Arlindo Philippi Jr (42)
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30. Eventos como Estratégia para o Desenvolvimento de Organizações Turísticas

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Eventos como

Estratégia para o

Desenvolvimento de

Organizações Turísticas

30

Savanna da Rosa Ramos

Bacharel em Turismo, Cesumar

Anete Alberton

Administradora e Engenheira Civil, Univali

INTRODUÇÃO

O turismo de eventos vem sendo enfatizado no meio acadêmico por muitos autores (Buendía, 1991; Mules, 2001; entre outros), principalmente pelos benefícios econômicos que os eventos podem proporcionar às localidades. Por representar uma fonte de receitas e captação de divisas, apresenta-se como uma forma de minimizar os efeitos provocados pela sazonalidade turística de algumas localidades que adquiriram essa característica. Desse modo, muitos setores econômicos de diversas localidades vêm investindo no segmento de eventos como uma alternativa para a manutenção de seus empreendimentos.

Na medida em que o segmento de eventos favorece os negócios e beneficia diretamente uma diversidade de empresas e atividades, o planejamento e a organização integrados tornam-se imprescindíveis. O objetivo deste estudo é destacar as relações do sistema de mercado que regem esse segmento, principalmente nas organizações turísticas, visando, com isso, ao incremento financeiro destas. Para compor esta análise, foram apresentadas ações de marketing que são utilizadas com maior ênfase para a promoção, em que a prospecção e a captação de eventos se destacam no segmento. Este capítulo exibe abordagem teórica, contempla discussões referentes à gestão de eventos e a seus contextos econômico, financeiro e político, e apresenta também o sistema de mercado do segmento de eventos.

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14. Educação para o Turismo: Turistas e Comunidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Educação para o Turismo:

Turistas e Comunidade

14

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente Social e Educadora Ambiental, Faculdade de Saúde Pública da USP

Renata Ferraz de Toledo

Bióloga e Educadora Ambiental, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

O turismo constitui uma das maiores atividades econômicas mundiais e nos países em desenvolvimento tem apresentado superávit comercial. Essa atividade pode ser geradora de renda para os diferentes grupos envolvidos, não apenas para as empresas organizadoras mas também para as comunidades anfitriãs. Analistas do setor do turismo estimam um crescimento mundial da ordem de 4 a 5% ao ano, com um índice de 10% de ocupação da população economicamente ativa.

De acordo com o Decreto n. 448/1992, sobre a Política Nacional de Turismo, que regulamenta a Lei n. 8.181/1991, o turismo tem por finalidade

“seu equacionamento como fonte de renda nacional” (Brasil, 1992, art. 1º), e entre as diretrizes de planejamento está “reduzir as disparidades sociais e econômicas de ordem regional, através do crescimento da oferta de emprego e melhor distribuição de renda” (Brasil, 1992, art. 3º, Inc. II). No entanto, moradores das regiões turísticas não têm sido beneficiados nem com o crescimento da oferta de emprego nem com melhor distribuição de renda e, na maior parte das vezes, estão despreparados para exercer funções que exijam alguma especialização, forçando agências e hotéis a contratarem profissionais de outras regiões.

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7. A Classificação como Indutora do Processo de Qualificação da Oferta Hoteleira no Brasil

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

A Classificação como

Indutora do Processo de

Qualificação da Oferta

Hoteleira no Brasil

7

Leandro Bertoli Neto

Arquiteto e Urbanista, Santa Catarina Turismo S.A.

INTRODUÇÃO

Utilizado não só como referencial informativo, mas também como indutor do processo de qualificação da oferta turística e da hospitalidade de uma destinação, o sistema oficial de classificação dos meios de hospedagem de turismo (MHT) foi motivado pela competição hoteleira, sendo adotado por grande parte dos países turisticamente desenvolvidos, sobretudo no continente europeu, há praticamente cinco décadas.

O objetivo principal da classificação hoteleira é oferecer aos clientes

(hóspedes ou não) um referencial que traduza fielmente os níveis de conforto, serviços e preços esperados, de acordo com as suas diferentes motivações e objetivos, e que possibilite a distinção e a comparação entre os diversos equipamentos de hospedagem disponíveis.

