Arlindo Philippi Jr (42)
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Medium 9788520424971

21. Marketing de Relacionamento: Força Competitiva para Agências de Viagens

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Marketing de

Relacionamento:

Força Competitiva para

Agências de Viagens

21

Carlos Alberto Tomelin

Bacharel em Turismo, Univali

Athos Henrique Teixeira

Bacharel em Turismo e Hotelaria, Univali

INTRODUÇÃO

O presente estudo aborda, de uma maneira sistemática, as agências de viagens operadoras de ecoturismo que promovem pacotes de aventura e a importância do uso do marketing de relacionamento nessas organizações.

É notório que o processo de globalização ocasiona uma concorrência mundial, o que demanda organizações mais competitivas, cuja oferta de produtos e serviços baseiam-se no binômio qualidade e preço acessível.

Por sua vez, os hábitos e costumes dos consumidores mudam constantemente, o que requer que as empresas tenham flexibilidade para adaptar seus produtos e serviços às exigências e necessidades do seu principal patrimônio, o consumidor.

É nesse cenário que as agências de viagens operadoras de ecoturismo procuram estabelecer diferenciais competitivos para sua sobrevivência num mundo globalizado e competitivo, onde o conhecimento profundo

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13. Unidades de Conservação: Aspectos Históricos e Conceituais

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 19

Turismo de aventura em unidades de conservação

Alcyane Marinho

Capítulo 20

Infra-estrutura viária e turismo em unidades de conservação

Josildete Pereira de Oliveira, Oswaldo Dias dos

Santos Junior

Capítulo 21

Marketing de relacionamento: força competitiva para agências de viagens

Carlos Alberto Tomelin, Athos Henrique Teixeira

Capítulo 22

Turismo, proteção ambiental e sustentabilidade

Gilda Collet Bruna

Unidades de

Conservação:

Aspectos Históricos e Conceituais

13

Ana Maria da Silva Hosaka

Bacharel em Turismo, Editora Manole

INTRODUÇÃO

A preocupação com o meio ambiente é relativamente recente, e foi no final do século XX que termos como “ecologia”, “preservação” e “conservação” passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Houve também, nos

últimos tempos, uma mudança de pensamento, no sentido de valorizar a presença humana nas áreas preservadas, e não apenas o meio físico natural (Dourojeanni, 1997).

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19. Turismo de Aventura em Unidades de Conservação

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Turismo de Aventura em Unidades de Conservação

19

Alcyane Marinho

Profissional de Educação Física, Udesc

INTRODUÇÃO

A associação do termo turismo com práticas realizadas na natureza, culminando em expressões como “turismo de aventura”, “turismo esportivo”,

“turismo ecológico”, “ecoturismo” e outras possibilidades existentes, tem gerado diversos questionamentos e problematizado, de modo multidisciplinar, o fenômeno. Por sua vez, a falta de consenso terminológico cresce

à medida que aumenta a demanda por atividades de aventura, principalmente aquelas realizadas na natureza. Corroborando com isso, pode-se afirmar que esse segmento é um dos mais emblemáticos e eminentes do esporte, lazer e turismo dos últimos tempos, ainda que estes não sejam os

únicos campos competentes e interessados nesse fenômeno.

Não é pretensão deste texto entrar diretamente nessa discussão, pois diversos trabalhos já se incumbiram disso (Wearing e Neil, 2001; Swarbrooke, 2003; Marinho, 2004b; Uvinha, 2005; e outros). Porém, é necessário esclarecer que as reflexões aqui empreendidas partem da idéia de que as atuais e inovadoras atividades de aventura, realizadas no ambiente natural, independentemente do nome que as qualifique, requerem um olhar cuidadoso capaz de valorizar tanto a qualidade da prática quanto a conservação e a educação ambientais e os desenvolvimentos pessoal e social inerentes a elas.

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12. Turismo e Riscos à Saude

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

232

GESTÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE NO TURISMO

MONTANARI, R. Environmental efficiency analysis for thermo-power plants. Journal of Cleaner production, v. 4, n. 12, p. 403-41, 2004.

