízo líquido, se mostra capaz de apurar um resultado positivo de seu negócio e, se esse resultado superar o custo de oportunidade do capital investido, revelar viabilidade econômica. O resultado operacional registra a viabilidade do investimento (ativo), se o negócio está remunerando o custo de capital (custo das fontes de financiamento), sendo o primeiro indicador de atratividade econômica.

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9 Como Analisar as Demonstrações Financeiras

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Objetivos do capítulo

1. Fornecer o instrumental básico para análise das demonstrações financeiras voltadas para o administrador interno da organização, e também para o analista externo.

2. Descrever os procedimentos da análise horizontal e vertical, que são técnicas mais simplistas, porém não menos importantes.

3. Abordar os conceitos, cálculos e aplicações dos indicadores econômico-financeiros, divididos em quatro grupos: atividade; endividamento e estrutura; rentabilidade; e análise de ações.

4. Explicar a construção de diagramas de indicadores de desempenho, que permitem descobrir as causas que determinaram as variações ocorridas.

A análise das demonstrações financeiras constitui um dos estudos mais importantes das Finanças Corporativas, despertando enorme interesse tanto para os administradores internos da empresa como para os diversos segmentos de analistas externos.

Para o administrador interno da empresa, a análise visa basicamente a uma avaliação de seu desempenho geral, notadamente como forma de identificar os resultados (consequências) retrospectivos e prospectivos das diversas decisões financeiras tomadas.

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17 Derivativos – mercados futuros

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O Capítulo 17 contempla o sofisticado mercado de derivativos e o uso desses instrumentos financeiros no gerenciamento do risco. São destacados os participantes dos mercados futuros e o processo de formação de preços dos contratos.

Derivativos são instrumentos financeiros que se originam (dependem) do valor de outro ativo, tido como ativo de referência. Um contrato derivativo não apresenta valor próprio, derivando-se do valor de um bem básico (commodities, ações, taxas de juros etc.).

Uma operação de mercado futuro envolve basicamente um compromisso de compra ou venda de determinado ativo em certa data futura, sendo previamente fixado o preço objeto da negociação.

Os investidores do mercado futuro são identificados essencialmente nos especuladores e hedgers. Os especuladores são todos os aplicadores que buscam resultados financeiros nas operações a futuro. Os hedgers constituem-se em usuários dos mercados futuros que, por meio de operações de compra e venda, procuram eliminar o risco de perda determinado por variações adversas nos preços.

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Alexandre Evaristo Et Al Pinto (20)
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14. Efeitos do Novo Pronunciamento Contábil nas Variações Cambiais Sobre Passivos de Arrendamento

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A Contabilidade é uma ciência social que tem como objetivo gerar informações com qualidade e que sejam úteis para os seus diversos usuários, visando que as inúmeras decisões econômicas sejam efetuadas com segurança.

Um de seus aspectos fundamentais é sua utilidade para a empresa e para todos os stakeholders, em especial os investidores não controladores existentes e em potencial, credores por empréstimos e outros credores que necessitam das Demonstrações Contábeis para a tomada de decisão relacionada ao fornecimento, ou não, de recursos para a entidade (SZUSTER et al., 2013).

Em sua atuação, o profissional de Contabilidade tem de seguir as diretrizes estabelecidas. No Brasil, a entidade normatizadora é o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que segue como referência as normas internacionais de relatórios financeiros emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) sob o título International Financial Reporting Standards (IFRS).

O ponto a debater aqui se refere a uma situação concreta futura em que a informação, a ser apresentada de acordo com essas normas, muito provavelmente terá a sua qualidade/utilidade questionada pelos usuários. Como deve proceder o profissional de Contabilidade: aplicar a regra sem ponderar as repercussões ou procurar um caminho diferenciado objetivando realizar uma apresentação mais fidedigna?

