Ademir Clemente Alceu Souza (1)
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Medium 9788522464302

Referências

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

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Adriana Moreira Amado (9)
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Medium 9788520416624

Respostas dos Exercícios Propostos

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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5. Globalização, Emprego e Salários

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Alexandre Assaf Neto (18)
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Medium 9788597024456

9 Estudo dos Ativos e Passivos Não Circulantes

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Por exercer grande influência sobre a estrutura financeira e econômica de uma empresa, o estudo dos ativos e passivos não circulantes passa a merecer atenção especial. Em verdade, uma empresa pode perder seu poder de competitividade no mercado se não alocar adequadamente bens imobilizados para sua atividade; por outro lado, pode decretar também sua própria insolvência se não viabilizar recursos permanentes (longo prazo) para financiar seu volume de negócios.

É nessa linha de importância do ativo e do passivo permanentes que se desenvolve este capítulo. Em seu conteúdo são discutidos, além de seus aspectos conceituais mais relevantes, os vários indicadores de avaliação das imobilizações e estrutura de capital processadas por uma empresa. Destaques também são atribuídos às despesas originadas dos investimentos em ativos permanentes e classificadas normalmente como não desembolsáveis (depreciação, amortização e exaustão).

O ativo não circulante1 é constituído pelo realizável a longo prazo e por todos os elementos de natureza fixa que não se enquadram no ativo circulante e no realizável a longo prazo. É o grupo de menor liquidez e encontra-se subdividido, de acordo com a estrutura contábil demonstrada no Capítulo 4, em Investimentos, Imobilizado e Intangível.

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Medium 9788597024456

8 Alavancagem Operacional e Financeira

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Um dos aspectos mais importantes do processo de avaliação de uma empresa é o estudo da alavancagem financeira e operacional. Uma expectativa presente em toda decisão financeira é que ela contribua para elevar o resultado operacional e líquido da empresa. Esse desempenho é potencialmente demonstrado pelo respectivo grau de alavancagem.

A aplicação da alavancagem operacional e financeira na avaliação de uma empresa permite que se conheça sua viabilidade econômica, identificando-se claramente as causas que determinaram eventuais variações nos resultados. É possível, ainda, pelo estudo, principalmente da alavancagem operacional, analisar-se a natureza cíclica de um negócio e a variabilidade de seus resultados operacionais.

A alavancagem financeira, por outro lado, permite que se avalie, entre outras informações relevantes, como o endividamento da empresa está influindo sobre a rentabilidade de seus proprietários. Por meio de seu estudo, é possível segregar o lucro operacional da empresa, ou seja, o resultado gerado por seus ativos e determinado exclusivamente pelas decisões de investimento, do lucro líquido influenciado também pelas decisões de financiamento.

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7 Análise Horizontal e Vertical

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

As duas principais características de análise de uma empresa são a comparação dos valores obtidos em determinado período com aqueles levantados em períodos anteriores e o relacionamento desses valores com outros afins. Dessa maneira, pode-se afirmar que o critério básico que norteia a análise de balanços é a comparação.

O montante de uma conta ou de um grupo patrimonial quando tratado isoladamente não retrata adequadamente a importância do valor apresentado e muito menos seu comportamento ao longo do tempo. Por exemplo, o total dos custos de produção, por si só, representa pouco para o analista, mas, se comparado com o montante das vendas ou com o valor desses mesmos custos levantados em outros exercícios sociais, refletirá com maior clareza sua posição. Assim, a comparação dos valores entre si e com outros de diferentes períodos oferecerá um aspecto mais dinâmico e elucidativo à posição estática das demonstrações contábeis. Esse processo de comparação, indispensável ao conhecimento da situação de uma empresa, é representado pela análise horizontal e pela análise vertical.

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6 Demonstrações de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), Fluxos de Caixa (DFC) e Valor Adicionado (DVA)

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

A Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória pela atual Lei nº 11.638/07, sendo substituída pela Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). Pelo alto volume e qualidade das informações que produz, é recomendável que as companhias continuem publicando a DOAR ao final de cada exercício social.

A DOAR tem por objetivo identificar os fluxos de recursos dentro da empresa, seja da forma como foram gerados (financiamentos), ou como foram aplicados (investimentos), durante o exercício social. Fornece uma compreensão mais ampla e dinâmica para os analistas das várias operações realizadas pela empresa no período que influem sobre sua folga financeira de curto prazo.

As origens de recursos são provenientes de operações realizadas pela própria empresa, e aquelas levantadas junto a investidores (credores e acionistas). As aplicações de recursos são subdivididas em dividendos, aplicações em ativos de longo prazo e ativos permanentes, investimentos em liquidez (capital circulante líquido) e amortização de dívidas de longo prazo.