[OMT] ORGANIZAÇÃO MUNDIAL unwto.org. Acessado em: 2007.

DE

TURISMO. Disponível em: http://www.

ONG, S.K.; KOH, T.H.; NEE, A.Y.C. Assessing the environmental impact of materials processing techniques using an analytical hierarchy process method. Journal of

Material Processing Technology, v. 113, p. 424-431, 2001.

OPRICOVIC, S.; TZENG, G.H. Compromise solution by MCDM methods: a comparative analysis of VIKOR and TOPSIS. European Journal of Operational

Research, v. 156, p. 445-455, 2004.

PINEDA-HENSON, R.; CULABA, A.; MENDONZA, G. Evaluating Environmental performance of Pulp and Paper Manufacturing using the analytic Hierarchy process and Life-Cycle Assessment. Journal of Industrial Ecology, v. 1, n. 6, p. 15-28, 2002.

SAATY, T. The analytic hierarchy process. MacGraw Hill: New York, 1980.

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Medium 9788520424971

10. Avaliação Ambiental Estratégica no Turismo

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação Ambiental

Estratégica no Turismo

10

Emílio Lèbre La Rovere

Engenheiro Elétrico e Economista, UFRJ

Diego do Nascimento Bastos

Economista, UFRJ

Heliana Vilela de Oliveira Silva

Engenheira Civil, UFMT

Izabella Mônica Vieira Teixeira

Bióloga, Secretaria de Estado do Meio Ambiente-RJ

INTRODUÇÃO

Vários instrumentos e procedimentos de Avaliação Ambiental (AA) têm sido desenvolvidos na perspectiva de atender, de forma efetiva, aos requisitos da gestão do meio ambiente.1 O processo de evolução da AA permite identificar uma concepção inicial, que busca complementar os projetos de desenvolvimento, concebidos sem a percepção dos potenciais danos ambientais, associados à sua implantação. Retrata, também, a formulação de um instrumento voltado a apoiar a tomada de decisão ambiental e que considera suas implicações sociais, econômicas e ambientais.

A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) surgiu em 1969, quando da publicação pelos Estados Unidos de sua Política Nacional de Meio

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Conrad Lashley (15)
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Medium 9788520415061

5. Como alojar? Gênero, hospitalidade e performance

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Como alojar?

Gênero, hospitalidade e performance

Jane Darke

Escola de Planejamento da

Universidade Oxford Brookes

Craig Gurney

Centro para Administração e

Desenvolvimento de Hospedagem da

Universidade do País de Gales

Assuntos-chave:

• A hospitalidade doméstica como performance

• Os papéis dos gêneros e a hospitalidade

• Os tabus e a etiqueta na visita

• As tensões e os tabus no relacionamento entre anfitrião e visita

• As diferenças entre a hospitalidade comercial e a hospitalidade doméstica

Em busca da hospitalidade

A ausência de um amplo ponto de vista feminista sobre a hospitalidade dá a impressão de ser uma curiosa omissão, dado que muitos relacionamentos anfitrião–visita se baseiam preponderantemente nas relações sociais de gênero (Aitchison, 1999). Há muito tempo, os sociólogos mostram que as palavras são reveladoras; expressões como landlady [senhoria], bell-boy [mensageiro de hotel] ou housewife [dona de casa] assumem um significado crucial ao se considerar a importância do gênero no reconhecimento de papéis e expectativas relativas à hospitalidade. A hospitalidade está, portanto, profundamente envolvida em qualquer análise do patriarcado.

