Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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10 Custeio direto

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

10

Custeio direto

O objetivo deste capítulo é apresentar o Custeio Direto como uma ferramenta gerencial que exige o devido confronto entre a estrutura de custos da empresa e o nível mínimo de vendas para viabilizar essa estrutura. Para isso é necessário quantificar separadamente os custos fixos e variáveis e aplicar o conceito de Margem de Contribuição Líquida.

O Custeio Direto é um método que destaca o peso da estrutura organizacional e produtiva da empresa e força o confronto entre a capacidade instalada e o nível de atividade, orientando a elaboração de estratégias que buscam otimizar o uso dessa estrutura. Para tanto, parâmetros, indicadores e ferramentas gerenciais são utilizados. Dentre estes, destacam-se o custo variável unitário, a margem de contribuição unitária e total, a análise custo-volume-lucro, as metas de vendas e de lucratividade, o mix ótimo de produtos e o orçamento flexível.

A Figura 10.1 apresenta a estrutura do Demonstrativo de Resultados do

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11 Análise custo-volume-lucro

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

11

Análise custo-volume-lucro

O objetivo deste capítulo é apresentar uma das ferramentas gerenciais mais utilizadas, que é a análise da relação entre volume, custo e lucro. Essa análise permite avaliar os resultados em relação a metas estabelecidas. Mostra-se, também, que o Grau de Comprometimento da Receita (GCR), derivado dessa análise, é um indicador importante para a análise de viabilidade de projetos.

A sobrevivência de um empreendimento depende diretamente de sua capacidade de gerar lucro. O lucro de um produto, em última instância, é formado pela diferença entre o preço de venda e o seu custo unitário, que deve incorporar todos os custos e despesas realizados. Mais importante do que o custo unitário é a margem de contribuição unitária dada pela diferença entre o preço de venda e o custo variável unitário. É a partir dessa informação que se estima o volume mínimo necessário para que a empresa opere numa faixa lucrativa.

A análise da relação custo-volume-lucro (CVL) busca apresentar o comportamento dos custos e do lucro em função do nível de atividade. Mais especificamente, a análise da relação custo-volume-lucro considera os custos e as receitas como funções do nível de produção vendida em certo período. Essa relação proporciona informações valiosas sobre a estrutura de custos e o risco operacional da empresa. A Figura 11.1 apresenta o comportamento típico das variáveis envolvidas na relação custo-volume-lucro.

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12 Custeio direto e mix ótimo

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

12

Custeio direto e mix ótimo

O objetivo deste capítulo é mostrar como a estrutura do Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto facilita a identificação dos produtos que mais contribuem para o lucro da empresa. Mostra-se também que o mix ótimo obtido não é uma solução definitiva, mas o ponto de partida para análises adicionais.

O estilo gerencial adotado sob Custeio Direto consiste em encontrar o mix de produtos que, quando vendidos, maximizem a Margem de Contribuição

Total e, por consequência, o lucro.

O Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto, conforme mostrado na Tabela 12.1, evidencia que não é possível obter a informação de lucro por produto. Assim, o indicador de desempenho financeiro do produto

é a Margem de Contribuição.

ISBN_6430.indb 213

03/08/11 09:42

214

Gestão de Custos • Souza e Clemente

Tabela 12.1

Exemplo de uma DRE sob custeio direto.

A

Mix atual

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13 Custeio Baseado em Atividades (ABC)

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

13

Custeio Baseado em

Atividades (ABC)

O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir os fundamentos do Custeio ABC e indicar, de forma ilustrativa, algumas aplicações.

Para facilitar, são feitas algumas comparações com o Custeio por

Absorção.

13.1

Origem do ABC

No início do século passado, quando os sistemas tradicionais de custeio foram desenvolvidos, os custos indiretos de fabricação eram residuais em comparação com os custos de mão de obra direta e de material direto.

As novas tecnologias de produção e de gestão alteraram substancialmente a estrutura de custo dos produtos e se refletiram em aumento generalizado dos custos indiretos de fabricação – CIFs a ponto de, atualmente, esses custos serem os mais representativos para boa parte da indústria. Como consequência, os métodos tradicionais de alocação dos CIFs – horas-MOD e horas-máquina – se revelam inadequados para mensurar a quantidade de recursos efetivamente consumidos pelos produtos.