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5 Demonstração do Resultado do Exercício

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

A demonstração de resultados do exercício (DRE) visa fornecer, de maneira esquematizada, os resultados (lucro ou prejuízo) auferidos pela empresa em determinado exercício social, os quais são transferidos para contas do patrimônio líquido. O lucro (ou prejuízo) é resultante de receitas, custos e despesas incorridos pela empresa no período e apropriados segundo o regime de competência, ou seja, independentemente de que tenham sido esses valores pagos ou recebidos.

O capítulo trata ainda da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) e da Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

ALGUMAS ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO DA DRE

– A DRE retrata as principais operações realizadas por uma empresa em determinado período (exercício social), destacando as receitas e despesas realizadas e o resultado líquido.

– As receitas e despesas do período são consideradas na DRE de forma independente de sua realização financeira. Assim, as receitas de vendas são registradas quando de suas realizações; a despesa de pessoal é considerada no próprio mês da prestação dos serviços, mesmo que ainda não tenha sido paga; a despesa de imposto de renda é inserida na demonstração de resultados (DRE) no exercício a que se refere quando o imposto é declarado.

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Alexandre Demetrius Pereira (59)
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Medium 9788547233150

Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Histórico da auditoria

2

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender como se desenvolveu historicamente a atividade de

auditoria externa independente;

2. Entender como a atividade de auditoria se vinculou à proteção dos

investidores, notadamente os de menor porte;

3. Comparar como a auditoria externa independente surgiu no Brasil e

no restante do mundo.

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Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Conceituação e espécies de auditoria

3

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o conceito de auditoria externa independente;

2. Analisar os elementos e requisitos da definição de auditoria externa

independente, compreendendo cada parte neles incluída;

3. Distinguir a auditoria externa independente de outros serviços cor-

relatos, tais como: auditoria de compliance, assurance, serviços de atestação, auditoria forense e auditoria operacional ou de gestão.

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Medium 9788547233150

Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Peculiaridades tributárias sobre a atividade de auditoria

12

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender algumas peculiaridades tributárias a que os auditores

se sujeitam em relação ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN);

2. Verificar as questões jurisprudenciais levantadas em casos de socieda-

des uniprofissionais de auditores em relação à tributação do ISSQN;

3. Analisar as posições tomadas pelos entes tributantes a respeito do

tema;

4. Constatar as implicações sobre a tributação do ISSQN em casos em

que se configure o caráter empresarial das sociedades de auditores.

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Medium 9788547233150

Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Objeto da auditoria externa: demonstrações contábeis e a escrituração que as fundamenta1

9

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o objeto primordial de trabalho da auditoria: a escri-

turação e as demonstrações contábeis;

2. Identificar o conteúdo econômico-financeiro e a natureza jurídica das

várias demonstrações contábeis: balanço, demonstração de resultados, demonstração de fluxo de caixa, demonstração de mutações do patrimônio líquido, demonstração de valor adicionado, entre outras;

3. Aplicar os diversos tipos de testes de auditoria aos casos concretos,

conforme o grupo ou o tipo de contas envolvidas (ativo, passivo, patrimônio líquido, resultado etc.).

1

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Os tópicos sobre contabilidade inseridos neste capítulo são baseados nas lições tratadas com mais profundidade em nossas obras Regime jurídico da escrituração empresarial nas sociedades limitadas e anônimas e capítulo sobre demonstrações contábeis na obra Curso de Direito Comercial, em coautoria com o Prof. Haroldo Verçosa, ambas citadas em bibliografia.

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Medium 9788547233150

Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Métodos e procedimentos na atividade de auditoria externa

8

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Visualizar as medidas e providências a serem tomadas pelo auditor

independente em cada fase de seu trabalho;

2. Conhecer o planejamento da auditoria e as metodologias utilizadas

na execução dessa tarefa;

3. Conceituar materialidade e relevância em auditoria, aplicar parâ-

metros para determiná-las em casos concretos e compreender seus efeitos;

4. Verificar quais os riscos de auditoria e as formas de minimizá-los,

em consonância com os controles apropriados;

5. Compreender o que são testes de controle, testes substantivos e

medidas de revisão analítica, bem como os procedimentos de amostragem em auditoria.

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Alexandre Formigoni Rogerio Candido De Almeida Maick Roberto Lopes Kleber Dos Santos Fernandes Jo O Gilberto Mendes Dos Reis Ivan Persio De Arruda Campos Flavio Napolitano Fabiano De Andrade Caxito Enio Fernandes Rodriggues Edemir Sabino Maciel (14)
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Medium 9788571440029

9 - GESTÃO DE TRANSPORTES

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

9

GESTÃO DE

TRANSPORTES

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo visa demonstrar a importância da aplicação do modelo de gestão nos meios de transporte, pois é por meio destes que escoam todas as riquezas produzidas em um país, influenciando na formação do Produto Interno

Bruto (PIB). A gestão de transportes faz parte de programas de planejamento estratégico nos países desenvolvidos, como será abordado no panorama da evolução dos transportes no cenário mundial, que apontará as mais atuais evoluções tecnológicas aplicadas e as tendências futuras. Será especificada também a natureza das cargas transportadas, em seus diversos tipos e modalidades, com suas vantagens e desvantagens. Finalizando, demonstraremos como se faz o estudo da roteirização e o cálculo do custo do frete, juntamente com a apresentação de um estudo de caso.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Abordar a gestão de transportes e sua importância.

