Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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6 - A relação Fisco x contabilidade: da Lei no 6.404/76 até o RTT

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

6

A relação fisco × contabilidade: da Lei no 6.404/76

Até o RTT

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a evolução histórica da legislação societária integrada com a legislação tributária desde 1976, chegando até o Regime Tributário de

Transição, que vigorou provisoriamente nos anos de 2008 e 2009, transformando-se em regime definitivo a partir de 2010 e valendo até o final de 2014. O conhecimento sobre o RTT é fundamental para compreensão do cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS nas empresas brasileiras, a partir das mudanças contábeis determinadas pelas Leis nos 11.638/07 e

11.941/09, regulamentadas para fins fiscais na Lei no 12.973/14. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer como o FISCO influenciou o desenvolvimento da contabilidade brasileira desde 1976. b. Compreender o que significa o RTT e os motivos para o regime ter sido opcional nos anos de 2008 e 2009 e obrigatório a partir de 2010. c. Entender qual foi a alternativa ao RTT nos anos de 2008 e 2009. d. Entender qual o tratamento fiscal e contábil adequado para os ajustes determinados pelo RTT. e. Começar o entendimento e compreensão da importância de calcular os ativos e passivos fiscais diferidos, a partir dos ajustes do RTT.

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2 - Princípios constitucionais tributários e hierarquia do sistema tributário nacional

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

2

Princípios constitucionais tributários e hierarquia do

Sistema Tributário Nacional

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Serão apresentados os princípios constitucionais tributários e também a hierarquia das leis brasileiras, com a explicação sobre o que significa cada tipo de normativo. Ao final do capítulo, será possível: a. Identificar e compreender a importância dos princípios constitucionais tributários, associando-os a alguns casos aplicáveis no sistema tributário vigente. b. Entender como funciona o processo de edição de normativos e a função específica de cada um deles.

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Capítulo 2

2.1 OS PRINCÍPIOS COMO BASE PARA AS

DEMAIS NORMAS JURÍDICAS

Os princípios constitucionais tributários prevalecem sobre todas as normas jurídicas, sendo que as mesmas somente são válidas se editadas em rigorosa consonância com eles.

A seguir, serão apresentados estes princípios, que foram definidos na Constituição de 1988, dentro do capítulo do Sistema Tributário Nacional.

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17 - Tributos com função regulatória

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

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Tributos com função regulatória

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar os tributos criados com objetivo de intervir na política econômica, cambial ou de comércio exterior. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Entender as regras básicas do II e os motivos para a não cobrança do

IE no Brasil. b. Compreender a importância do IOF e sua múltipla função. c. Distinguir a cobrança do IOF em cada item específico. d. Entender o fundamento básico e as regras de funcionamento da

CIDE.

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3/16/17 5:31 PM

270

Capítulo 17

17.1 O QUE É UM TRIBUTO COM FUNÇÃO

REGULATÓRIA

Os impostos com função regulatória pertencem à

União e servem para intervir na política econômica, cambial ou de comércio exterior. No Brasil, têm essa característica os impostos sobre comércio exterior, o

Imposto sobre Operações Financeiras, além da Contribuição sobre a Intervenção no Domínio Econômico. Como, em tese, esses tributos impactam de forma direta o preço final dos bens e serviços, entram na linha de tributação sobre o consumo, por isso ficam aqui nesta parte III do livro. Vamos falar um pouco de cada um deles.

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21 - Lucro presumido

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

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Lucro presumido

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o funcionamento do lucro presumido. No final do capítulo será possível: a. Identificar as empresas que não podem optar pelo lucro presumido, sendo obrigadas a calcular IR e CSLL com base no lucro real. b. Entender como se calcula o IR e a CSLL pelo lucro presumido e quando é possível a distribuição total de dividendos sem tributação. c. Analisar as situações em que o lucro presumido representa a melhor opção de tributação em relação ao lucro real.