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14 Custo e preço: obviedades e incertezas

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

14

Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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3. Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

Neste capítulo verificaremos as diferentes visões econômicas sobre globalização e blocos regionais. Vamos observar percepções mais otimistas ou mais céticas com relação à globalização e aos blocos regionais, dependendo das conclusões vistas nos capítulos anteriores sobre os papéis do mercado e do Estado segundo as três visões econômicas abordadas.

Após este capítulo, você estará apto a:

• Explicar o processo de globalização econômica.

• Conceituar liberalização de mercados.

• Relacionar globalização, liberalização de mercados e acirramento da concorrência.

• Identificar características importantes da globalização econômica.

89

Noções de Macroeconomia

• Explicar como ocorre a criação de blocos regionais.

• Descrever os argumentos neoclássicos em defesa da globalização.

• Descrever os argumentos keynesianos e marxistas de ataque à globalização.

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4. Globalização e Programas de Estabilização de Preços

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Globalização e Programas de

Estabilização de Preços

Neste capítulo trataremos dos efeitos da globalização nos programas de estabilização de preços, em especial no Plano Real. Para isso, veremos alguns conceitos de economia internacional, como Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio. Em seguida, analisaremos os efeitos da globalização nos preços internos, reduzindo a inflação, e os relacionaremos com as teorias da inflação estudadas no Capítulo 2. Por último, falaremos um pouco sobre as desvantagens da globalização, pois as vantagens relacionam-se sobretudo com o controle inflacionário.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Definir Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio.

121

Noções de Macroeconomia

• Explicar os efeitos de variações da taxa de câmbio sobre o Balanço de Pagamentos e de mudanças no Balanço de Pagamentos sobre a taxa de câmbio.

• Explicar os efeitos da globalização no processo de estabilização de preços.

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5. Globalização, Emprego e Salários

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Adriano Leal Bruni (18)
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Medium 9788522478385

10. Valor econômico adicionado

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

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Valor econômico adicionado

“Um idealista é alguém que ajuda outro a ter lucro.”

Henry Ford

10.1 Objetivos do capítulo

As técnicas contábeis empregadas no processo de avaliação de investimentos costumam enfatizar o lucro no processo de análise. Assim, além dos problemas relativos à subjetividade eventualmente envolvida no cálculo do lucro, as técnicas de avaliação contábeis apresentam a grave falha da não consideração de um valor importantíssimo: o custo de oportunidade dos capitais próprios, representados pelo retorno esperado pelos sócios do capital investido na operação.

O método do valor econômico adicionado, EVA, se propõe a melhorar a informação contida no lucro contábil. Para isso, propõe ajustar lucro contábil e custo de oportunidade dos capitais próprios, deduzindo o segundo do primeiro.

Este capítulo apresenta o EVA, ilustrando suas aplicações com exemplos e exercícios práticos.

10.2 Finanças, objetivos e valor

O objetivo maior da administração financeira diz respeito à questão do aumento do valor da empresa e, consequentemente, do aumento da riqueza dos sócios. Como o objetivo do gestor financeiro está associado à administração baseada no valor, diferentes enfoques foram desenvolvidos com o objetivo de

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Medium 9788522478385

11. O valor da empresa

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

11

O valor da empresa

“Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo...”

Drummond

11.1  Objetivos do capítulo

O primeiro capítulo deste livro conceituou as Finanças, destacando suas principais decisões e conflitos. Em linhas gerais, o maior objetivo da administração financeira consiste em tomar decisões que aumentem o valor da empresa.

A análise da decisão financeira poderia ser feita com base em três etapas distintas. Na primeira etapa projetam-se os fluxos de caixa. Na segunda, calcula-se o custo médio ponderado dos financiamentos. Por fim, aplicam-se técnicas com o objetivo de verificar se a decisão cria valor ou não. Das técnicas, destaca-se o uso do valor presente líquido, igual à soma de todos os fluxos de caixa na data zero.

Quando um projeto é analisado, um horizonte temporal de análise é previamente definido. Neste horizonte, os fluxos são projetados e, posteriormente, trazidos a valor presente. Aplicando raciocínio análogo, pode-se usar os fluxos de caixa descontados para avaliar empresas. Porém, ao contrário do projeto com horizonte de vida definido, a empresa pode ter vida e fluxos de caixa eternos ou quase eternos. A metodologia de desconto de fluxos de caixa empregada no cálculo do VPL precisa ser ajustada.

