Aaker David (12)
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11. A Organização Inovadora

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292

Relevância de Marca

custos, esforços sistemáticos para desenvolver gerentes excepcionais, avaliações estritas do desempenho dos executivos e a criação de um portfólio de negócios, por meio de aquisições e desinvestimento, que eram número 1 e 2 em seus mercados. Welch fez o negócio passar de 25 bilhões para mais de 100 bilhões de dólares e se tornou um dos

CEOs mais respeitados de sua época.

Immelt concluiu que uma mudança de estratégia, determinada pelas mudanças na própria GE e pelas realidades de um mercado dinâmico, seria necessária. As unidades de negócios do core business da GE eram grandes e bem estabelecidas, mas as estratégias de aquisição e contenção de custos de Welch não seriam mais uma base sólida para o crescimento. Em vez disso, Immelt decidiu que o foco precisava passar para o crescimento orgânico e deveria ser alimentado por inovações. Para apoiar essa estratégia, a organização precisava mudar, e mudar radicalmente.

O programa mais importante, iniciado em fins de 2003, foi uma iniciativa com marca interna, a Imagination Breakthrough (IB). Nela, todos as empresas deveriam, todos os anos, desenvolver três propostas revolucionárias que faturariam um potencial de 100 milhões de dólares em um período de três a cinco anos. Para ser selecionado como um projeto IB pelo conselho comercial liderado por Immelt, a proposta precisava demonstrar suas projeções de mercado, viabilidade econômica e, acima de tudo, o potencial de transformar os mercados. O financiamento, se necessário, era disponibilizado por “capital de risco” interno. O grupo de marketing central que liderava o processo de IB criava uma estrutura de planejamento, incluindo dimensões como calibragem da ideia, exploração do mercado, criação da oferta, organização da entrega e execução no mercado. Quatro anos depois do seu lançamento, a iniciativa IB estava agregando 2-3 bilhões de dólares em vendas todos os anos e tinha cerca de 45 projetos em atividade.²

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2. Entendendo a Relevância de Marca: Categorização, Enquadramento, Consideração e Mensuração

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56

Relevância de Marca

informações, as atitudes e o comportamento, além da importância de quais associações são usadas para posicionar a categoria ou subcategoria. Na terceira seção, exploramos a pesquisa sobre conjuntos de consideração. Que evidências temos sobre a inclusão de um passo de triagem na escolha de marcas, no qual a marca é definida como digna ou não de consideração? A última seção discute a mensuração da relevância, dando ao conceito o nível final de especificidade.

Categorização

A categorização, o modo como as pessoas formam categorias e subcategorias, está no centro da relevância de marca. Os psicólogos e pesquisadores que trabalham com consumidores estudaram a categorização, definida como o processo de agrupar objetos e eventos em categorias com base em semelhanças percebidas.¹ Alguns psicólogos chegam a argumentar que a categorização é uma atividade mental humana fundamental que serve de base para todas as situações e atividades. As pessoas estão sempre tentando entender indivíduos, contextos e coisas, categorizando-os com relação a algum esquema. As pessoas usam categorias para estruturar e simplificar a infinidade de estímulos com os quais são bombardeadas. Seja qual for a importância geral da categorização, as pesquisas nessa área oferecem vários insights e construtos que ajudam a entender e gerenciar a relevância de marca.

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5. O Setor Alimentício se Adapta

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122

Relevância de Marca

Além de cientistas e gurus da saúde, o governo tem uma função no discurso, pois ele valida ou se opõe a certas posições, comunica ideias e regula produtos. Um estudo da função de gurus, cientistas e governos, além de ajudar e dar contexto às estratégias das empresas do setor alimentício, também demonstra por que não é fácil prever e interpretar tendências. As tendências são poderosas, ambíguas e complexas e costumam flutuar.

As lições do setor alimentício sobre como lidar com tendências podem ser aplicadas a outras atividades. Todos os setores enfrentam o desafio de identificar, compreender, prever e às vezes influenciar as tendências que afetam os mercados. Os lojistas lidam com as tendências da moda, o desenvolvimento de materiais em vestuário, as preferências dos consumidores e assim por diante. A indústria automobilística precisa enfrentar questões de tecnologia, regulamentações governamentais, tendências de estilo, preferências dos consumidores, demografia e muito mais.

