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Medium 9788520424971

22. Turismo, Proteção Ambiental e Sustentabilidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Turismo,

Proteção Ambiental e Sustentabilidade

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Gilda Collet Bruna

Arquiteta e Urbanista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

INTRODUÇÃO

Quando o turismo passa de simples ócio a uma atividade de geração de trabalho e renda e pode, assim, gerar impacto positivo nas comunidades urbanas?

A resposta mais comum de se encontrar a esta pergunta é o fato de que, freqüentemente, o turismo surge como uma atividade complementar.

Mas como atividade complementar ou principal, o impacto ambiental está presente e merece um enfoque prioritário, para que seus efeitos negativos não acabem comprometendo o próprio potencial turístico do lugar.

Os casos de recursos naturais paisagísticos como praias, lagos e montanhas são, em geral, aqueles com poder inicial de atração, até mais sazonal; no entanto, com o tempo, acabam se tornando uma atividade turística regular, que se intensifica em determinados períodos, como no verão, quando as praias são a força turística local, e no inverno, quando, devido às geadas e à neve, em alguns países, as montanhas tornam-se a principal atração.

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Medium 9788520424971

10. Avaliação Ambiental Estratégica no Turismo

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação Ambiental

Estratégica no Turismo

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Emílio Lèbre La Rovere

Engenheiro Elétrico e Economista, UFRJ

Diego do Nascimento Bastos

Economista, UFRJ

Heliana Vilela de Oliveira Silva

Engenheira Civil, UFMT

Izabella Mônica Vieira Teixeira

Bióloga, Secretaria de Estado do Meio Ambiente-RJ

INTRODUÇÃO

Vários instrumentos e procedimentos de Avaliação Ambiental (AA) têm sido desenvolvidos na perspectiva de atender, de forma efetiva, aos requisitos da gestão do meio ambiente.1 O processo de evolução da AA permite identificar uma concepção inicial, que busca complementar os projetos de desenvolvimento, concebidos sem a percepção dos potenciais danos ambientais, associados à sua implantação. Retrata, também, a formulação de um instrumento voltado a apoiar a tomada de decisão ambiental e que considera suas implicações sociais, econômicas e ambientais.

A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) surgiu em 1969, quando da publicação pelos Estados Unidos de sua Política Nacional de Meio

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Medium 9788520429372

4. Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

4 Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

Doris van de Meene Ruschmann

Edna Mello de Liz

Introdução

A visibilidade alcançada pela terceira idade nas últimas décadas foi marcada pela criação de novos espaços voltados para a congregação da po‑ pulação de mais idade, como os grupos de convivência de idosos, as escolas abertas para a terceira idade e as universidades direcionadas.

Esses programas estimulam a busca de autoexpressão e a valorização de identidades, abrindo espaços para que uma experiência inovadora possa ser vivida coletivamente e indicam que a sociedade brasileira está mais sensível às necessidades e desejos da pessoa idosa.

Algumas das atividades empenhadas em promover um envelheci­ men­to bem‑sucedido surgiram nos anos de 1960, como é o caso dos programas do Serviço Social do Comércio (Sesc), que abriram um espa‑

ço para que associados de mais idade pudessem fazer uma série de ativi‑ dades, predominando aquelas com enfoque no lazer e no turismo. Mas foi nos anos de 1980 que essas iniciativas proliferaram. Conselhos, co‑ mitês e comissões de atendimento da população idosa têm sido criados em âmbito municipal, estadual e federal. Programas estatais e de orga‑ nizações privadas de atenção direta a idosos carentes ou com níveis mais

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Medium 9788520431993

24. Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

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Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

LUDMILA DUTRA

Introdução

A tarefa de preparar pessoas para que assumam o papel de responsáveis pelo seu desenvolvimento e pela localidade onde vivem é buscada a cada dia pelas insti‑ tuições de ensino, preocupadas não em ofertar uma educação de quantidade, mas de qualidade, que tenham como premissa a realidade local e o desejo de progresso contínuo com a formação integral.

As escolas comunitárias1 que utilizam a Pedagogia da Alternância têm a preo‑ cupação, como parte do processo de ensino, de estimular a reflexão crítica sobre todos os atos dos indivíduos. Compreende que, para formar um cidadão ativo, ca‑ paz de mudar sua realidade, esta deve ser parte da construção do saber de uma so‑ ciedade, e não apenas receber desta conceitos e informações. Longe de ter a inten‑

ção de apresentar um modelo perfeito de educação, como a própria premissa do modelo prega, este é um experimento com a participação de todos os atores em uma ampla discussão.

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Medium 9788520424070

Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

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