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13. Renegociação de Dívidas: Reflexos do IRPJ e da CSLL Sobre os Valores Justos Registrados na Troca de Passivos Financeiros

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A renegociação de dívidas, especialmente no âmbito de recuperações extrajudiciais e judiciais, vem crescendo exponencialmente. Tais renegociações, geralmente, envolvem diversas questões jurídicas, cuja complexidade depende do número de credores, locais de domicílio ou residência de tais credores etc.

Dentre tais questões, no âmbito tributário, há controvérsia sobre a eventual incidência do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)1 no caso de troca de passivos financeiros e de seus eventuais valores justos, a serem registrados em conta resultado de acordo com os termos do Parecer Técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) nº 48 – Instrumentos Financeiros, que substituiu o Pronunciamento Técnico do CPC 38 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração.

O Pronunciamento Técnico do CPC nº 48 é aplicável a uma ampla gama de casos, abrangendo, por exemplo, a alteração substancial das condições de um determinado contrato de empréstimo, ou transações que envolvem a troca de uma determinada dívida decorrente de contrato de empréstimo, por outro instrumento financeiro, como bonds no exterior, que podem ser conversíveis em ações ou pagas após o cumprimento de determinadas condições.

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7. Earnout – Aproximação Interdisciplinar e a In nº 1.700/2017

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O tema do earnout surgiu na Mesa de Debates do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT), instituto que estimula estudos científicos em Direito Tributário há mais de quarenta anos.1 A importância da proposição desse tema durante as tradicionais reuniões de quinta-feira do IBDT se mostra também em face da parceria com Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), na direção do desenvolvimento da pesquisa interdisciplinar. O tema explorado a seguir pretende externar isso cientificamente, com poucas certezas e muitas dúvidas.

A proposta científica deste capítulo é estudar o earnout com o método interdisciplinar, transitando, também, entre o Direito Privado e o Direito Público. Os conceitos de Direito Privado influenciam e, do mesmo modo, sofrem influência da Contabilidade, mesmo após serem juridicizados. No caso sob análise, esse fenômeno é bem presente, agravado pelo fato de os conceitos contábeis internacionais ingressarem em nosso sistema jurídico privado por meio indireto das agências reguladoras e órgãos de classe. Assim, o earnout tem essa matriz interdisciplinar, o que demanda maior atenção por parte do Fisco ao emitir normas vinculantes ao agente fiscal e limitadoras de direitos do contribuinte relacionados ao princípio da realização da renda.

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2. Arrendamento Mercantil: Interface Entre a Normatização Contábil e a Legislação Tributária

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O escopo do presente capítulo é descrever, de modo didático e objetivo, o contexto histórico-evolutivo dos aspectos contábeis gerais do arrendamento mercantil (em sentido amplo) até a disciplina normativa constante do Pronunciamento Técnico nº 06 (R2) – Operações de Arrendamento Mercantil (CPC nº 06), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), e a interface com a respectiva disciplina jurídico-tributária.

Para facilidade de compreensão, o texto está dividido em quatro seções: (i) esta introdução; (ii) breve histórico do tratamento contábil aplicável a arrendamentos mercantis; (iii) tratamento contábil atual (a partir de 2019) e impactos esperados na aplicação do CPC nº 06 (R2); e (iv) aspectos tributários pertinentes.

Sem perder de vista a relevância da adoção dos padrões internacionais de Contabilidade, cujo marco legal foi a publicação da Lei nº 11.638/2007, e todos os fatores que historicamente interferiram no processo de normatização contábil1 no Brasil, cabe mencionar que, em momento anterior à harmonização, a escrituração contábil das pessoas jurídicas era fortemente influenciada pela legislação tributária.

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9. Incertezas Tributárias: Paradoxos do Provisionamento e as Repercussões da ICPC

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Lidar com incertezas aproxima o Direito e a Contabilidade. Se o Direito referencia a pacificação dos conflitos sociais, a Contabilidade menciona as alocações de fenômenos econômicos a períodos passados e futuros, assim como mensurações que muitas vezes exigem estimativas de valores futuros.1 No campo das incertezas, pode-se dizer, o dilema jurídico está em como entregar segurança jurídica, e o dilema contábil está em como entregar informação útil e relevante.

