Santos Eurico De Oliveira Souza Marcelino De (23)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520429501

22. Turismo, globalização e participação local: estudo de caso da comunidade Aver-o-mar (PE)

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

22

Turismo, globalização e participação local: estudo de caso da comunidade Aver-o-mar (PE)

José Ferreira Irmão

Itamar José Dias e Cordeiro

Introdução

O turismo é alardeado, costumeiramente, como uma das ferramentas mais viáveis para o crescimento econômico de localidades pouco desenvolvidas. Encarado como uma “indústria limpa”, consta, frequentemente, dos planejamentos oficiais como uma via para se atingir o desenvolvimento sustentável. Essa estratégia está ainda mais presente nos países ricos em recursos naturais que precisam encontrar formas de obter divisas sem comprometer seus recursos. Para esses casos, o turismo é, comumente, a primeira opção a ser pensada.

Em países tropicais, como o Brasil, essa tendência recai prioritariamente sobre o litoral. Os motivos para isso são evidentes: grande beleza cênica, águas com temperatura média de 28ºC e clima quente durante praticamente o ano todo. Não resta dúvida de que, em termos de diferencial mercadológico, “o Brasil se vende turisticamente pelas suas belas praias”

(Sá, 2002, p.110).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429501

9. Turismo rural e sustentabilidade: dimensões de avaliação e perspectivas

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

9

Turismo

rural e sustentabilidade:

dimensões de avaliação e perspectivas

Marcia de Fatima Inacio

Introdução

A maior complexidade imposta pelo crescimento das sociedades aliada a um modelo convencional de desenvolvimento rural originou um grave problema ambiental que se traduziu na superutilização dos recursos disponíveis. Em função da maior demanda por alimentos, grandes áreas de vegetação natural foram desmatadas e, no seu lugar, surgiu uma paisagem completamente diferente, dominada por fazendas de criação de gado ou por cultivo intensivo de culturas agrícolas, como café e cana-de-acúcar, principalmente. Nessas áreas, implantou-se um sistema de agricultura com enorme capacidade de produção, que, entretanto, para garantir preço ao consumidor e renda ao produtor, exigia grandes intervenções públicas, além de um grande aporte de energia sob a forma de insumos (adubo) e máquinas pesadas, sem qualquer preocupação com o meio ambiente.

Com o passar dos anos, o sistema passou a dar sinais de decadência, demonstrando que não era capaz de se manter. Os solos, que a princípio

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429501

15. Acessiblidade no espaço rural

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

15

Acessibilidade

no

espaço rural

Rosalia Holzschuh Fresteiro

Panorama atual da acessibilidade no turismo

Desde os empos mais remotos, o ser humano se deslocava em busca de alimentos, abrigos e ambientes onde pudesse praticar a caça para sua sobrevivência. A invenção da roda, da escrita cuneiforme e do dinheiro possibilitou um maior deslocamento devido à evolução dos sistemas de transportes e o surgimento das primeiras estradas, além da possibilidade de utilizar hospedagens que, com a invenção do dinheiro, podiam ser pagas.

Desde então, as civilizações foram aprimorando os meios de transporte e comunicação, construindo estradas, criando guias e manuais de viagem, promovendo as longas viagens culturais e de estudos. As infraestruturas foram evoluindo (como a construção de rodovias e a invenção do avião), os pacotes turísticos foram criados e o turismo se tornou acessível a praticamente todos os níveis sociais, difundindo-se, depois da Segunda Guerra

Mundial, como o chamado turismo de massa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429501

7. Turismo no espaço rural e preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

7

Turismo

no espaço rural e

preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

Patrícia Marasca Fucks

Marcelino de Souza

Introdução

Este capítulo aborda a temática do turismo tendo como recorte geográfico o espaço rural brasileiro, cenário no qual se evidenciam os aspectos tangíveis e intangíveis do patrimônio, da paisagem e da cultura, que permeiam o universo do turista e do empreendedor rural. Trata-se de elucidar as possíveis contribuições obtidas pela população urbana e rural, a partir do uso do patrimônio cultural rural como recurso turístico e educativo que alicerça a atividade do turismo rural.

