Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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4 - Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

4

Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar conceitos básicos de contabilidade, seu arcabouço teórico e prático, antes de entrar na integração da contabilidade brasileira com as normas internacionais. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender as terminologias utilizadas na contabilidade no dia a dia das entidades empresariais. b. Consolidar o entendimento sobre a equação básica da contabilidade e a importância da adequada aplicação do método das partidas dobradas. c. Entender bem a integração entre o balanço patrimonial e a demonstração do resultado.

PEGAS.indb 39

3/16/17 5:30 PM

40

4.1

Capítulo 4

A CONTABILIDADE E SEU OBJETIVO

PRINCIPAL

A contabilidade pode ser entendida como uma ciência que tem como objetivo principal fornecer informações de qualidade a seus usuários internos e externos.

É para isso que a contabilidade existe: PARA INFORMAR. Todas as suas demais funções assumem caráter secundário diante do seu objetivo principal.

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24 - Lucro real anual: antecipações mensais em bases estimadas

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

24

Lucro real anual: antecipações mensais em bases estimadas

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer a explicação sobre como efetuar o cálculo mensal do IR e da

CSLL, exigido para as empresas tributadas pelo lucro real anual. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Compreender a sistemática do cálculo mensal em bases estimadas. b. Identificar as diferenças entre a base estimada e o lucro presumido. c. Utilizar adequadamente os balancetes de redução e suspensão.

PEGAS.indb 353

3/16/17 5:31 PM

354

Capítulo 24

24.1 LUCRO REAL E O PERÍODO DE APURAÇÃO

Desde 1997 que a apuração do IR e da CSLL é trimestral, seja a empresa tributada pelo lucro real, presumido ou arbitrado (Lei no 9.430/96, art. 1o).

No lucro real, a empresa tem duas opções de escolha, em relação à periodicidade:

1. trimestral definitiva; ou

2. anual, com antecipações mensais em bases estimadas.

A opção trimestral definitiva no lucro real já foi apresentada no capítulo anterior (23), enquanto a opção anual será apresentada aqui.

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27 - Incentivos fiscais do imposto de renda das pessoas jurídicas

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

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Incentivos fiscais do imposto de renda das pessoas jurídicas

RESUMO DO CAPÍTULO

Apresentar os principais incentivos fiscais de redução do imposto de renda. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer os incentivos existentes e seus limites individuais e coletivos. b. Utilizar os incentivos fiscais como forma de planejamento tributário, reduzindo o encargo tributário, em alguns casos de forma direta e em outros de forma indireta.

PEGAS.indb 405

3/16/17 5:31 PM

406

Capítulo 27

27.1 CONCEITO GERAL

O governo federal concede, via legislação específica, incentivos fiscais, com o objetivo de destinar parte da arrecadação do IR para áreas e atividades que necessitem de apoio federal para desenvolvimento.

Os principais incentivos fiscais de imposto de renda são os seguintes: a. Fundo da Criança e do Adolescente; b. Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT); c. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI); d. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA); e. atividade audiovisual; f. atividade cultural ou artística; g. atividades de caráter desportivo; h. FINAM e FINOR; e i. outros.

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16 - PIS/PASEP e COFINS: aspectos contábeis

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

16

PIS/PASEP e COFINS: aspectos contábeis

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o tratamento contábil dado às contribuições para PIS/PASEP e COFINS, principalmente no método não cumulativo. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Conhecer os métodos possíveis de registro de tributos sobre consumo. b. Compreender a importância do adequado registro dos créditos de

PIS e COFINS e sua associação com seus respectivos gastos e despesas. c. Entender o impacto que poderá causar nas bases de IR e CSLL o registro errado na contabilização das contribuições para PIS e COFINS.

PEGAS.indb 255

3/16/17 5:31 PM

256

16.1

Capítulo 16

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

O registro contábil de PIS e COFINS, em empresas tributadas pelo lucro presumido ou com o lucro arbitrado e que seguem o método cumulativo, é bastante simples, pois o tributo é apurado sobre uma base de cálculo e, depois de apurado, será pago no mês subsequente. Portanto, a despesa será registrada no mês de apuração, em contrapartida ao passivo, que representa a obrigação da empresa com o Fisco. No mês seguinte, por ocasião do pagamento, a empresa registra a redução da obrigação com a simultânea redução em suas disponibilidades. E vamos em frente!

