Zuin Lu S Fernando Soares Queiroz Tim Teo Ramos (5)
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PARTE I - CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

• A C O N S T R U Ç ÃO D E N O V O S C A M I N H O S PA R A A G E S TÃO , I N O VAÇ ÃO E . . .

PARTE I

CONCEITOS

INTRODUTÓRIOS

1

PA R T E I • CO N C E I TO S I N T R O D U TÓ R I O S

2

CAPÍTULO 1

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios

Luís Fernando Soares Zuin

Poliana Bruno Zuin

Timóteo Ramos Queiroz

INTRODUÇÃO

Nas próximas décadas, o maior desafio dos profissionais de todas as organizações que compõem as cadeias produtivas dos agronegócios será como planejar, implementar e conduzir de forma conjunta modelos produtivos economicamente viáveis, inovadores, ambientalmente corretos e socialmente justos em suas rotinas de trabalho.

Do lado do consumidor, temos cada vez mais uma pluralidade de indivíduos com desejos e necessidades distintos, relacionados aos aspectos éticos e estéticos do ato de consumo dos mais variados produtos, entre eles os alimentos.

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PARTE II - GESTÃO NOS AGRONEGÓCIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE II

GESTÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I • G E S TÃ O N O S A G R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 6

Gestão da cadeia de suprimentos do agronegócio

E duard o Guilherme Satolo

A l e x a n d r e Ta d e u S i m o n

Jéssica dos Santos Leite Gonell a

INTRODUÇÃO

O estudo de supply chain management (SCM), expressão traduzida como gestão da cadeia de suprimentos, é um tópico de crescente interesse nos últimos anos, tornando-se uma nova abordagem de conhecimento para gestores e pesquisadores.1 O conceito emergiu na medida em que as estruturas de mercados se dinamizaram, promovendo alterações nos arranjos estruturais das instituições e demandando novas estratégias de gestão.2

A SCM é definida como planejamento e gestão dos elos necessários para o fornecimento e conversão de todas as atividades de uma cadeia de suprimentos.

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PARTE IIII - NOVAÇÃO NOSAGRONEGÓCIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE III

INOVAÇÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I I • I N OVAÇ ÃO N O S AG R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 11

Inovação social e sustentabilidade

Giuliana Aparecida San t ini Pigat t o

Leonid Dvortsin

Ju l i o O táv i o Ja r d i m B a r c e l l o s

INTRODUÇÃO

O setor de agronegócios desempenha papel relevante no desenvolvimento econômico, social e ambiental dos países, com destaque para o Brasil. Por compreender um conjunto amplo de atividades, como produção, processamento, comercialização e distribuição de insumos e produtos agroindustriais, o setor é determinante em termos sistêmicos, proporcionando relações/elos entre diferentes agentes produtivos, direta e indiretamente relacionados às suas cadeias produtivas.

Sua importância também é ilustrada por outros fatores, como a representatividade no Produto Interno Bruto nacional (média de 20,6% do PIB de

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PARTE IV - SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE IV

SUSTENTABILIDADE E

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

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PA R T E I V • S U S T E N TA B I L I DA D E E R E S P O N S A B I L I DA D E S O C I A L

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CAPÍTULO 16

Desafios ambientais para a produção animal brasileira

J u l i o C e s a r Pa s c a l e Pa l h a r e s

Embrapa Pecuária Sude st e

INTRODUÇÃO

A história da evolução humana está ligada ao consumo de proteína animal. O provável ponto de viragem para a evolução da humanidade ocorreu há cerca de quatro milhões de anos, na África. Naquele momento, a combinação de alguns elementos do desenvolvimento humano, como a linguagem, o andar ereto e o uso de armas, proporcionou um aumento de cerca de 30 vezes no consumo dessa proteína.1 Ao longo do relativo curto período da história humana, grandes inovações, como a domesticação de animais, a adoção de um estilo de vida agrícola e a Revolução Industrial, aumentaram a população humana dramaticamente e tiveram efeitos ecológicos radicais.2

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SUMÁRIO

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

SUMÁRIO

PARTE I CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

1.