Desde que o modelo econômico de desenvolvimento industrial e o processo de globalização passaram a nortear a sociedade brasileira, houve mudanças significativas no comportamento das pessoas, no modo como elas se relacionam entre si, com o trabalho e com o capital, e na percepção dos seus próprios valores, das suas necessidades e dos seus costumes. Isso determinou um ritmo mais acelerado aos padrões de consumo, ao modo de vida e de trabalho, tanto na área urbana quanto na rural.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429501

3. A sedução do turismo no espaço rural: das naturezas e políticas

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

3

A

sedução do turismo no espaço

rural: das naturezas e políticas

Maria Geralda de Almeida

Introdução

Desde 1980 os censos demográficos assinalam uma vertiginosa virada na população brasileira. Se até aquela data ela era essencialmente rural, na atualidade cerca de 88% da população é considerada urbana, apesar das controvérsias a respeito dos critérios adotados para definir o rural e o urbano no Brasil.

Simultaneamente ao crescimento da população urbana, a base econômica do meio rural foi alterada de forma progressiva, sofreu uma reestruturação e incorporou os setores secundários e terciários. No final dos anos de 1960 e início da década de 1970, o Brasil assistiu a uma modernização de sua agricultura acompanhada do desenvolvimento de uma agroindústria, em razão, sobretudo, do apoio do Estado, das inovações tecnológicas, da posição do país no contexto das trocas internacionais e da existência de um setor de bens – relativamente bem desenvolvido – de capital e insumos, conforme Costa (2000). Desde então, espaços para agronegócio, pecuária,

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ruschmann Doris Van De Meene Solha Karina Toledo (15)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520429372

11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

10. A pessoa idosa no ambiente natural

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

10 A pessoa idosa no ambiente natural

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

No bojo da presente obra, a abordagem a seguir, basicamente, pretende mostrar de que forma esse segmento social, na condição de sujeito‑turista, pode apreciar, conhecer e interagir com o ambiente natural, representado pelos ecossistemas naturais do Brasil ainda não modificados ou com poucas alterações decorrentes das atividades humanas. Trata‑se de uma abordagem com viés técnico e operacional na perspectiva do planejamento do turismo, tendo como pano de fundo, de um lado, a natureza, seus atributos, ocorrên‑ cias e manifestações, e, de outro, o contato e a integração da pessoa idosa, na condição de turista, com esse cenário.

Uma vez identificada a abordagem do conteúdo deste texto e estabele‑ cidos os devidos recortes para seu alcance, deve-se reconhecer a sua inser‑

ção em um amplo contexto disciplinar, a partir do qual o próprio título que sugere, instiga, para que seja descortinado em distintas abordagens, no

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

1. Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

1 Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Kátia Simone Ploner

Introdução

A educação para pessoas de mais idade pode ter vários objetivos: ocupa‑

ção do tempo livre, suprimento de carências educacionais ou educação para transformação, tanto dos que desejam um envelhecimento saudável, quan‑ to da sociedade. Uma possibilidade real de transformação de idosos e so‑ ciedade se dá quando acontece a atuação voluntária, pois nessa interação há trocas de informações, valores, serviços, sentimentos, reconhecimentos que promovem uma nova perspectiva sobre o que é envelhecer.

A transformação nunca se realiza apenas em um sentido, de acordo com a Psicologia Social Crítica, pois o indivíduo é transformado pela so‑ ciedade e promove uma transformação por meio desse envolvimento. Para

Guareschi (2004), relação significa mutualidade, uma via de mão dupla.

Assim, os idosos e a sociedade estão sendo transformados pelo processo educacional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

12. Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

12 Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

Edna Mello de Liz

Fernanda de Magalhães Trindade

Rodrigo Hakira Minohara

Rudinei Scaranto Dazzi

Introdução

O município de Balneário Camboriú é um dos destinos mais visitados pelos turistas da terceira idade durante a baixa temporada. Os meses de mar‑

ço, abril e maio são considerados os meses da felicidade pela Secretaria de

Turismo, pois são os meses em que os idosos mais visitam a cidade.

Esse público tem crescido muito nas últimas décadas, devido ao au‑ mento da longevidade, avanços da medicina, através da descoberta e pre‑ venção das doenças e de equipamentos de ponta para cirurgias, com a tecnologia da indústria desenvolvendo medicamentos de última geração.

Com todos esses fatores, a expectativa de vida aumentou, e com ela for‑ mou‑se um novo mercado de pessoas com mais de 60 anos, com tempo livre, permitindo um incremento substancial à atividade turística.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ricardo Costa Neves Do Amaral (13)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520424070

Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 11 - Perfil das Companhias de Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

PERFIL

DAS

COMPANHIAS DE

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Como em toda metodologia, a avaliação dos guias de viagem tradicionais fundamenta-se em conceitos preestabelecidos e é empreendida em época determinada, servindo como bom instrumento de orientação ao turista.

Serão apresentadas as supostas diferenças entre as empresas que compõem o universo dos cruzeiros marítimos, tomando como base a breve descrição de cada empresa adotada pela CLIA. Como se optou pela utilização desses dados, neste capítulo não são emitidas opiniões do autor.

CARNIVAL CRUISE LINES

Operando quinze navios, a Carnival Cruise Lines é a maior e mais popular companhia mundial de cruzeiros marítimos, oferecendo excursões que duram de três a dezesseis dias, com destino a Bahamas, Caribe, México, Alasca, Havaí, Canal do Panamá, Canadá e Bermudas. Conhecidos por sua atmosfera festiva e descontraída, os “Fun Ships” da

Carnival proporcionam diversas opções de gastronomia, entretenimento e atividade, desde refeições ininterruptas até pizzarias 24 horas, shows ao estilo de Las Vegas, cassinos, lojas duty-free, spas, academias e o

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 8 - Mitos e Preconceitos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

MITOS E PRECONCEITOS

A experiência de um cruzeiro marítimo é vivencial, plena de elementos subjetivos e intangíveis, que dificilmente podem ser explicados ou traduzidos. Essa natureza específica dos cruzeiros gera condições para o surgimento de mitos e falsas crenças que dificultam a expansão de seu mercado consumidor.

Educar tanto os consumidores quanto os agentes de viagem, intermediários no processo, é tarefa de suma importância e que requer habilidade para lidar com as objeções de alguns clientes em potencial, reticentes em optar por uma modalidade de férias que lhes é desconhecida.

Este capítulo faz o levantamento dos mitos mais comuns e sugere formas adequadas de se lidar com as objeções negativas. Infelizmente as falsas imagens dos cruzeiros marítimos têm sido imagens reforçadas ao longo dos anos, em parte pelo limitado número de novos cruzeiristas, que, apesar de crescente em números relativos ao total anual, ainda é pequeno em números absolutos. Essa situação, porém, está em vias de alteração, pelo crescimento da oferta mundial de leitos em navios de cruzeiro, o que possibilitará a um maior número de pessoas a revisão da atual imagem distorcida.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Manual do Instrutor

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

123

124

Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Neiman Zysman Rabinovici Andr A (15)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520427095

Capítulo 8 - Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

8 Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

Isabela Barbosa Frederico

Zysman Neiman

Introdução

Apesar de o ecoturismo no Brasil, assim como em todo o mundo, vir se solidificando como uma proposta de conservação e também como uma forte atividade econômica, a construção de infraestruturas ecologicamente corretas para essa atividade ainda

é incipiente, sendo que as primeiras iniciativas nesse sentido começam a surgir no país apenas no início dos anos 2000.

Andersen (1995) salienta que para o fortalecimento da atividade é necessária uma união do poder público e da iniciativa privada no que tange ao incentivo de recursos técnicos, culturais e financeiros que possibilitem um turismo cuja prioridade seja a questão ambiental. Os projetos das instalações a serem implantadas na natureza deveriam levar em consideração a conservação

150

Turismo e meio ambiente no Brasil

e, para isso, seria necessária a criação de códigos de ética ambientais em projetos de turismo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 11 - Turismo em território indígena

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

11 Turismo em

território indígena

Tiago Juliano

Andréa Rabinovici

Ninguém respeita aquilo que não conhece. Precisamos mostrar quem somos, a força, a beleza, a riqueza da nossa cultura.

Só assim vão entender e admirar o que temos.

(Wabuá Xavante)1

Introdução

O turismo, enquanto prática social e atividade comercial, pode assumir uma versão étnica quando vivenciado, sobretudo, por meio de atividades de ecoturismo em comunidades tradicio1

Pensamento retirado de http://www.ideti.org.br/projetos.

Turismo em território indígena

nais. Parece, também, atender a uma demanda contemporânea de satisfação de expectativas de consumidores pós-modernos em relação ao contato e à vivência com grupos étnicos, tais como indígenas, quilombolas, entre outros, detentores de traços culturais peculiares e, muitas vezes, considerados exóticos. Nesse sentido, o turismo desenvolvido em terras indígenas é, segundo Leal (2007), motivado por interesses direcionados à cultura dessas comunidades, buscando conhecer seus costumes, tradições e crenças.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 14 - Potencial turístico do Brasil

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

14 Potencial turístico do Brasil

Maria Carolina Ruas Vernalha

Zysman Neiman

Introdução

Um dos atrativos principais do turismo é a paisagem da localidade a ser visitada, o poder de atração visual que esta pode exercer sobre as pessoas, acentuando seu imaginário e atraindo-as ao contato presencial. O apelo imagético que tanto atrai o visitante reflete a ideia de “paraíso” que a natureza representa, um local perfeito, edênico e distante de sua realidade. Dessa forma, o turismo apresenta-se como uma oportunidade de resgate do “paraíso perdido” pela civilização, o local ideal e remoto, mas que agora pode ser re-encontrado por meio de uma experiência pessoal e

única. O indivíduo se aproxima de tudo o que lhe falta nas cidades, na casa e no trabalho: a “sensação do novo” ao percorrer uma trilha em meio a animais e plantas desconhecidos, a emoção de nadar

Potencial turístico do Brasil

em um rio e a ilusória sensação de “volta às suas raízes”, sem obrigações, prazos e regras, tudo remete ao prazer que a viagem proporciona.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 3 - A natureza do ecoturismo: conceitos e segmentação

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

3 A natureza do ecoturismo: conceitos e segmentação

Regiane Avena Faco

Zysman Neiman

Introdução

O rápido desenvolvimento da atividade turística, embora bem-vista pela iniciativa pública e privada, vem acarretando uma série de problemas de ordem social, econômica e ambiental, desencadeados principalmente pelo turismo de massa.

Como consequência do crescimento desse tipo de prática, que ocorreu no mesmo período histórico em que explodiam movimentos ambientalistas (décadas de 1970 e 1980), seus pressupostos foram colocados em xeque, ao mesmo tempo em que se buscava, com uma maneira menos impactante de conceber o desenvolvimento de atividades econômicas, a conservação da natureza e o respeito às culturas

44

Turismo e meio ambiente no Brasil

das sociedades1. Dentro desse contexto, iniciam-se novos padrões que servem como um contraponto às ameaças que as práticas predatórias do turismo representavam e surgem práticas como o turismo sustentável e o alternativo. De acordo com Wearing e Neil (2001, p. 4):

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 9 - Políticas públicas para o ecoturismo no Brasil

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

9 Políticas públicas para

o ecoturismo no Brasil

Angela Teberga de Paula

Andréa Rabinovici

Introdução

Entende-se por políticas públicas as ações do Estado, conduzidas pelo interesse da maioria dos cidadãos, para a elaboração e execução de programas e demais ações de esferas específicas da sociedade (Barretto et al., 2003). Logicamente, o detalhamento desse conceito conduz ao paradigma do bem-estar social, uma vez que ele contempla também direitos ao lazer e ao tempo livre, os quais estão presentes, antes de tudo, na

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu art. 217: “O Poder Público incentivará o lazer, como forma de promoção social”, bem como na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, art. 24: “Todas as pessoas têm direito a descanso e lazer”.

168

Turismo e meio ambiente no Brasil

Todavia, o cenário subdesenvolvido no qual o país se encontra indica a imprescindível necessidade de políticas que, acima de tudo, sejam responsáveis pelo “elo articulador entre os agentes excluídos da concentração econômica, e [...] [por] construir, de forma compartilhada, o projeto democrático e cidadão desejado pela comunidade” (Gastal e Moesch, 2007, p. 41).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Muro Luis Di (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788541203722

SEGUNDA PARTE – Capítulo 9 – Auditoria

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

9

Auditoria

Capítulo

9.1 Introdução

Auditoria origina-se do latim auditorius, que se traduz como a virtude de ouvir e revisar; uma definição de “auditoria hoteleira” é a seguinte:

“Processo sistemático de aplicação diária, desenvolvido para obter e avaliar de maneira objetiva as atividades econômicas vinculadas à operação e à administração do hotel.”

Dessa definição surge o conceito de “ferramenta fundamental” para o controle e a supervisão, permitindo descobrir falhas e vulnerabilidades existentes na organização, por meio de investigação, consulta, revisão, verificação, comprovação e evidência.

9.2 Localização na Organização

A localização ideal da equipe de auditoria no organograma do hotel é subordinada hierarquicamente à Gerência Administrativa, podendo assim desempenhar suas tarefas de maneira independente dos funcionários da Recepção.

Figura 9.1 Localização da equipe de auditoria na organização, nível 1.

DiMuro-cap09.indd 201

Ver todos os capítulos
Medium 9788541203722

SEGUNDA PARTE – Capítulo 10 – Caixa de Recepção

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

10

Caixa de Recepção

Capítulo

10.1 Localização no Organograma do Hotel

A localização do “caixa de recepção” é variável de acordo com o tamanho e desenvolvimento organizacional do hotel. A seguir são apresentadas três formas diferentes, adequadas de acordo com o número de quartos do estabelecimento.

 Inserido no Departamento Contábil, subordinado à Gerência Administrativa.

Figura 10.1 Caixa de recepção como um departamento.

 Faz parte de um setor do Departamento de Recepção, em que o encarregado ou chefe do caixa de recepção está subordinado diretamente ao gerente de recepção. Este esquema organizacional é empregado em hotéis de médio e pequeno portes.

DiMuro-cap10.indd 215

1/13/2014 3:52:58 PM

216

CAPÍTULO 10

Figura 10.2 Caixa de recepção como um setor.

 Integra essas funções com as de telefonia, reservas, conciergerie e recepção propriamente ditas, realiza sozinho ou com pessoal subordinado.

O esquema a seguir é mais aplicado em hotéis de pequeno porte.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541203722

PRIMEIRA PARTE – Capítulo 3 – A Recepção do Hotel

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

3

A Recepção do

Hotel

Capítulo

3.1 Introdução

Geograficamente, a recepção de um hotel se encontra sempre no lobby do mesmo, um lugar amplo, ricamente decorado e que permite o acesso a todos os serviços do estabelecimento: quartos, restaurantes, bares, boutiques etc. O lobby funciona também como sala de espera, de leitura e de escritura. A recepção em quase todos os casos se localiza próxima à entrada do hotel, em um lugar onde possam ser visualizados todos os acessos interiores e o exterior do mesmo.

A recepção do hotel é o lugar de maior contato com o hóspede, desde sua entrada até sua saída; é o centro de informações, onde são gerados ou canalizados todos os dados necessários para que o hóspede

(a pessoa mais importante para o hotel) se sinta como em sua própria casa.

A quantidade de pessoas que trabalham na mesma dependerá geralmente, do tamanho, tipo, categoria e forma de organização do estabelecimento. A maneira de organização depende muito da influência nos serviços: europeia ou norte-americana.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541203722

SEGUNDA PARTE – Capítulo 4 – Reservas

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

4

Reservas

Capítulo

4.1 Introdução

Para algumas pessoas a hospedagem não é mais do que um lugar onde dormir, para outros é muito mais. É parte integrante fundamental da indústria da hospitalidade, na qual não se oferece ao hóspede apenas um quarto, mas também estão incluídos alimentos, bebidas, salões de conferências, entretenimentos, espetáculos. A hospedagem é também aquela atenção particular, presente em todos os serviços que pretendem deslumbrar o cliente, a quem devemos e daremos o melhor para que sua estadia seja realmente prazerosa, para que volte novamente e recomende, se transformando em nosso melhor promotor.

A sociedade e a cultura têm transformado as técnicas operacionais, flexibilizando-as e ajustando-as para uma clientela que muda sempre e é cada vez mais exigente. Os hotéis de sucesso são os que compreenderam estas mudanças e têm adaptado seus serviços a um planeta “globalizado”, onde o cliente e suas expectativas, o negócio e sua imagem são fundamentais e devem ser contemplados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541203722

SEGUNDA PARTE – Capítulo 6 – Procedimentos Durante a Estadia do Hóspede

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

6

Procedimentos

Durante a Estadia do Hóspede

Capítulo

6.1 Introdução

O recepcionista é a pessoa que mantém mais contato com o hóspede, desde a entrada ou check-in até a saída ou check-out, passando por todas as funções que são desempenhadas durante a sua estadia que serão detalhadas neste capítulo.

Como em todos os processos do “Ciclo do Hóspede”, durante a estadia no hotel devemos mostrar nossa eficiência nos mínimos detalhes. A soma desses “detalhes” nos levará à excelência no serviço e fará com que os hóspedes não apenas voltem, mas que também recomendem nosso estabelecimento.

A fórmula do sucesso é fazer com que os hóspedes se sintam fazendo parte de uma grande família que é o hotel.

Nunca devemos esquecer que um hóspede satisfeito e contente com nossos serviços é o melhor promotor do hotel.

6.2 Conciergerie ou Portaria Social

A conciergerie é o lugar onde está concentrada toda a atenção ao hóspede durante a estadia no hotel.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais