Aaker David (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808380

5. O Setor Alimentício se Adapta

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

122

Relevância de Marca

Além de cientistas e gurus da saúde, o governo tem uma função no discurso, pois ele valida ou se opõe a certas posições, comunica ideias e regula produtos. Um estudo da função de gurus, cientistas e governos, além de ajudar e dar contexto às estratégias das empresas do setor alimentício, também demonstra por que não é fácil prever e interpretar tendências. As tendências são poderosas, ambíguas e complexas e costumam flutuar.

As lições do setor alimentício sobre como lidar com tendências podem ser aplicadas a outras atividades. Todos os setores enfrentam o desafio de identificar, compreender, prever e às vezes influenciar as tendências que afetam os mercados. Os lojistas lidam com as tendências da moda, o desenvolvimento de materiais em vestuário, as preferências dos consumidores e assim por diante. A indústria automobilística precisa enfrentar questões de tecnologia, regulamentações governamentais, tendências de estilo, preferências dos consumidores, demografia e muito mais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

Epílogo: O Yin e o Yang da Batalha por Relevância

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

Epílogo

O Yin e o Yang da Batalha por Relevância

Não acabou até ter acabado.

—Yogi Berra

A

s dinâmicas do mercado e as opções estratégicas discutidas neste livro precisam ser colocadas em perspectiva. A batalha pela criação e manutenção da relevância de marca e por deixar os concorrentes para trás está ligada a um yin e a um yang. Precisamos analisar o lado ruim de uma estratégia orientada por relevância, não apenas o bom.

É verdade que a criação de novas categorias e subcategorias costuma envolver recompensas enormes. A concorrência sem concorrentes, ou então com adversários reduzidos ou enfraquecidos, é muito mais lucrativa do que uma guerra por preferência de marca, além de muito mais agradável. Mesmo que o período favorável na área competitiva seja limitado, ele ainda pode criar um fluxo de lucros, momento de mercado e base de clientes muito vantajosos

à medida que os concorrentes se tornam relevantes.

Também é verdade que o índice de empresas que têm sucesso na criação de espaços com pouca ou nenhuma concorrência é alta. Este livro explorou dezenas de casos do tipo, mas estes representam apenas uma pequena parcela do total. Podemos encontrar uma série de casos semelhantes aos da minivan da Chrysler, da Enterprise Rent-A-Car, da Go-Gurt da Yoplait, da SoBe, da

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

7. Avaliação

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

180

Relevância de Marca

O potencial do Segway era alto em 2001. Um dos principais financiadores previu que as vendas chegariam a 1 bilhão de dólares mais rápido do que qualquer outra empresa e que o produto seria tão importante quanto a Internet. Steve Jobs previu que o

Segway teria um impacto tão grande quanto o computador pessoal.¹ O próprio Kamen previu que o produto “seria para o carro o que o carro foi para a carroça”² e construiu uma fábrica enorme, com a capacidade de produzir quase 500 mil unidades por ano.³ A empresa estava avaliada em 600 milhões de dólares. Esperava-se que as vendas ficassem entre 50 mil e 100 mil unidades durante os primeiros 13 meses e depois continuassem a crescer. Em vez disso, as vendas não passaram de 30 mil unidades durante os primeiros sete anos.4

Por quê?

Não foi por falta de atenção. A propaganda do produto foi incrível. O Segway apareceu em programas de TV e em grandes revistas. Ele até fez parte da história de programas de TV populares, como o seriado Frasier. Celebridades usavam o Segway. Poucos produtos receberam mais atenção da mídia do que o Segway. Uma capa da revista New

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

3. Mudando o Mundo do Varejo

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Mudando o Mundo do Varejo

Eu não sei qual é o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar agradar todo mundo.

—Bill Cosby

Sem diferenciação não há inovação.

