Zysman Neiman (15)
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Capítulo 7 - Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

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7 Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

Heloana Giraldella

Zysman Neiman

Introdução

Os avanços que o debate socioambiental trouxe nas últimas décadas têm gerado, em diversos países do mundo, um aumento no número de áreas naturais protegidas. No Brasil, desde a criação do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG) em 1937, o número de Unidades de Conservação (UCs) cresceu significativamente.

Conforme discutido no Capítulo 5, foi aprovada no Brasil a

Lei n. 9.985, que instituiu, em 18 de julho de 2000, o Sistema

Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), visando ordenar a criação e adequar a gestão dessas áreas protegidas. Esse documento sugere que, no seu conjunto, as UCs poderiam redundar em um futuro promissor para a atividade do turismo em termos de geração de renda e empregos para a população brasileira, além da

Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

conservação de seus recursos socioambientais (Neiman, 2005). No entanto, como definido pelo próprio Snuc, para concretizar a geração de renda pelo turismo, é fundamental a realização de um intenso trabalho de planejamento e gestão dessas áreas protegidas, com a participação direta dos profissionais envolvidos com o uso público (incluindo aqui o turismo), para que se garantam os princípios conservacionistas por meio das melhores estratégias e práticas sustentáveis disponíveis.

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Capítulo 8 - Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

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8 Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

Isabela Barbosa Frederico

Zysman Neiman

Introdução

Apesar de o ecoturismo no Brasil, assim como em todo o mundo, vir se solidificando como uma proposta de conservação e também como uma forte atividade econômica, a construção de infraestruturas ecologicamente corretas para essa atividade ainda

é incipiente, sendo que as primeiras iniciativas nesse sentido começam a surgir no país apenas no início dos anos 2000.

Andersen (1995) salienta que para o fortalecimento da atividade é necessária uma união do poder público e da iniciativa privada no que tange ao incentivo de recursos técnicos, culturais e financeiros que possibilitem um turismo cuja prioridade seja a questão ambiental. Os projetos das instalações a serem implantadas na natureza deveriam levar em consideração a conservação

150

Turismo e meio ambiente no Brasil

e, para isso, seria necessária a criação de códigos de ética ambientais em projetos de turismo.

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Capítulo 11 - Turismo em território indígena

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11 Turismo em

território indígena

Tiago Juliano

Andréa Rabinovici

Ninguém respeita aquilo que não conhece. Precisamos mostrar quem somos, a força, a beleza, a riqueza da nossa cultura.

Só assim vão entender e admirar o que temos.

(Wabuá Xavante)1

Introdução

O turismo, enquanto prática social e atividade comercial, pode assumir uma versão étnica quando vivenciado, sobretudo, por meio de atividades de ecoturismo em comunidades tradicio1

Pensamento retirado de http://www.ideti.org.br/projetos.

Turismo em território indígena

nais. Parece, também, atender a uma demanda contemporânea de satisfação de expectativas de consumidores pós-modernos em relação ao contato e à vivência com grupos étnicos, tais como indígenas, quilombolas, entre outros, detentores de traços culturais peculiares e, muitas vezes, considerados exóticos. Nesse sentido, o turismo desenvolvido em terras indígenas é, segundo Leal (2007), motivado por interesses direcionados à cultura dessas comunidades, buscando conhecer seus costumes, tradições e crenças.

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Capítulo 13 - Certificações na atividade turística

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13 Certificações na

atividade turística

Renata Fronza Saraceni

Zysman Neiman

Introdução

Fazer com que o turismo, enquanto atividade econômica inserida no modelo neoliberal em uma sociedade do consumo, do descartável e da volatilidade seja sustentável é um grande desafio. Como preservar localidades para as gerações futuras, ou dar um atendimento com qualidade em um setor com alta rotatividade de funcionários que, na maioria das vezes, detêm baixa escolaridade?

Alguns autores já fizeram suas reflexões sobre o assunto. Para

Barretto (2005, p. 56) o desenvolvimento sustentável de uma localidade requer crescimento econômico, acompanhado de uma distribuição equilibrada da renda e da devida proteção dos recursos naturais – base das suas potencialidades –, com vistas a assegurar uma qualidade de vida adequada tanto

260

Turismo e meio ambiente no Brasil

para as atuais como para as futuras gerações. Esse processo se viabiliza com a participação efetiva da sociedade tanto nas atividades de planejamento como nas de gestão das atividades para o desenvolvimento.

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Capítulo 15 - Ética e ecoturismo

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15 Ética e ecoturismo

Débora de Moura Mello Antunes

Andréa Rabinovici

Introdução

O turismo é uma atividade que vem crescendo de forma sig­ nificativa e que, na maioria dos casos, gera expectativas de so­ luções rápidas aos problemas econômicos e sociais que afligem especialmente as comunidades receptivas, mas, além delas, os demais agentes envolvidos com a atividade. Tais promessas reais ou ilusórias de resolução de problemas, a partir da implementa­

ção de atividades turísticas, muitas vezes incorre na realização de um turismo descuidado de suas premissas mais básicas, como as questões éticas, raramente lembradas.

