Zuin Lu S Fernando Soares Queiroz Tim Teo Ramos (5)
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PARTE II - GESTÃO NOS AGRONEGÓCIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE II

GESTÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I • G E S TÃ O N O S A G R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 6

Gestão da cadeia de suprimentos do agronegócio

E duard o Guilherme Satolo

A l e x a n d r e Ta d e u S i m o n

Jéssica dos Santos Leite Gonell a

INTRODUÇÃO

O estudo de supply chain management (SCM), expressão traduzida como gestão da cadeia de suprimentos, é um tópico de crescente interesse nos últimos anos, tornando-se uma nova abordagem de conhecimento para gestores e pesquisadores.1 O conceito emergiu na medida em que as estruturas de mercados se dinamizaram, promovendo alterações nos arranjos estruturais das instituições e demandando novas estratégias de gestão.2

A SCM é definida como planejamento e gestão dos elos necessários para o fornecimento e conversão de todas as atividades de uma cadeia de suprimentos.

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SUMÁRIO

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SUMÁRIO

PARTE I CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

1.

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios .......................................................................................3

Introdução............................................................................................................................................3

Nova realidade produtiva ....................................................................................................6

Giro dialógico ...........................................................................................................................7

1.1

1.2

Perspectivas do giro dialógico nos agronegócios ............................................12

A alteridade do giro dialógico nos territórios rurais ......................................16

Considerações finais .....................................................................................................................19

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PARTE I - CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

• A C O N S T R U Ç ÃO D E N O V O S C A M I N H O S PA R A A G E S TÃO , I N O VAÇ ÃO E . . .

PARTE I

CONCEITOS

INTRODUTÓRIOS

1

PA R T E I • CO N C E I TO S I N T R O D U TÓ R I O S

2

CAPÍTULO 1

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios

Luís Fernando Soares Zuin

Poliana Bruno Zuin

Timóteo Ramos Queiroz

INTRODUÇÃO

Nas próximas décadas, o maior desafio dos profissionais de todas as organizações que compõem as cadeias produtivas dos agronegócios será como planejar, implementar e conduzir de forma conjunta modelos produtivos economicamente viáveis, inovadores, ambientalmente corretos e socialmente justos em suas rotinas de trabalho.

Do lado do consumidor, temos cada vez mais uma pluralidade de indivíduos com desejos e necessidades distintos, relacionados aos aspectos éticos e estéticos do ato de consumo dos mais variados produtos, entre eles os alimentos.

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PARTE IV - SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE IV

SUSTENTABILIDADE E

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

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PA R T E I V • S U S T E N TA B I L I DA D E E R E S P O N S A B I L I DA D E S O C I A L

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CAPÍTULO 16

Desafios ambientais para a produção animal brasileira

J u l i o C e s a r Pa s c a l e Pa l h a r e s

Embrapa Pecuária Sude st e

INTRODUÇÃO

A história da evolução humana está ligada ao consumo de proteína animal. O provável ponto de viragem para a evolução da humanidade ocorreu há cerca de quatro milhões de anos, na África. Naquele momento, a combinação de alguns elementos do desenvolvimento humano, como a linguagem, o andar ereto e o uso de armas, proporcionou um aumento de cerca de 30 vezes no consumo dessa proteína.1 Ao longo do relativo curto período da história humana, grandes inovações, como a domesticação de animais, a adoção de um estilo de vida agrícola e a Revolução Industrial, aumentaram a população humana dramaticamente e tiveram efeitos ecológicos radicais.2

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PARTE IIII - NOVAÇÃO NOSAGRONEGÓCIOS

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PARTE III

INOVAÇÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I I • I N OVAÇ ÃO N O S AG R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 11

Inovação social e sustentabilidade

Giuliana Aparecida San t ini Pigat t o

Leonid Dvortsin

Ju l i o O táv i o Ja r d i m B a r c e l l o s

INTRODUÇÃO

O setor de agronegócios desempenha papel relevante no desenvolvimento econômico, social e ambiental dos países, com destaque para o Brasil. Por compreender um conjunto amplo de atividades, como produção, processamento, comercialização e distribuição de insumos e produtos agroindustriais, o setor é determinante em termos sistêmicos, proporcionando relações/elos entre diferentes agentes produtivos, direta e indiretamente relacionados às suas cadeias produtivas.