—A. G. Lafley, ex-CEO da P&G

O

s próximos três capítulos descrevem um conjunto de 20 estudos de caso de marcas que tentaram desenvolver novas categorias ou subcategorias em três setores da economia, algumas sem sucesso. Os casos oferecem uma boa perspectiva sobre os desafios e as complexidades da tarefa, mas também sobre os enormes ganhos de um esforço bem-sucedido. Coletivamente, o objetivo é entender de onde vêm as ideias, qual é o papel da interpretação e projeção de tendências, como categorias ou subcategorias são definidas, como as empresas têm sucesso ou por que uma ideia tropeçou ou fracassou, por que os concorrentes não conseguiram responder e como as barreiras aos concorrentes são erguidas.

Os três setores da economia oferecem contextos e esforços muito diferentes. O Capítulo 4 em especial, sobre a indústria automobilística, oferece insights sobre a resposta dos concorrentes e como ela não é considerada de modo isolado e sim sempre interligada com a estratégia da própria indústria.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

1. Vencendo a Batalha Por Relevânciade Marca

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

18

Relevância de Marca

outra. As marcas por trás da emergência e do reposicionamento das subcategorias se tornaram mais relevantes e conquistaram posições melhores no mercado, enquanto as outras que não eram relevantes para as novas categorias perderam suas posições, um exemplo marcante do que está por trás da dinâmica de mercado.

A Kirin e a Asahi foram as duas marcas principais durante o período. A Kirin, dominante entre 1970 e 1986, com inabaláveis 60% de participação de mercado, era a

“cerveja de quem ama cerveja”, bastante associada com o sabor encorpado e um pouco amargo das cervejas lager pasteurizadas. Foi uma grande carreira. Nenhuma oferta criava novas subcategorias para perturbar sua posição.

Surge a Asahi Super Dry

A Asahi, que em 1986 estava perdendo participação e caíra para menos de 10% do mercado, lançou a Asahi Super Dry no começo de 1987, uma cerveja mais refrescante e com gosto mais forte e menos ressaibo. O novo produto, com mais álcool e menos açúcar que as cervejas lager, além de usar uma levedura especial, atraía uma nova geração de bebedores de cerveja mais jovens. Seu apelo se devia em parte a uma imagem ocidental cuidadosamente construída pelo rótulo, pelos patrocinadores e pela propaganda.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Abdala M Rcio Moutinho Conejero Marco Antonio Oliveira Murilo Alvarenga (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597020977

1 Pensamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo de abertura, pretendemos conduzir o leitor para a compreensão das bases teóricas e suas perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica, assim como a evolução da estratégia nas organizações. Além disso, apresentamos a estrutura analítica dos saberes que compõem o livro, assim dividida: Fundamentos da Estratégia, Processo Estratégico, e Perspectivas e Fronteiras da Estratégia.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• As bases teóricas que fundamentam o pensamento estratégico.

• As perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica.

• A evolução da estratégia nas organizações.

• A estrutura analítica dos saberes que compõem o livro.

Não é exagero dizer que Administração Estratégica é uma das cadeiras mais complexas na formação de administradores(as). O argumento baseia-se em uma série de obstáculos inerentes ao próprio processo de ensino-aprendizagem que subjazem à disciplina, além de outras barreiras de cunho prático. Os diversos obstáculos enfrentados pela área, que serão mais bem descritos adiante, levam os principais teóricos do campo de conhecimento em Administração a questionarem recorrentemente seus pressupostos.1,4 A clássica obra Safári de estratégia estabelece uma analogia com a complexidade do campo e a fábula dos cegos e do elefante, informando que, em função da multiplicidade de “olhares” em relação ao fenômeno estratégia, torna-se um tanto quanto embaraçoso conhecê-lo em sua plenitude.5

Ver todos os capítulos
Medium 9788597020977

2 Posicionamento competitivo

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo visa discutir o conceito de estratégia competitiva com base na escola do posicionamento estratégico ou competitivo. Para tanto, iniciamos apresentando o conceito de posicionamento competitivo sob a ótica da estratégia, mas complementando-o pela ótica do marketing. Depois, evoluímos o debate mostrando que o conceito de orientação para o mercado é um facilitador do posicionamento competitivo. Feito isso, tratamos dos conceitos clássicos do modelo Diamante para obtenção de vantagens competitivas, o modelo das Cinco Forças competitivas para avaliação da atratividade da indústria, as estratégias genéricas de liderança em custo e diferenciação para o posicionamento competitivo, e a cadeia de valor para criação e captura de valor, todos eles propostos pelo autor de referência do capítulo, Michael Porter. Como uma visão alternativa e complementar à contribuição de Porter, em especial às estratégias genéricas para posicionamento competitivo, procuramos trazer as disciplinas de valor de Treacy e Wiersema e o modelo Delta de Hax e Wilde II que discutem um leque maior de estratégias para posicionamento competitivo, além da liderança em custo e diferenciação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597020977

