Ademir Clemente Alceu Souza (1)
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Medium 9788522464302

Referências

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

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Adriana Moreira Amado (9)
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Medium 9788520416624

2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

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Alexandre Assaf Neto (18)
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Medium 9788597024456

1 Identificação da Empresa

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

O capítulo preocupa-se inicialmente em posicionar a empresa dentro do sistema econômico, identificando a organização dispensada aos recursos de produção e ao conjunto de instituições da economia. Posteriormente, é dado destaque às unidades produtivas (empresas), sendo esclarecidos seus principais aspectos legais, administrativos e econômicos.

A economia preocupa-se essencialmente com a forma como seus agentes tratam os escassos recursos de mercado, visando produzir bens e serviços orientados ao atendimento de suas necessidades de consumo.

A essência dos problemas econômicos surge na escassez de recursos, determinada pelas necessidades fortemente expansionistas de seus agentes. Crescimento populacional, evolução tecnológica, melhoria do padrão de vida, entre outros argumentos convincentes, justificam uma demanda continuamente crescente das diversas necessidades de consumo – bens e serviços em geral. É importante compreender-se que essas necessidades ilimitadas em países ricos sinalizam para uma expansão maior em nível internacional, incentivando o processo de globalização da economia.

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2 Decisões Financeiras e Objetivo da Empresa

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Definidas as várias características básicas gerais das atividades de uma empresa, conforme enunciadas no capítulo anterior, este capítulo centra sua atenção fundamentalmente em seus aspectos financeiros internos. Dentro desse enfoque, a empresa passará a ser avaliada como tomadora de duas grandes decisões: aplicação (investimento) e captação (financiamento) de recursos financeiros. Nessa situação, são discutidas determinadas características que devem prevalecer na composição do custo dos passivos e retorno dos ativos. Complementarmente ao estudo, o capítulo desenvolve também uma análise dos objetivos da empresa, incluindo a agregação de valor econômico na tomada de decisões financeiras.

Basicamente, as decisões financeiras tomadas regularmente por uma empresa resumem-se na captação de recursos – decisões de financiamento –, e na aplicação dos valores levantados – decisões de investimento. Os montantes determinados por essas decisões, assim como suas diferentes naturezas, estão apurados nos ativos (investimento) e passivos (financiamentos) contabilizados pela empresa. São decisões que toda empresa toma de maneira contínua e inevitável, definindo sua estabilidade financeira e atratividade econômica.

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4 Balanço Patrimonial

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo tem por objetivo o estudo da estrutura e dos princípios de mensuração dos vários elementos ativos e passivos de um balanço patrimonial. O estudo se desenvolverá com base em balanços apurados segundo a legislação em vigor (Lei nº 11.638/07 e complementos). Esta nova legislação societária, vigente a partir do exercício de 2008, é aplicada a todas as companhias obrigadas a seguirem a Lei das S.A. (basicamente sociedades anônimas e grandes empresas limitadas).

Diversos dispositivos sobre matéria contábil, previstos na Lei nº 6.404/76, foram alterados por um novo conjunto de normas e regulamentações legais (Lei nº 11.638/07, Lei nº 11.941/09 e Pronunciamentos e Interpretações Técnicas e Orientações).

As companhias devem ainda observar as determinações previstas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) (empresas de grande porte), as Normas Brasileiras de Contabilidade emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e os vários Pronunciamentos Técnicos elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).

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3 Objetivos e Critérios da Análise de Balanços

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Através das demonstrações contábeis levantadas por uma empresa, podem ser extraídas informações a respeito de sua posição econômica e financeira. Por exemplo, um analista pode obter conclusões sobre a atratividade de investir em ações de determinada companhia; se um crédito solicitado merece ou não ser atendido; se a capacidade de pagamento (liquidez) encontra-se numa situação de equilíbrio ou insolvência; se a atividade operacional da empresa oferece uma rentabilidade que satisfaz as expectativas dos proprietários de capital; e assim por diante.

A análise de balanços é desenvolvida com base nas demonstrações contábeis formalmente apuradas pelas empresas, as quais encontram-se detalhadas na Parte II. As expressões análise de balanços, análise das demonstrações/demonstrativos contábeis, relatórios financeiros são consideradas sinônimos.

O objetivo da contabilidade é o de fornecer informações sobre o desempenho e resultados de uma empresa, e também sobre sua estrutura patrimonial.