Esses permanentes dilemas das duas ciências são agravados quando se encontram, na encruzilhada das incertezas, de um lado, um sistema jurídico-tributário produtor e reprodutor de conflitos e, de outro, normas contábeis que infletem sobre esse estado de coisas. Muitos tributos, legislação complexa, alterações frequentes de normas e de interpretações, multas elevadas e ausência de mecanismos de composição mais céleres de disputas caracterizam no Brasil um excesso de dúvidas em torno do tratamento da matéria tributária. A incidência sobre essa realidade da norma contábil – de linguagem cada vez mais universalizada a partir da propagação dos padrões contábeis internacionais, o “padrão IAS/IFRS”,2 adotado no Brasil desde a Lei nº 11.638/2007, pode tornar-se, ela própria, fator de incertezas.

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Alexandre Luzzi Las Casas J Ssica Lora Las Casas (16)
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12 Outras Formas de Comunicação em Serviços

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No capítulo anterior, fizemos algumas considerações sobre decisões dos compostos promocional e de propaganda. Neste capítulo, abordaremos algumas atividades complementares de comunicações com o público para a divulgação de serviços.

Serão considerados como atividades complementares a promoção de vendas, Relações Públicas e Merchandising. O destaque dessas atividades, entre as demais do composto promocional, se dá graças a sua importância e utilização frequentes para empresas que praticam o marketing de serviços.

Segundo a Associação Americana de Marketing, a promoção de vendas abrange as atividades que suplementam as vendas pessoais de propaganda, coordenando-as e ajudando a torná-las eficazes, tais como o uso de amostras e exposições, demonstrações e outros esforços que não estejam incluídos na rotina diária. Em um sentido geral, a promoção de vendas inclui vendas pessoais, propaganda e atividades de relações públicas.

A promoção é possível em três diferentes níveis: junto à própria empresa, por meio de intermediários e diretamente com os clientes.

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7 Evidência Física

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A evidência física é uma das formas pelas quais os consumidores avaliam o prestador de serviços. Ao adentrar em algum estabelecimento, a aparência é um dos primeiros contatos que o cliente tem com a organização. Em virtude do aspecto da intangibilidade dos serviços, os clientes procuram evidências das promessas. Se a empresa vende o conceito de higiene, deve demonstrar que se preocupa com esses resultados ou atributos, como no caso de restaurantes. Se a empresa vende o conceito de organização, como no caso dos escritórios de contabilidade, deve demonstrar que é uma empresa organizada. Os clientes procuram essas evidências a partir de pequenos detalhes.

Um consumidor relatou certa vez que escolheu a sua oficina mecânica pela evidência física do estabelecimento. Segundo o relato, a escolha foi feita ao observar a colocação das ferramentas na parede da oficina, todas muito organizadas e bem distribuídas. O mecânico era um colecionador de miniaturas e, inclusive, montou uma delas dentro de uma garrafa vazia. Como o cliente buscava um profissional que demonstrasse ser detalhista e caprichoso, essas evidências da arrumação das ferramentas e a exposição de miniaturas montadas pelo prestador de serviços evidenciaram todos os atributos procurados e o negócio foi fechado com base no ambiente. Portanto, no marketing de serviços, o ambiente físico, ou o perfil da organização ajuda a vender e é uma forma de comunicação com o mercado.

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1 Marketing na Área de Serviços

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O setor de serviços representa expressiva parcela da economia. Pode-se dizer que, com o processo da globalização, o segmento foi o que mais se desenvolveu no mundo. Considerando os países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo, o setor representa 79,5% do PIB, enquanto no Canadá, 70,8%.1 Em termos relativos, a participação dos serviços no PIB desses países é bem maior do que a dos países em desenvolvimento.2

Sabe-se que, quanto mais avançada a nação, maior a importância do setor de serviços em sua economia. Entre as causas disso, destaca-se o maior poder aquisitivo da população, que permite que as tarefas rotineiras mais tediosas sejam transferidas a terceiros, como também a demanda daqueles serviços exigidos pelo próprio desenvolvimento industrial.