9 Estratégia como prática

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

A partir da evolução do entendimento sobre estratégia, que vai de deliberada à emergente, resultando em um processo integrador, chegamos à perspectiva da estratégia como prática e do strategizing, que se caracteriza pela busca de um equilíbrio entre esses dois tipos de estratégia. O strategizing é resultante da intersecção entre os elementos: prática (atividades consolidadas da estratégia), práxis (como se realiza tal atividade estratégica, como se age) e praticantes (quem desenvolve a atividade, com seu know-how, comportamento, cognição, intenção e sentido), considerando as influências dos diferentes tipos de ambiente e os resultados alcançados, os quais podem modificar as escolhas estratégicas. Apresentamos, ainda, diferentes temas que sustentam a perspectiva da estratégia como prática, tais quais: a sociomaterialidade, em que os elementos materiais envolvidos no fazer estratégia estão articulados pela tecnologia, artefatos, elementos visuais e ferramentas com suas possibilidades de ação; o middle manager, que tem se apresentado como o articulador e um importante praticante da estratégia, que possibilita a interpretação da estratégia e das necessidades operacionais na interlocução entre o que é e o que precisa ser desenvolvido, culminando com o sentido que consegue gerar e atribuir ações e demandas do dia a dia organizacional; e a open strategizing, ou estratégia aberta, enfoque mais recente em termos de desenvolvimento teórico e prático no campo da estratégia que permite compreender o fazer estratégico como um produto da ação de diferentes stakeholders. A maior transparência nas informações e a inclusão dos diferentes atores no processo estratégico formam o pilar para sustentar a atuação dos praticantes no envolvimento crescente entre o social (comportamental e emocional) e o material (refletido na aplicação da tecnologia em uso) no alcance de melhores resultados para a vida diária das organizações. Assim, a estratégia adquire uma dimensão relativa ao que as pessoas fazem com todo o arcabouço teórico e ferramental da estratégia, e não somente o resultado de um processo de escolha racional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597020977

7 Execução estratégica – descrição da estratégia

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

As organizações têm grande dificuldade de tirar suas estratégias do papel. Denominamos este fenômeno problema da execução. Este capítulo, em conjunto com o próximo, destrincha o conhecimento e as técnicas de como fazer a estratégia acontecer. Vamos conhecer os autores clássicos sobre a execução estratégica e entender a metodologia de execução que envolve o balanced scorecard, proposto por Kaplan e Norton. Neste capítulo, iremos tratar detalhadamente da tradução da estratégia em termos operacionais − o que é um mapa estratégico, como construí-lo, como escolher indicadores e iniciativas estratégicas −, e usar exemplos do contexto brasileiro e latino-americano para ilustrar tais conceitos.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• O problema da execução.

• Os componentes do balanced scorecard.

• A elaboração de um mapa estratégico.

• Quais são as considerações importantes ao escolher indicadores estratégicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597020977

3 Visão baseada em recursos (VBR)

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo do livro é destinado a discutir aspectos relacionados com os recursos e capacidades organizacionais. Em mercados competitivos, as organizações travam uma luta constante pela obtenção e manutenção de uma posição de vantagem competitiva. Segundo a visão baseada em recursos, a posição de vantagem competitiva sustentável depende dos recursos e capacidades controlados pela organização. Recursos estratégicos são valiosos, raros, de difícil imitação e substituição, além de bem explorados pela organização. Capacidades são grupos complexos de habilidades e conhecimento acumulado que, exercidos nos processos organizacionais, permitem que a firma coordene suas atividades e faça uso de seus ativos. As competências essenciais são a combinação de recursos e capacidades que viabiliza a gama de linhas de produtos da firma, permitindo entregar um benefício fundamental para o consumidor. Em contextos altamente dinâmicos, a capacidade principal (e especial) de uma organização é a de mudar, inovar, adaptar, enfim, se adequar ao contexto. Essas capacidades especiais são conhecidas por capacidades dinâmicas. Baseado no conceito de recursos, o modelo de análise denominado VRIO considera quatro questões para analisar a situação interna da empresa: a questão do valor; a questão da raridade; a questão da imitação; e a questão da organização. A competição é um processo dinâmico que consiste na constante disputa entre as firmas por uma vantagem comparativa em recursos, que irá gerar uma posição de vantagem competitiva no mercado e, consequentemente, desempenho financeiro superior.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriana Moreira Amado (10)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520416624

Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Respostas dos Exercícios Propostos

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriano Proen A Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Jos Lamartine T Vora Junior Mario Sergio Salerno (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582603420

Capítulo 10 - Não ser não é não ter: engenharia não é ciência (nem mesmo ciência aplicada)

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Não ser não é não ter: engenharia não é ciência (nem mesmo ciência aplicada)

Édison Renato Silva | Domício Proença Júnior

n Introdução: os requisitos epistemológicos da inovação em engenharia

Inovar é oferecer algo diferente, distinto

Inovar, para uma organização, corresponde a desenvolver estratégias de negócio que permitam obter vantagens competitivas das mais diferentes ordens – em custos de processo, desempenho de produto, financiamento ou marketing. Inovação acabou se tornando uma palavra-performance, sem conteúdo próprio, aberta às mais diferentes flexões em seu significado, um código para assinalar algo que expressa a possibilidade ou a realidade de uma estratégia de negócio, ou política pública, ou proposta de ação exitosa. Essa prática contamina a literatura dos estudos em inovação, até o ponto de a inovação ser tão ampla que se confunde com tudo o que possa ser relevante para a organização, sendo diferente, distinto, ou não.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603420

Capítulo 11 - Design science e design science research: um passo adiante no sentido da pesquisa científica voltada à inovação

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Design science e design science research: um passo adiante no sentido da pesquisa científica voltada à inovação

Aline Dresch | Daniel Pacheco Lacerda

Ione Maria Ghislene Bentz

n Apresentação

Antes de qualquer coisa, cabe explicitar alguns pressupostos que permeiam este texto. Primeiramente, utiliza-se este espaço como um ambiente que permite a livre expressão das ideias. Tal espaço vem sendo paulatinamente reduzido e desvalorizado pela comunidade acadêmica, que exige resultados cada vez mais pragmáticos e imediatos para a expressão das reflexões. Dessa forma, há pouco espaço para textos especulativos, que permitam olhar para além das fronteiras disciplinares ou forneçam uma contribuição específica para uma disciplina ou área de investigação.

Em segundo lugar, trata-se de uma tentativa de fazer avançar as reflexões de pesquisa sobre a design science e a design science research. Boa parte das discussões apresentadas aqui são tentativas de encaminhamento de respostas ao memorável workshop realizado em

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603420

Capítulo 3 - Inovação secundária e o desenvolvimento da indústria chinesa

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Inovação secundária e o desenvolvimento da indústria chinesa

Adriano Proença

n Apresentação

Durante o transcorrer do projeto Pró-Engenharia Gestão de Operações em Organizações

Inovadoras, o autor deste capítulo foi convidado a coordenar um estudo exploratório sobre a dimensão tecnológica da competitividade da indústria chinesa na República Popular da China. O estudo, demandado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República à COPPE/UFRJ, foi concluído em julho de 2011 (Proença et al., 2011). Em novembro de 2011, em um seminário aberto ao público e amplamente divulgado, promovido pela SAE/PR e pela COPPE/UFRJ, foram apresentados seus principais resultados.