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios .......................................................................................3

Introdução............................................................................................................................................3

Nova realidade produtiva ....................................................................................................6

Giro dialógico ...........................................................................................................................7

1.1

1.2

Perspectivas do giro dialógico nos agronegócios ............................................12

A alteridade do giro dialógico nos territórios rurais ......................................16

Considerações finais .....................................................................................................................19

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Yunus A Engel William J Palm Iii (9)
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Capítulo 1 - Introdução às Equações Diferenciais

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

I nt rod ução às Eq u a ç õ e s

Di f erenciais

OBJETIVOS

A

diferença entre as equações algébricas e as diferenciais está no fato de que estas envolvem derivadas em suas funções. Como o estudo das equações diferenciais requer um bom entendimento de cálculo, o estudante deverá revisar alguns tópicos importantes, como variáveis dependentes e independentes, funções contínuas e descontínuas, derivadas ordinárias e parciais, diferenciais e incrementos, e integração.

Neste capítulo, abordam-se a importância das equações diferenciais e o valor do modelamento matemático para resolver problemas do mundo real. Serão apresentados exemplos de como equações diferenciais são originadas a partir de problemas práticos e suas soluções. Depois de uma breve revisão sobre alguns conceitos de cálculo, apresentaremos a classificação das equações diferenciais e trataremos das equações lineares e não lineares, e daquelas com coeficientes constantes ou variáveis. Apresentaremos a solução de algumas equações diferenciais simples por meio de integração direta. Finalmente, alguns programas de computador serão utilizados para resolver equações diferenciais simples e traçar gráficos.

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Capítulo 2 - Equações Diferenciais de Primeira Ordem

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Equações D ifere n c ia is de Primeira O rde m

OBJETIVOS

E

m muitos problemas, a taxa de mudança (derivada primeira) de uma variável depende tanto desta quanto da variável independente. Tais problemas podem geralmente ser descritos pela equação diferencial y′= f(x, y), onde y′ representa a derivada primeira, e f(x, y), os demais termos.

A aparência simples das equações diferenciais de primeira ordem pode nos levar a pensar erroneamente que essas equações têm fácil solução. Apesar de isso ser verdade em alguns casos, a resolução das equações diferenciais de primeira ordem pode ser tão desafiadora quanto a solução das equações de ordem superior.

Não existe um método para a resolução de todas as equações diferenciais de primeira ordem; na verdade, os métodos existentes são aplicáveis a certas classes de equações diferenciais. Dessa forma, a classificação e o estudo dessas equações em diferentes grupos são fundamentais.

Neste capítulo, aprenderemos como reconhecer os diferentes tipos de equação diferencial de primeira ordem. Resolveremos cada tipo. Primeiramente, estudaremos as equações lineares de primeira ordem, já que elas podem ser sempre resolvidas por meio de um processo sistêmico, abordando algumas aplicações dessas equações. Então, abordaremos as equações não lineares de primeira ordem e a existência de soluções em uma dada região. Em particular, abordaremos as equações que podem ser classificadas como separáveis, homogêneas ou exatas, pois existe um método analítico de solução dessas equações, sejam elas lineares ou não.

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Capítulo 3 - Equações Diferenciais Lineares de Segunda Ordem

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Equações Diferenciais

Lineares de Segunda Ordem

OBJETIVOS

E

quações diferenciais lineares de primeira ordem podem ser sempre resolvidas de uma maneira sistemática, com o do uso do fator integrante, como discutido no Cap. 2, e não há muita diferença se os coeficientes são constantes ou variáveis, desde que as integrações possam ser realizadas. Porém, essas afirmações não se aplicam às equações diferenciais lineares de segunda ordem (ou ordem superior), já que não existe um procedimento geral para solução dessas equações, a menos que os coeficientes sejam constantes e que elas atendam a certas condições. Várias equações que aparecem nas ciências e na engenharia são lineares de segunda ordem com coeficientes constantes, e, então, é importante que dominemos o procedimento de solução dessas equações. Isso é exatamente o que pretendemos neste capítulo.

Apesar de a maioria das definições, dos teoremas e procedimentos descritos neste capítulo serem gerais, iremos nos concentrar nas equações lineares de segunda ordem com coeficientes constantes por duas razões: (1) tais equações são as mais encontradas na prática por cientistas e engenheiros e (2) novos conceitos são mais fáceis de ser demonstrados e aprendidos em equações simples. Estenderemos a análise para as equações lineares de ordem superior com coeficientes constantes no Cap. 4 e abordaremos as equações lineares com coeficientes variáveis no Cap. 5, pela introdução do método de solução usando séries. Essa sequência de três capítulos provê uma completa cobertura das equações lineares.

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Capítulo 4 - Equações Diferenciais Lineares de Ordem Superior

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Equações D ifere n c ia is

L i neares de O r d e m

Superior

OBJETIVOS

A

s naturezas das equações lineares de primeira e segunda ordens são bastante diferentes, portanto, há poucos pontos em comum entre os procedimentos de solução. Por exemplo, equações lineares de primeira ordem têm uma forma direta de solução, assumindo que as integrais envolvidas nesse processo possam ser calculadas. Entretanto, a afirmação anterior só poderá ser aplicada às equações lineares de segunda ordem se estas tiverem coeficientes constantes. Mesmo assim, a solução pode exigir um procedimento mais elaborado.

Existe um paralelo entre as equações de segunda ordem e aquelas de ordem superior. A teoria aplicada a equações lineares de ordem superior é análoga à teoria das equações diferenciais lineares de segunda ordem. Neste capítulo, basicamente estenderemos a teoria baseada nas equações diferenciais lineares de segunda ordem para equações de ordem superior. As demonstrações apresentadas no Cap. 3 para o caso das equações de segunda ordem podem ser estendidas para equações de ordem superior por meio da generalização dessas demonstrações.

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Capítulo 5 - Equações Diferenciais Lineares: Coeficientes Variáveis

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

Equações D ifere n c ia is

L i neares: C oefic ie n te s

Vari áveis

OBJETIVOS

A

té agora, estudamos equações diferenciais com coeficientes constantes porque muitas delas podem ser resolvidas de forma sistemática, em termos de funções elementares (como exponenciais, funções trigonométricas e logaritmos). Também abordamos a equação de Euler como um caso especial de equação diferencial com coeficientes variáveis.

Agora, estamos prontos para lidar com equações diferenciais com coeficientes variáveis. Como essas equações raramente podem ser resolvidas em termos de funções elementares, é necessário investigar outros métodos de solução. O método de solução por série é usado com sucesso para a solução de equações diferenciais com coeficientes variáveis, por meio do qual é possível encontrar a solução de forma exata ou aproximada para equações lineares ou não lineares com coeficientes constantes ou variáveis.

Neste capítulo, aplicaremos o método de solução por séries a equações diferenciais lineares de segunda ordem com coeficientes variáveis, que pode ser expresso como y″

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Yunus A Engel Michael A Boles (17)
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Capítulo 10: Ciclos de Potência a Vapor e Combinados

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

C i cl os de P otên c ia a

Vapor e C ombin a d o s

OBJETIVOS

N

o Cap. 9 discutimos os ciclos de potência a gás nos quais o fluido de trabalho permanece como um gás durante todo o ciclo. Neste capítulo, consideramos os ciclos de potência a vapor, nos quais o fluido de trabalho

é alternadamente vaporizado e condensado. Consideramos também a geração de potência acoplada ao processo de aquecimento, chamada de cogeração.

A busca constante por eficiências térmicas mais altas resultou em algumas modificações inovadoras no ciclo de potência a vapor básico. Entre elas discutimos os ciclos regenerativos e com reaquecimento, bem como os ciclos de potência combinados gás-vapor.

Vapor de água é o fluido de trabalho mais comum utilizado nos ciclos de potência a vapor, pois tem várias características desejáveis, tais como baixo custo, disponibilidade e alta entalpia de vaporização. Assim, este capítulo dedica-se principalmente à discussão das usinas a vapor de água. As usinas a vapor normalmente são classificadas como usinas a carvão, usinas nucleares ou usinas a gás natural, em referência ao tipo de combustível usado para fornecer calor ao vapor. Entretanto, o vapor passa pelo mesmo ciclo básico em todas elas, e por isso todas as usinas podem ser analisadas do mesmo modo.

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Capítulo 11: Ciclos de Refrigeração

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

C i cl os de

R ef ri geração

OBJETIVOS

U

ma das grandes áreas de aplicação da termodinâmica é a refrigeração, que é a transferência de calor de uma região com temperatura mais baixa para outra com temperatura mais alta. Os dispositivos que produzem refrigeração são chamados de refrigeradores, e os ciclos nos quais eles operam são chamados de ciclos de refrigeração. O ciclo de refrigeração mais usado é o ciclo de refrigeração por compressão de vapor, no qual o refrigerante é vaporizado e condensado alternadamente e é comprimido na fase de vapor. Outro ciclo de refrigeração conhecido é o ciclo de refrigeração a gás, no qual o refrigerante permanece sempre na fase gasosa. Os outros ciclos de refrigeração discutidos neste capítulo são a refrigeração em cascata, na qual é utilizado mais de um ciclo de refrigeração, a refrigeração por absorção, na qual o refrigerante é absorvido em um líquido antes de ser comprimido, e a refrigeração termoelétrica (discutida no

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Capítulo 12: Relações de Propriedades Termodinâmicas

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

12

R el aç ões de

P ropriedades

Termodinâmicas

OBJETIVOS

N

os capítulos anteriores, usamos amplamente as tabelas de propriedades.

Tendemos a confiar bastante nessas tabelas, pois, sem elas, as leis e princípios da termodinâmica são de pouca utilidade para os engenheiros. Neste capítulo, concentramos nossa atenção na maneira como as tabelas de propriedades são preparadas e como algumas propriedades desconhecidas podem ser determinadas com base em dados limitados.

Sabemos que algumas propriedades, como temperatura, pressão, volume e massa, podem ser medidas diretamente e que outras, como densidade e volume específico, podem ser determinadas por meio daquelas com o uso de algumas relações simples. Contudo, propriedades como energia interna, entalpia e entropia não são tão fáceis de determinar, pois não podem ser medidas diretamente nem relacionadas a propriedades facilmente mensuráveis por meio de relações simples.

Portanto, é essencial que desenvolvamos algumas relações fundamentais entre as propriedades termodinâmicas comumente encontradas e expressemos as propriedades que não podem ser medidas diretamente utilizando as propriedades facilmente mensuráveis.

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Capítulo 13: Misturas de Gás

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

13

Mi s t u ras de G ás

OBJETIVOS

A

té este ponto, limitamos nosso exame aos sistemas termodinâmicos que envolvem uma única substância pura, como a água. Muitas aplicações termodinâmicas importantes, porém, envolvem misturas de várias substâncias puras em vez de uma única. Assim, é importante compreender as misturas e aprender a lidar com elas.

Neste capítulo, lidamos com misturas de gases não reativos. Uma mistura de gases não reativos pode ser tratada como uma substância pura, uma vez que, em geral, essa é uma mistura homogênea de gases diferentes. As propriedades de uma mistura de gases dependem, obviamente, das propriedades dos gases individuais

(chamados de componentes ou constituintes), bem como da quantidade de cada gás da mistura. Assim, é possível preparar tabelas de propriedades para as misturas. Isso tem sido feito para misturas comuns, como o ar. Preparar tabelas de propriedades para a composição de cada mistura possível não é algo prático, uma vez que o número de composições possíveis é infinito. Assim, precisamos desenvolver regras para determinar as propriedades de mistura usando o conhecimento das composições das misturas e as propriedades dos componentes individuais.

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Capítulo 14: Misturas Gás-Vapor e Condicionamento de Ar

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

14

Mi s t u ras G ás- Vap o r e

C ondicionamento d e Ar

OBJETIVOS

E

m temperaturas abaixo da temperatura crítica, a fase gasosa de uma substância é frequentemente chamada de vapor. O termo vapor implica um estado gasoso que está próximo da região de saturação da substância, elevando a possibilidade de condensação durante um processo.

No Cap. 13 discutimos as misturas de gases que geralmente estão acima de suas temperaturas críticas, por isso não havia preocupação com a possível condensação de nenhum desses gases durante um processo. A análise fica bastante simplificada quando não é preciso lidar com duas fases; porém, quando lidamos com uma mistura de gás e vapor, o vapor pode condensar durante um processo, formando uma mistura de duas fases. Isso pode complicar consideravelmente a análise. Assim, uma mistura de gás e vapor precisa ser tratada de modo diferente de uma mistura comum de gases.

Várias misturas de gás e vapor são encontradas na engenharia. Neste capítulo, vamos considerar a mistura de ar-água-vapor, que é a mistura de gás-vapor mais encontrada na prática. Discutimos também o condicionamento de ar, ou seja, a principal área de aplicação das misturas de ar-água-vapor.

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Yunus A Engel Afshin J Ghajar (14)
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Medium 9788580551273

Capítulo 10. Ebulição e condensação

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

Ebul i ção e

C ondensação

S

abemos em termodinâmica que, quando a temperatura do líquido a determinada pressão aumenta até a temperatura de saturação Tsat nessa pressão, ocorre ebulição. Do mesmo modo, quando a temperatura do vapor é reduzida a Tsat, ocorre condensação. Neste capítulo, estudamos as taxas de transferência de calor durante as transformações da fase líquida para vapor e de vapor para líquido.

Embora a ebulição e a condensação apresentem algumas características únicas, são consideradas formas de transferência de calor por convecção, uma vez que envolvem movimento de fluidos (como ascensão das bolhas para o topo e escoamento do condensado para o fundo). A ebulição e a condensação diferem de outras formas de convecção na medida em que dependem do calor latente de vaporização hfg do fluido e da tensão superficial � na interface líquido-vapor, além das propriedades do fluido em cada fase. Observando que, sob condições de equilíbrio, a temperatura se mantém constante durante o processo de mudança de fase a uma pressão constante, grandes quantidades de calor (devido ao grande calor latente de vaporização liberado ou absorvido) podem ser transferidas durante a ebulição e a condensação, essencialmente a uma temperatura constante. Na prática, porém,

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Capítulo 11. Trocadores de calor

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Troca dor es de Ca lor

O

s trocadores de calor são dispositivos que facilitam a troca de calor entre dois fluidos que se encontram em diferentes temperaturas, evitando a mistura de um com o outro. Os trocadores de calor são utilizados, na prática, em uma ampla gama de aplicações, desde sistemas de aquecimento e ar condicionado domésticos a processos químicos e produção de potência em grandes usinas.

Os trocadores de calor diferem de câmaras de mistura na medida em que não permitem a mistura dos dois fluidos envolvidos.

A transferência de calor em um trocador de calor geralmente envolve convecção em cada fluido e condução através da parede que separa os dois fluidos. Na análise de trocadores de calor, é conveniente trabalhar com o coeficiente global de transferência de calor U, que representa a contribuição de todos esses efeitos sobre a transferência de calor. A taxa de transferência de calor entre os dois fluidos em um local de trocador de calor depende da magnitude da diferença de temperatura no local, que varia ao longo do trocador de calor.

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Capítulo 12. Fundamentos de radiação térmica

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

12

Funda m entos de

R adi a ção Tér m ic a

A

té agora, temos considerado os modos de transferência de calor por condução e por convecção, que estão relacionados com a natureza dos meios envolvidos e a presença de movimento de fluido, entre outros fatores. Voltamos agora nossa atenção para o terceiro mecanismo de transferência de calor: a radiação, que é caracteristicamente diferente dos outros dois.

Começamos este capítulo com uma discussão sobre as ondas eletromagnéticas e o espectro eletromagnético, com especial ênfase na radiação térmica. Em seguida, introduzimos o corpo negro, a radiação do corpo negro e a função de radiação do corpo negro, idealizados juntamente com a lei de Stefan-Boltzmann, a lei de Planck e a Lei de Wien do deslocamento.

A radiação é emitida por cada ponto de uma superfície plana em todas as direções no hemisfério acima da superfície. A quantidade que descreve a amplitude da radiação emitida ou incidente em determinada direção no espaço é a intensidade de radiação. Diversos fluxos de radiação, como poder emissivo, irradiação e radiosidade, são expressos em termos de intensidade. Isto é seguido por uma discussão das propriedades radioativas dos materiais, como emissividade, absortividade, refletividade e transmissividade, e sua dependência em relação ao comprimento de onda, à direção e à temperatura. O efeito estufa é apresentado como um exemplo das consequências da dependência em relação ao comprimento de onda nas propriedades de radiação. Terminamos este capítulo com uma discussão sobre a radiação atmosférica e solar.

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Capítulo 13. Transferência de calor por radiação

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

13

Trans fer ência d e

C al or por R adiaç ã o

N

o Cap. 12 foram considerados os aspectos fundamentais da radiação e as propriedades de radiação das superfícies. Já podemos, agora, considerar a troca de radiação entre duas ou mais superfícies, que é a grandeza de interesse principal na maioria dos problemas de radiação.

Começamos este capítulo com uma discussão sobre os fatores de forma e suas regras associadas. Expressões para o fator de forma e diagramas para algumas configurações comuns são dados, e é apresentado o método das linhas cruzadas.

Em primeiro lugar, discutimos a transferência de calor por radiação entre superfícies negras e, em seguida, entre superfícies não negras, utilizando a abordagem da rede de radiação. Continuamos com o escudo de radiação e discutimos seus efeitos sobre as medições de temperatura e sobre o conforto. Finalmente, consideramos a radiação em um gás e discutimos a emissividade efetiva e a absortividade do gás de um corpo de várias formas. Discutimos, também, a troca de radiação entre paredes de câmaras de combustão e gases de combustão emissores e absorvedores a altas temperaturas no seu interior.

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Capítulo 14. Transferência da massa

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

14

Trans fer ência de M assa

A

té este ponto restringimos nossa atenção para problemas de transferência de calor que não envolvem nenhuma transferência de massa. No entanto, muitos problemas significativos de transferência de calor encontrados na prática envolvem a transferência de massa. Por exemplo, cerca de um terço da perda de calor a partir de uma pessoa em descanso é devido à evaporação. A transferência de massa é análoga à transferência de calor em muitos aspectos, e existe uma estreita semelhança entre as relações de transferência de calor e de massa.

Neste capítulo discutimos os mecanismos de transferência de massa e desenvolvemos as relações da taxa de transferência de massa para situações comumente encontradas na prática.

Deve ser feita uma distinção entre transferência de massa e movimento de massa de fluido (ou escoamento de fluido), que ocorre em nível macroscópico quando o fluido é transportado de um local para outro. A transferência de massa exige a presença de duas regiões com diferentes composições químicas e refere-se ao movimento da espécie química a partir da região de concentração mais elevada em direção à região de menor concentração. A principal força motriz para o escoamento do fluido é a diferença de pressão, enquanto, para a transferência de massa,

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Willian H Hayt Jr Jack E Kemmerly Steven M Durbin (19)
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Capítulo 10 - Análise em Regime Permanente Senoidal

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

10

Análise em Regime

Permanente Senoidal

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Características de Funções Senoidais

INTRODUÇÃO

A resposta completa de um circuito elétrico linear é composta por duas partes, a resposta natural e a resposta forçada. A resposta natural corresponde ao transitório de curta duração que ocorre em um circuito em decorrência de uma súbita mudança em sua condição. A resposta forçada corresponde ao comportamento em regime permanente de um circuito na presença de quaisquer fontes independentes. Até o presente momento, consideramos apenas respostas forçadas causadas por fontes cc. Outra resposta forçada muito comum é a forma de onda senoidal. Esta função descreve a tensão disponível nas tomadas das residências, bem como a tensão nas linhas de transmissão de energia que alimentam áreas residenciais e industriais.

Neste capítulo, assumimos que a resposta transitória seja de pouco interesse, e que a resposta de um circuito em regime permanente (um aparelho de TV, uma torradeira, ou uma linha de distribuição de energia) frente a uma tensão ou corrente senoidal seja necessária. Analisaremos tais circuitos utilizando uma técnica poderosa que transforma equações integro-diferenciais em equações algébricas. Antes de ver como isso funciona, é interessante rever rapidamente alguns atributos importantes gerais das senoides, que descrevem praticamente todas as correntes e tensões ao longo do capítulo.

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Capítulo 11 - Análise de Potência em Circuitos CA

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

11

Análise de Potência em Circuitos CA

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

INTRODUÇÃO

Parte da análise de um circuito é frequentemente dedicada à determinação da potência fornecida ou absorvida (ou ambos). No contexto da potência CA, descobrimos que a abordagem relativamente simples que utilizamos até agora não ilustra de forma conveniente a operação de um determinado sistema, e com isso introduzimos várias grandezas relacionadas à potência neste capítulo.

Começaremos considerando a potência instantânea, que é o produto da tensão e da corrente associadas ao elemento ou rede de interesse no domínio do tempo. A potência instantânea é muitas vezes de grande utilidade, pois seu valor máximo deve ser limitado para que a operação de um determinado dispositivo dentro de limites de segurança ou de uso seja garantida. Por exemplo, quando a potência instantânea excede um certo valor limite, amplificadores transistorizados e valvulados produzem uma saída distorcida que resulta em um som distorcido nos alto-falantes. Entretanto, estamos interessados na potência instantânea principalmente por ela nos possibilitar o cálculo de uma grandeza mais importante, a potência média. Sabemos que o andamento de uma viagem é mais bem descrito pela velocidade média desenvolvida pelo veículo; nosso interesse na velocidade instantânea restringe-se a evitar que ela supere determinados limites e coloque nossa segurança em risco ou perturbe a polícia rodoviária.

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Capítulo 12 - Circuitos Polifásicos

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

12

Circuitos Polifásicos

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

INTRODUÇÃO

A grande maioria da energia elétrica é fornecida aos consumidores na forma de tensões e correntes senoidais, normalmente chamadas de corrente alternada ou simplesmente CA.

Embora haja exceções, como por exemplo alguns tipos de motores de trem, a maioria dos equipamentos são projetados para funcionar em 50 ou 60 Hz.

A maioria dos sistemas em 60 Hz são agora padronizados para funcionarem em

120 V ou 220 V, enquanto os sistemas de 50 Hz tipicamente utilizam a tensão de

240 V (sendo que em ambos os casos esses valores são em RMS)1. A tensão real entregue a um aparelho pode ser um pouco diferente destes valores, e sistemas de distribuição utilizam tensões significativamente mais elevadas para minimizar o valor da corrente e, consequentemente, o diâmetro do cabo. Originalmente Thomas

Edison defendeu uma rede de distribuição de energia puramente CC, supostamente devido à sua preferência pela álgebra simples necessária para analisar tais circuitos.

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Capítulo 13 - Circuitos Acoplados Magneticamente

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

13

Circuitos Acoplados

Magneticamente

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Indutância Mútua

INTRODUÇÃO

Sempre que uma corrente flui através de um condutor, seja ela CA ou CC, um campo magnético é gerado em torno deste condutor. No contexto dos circuitos, frequentemente fazemos referência ao fluxo magnético penetrando em um circuito fechado formado por um fio. Esse fluxo é a componente normal da densidade de fluxo magnético média emanada a partir do circuito fechado, multiplicada pela área da superfície formada pelo circuito. Quando um campo magnético variável com o tempo gerado por um circuito fechado penetra em um segundo circuito fechado, uma tensão é induzida entre os terminais do segundo fio. Para distinguir esse fenômeno da “indutância” que definimos mais cedo, mais apropriadamente denominada “indutância própria”, definiremos um novo termo, a impedância mútua.

Não existe um dispositivo que possa ser chamado de “indutor mútuo”, mas tal princípio forma a base de um dispositivo extremamente importante – o transformador. Um transformador consiste em duas bobinas de fio separadas por uma pequena distância. Esse dispositivo é comumente usado para elevar ou reduzir tensões CA, dependendo da aplicação. Todo aparelho elétrico que requer correntes CC para operar mas é conectado a uma tomada CA faz uso de um transformador para ajustar os níveis de tensão antes que a retificação seja feita; a retificação é uma função tipicamente realizada por diodos e descrita em qualquer texto introdutório de eletrônica.

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Medium 9788580553833

Capítulo 14 - Frequência Complexa e a Transformada de Laplace

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

14

Frequência Complexa e a

Transformada de Laplace

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Frequência Complexa

INTRODUÇÃO

Quando se trabalha com fontes variantes no tempo ou um circuito com chaves, temos várias opções no que diz respeito à abordagem de análise. Os Capítulos 7 a 9 detalharam a análise baseada diretamente em equação diferencial, que é particularmente

útil quando se examina os transitórios oriundos das comutações durante a entrada em condução e o bloqueio das chaves. De outro modo, os Capítulos 10 a 13 descrevem análise de situações, onde se supõe a excitação senoidal, sendo que os transitórios são de pouco ou nenhum interesse. Infelizmente, nem todas as fontes são senoidais, havendo ocasiões em que são necessárias tanto as respostas transitórias como em regime permanente. Em tais casos, a transformada de Laplace demonstra ser uma ferramenta extremamente valiosa.

Muitos livros simplesmente iniciam os estudos diretamente com a transformada integral de Laplace, mas esta abordagem não permite uma compreensão intuitiva.

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