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Medium 9788520415061

3. A filosofia da “hospitabilidade”

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

A filosofia da

“hospitabilidade”

Elizabeth Telfer

Departamento de Filosofia,

Universidade de Glasgow

Assuntos-chave:

• Como ser hospitaleiro

• O bom hospedeiro

• Tipos de hóspedes

• A “hospitabilidade” como uma virtude moral

Em busca da hospitalidade

A “hospitabilidade” é o nome que se dá à característica das pessoas hospitaleiras. Evidentemente, tem a ver com a hospitalidade; assim, vamos começar por ela. Em seu significado básico, pode-se definir o termo hospitalidade do seguinte modo: é a oferta de alimentos e bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares da casa. Geralmente, aqueles que concedem hospitalidade, os anfitriões, oferecem tais coisas em suas próprias casas, partilhando seu próprio sustento com seus hóspedes. Essa idéia pode se desdobrar em vários sentidos: por exemplo, uma empresa proporciona hospitalidade se fornece alimentos e bebidas aos visitantes. Mas, a idéia central do conceito envolve a partilha da própria casa e a provisão de terceiros.

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1. Para um entendimento teórico

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Para um entendimento teórico

Conrad Lashley

Escola de Administração de Turismo e

Hospitalidade, Universidade

Metropolitana de Leeds

Assuntos-chave:

• Os fundamentos para o livro

• A hospitalidade no domínio social

• A hospitalidade no domínio privado

• A hospitalidade no domínio comercial

Em busca da hospitalidade

Já há algumas décadas, tanto as universidades como as organizações da indústria nos países de língua inglesa têm usado o termo “hospitalidade” para descrever o conjunto de atividades do setor de serviços associadas à oferta de alimentos, bebidas e acomodação. Refletindo sobre as mudanças no termo usado pelos profissionais da indústria, tanto as publicações acadêmicas quanto as da indústria assumiram a idéia de que a palavra “hospitalidade” era a que melhor descrevia as atividades previamente conhecidas como hotelaria e catering. A comunidade acadêmica tem empregado cada vez mais esse termo nos títulos dos seus cursos de graduação, e, em muitos países, os educadores o têm usado para descrever sua associação profissional. Sem querer investigar a emergência dessa palavra e seu apelo para os profissionais e para os acadêmicos, isso abre um possível caminho ao estudo e à pesquisa sobre a disciplina hospitalidade, de que a disciplina hotelaria e catering não é capaz. Em outras palavras, a agenda de pesquisa e o currículo atuais ainda podem ser descritos como hotelaria e catering sob um novo nome. É de nosso ponto de vista que o tópico concernente à hospitalidade é merecedor de estudo sério e pode, possivelmente, trazer melhor informação, não só para a prática da indústria, como também para o esforço acadêmico.

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Medium 9788520415061

13. O consumo da hospitalidade nas férias

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

13

O consumo da hospitalidade nas férias

Hazel Andrews

Escola de Administração de

Turismo e Hospitalidade,

Universidade de North Londonm

Assuntos-chave:

• A compreensão contextual da hospitalidade

• A etnografia do consumo da hospitalidade

• A interface entre o hóspede e o hospedeiro

• A hospitalidade produtiva

329

• • •

Em busca da hospitalidade

Para Wood (1994a), não houve muitas tentativas para se entender o que realmente significa o conceito de hospitalidade. Para o propósito deste capítulo, será usada a definição dada por Telfer, com o acréscimo da oferta de entretenimento. Ela afirma: “pode-se definir a hospitalidade como a oferta de alimentos, bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares de uma casa”

(1996, p. 83). Esta definição está de acordo com o significado dado no

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8. Hospitalidade e administração da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Hospitalidade e administração da hospitalidade

Bob Brotherton

Departamento de Administração de Hotel,

Catering e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Roy C. Wood

Scottish Hotel School,

Universidade de Strathclyde

Assuntos-chave:

• As definições de hospitalidade

• A administração

• A indústria da hospitalidade

• A gerência da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

As questões relativas à definição de termos como “hospitalidade” e

“administração da hospitalidade” estão no âmago deste livro. Por um lado, uma diversidade de enfoques para tais definições pode refletir um saudável pluralismo. No entanto, pode refletir também conflito, confusão e falta de clareza. Em um estágio da ciência dominado por teorias relativistas, como a do pós-modernismo, a posição mencionada em segundo lugar pode parecer uma virtude. Essa não é a posição adotada aqui. Neste capítulo, a discussão procura limitar o debate sobre a natureza e a relação entre “hospitalidade” e “administração da hospitalidade”, aprimorando uma explicação realista desses conceitos como base para futuras pesquisas. No centro dessa discussão está a própria natureza da hospitalidade, que consideramos imperativa para qualquer discurso significativo sobre o que passou a ser chamado de “indústria da hospitalidade” e “administração da hospitalidade”.