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4. Dinâmica de Mercado no Setor Automobilístico

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Capítulo

4

Dinâmica de Mercado no

Setor Automobilístico

Vou democratizar o automóvel. Quando terminar, todos vão poder comprar um carro e praticamente todos já vão ter um.

—Henry Ford

Ideias ousadas são como as peças de xadrez que se movem para a frente; podem ser comidas, mas podem começar um jogo vitorioso.

—Goethe

P

ense na história do mercado automobilístico nos últimos cem anos. Dezenas de inovações criaram novas áreas de negócios, como o automóvel com motor de combustão interna; a linha de montagem; a linha de produtos da GM, do Chevrolet ao Cadillac; a venda parcelada; o câmbio automático; o aluguel de automóveis; os carros japoneses da década de 1970, vendidos em versão simples e de luxo, o que eliminava uma série de escolhas; peruas; conversíveis; minivans; utilitários esportivos; crossovers; picapes de luxo; híbridos; e minis. Além disso, alguns carros revolucionários mudaram a indústria, como o Ford Modelo T, Jeep, Ford Thunderbird, Ford Mustang, o minicarro

Fiat 500, o Volkswagen Fusca, Pontiac Firebird, Dodge Caravan e Plymouth Voyager, Lexus LS 400, Mazda Miata, Saturn, Prius, Minicooper e Nano, entre outros. E no mercado de aluguel de automóveis surgiram a Enterprise

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7. Avaliação

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180

Relevância de Marca

O potencial do Segway era alto em 2001. Um dos principais financiadores previu que as vendas chegariam a 1 bilhão de dólares mais rápido do que qualquer outra empresa e que o produto seria tão importante quanto a Internet. Steve Jobs previu que o

Segway teria um impacto tão grande quanto o computador pessoal.¹ O próprio Kamen previu que o produto “seria para o carro o que o carro foi para a carroça”² e construiu uma fábrica enorme, com a capacidade de produzir quase 500 mil unidades por ano.³ A empresa estava avaliada em 600 milhões de dólares. Esperava-se que as vendas ficassem entre 50 mil e 100 mil unidades durante os primeiros 13 meses e depois continuassem a crescer. Em vez disso, as vendas não passaram de 30 mil unidades durante os primeiros sete anos.4

Por quê?

Não foi por falta de atenção. A propaganda do produto foi incrível. O Segway apareceu em programas de TV e em grandes revistas. Ele até fez parte da história de programas de TV populares, como o seriado Frasier. Celebridades usavam o Segway. Poucos produtos receberam mais atenção da mídia do que o Segway. Uma capa da revista New

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Abdala M Rcio Moutinho Conejero Marco Antonio Oliveira Murilo Alvarenga (12)
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1 Pensamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo de abertura, pretendemos conduzir o leitor para a compreensão das bases teóricas e suas perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica, assim como a evolução da estratégia nas organizações. Além disso, apresentamos a estrutura analítica dos saberes que compõem o livro, assim dividida: Fundamentos da Estratégia, Processo Estratégico, e Perspectivas e Fronteiras da Estratégia.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• As bases teóricas que fundamentam o pensamento estratégico.

• As perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica.

• A evolução da estratégia nas organizações.

• A estrutura analítica dos saberes que compõem o livro.

Não é exagero dizer que Administração Estratégica é uma das cadeiras mais complexas na formação de administradores(as). O argumento baseia-se em uma série de obstáculos inerentes ao próprio processo de ensino-aprendizagem que subjazem à disciplina, além de outras barreiras de cunho prático. Os diversos obstáculos enfrentados pela área, que serão mais bem descritos adiante, levam os principais teóricos do campo de conhecimento em Administração a questionarem recorrentemente seus pressupostos.1,4 A clássica obra Safári de estratégia estabelece uma analogia com a complexidade do campo e a fábula dos cegos e do elefante, informando que, em função da multiplicidade de “olhares” em relação ao fenômeno estratégia, torna-se um tanto quanto embaraçoso conhecê-lo em sua plenitude.5

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2 Posicionamento competitivo