A adoção de um sistema de classificação eficaz, adequado ao contexto mercadológico e às particularidades regionais, favorece a qualificação e a promoção do produto turístico de uma destinação, uma vez que, além do caráter informativo dos padrões de qualidade e da hospitalidade (na verdadeira acepção do termo) que a estrutura receptiva disponibiliza ao público e que constitui, de fato, o principal objetivo do processo, a classificação dos MHT:

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4. Desenvolvimento Turístico e Sustentabilidade Ambiental

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Desenvolvimento

Turístico e

Sustentabilidade

Ambiental

4

Helena Ribeiro

Geógrafa, Faculdade de Saúde Pública da USP

Beatriz Veroneze Stigliano

Bacharel em Turismo, UFSCar

INTRODUÇÃO

Recentemente, o turismo vem recebendo espaço privilegiado na imprensa escrita, não nas páginas tradicionalmente dedicadas a amenidades, como Suplemento Turístico, Caderno de Viagens etc., mas dentro do Caderno de Economia de importantes periódicos do país. Também a comunidade acadêmica tem se debruçado sobre o tema que, até há pouco tempo, era visto por ela com um pouco de distanciamento. A criação do curso universitário de Turismo em universidades de renome é resultado do maior espaço que o turismo vem conquistando na academia, em análise crítica e aprofundada, sob olhar objetivo e por meio de métodos científicos.

Por trás dessa atenção da academia está o fato de que a atividade turística vem crescendo de modo bastante acelerado em todo o mundo, e no Brasil em particular.

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41. Adaptação de Hotel de Selva para o Ecoturismo na Amazônia

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Adaptação de Hotel de Selva para o Ecoturismo na

Amazônia

41

Carlos Ricardo Rossetto

Engenheiro Civil e Administrador, Univali

Tristão Sócrates Baptista Cavalcante

Administrador e Economista, Uninorte

INTRODUÇÃO

Próximo a 2013, ano em que expira o modelo de desenvolvimento da

Zona Franca de Manaus, o estado do Amazonas defronta-se com o término de mais um ciclo econômico e com a possibilidade de sua economia entrar novamente em um marasmo, prejudicando assim o progresso econômico e social dessa região (Rebelo, 1999; Ruschmann, 2000).

Surge, dessa forma, o turismo, precisamente o naturalista, em sua modalidade turismo ecológico ou ecoturismo, que se fundamenta na oferta da natureza pouco transformada pelo homem, nas suas relações e interrelações espaciais e nos vestígios culturais por meio das áreas de conservação. Caracteriza-se, ainda, por uma política de planejamento e de manejo dos recursos naturais, de educação ambiental, de conhecimento da natureza, da conscientização e da integração das comunidades marginais ao turismo e ao desenvolvimento sustentável, sendo uma opção de atividade econômica pautada nas potencialidades naturais da região, sem a vulnerabilidade política do modelo atual (Silva, 2000; Pires, 1999).

Em estudo sobre o comportamento do mercado, a Organização Mundial de Turismo (OMT, 1997) concluiu que o turismo, a partir da década

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Conrad Lashley (15)
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4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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10. Método científico-social do conhecimento da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Método científicosocial do conhecimento da hospitalidade

David Botterill

Escola de Hospitalidade, Turismo e Lazer,

Universidade do Wales Institute, Cardiff

Assuntos-chave:

• A “realidade” da hospitalidade

• O positivismo e o estudo da hospitalidade

• A interpretação no estudo da hospitalidade

• A teoria crítica e a pesquisa da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

O domínio da hospitalidade não escapou da influência da revolução científica que, durante os últimos trezentos anos, proporcionou à sociedade ocidental um “novo” sistema de conhecimento. Até a última metade do século XX, porém, o baixo status dado ao estudo da hospitalidade em comparação a outros domínios de estudo tendeu a restringir o desenvolvimento de um auto-entendimento científico dessa área. No entanto, este capítulo não empreenderá um tour de force a respeito de tudo aquilo que os estudos científicos da hospitalidade descobriram. Em vez disso, procurará encontrar atrás das asserções dos cientistas e, em particular dos cientistas sociais, as verdades a respeito da hospitalidade. Neste capítulo, portanto, será empreendido um esforço para auxiliar no auto-entendimento mediante o exame dos debates da filosofia da ciência. A questão fundamental que se formula em todos os domínios do estudo científico se denomina questão epistemológica, ou, mais simplesmente, em nosso caso, a seguinte pergunta: “Como se pode entender a hospitalidade?”

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5. Como alojar? Gênero, hospitalidade e performance

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Como alojar?