»» Estudar a natureza da carga transportada (tipos de carga).

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Medium 9788571440029

8 - GESTÃO DE COMPRAS

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

8

GESTÃO

DE COMPRAS

VISÃO DO CAPÍTULO

Com a concorrência globalizada, as organizações estão cada vez mais criteriosas no ato de comprar. Comprar é uma arte, talvez das mais antigas, motivo pelo qual o padrão atual exige que o comprador, ou o especialista em suprimentos, tenha qualificações, demonstrando conhecer os procedimentos a serem adotados, as características dos materiais, bem como a arte de negociar, essencial na prática das transações. Porém, o que comprar? Por quanto comprar? Todas as questões técnicas desses suprimentos estão bem discriminadas? E o que é mais importante na hora da tomada de decisão? Seria o preço? A qualidade? E o prazo de entrega, preenche todos os requisitos dos meus clientes internos e externos?

Neste capítulo, teremos uma visão de como a gestão de compras pode agir e quais ações é preciso tomar.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Proporcionar ao leitor os conhecimentos da gestão de compras, de sua importância e funcionalidade em uma organização:

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Medium 9788571440029

7 - GESTÃO DE ESTOQUES

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

7

GESTÃO

DE ESTOQUES

VISÃO DO CAPÍTULO

Um dos principais elementos da administração logística é o conceito da gestão de estoque. Na década de 1980, a estratégia de toda empresa que realizava uma gestão de estoques tida como eficiente era baixar a quantidade de itens em estoque a zero, influenciada pelas práticas japonesas que eram, à

época, lidas erroneamente como “estoque zero”. Isso causou problemas a algumas empresas, que não conseguiram atender seu cliente com níveis de serviço aceitáveis. Atualmente entendemos que o estoque na cadeia de suprimentos é inevitável e o importante é gerenciá-lo de forma que se reduzam seus custos sem comprometer o fornecimento do produto ao cliente. Neste capítulo, vamos tratar da função do estoque na cadeia de suprimentos, suas formas de gerenciamento, funções e as decisões relacionadas à sua gestão.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

» » Apresentar o funcionamento dos estoques e sua importância para a organização.

»» Apresentar políticas e ferramentas de gerenciamento de estoques e suas aplicações.

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Medium 9788571440029

6 - GESTÃO DE ARMAZENAGEM

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

6

GESTÃO DE

ARMAZENAGEM

VISÃO DO CAPÍTULO

O capítulo aborda a importância da gestão da armazenagem para as organizações, em razão dos altos custos e riscos associados à armazenagem de matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados. A ideia principal

é apresentar como a correta gestão dos processos relacionados à armazenagem de produtos auxilia a empresa a manter sua competitividade em mercados cada vez mais acirrados.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Apontar o papel da gestão da armazenagem nas empresas e sua importância para a busca da competitividade.

»» Descrever os conceitos de estocagem e armazenagem.

»» Preparar o leitor para o aprofundamento de seus conhecimentos em áreas relacionadas, subsidiando-o de dados e informações para que possa constituir sua visão crítica.

Para muitos, a palavra armazenar está associada à guarda de algum material ou de dados eletrônicos. Para os profissionais que convivem e atuam no segmento das operações logísticas, a palavra remete a um verdadeiro complexo de atividades inerentes ao conjunto de operações logísticas.

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Medium 9788571440029

5 - DISTRIBUIÇÃO E MARKETING

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

5

DISTRIBUIÇÃO E

MARKETING

VISÃO DO CAPÍTULO

A organização dos canais de distribuição é de suma importância para que produtos e serviços alcancem seu consumidor final. Assim, compreender o que são, suas características e como se dividem é essencial para uma logística eficiente.

Os canais de distribuição são, então, responsáveis pelas transferências dos bens e responsabilidades numa cadeia de suprimentos. Outro aspecto importante a ser considerado são as estratégias de distribuição física utilizadas. De acordo com a opção escolhida, a distribuição afeta as percepções do cliente quanto ao preço e serviço. Todas essas atividades relacionam-se ao marketing, que tem papel fundamental no processo de distribuição, pois é ele que define o mercado e como atendê-lo. Neste capítulo abordaremos os canais de distribuição, os tipos de distribuição física, o marketing no canal de distribuição, os conflitos e o papel estratégico do marketing na logística. Ao final, teremos um estudo de caso que demonstrará a aplicação prática dos conceitos abordados.

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