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Doris Van De Meene Ruscmann (15)
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Medium 9788520429372

10. A pessoa idosa no ambiente natural

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

10 A pessoa idosa no ambiente natural

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

No bojo da presente obra, a abordagem a seguir, basicamente, pretende mostrar de que forma esse segmento social, na condição de sujeito‑turista, pode apreciar, conhecer e interagir com o ambiente natural, representado pelos ecossistemas naturais do Brasil ainda não modificados ou com poucas alterações decorrentes das atividades humanas. Trata‑se de uma abordagem com viés técnico e operacional na perspectiva do planejamento do turismo, tendo como pano de fundo, de um lado, a natureza, seus atributos, ocorrên‑ cias e manifestações, e, de outro, o contato e a integração da pessoa idosa, na condição de turista, com esse cenário.

Uma vez identificada a abordagem do conteúdo deste texto e estabele‑ cidos os devidos recortes para seu alcance, deve-se reconhecer a sua inser‑

ção em um amplo contexto disciplinar, a partir do qual o próprio título que sugere, instiga, para que seja descortinado em distintas abordagens, no

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Medium 9788520429372

5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

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14. Hospitalidade e acessibilidade

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

14 Hospitalidade e acessibilidade

Diva de Mello Rossini

Introdução

As conquistas da ciência promoveram um significativo aumento da qualidade de vida da população mundial. Dessa forma, proporcionam maior longevidade para o homem, de modo que a expectativa de vida, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

2005, ultrapassa os 65 anos de idade. Boia (2000) verificou em seus es‑ tudos que a existência saudável e duradoura está muito mais relacionada com a qualidade do cotidiano das pessoas do que com a herança genética.

As atividades de lazer que estimulam a criatividade, a sensibilidade e o autoconhecimento também geram melhorias nas condições de vida, tan‑ to nos aspectos físicos quanto psíquicos da pessoa idosa (Fromer e Vieira,

2003). A aposentadoria deixa de ser um momento de recolhimento para transformar‑se em um período de atividades e comportamentos de uma vida ativa e plena de juventude (Rodrigues, 2003).

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Medium 9788520429372

2. Dimensão de valor econômico

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

2 Dimensão de valor econômico

Sônia Maria Kohler Dias

Introdução

Entre as tendências que podem transformar o mercado em âmbito mundial, algumas variáveis estão gradativamente em expansão, tais como: maior integração econômica, aperfeiçoamento dos processos de pro­dução em decorrência da tecnologia, redistribuição das unidades familiares e envelhecimento da população.

A dimensão de valor econômico, nesse contexto, contempla o sistema econômico composto pelas atribuições do governo, das unidades produti‑ vas e das unidades familiares, notadamente no que se refere ao mercado turístico e ao comportamento do consumidor idoso. Tais agentes públi‑ cos, privados e familiares, interagem entre si, impulsionando o fluxo cir‑ cular da renda, que é produto do fluxo real (as funções de famílias e em‑ presas), com o fluxo monetário (transações com a presença da moeda), remunerações inerentes ao ciclo do sistema econômico.

O processo de envelhecimento das pessoas não ocorre de um momen­ to para outro, porém, com o passar dos anos, o ser humano vai se adaptan‑ do a uma nova maneira de viver, ainda que com percalços da longa cami‑ nhada ou da saúde. Algumas pessoas têm elevado altruísmo e autoestima,

25

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13. Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

13 Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

Evandro da Costa

Eduardo Alexandre Martins

Mariza Farias de Liz

Introdução

O rápido crescimento previsto para a população idosa no Brasil, que vem passando por transformações sociais e econômicas que influenciam suas vidas, indica a necessidade de estimular estudos a respeito dos direi‑ tos que assistem à terceira idade.

