Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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6 - A relação Fisco x contabilidade: da Lei no 6.404/76 até o RTT

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

6

A relação fisco × contabilidade: da Lei no 6.404/76

Até o RTT

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a evolução histórica da legislação societária integrada com a legislação tributária desde 1976, chegando até o Regime Tributário de

Transição, que vigorou provisoriamente nos anos de 2008 e 2009, transformando-se em regime definitivo a partir de 2010 e valendo até o final de 2014. O conhecimento sobre o RTT é fundamental para compreensão do cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS nas empresas brasileiras, a partir das mudanças contábeis determinadas pelas Leis nos 11.638/07 e

11.941/09, regulamentadas para fins fiscais na Lei no 12.973/14. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer como o FISCO influenciou o desenvolvimento da contabilidade brasileira desde 1976. b. Compreender o que significa o RTT e os motivos para o regime ter sido opcional nos anos de 2008 e 2009 e obrigatório a partir de 2010. c. Entender qual foi a alternativa ao RTT nos anos de 2008 e 2009. d. Entender qual o tratamento fiscal e contábil adequado para os ajustes determinados pelo RTT. e. Começar o entendimento e compreensão da importância de calcular os ativos e passivos fiscais diferidos, a partir dos ajustes do RTT.

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2 - Princípios constitucionais tributários e hierarquia do sistema tributário nacional

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

2

Princípios constitucionais tributários e hierarquia do

Sistema Tributário Nacional

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Serão apresentados os princípios constitucionais tributários e também a hierarquia das leis brasileiras, com a explicação sobre o que significa cada tipo de normativo. Ao final do capítulo, será possível: a. Identificar e compreender a importância dos princípios constitucionais tributários, associando-os a alguns casos aplicáveis no sistema tributário vigente. b. Entender como funciona o processo de edição de normativos e a função específica de cada um deles.

PEGAS.indb 21

3/16/17 5:30 PM

22

Capítulo 2

2.1 OS PRINCÍPIOS COMO BASE PARA AS

DEMAIS NORMAS JURÍDICAS

Os princípios constitucionais tributários prevalecem sobre todas as normas jurídicas, sendo que as mesmas somente são válidas se editadas em rigorosa consonância com eles.

A seguir, serão apresentados estes princípios, que foram definidos na Constituição de 1988, dentro do capítulo do Sistema Tributário Nacional.

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17 - Tributos com função regulatória

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

17

Tributos com função regulatória

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar os tributos criados com objetivo de intervir na política econômica, cambial ou de comércio exterior. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Entender as regras básicas do II e os motivos para a não cobrança do

IE no Brasil. b. Compreender a importância do IOF e sua múltipla função. c. Distinguir a cobrança do IOF em cada item específico. d. Entender o fundamento básico e as regras de funcionamento da

CIDE.

PEGAS.indb 269

3/16/17 5:31 PM

270

Capítulo 17

17.1 O QUE É UM TRIBUTO COM FUNÇÃO

REGULATÓRIA

Os impostos com função regulatória pertencem à

União e servem para intervir na política econômica, cambial ou de comércio exterior. No Brasil, têm essa característica os impostos sobre comércio exterior, o

Imposto sobre Operações Financeiras, além da Contribuição sobre a Intervenção no Domínio Econômico. Como, em tese, esses tributos impactam de forma direta o preço final dos bens e serviços, entram na linha de tributação sobre o consumo, por isso ficam aqui nesta parte III do livro. Vamos falar um pouco de cada um deles.

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21 - Lucro presumido

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

21

Lucro presumido

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o funcionamento do lucro presumido. No final do capítulo será possível: a. Identificar as empresas que não podem optar pelo lucro presumido, sendo obrigadas a calcular IR e CSLL com base no lucro real. b. Entender como se calcula o IR e a CSLL pelo lucro presumido e quando é possível a distribuição total de dividendos sem tributação. c. Analisar as situações em que o lucro presumido representa a melhor opção de tributação em relação ao lucro real.