O PIB é resultado da soma do total das riquezas produzidas no país, incluindo indústria, agropecuária e serviços. Segundo dados do IBGE, no quarto semestre de 2017 o setor de serviços representou 75,2% da economia brasileira, a indústria 21,4% e a agropecuária 3,4%.3 Para um país em desenvolvimento, a participação dos serviços no PIB supera as expectativas.

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13 Venda Pessoal

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Considerando os elementos disponíveis para a comunicação de serviços, a venda pessoal aparece como um dos mais importantes instrumentos para a empresa. Vimos, por diversas vezes nos capítulos anteriores, que a prestação de serviços caracteriza-se por produção/consumo instantâneos. Consequentemente, os vendedores em contato direto prestam o serviço que está sendo consumido pelos clientes.

Por conseguinte, a qualidade da oferta está diretamente relacionada com a capacidade e o nível profissional dos representantes da empresa. As técnicas de venda pessoal e o profissionalismo são de extrema importância para o processo de comunicação direta. Portanto, devido a seu mérito para a aplicação do marketing, analisar com maior profundidade os aspectos pertinentes à atividade torna-se fundamental.

De acordo com a Associação Americana de Marketing (AMA), vender é desempenhar atividades de negócios que orientem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou usuário.

A atividade de vendas traz muitas vantagens para todos os envolvidos no processo. Assim, para a economia, ela se apresenta como uma mola propulsora do sistema capitalista, cooperando com o fluxo de bens e serviços. Para os consumidores, a economia de vendas proporciona melhoria do padrão de vida, uma vez que as empresas concorrentes se esforçam para obter vantagens cada vez maiores para seus clientes por meio do aperfeiçoamento de produtos e métodos. Finalmente, para a empresa, a economia de vendas produz o faturamento necessário para sua manutenção e desenvolvimento.1

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3 Como Conhecer o Consumidor

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Neste capítulo serão apresentadas as pesquisas necessárias para o conhecimento do consumidor. Uma empresa deve conhecer vários aspectos de seu público-alvo, como expectativas e níveis de satisfação, o que pensam a respeito de determinado serviço, qual é a sua motivação para compra, entre outros. Uma empresa que se propõe a praticar marketing de serviços de forma adequada deve medir os resultados de seu desempenho, principalmente os níveis de satisfação do cliente.

O conhecimento dos clientes é adquirido pelos profissionais de serviços por meio de duas fontes principais: a do trabalho rotineiro, pelas militâncias na atividade, ou por meio de coletas de informações de modo formalizado. A experiência do dia a dia do profissional é uma importante fonte de conhecimento, no entanto, não é suficiente. Clientes insatisfeitos nem sempre reclamam e, por isso, há necessidade de se criarem mecanismos que favoreçam suas manifestações de forma padronizada e que sigam um procedimento formal.

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Alexandre Neto Assaf (18)
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Apêndice C: Noções sobre progressões

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Progressão Aritmética (PA) é uma sucessão de números onde cada termo, considerado a partir do segundo, é exatamente igual ao termo anterior somado a um valor constante. Ou seja, a partir do segundo termo, a diferença existente entre cada termo imediatamente anterior é sempre igual (constante).

Sendo aK um termo qualquer de uma PA, pela definição, tem-se:

Valor constante = aKaK– 1

Esse valor constante é definido na PA por razão, sendo representado por r. O primeiro termo da progressão é definido por a1 e o último por an.

A sucessão apresentada a seguir, composta de 7 termos, é um exemplo de PA, ou seja:

3, 5, 7, 9, 11, 13, 15,

sendo:

a1 = 3

an = 15

r = 2

n = 7

Observe ainda que:

a1 = 3

a2 = a1 + r

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5 Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro

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A Matemática Financeira encontra importantes aplicações práticas no âmbito das atividades comerciais, tanto no que se refere às operações bancárias de crédito comercial como em avaliações de estratégias de compras e vendas mercantis. Este capítulo tem por objetivo básico o estudo das várias modalidades de empréstimos bancários de curto prazo, dirigidos ao capital de giro das empresas.