Assim, quando a atividade turística é realizada de maneira desordenada, sem averiguação constante de impactos, sem res­ peito às normas de regulamentação e de segurança e sem a preo­ cupação com a dimensão socioambiental, cultural e ética, pode

Ética e ecoturismo

causar danos irreversíveis, potencializando obstáculos que culminarão em uma situação de conflitos e problemas, cada vez mais complexa e de dis­ tante solução.

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Ricardo Amaral (13)
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Medium 9788520424070

Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

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Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

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Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

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Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

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Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

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Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

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Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

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Marlene Matias (8)
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Parte 3 – Aspectos complementares para a formação profissional

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FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ASPECTOS COMPLEMENTARES PARA A

3

PARTE

8

CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA

ANTECEDENTES HISTÓRICOS

T

odas as fórmulas, tipos de comportamentos e preceitos necessários ao bom desempenho social seguiram linhas de evolução características de cada cultura.

Os costumes de ordem social, religiosa e política das várias culturas humanas ditaram comportamentos protocolares que vieram a formar a cultura do cerimonial.

Na China, várias correntes contribuíram para a cristalização das normas de costumes. Para o observador ocidental, a principal contribuição foi de origem confuciana, no que diz respeito ao aspecto formal.

O riquíssimo simbolismo clássico da poesia chinesa e dos filósofos motivou, porém, fórmulas de grande sensibilidade, com alusões a evocações que determinaram, por exemplo, o lugar, a hora e a oportunidade para se abordar cada assunto.

Já os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte, o que mostra que os seus rituais funerários eram compostos de uma série de normas e costumes que possibilitassem a continuação da vida extraterrena e a sobrevivência do nome da pessoa, como: a conservação do corpo por meio do processo de mumificação, o aprovisionamento regular de alimentos e da possibilidade de superar os perigos e provas que poderiam dificultar e impedir o avanço deste para

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Introdução

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INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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Sumário

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sumário

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

Lista de abreviaturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. XVII

PARTE 1- FUNDAMENTOS BÁSICOS SOBRE EVENTOS. . . . . . . . . . . 1

Capítulo 1: Origem, evolução, conceitos e tipologia de eventos . . . . . 3

Conceitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Tipologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Capítulo 2: Noções de planejamento de eventos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Concepção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

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Lista de abreviaturas

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lista de abreviaturas

A&B

– Alimentos e Bebidas

ABM

– Associação Brasileira de Medicina

APM

– Associação Paulista de Medicina

BIE

– Bureau International des Expositions

Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

CBO

– Código Brasileiro de Ocupações

CCCAD – Comitê Consultivo do Cadastur

Cipa

– Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CLT

– Consolidação das Leis do Trabalho

Contru

– Departamento de Controle de Uso de Imóveis

Corde

– �Coordenadoria Nacional para Integração da

Pessoa Portadora de Deficiência

ECA

– Estatuto da Criança e do Adolescente

Ecad

– Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

Embratur – �Empresa Brasileira de Turismo, atual Instituto

Brasileiro de Turismo

Fiesp

– Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Fifa

– Fédération Internacionale de Football Association

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Apresentação

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

apresentaÇão

E

sta obra é resultado de pesquisas e estudos realizados nos últimos anos para complementar conteúdos que seriam utilizados em treinamentos e cursos de formação de recepcionista de eventos, assim como de observações efetuadas in loco durante a participação em eventos.

Após essas pesquisas e vivências, percebi que o profissional de recepção em eventos, além da formação técnica, que lhe fornece conhecimentos para desempenhar as funções pertinentes ao cargo, precisa de uma formação complementar sobre temas como cerimonial e protocolo, alimentos e bebidas, conhecimentos gerais e outros, que estão ligados diretamente com a atividade eventos e indiretamente com a sua função.

Diante do exposto, resolvi organizar este livro para disponibilizar e compartilhar os conteúdos que, acredito, são de suma importância para os profissionais de recepção em eventos e também para aqueles que desejam ingressar nessa atividade.

A obra está dividida em quatro partes, sendo a primeira destinada aos fundamentos básicos sobre eventos, na qual são apresentados temas como: origem e evolução dos eventos, conceitos, tipologia, noções de planejamento e organização de eventos, estrutura organizacional dos eventos, destacando seus componentes, os locais onde os eventos acontecem, o mercado de eventos e a legislação federal vigente do setor.

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Mario Carlos Beni (29)
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Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

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24. Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

24

Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

LUDMILA DUTRA

Introdução

A tarefa de preparar pessoas para que assumam o papel de responsáveis pelo seu desenvolvimento e pela localidade onde vivem é buscada a cada dia pelas insti‑ tuições de ensino, preocupadas não em ofertar uma educação de quantidade, mas de qualidade, que tenham como premissa a realidade local e o desejo de progresso contínuo com a formação integral.

As escolas comunitárias1 que utilizam a Pedagogia da Alternância têm a preo‑ cupação, como parte do processo de ensino, de estimular a reflexão crítica sobre todos os atos dos indivíduos. Compreende que, para formar um cidadão ativo, ca‑ paz de mudar sua realidade, esta deve ser parte da construção do saber de uma so‑ ciedade, e não apenas receber desta conceitos e informações. Longe de ter a inten‑

ção de apresentar um modelo perfeito de educação, como a própria premissa do modelo prega, este é um experimento com a participação de todos os atores em uma ampla discussão.

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Medium 9788520431993

23. Associativismo e cooperativismo como arranjos socioprodutivos de base comunitária – incubadora social

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23

Associativismo e cooperativismo como arranjos socioprodutivos de base comunitária – incubadora social

C A R L O S A L B E R T O C I O C E S A M PA I O

D A R I O L U I Z D I A S PA I X Ã O

Introdução

O associativismo, bem como sua derivação, o cooperativismo, mais do que ti‑ pologias organizacionais, podem ser compreendidos como modos coletivos de to‑ mada de decisão. Mesmo porque, caso não contenham componente ideológico, ou então uma racionalidade comunitária inspiradora, os grupos produtivos ficam fra‑ gilizados diante da lógica do mercado, isto é, a perspectiva instrumental acaba so‑ brepondo a substantiva, em vez de complementá‑la.

Não se quer dicotomizar entre economia de mercado e solidária, contudo, co‑ nhece‑se suas distinções, sem, no entanto, uma negar a outra. Tem‑se como pressu‑ posto que lógicas diferentes são possíveis de convivência, no entanto se opõem às hegemonias. Adota‑se, então, a ecossocioeconomia1 por entender que se deve atua­ lizar o debate quanto aos riscos do aquecimento global, avançando para as assime‑ trias que se apontam na economia solidária entre classes sociais (detentora ou não dos meios produtivos, como sugere o cooperativismo ideológico), mas também pa‑ ra as assimetrias entre modos de vidas tradicionais (bem como seus saberes) e ur‑ banos e, ainda, entre homem e natureza.

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Medium 9788520431993

20. A qualidade da experiência na visitação dos destinos turísticos

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

20

A qualidade da experiência na visitação dos destinos turísticos

J O S É M A N O E L G Â N DA R A

J Ú L I O D A C O S TA M E N D E S

M I G U E L M O I TA L

F L AV I N Y N A J A R A S A N T O S R I B E I R O

I TA M A R D E J E S U S S O U Z A

L U C I A N E A PA R E C I D A G O U L A R T

Introdução

A atividade turística, como não poderia ser diferente, acompanha a evolução da sociedade. Na passagem da modernidade para a pós‑modernidade, novas ten‑ dências vão se firmando. Para estudiosos do tema, como De Masi (2000), na con‑ temporaneidade, os valores associados à subjetividade, a sensibilidade e a emoção tendem a se sobrepor à racionalidade que, durante séculos, ditou os rumos do mun‑ do ocidental. Os produtos e serviços destinados a um público indistinto e massivo começam a ser pensados levando‑se em conta a individualidade.

Nesse contexto é que surgem conceitos como a economia da experiência (Pine

II e Gilmore, 1999) e a sociedade dos sonhos (Jensen, 1999) como modelos alterna‑ tivos à tradicional economia de serviços. Isso significa que a qualidade da experiên‑ cia turística vai estar cada vez mais centrada nas histórias e experiências vivencia‑ das. Assim, as empresas envolvidas nesse setor devem concentrar as suas ações a fim de proporcionar aos seus clientes experiências memoráveis no sentido emocio‑ nal, físico, intelectual e espiritual.

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6. Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

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6

Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

E D E G A R LU I S TO M A Z ZO N I

Introdução

As propostas de desenvolvimento do turismo, nos mais diversos âmbitos e ní‑ veis de abrangência territorial, justificam‑se pelo desenvolvimento socioeconômi‑ co, cujo sentido é a inclusão social, com base não somente em aspectos materiais, como renda e acesso ao consumo, mas também em aspectos emocionais, como sen‑ timento de aceitação, de pertencimento e de reconhecimento. O desenvolvimento

é um processo cíclico virtuoso, que se inicia com a mudança de mentalidades. A inclusão social e a qualidade de vida são fundamentos da sustentabilidade, pois o verdadeiro desenvolvimento é o sustentável.

O que os teóricos contemporâneos enfatizam é a força do institucionalismo, por meio da cooperação entre os agentes sociais, visando retornos coletivos. Tra‑ ta‑se de processo para cuja realização é relevante a atuação das instituições de en‑ sino e pesquisa. Para viabilizar políticas e projetos, os estudos e análises do desen‑ volvimento socioeconômico fundamentam‑se em referenciais de delimitação geográfica, espacial ou territorial.

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Eurico De Oliveira Santos (23)
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Medium 9788520429501

13. Empreendedorismo e turismo rural: a experiência na Fazenda Palomas (RS)

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

13

Empreendedorismo e turismo rural: a experiência na Fazenda Palomas (RS)

Atilio Duarte Ibargoyen

Introdução

Com catorze anos de experiência em turismo rural (1995-2009) – consolidada e aprovada por uma crescente e qualificada clientela –, oriundos da utilização da propriedade como alojamento hoteleiro por ocasião da realização do evento esportivo Copa América de Futebol – campeonato no qual a cidade de Rivera/Livramento foi uma subsede onde a seleção brasileira jogou – a Fazenda Palomas iniciou sua atividade de receber turistas em sua propriedade. Adicionalmente a isso, o proprietário desenvolve sua atividade profissional há 32 anos como profissional e empresário no ramo agropecuário e, por isso, a Fazenda Palomas Turismo Rural resolve compartilhar e divulgar suas experiências de forma sintética.

Já existem publicações na área de turismo rural, por exemplo, a de autoria de Zimmermann (2000), mas o ineditismo e a ousadia deste capítulo pretendem mostrar a visão de um empreendedor para outro futuro empreendedor.

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16. Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

16

Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

Raquel Lunardi

Introdução

A década de 1990 marcou um novo momento no debate sobre o desenvolvimento rural. Os enfoques analíticos que até então privilegiavam a modernização da agricultura cederam espaço a discussões da ruralidade por meio de outras interfaces, a partir de temas que não contemplavam apenas a análise da atividade agrícola como indutora do desenvolvimento rural, mas também das atividades não agrícolas, da utilização do espaço rural como espaço de produção de bens não agrícolas, de desenvolvimento de novas atividades, multifuncionalidades e novas possibilidades, as quais estariam relacionadas com um repertório diversificado de formas de reação e inovação, que iam desde estratégias de economia (agricultura de baixo custo) até formas de pluriatividade e de diversificação das fontes de rendas (Ploeg et al., 2004).

A busca por esse novo meio de vida (livehoods) surge a partir da introdução de atividades não agrícolas no meio rural e tenta explicar a relação

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14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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12. Implantação e estruturação de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

12

Implantação

e estruturação

de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Fábio Morais Hosken

Este capítulo objetiva ser um instrumento de orientação para a elaboração de projetos de empreendimentos de turismo rural. Irá auxiliar os consultores e profissionais nessa tarefa complexa que é formatar um documento que relate, da forma mais fiel, técnica e clara possível, um empreendimento turístico rural e/ou ecológico.

Nas disciplinas de planejamento turístico dos cursos de Turismo, será uma ferramenta à disposição, que pretende ser objetiva e prática, como um guia de elaboração, contendo o passo a passo para fazer um projeto completo.

As chances de o negócio dar certo são bem maiores quando se parte de um bom projeto, que procure definir tudo o que deve ser adaptado, construído, treinado, preparado, bem como os recursos necessários desde o início. Os riscos serão identificados, os pontos fortes, maximizados e reforçados, e os pontos fracos, corrigidos, eliminados ou transformados.

Para executar um trabalho desses, o profissional deverá ter conhecimentos sobre turismo, agropecuária e meio ambiente. A percepção sistêmica da propriedade é fundamental, ou seja, é preciso vê-la como um

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7. Turismo no espaço rural e preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

7

Turismo

no espaço rural e

preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

Patrícia Marasca Fucks

Marcelino de Souza

Introdução

Este capítulo aborda a temática do turismo tendo como recorte geográfico o espaço rural brasileiro, cenário no qual se evidenciam os aspectos tangíveis e intangíveis do patrimônio, da paisagem e da cultura, que permeiam o universo do turista e do empreendedor rural. Trata-se de elucidar as possíveis contribuições obtidas pela população urbana e rural, a partir do uso do patrimônio cultural rural como recurso turístico e educativo que alicerça a atividade do turismo rural.

Desde que o modelo econômico de desenvolvimento industrial e o processo de globalização passaram a nortear a sociedade brasileira, houve mudanças significativas no comportamento das pessoas, no modo como elas se relacionam entre si, com o trabalho e com o capital, e na percepção dos seus próprios valores, das suas necessidades e dos seus costumes. Isso determinou um ritmo mais acelerado aos padrões de consumo, ao modo de vida e de trabalho, tanto na área urbana quanto na rural.

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