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Capítulo 21

21.1 CONCEITO

O lucro presumido é uma forma de tributação que utiliza apenas as receitas da empresa para apuração do resultado tributável de IR e CSLL. Com isso, esses tributos são calculados por um resultado estimado, encontrado pela aplicação de percentuais definidos em lei.

O cálculo de IR e CSLL pelo lucro presumido tem um grau de simplicidade bem maior em comparação com o cálculo pelo lucro real.

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37 - Declaração de bens

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

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Declaração de bens

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar um dos pontos mais importantes da declaração anual de ajuste: a declaração de bens. Ao final deste capítulo, será possível: a. Identificar os bens que devem ser declarados e aqueles que não precisam ser informados na declaração de ajuste anual (DAA). b. Calcular corretamente o IR sobre ganhos de capital, principalmente na venda de imóveis.

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Capítulo 37

37.1 DECLARAÇÃO DE BENS

A declaração de bens é importantíssima para justificar a evolução patrimonial dos contribuintes. Representa uma informação tão relevante que, independentemente do modelo escolhido, se simplificado ou completo, deverá ser apresentada de forma detalhada. Mesmo sem rendimento tributável, é obrigado a fazer a declaração de imposto de renda o contribuinte com bens acima de R$ 300 mil.

37.2

BENS QUE DEVEM SER DECLARADOS

Os bens e direitos que devem ser declarados são os seguintes: a. imóveis, veículos automotores, embarcações e aeronaves, independentemente do valor de aquisição; b. outros bens móveis e direitos de valor de aquisição unitário a partir de R$ 5.000,00; c. saldos de conta-corrente bancária, caderneta de poupança e demais aplicações financeiras, de valor individual superior a R$ 140,00 no final do ano; e d. conjunto de ações, quotas ou quinhão de capital de uma mesma empresa, negociadas ou não em bolsa de valores, e de ouro, ativo financeiro, cujo valor de aquisição unitário seja igual ou superior a R$ 1.000,00.

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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Medium 9788522464302

5 Custeio por absorção versus custeio direto

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

5

Custeio por absorção versus custeio direto

O objetivo deste capítulo é confrontar os conceitos básicos do Custeio por Absorção com o Custeio Direto evidenciando que ambos objetivam responder a questões relevantes para o contexto em que foram desenvolvidos. Mostra-se também que o Custeio por

Absorção tende a espelhar o lucro em função do volume produzido enquanto o Custeio Direto tende a espelhar o lucro em função do volume vendido.

Os métodos de custeio têm recebido severas críticas por produzirem informações defasadas e inadequadas para o processo decisório. Parte dessas críticas resulta das mudanças introduzidas por novas tecnologias de produção e de gestão. É perceptível a mudança do ambiente operacional da indústria.

Do início do século passado, quando a tecnologia de base essencialmente mecânica norteou o paradigma da Produção em Massa,1 até os dias atuais, em que a tecnologia de base microeletrônica dita o novo paradigma da Produção

O conceito de produção em massa envolve grandes volumes, tarefas repetitivas e baixo custo e foi introduzido no início do século XX por Henry Ford ao aperfeiçoar os princípios da divisão do trabalho de Adam Smith e de Frederick Taylor. Ao decompor a montagem de carros em uma série de tarefas repetitivas, ele intensificou o ritmo de trabalho. Na linha de montagem de Ford, os trabalhadores ficavam submetidos à performance do maquinário e ao tempo imposto pelas esteiras mecânicas. O Fordismo fixava o trabalhador em um posto de trabalho e o objeto de trabalho era transportado sem a intervenção do operário. O filme Tempos Modernos, de Charlie

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12 Custeio direto e mix ótimo

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

12

Custeio direto e mix ótimo

O objetivo deste capítulo é mostrar como a estrutura do Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto facilita a identificação dos produtos que mais contribuem para o lucro da empresa. Mostra-se também que o mix ótimo obtido não é uma solução definitiva, mas o ponto de partida para análises adicionais.

O estilo gerencial adotado sob Custeio Direto consiste em encontrar o mix de produtos que, quando vendidos, maximizem a Margem de Contribuição

Total e, por consequência, o lucro.

O Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto, conforme mostrado na Tabela 12.1, evidencia que não é possível obter a informação de lucro por produto. Assim, o indicador de desempenho financeiro do produto

é a Margem de Contribuição.

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03/08/11 09:42

214

Gestão de Custos • Souza e Clemente

Tabela 12.1

Exemplo de uma DRE sob custeio direto.

A

Mix atual

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7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

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8 Absorção: custeamento ideal

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

8

Absorção: custeamento ideal

A busca de novos patamares de rentabilidade e de competitividade com base em liderança de custos centra-se na eficiência dos processos produtivos. Produtividade vem sendo a palavra-chave nas últimas décadas. Em termos gerais, produtividade consiste na relação entre o que é produzido (numerador) e o que

é consumido (denominador) por determinado processo. Se um processo consome todo o tempo a ele destinado (planejado) e não alcança o nível de produção esperado, então há ineficiência. Se o processo não permanece em operação todo o tempo previsto, diz-se que há ociosidade.

Uma das potencialidades do Custeio por Absorção é permitir o monitoramento dos processos em termos de volume e de recursos consumidos, inclusive o recurso tempo. A identificação das perdas de processo – recursos consumidos de forma anormal – é fundamental para seu aprimoramento. As perdas por ociosidade podem ser devidas a máquinas paradas, falta de materiais, falta de demanda etc. As perdas por ineficiência podem ter origem em equipamentos desajustados, operadores mal treinados, método de trabalho inadequado, trabalho mal organizado, material fora das especificações etc. Essas perdas representam custos fixos sem a contrapartida de produção, ou seja, representam um descompasso entre o potencial produtivo – capacidade instalada – e a produção alcançada.

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2 Conceitos relevantes

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

2

Conceitos relevantes

O objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos mais utilizados na gestão de custos e mostrar que interpretações contábeis e econômicas têm amplitudes diferentes. Mostra-se também que o conceito clássico de custos como consumo de recursos é insuficiente para explicar as relações de trocas que existem ao longo da cadeia de valor da empresa.

O conceito de custos está fortemente relacionado a outros. O presente capítulo constrói esse quadro conceptual.

2.1

Lucro

O lucro, presente e futuro, é um indicador da eficiência da administração em fazer o capital dos proprietários crescer e perpetuar sua fonte de remuneração.

Existem metodologias que permitem apurar o lucro de um empreendimento para um dado período. Em sentido amplo, pode-se dizer que o lucro, em dado período, é tudo o que se pode tirar da empresa de tal forma que, ao final do período, ela esteja em situação idêntica à que estava no início. Coube aos contadores aprimorarem o processo de mensuração do lucro pelo refinamento dos registros das transações empresariais ocorridas em certo período.

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Adriano Leal Bruni (8)
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Medium 9788522475490

3 Noções de Economia e Finanças

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

3

Noções de Economia e Finanças

Proporção: 10% a 15%

Parte III do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

3 �Noções de Economia e Finanças (proporção: 10% a

15%).

3.2.3 �Capitalização simples versus capitalização composta.

3.1  Conceitos básicos de economia.

3.2.4 �Índice de referência (benchmark) aplicado a produtos de investimento: conceito e finalidade.

3.1.1 �Indicadores econômicos: PIB, índices de inflação

(IPCA e IGP-M), taxa de câmbio, taxa Selic (over e meta), taxa CDI e TR: definição.

3.1.2  COPOM: finalidade e atribuições.

3.2.5  Volatilidade (conceito).

3.2.6 �Prazo médio ponderado de uma carteira de títulos: conceito e riscos associados.

3.2.1  Taxa de juros nominal e taxa de juros real.

3.2.7 �Marcação a mercado como valor presente de um fluxo de pagamentos (precificação e volatilidade: impactos de prazos e taxas).

3.2.2 �Taxa de juros equivalentes versus taxa de juros proporcional.

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Medium 9788522475490

2 Ética e Regulamentação

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

2

Ética e Regulamentação

Proporção: 10% a 15%

Parte II do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

2  Ética e Regulamentação (Proporção: de 10% a 15%).

2.1  Princípios éticos.*

2.1.1  Princípio de integridade.

2.1.2  Princípio de objetividade.

2.1.3  Princípio de competência.

2.1.4  Princípio de confidencialidade.

2.1.5  Princípio de da conduta profissional.

2.1.6  Princípio da probidade.

2.1.7  Princípio da diligência.

2.2 �Códigos de regulação e melhores práticas da

ANBIMA.

2.2.1 �Código ANBIMA de regulação e melhores práticas para os fundos de investimentos.

2.2.1.1  Propósito e abrangência.

2.2.1.2  Princípios gerais.

2.2.1.3 �Prospecto. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo, objetivo de investimento; política de investimento; fatores de risco, Selo ANBIMA.

2.2.1.4 �Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de investimento – Consultar o Código para fundos de investimento e as Diretrizes para publicidade e divulgação de material técnico de fundos de investimentos, disponível no site da

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4 Princípios de Investimento: Conceitos

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

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Simulado Geral

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

Simulado Geral

As regras da Anbima estabelecem que exame online é formado por 50 questões de múltipla escolha com 4 alternativas, com duração máxima igual a duas horas. Para ser aprovado é preciso acertar no mínimo 70% das questões. O exame de atualização é formado por 40 questões.

Com cinco alternativas, maior desafio!

Embora as normas do exame falem em quatro alternativas, todas as questões apresentadas ao longo deste livro foram propositalmente compostas por cinco alternativas cada uma. A inclusão de mais uma alternativa buscou elevar ligeiramente o nível do desafio associado às questões propostas neste livro!

A última parte deste livro apresenta um simulado da prova, formado por 80 questões e com distribuição coerente com as normas da ANBIMA, conforme apresenta a tabela seguinte.

Assunto

Percentual

Máximo

Questões

5

10

8

Ética

10

15

10

12,5

Economia e finanças

10

15

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7 Tributação

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tributação

Tópico consolidado1

Parte sobre Tributação do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

Tributação em fundos de investimentos.

6.4.4 Tributação.

5.9 Tributação.

6.4.4.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas dependendo do prazo, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.1 IOF.

5.9.2 �Imposto de Renda (IR): fato gerador, alíquotas

(conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo – e tempo de permanência da aplicação), bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.3 �Imposto de Renda (IR) – “come-cotas”: fato gerador, alíquotas (conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo), datas de incidência e responsabilidade de recolhimento.

5.9.4  Compensação de perdas no pagamento de IR.

Tributação em ações.

6.1.8 Tributação.

6.1.8.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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9 - Inserindo funções de data e hora

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

9

Inserindo funções de data e hora

As células da planilha anterior apresentam o mesmo valor: 38102. Na célula C3 o número aparece como de fato é compreendido pelo Excel. A célula C3 possui seu número formatado como Geral. Veja a Figura 9.2.

“Há quatro coisas que não voltam para trás: a pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida e o tempo passado.”

Anônimo

9.1  Objetivos do capítulo

Algumas funções do Excel possibilitam inúmeras operações com datas ou com valores temporais. Este capítulo possui o objetivo de apresentar as funções de data e hora do Excel.

9.2 �Usando funções de data e hora na gestão do negócio

Diversos são os usos de funções que envolvem cálculos com datas e horas nas aplicações empresariais. Um importante grupo de recursos do Excel é representado pelas funções de data e hora.

O Excel armazena datas como números de série sequenciais para que ele possa executar cálculos com esses números. O Excel armazenará 1o de janeiro de 1900 como número de série

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Medium 9788522461486

4 - Trabalhando com fórmulas simples

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

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Trabalhando com fórmulas simples

“Todo conhecimento vem da experiência.”