Sua importância também é ilustrada por outros fatores, como a representatividade no Produto Interno Bruto nacional (média de 20,6% do PIB de

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Yunus A Engel William J Palm Iii (9)
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Capítulo 1 - Introdução às Equações Diferenciais

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

I nt rod ução às Eq u a ç õ e s

Di f erenciais

OBJETIVOS

A

diferença entre as equações algébricas e as diferenciais está no fato de que estas envolvem derivadas em suas funções. Como o estudo das equações diferenciais requer um bom entendimento de cálculo, o estudante deverá revisar alguns tópicos importantes, como variáveis dependentes e independentes, funções contínuas e descontínuas, derivadas ordinárias e parciais, diferenciais e incrementos, e integração.

Neste capítulo, abordam-se a importância das equações diferenciais e o valor do modelamento matemático para resolver problemas do mundo real. Serão apresentados exemplos de como equações diferenciais são originadas a partir de problemas práticos e suas soluções. Depois de uma breve revisão sobre alguns conceitos de cálculo, apresentaremos a classificação das equações diferenciais e trataremos das equações lineares e não lineares, e daquelas com coeficientes constantes ou variáveis. Apresentaremos a solução de algumas equações diferenciais simples por meio de integração direta. Finalmente, alguns programas de computador serão utilizados para resolver equações diferenciais simples e traçar gráficos.

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Capítulo 7 - Sistemas de Equações Diferenciais Lineares: Abordagem Matricial

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Si s t emas de Equ a ç õ e s

Di f erenciais Lin e a re s :

Abordagem Matric ia l

OBJETIVOS

A

pós uma revisão das propriedades básicas das matrizes e de alguns tópicos importantes de álgebra, introduziremos o método matricial (ou o método dos autovetores), um procedimento mais geral e sistemático para resolver sistemas de equações diferenciais lineares. Dois outros métodos de solução (o método da transformada de Laplace e os métodos numéricos) serão abordados nos capítulos seguintes.

Mostraremos como os modelos de sistemas físicos podem ser expressos na forma matricial padrão. Será apresentada, então, a teoria básica do método matricial aplicado a equações lineares homogêneas e não homogêneas. Estudaremos as formas especiais de matriz, denominadas formas canônicas, e a matriz de transição,

úteis para o entendimento da dinâmica de processos. Finalmente, ilustraremos os poderosos métodos computacionais disponíveis para a implementação dos métodos abordados neste capítulo.

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Capítulo 9 - Solução Numérica de Equações Diferenciais

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

Sol uç ão Numér ic a d e

Equações D ifere n c ia is

OBJETIVOS

A

té agora, consideramos equações diferenciais que podem ser resolvidas, de forma analítica, por meio de métodos bem desenvolvidos, e chamamos os resultados obtidos de soluções analíticas ou na forma fechada. A forma dessas soluções pode ser explícita, na qual a variável dependente é uma função explícita da variável independente, como y = x2. Essas soluções são muito desejáveis, pois são exatas (nenhuma aproximação é envolvida no desenvolvimento da solução), e a solução pode ser obtida em qualquer ponto pela simples substituição da variável independente na função explícita. Outras soluções analíticas podem aparecer na forma implícita, como em y + 3xe–y = 5, que requerem um método numérico de busca por raízes para obter uma tabela ou gráfico de valores de y versus valores de x.

Infelizmente, os casos em que as equações diferenciais têm disponíveis soluções analíticas exatas são mais exceção do que regra. A maioria das equações com coeficientes não lineares, ou variáveis, encontradas na prática não pode ser resolvida analiticamente. Como não podemos obter soluções exatas, somos forçados a realizar uma das soluções aproximadas: aquelas em que os termos não lineares da equação são substituídos por aproximações lineares ou soluções numéricas, nas quais as soluções são obtidas na forma gráfica ou de uma tabela de números.

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Capítulo 3 - Equações Diferenciais Lineares de Segunda Ordem

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Equações Diferenciais

Lineares de Segunda Ordem

OBJETIVOS

E

quações diferenciais lineares de primeira ordem podem ser sempre resolvidas de uma maneira sistemática, com o do uso do fator integrante, como discutido no Cap. 2, e não há muita diferença se os coeficientes são constantes ou variáveis, desde que as integrações possam ser realizadas. Porém, essas afirmações não se aplicam às equações diferenciais lineares de segunda ordem (ou ordem superior), já que não existe um procedimento geral para solução dessas equações, a menos que os coeficientes sejam constantes e que elas atendam a certas condições. Várias equações que aparecem nas ciências e na engenharia são lineares de segunda ordem com coeficientes constantes, e, então, é importante que dominemos o procedimento de solução dessas equações. Isso é exatamente o que pretendemos neste capítulo.