Gênero, hospitalidade e performance

Jane Darke

Escola de Planejamento da

Universidade Oxford Brookes

Craig Gurney

Centro para Administração e

Desenvolvimento de Hospedagem da

Universidade do País de Gales

Assuntos-chave:

• A hospitalidade doméstica como performance

• Os papéis dos gêneros e a hospitalidade

• Os tabus e a etiqueta na visita

• As tensões e os tabus no relacionamento entre anfitrião e visita

• As diferenças entre a hospitalidade comercial e a hospitalidade doméstica

Em busca da hospitalidade

A ausência de um amplo ponto de vista feminista sobre a hospitalidade dá a impressão de ser uma curiosa omissão, dado que muitos relacionamentos anfitrião–visita se baseiam preponderantemente nas relações sociais de gênero (Aitchison, 1999). Há muito tempo, os sociólogos mostram que as palavras são reveladoras; expressões como landlady [senhoria], bell-boy [mensageiro de hotel] ou housewife [dona de casa] assumem um significado crucial ao se considerar a importância do gênero no reconhecimento de papéis e expectativas relativas à hospitalidade. A hospitalidade está, portanto, profundamente envolvida em qualquer análise do patriarcado.

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2. Uma antropologia da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Uma antropologia da hospitalidade

Tom Selwyn

Escola de Negócios,

Universidade de North London

Assuntos-chave:

• As estruturas e funções da hospitalidade

• A hospitalidade e os deveres morais

• As virtudes e os prazeres

• A hospitalidade e seus materiais simbólicos

Em busca da hospitalidade

Este capítulo oferece uma visão socioantropológica da hospitalidade.

Uma seção inicial estuda, sumariamente, seu propósito e sua função social e, em seguida, apresenta um material histórico e etnográfico comparativo sobre o objeto de estudo. Algumas observações preliminares são feitas acerca das estruturas social, ritual e cognitiva, dentro das quais são realizados os atos relacionados a esta área. Uma segunda seção considera a importância da prática da hospitalidade relativa aos alimentos. Esta segunda seção é ilustrada e desenvolvida, sobretudo, por meio de um exemplo etnográfico, e o capítulo termina voltando para temas mais gerais da organização estrutural da hospitalidade.

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Doris Van De Meene Ruscmann (15)
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8. A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

8 A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Karina Toledo Solha

Bruna de Castro Mendes

Lívia Morais Garcia Lima

Introdução

De acordo com a última projeção da população do Brasil realizada pelo

IBGE, o país está na quinta posição no ranking dos mais populosos (2008).

Nesse mesmo estudo estima‑se que uma queda ainda mais acentuada do número de filhos por mulher deve levar ao crescimento negativo e ao enve‑ lhecimento da população brasileira. Hoje, o país já faz parte do grupo dos dez países com maior percentual de idosos, junto da China, Índia, Estados

Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e Espanha (Bacha et al.,

2006).

Certamente, a mudança na estrutura etária da população brasileira traz muitos desafios, mas também oportunidades, pois não se trata apenas do crescimento do número de pessoas idosas (Debert, 1999), mas de uma mu‑ dança no comportamento de todos os segmentos da sociedade.

Se por um lado as consequências inerentes ao processo de envelheci‑ mento da população, como as apontadas por Veras et al. ao estudar o cres‑ cimento da população idosa no Brasil alertando para “a potencial gravidade dessa situação a longo prazo”, indicavam a necessidade urgente de se en‑ contrar caminhos que gerassem uma melhor distribuição dos serviços pú‑

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3. Tendências e motivações turísticas

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

3 Tendências e motivações turísticas

Marlene Huebes Novaes

Introdução

Estudos demográficos demonstram uma tendência de aumento da po‑ pulação idosa. Em 1999, estimava‑se que a população idosa mundial repre‑ sentava cerca de 600 milhões de indivíduos. Para 2050, a ONU projeta a existência de 2 bilhões de pessoas nessa faixa etária, o que mostra um nítido crescimento desse segmento da população (ONU e OMT, 2000). Destas, 335 milhões (60%) vivem nos países em desenvolvimento, países estes que terão a mais alta porcentagem do crescimento do número de idosos até 2050.

De acordo com a Divisão da População da ONU, estima‑se que a popu‑ lação com 60 anos ou mais atinja, na América Latina e Caribe, 180 milhões em 2050, representando uma elevação do percentual sobre a população to‑ tal de 8% para 22%; a quantidade de pessoas com 80 anos ou mais também terá significativo crescimento, passando a representar 18% do total com mais de 60 anos. No que se refere ao Brasil, Paschoal (1999) afirma que a concepção ainda vigente para muitos é que ele é um país de jovens, asso‑ ciando‑se o envelhecimento populacional aos países desenvolvidos da Eu‑ ropa e da América do Norte, o que não representa a realidade existente.