Immanuel Kant

4.1  Objetivos do capítulo

As operações mais elementares do Excel costumam envolver a inserção de fórmulas matemáticas simples e comandos como copiar, cortar e colar. De forma simples, o usuário deve ser capaz de desenvolver formulações algébricas, bem como utilizar com desenvoltura a função de cópia com referências relativas e absolutas do Excel.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar algumas das mais simples operações do

Excel, que envolvem fórmulas algébricas.

4.2  Entendendo as fórmulas

Uma fórmula é uma equação que analisa dados em uma planilha. As fórmulas efetuam operações, como adição, multiplicação e comparação em valores da planilha; além disso, podem combinar valores. As fórmulas podem referir-se a outras células na mesma planilha, a células em outras planilhas da mesma pasta de trabalho ou a células em planilhas em outras pastas de trabalho.

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Medium 9788522461486

17 - Programando com VBA

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

17 Programando com VBA

“A melhor maneira de explicar é fazendo”

Lewis Carroll

17.1  Objetivos do capítulo

Este capítulo possui o objetivo de descrever e ilustrar a operação das rotinas de programação do

Excel, através dos recursos da linguagem Visual

Basic for Aplications, ou, simplesmente, VBA.

Atualmente, é bastante comum o desenvolvimento de macros para a automatização de tarefas com o Excel nas empresas. As macros podem ser usadas para obter dados para um relatório, formatar uma tabela, gerar gráficos ou até mesmo gerar aplicações mais avançadas de simulação de cenários.

17.2  O que é o Visual Basic Aplication

Um determinado procedimento, que costuma ser aplicado de forma rotineira na operação de planilhas do Excel, pode ser automatizado através de rotinas armazenadas sob a forma de macros de planilha. Uma macro é uma sequência de comandos do Excel. As macros podem ser utilizadas para automatizar tarefas repetitivas que envolvem a execução de vários comandos por parte do utilizador. O Excel armazena informações sobre cada etapa realizada à medida que você executa uma sequência de comandos.

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11 - Usando funções de pesquisa, referência e gerenciamento de listas e bancos de dados

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

11 Usando funções de pesquisa, referência e

gerenciamento de listas e bancos de dados

“O que vemos depende principalmente do que estamos procurando.”

John Lubbock

11.1  Objetivos do capítulo

Um dos mais importantes usos do Excel refere-se à possibilidade de integração de diferentes bases de dados apresentadas em tabelas diversas. Pode-se, por exemplo, manter os códigos e caracterizações de produtos em uma tabela e, por meio apenas do uso dos códigos, desenvolver uma série de novas planilhas e aplicações.

As funções de pesquisa e referência possibilitam o emprego de recursos relacionados a bancos de dados nas operações do Excel. Uma das funções úteis do Excel nas aplicações desenvolvidas na empresa é a função PROCV.

11.3 �Entendendo a sintaxe das funções

As funções de referência do Excel apresentam alguns componentes comuns em sua sintaxe, apresentados como:

• ref: corresponde a uma referência a uma

Outras importantes funções discutidas ao longo do capítulo fazem referência ao gerenciamento de listas e bancos de dados.

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Medium 9788522461486

2 - Entendendo o básico

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

2

Entendendo o básico

“Não há nada constante, exceto a mudança.”

Heráclito

2.1  Objetivos do capítulo

A operação inicial com planilhas eletrônicas demanda a compreensão por parte do usário do que são os componentes básicos de uma planilha, representados por meio de pastas, planilhas, células, linhas, colunas.

De forma complementar, a navegação no

Excel e o uso dos seus recursos requer o conhecimento das suas barras de formatação, edição, status e outras.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar e conceituar os recursos mais elementares do Excel, permitindo a posterior apresentação dos recursos mais avançados.

2.2 �Identificando pasta de trabalho e planilhas

O Excel encontra-se estruturado em pastas, planilhas e células, nesta ordem hierárquica, conforme destaca a Figura 2.1. Uma pasta pode conter inúmeras planilhas, cada uma formada por um grande conjunto de células.

PASTAS > PLANILHAS > CÉLULAS

Figura 2.1  Hierarquia do Excel.

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