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Medium 9788522478385

12. Avaliação de investimentos sob incerteza

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

12

Avaliação de investimentos sob incerteza

“A única certeza é a de que nada é certo.”

Plínio

12.1 Objetivos do capítulo

O processo de avaliação de investimentos apresentado ao longo dos capítulos anteriores se caracterizou pela análise de valores certos ou mais esperados. Acreditava-se que os valores projetados realmente ocorreriam.

Porém, o mundo real caracteriza-se por muito poucas certezas. Dessa forma, o estudo de situações caracterizadas pelo acaso, pelas incertezas e pelos riscos consiste em um tópico importante do processo de avaliação de investimentos.

Situações sob incerteza são caracterizadas pela presença de múltiplos resultados possíveis, onde a determinação das probabilidades associadas a cada resultado não pode ser feita. Na análise das incertezas associadas a investimentos, diversas técnicas encontram-se disponíveis, como a aplicação de critérios maximin, maximax, Hurwicz, Laplace ou Savage.

Este capítulo apresenta uma introdução aos conceitos principais associados à análise de incertezas na avaliação de investimentos.

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Medium 9788522478385

13. Avaliação de investimentos sob incerteza

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

13

Avaliando investimentos em condições de risco

“Existem dois tipos de riscos: Aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr.”

Peter Drucker

13.1 Objetivos do capítulo

Situações sob incerteza e risco são marcadas pela existência de múltiplos resultados. Porém, o conceito de risco associa-se à possibilidade de determinação das probabilidades de ocorrência dos diversos resultados possíveis.

Quando probabilidades podem ser associadas aos diferentes resultados, novas considerações algébricas podem ser empregadas, como os valores esperados ou médias e as medidas de dispersão, como o desvio-padrão. Geralmente, busca-se, em decisões financeiras, sair da incerteza e decidir em risco. Para isso, informações sobre probabilidades precisam ser associadas.

Diversas são as técnicas disponíveis para a avaliação de investimentos sob risco, como o emprego de árvores de decisão e os cálculos de valores esperados e riscos associados.

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Medium 9788522478385

14. Modelagem financeira no Excel

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

14

Modelagem financeira no Excel

“O homem ainda é o computador mais extraordinário de todos.”

John F. Kennedy

14.1 Objetivos do capítulo

O processo de avaliação de investimentos pode se tornar muito mais simples quando usamos recursos facilitadores de cálculos, como a planilha eletrônica Microsoft Excel.

Este capítulo discute os diferentes usos possíveis da planilha na avaliação de decisões de investimentos.

14.2 Modelos financeiros, leitos de Procusto e mapas de Borges

A tomada de decisão financeira costuma requerer o uso de modelos facilitadores da análise e simplificadores da decisão e que consistem em representações simplificadas da realidade. O processo de avaliação é dividido em três etapas distintas, formadas por (a) projeção de fluxos de caixa; (b) cálculo da taxa mínima de oportunidade; (c) aplicação de diferentes técnicas, baseadas em prazos, valores ou taxas.

A construção de modelos financeiros envolve uma relação de perdas compensatórias entre a simplicidade e facilidade de uso versus a não-inclusão de aspectos específicos da realidade, complicadores da análise. Um dos pontos facilitadores dos processos de avaliação diz respeito às considerações sobre valores em condições de certeza ou mais esperados. Quando fluxos de caixa são projetados, assumem-se, por exemplo, projeções de preços, quantidades, receitas e custos. De modo geral, valores únicos são empregados na projeção de cada um dos parâmetros analisados, esperando-se, em seguida, que eles de fato ocorram.

Modelos simplistas e de fácil uso são amplamente difundidos e utilizados.

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Adriano Leal Bruni Rubens Fam (41)
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Medium 9788597019834

10 Custos da Produção Conjunta

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

Quando uma empresa elabora diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas, surge o problema relativo à composição dos custos desses diferentes produtos. Processos de produção conjunta podem estar presentes tanto em processos contínuos como em produção por encomenda.