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11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

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15. Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

15 Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

Lívia Morais Garcia Lima

Olga Rodrigues de Moraes von Simson

Introdução

Foi pensando no turismo enquanto meio propulsor de experiências no

âmbito do lazer e da cultura que decidimos desenvolver esta pesquisa, que buscou analisar as formas diversas utilizadas pelos espaços históricos e de visitação para criar e incentivar as atividades socioculturais voltadas para idosos.

A presente pesquisa propõe discutir perspectivas para melhorar a quali‑ dade de vida do cidadão idoso voltadas para o uso cultural do lazer, por meio de propostas de atividades de educação patrimonial não formal e turismo cultural, no contexto das fazendas históricas paulistas selecionadas pelo pro‑ jeto em políticas públicas em andamento denominado “Patrimônio Cultural

Rural Paulista: espaço privilegiado para pesquisa, educação e turismo” (Oita‑ va Chamada para o Programa de Pesquisa em Políticas Públicas – PPPP). O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São

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7. Lazer e turismo como possibilidades educacionais no contexto da extensão universitária: a experiência da UnATI/Each/USP

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

7 Lazer e turismo como possibilidades

educacionais no contexto da extensão universitária: a experiência da

UnATI/Each/USP

Marcelo Vilela de Almeida

Meire Cachioni

Introdução

Ao longo do século XX, em praticamente todo o mundo, o aumento da população idosa suscitou o aparecimento de novas maneiras de encarar a velhice. Sob a influência do progresso tecnológico e social que se refletiu no aumento da expectativa de vida e na melhoria da qualidade de vida, aos poucos foi sendo revisto o conceito clássico segundo o qual a velhice é algo negativo. Simultaneamente a essa revisão, a importância da educação ao longo da vida foi sendo intensificada, tendo em vista que o aprender não é um fim em si mesmo, mas um vínculo por meio do qual uma pessoa pode encontrar uma variedade de objetivos pessoais e de crescimento. Repre‑ senta para o ser humano uma construção contínua de seus conhecimen‑ tos e aptidões, da sua capacidade de discernir e agir. É uma condição que acompanha o indivíduo em todas as fases da sua vida e, em todas elas, mostra‑se igualmente importante para seu pleno desenvolvimento, ao corresponder às características e necessidades próprias de cada momento vivido.

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Esmeralda Macedo Serpa Vinicius Moraes Raszl Guilherme Ant Nio Bim Copiano Gilliard Sousa Ribeiro Douglas Alexandre Dias Ana Carolina Barbosa Angeli (23)
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Medium 9788536531427

4.4 TURISMO VIRTUAL

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

Podemos compreender que:

Turismo de Base Comunitária é um modelo de gestão da visitação protagonizado pela comunidade, gerando benefícios coletivos, promovendo a vivência intercultural, a qualidade de vida, a valorização da história e da cultura dessas populações, bem como a utilização sustentável para fins recreativos e educativos, dos recursos da Unidade de Conservação. (ICMBIO, 2017, p. 10)

�Figura 4.4 Princípios do turismo de base comunitária.

Conservação da sociobiodiversidade

Transparência

Educação

Equidade social

Protagonismo comunitário

Dinamismo cultural

Partilha cultural

Valorização da história e da cultura

Continuidade

Atividade complementar

Bem comum

Fonte: elaborado pelos autores.

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Turismo e suas Possibilidades

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4.4

TURISMO VIRTUAL

A atividade do turismo tornou-se uma economia bastante atrativa para diversos países. Explorar uma riqueza natural e cultural torna-se cada vez mais uma alternativa, uma captação de receita global. Aliado ao crescimento econômico do turismo, percebe-se que os consumidores apresentam cada vez mais uma seletividade pelos serviços e produtos contratados, valorizando as experiências que serão adquiridas através da atividade turística.

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SOBRE OS AUTORES

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

Há as viagens que se sonham e as viagens que se fazem – o que é muito diferente. O sonho do viajante está longe, no fim da viagem, onde habitam as coisas imaginadas.

Cecília Meireles*

* MEIRELES, C. Crônicas de viagem. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. p. 243.