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15 - PIS/PASEP e COFINS: estrutura básica

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

15

PIS/PASEP e COFINS: estrutura básica

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer ao leitor, de forma menos árida possível, a complexa legislação que disciplina a cobrança das contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS.

Ao final deste longo capítulo, o leitor poderá: a. Conhecer o histórico do PIS e da COFINS, sua atual destinação e os motivos que impedem uma unificação entre as duas contribuições e entre elas e os demais tributos cobrados sobre o consumo de bens e serviços. b. Entender os motivos para os principais litígios judiciais envolvendo as contribuições. c. Diferenciar os métodos existentes: cumulativo e não cumulativo, entendendo a integração destes métodos com a forma escolhida para tributação sobre o lucro pela empresa. d. Identificar as muitas empresas que seguem o modelo misto de tributação, com parte das receitas tributadas pelo método cumulativo e parte pelo método não cumulativo. e. Conhecer os casos de tributação monofásica e os muitos incentivos fiscais existentes para diversos setores da atividade econômica.

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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Medium 9788522464302

14 Custo e preço: obviedades e incertezas

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

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Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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Medium 9788522464302

2 Conceitos relevantes

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

2

Conceitos relevantes

O objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos mais utilizados na gestão de custos e mostrar que interpretações contábeis e econômicas têm amplitudes diferentes. Mostra-se também que o conceito clássico de custos como consumo de recursos é insuficiente para explicar as relações de trocas que existem ao longo da cadeia de valor da empresa.

O conceito de custos está fortemente relacionado a outros. O presente capítulo constrói esse quadro conceptual.

2.1

Lucro

O lucro, presente e futuro, é um indicador da eficiência da administração em fazer o capital dos proprietários crescer e perpetuar sua fonte de remuneração.

Existem metodologias que permitem apurar o lucro de um empreendimento para um dado período. Em sentido amplo, pode-se dizer que o lucro, em dado período, é tudo o que se pode tirar da empresa de tal forma que, ao final do período, ela esteja em situação idêntica à que estava no início. Coube aos contadores aprimorarem o processo de mensuração do lucro pelo refinamento dos registros das transações empresariais ocorridas em certo período.

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Medium 9788522464302

1 Introdução

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução

O objetivo deste capítulo é posicionar o tema relativo a custos no âmbito das decisões empresariais. Os custos não acontecem por acaso: decorrem de decisões de investimentos anteriores. A disponibilidade de informações internas e externas delineia possíveis posicionamentos competitivos que influenciam as decisões de investimento em termos de escala, de processo e de formas de gestão. Essas escolhas definem, em parte, a estrutura de custos de uma empresa e delimitam o espaço para a busca de eficiência.

Cabe aos gestores tomarem as decisões para maximizar a criação de valor para a empresa. Para tanto, são delineadas e implementadas estratégias competitivas. A empresa é a entidade que congrega os agentes responsáveis pelas ações cujo objetivo é aumento da riqueza, ou seja, ela é o locus de crescimento do capital. Assim, a empresa é o capital materializado e em expansão, segundo uma perspectiva de longo prazo, e será um empreendimento atrativo enquanto puder convencer o investidor, proprietário do capital a, no mínimo, manter aplicada sua parcela de capital. Para manter o investidor e também para atrair novos investidores, a empresa deve remunerar o capital aplicado e também mostrar perspectivas de remuneração futura. Essa expectativa de remuneração, necessariamente, dependerá da capacidade da empresa de gerar lucros presentes e futuros. A manutenção do capital aplicado somente se dará se a empresa criar expectativas de remuneração de seus investidores a uma taxa, no mínimo, igual

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Medium 9788522464302

3 Classificação dos custos

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

3

Classificação dos custos

O objetivo deste capítulo é mostrar que a classificação dos custos, mais do que uma discussão contábil, visa atender a necessidades gerenciais distintas das fases de projeto e de operação dos empreendimentos. Mostra-se também que o uso que se quer fazer da informação de custo é determinante para a sua classificação.

Conforme a finalidade, os custos podem ser classificados de diferentes maneiras: quanto à forma de apropriação ao produto; quanto ao volume de produção; quanto ao valor de registro; quanto à forma de acumulação e quanto ao objeto de custeio.

3.1

Quanto à forma de apropriação aos produtos

Diretos

Indiretos

Quanto à forma de apropriação aos produtos, os custos podem ser classificados em diretos ou indiretos. Classificam-se como custos diretos todos os que forem fácil e confiavelmente contáveis por unidade de produto. Um exemplo de custo direto é a matéria-prima. Se os atributos de facilidade de contagem e de

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7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

5. Globalização, Emprego e Salários

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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Adriano Leal Bruni (8)
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Medium 9788522475490

2 Ética e Regulamentação

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

2

Ética e Regulamentação

Proporção: 10% a 15%

Parte II do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

2  Ética e Regulamentação (Proporção: de 10% a 15%).

2.1  Princípios éticos.*

2.1.1  Princípio de integridade.

2.1.2  Princípio de objetividade.

2.1.3  Princípio de competência.

2.1.4  Princípio de confidencialidade.

2.1.5  Princípio de da conduta profissional.

2.1.6  Princípio da probidade.

2.1.7  Princípio da diligência.

2.2 �Códigos de regulação e melhores práticas da

ANBIMA.

2.2.1 �Código ANBIMA de regulação e melhores práticas para os fundos de investimentos.

2.2.1.1  Propósito e abrangência.

2.2.1.2  Princípios gerais.

2.2.1.3 �Prospecto. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo, objetivo de investimento; política de investimento; fatores de risco, Selo ANBIMA.

2.2.1.4 �Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de investimento – Consultar o Código para fundos de investimento e as Diretrizes para publicidade e divulgação de material técnico de fundos de investimentos, disponível no site da

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Medium 9788522475490

7 Tributação

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tributação

Tópico consolidado1

Parte sobre Tributação do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

Tributação em fundos de investimentos.

6.4.4 Tributação.

5.9 Tributação.

6.4.4.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas dependendo do prazo, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.1 IOF.

5.9.2 �Imposto de Renda (IR): fato gerador, alíquotas

(conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo – e tempo de permanência da aplicação), bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.3 �Imposto de Renda (IR) – “come-cotas”: fato gerador, alíquotas (conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo), datas de incidência e responsabilidade de recolhimento.

5.9.4  Compensação de perdas no pagamento de IR.

Tributação em ações.

6.1.8 Tributação.

6.1.8.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

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4 Princípios de Investimento: Conceitos

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

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Medium 9788522475490

3 Noções de Economia e Finanças

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

3

Noções de Economia e Finanças

Proporção: 10% a 15%

Parte III do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

3 �Noções de Economia e Finanças (proporção: 10% a

15%).

3.2.3 �Capitalização simples versus capitalização composta.

3.1  Conceitos básicos de economia.

3.2.4 �Índice de referência (benchmark) aplicado a produtos de investimento: conceito e finalidade.

3.1.1 �Indicadores econômicos: PIB, índices de inflação

(IPCA e IGP-M), taxa de câmbio, taxa Selic (over e meta), taxa CDI e TR: definição.

3.1.2  COPOM: finalidade e atribuições.

3.2.5  Volatilidade (conceito).

3.2.6 �Prazo médio ponderado de uma carteira de títulos: conceito e riscos associados.

3.2.1  Taxa de juros nominal e taxa de juros real.

3.2.7 �Marcação a mercado como valor presente de um fluxo de pagamentos (precificação e volatilidade: impactos de prazos e taxas).

3.2.2 �Taxa de juros equivalentes versus taxa de juros proporcional.

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5 Fundos de Investimento

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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Medium 9788522461486

6 - Usando as funções matemáticas

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

6

Usando as funções matemáticas

“Todo grande progresso da ciência resultou de uma nova audácia da imaginação.”

Os argumentos também podem ser constantes, fórmulas ou outras funções.

John Dewey

A sintaxe de uma função começa com o nome da função, seguido de um parêntese de abertura, os argumentos da função separados por vírgulas e um parêntese de fechamento. Se a função iniciar uma fórmula, digite um sinal de igual (=) antes do nome da função. Quando você for criar uma fórmula que contenha uma função, a Caixa de criação de fórmulas irá auxiliá-lo.

6.1  Objetivos do capítulo

As aplicações desenvolvidas em planilhas eletrônicas tornam-se muito mais simples e rápidas por meio do uso de funções prontas, que permitem realizar os mais diferentes procedimentos e operações.

Este capítulo inicia a apresentação do uso de funções no Excel, apresentando a categoria das funções matemáticas.

6.2  Usando funções prontas

As funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argumentos, em uma determinada ordem, denominada sintaxe. Por exemplo, a função SOMA adiciona valores ou intervalos de células, e a função PGTO calcula os pagamentos de empréstimos com base em uma taxa de juros, na extensão do empréstimo e no valor principal do empréstimo.

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8 - Empregando funções estatísticas

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

8

Empregando funções estatísticas

“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”

Sabedoria oriental

8.1  Objetivos do capítulo

A categoria funções estatísticas do Excel permite a obtenção de diferentes medidas estatísticas, calculadas a partir de um intervalo de dados existente na planilha. Diversas opções são disponíveis, permitindo calcular diferentes medidas de posição central ou de dispersão.

Este capítulo apresenta as funções estatísticas mais usuais do Excel.

8.2 �Empregando funções estatísticas na gestão do negócio

Embora os cálculos estatísticos não sejam muito atrativos, a utilização da Estatística para fins de Gestão Empresarial é imprescindível.

Não há como desvincular as informações que as estatísticas promovem da gestão de uma organização.

O Excel possui um conjunto de funções estatísticas que torna a obtenção da informação algo menos trabalhoso e árduo. As informações podem ser obtidas de maneira relativamente simples utilizando o conjunto de funções estatísticas do Excel. Destaca-se que o capítulo aborda muito mais a questão da obtenção da informação, do que o cálculo estatístico que gerou a informação.

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11 - Usando funções de pesquisa, referência e gerenciamento de listas e bancos de dados

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

11 Usando funções de pesquisa, referência e

gerenciamento de listas e bancos de dados

“O que vemos depende principalmente do que estamos procurando.”

John Lubbock

11.1  Objetivos do capítulo

Um dos mais importantes usos do Excel refere-se à possibilidade de integração de diferentes bases de dados apresentadas em tabelas diversas. Pode-se, por exemplo, manter os códigos e caracterizações de produtos em uma tabela e, por meio apenas do uso dos códigos, desenvolver uma série de novas planilhas e aplicações.

As funções de pesquisa e referência possibilitam o emprego de recursos relacionados a bancos de dados nas operações do Excel. Uma das funções úteis do Excel nas aplicações desenvolvidas na empresa é a função PROCV.

11.3 �Entendendo a sintaxe das funções

As funções de referência do Excel apresentam alguns componentes comuns em sua sintaxe, apresentados como:

• ref: corresponde a uma referência a uma

Outras importantes funções discutidas ao longo do capítulo fazem referência ao gerenciamento de listas e bancos de dados.

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1 - Conhecendo o Excel

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

1

Conhecendo o Excel

“De invento em invento, por caminhos antes obscuros, atrevido se lança o pensamento.”

Javier de Burgos

1.1  Objetivos do Capítulo

No últimos anos, graças ao desenvolvimento da microinformática, muitas das técnicas quantitativas aplicáveis à gestão de custos e formação de preços tornaram-se mais simples e fáceis.

Técnicas relativamente complexas ou trabalhosas, como as análises de regressão e correlação, puderam ser facilmente executadas com um simples clique de mouse.

Este capítulo tem o propósito de expor a planilha eletrônica Microsoft Excel, especificamente na sua versão 2007, a qual apresenta uma série de alterações em comparação com as versões anteriores, e alguns dos seus principais recursos aplicáveis ao processo de gestão empresarial. No decorrer do texto, diversas funções aplicáveis à administração são discutidas.

1.2 �Conhecendo as novidades da versão 2007

Este livro utiliza a versão 2007 do Excel.

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Medium 9788522461486

14 - Usando as opções do menu dados

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

14 Usando as opções do menu dados

“O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nele repousa a esperança.”

Frank Lloyd Wright

14.1  Objetivos do capítulo

Os recursos do menu Dados permitem a validação da entrada de dados e sua posterior análise, síntese e comparação. Diferentes conjuntos de dados podem ser estudados e processados de maneira rápida e eficiente.

Este capítulo possui o propósito de apresentar os principais recursos avançados do menu

Dados do Excel.

14.2 �Analisando o exemplo fictício de um supermercado

As explicações sobre os usos das Opções do Menu Dados se baseiam na análise de uma base de dados fictícia de um supermercado, apresentada na Figura 14.1. O exemplo consiste em um conjunto formado por 24 notas fiscais, apresentando as variáveis NF (número da nota fiscal), Produto (uma descrição da categoria do produto adquirido), Origem (Estado de origem do fornecedor), Preço (preço praticado do produto na nota fiscal), Custo (custo contábil do produto, excluindo-se impostos recuperáveis). Todos os dados podem ser vistos na planilha COMPREBEM.XLS, presente no material de apoio do livro.

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