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Medium 9788522481675

10 Custos da Produção Conjunta

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen PDF Criptografado

10

Custos da Produção Conjunta

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

10.1  Objetivos do capítulo

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

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Medium 9788597019834

11 Custeio Variável

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quem decide pode errar.
Quem não decide já errou.”

Karajan

Um dos maiores problemas da gestão de custos diz respeito ao controle e à distribuição dos custos indiretos. Uma das formas empregadas para facilitar o processo de tomada de decisões empregando dados de custos consiste na não realização de rateios dos custos indiretos.

Embora questionável segundo o ponto de vista dos princípios e normas contábeis, o custeio variável assume grande importância na análise de decisões relativas a custos e preços. No método do custeio variável, apenas gastos variáveis são considerados no processo de formação dos custos dos produtos individuais. Custos ou despesas indiretas são lançados de forma global contra os resultados.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar o custeio variável e seus principais efeitos nos processos de tomada de decisões. Para tornar a leitura mais agradável e facilitar a fixação do conteúdo, estão propostos e resolvidos diversos exercícios e alguns pequenos estudos de caso.

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Medium 9788522481675

11 Custeio Variável

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen PDF Criptografado

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Custeio Variável

“Quem decide pode errar.

Quem não decide já errou.”

Karajan

11.1  Objetivos do capítulo

Um dos maiores problemas da gestão de custos diz respeito ao controle e à distribuição dos custos indiretos. Uma das formas empregadas para facilitar o processo de tomada de decisões empregando dados de custos consiste na não-rea­ lização de rateios dos custos indiretos.

Embora questionável segundo o ponto de vista dos princípios e normas contábeis, o custeio variável assume grande importância na análise de decisões relativas a custos e preços. No método do custeio variável, apenas gastos variáveis são considerados no processo de formação dos custos dos produtos individuais.

Custos ou despesas indiretas são lançados de forma global contra os resultados.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar o custeio variável e seus principais efeitos nos processos de tomada de decisões. Para tornar a leitura mais agradável e facilitar a fixação do conteúdo, estão propostos e resolvidos diversos exercícios e alguns pequenos estudos de caso.

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12 Custos para Decisão

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen PDF Criptografado

12

Custos para Decisão

“É nos momentos de decisão que o seu destino é traçado.”

Anthony Robbins

12.1  Objetivos do capítulo

Os procedimentos empregados, de modo geral, na análise de custos nascem da aplicação direta das normas e princípios da Contabilidade, que possuem o propósito maior do registro do patrimônio. Na gestão empresarial, porém, a ênfase deve estar baseada nas decisões tomadas e seus efeitos subsequentes. Nem sempre rotinas e procedimentos contábeis mostram-se adequados ao auxílio dos processos de tomada de decisões.

Das diferentes formas empregáveis na classificação de custos, uma coloca a possibilidade de classificá-los como custos evitáveis e inevitáveis em relação à decisão analisada. Custos inevitáveis, também denominados de custos irrecuperáveis ou custos afundados, são os de recuperação impossível, como o próprio nome já revela. Geralmente, devem ser isolados das análises, já que não são afetados pelas decisões empresariais.

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Adriano Proen A Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Jos Lamartine T Vora Junior Mario Sergio Salerno (11)
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Capítulo 10 - Não ser não é não ter: engenharia não é ciência (nem mesmo ciência aplicada)

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Não ser não é não ter: engenharia não é ciência (nem mesmo ciência aplicada)

Édison Renato Silva | Domício Proença Júnior

n Introdução: os requisitos epistemológicos da inovação em engenharia

Inovar é oferecer algo diferente, distinto

Inovar, para uma organização, corresponde a desenvolver estratégias de negócio que permitam obter vantagens competitivas das mais diferentes ordens – em custos de processo, desempenho de produto, financiamento ou marketing. Inovação acabou se tornando uma palavra-performance, sem conteúdo próprio, aberta às mais diferentes flexões em seu significado, um código para assinalar algo que expressa a possibilidade ou a realidade de uma estratégia de negócio, ou política pública, ou proposta de ação exitosa. Essa prática contamina a literatura dos estudos em inovação, até o ponto de a inovação ser tão ampla que se confunde com tudo o que possa ser relevante para a organização, sendo diferente, distinto, ou não.