Buscando saber de que forma pode ser aplicado o Estatuto do Idoso, principalmente no que tange ao direito do lazer, surgiu a necessidade de procurar mais subsídios para complementar informações importantes a esse assunto. Dessa forma, foram analisados e inseridos dados de uma pesquisa mercadológica feita na cidade de Balneário Camboriú-SC, bem como de notícias veiculadas na imprensa a respeito de problemas familia‑ res e sociais encontrados por esse público.

Neste capítulo, duas temáticas serão abordadas. A primeira justifica-se pela falta de aplicabilidade dos direitos fundamentais previstos no Estatu‑ to do Idoso, dos quais se trata, dentre eles, do direito ao lazer, que vem de forma gradativa mobilizando a sociedade organizada e o poder público.

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Esmeralda Macedo Serpa Vinicius Moraes Raszl Guilherme Ant Nio Bim Copiano Gilliard Sousa Ribeiro Douglas Alexandre Dias Ana Carolina Barbosa Angeli (23)
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Medium 9788536531427

4.2 NOVOS OLHARES

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

4.1

NOVOS NICHOS DE MERCADO

As constantes mudanças no cenário global que afetam a economia, a política, a educação, a tecnologia, a cultura e a sociedade desenvolvem novas formas de consumo e consumidores, novos produtos e novos nichos de mercado. O mundo globalizado imprime um ritmo veloz de evolução, em que o mercado, cada vez mais competitivo, busca o diferencial, a inovação e a criatividade para atender às necessidades atuais e futuras dos desejos dos consumidores.

O setor de prestação de serviços é uma dessas áreas em que a evolução e as transformações são quase diárias e necessárias para atender consumidores exigentes e cada vez mais experimentados. Com o turismo, a situação não é diferente: a globalização permitiu a abertura de fronteiras e a possibilidade de conhecer novas localidades, atrativos naturais e culturais, formas de se praticar a hospitalidade e a busca pela qualidade na prestação de serviços.

Neste capítulo, veremos algumas possibilidades em que o turismo se desenvolve para atender seus diversos consumidores. Para Carvalho e Vasconcelos (2006, p. 4), é importante equilibrar a escassez dos recursos com as necessidades ilimitadas do homem.

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Medium 9788536531427

2.2 PATRIMÔNIO

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

Já Dias (2006, p. 39), de modo mais aprofundado, define o turismo cultural como:

[...] uma segmentação do mercado turístico que incorpora uma variedade de formas culturais, em que se incluem museus, galerias, eventos culturais, festivais, festas, arquitetura, sítios históricos, apresentações artísticas e outras, que identificadas com uma cultura em particular, fazem parte de um conjunto que identifica uma comunidade e que atraem os visitantes interessados em conhecer características singulares de outros povos.

Costa (2009, p. 190), por sua vez, afirma que o turismo cultural atualmente não implica apenas a oferta de espetáculos ou eventos, mas a vivência do patrimônio cultural representado por museus, sítios arqueológicos, monumentos históricos, apresentações folclóricas, gastronomia regional, festas religiosas e outros bens que disseminem o saber. Sua finalidade é que os visitantes e residentes interajam, e que as pessoas apreendam o significado de seu passado, por meio das visitas aos bens culturais.

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Medium 9788536531427

1.2 ORGANIZAÇÃO DO TURISMO

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

ÞÞ Entorno habitual: nem todo mundo que viaja pratica turismo, ainda que todo mundo que pratique turismo necessariamente viaje. Pareceu confuso? Imagine uma pessoa que more em São Paulo (SP) e trabalhe em Santos (SP), de segunda a sexta-feira. Essa pessoa viaja todo dia para ir ao trabalho e voltar para casa. No entanto, esta viagem é tão corriqueira que se tornou parte do cotidiano e, por este motivo, deixou de ser uma atividade turística.

