Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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Medium 9788597011708

11 - IPI – Imposto sobre produtos industrializados

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

11

IPI – Imposto sobre Produtos

Industrializados

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Discorrer de forma geral sobre o IPI, trazendo as principais regras aplicáveis a este imposto federal. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Ter uma noção geral do IPI, seu fato gerador, base de cálculo e sistema de créditos. b. Contabilizar o IPI, tanto em empresas industriais como nas empresas comerciais.

PEGAS.indb 165

3/16/17 5:31 PM

166

Capítulo 11

11.1 CRÉDITOS PARA RODOLFO CASTRO E

ARNAUD SILVA

O IPI é o imposto que menos acompanho dentre os impostos sobre a renda e o consumo. Para escrever este capítulo, contei com a preciosa colaboração de dois grandes professores: o meu amigo, Mestre Rodolfo Castro Sousa Filho, companheiro de cursos de

Pós-Graduação, onde lecionamos as disciplinas de

Contabilidade Tributária; e o Professor Arnaud Silva, que também atua na área tributária, uma simpatia em pessoa. O sincero agradecimento a Rodolfo e Arnaud pelo material cedido, base para desenvolvimento deste capítulo, o que não me exime de responsabilidade por eventuais erros aqui cometidos.

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8 - A Lei no 12.973/14 e a integração do Fisco com a contabilidade moderna aplicada no Brasil

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

8

A LEI No 12.973/14 E A INTEGRAÇÃO

DO FISCO COM A CONTABILIDADE

MODERNA APLICADA NO BRASIL

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a Lei no 12.973/14, que validou a MP no 627/13, trazendo os detalhes dos principais artigos, principalmente aqueles relacionados à aplicação dos dispositivos que integram a contabilidade moderna com a legislação tributária. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer as principais mudanças introduzidas pela Lei no 12.973/14 no cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS. b. Saber como funcionou o fim do RTT com a aplicação da Lei no 12.973/14 e quais os impactos para quem fez a opção por aplicar a nova lei em 2014 ou só em 2015. c. Entender e aplicar adequadamente o critério da rastreabilidade sugerido na lei e na IN RFB no 1.515/14. d. Responder às perguntas mais relevantes sobre a aplicação prática da

Lei no 12.973/14.

PEGAS.indb 103

3/16/17 5:30 PM

104

Capítulo 8

Art. 1o O Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, a Contribuição para o PIS/

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14 - ISS – Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

14

ISS – Imposto sobre Serviços de qualquer natureza

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o ISS, explorando alguns detalhes deste imposto, que é a principal fonte de receitas dos municípios grandes e médios. No final do capítulo, espera-se que seja possível ao leitor: a. Conhecer a estrutura básica do ISS e suas peculiaridades. b. Identificar os serviços em que há cobrança do imposto. c. Compreender a dificuldade para realizar o recolhimento ao município que deve ter direito ao imposto.

PEGAS.indb 211

3/16/17 5:31 PM

212

Capítulo 14

14.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA

O Imposto sobre Serviços foi criado por volta da metade do século XX, devido à preocupação dos estados modernos com a substituição do imposto geral sobre o volume de vendas por um imposto sobre o valor acrescido, não cumulativo. Este modelo consiste em aplicar, aos bens e serviços, um imposto geral sobre o consumo exatamente proporcional ao preço dos bens e serviços, independentemente do número de transações que intervenham no processo de produção e de distribuição anterior à fase da imposição.

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Medium 9788597011708

29 - Lucro arbitrado

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

29

Lucro arbitrado

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a regra geral de arbitramento do lucro. No final do capítulo será possível entender quando o lucro das empresas será arbitrado e as possibilidades existentes.

PEGAS.indb 425

3/16/17 5:31 PM

426

Capítulo 29

29.1 REGRA GERAL

29.2 FORMAS DE ARBITRAMENTO

O art. 530 do Regulamento do Imposto de Renda (Decreto no 3.000, de 1999) detalha as hipóteses em que o lucro da pessoa jurídica será arbitrado:

Existem duas formas para arbitramento do lucro: quando conhecida a receita bruta e quando esta não for conhecida.