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3/16/17 5:31 PM

324

Capítulo 21

21.1 CONCEITO

O lucro presumido é uma forma de tributação que utiliza apenas as receitas da empresa para apuração do resultado tributável de IR e CSLL. Com isso, esses tributos são calculados por um resultado estimado, encontrado pela aplicação de percentuais definidos em lei.

O cálculo de IR e CSLL pelo lucro presumido tem um grau de simplicidade bem maior em comparação com o cálculo pelo lucro real.

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37 - Declaração de bens

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

37

Declaração de bens

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar um dos pontos mais importantes da declaração anual de ajuste: a declaração de bens. Ao final deste capítulo, será possível: a. Identificar os bens que devem ser declarados e aqueles que não precisam ser informados na declaração de ajuste anual (DAA). b. Calcular corretamente o IR sobre ganhos de capital, principalmente na venda de imóveis.

PEGAS.indb 525

3/16/17 5:31 PM

526

Capítulo 37

37.1 DECLARAÇÃO DE BENS

A declaração de bens é importantíssima para justificar a evolução patrimonial dos contribuintes. Representa uma informação tão relevante que, independentemente do modelo escolhido, se simplificado ou completo, deverá ser apresentada de forma detalhada. Mesmo sem rendimento tributável, é obrigado a fazer a declaração de imposto de renda o contribuinte com bens acima de R$ 300 mil.

37.2

BENS QUE DEVEM SER DECLARADOS

Os bens e direitos que devem ser declarados são os seguintes: a. imóveis, veículos automotores, embarcações e aeronaves, independentemente do valor de aquisição; b. outros bens móveis e direitos de valor de aquisição unitário a partir de R$ 5.000,00; c. saldos de conta-corrente bancária, caderneta de poupança e demais aplicações financeiras, de valor individual superior a R$ 140,00 no final do ano; e d. conjunto de ações, quotas ou quinhão de capital de uma mesma empresa, negociadas ou não em bolsa de valores, e de ouro, ativo financeiro, cujo valor de aquisição unitário seja igual ou superior a R$ 1.000,00.

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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Medium 9788522464302

1 Introdução

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução

O objetivo deste capítulo é posicionar o tema relativo a custos no âmbito das decisões empresariais. Os custos não acontecem por acaso: decorrem de decisões de investimentos anteriores. A disponibilidade de informações internas e externas delineia possíveis posicionamentos competitivos que influenciam as decisões de investimento em termos de escala, de processo e de formas de gestão. Essas escolhas definem, em parte, a estrutura de custos de uma empresa e delimitam o espaço para a busca de eficiência.

Cabe aos gestores tomarem as decisões para maximizar a criação de valor para a empresa. Para tanto, são delineadas e implementadas estratégias competitivas. A empresa é a entidade que congrega os agentes responsáveis pelas ações cujo objetivo é aumento da riqueza, ou seja, ela é o locus de crescimento do capital. Assim, a empresa é o capital materializado e em expansão, segundo uma perspectiva de longo prazo, e será um empreendimento atrativo enquanto puder convencer o investidor, proprietário do capital a, no mínimo, manter aplicada sua parcela de capital. Para manter o investidor e também para atrair novos investidores, a empresa deve remunerar o capital aplicado e também mostrar perspectivas de remuneração futura. Essa expectativa de remuneração, necessariamente, dependerá da capacidade da empresa de gerar lucros presentes e futuros. A manutenção do capital aplicado somente se dará se a empresa criar expectativas de remuneração de seus investidores a uma taxa, no mínimo, igual

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14 Custo e preço: obviedades e incertezas

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

14

Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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6 Custeio por absorção: integral

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

6

Custeio por absorção: integral

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização das fases do custeio por absorção com ênfase no método gradativo para transferir os custos indiretos de fabricação entre os centros auxiliares e produtivos e destes aos produtos. Destacam-se também análises gerenciais relevantes para o processo decisório.

O Custeio por Absorção é o método recomendado pela legislação brasileira.

Atende à Lei no 6.404/76, conhecida com Lei das Sociedades por Ações, ao

Decreto-lei no 1.598/77 e ao Decreto no 3.000/99.