Apesar de a maioria das definições, dos teoremas e procedimentos descritos neste capítulo serem gerais, iremos nos concentrar nas equações lineares de segunda ordem com coeficientes constantes por duas razões: (1) tais equações são as mais encontradas na prática por cientistas e engenheiros e (2) novos conceitos são mais fáceis de ser demonstrados e aprendidos em equações simples. Estenderemos a análise para as equações lineares de ordem superior com coeficientes constantes no Cap. 4 e abordaremos as equações lineares com coeficientes variáveis no Cap. 5, pela introdução do método de solução usando séries. Essa sequência de três capítulos provê uma completa cobertura das equações lineares.

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Capítulo 2 - Equações Diferenciais de Primeira Ordem

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Equações D ifere n c ia is de Primeira O rde m

OBJETIVOS

E

m muitos problemas, a taxa de mudança (derivada primeira) de uma variável depende tanto desta quanto da variável independente. Tais problemas podem geralmente ser descritos pela equação diferencial y′= f(x, y), onde y′ representa a derivada primeira, e f(x, y), os demais termos.

A aparência simples das equações diferenciais de primeira ordem pode nos levar a pensar erroneamente que essas equações têm fácil solução. Apesar de isso ser verdade em alguns casos, a resolução das equações diferenciais de primeira ordem pode ser tão desafiadora quanto a solução das equações de ordem superior.

Não existe um método para a resolução de todas as equações diferenciais de primeira ordem; na verdade, os métodos existentes são aplicáveis a certas classes de equações diferenciais. Dessa forma, a classificação e o estudo dessas equações em diferentes grupos são fundamentais.

Neste capítulo, aprenderemos como reconhecer os diferentes tipos de equação diferencial de primeira ordem. Resolveremos cada tipo. Primeiramente, estudaremos as equações lineares de primeira ordem, já que elas podem ser sempre resolvidas por meio de um processo sistêmico, abordando algumas aplicações dessas equações. Então, abordaremos as equações não lineares de primeira ordem e a existência de soluções em uma dada região. Em particular, abordaremos as equações que podem ser classificadas como separáveis, homogêneas ou exatas, pois existe um método analítico de solução dessas equações, sejam elas lineares ou não.

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Yunus A Engel Michael A Boles (17)
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Capítulo 6: A Segunda Lei da Termodinâmica

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

A Segunda Lei d a

Termodinâmica

OBJETIVOS

A

té este ponto, concentramos nossa atenção na primeira lei da termodinâmica, a qual exige que a energia seja conservada durante um processo. Neste capítulo, apresentamos a segunda lei da termodinâmica, cujo enunciado diz que processos ocorrem em determinada direção e que a energia tem qualidade e quantidade. Para que um processo ocorra, é preciso que ele satisfaça tanto a primeira como a segunda lei da termodinâmica. Neste capítulo, apresentamos os conceitos de reservatórios de energia térmica, processos reversíveis e irreversíveis, máquinas térmicas, refrigeradores e bombas de calor. Diversos enunciados da segunda lei da termodinâmica são acompanhados por uma discussão sobre moto-contínuos e a escala termodinâmica de temperatura. O ciclo de Carnot é apresentado a seguir, assim como uma discussão sobre os princípios de Carnot.

Finalmente, examinamos as máquinas térmicas, os refrigeradores e as bombas de calor ideais de Carnot.

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Capítulo 4: Análise da Energia dos Sistemas Fechados

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

A nál i se da Energ ia dos S istemas

Fecha dos

OBJETIVOS

N

o Cap. 2, consideramos várias formas de energia e de transferência de energia e desenvolvemos uma equação geral para o princípio de conservação da energia. Em seguida, no Cap. 3, aprendemos a determinar as propriedades termodinâmicas das substâncias. Neste capítulo, aplicaremos a equação de conservação da energia a sistemas que não envolvem fluxo de massa através de suas fronteiras, ou seja, sistemas fechados. Começamos este capítulo com uma discussão sobre trabalho de fronteira móvel, ou trabalho P dV, geralmente encontrado em dispositivos alternativos como motores automotivos e compressores.

Continuamos com a aplicação da equação da conservação da energia, que é expressa simplesmente como Eent � Esai � �Esistema, a sistemas que envolvem uma substância pura. A seguir, definimos calores específicos, obtemos expressões para a energia interna e a entalpia dos gases ideais em termos de calores específicos e variações de temperatura e realizamos os balanços de energia em diversos sistemas que envolvem gases ideais. Repetimos o mesmo procedimento para os sistemas que envolvem sólidos e líquidos, que podem ser aproximados como substâncias incompressíveis.

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Capítulo 5: Análises da Massa e da Energia em Volumes de Controle

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

A nál i ses da Ma s s a e da Energia em

Vol umes de C on tro le

OBJETIVOS

N

o Cap. 4, aplicamos a equação geral do balanço de energia expressa como

Eent – Esai � �Esistema aos sistemas fechados. Neste capítulo, estendemos a análise da energia aos sistemas que envolvem o escoamento de massa através de suas fronteiras, ou seja, aos volumes de controle, com particular ênfase para os processos em regime permanente. Iniciamos este capítulo com o desenvolvimento da equação geral de conservação da massa para os volumes de controle e continuamos com uma discussão sobre o trabalho de escoamento e sobre a energia das correntes de fluidos. Aplicamos então o balanço de energia aos sistemas que envolvem processos em regime permanente e analisamos os dispositivos com escoamento em regime permanente mais comuns, como bocais, difusores, compressores, turbinas, dispositivos de estrangulamento, câmaras de mistura e trocadores de calor. Finalmente, aplicamos o balanço de energia aos processos com escoamento em regime transiente, como o carregamento e o descarregamento de reservatórios.

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Capítulo 11: Ciclos de Refrigeração

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

C i cl os de

R ef ri geração

OBJETIVOS

U

ma das grandes áreas de aplicação da termodinâmica é a refrigeração, que é a transferência de calor de uma região com temperatura mais baixa para outra com temperatura mais alta. Os dispositivos que produzem refrigeração são chamados de refrigeradores, e os ciclos nos quais eles operam são chamados de ciclos de refrigeração. O ciclo de refrigeração mais usado é o ciclo de refrigeração por compressão de vapor, no qual o refrigerante é vaporizado e condensado alternadamente e é comprimido na fase de vapor. Outro ciclo de refrigeração conhecido é o ciclo de refrigeração a gás, no qual o refrigerante permanece sempre na fase gasosa. Os outros ciclos de refrigeração discutidos neste capítulo são a refrigeração em cascata, na qual é utilizado mais de um ciclo de refrigeração, a refrigeração por absorção, na qual o refrigerante é absorvido em um líquido antes de ser comprimido, e a refrigeração termoelétrica (discutida no

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Capítulo 14: Misturas Gás-Vapor e Condicionamento de Ar

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

14

Mi s t u ras G ás- Vap o r e

C ondicionamento d e Ar

OBJETIVOS

E

m temperaturas abaixo da temperatura crítica, a fase gasosa de uma substância é frequentemente chamada de vapor. O termo vapor implica um estado gasoso que está próximo da região de saturação da substância, elevando a possibilidade de condensação durante um processo.

No Cap. 13 discutimos as misturas de gases que geralmente estão acima de suas temperaturas críticas, por isso não havia preocupação com a possível condensação de nenhum desses gases durante um processo. A análise fica bastante simplificada quando não é preciso lidar com duas fases; porém, quando lidamos com uma mistura de gás e vapor, o vapor pode condensar durante um processo, formando uma mistura de duas fases. Isso pode complicar consideravelmente a análise. Assim, uma mistura de gás e vapor precisa ser tratada de modo diferente de uma mistura comum de gases.

Várias misturas de gás e vapor são encontradas na engenharia. Neste capítulo, vamos considerar a mistura de ar-água-vapor, que é a mistura de gás-vapor mais encontrada na prática. Discutimos também o condicionamento de ar, ou seja, a principal área de aplicação das misturas de ar-água-vapor.

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Yunus A Engel Afshin J Ghajar (14)
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Capítulo 6. Fundamentos de convencção

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Funda m entos de

C onv e cção

A

té agora temos considerado a condução como mecanismo de transferência de calor através de sólido ou fluido em repouso. Vamos agora considerar a convecção como mecanismo de transferência de calor através de fluido na presença do movimento da sua massa.