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Capítulo 11 - Design science e design science research: um passo adiante no sentido da pesquisa científica voltada à inovação

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Design science e design science research: um passo adiante no sentido da pesquisa científica voltada à inovação

Aline Dresch | Daniel Pacheco Lacerda

Ione Maria Ghislene Bentz

n Apresentação

Antes de qualquer coisa, cabe explicitar alguns pressupostos que permeiam este texto. Primeiramente, utiliza-se este espaço como um ambiente que permite a livre expressão das ideias. Tal espaço vem sendo paulatinamente reduzido e desvalorizado pela comunidade acadêmica, que exige resultados cada vez mais pragmáticos e imediatos para a expressão das reflexões. Dessa forma, há pouco espaço para textos especulativos, que permitam olhar para além das fronteiras disciplinares ou forneçam uma contribuição específica para uma disciplina ou área de investigação.

Em segundo lugar, trata-se de uma tentativa de fazer avançar as reflexões de pesquisa sobre a design science e a design science research. Boa parte das discussões apresentadas aqui são tentativas de encaminhamento de respostas ao memorável workshop realizado em

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Capítulo 1 - Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias

Abraham Benzaquen Sicsú

n Apresentação

A correlação direta da taxa de crescimento de um país com sua dinâmica de inovação

é consenso. Toda grande crise capitalista demanda, para sua superação, a destruição do capital existente, reformulando a base produtiva e introduzindo profundas alterações na economia real. A preocupação com políticas oficiais que garantam a consistência do processo deve se centrar na identificação de prioridades e na definição de programas para o setor de ciência, tecnologia e inovação adequados às novas lógicas das áreas produtivas e que, ainda, sirvam de suporte à configuração que venha a se desenhar.

Este texto alerta sobre a necessidade atual de estabelecer pré-requisitos que embasem esse discurso, principalmente a definição de um padrão de financiamento para o setor que assegure o compromisso e a articulação de interesses adequados para consolidar essa estratégia. Na concepção aqui defendida, a maneira como os três pilares básicos do processo de desenvolvimento – o Estado, o capital privado nacional e o privado estrangeiro

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Capítulo 2 - Inovação: uma discussão conceitual a partir da perspectiva da cadeia de valor

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Inovação: uma discussão conceitual a partir da perspectiva da cadeia de valor

Ivan De Pellegrin | José Antonio Valle Antunes Júnior

n Introdução

O leitor é estimulado desde o início a entender a inovação a partir de uma visão neoschumpeteriana: como o motor do crescimento, chave para aumentar a produtividade e a competitividade, resultante de processos evolucionários e cumulativos de conhecimento que implicam resultados econômicos. O tema inovação é abordado a partir de uma perspectiva conceitual e estratégica, dando à empresa papel fundamental para sua efetivação.

Os conceitos de inovação apresentados têm como base o Manual de Oslo (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, 1997). Além das tradicionais inovações tecnológicas de produto e processo (TPP), são destacadas as inovações organizacionais e de marketing. Uma vez que o Manual de Oslo não incorpora novas diretrizes estratégicas e de negócio ou novas leis e regulamentações como inovações, apresenta-se complementarmente a definição de inovações institucionais para abarcar esses tópicos.

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Capítulo 3 - Inovação secundária e o desenvolvimento da indústria chinesa

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Inovação secundária e o desenvolvimento da indústria chinesa

Adriano Proença

n Apresentação

Durante o transcorrer do projeto Pró-Engenharia Gestão de Operações em Organizações

Inovadoras, o autor deste capítulo foi convidado a coordenar um estudo exploratório sobre a dimensão tecnológica da competitividade da indústria chinesa na República Popular da China. O estudo, demandado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República à COPPE/UFRJ, foi concluído em julho de 2011 (Proença et al., 2011). Em novembro de 2011, em um seminário aberto ao público e amplamente divulgado, promovido pela SAE/PR e pela COPPE/UFRJ, foram apresentados seus principais resultados.

Este capítulo tomou por base um dos textos preparados pelo autor para o estudo, avançando ao incorporar os debates feitos nas apresentações e as contribuições oriundas das discussões realizadas no contexto dos workshops e missões do Pro-Engenharia. Portanto, diversos pontos aqui considerados devem sua origem ou aperfeiçoamento a colocações de outros, a quem o autor sinceramente agradece.

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