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo visa discutir o conceito de estratégia competitiva com base na escola do posicionamento estratégico ou competitivo. Para tanto, iniciamos apresentando o conceito de posicionamento competitivo sob a ótica da estratégia, mas complementando-o pela ótica do marketing. Depois, evoluímos o debate mostrando que o conceito de orientação para o mercado é um facilitador do posicionamento competitivo. Feito isso, tratamos dos conceitos clássicos do modelo Diamante para obtenção de vantagens competitivas, o modelo das Cinco Forças competitivas para avaliação da atratividade da indústria, as estratégias genéricas de liderança em custo e diferenciação para o posicionamento competitivo, e a cadeia de valor para criação e captura de valor, todos eles propostos pelo autor de referência do capítulo, Michael Porter. Como uma visão alternativa e complementar à contribuição de Porter, em especial às estratégias genéricas para posicionamento competitivo, procuramos trazer as disciplinas de valor de Treacy e Wiersema e o modelo Delta de Hax e Wilde II que discutem um leque maior de estratégias para posicionamento competitivo, além da liderança em custo e diferenciação.

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4 Definições preliminares do planejamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é desenvolver, junto com o leitor e por meio de exemplos práticos de empresas nacionais, os conceitos das principais diretrizes organizacionais para a elaboração do planejamento estratégico, considerando a cultura da organização. O planejamento estratégico, inserido em um modelo de gestão estratégica, deve ser considerado como um meio e não um fim para que a organização possa atingir seus resultados. Para o desenvolvimento deste planejamento é importante que exista uma sinergia entre as diretrizes estratégicas (propósito, missão, visão e valores), a fim de que seja possível construir um plano consistente. O propósito (motivo da existência da organização) alinhado com a missão (qual a diretriz para seu negócio) e a visão (onde a organização pretende chegar no futuro) devem estar intimamente conectados aos seus valores (princípios que irão nortear a organização ao longo de sua existência). Estes valores, agregados aos artefatos, ritos e heróis, são conhecidos como componentes que formam a cultura organizacional, e esta pode ser um fator facilitador ou restritivo de mudanças para a implementação das estratégias.

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3 Visão baseada em recursos (VBR)

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo do livro é destinado a discutir aspectos relacionados com os recursos e capacidades organizacionais. Em mercados competitivos, as organizações travam uma luta constante pela obtenção e manutenção de uma posição de vantagem competitiva. Segundo a visão baseada em recursos, a posição de vantagem competitiva sustentável depende dos recursos e capacidades controlados pela organização. Recursos estratégicos são valiosos, raros, de difícil imitação e substituição, além de bem explorados pela organização. Capacidades são grupos complexos de habilidades e conhecimento acumulado que, exercidos nos processos organizacionais, permitem que a firma coordene suas atividades e faça uso de seus ativos. As competências essenciais são a combinação de recursos e capacidades que viabiliza a gama de linhas de produtos da firma, permitindo entregar um benefício fundamental para o consumidor. Em contextos altamente dinâmicos, a capacidade principal (e especial) de uma organização é a de mudar, inovar, adaptar, enfim, se adequar ao contexto. Essas capacidades especiais são conhecidas por capacidades dinâmicas. Baseado no conceito de recursos, o modelo de análise denominado VRIO considera quatro questões para analisar a situação interna da empresa: a questão do valor; a questão da raridade; a questão da imitação; e a questão da organização. A competição é um processo dinâmico que consiste na constante disputa entre as firmas por uma vantagem comparativa em recursos, que irá gerar uma posição de vantagem competitiva no mercado e, consequentemente, desempenho financeiro superior.

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5 Análise estratégica

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo do livro é destinado a discutir aspectos relacionados com a análise estratégica das organizações. A escolha da estratégia a ser adotada por parte das organizações está associada às características da própria empresa e também do mercado em que está inserida. Aqui, serão discutidos conhecimentos relativos ao modelo de Negócios, segmentação de mercado B2B (business to business) e B2C (business to consumer), matriz BCG (Boston Consulting Group), ciclo de vida do produto, análise SWOT (strengths, weaknesses, opportunities and threats), análise do ambiente externo, análise Pestel (political, economic, social, technological, environmental and legal), benchmarking e análise interna. Esses conhecimentos evidenciam a importância de ambos os aspectos, internos e externos, na condução de análises e diagnósticos estratégicos.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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14 Custo e preço: obviedades e incertezas

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

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Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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Medium 9788522471287

2 Conceitos relevantes

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2

Conceitos relevantes

O objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos mais utilizados na gestão de custos e mostrar que interpretações contábeis e econômicas têm amplitudes diferentes. Mostra-se também que o conceito clássico de custos como consumo de recursos é insuficiente para explicar as relações de trocas que existem ao longo da cadeia de valor da empresa.