O Decreto-lei no 1.598/77 assim estabelece:

“Art. 13 O custo de aquisição de mercadorias destinadas à revenda compreenderá os de transporte e seguro até o estabelecimento do contribuinte e os tributos devidos na aquisição ou importação.

§ 1o O custo de produção dos bens ou serviços vendidos compreenderá, obrigatoriamente: a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção, observado o disposto neste artigo; b) o custo do pessoal aplicado na produção, inclusive de supervisão direta, manutenção e guarda das instalações de produção; c) os custos de locação, manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção;

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9 Absorção: custo de produtos conjuntos

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9

Absorção: custo de produtos conjuntos

O objetivo deste capítulo é mostrar que o tratamento contábil dos custos conjuntos nem sempre é adequado para a tomada de decisão referente a vendas dos coprodutos no ponto de separação versus processamentos adicionais para se obter maior receita.

Custos conjuntos surgem quando um processo gera simultaneamente vários produtos e, até um estágio chamado ponto de separação, consome os mesmos insumos. Dependendo da participação na receita total gerada, os produtos recebem denominação de coprodutos, subprodutos ou resíduos. Uma característica dos produtos conjuntos é que eles mantêm proporção fixa quanto ao volume de produção: aumento ou diminuição da produção implica aumento ou diminuição de todos os coprodutos, subprodutos e resíduos. Dito de outra forma, a relação entre as quantidades dos produtos derivados é fixa até o ponto de separação.

Segundo Martins (1998, p. 177) os resíduos não devem receber atribuição de nenhum custo e, até que sejam negociados, devem permanecer fora da Contabilidade. Quando vendidos, suas receitas devem ser registradas como Outras

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13 Custeio Baseado em Atividades (ABC)

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

13

Custeio Baseado em

Atividades (ABC)

O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir os fundamentos do Custeio ABC e indicar, de forma ilustrativa, algumas aplicações.

Para facilitar, são feitas algumas comparações com o Custeio por

Absorção.

13.1

Origem do ABC

No início do século passado, quando os sistemas tradicionais de custeio foram desenvolvidos, os custos indiretos de fabricação eram residuais em comparação com os custos de mão de obra direta e de material direto.

As novas tecnologias de produção e de gestão alteraram substancialmente a estrutura de custo dos produtos e se refletiram em aumento generalizado dos custos indiretos de fabricação – CIFs a ponto de, atualmente, esses custos serem os mais representativos para boa parte da indústria. Como consequência, os métodos tradicionais de alocação dos CIFs – horas-MOD e horas-máquina – se revelam inadequados para mensurar a quantidade de recursos efetivamente consumidos pelos produtos.

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Adriano Leal Bruni (8)
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Medium 9788522475490

Simulado Geral

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

Simulado Geral

As regras da Anbima estabelecem que exame online é formado por 50 questões de múltipla escolha com 4 alternativas, com duração máxima igual a duas horas. Para ser aprovado é preciso acertar no mínimo 70% das questões. O exame de atualização é formado por 40 questões.

Com cinco alternativas, maior desafio!

Embora as normas do exame falem em quatro alternativas, todas as questões apresentadas ao longo deste livro foram propositalmente compostas por cinco alternativas cada uma. A inclusão de mais uma alternativa buscou elevar ligeiramente o nível do desafio associado às questões propostas neste livro!

A última parte deste livro apresenta um simulado da prova, formado por 80 questões e com distribuição coerente com as normas da ANBIMA, conforme apresenta a tabela seguinte.

Assunto

Percentual

Máximo

Questões

5

10

8

Ética

10

15

10

12,5

Economia e finanças

10

15

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7 Tributação

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tributação

Tópico consolidado1

Parte sobre Tributação do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

Tributação em fundos de investimentos.

6.4.4 Tributação.

5.9 Tributação.

6.4.4.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas dependendo do prazo, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.1 IOF.

5.9.2 �Imposto de Renda (IR): fato gerador, alíquotas

(conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo – e tempo de permanência da aplicação), bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.3 �Imposto de Renda (IR) – “come-cotas”: fato gerador, alíquotas (conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo), datas de incidência e responsabilidade de recolhimento.

5.9.4  Compensação de perdas no pagamento de IR.

Tributação em ações.

6.1.8 Tributação.

6.1.8.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

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1 Sistema Financeiro Nacional

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

1

Sistema Financeiro Nacional

Proporção: 5% a 10%

Parte I do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – Versão 5.7

1 �Sistema Financeiro Nacional (Proporção: 5% a 10%).

1.1  Funções básicas.

1.1.1 �Função dos intermediários financeiros e definição de intermediação financeira.

1.2 Estrutura.

1.2.1 �Órgãos de regulação, autorregulação e fiscalização.

1.2.1.1  Conselho Monetário Nacional (CMN).

1.2.1.1.1 �Principais atribuições: regular a constituição e regulamentos das instituições financeiras; estabelecer medidas de prevenção ou correção de desequilíbrios econômicos; disciplinar todos os tipos de crédito.

1.2.1.2  Banco Central do Brasil (Bacen).

1.2.1.2.1 �Principais atribuições: autorizar o funcionamento e fiscalizar as instituições financeiras; emitir moeda; controlar crédito e capitais estrangeiros; executar as políticas monetária e cambial.

1.2.1.3  Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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5 Fundos de Investimento

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

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6 Demais Produtos de Investimento

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

6

Demais Produtos de Investimento

Proporção: 15% a 25%

Parte VI do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

6 �Demais produtos de investimento (proporção: 15% a

25%).

6.1 Ações.

6.1.1 Conceito.

6.1.2 �Tipos de ação: ordinária e preferencial – definição e direito dos acionistas.

6.1.3 �Canais de distribuição – tipos e principais características – CTVM, DTVM, agências bancárias e Internet (home broker).

6.1.4 �Oferta pública inicial de ações (IPO). Definição e entendimento dos conceitos: período de reserva, possibilidade de ocorrência de rateio, ordem limitada e a mercado.

6.1.5 �Definições: ganhos de capital; dividendos; juros sobre capital próprio; bonificação; subscrição; desdobramento (split) e grupamento.

6.1.6  Riscos inerentes ao produto.

6.1.6.1  Risco da empresa: conceito.

6.1.6.2  Risco de mercado: conceito.

6.1.6.3  Risco de liquidez: conceito.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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13 - Aplicando formatação condicional

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

13 Aplicando formatação condicional

“Aquilo que você mais sabe ensinar

é o que você mais precisa aprender.”

Richard Bach

13.1  Objetivos do capítulo

A formatação condicional do Excel 2007 apresenta uma série de vantagens em relação às versões anteriores. Talvez a principal delas tenha sido uma visualização das cores e as possibilidades de realizar formatações condicionais com gráficos, barras coloridas e com ícones.

A formatação condicional é acessada através do menu Início> Formatação Condicional. Algumas opções são disponibilizadas, como pode ser visualizado na Figura 13.1.

A opção Realçar regras das células permite que sejam criadas formatações condicionais utilizando-se os seguintes critérios: maior do que;

Este capítulo tem o objetivo de apresentar os usos e aplicações dos recursos de formatação condicional do Excel.

13.2 �Entendendo os condicionantes para a formatação de células

A formatação condicional do Excel permite que o usuário formate algumas células de modo que elas pareçam “personalizadas”, dependendo de uma condição especificada. É possível, por exemplo, definir que células com valores negativos fiquem com a cor amarela, ou que a fonte fique vermelha. Ao entrar com um valor na célula, o Excel examinará o resultado (caso seja uma fórmula) e a formatação condicional e, em seguida, aplicará a formatação especificada. Pode-se utilizar ícones para informar se determinado número está aumentando, descendo ou se mantendo inalterado. Enfim, os exemplos são muitos.

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10 - Trabalhando com funções lógicas

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

10 Trabalhando com funções lógicas

“Existe algo mais importante do que a lógica: a imaginação.

Se a ideia é boa, a lógica deve ser jogada pela janela.”

Alfred Hitchcock

10.1  Objetivos do capítulo

Algumas das funções mais úteis do Excel permitem comparações lógicas. A depender do fato de uma condição ser verdadeira ou falsa, diferente poderá ser a resposta fornecida ou o procedimento desenvolvido na planilha.