1. escrituração imprestável;

29.2.1 RECEITA BRUTA CONHECIDA

2. não apresentação de livros comerciais ou fiscais ou apresentação do livro razão em ordem não adequada; ou

Quando a receita bruta for conhecida, o lucro arbitrado, para fins de IR, será determinado mediante a aplicação dos percentuais utilizados no lucro presumido, acrescido de 20%. Assim, uma empresa comercial que tenha seu lucro arbitrado deverá chegar à base de cálculo do IR, aplicando sobre a receita bruta o percentual de 9,6%, que se refere aos 8% da atividade mais 20% sobre 8%, que dá 1,6%. As empresas de serviços utilizam 38,4% (32% mais 20% sobre 32%, que dá 6,4%).

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2 - Princípios constitucionais tributários e hierarquia do sistema tributário nacional

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

2

Princípios constitucionais tributários e hierarquia do

Sistema Tributário Nacional

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Serão apresentados os princípios constitucionais tributários e também a hierarquia das leis brasileiras, com a explicação sobre o que significa cada tipo de normativo. Ao final do capítulo, será possível: a. Identificar e compreender a importância dos princípios constitucionais tributários, associando-os a alguns casos aplicáveis no sistema tributário vigente. b. Entender como funciona o processo de edição de normativos e a função específica de cada um deles.

PEGAS.indb 21

3/16/17 5:30 PM

22

Capítulo 2

2.1 OS PRINCÍPIOS COMO BASE PARA AS

DEMAIS NORMAS JURÍDICAS

Os princípios constitucionais tributários prevalecem sobre todas as normas jurídicas, sendo que as mesmas somente são válidas se editadas em rigorosa consonância com eles.

A seguir, serão apresentados estes princípios, que foram definidos na Constituição de 1988, dentro do capítulo do Sistema Tributário Nacional.

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Ademir Clemente Alceu Souza (26)
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Medium 9788522464302

1 Introdução

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução

O objetivo deste capítulo é posicionar o tema relativo a custos no âmbito das decisões empresariais. Os custos não acontecem por acaso: decorrem de decisões de investimentos anteriores. A disponibilidade de informações internas e externas delineia possíveis posicionamentos competitivos que influenciam as decisões de investimento em termos de escala, de processo e de formas de gestão. Essas escolhas definem, em parte, a estrutura de custos de uma empresa e delimitam o espaço para a busca de eficiência.

Cabe aos gestores tomarem as decisões para maximizar a criação de valor para a empresa. Para tanto, são delineadas e implementadas estratégias competitivas. A empresa é a entidade que congrega os agentes responsáveis pelas ações cujo objetivo é aumento da riqueza, ou seja, ela é o locus de crescimento do capital. Assim, a empresa é o capital materializado e em expansão, segundo uma perspectiva de longo prazo, e será um empreendimento atrativo enquanto puder convencer o investidor, proprietário do capital a, no mínimo, manter aplicada sua parcela de capital. Para manter o investidor e também para atrair novos investidores, a empresa deve remunerar o capital aplicado e também mostrar perspectivas de remuneração futura. Essa expectativa de remuneração, necessariamente, dependerá da capacidade da empresa de gerar lucros presentes e futuros. A manutenção do capital aplicado somente se dará se a empresa criar expectativas de remuneração de seus investidores a uma taxa, no mínimo, igual

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Medium 9788522464302

14 Custo e preço: obviedades e incertezas

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

14

Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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Medium 9788522464302

13 Custeio Baseado em Atividades (ABC)

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

13

Custeio Baseado em

Atividades (ABC)

O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir os fundamentos do Custeio ABC e indicar, de forma ilustrativa, algumas aplicações.

Para facilitar, são feitas algumas comparações com o Custeio por

Absorção.

13.1

Origem do ABC

No início do século passado, quando os sistemas tradicionais de custeio foram desenvolvidos, os custos indiretos de fabricação eram residuais em comparação com os custos de mão de obra direta e de material direto.