O conceito de custos está fortemente relacionado a outros. O presente capítulo constrói esse quadro conceptual.

2.1

Lucro

O lucro, presente e futuro, é um indicador da eficiência da administração em fazer o capital dos proprietários crescer e perpetuar sua fonte de remuneração.

Existem metodologias que permitem apurar o lucro de um empreendimento para um dado período. Em sentido amplo, pode-se dizer que o lucro, em dado período, é tudo o que se pode tirar da empresa de tal forma que, ao final do período, ela esteja em situação idêntica à que estava no início. Coube aos contadores aprimorarem o processo de mensuração do lucro pelo refinamento dos registros das transações empresariais ocorridas em certo período.

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Medium 9788522471287

1 Introdução

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução

O objetivo deste capítulo é posicionar o tema relativo a custos no âmbito das decisões empresariais. Os custos não acontecem por acaso: decorrem de decisões de investimentos anteriores. A disponibilidade de informações internas e externas delineia possíveis posicionamentos competitivos que influenciam as decisões de investimento em termos de escala, de processo e de formas de gestão. Essas escolhas definem, em parte, a estrutura de custos de uma empresa e delimitam o espaço para a busca de eficiência.

Cabe aos gestores tomarem as decisões para maximizar a criação de valor para a empresa. Para tanto, são delineadas e implementadas estratégias competitivas. A empresa é a entidade que congrega os agentes responsáveis pelas ações cujo objetivo é aumento da riqueza, ou seja, ela é o locus de crescimento do capital. Assim, a empresa é o capital materializado e em expansão, segundo uma perspectiva de longo prazo, e será um empreendimento atrativo enquanto puder convencer o investidor, proprietário do capital a, no mínimo, manter aplicada sua parcela de capital. Para manter o investidor e também para atrair novos investidores, a empresa deve remunerar o capital aplicado e também mostrar perspectivas de remuneração futura. Essa expectativa de remuneração, necessariamente, dependerá da capacidade da empresa de gerar lucros presentes e futuros. A manutenção do capital aplicado somente se dará se a empresa criar expectativas de remuneração de seus investidores a uma taxa, no mínimo, igual

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Medium 9788522471287

3 Classificação dos custos

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

3

Classificação dos custos

O objetivo deste capítulo é mostrar que a classificação dos custos, mais do que uma discussão contábil, visa atender a necessidades gerenciais distintas das fases de projeto e de operação dos empreendimentos. Mostra-se também que o uso que se quer fazer da informação de custo é determinante para a sua classificação.

Conforme a finalidade, os custos podem ser classificados de diferentes maneiras: quanto à forma de apropriação ao produto; quanto ao volume de produção; quanto ao valor de registro; quanto à forma de acumulação e quanto ao objeto de custeio.

3.1

Quanto à forma de apropriação aos produtos

Diretos

Indiretos

Quanto à forma de apropriação aos produtos, os custos podem ser classificados em diretos ou indiretos. Classificam-se como custos diretos todos os que forem fácil e confiavelmente contáveis por unidade de produto. Um exemplo de custo direto é a matéria-prima. Se os atributos de facilidade de contagem e de

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7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

5. Globalização, Emprego e Salários

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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Adriano Leal Bruni (18)
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Medium 9788522478385

Respostas dos Exercícios

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios

Observação importante: Soluções integrais dos exercícios no Excel podem ser vistas no site www.MinhasAulas.com.br.

Capítulo 1

[A1] É preciso tomar cuidado com as associações entre retorno e risco, usuais em

Finanças. Se a taxa de retorno ofertada pelo negócio é muito alta, isso quer dizer que, possivelmente, o risco também é alto.

[A2] O plano real representou uma grande mudança na realidade econômica brasileira. O maior problema consistiu em assumir o futuro como uma continuação do passado. A empresa não sabia conceder crédito e não teve a capacidade necessária para antever as mudanças no seu cenário econômico após o Real.

[A3] O maior erro cometido pela Vênus foi analisar apenas o menor custo do financiamento externo, sem se preocupar com o risco. Com a maxidesvalorização do

Real, o custo “barato” em dólar saiu muito caro.

[A4] O mais barato encontra-se indexado ao dólar. Caso a empresa escolha a forma de aquisição mais barata, estará se expondo a um alto risco.