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SOBRE OS AUTORES

Esmeralda Macedo Serpa

Graduada em Turismo pelo Centro Universitário Ibero-Americano (1978) e mestre em Educação pela Universidade de Sorocaba (2007). Atualmente, é professora titular e responsável por projetos no Centro Estadual de Educação Tecnológica

Paula Souza (Ceeteps). Também é professora do Curso Superior de Tecnologia em

Gestão de Turismo, nas Fatec São Paulo e São Roque; atuou como orientadora de estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de 2015 a 2017 nos cursos presenciais e à distância; atua como orientadora do curso de Gestão Empresarial na modalidade à distância desde 2017. Possui experiência em Turismo, Hospitalidade e Eventos e atua principalmente nas seguintes áreas: desenvolvimento sustentável, patrimônio cultural, meios de hospedagem, eventos, agenciamento de viagens e consultoria para projetos de cursos na área de turismo e hospitalidade. Autora dos livros Guia de Turismo: Viagens

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2.4 PATRIMÔNIO E POLÍTICAS DEPRESERVAÇÃO NO BRASIL

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

E quando falamos de cultura, suas produções artísticas e intelectuais podem ser chamadas de patrimônio cultural.

Em sentido estrito, entendia-se como patrimônio cultural as obras de arte, a pintura, a escultura e a arquitetura, mas existem outras artes, aquelas que transcorrem no tempo, como a dança, a literatura e a música (BARRETTO, 2000, p. 9).

!

Para saber mais

De acordo com Santos (2006), por cultura se entende muita coisa, sendo um tema equívoco e cheio de armadilhas. Cultura é uma palavra de origem latina e em seu significado original está ligada às atividades agrícolas. Vem do latim colere, que significa cultivar, habitar, proteger, honrar com veneração.

O conceito de cultura pode ser interpretado ao menos de duas maneiras: a primeira remete a todos os aspectos de uma realidade social, já que cultura é tudo aquilo que caracteriza uma população humana; e a segunda refere-se mais especificamente ao conhecimento, às ideias e às crenças de um povo.

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3.4 SISTEMAS DE INFORMAÇÕESTURÍSTICAS

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

3.4

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

TURÍSTICAS

Para o melhor desenvolvimento da Regionalização do

Turismo é necessário conhecer as ferramentas disponibilizadas para o acesso à informação de outros municípios e observar os modelos praticados para o desenvolvimento da atividade turística em outras regiões.

Vamos ampliar agora o conhecimento aprendendo sobre alguns sistemas de informações turísticas.

3.4.1  Mapa do Turismo Brasileiro

O Mapa do Turismo Brasileiro é um importante instrumento de orientação para as ações do MTur no desenvolvimento e no fomento das políticas públicas do setor e um indicador auxiliar para o Programa de Regionalização do Turismo.

O Mapa do Turismo Brasileiro é o instrumento instituído pela Portaria MTur nº 313, de 3 de dezembro de 2013, atualizada no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo

(instituído pela Portaria nº 105, de 16 de maio de 2013, atualizada) que apresenta:

� rt. 1º Na definição de cada Região Turística inteA grante do Mapa do Turismo Brasileiro, instituído pela

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1.2 ORGANIZAÇÃO DO TURISMO

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

ÞÞ Entorno habitual: nem todo mundo que viaja pratica turismo, ainda que todo mundo que pratique turismo necessariamente viaje. Pareceu confuso? Imagine uma pessoa que more em São Paulo (SP) e trabalhe em Santos (SP), de segunda a sexta-feira. Essa pessoa viaja todo dia para ir ao trabalho e voltar para casa. No entanto, esta viagem é tão corriqueira que se tornou parte do cotidiano e, por este motivo, deixou de ser uma atividade turística.

ÞÞ Prazo da viagem: o conceito em estudo aborda um prazo menor do que um ano de viagem. Na verdade, isso é uma convenção, até mesmo para que se possam realizar estudos estatísticos. Ou seja, para a OMT, de modo geral, pessoas que permanecem mais de 12 meses em uma mesma localidade passam a ser consideradas residentes, passando este a ser um entorno habitual.

ÞÞ Turismo de negócios: além de praticar lazer, que seria a motivação principal do turismo, também é admitida a prática de viagens de negócios. Isso porque uma pessoa que vai participar de uma feira de negócios em outro município, por exemplo, mesmo que não desfrute de práticas de lazer, utilizará a maior parte dos serviços relacionados ao turismo, como transporte, hospedagem, alimentação e, por este motivo, é considerada como uma visitante em prática de turismo. Eventualmente, este turista de negócios pode até visitar atrativos turísticos, mas este não é um requisito para ser considerado turista.