ÞÞ Prazo da viagem: o conceito em estudo aborda um prazo menor do que um ano de viagem. Na verdade, isso é uma convenção, até mesmo para que se possam realizar estudos estatísticos. Ou seja, para a OMT, de modo geral, pessoas que permanecem mais de 12 meses em uma mesma localidade passam a ser consideradas residentes, passando este a ser um entorno habitual.

ÞÞ Turismo de negócios: além de praticar lazer, que seria a motivação principal do turismo, também é admitida a prática de viagens de negócios. Isso porque uma pessoa que vai participar de uma feira de negócios em outro município, por exemplo, mesmo que não desfrute de práticas de lazer, utilizará a maior parte dos serviços relacionados ao turismo, como transporte, hospedagem, alimentação e, por este motivo, é considerada como uma visitante em prática de turismo. Eventualmente, este turista de negócios pode até visitar atrativos turísticos, mas este não é um requisito para ser considerado turista.

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3.1 ROTAS E ROTEIROS TURÍSTICOS

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1

ROTAS E ROTEIROS TURÍSTICOS

De acordo com Ministério do Turismo (BRASIL, 2010, p. 32), uma rota turística é um percurso continuado e delimitado cuja identidade é reforçada ou atribuída pela utilização turística.

A rota turística é um itinerário baseado em contexto histórico, onde a atividade turística se utiliza da história da localidade ou do país, como atrativo e fomento e comercialização do produto turístico. Uma característica importante da rota é que existe uma ordem dos locais a serem visitados

(ponto de partida e ponto de chegada), sendo possível conhecer e contemplar vários roteiros e regiões turísticas.

O roteiro turístico, diferentemente da rota, é mais flexível no sentido de não exigir uma sequência de visitação. Um roteiro é um itinerário de visitação organizado com informações e programação detalhada, porém não se resume a uma visita a determinados atrativos, mas exige um planejamento e uma organização dos atrativos turísticos a serem visitados daquela localidade. Dessa forma, podemos compreender que os roteiros turísticos são um itinerário caracterizado por um ou mais elementos locais, que são estruturados para planejamento, gestão, promoção e comercialização turística da localidade.

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SUMÁRIO

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

P3_001_038_CAP1_TURISMO.indd 6

04/04/2019 19:26

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1  �TURISMO E SUAS DIMENSÕES.......................................... 13

1.1

COMPREENDENDO O TURISMO.................................................. 16

1.1.1

1.1.2

1.2

Conceito técnico............................................................................................ 17

Turista versus excursionista..................................................................... 18

ORGANIZAÇÃO DO TURISMO.......................................................... 19

1.2.1

Demanda turística......................................................................................... 20

1.2.2 Oferta turística................................................................................................ 21

1.2.3 Formas de turismo........................................................................................ 22

1.2.4 A viagem segundo sua abrangência..................................................... 24

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Eurico De Oliveira Santos (23)
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18. Evolução de renda, emprego e salários nas propriedades rurais na metade sul do Rio Grande do Sul

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

18

Evolução

de renda, emprego

e salários nas propriedades rurais na metade sul do

Grande

do

Rio

Sul

Eurico de Oliveira Santos

Marcelo Ribeiro

Hugo Anibal González Vela

Carlos Ernesto González Esquivel

Este capítulo analisa a proporção de renda proveniente da atividade turística, a oferta de empregos fixos e temporários e a evolução dos salários nas propriedades rurais, localizadas na metade sul do Rio Grande do

Sul, que oferecem serviços turísticos. Entrevistaram-se os proprietários das fazendas em 1997, 2002 e 2006. No primeiro momento, foram identificadas nove fazendas em 1997; número que cresceu para 43 em 2002, e para