Este capítulo tomou por base um dos textos preparados pelo autor para o estudo, avançando ao incorporar os debates feitos nas apresentações e as contribuições oriundas das discussões realizadas no contexto dos workshops e missões do Pro-Engenharia. Portanto, diversos pontos aqui considerados devem sua origem ou aperfeiçoamento a colocações de outros, a quem o autor sinceramente agradece.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603420

Capítulo 4 - Papel da propriedade intelectual no processo inovativo

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Papel da propriedade intelectual no processo inovativo1,2

Dirceu Yoshikazu Teruya | Araken Alves de Lima

Eduardo Winter

n Introdução

A inovação tem sido um instrumento importante para a competitividade das firmas. O processo de inovação nesses ambientes requer o estabelecimento de competências complexas em vários níveis, como a identificação das próprias fontes de inovação. Esse desafio exige um modelo de gestão que incorpore a capacidade de identificação interna e externa de conhecimentos relevantes tanto para o processo produtivo quanto para o entendimento dos mercados nos quais a firma está inserida. Ainda, requer habilidades de interação com outros agentes, colaborativos e/ou concorrentes, para estruturar o sistema interno de inovação, bem como a capacidade de apropriar-se dos resultados da atividade inovativa, por meios jurídicos e/ou não jurídicos.

Consequentemente, a atividade inovativa não resulta apenas das atividades dos centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de firmas isoladas, mas também das formas de cooperação e concorrência que se estabelecem entre as várias firmas de modo intra e intersetorial. A motivação para o trabalho cooperativo vem do fato de o processo de inovação se caracterizar pela não linearidade entre ciência, tecnologia e inovação, mas por uma acentuada complementaridade entre esses elementos. Acrescenta-se a isso o fato de que a incerteza e os riscos inerentes ao processo de inovação e investimentos em P&D funcionam como um fator estimulador da cooperação entre os agentes, uma vez que eles não detêm todas as competências para a geração de inovações, seja de processo, seja de produto. Isso significa que há questões de ordem técnica que impõem a necessidade da cooperação em prol da inovação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603420

Capítulo 1 - Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias

Adriano Proença; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior; José Lamartine Távora Junior; Mario Sergio Salerno; Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias

Abraham Benzaquen Sicsú

n Apresentação

A correlação direta da taxa de crescimento de um país com sua dinâmica de inovação

é consenso. Toda grande crise capitalista demanda, para sua superação, a destruição do capital existente, reformulando a base produtiva e introduzindo profundas alterações na economia real. A preocupação com políticas oficiais que garantam a consistência do processo deve se centrar na identificação de prioridades e na definição de programas para o setor de ciência, tecnologia e inovação adequados às novas lógicas das áreas produtivas e que, ainda, sirvam de suporte à configuração que venha a se desenhar.

Este texto alerta sobre a necessidade atual de estabelecer pré-requisitos que embasem esse discurso, principalmente a definição de um padrão de financiamento para o setor que assegure o compromisso e a articulação de interesses adequados para consolidar essa estratégia. Na concepção aqui defendida, a maneira como os três pilares básicos do processo de desenvolvimento – o Estado, o capital privado nacional e o privado estrangeiro

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriano S Rgio (25)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 25 – CPC 36 (R3) DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

CPC 36 (R3)

DEMONSTRAÇÕES

CONSOLIDADAS

1. CONCEITO DE CONSOLIDAÇÃO

As demonstrações consolidadas representam as demonstrações contábeis de um grupo econômico, em que ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa da controladora e de suas controladas são apresentados como se fossem uma única entidade econômica.

Demonstrações

Cia Alfa controladora

Demonstrações

+

Cia Beta controlada

Demonstrações

+

Cia Gama controlada

=

Demonstrações consolidadas

Grupo Econômico

Não existe consolidação entre entidades coligadas, apenas entre controladoras e controladas.

2. OBRIGATORIEDADE DE CONSOLIDAÇÃO

Atenção com relação à obrigatoriedade das demonstrações consolidadas, pois existem diferenças entre a legislação societária e a Instrução CVM no 247/96.

De acordo com o artigo 249 da Lei no 6.404/76, a companhia aberta que tiver mais de 30% (trinta por cento) do valor do seu patrimônio líquido representado por investimentos em sociedades controladas deverá elaborar e divulgar, juntamente com suas demonstrações financeiras, demonstrações consolidadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 18 – CPC 24 EVENTO SUBSEQUENTE

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

CPC 24

EVENTO SUBSEQUENTE

1. OBJETIVO DO CPC 24

O objetivo do CPC 24 é determinar: a. quando a entidade deve ajustar suas demonstrações contábeis com respeito a eventos subsequentes ao período contábil a que se referem essas demonstrações; e b. as informações que a entidade deve divulgar sobre a data em que é concedida a autorização para emissão das demonstrações contábeis e sobre os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem essas demonstrações.