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4. Custo de capital na empresa e taxa mínima de atratividade do projeto

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

4

Custo de capital na empresa e taxa mínima de atratividade do projeto

“Se quiseres ser rico, não aprendes apenas só o modo de ganhar, aprende também o modo de administrar a tua riqueza.”

Benjamim Franklin

4.1

Objetivos do capítulo

Todas as decisões de financiamento de uma empresa são refletidas pelo custo de oportunidade dos recursos nela investidos. Da ponderação dos custos das diferentes fontes por suas participações na estrutura de financiamento da entidade surge a definição de custo médio ponderado de capital ou, simplesmente, custo de capital.

Novos projetos de investimento podem ser financiados usando apenas recursos da empresa. Neste caso, o custo do financiamento é o próprio custo médio ponderado de capital da empresa. Porém, quando formas diferentes de financiamento estão associadas ao projeto, é preciso considerar o custo específico de cada financiamento, ponderando-os em função dos volumes financiados. Surge o conceito de taxa mínima de atratividade, TMA, que deve representar uma média ponderada das diferentes fontes de captação de recursos do projeto.

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15. Modelagem financeira avançada no Excel

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

15

Modelagem financeira avançada no Excel

“Nenhuma certeza fatal é pior que a dúvida ameaçadora.”

Anônimo

15.1 Objetivos do capítulo

O processo de análise de investimentos pode ser conduzido com o auxílio de diferentes técnicas, como o valor presente líquido ou a taxa interna de retorno. Porém, uma das partes mais cruciais de avaliação de quaisquer investimentos consiste na análise dos riscos intrínsecos e do seu efeito sobre os parâmetros de geração de riqueza e decisão.

Diversas técnicas podem ser empregadas para a consideração das incertezas e riscos. Porém, quando muitas variáveis são analisadas, a complexidade algébrica da modelagem e da compreensão da decisão podem comprometer a consideração de todos os riscos.

Uma alternativa usada de forma crescente em Finanças consiste no emprego de modelos gerados aleatórios computacionais, que facilitam as considerações das incertezas e riscos avaliados. Um dos procedimentos que se destacam consiste no método de Monte Carlo.

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7. Análise de valores

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

7

Análise de valores

“A vida é curta, como também o dinheiro.”

Bertold Brecht

7.1

Objetivos do capítulo

Um dos procedimentos mais empregados para a avaliação de investimentos consiste na análise dos valores incrementais gerados pelos fluxos de caixa projetados, considerando o custo de oportunidade dos recursos investidos.

Este capítulo possui o propósito de apresentar as diferentes técnicas empregadas nas análise de valores gerados por projetos de investimentos. São apresentadas, discutidas e ilustradas as técnicas que consistem na obtenção do valor presente líquido, do valor futuro líquido e do valor uniforme líquido.

7.2

Valores incrementais gerados pelo capital investido

Alguns parâmetros de análise da viabilidade de projetos de investimentos costumam utilizar o valor incremental obtido por meio da aceitação do investimento. Diferentes técnicas estão disponíveis, a exemplo do cálculo do valor presente líquido, do valor futuro líquido ou do valor uniforme líquido.

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3. Projeção dos ganhos futuros

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

3

Projeção dos ganhos futuros

“O amor e o desejo são as asas do espírito das grandes façanhas.”

Johann Wolfgang Von Goethe

3.1

Objetivos do capítulo

Os investimentos feitos por qualquer empresa devem possuir a capacidade de gerar fluxos de caixa incrementais. Os fluxos de caixa analisados em um processo de avaliação de investimentos resultam, como o próprio expressa, da consideração dos ingressos e desembolsos de caixa. Podem ser mensurados de diferentes formas, mas, geralmente, são construídos a partir de informações contábeis.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar o conceito associado aos fluxos de caixa incrementais, ilustrando e exemplificando sua forma de obtenção.

3.2

O que são decisões financeiras

Decisões financeiras envolvem a análise de investimentos e financiamentos. É preciso considerar a evolução do dinheiro no tempo e os custos e sacrifícios incorridos.

Um investimento pode ser caracterizado genericamente como um sacrifício hoje em prol da obtenção de uma série de benefícios futuros. Em finanças, os conceitos de sacrifício e benefícios futuros estão associados aos fluxos de caixa necessários e gerados pelo investimento. Assim, a análise de investimentos consiste, basicamente, em uma análise da projeção de fluxos de caixa.

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