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Eurico De Oliveira Santos (23)
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20. Turismo rural e novo modelo de gestão pública em Minas Gerais

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

20

Turismo

rural e novo

modelo de gestão pública em

Minas Gerais

Carlos Eduardo Oliveira Bovo

Introdução

Este capítulo consiste em compreender o impacto da mudança do modelo de gestão pública adotado no estado de Minas Gerais, o qual trabalha com a lógica da gestão privada dentro da ótica pública, e os impactos diretos ou indiretos sobre a atividade turística, principalmente o turismo rural.

O estudo dessa temática é justificado pela importância que essa atividade não agrícola representa para os agricultores familiares, possibilitando que permaneçam em suas propriedades de maneira sustentável e com boa qualidade de vida. Além de representar para o Estado uma ferramenta importante na redução do êxodo rural, na geração de empregos e renda, entre outros possíveis benefícios nas áreas ambiental, cultural, políticoorganizacional, econômica e social.

Para a compreensão da discussão, propõe-se uma linha de raciocínio que parte do entendimento das mudanças ocorridas no modelo de gestão do Estado, na visão turística construída por ele e pela respectiva secretaria,

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Medium 9788520429501

14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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5. Políticas públicas de turismo rural: uma alternativa necessária

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

5

Políticas públicas de turismo rural: uma alternativa necessária

Alessandra Santos dos Santos

Paulo dos Santos Pires

Introdução

No Brasil, o turismo rural surge como uma alternativa econômica considerada capaz de minimizar a decadência do meio rural e manter a atividade agrícola nas propriedades que estão sendo abandonadas por uma série de fatores de ordem econômica e social. Institucionalmente, a inserção do turismo rural como alternativa econômica para o meio rural brasileiro deve-se ao modelo europeu, o qual integrou a atividade às políticas públicas no intuito de revigorar áreas rurais que se encontram em declínio. Não por acaso, o turismo rural foi incluído recentemente na Política Nacional do Turismo (PNT), a qual estabelece diretrizes, estratégias e programas para apoiar a diversificação de atividades e renda do homem campesino aliadas ao desenvolvimento agrícola.

Diante desse contexto, o presente capítulo é parte de uma investigação acadêmica1 cujo objetivo foi o de analisar as políticas públicas de turismo

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12. Implantação e estruturação de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Implantação

e estruturação

de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Fábio Morais Hosken

Este capítulo objetiva ser um instrumento de orientação para a elaboração de projetos de empreendimentos de turismo rural. Irá auxiliar os consultores e profissionais nessa tarefa complexa que é formatar um documento que relate, da forma mais fiel, técnica e clara possível, um empreendimento turístico rural e/ou ecológico.

Nas disciplinas de planejamento turístico dos cursos de Turismo, será uma ferramenta à disposição, que pretende ser objetiva e prática, como um guia de elaboração, contendo o passo a passo para fazer um projeto completo.

As chances de o negócio dar certo são bem maiores quando se parte de um bom projeto, que procure definir tudo o que deve ser adaptado, construído, treinado, preparado, bem como os recursos necessários desde o início. Os riscos serão identificados, os pontos fortes, maximizados e reforçados, e os pontos fracos, corrigidos, eliminados ou transformados.

Para executar um trabalho desses, o profissional deverá ter conhecimentos sobre turismo, agropecuária e meio ambiente. A percepção sistêmica da propriedade é fundamental, ou seja, é preciso vê-la como um

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Medium 9788520429501

7. Turismo no espaço rural e preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Turismo

no espaço rural e

preservação do patrimônio, da paisagem e da cultura

Patrícia Marasca Fucks

Marcelino de Souza

Introdução

Este capítulo aborda a temática do turismo tendo como recorte geográfico o espaço rural brasileiro, cenário no qual se evidenciam os aspectos tangíveis e intangíveis do patrimônio, da paisagem e da cultura, que permeiam o universo do turista e do empreendedor rural. Trata-se de elucidar as possíveis contribuições obtidas pela população urbana e rural, a partir do uso do patrimônio cultural rural como recurso turístico e educativo que alicerça a atividade do turismo rural.

Desde que o modelo econômico de desenvolvimento industrial e o processo de globalização passaram a nortear a sociedade brasileira, houve mudanças significativas no comportamento das pessoas, no modo como elas se relacionam entre si, com o trabalho e com o capital, e na percepção dos seus próprios valores, das suas necessidades e dos seus costumes. Isso determinou um ritmo mais acelerado aos padrões de consumo, ao modo de vida e de trabalho, tanto na área urbana quanto na rural.

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