!  Importante

O CPC 24 também estabelece que a entidade não deve elaborar suas demonstrações contábeis segundo o pressuposto da continuidade se os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações indicarem que o pressuposto da continuidade não é apropriado.

2. ALCANCE DO CPC 24

O CPC 24 deve ser aplicado na contabilização e divulgação de eventos subsequentes ao período a que se referem as demonstrações contábeis.

3. EVENTO SUBSEQUENTE

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 19 – CPC 25 PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

CPC 25

PROVISÕES, PASSIVOS

CONTINGENTES E ATIVOS

CONTINGENTES

1. OBJETIVO DO CPC 25

O objetivo do CPC 25 é estabelecer que sejam aplicados critérios de reconhecimento e bases de mensuração apropriados a provisões e a passivos e ativos contingentes e que seja divulgada informação suficiente nas notas explicativas para permitir que os usuários entendam a sua natureza, oportunidade e valor.

2. ALCANCE DO CPC 25

O CPC 25 deve ser aplicado por todas as entidades na contabilização de provisões, passivos e ativos contingentes.

3. FORA DO ALCANCE DO CPC 25

O CPC 25 não se aplica na contabilização de provisões, passivos contingentes e ativos contingentes:

■■ que

resultem de contratos a executar, a menos que o contrato seja oneroso; e

■■ cobertos

por outro Pronunciamento Técnico.

Contratos a Executar

Os contratos a executar são contratos pelos quais nenhuma parte cumpriu qualquer das suas obrigações ou ambas as partes só tenham parcialmente cumprido as suas obrigações em igual extensão. O CPC 25 não se aplica a contratos a executar a menos que eles sejam onerosos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 04 – CPC 02 (R2) EFEITOS DAS MUDANÇAS NAS TAXAS DE CÂMBIO E CONVERSÃO DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 04

CPC 02 (R2)

EFEITOS DAS MUDANÇAS

NAS TAXAS DE CÂMBIO

E CONVERSÃO DE

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1. INTRODUÇÃO

No século XX, devido às necessidades de os investidores realizarem investimentos cada vez mais distantes de suas fronteiras geográficas, por causa da localização dos recursos minerais, logística, mão de obra mais barata etc., surgiu a economia globalizada. Atualmente existem milhares de investidores, em diversos países, que procuram parceiras distantes, com a finalidade de multiplicar os seus investimentos, e consequentemente ampliar as suas fronteiras comerciais, e nesse sentido o CPC 02 vem ao encontro dessa imposição da economia globalizada.

2. OBJETIVO DO CPC 02

Uma entidade pode manter atividades em moeda estrangeira na forma de operações no exterior, transações em moedas estrangeiras e apresentação das suas demonstrações contábeis em uma moeda estrangeira.

Atividades em moeda estrangeira

=

Operações no exterior

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 01 – IASC, FASB, IASB E CPC

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 01

IASC, FASB, IASB E CPC

■■ A

sigla IASC significa International Accounting Standards Committee.

■■ A

tradução de IASC é Fundação Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade.

■■ A

sigla IAS significa International Accounting Standard.

■■ A

tradução de IAS é Normas Internacionais de Contabilidade.

■■ A

sigla FASB significa Financial Accountanting Standards Board.

■■ A

tradução de FASB é Conselho de Normas de Contabilidade Financeira.

■■ A

sigla IASB significa International Accounting Standards Board.

■■ A

tradução de IASB é Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade.

■■ A

sigla IFRS significa International Financial Reporting Standards.

■■ A

tradução de IFRS é Normas Internacionais de Relatório Financeiro.

■■ A

sigla CPC significa Comitê de Pronunciamentos Contábeis.

■■ A

sigla ABRASCA significa Associação Brasileira das Companhias Abertas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais