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Capítulo 2. Cálculos de Potência

Daniel W. Hart Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Cálculos de Potência

2

2.1 INTRODUÇÃO

Os cálculos de potência são essenciais em análise de projetos de circuitos de eletrônica de potência. Os conceitos básicos de potência serão revisados neste capítulo, com ênfase nos cálculos de potência para circuitos com tensões e correntes senoidais.

Um tratamento extra é dado para alguns casos especiais que são frequentemente encontrados em eletrônica de potência. O cálculo de potência é demonstrado usando o programa de simulação de circuito PSpice.

2.2 POTÊNCIA E ENERGIA

Potência instantânea

A potência instantânea para um dispositivo qualquer é calculada pela tensão aplicada nele e pela corrente que por ele circula. A potência instantânea é

(2-1)

Esta relação é valida para qualquer dispositivo ou circuito. A potência instantânea é geralmente uma grandeza que varia no tempo. Se o sinal de convenção passivo mostrado na Fig. 2-1a for observado, o dispositivo estará absorvendo potência se p(t) for positivo em um valor especificado de tempo t. O dispositivo fornecerá potência se p(t) for negativo. Frequentemente tem se adotado o sentido da corrente consistente com a fonte de alimentação. Com a convenção da Fig. 2-1b, um valor positivo de p(t) indica que a fonte está fornecendo potência.

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4.4 Cálculos/lançamentos dos proventos/descontos

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva, Ricardo Alexander Gabriel Editora Saraiva PDF Criptografado

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eSocial Prático para Gestores

A legislação sobre a marcação de ponto continua a mesma com o advento do eSocial.

O que se espera é mais qualidade nas informações e mais transparência. Assim, o empregador terá que analisar a jornada de trabalho e a tabela de horários de seus trabalhadores, ajustando-as à legislação em vigor. Outras observações devem ser feitas, mas ainda não serão fiscalizadas ou terão o foco no eSocial, como:

• jornadas de trabalho além do limite legal;

• horas extras acima do limite previsto na CLT (são permitidas até 2 horas diárias, além da jornada normal);

• intervalo intrajornada (mínimo de 11 horas de uma jornada para outra, e no descanso semanal remunerado, 36 horas).

As informações dos horários/turnos de trabalho do empregador serão enviadas pelo evento S-1050. A jornada de trabalho é a duração diária das atividades do empregado, ou seja, o tempo que ele fica à disposição do empregador durante seu expediente e, neste caso, a jornada diária pode ser de até 8 horas, não excedendo 44 horas semanais. Nesse evento, o empregador deverá informar todos os horários de trabalho existentes para seus empregados – código do horário, horário de entrada e de saída, e duração do intervalo.

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6.3 Passo 3 – aderência às normas trabalhistas e previdenciárias

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva, Ricardo Alexander Gabriel Editora Saraiva PDF Criptografado

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eSocial Prático para Gestores

As informações de mapeamento da Tabela 6.4 são:

• Processos envolvidos: qual é o processo responsável pela geração dessas informações e o evento?

• Prazo de envio: quanto tempo tenho para enviar as informações desse evento?

• Pré-requisitos: quais informações devem existir ou mesmo ser enviadas para que esse evento possa ser gerado?

• Informações externas: o preenchimento dessas informações depende de informações externas?

• Grupo de informações: conforme a tabela de resumo de registros de cada evento.

• Campo, tipo, tamanho (obrigatório): todas as informações serão retiradas do

Manual do eSocial.

As três perguntas que serão preenchidas logo em seguida, para cada campo, permitirão identificar o quanto de trabalho o empregador terá para cada evento:

• Existe campo no sistema?

• Está preenchido corretamente?

• Qual o nome do campo/sistema?

Mediante respostas a essas perguntas, a equipe poderá partir para o próximo passo.

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12.2 CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOSDISPONÍVEIS

Milton De Oliveira Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

Os custos de investimento para instalação de sistema que utilizam essas fontes são bastante elevados, sendo essencial uma boa caracterização dos recursos energéticos e da demanda elétrica, de forma a dimensionar o sistema de geração que melhor atenda à necessidade de energia com o menor custo. Dependendo do tipo de conexão, um sistema híbrido pode ser autônomo ou conectado à rede de energia elétrica. Já no que se refere à dimensão do sistema, este pode ter uma escala de mini e microgeração ou, ainda, uma escala maior em nível de usina. Neste capítulo, abordaremos os sistemas híbridos com foco na energia eólica gerada em grande escala e conectados ao sistema interligado nacional e sua associação com outras fontes de energia.

12.2

CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS

DISPONÍVEIS

Do ponto de vista da viabilidade técnica de sistemas híbridos de energia, o levantamento da disponibilidade dos recursos naturais (eólico, solar, biomassa etc.) nas regiões onde se pretende implementá-lo caracteriza-se por ser uma etapa inicial e uma das mais relevantes do processo. Na literatura especializada em energias renováveis, encontram-se diversos mapeamentos de recursos naturais com vistas à produção de energia elétrica, sobretudo dos recursos eólico e solar (PEREIRA et al. 2017; AMARANTE et al. 2001). Algumas unidades da federação já contam com atlas regionais de radiação solar (Pernambuco,

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10.4 IMPACTOS DA GERAÇÃO EÓLICA NA OPERAÇÃO EM TEMPO REAL

Milton De Oliveira Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

energético do Nordeste de outubro de 2009 até janeiro de 2019. Percebe-se claramente a diminuição da participação da energia hidráulica, com a contrapartida do rápido crescimento da eólica.

Gráfico 10.9  Balanço energético do Nordeste – 2009 a janeiro de 2019

Fonte: ONS (2019).

Vale destacar que, historicamente, o subsistema Nordeste sempre foi importador de energia de outros subsistemas do país, porém, essa característica foi alterada após a elevação da potência instalada de geração eólica. De uma forma sazonal, notadamente no segundo semestre, o Nordeste tem exportado energia para as demais regiões do país, principalmente quando há coincidência entre o alto fator de capacidade das usinas com a carga leve do sistema (ONS, 2018).

Pode-se afirmar que, em um futuro próximo, a exemplo do que já ocorre em alguns países da Europa, quando o excedente de energia for muito elevado e a carga do SEB estiver em valores baixos, o Operador do Sistema deverá comandar cortes de geração eólica, em função da necessidade de manutenção de uma quantidade de unidades geradoras de fonte hidráulica sincronizadas, para garantia da inércia mínima do sistema, auxílio no controle de tensão

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