As novas tecnologias de produção e de gestão alteraram substancialmente a estrutura de custo dos produtos e se refletiram em aumento generalizado dos custos indiretos de fabricação – CIFs a ponto de, atualmente, esses custos serem os mais representativos para boa parte da indústria. Como consequência, os métodos tradicionais de alocação dos CIFs – horas-MOD e horas-máquina – se revelam inadequados para mensurar a quantidade de recursos efetivamente consumidos pelos produtos.

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Medium 9788522464302

12 Custeio direto e mix ótimo

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

12

Custeio direto e mix ótimo

O objetivo deste capítulo é mostrar como a estrutura do Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto facilita a identificação dos produtos que mais contribuem para o lucro da empresa. Mostra-se também que o mix ótimo obtido não é uma solução definitiva, mas o ponto de partida para análises adicionais.

O estilo gerencial adotado sob Custeio Direto consiste em encontrar o mix de produtos que, quando vendidos, maximizem a Margem de Contribuição

Total e, por consequência, o lucro.

O Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto, conforme mostrado na Tabela 12.1, evidencia que não é possível obter a informação de lucro por produto. Assim, o indicador de desempenho financeiro do produto

é a Margem de Contribuição.

ISBN_6430.indb 213

03/08/11 09:42

214

Gestão de Custos • Souza e Clemente

Tabela 12.1

Exemplo de uma DRE sob custeio direto.

A

Mix atual

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Medium 9788522450374

6 Projeção do fluxo de caixa

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen ePub Criptografado

Os capítulos anteriores tinham como pressuposto um fluxo de caixa com a seguinte configuração:

onde CF0 representa o investimento inicial e cada CFj (j = 1,..., n) representa o ingresso ou a saída de caixa no período j. Contudo, pouco se explicou a respeito da obtenção desses valores. Este capítulo objetiva eliminar essa simplificação, resgatando, ordenando e aplicando as informações necessárias para a projeção do fluxo de caixa.

Entende-se por investimento inicial todo o aporte de capital necessário para colocar o projeto em funcionamento. Usualmente é composto pelos investimentos em ativos fixos, despesas pré-operacionais e aporte inicial de capital de giro.

Os ativos fixos compreendem os terrenos, obras civis, máquinas e equipamentos, veículos, ferramentas, infra-estrutura de comunicação, hardware e software, móveis e utensílios etc. É a infra-estrutura básica. As edificações são, em geral, parte importante das obras civis e abrangem a administração, a fábrica ou setor de produção, os depósitos, cozinha industrial, refeitórios etc. As instalações elétricas, hidráulicas e cabeamentos de comunicação não fazem parte das obras civis por apresentarem vida útil e taxas de depreciação distintas. Tomando-se o Exemplo 5.1 do Capítulo 5 como referência, o investimento inicial poderia estar constituído segundo a Tabela 6.1.

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Adriana Moreira Amado (10)
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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Medium 9788520416624

Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Medium 9788520416624

Respostas dos Exercícios Propostos

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

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Adriano Leal Bruni (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522475490

4 Princípios de Investimento: Conceitos

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

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5 Fundos de Investimento

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

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Medium 9788522475490

1 Sistema Financeiro Nacional

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

1

Sistema Financeiro Nacional

Proporção: 5% a 10%

Parte I do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – Versão 5.7

1 �Sistema Financeiro Nacional (Proporção: 5% a 10%).

1.1  Funções básicas.

1.1.1 �Função dos intermediários financeiros e definição de intermediação financeira.

1.2 Estrutura.

1.2.1 �Órgãos de regulação, autorregulação e fiscalização.

1.2.1.1  Conselho Monetário Nacional (CMN).

1.2.1.1.1 �Principais atribuições: regular a constituição e regulamentos das instituições financeiras; estabelecer medidas de prevenção ou correção de desequilíbrios econômicos; disciplinar todos os tipos de crédito.

1.2.1.2  Banco Central do Brasil (Bacen).

1.2.1.2.1 �Principais atribuições: autorizar o funcionamento e fiscalizar as instituições financeiras; emitir moeda; controlar crédito e capitais estrangeiros; executar as políticas monetária e cambial.

1.2.1.3  Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Medium 9788522475490

Simulado Geral

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

Simulado Geral

As regras da Anbima estabelecem que exame online é formado por 50 questões de múltipla escolha com 4 alternativas, com duração máxima igual a duas horas. Para ser aprovado é preciso acertar no mínimo 70% das questões. O exame de atualização é formado por 40 questões.

Com cinco alternativas, maior desafio!

Embora as normas do exame falem em quatro alternativas, todas as questões apresentadas ao longo deste livro foram propositalmente compostas por cinco alternativas cada uma. A inclusão de mais uma alternativa buscou elevar ligeiramente o nível do desafio associado às questões propostas neste livro!

A última parte deste livro apresenta um simulado da prova, formado por 80 questões e com distribuição coerente com as normas da ANBIMA, conforme apresenta a tabela seguinte.

Assunto

Percentual

Máximo

Questões

5

10

8

Ética

10

15

10

12,5

Economia e finanças

10

15

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Medium 9788522475490

6 Demais Produtos de Investimento

Adriano Leal Bruni Grupo Gen PDF Criptografado

6

Demais Produtos de Investimento

Proporção: 15% a 25%

Parte VI do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

6 �Demais produtos de investimento (proporção: 15% a

25%).

6.1 Ações.

6.1.1 Conceito.

6.1.2 �Tipos de ação: ordinária e preferencial – definição e direito dos acionistas.

6.1.3 �Canais de distribuição – tipos e principais características – CTVM, DTVM, agências bancárias e Internet (home broker).

6.1.4 �Oferta pública inicial de ações (IPO). Definição e entendimento dos conceitos: período de reserva, possibilidade de ocorrência de rateio, ordem limitada e a mercado.

6.1.5 �Definições: ganhos de capital; dividendos; juros sobre capital próprio; bonificação; subscrição; desdobramento (split) e grupamento.

6.1.6  Riscos inerentes ao produto.

6.1.6.1  Risco da empresa: conceito.

6.1.6.2  Risco de mercado: conceito.

6.1.6.3  Risco de liquidez: conceito.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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Medium 9788522461486

5 - Inserindo gráficos

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

5

Inserindo gráficos

“A água dos rios que você toca é a última daquela que se foi e a primeira daquela que vem. Assim é o tempo presente.”

Leonardo da Vinci

5.1  Objetivos do capítulo

Uma maneira relativamente simples para apresentar informações contidas em tabelas consiste no uso de gráficos. O Excel apresenta inúmeras opções de gráficos, que podem ser inseridos de maneira simples e rápida. A versão

2007 do Excel tornou os gráficos mais suaves e melhores. Por outro lado, não foram criados novos tipos de gráficos.

Região

Norte

Sul

Leste

Oeste

Soma

Vendas

10

15

12

18

55

Figura 5.1  Vendas fictícias.

Para construir um gráfico com base nos dados apresentados, é preciso digitar os dados em uma planilha do Excel, conforme apresenta a Figura 5.2.

Este capítulo possui o objetivo geral de ilustrar as principais operações com gráficos no Excel. Especificamente, espera-se que ao final da leitura do capítulo o usuário seja capaz de montar gráficos padrão e formatá-los de acordo com sua necessidade, bem como tenha uma visão de quando utilizar cada tipo de gráfico do Excel.

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Medium 9788522461486

16 - Facilitando os cálculos com o Atingir Meta e o Solver

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

16 Facilitando os cálculos com o

Atingir Meta e o Solver

“... esse episódio de imaginação a que chamamos realidade.”