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5 Demonstração do Resultado do Exercício

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

A demonstração de resultados do exercício (DRE) visa fornecer, de maneira esquematizada, os resultados (lucro ou prejuízo) auferidos pela empresa em determinado exercício social, os quais são transferidos para contas do patrimônio líquido. O lucro (ou prejuízo) é resultante de receitas, custos e despesas incorridos pela empresa no período e apropriados segundo o regime de competência, ou seja, independentemente de que tenham sido esses valores pagos ou recebidos.

O capítulo trata ainda da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) e da Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

ALGUMAS ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO DA DRE

– A DRE retrata as principais operações realizadas por uma empresa em determinado período (exercício social), destacando as receitas e despesas realizadas e o resultado líquido.

– As receitas e despesas do período são consideradas na DRE de forma independente de sua realização financeira. Assim, as receitas de vendas são registradas quando de suas realizações; a despesa de pessoal é considerada no próprio mês da prestação dos serviços, mesmo que ainda não tenha sido paga; a despesa de imposto de renda é inserida na demonstração de resultados (DRE) no exercício a que se refere quando o imposto é declarado.

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Alexandre De Campos Paulo Roberto Barsano (15)
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Medium 9788536533711

BIBLIOGRAFIA

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

ADMINISTRADORES.COM. Disponível em: <http://www.administradores.com.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Disponível em: <http://www.ana.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (ANAC). Disponível em: <http://www.anac.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL). Disponível em: <http://www.aneel.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS). Disponível em: <http://www.ans.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL). Disponível em: <http://www.anatel.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS (ANTAQ). Disponível em: <http://www.antaq.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). Disponível em: <http://www.antt.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

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Créditos

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
ANGÉLICA ILACQUA CRB-8/7057

Campos, Alexandre de

Administração : guia prático / Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano. – 3. ed. – São Paulo: Érica, 2020.

304 p.

Bibliografia

ISBN 978-85-365-3371-1

ISBN digital 9788536533728

 

1. Administração. I. Título. II. Barsano, Paulo Roberto.

20-0416 / CDD 658 / CDU 658.1

1 Índice para catálogo sistemático:
1. Administração

Copyright © Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano
2020 Saraiva Educação
Todos os direitos reservados.

Diretoria executiva:

Flávia Alves Bravin

Direção editorial :

Renata Pascual Müller

Gerência editorial :

Rita de Cássia S. Puoço

Aquisições :

Rosana Ap. Alves dos Santos

Edição :

Paula Hercy Cardoso Craveiro e Silvia Campos Ferreira

Produtor editorial:

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CAPÍTULO 2 – PROCESSOS ADMINISTRATIVOS

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

As empresas, de maneira geral, sejam elas privadas ou públicas, não existem por conta própria, mas, sim, para cumprir objetivos sociais específicos e para satisfazer as necessidades da sociedade, da comunidade e dos indivíduos. As empresas exercem o papel de uma organização econômica que reúne e combina fatores produtivos para a execução de determinada atividade em busca de objetivos bem definidos.

A organização utiliza, de maneira estruturada, recursos humanos, materiais, técnicos e financeiros para seu funcionamento em busca dos resultados esperados por clientes, acionistas, colaboradores e demais agentes da sociedade.

Ao final deste capítulo, você conhecerá os conceitos e modelos de organização, terá uma noção acerca da constituição e da legalização de empresas, entenderá as diferenças entre pessoa física e jurídica, as técnicas de missão, visão e valores.

Os tipos de empresas existentes serão explicados, além dos conceitos de razão social e contrato social, complementando com organograma, fluxograma, cronograma e sua aplicabilidade. Por fim, você compreenderá as definições de planejamento, organização, direção e controle.

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Folha de Rosto

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado
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CAPÍTULO 3 – ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

A administração de recursos humanos abrange o conjunto de técnicas, procedimentos e instrumentos que permite às organizações atrair, manter e desenvolver os talentos humanos, que são as principais pilastras para o sucesso de qualquer organização.

Chiavenato (2005) complementa:

[…] Administração de Recursos Humanos (ARH) é o conjunto de políticas e práticas necessárias para conduzir os aspectos da posição gerencial relacionados com as pessoas ou recursos humanos, incluindo recrutamento, seleção, treinamento, recompensas e avaliação de desempenho.

No passado, os colaboradores eram tratados apenas como números, sem que as organizações se preocupassem com questões citadas por Maslow quando se trata de motivação, como necessidades de subsistência e segurança, ou seja, necessidades básicas que, quando não satisfeitas, não geravam motivação nas pessoas.

Os novos paradigmas na área de recursos humanos remetem ao tratamento dos colaboradores como parceiros da organização, pois eles não podem mais ser vistos apenas como recursos. Eles fornecem conhecimento, agregam experiências anteriores e, sobretudo, levam inteligência para que as organizações alcancem seus resultados.

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Alexandre Demetrius Pereira (59)
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Medium 9788547233150

Objetivos

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Capítulo

Peculiaridades tributárias sobre a atividade de auditoria

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Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender algumas peculiaridades tributárias a que os auditores

se sujeitam em relação ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN);

2. Verificar as questões jurisprudenciais levantadas em casos de socieda-

des uniprofissionais de auditores em relação à tributação do ISSQN;

3. Analisar as posições tomadas pelos entes tributantes a respeito do

tema;

4. Constatar as implicações sobre a tributação do ISSQN em casos em

que se configure o caráter empresarial das sociedades de auditores.

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Objetivos

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Capítulo

Objeto da auditoria externa: demonstrações contábeis e a escrituração que as fundamenta1

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Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o objeto primordial de trabalho da auditoria: a escri-

turação e as demonstrações contábeis;

2. Identificar o conteúdo econômico-financeiro e a natureza jurídica das

várias demonstrações contábeis: balanço, demonstração de resultados, demonstração de fluxo de caixa, demonstração de mutações do patrimônio líquido, demonstração de valor adicionado, entre outras;

3. Aplicar os diversos tipos de testes de auditoria aos casos concretos,

conforme o grupo ou o tipo de contas envolvidas (ativo, passivo, patrimônio líquido, resultado etc.).

1

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Os tópicos sobre contabilidade inseridos neste capítulo são baseados nas lições tratadas com mais profundidade em nossas obras Regime jurídico da escrituração empresarial nas sociedades limitadas e anônimas e capítulo sobre demonstrações contábeis na obra Curso de Direito Comercial, em coautoria com o Prof. Haroldo Verçosa, ambas citadas em bibliografia.

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10.1 Auditoria externa e governança corporativa

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

10.1

Auditoria externa e governança corporativa

A auditoria externa é um dos elementos básicos da definição de governança corporativa. Com efeito, na conceituação do Instituto Brasileiro de Governança

Corporativa (IBGC):

Governança corporativa é o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre acionistas, conselho de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal. O objetivo das práticas de governança corporativa é a criação e operacionalização de um conjunto de mecanismos que visam a fazer com que as decisões sejam tomadas de forma a otimizar o desempenho de longo prazo das empresas.1

Entre outros pilares, a governança corporativa baseia-se na transparência da gestão e na prestação de contas (accountability), envolvendo a divulgação completa e constante de informações aos destinatários, a vinculação da gestão aos resultados da entidade e a responsabilidade pelas contas apresentadas. Nesses

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4.2 A atividade de auditoria como redutora da assimetria de informações

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42

AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Desta forma, de todo o exposto até aqui, podemos claramente constatar que:

1. Os investidores, credores, acionistas minoritários e outros financiadores

(unidades superavitárias) não possuem, em regra, o mesmo grau de informações que os tomadores (unidades deficitárias) sobre os projetos de aplicação dos recursos fornecidos (situação de assimetria de informações), necessitando de relatórios isentos ou não tendenciosos.

2. Não é viável economicamente que o investidor ou financiador busque pessoalmente o nível de informações aceitável para possibilitar o investimento, uma vez que o custo de transação envolvido usualmente tornaria o aporte proibitivo em termos financeiros.

3. Os tomadores de recursos que, em regra, os administram, frequentemente podem ter interesses conflitantes com os investidores e demais interessados, podendo ser estimulados a distorcer ou manipular as informações econômico-financeiras prestadas (conflito de agência).

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6.8 Parecer e relatório de auditoria

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Capítulo 6 – Relações contratuais envolvendo os serviços de auditoria externa

195

n. 308/99 determina em seu art. 28 que a administração da entidade auditada deverá, no prazo de vinte dias, comunicar à CVM a mudança de auditor, havendo ou não rescisão do contrato de prestação dos serviços de auditoria, com justificativa da mudança, na qual deverá constar a anuência do auditor substituído.

A obrigação da comunicação, entretanto, não recai somente sobre a entidade auditada. Caso esta não cumpra com esse dever, a obrigação caberá ao auditor independente, que deverá comunicar à CVM a substituição, no prazo de dez dias, contados a partir da data do encerramento do prazo conferido à administração da entidade. Se o auditor não concordar com a justificativa apresentada para sua substituição, deverá encaminhar à CVM as razões de sua discordância no prazo de 30 dias, contados a partir da data da substituição.

Caso a CVM verifique a resilição desmotivada do contrato, ou a ausência da comunicação devida, poderá impor sanções às partes, inclusive multa cominatória diária.

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