Este capítulo apresenta o uso das mais usuais­ funções lógicas do Excel.

10.2 �Usando funções lógicas na gestão da empresa

As funções lógicas do Excel permitem analisar e executar procedimentos a partir de situações entendidas como verdadeiras ou falsas.

No geral, as funções lógicas auxiliam no tratamento dos dados e na criação de outras variá­ veis a serem analisadas. Sem dúvida, a principal função lógica é a função SE. Esta função é fundamental para a análise de dados e a manipulação de grandes bases de dados, nas quais é necessário conduzir teste condicionais.

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5 - Inserindo gráficos

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

5

Inserindo gráficos

“A água dos rios que você toca é a última daquela que se foi e a primeira daquela que vem. Assim é o tempo presente.”

Leonardo da Vinci

5.1  Objetivos do capítulo

Uma maneira relativamente simples para apresentar informações contidas em tabelas consiste no uso de gráficos. O Excel apresenta inúmeras opções de gráficos, que podem ser inseridos de maneira simples e rápida. A versão

2007 do Excel tornou os gráficos mais suaves e melhores. Por outro lado, não foram criados novos tipos de gráficos.

Região

Norte

Sul

Leste

Oeste

Soma

Vendas

10

15

12

18

55

Figura 5.1  Vendas fictícias.

Para construir um gráfico com base nos dados apresentados, é preciso digitar os dados em uma planilha do Excel, conforme apresenta a Figura 5.2.

Este capítulo possui o objetivo geral de ilustrar as principais operações com gráficos no Excel. Especificamente, espera-se que ao final da leitura do capítulo o usuário seja capaz de montar gráficos padrão e formatá-los de acordo com sua necessidade, bem como tenha uma visão de quando utilizar cada tipo de gráfico do Excel.

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6 - Usando as funções matemáticas

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

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Usando as funções matemáticas

“Todo grande progresso da ciência resultou de uma nova audácia da imaginação.”

Os argumentos também podem ser constantes, fórmulas ou outras funções.

John Dewey

A sintaxe de uma função começa com o nome da função, seguido de um parêntese de abertura, os argumentos da função separados por vírgulas e um parêntese de fechamento. Se a função iniciar uma fórmula, digite um sinal de igual (=) antes do nome da função. Quando você for criar uma fórmula que contenha uma função, a Caixa de criação de fórmulas irá auxiliá-lo.

6.1  Objetivos do capítulo

As aplicações desenvolvidas em planilhas eletrônicas tornam-se muito mais simples e rápidas por meio do uso de funções prontas, que permitem realizar os mais diferentes procedimentos e operações.

Este capítulo inicia a apresentação do uso de funções no Excel, apresentando a categoria das funções matemáticas.

6.2  Usando funções prontas

As funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argumentos, em uma determinada ordem, denominada sintaxe. Por exemplo, a função SOMA adiciona valores ou intervalos de células, e a função PGTO calcula os pagamentos de empréstimos com base em uma taxa de juros, na extensão do empréstimo e no valor principal do empréstimo.

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1 - Conhecendo o Excel

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

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Conhecendo o Excel

“De invento em invento, por caminhos antes obscuros, atrevido se lança o pensamento.”

Javier de Burgos

1.1  Objetivos do Capítulo

No últimos anos, graças ao desenvolvimento da microinformática, muitas das técnicas quantitativas aplicáveis à gestão de custos e formação de preços tornaram-se mais simples e fáceis.

Técnicas relativamente complexas ou trabalhosas, como as análises de regressão e correlação, puderam ser facilmente executadas com um simples clique de mouse.

Este capítulo tem o propósito de expor a planilha eletrônica Microsoft Excel, especificamente na sua versão 2007, a qual apresenta uma série de alterações em comparação com as versões anteriores, e alguns dos seus principais recursos aplicáveis ao processo de gestão empresarial. No decorrer do texto, diversas funções aplicáveis à administração são discutidas.

1.2 �Conhecendo as novidades da versão 2007

Este livro utiliza a versão 2007 do Excel.

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