Fernando Pessoa

16.1  Objetivos do capítulo

As operações quantitativas feitas no Excel são muito facilitadas pelo uso de duas ferramentas importantes: o Atingir Meta e o Solver. Ambos permitem obter de forma rápida e eficiente respostas para diversas situações apresentadas em planilhas.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar os dois importantes recursos do Excel.

excel.indb 260

Figura 16.1  Recurso Atingir Meta.

16.2  Atingindo as metas de forma fácil

o valor desejado do lucro, basta parametrizar a função Atingir Meta conforme exibido na Figura 16.2.

O recurso Atingir Meta consiste em uma ferramenta bastante útil na solução de equações algébricas. Pode ser acessado através de opção sempre disponível no Excel, através do menu Dados, categoria Ferramentas de dados > Teste de

Hipóteses > Atingir Meta. Veja a Figura 16.1.

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Medium 9788522461486

7 - Trabalhando com funções de texto e de informação

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

7

Trabalhando com funções de texto e de informação

“Só existem dois dias em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para acreditar, amar, fazer e principalmente viver.”

Dalai Lama

7.1  Objetivos do capítulo

O Excel permite que operações que envolvam a busca de informações sobre a planilha ou sobre as operações nela realizadas sejam simplificadas por meio do uso de funções de informação. De forma similar, quando desejamos realizar operações que envolvam textos no Excel, podemos contar com o apoio de funções de texto.

Este capítulo apresenta o uso das funções de texto e de informação do Excel.

7.2 �Usando funções de texto e de informação na empresa

As funções de texto e de informação representam um dos mais usuais grupos de funções do

Excel, especialmente quando as bases de dados analisadas são importadas de outros sistemas.

É comum que os dados, ao serem importados via ferramenta de importação/exportação de outros sistemas, ao serem abertos no Excel apareçam desformatados. Pode-se citar o exemplo do sistema ERP SAP/R3, da fabricante alemã SAP. Os dados podem ser salvos do banco de dados do sistema no formato do Excel (*.xls).

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12 - Operando as funções financeiras

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

12 Operando as funções financeiras

“Quando eu era jovem, pensava que o dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, tenho certeza.”

do anterior. A capitalização do valor futuro está apresentada na Figura 12.1.

Oscar Wilde

12.1  Objetivos do capítulo

Um grupo de funções do Excel facilita as operações básicas da matemática financeira na planilha. De um modo geral, as funções financeiras do Excel operam no denominado regime dos juros compostos. Dentre as mais usuais funções financeiras, destacam-se as apropriadas para o cálculo do valor presente, do valor futuro, da taxa e do número de períodos.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar o uso das funções financeiras no Excel, ilustrando o seu emprego com inúmeros exemplos.

12.2  Operando os juros sobre juros

As funções financeiras do Excel trabalham exclusivamente no regime de capitalização composta ou, simplesmente, regime de juros compostos. Neste regime, a incidência de juros ocorre sempre de forma cumulativa. A taxa de juros incidirá sobre o montante acumulado no final do período anterior. Ou seja, existirá o mecanismo da incidência dos “juros sobre juros”.

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4 - Trabalhando com fórmulas simples

Adriano Leal Bruni, Roberto Bazileiro Paixão Grupo Gen PDF Criptografado

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Trabalhando com fórmulas simples

“Todo conhecimento vem da experiência.”

Immanuel Kant

4.1  Objetivos do capítulo

As operações mais elementares do Excel costumam envolver a inserção de fórmulas matemáticas simples e comandos como copiar, cortar e colar. De forma simples, o usuário deve ser capaz de desenvolver formulações algébricas, bem como utilizar com desenvoltura a função de cópia com referências relativas e absolutas do Excel.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar algumas das mais simples operações do

Excel, que envolvem fórmulas algébricas.

4.2  Entendendo as fórmulas

Uma fórmula é uma equação que analisa dados em uma planilha. As fórmulas efetuam operações, como adição, multiplicação e comparação em valores da planilha; além disso, podem combinar valores. As fórmulas podem referir-se a outras células na mesma planilha, a células em outras planilhas da mesma pasta de trabalho ou a células em planilhas em outras pastas de trabalho.

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