52 em 2006. Definiu-se agroturismo como a atividade cuja principal fonte de renda das propriedades provém da atividade primária e turismo rural aquela que tem sua principal fonte no setor terciário. A renda proveniente da agricultura teve um importante aumento no período de 1997-2002, seguido de uma baixa, no período de 2002-2006, nas fazendas que ofereciam agroturismo, enquanto nas fazendas que ofereciam turismo rural a renda proveniente dos serviços cresceu até 90%. O número de empregos gerados por fazenda manteve-se estável no primeiro período, mas sofreu uma baixa no segundo, o que gerou uma média de 6,4 por propriedade e reafirmou o caráter familiar da empresa. Os salários deflacionados não obtiveram

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Medium 9788520429501

9. Turismo rural e sustentabilidade: dimensões de avaliação e perspectivas

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

9

Turismo

rural e sustentabilidade:

dimensões de avaliação e perspectivas

Marcia de Fatima Inacio

Introdução

A maior complexidade imposta pelo crescimento das sociedades aliada a um modelo convencional de desenvolvimento rural originou um grave problema ambiental que se traduziu na superutilização dos recursos disponíveis. Em função da maior demanda por alimentos, grandes áreas de vegetação natural foram desmatadas e, no seu lugar, surgiu uma paisagem completamente diferente, dominada por fazendas de criação de gado ou por cultivo intensivo de culturas agrícolas, como café e cana-de-acúcar, principalmente. Nessas áreas, implantou-se um sistema de agricultura com enorme capacidade de produção, que, entretanto, para garantir preço ao consumidor e renda ao produtor, exigia grandes intervenções públicas, além de um grande aporte de energia sob a forma de insumos (adubo) e máquinas pesadas, sem qualquer preocupação com o meio ambiente.

Com o passar dos anos, o sistema passou a dar sinais de decadência, demonstrando que não era capaz de se manter. Os solos, que a princípio

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4. Novas ruralidades: demandas e potencialidades da sociedade contemporânea

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

4

Novas

ruralidades:

demandas e potencialidades da sociedade contemporânea

Elvis Albert Robe Wandscheer

Andressa Ramos Teixeira

Novas ruralidades e turismo

A dinâmica contemporânea dos espaços rurais demonstra o surgimento de atividades desenvolvidas nesse meio que nem sempre estão voltadas unicamente para a agricultura. Em face dessa realidade, (re)formulam-se uma série de fatores que incidem sobre o meio, condicionando e caracterizando o local, conjugando-se, assim, mudanças estruturais nos modos de vida, no trabalho, bem como nos aspectos naturais. Reflexos dessas mudanças aparecem nas concepções que norteiam as visões acerca do rural, os quais já não são mais identificados com o atraso e a precariedade de bens e serviços em sua totalidade, mas representam muito mais sinônimos de qualidade de vida e bem-estar.

Ao encontro dessa perspectiva, a ruralidade enquanto conceito contempla uma abordagem na contramão da dicotomia rural-urbano1, defendendo,

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11. Impactos socioeconômicos do turismo no espaço rural

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

11

Impactos

socioeconômicos do

turismo no espaço rural

Ivo Elesbão

Introdução

Os brasileiros presenciaram transformações profundas ao longo do século XX. Embora a estrutura agrária praticamente não tenha se alterado durante esse período, hoje há um espaço rural significativamente diferente daquele do início do século passado. A passagem de um modelo primárioexportador para uma economia mais diversificada teve grandes reflexos no campo, desde a esfera econômica, na qual a modernização da agropecuária transformou a produção primária e a integrou à indústria, até a social, com a migração de grande parte da população do campo para a cidade.

O processo de modernização da agropecuária e a decorrente migração campo/cidade levaram a população brasileira a vivenciar uma rápida urbanização, na maioria das vezes desordenada. À medida que a sociedade se urbanizou e os problemas desse processo começaram a ser sentidos, a percepção em relação ao rural começou a mudar, o qual passou a ser associado à saúde, ao descanso e à qualidade de vida.

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14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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