As operações de desconto bancário, uma das formas mais tradicionais de financiamento do capital de giro das empresas, incorporam, além da taxa de desconto paga à vista, certas características de tributação (IOF) e de despesas bancárias que impõem um maior rigor na determinação de seus resultados.

A mesma atenção, ainda, deve ser dispensada às demais operações bancárias de crédito comercial, cujos custos finais geralmente se elevam pela cobrança de taxas e comissões adicionais.

O Capítulo 3 dedicou-se integralmente ao estudo das operações de desconto e de seus tipos conhecidos: desconto racional ou por dentro e desconto bancário, ou comercial, ou por fora. Este item, a partir dos conhecimentos extraídos do referido capítulo, tem por objetivo desenvolver a prática de cálculo dos encargos financeiros e da taxa efetiva de custo das operações bancárias de desconto de duplicatas, definidas por desconto bancário (ou “por fora”).

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15 Matemática Financeira, Títulos Públicos e Contratos Futuros

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As operações envolvendo títulos públicos vêm ganhando importância cada vez maior nos mercados financeiros de todo o mundo. A participação destes papéis nas carteiras de investimentos é relevante, promovendo um alto volume de negociações.

Partindo de uma revisão da formação e cálculo da taxa de juro SELIC desenvolvida anteriormente (Cap. 6), este capítulo dedica-se ao estudo de:

a) principais títulos públicos federais negociados no mercado financeiro nacional;

b) marcação a mercado dos títulos públicos;

c) avaliação dos contratos futuros de taxas de juros lastreados em depósitos interfinanceiros, denominados de Contratos Futuros DIs.

Os títulos públicos federais formam a Dívida Pública Mobiliária interna do Brasil, e são emitidos pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), responsável pela gestão e controle da Dívida Pública Mobiliária do Governo Federal.

Importante lembrar que, no mercado financeiro brasileiro, o prazo das operações é geralmente definido para operação das taxas de juros em contagem de dias corridos, tendo como padrão um ano de 360 dias, e em contagem de dias úteis, sendo o ano-base definido em 252 dias úteis.

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3 Descontos

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Entende-se por valor nominal o valor de resgate, ou seja, o valor definido para um título em sua data de vencimento. Representa, em outras palavras, o próprio montante da operação.

A operação de se liquidar um título antes de seu vencimento envolve geralmente uma recompensa, ou um desconto pelo pagamento antecipado. Desta maneira, desconto pode ser entendido como a diferença entre o valor nominal de um título e o seu valor atualizado apurado n períodos antes de seu vencimento.

Por outro lado, valor descontado de um título é o seu valor atual na data do desconto, sendo determinado pela diferença entre o valor nominal e o desconto, ou seja:

Valor Descontado = Valor Nominal – Desconto

As operações de desconto podem ser realizadas tanto sob o regime de juros simples como no de juros compostos. O uso do desconto simples é amplamente adotado em operações de curto prazo, restringindo-se o desconto composto para as operações de longo prazo.

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8 Coeficientes de Financiamento

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O coeficiente de financiamento pode ser entendido como um fator financeiro constante que, ao multiplicar-se pelo valor presente de um financiamento, apura o valor das prestações.

Esses coeficientes são amplamente utilizados na prática, sendo importante o seu manuseio. As operações de financiamento pelo Crédito Direto ao Consumidor – CDC, e as operações de arrendamento mercantil, constituem-se em aplicações práticas importantes desses fatores.

O capítulo desenvolve os coeficientes de financiamento para séries uniformes, inseridas no modelo-padrão apresentado anteriormente, para séries não periódicas, as quais apresentam intervalos de tempo entre uma e outra prestação desiguais, e para fluxos de caixa com carência. A partir das formulações estudadas nessas situações, é possível desenvolver fatores para outras formas de amortização.

Nesse caso, o coeficiente é desenvolvido a partir do modelo-padrão dos fluxos de caixa adotado pela Matemática Financeira, e estudado no capítulo anterior.

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