A convecção pode ser classificada como convecção natural (ou livre) ou forçada, dependendo de como o movimento do fluido é iniciado. Na convecção forçada, o fluido é forçado a escoar sobre a superfície ou dentro de um tubo por meios externos como bomba ou ventilador. Na convecção natural, qualquer movimento do fluido é causado por meios naturais como o efeito empuxo, que se manifesta com fluidos quentes subindo e fluidos frios descendo. A convecção é também classificada como externa ou interna, dependendo de o fluido ser forçado a escoar sobre uma superfície ou dentro de um duto.

Começamos este capítulo com a descrição física geral do mecanismo da convecção. Discutimos, então, as camadas limite hidrodinâmica e térmica e os escoamentos laminar e turbulento. Continuamos com a discussão dos números adimensionais de Reynolds, Prandtl e Nusselt e seus significados físicos. Em seguida, derivamos as equações da convecção com base na conservação da massa, na quantidade de movimento e na energia, e obtemos as soluções para escoamento ao longo de placa plana. A seguir, adimensionalizamos as equações da convecção e obtemos as formas funcionais do atrito e os coeficientes de convecção. Finalmente, apresentamos as analogias entre a quantidade de movimento e a transferência de calor.

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Capítulo 7. Convecção forçada externa

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

C onv e cção Forç a d a

Ex t erna

N

o Cap. 6, consideramos os aspectos gerais e teóricos da convecção forçada, com ênfase na formulação diferencial e nas soluções analíticas. Neste capítulo, consideramos os aspectos práticos da convecção forçada a partir de ou para superfícies planas ou curvas submetidas ao escoamento externo, caracterizado por uma camada limite que cresce livremente e é cercada por uma região de escoamento livre, sem gradientes de velocidade ou de temperatura.

Começamos este capítulo com a visão geral do escoamento externo, com

ênfase em arrasto de atrito e pressão, separação do escoamento e avaliação dos coeficientes médios de arrasto e de convecção. Continuamos com escoamento paralelo ao longo das placas planas. No Cap. 6, resolvemos as equações da camada limite laminar permanente para escoamento paralelo ao longo de uma placa plana e obtivemos as relações para coeficiente local de atrito e número local de Nusselt.

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Capítulo 5. Métodos numéricos em condução de calor

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

Mét odos Num ér ic o s e m

C ondução de C a lo r

A

té agora, temos considerado principalmente problemas relativamente simples de condução de calor envolvendo geometrias simples com condições de contorno simples, porque somente esses problemas podem ser resolvidos analiticamente. Mas muitos problemas encontrados na prática implicam geometrias complicadas com condições de contorno complexas ou propriedades variáveis, e não podem ser resolvidos analiticamente. Nesses casos, soluções aproximadas, precisas o suficiente, podem ser obtidas por computadores, com a utilização de um método numérico.

Métodos de solução analíticos, como os apresentados no Cap. 2, têm base na resolução da equação diferencial governante, junto com as condições de contorno.

Eles resultam em soluções na forma de funções da temperatura para cada ponto do meio. Métodos numéricos, por sua vez, se baseiam na substituição da equação diferencial pelo conjunto de n equações algébricas para temperaturas desconhecidas, em n pontos selecionados no meio, e a solução simultânea dessas equações resulta nos valores da temperatura nesses pontos discretos.

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Capítulo 1. Introdução e conceitos básicos

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

Int rodução e

C onceitos B ásic o s

A

ciência da termodinâmica trata da quantidade de calor transferido quando um sistema passa por um processo de estado de equilíbrio para outro, sem fazer nenhuma referência sobre quanto tempo esse processo demora. Mas, em engenharia, estamos mais frequentemente interessados na taxa de transferência de calor, que é o tema da ciência da transferência de calor.

Começamos este capítulo com a revisão dos conceitos fundamentais da termodinâmica, que são os princípios básicos da transferência de calor. Primeiro, abordamos a relação do calor com outras formas de energia e fazemos uma revisão sobre balanço de energia. Em seguida, apresentamos os três mecanismos básicos de transferência de calor, condução, convecção e radiação, e discutimos o conceito de condutividade térmica. Condução é a transferência de energia resultante da interação de partículas de maior energia de uma substância com partículas adjacentes de menor energia. Convecção é o modo de transferência de calor entre uma superfície sólida e um líquido ou gás adjacente que está em movimento, e esse processo envolve os efeitos combinados de condução e movimento do fluido. Radiação é a energia emitida pela matéria em forma de ondas eletromagnéticas (ou fótons), como resultado das mudanças nas configurações eletrônicas de átomos ou moléculas. Concluímos este capítulo com uma discussão sobre transferência simultânea de calor.

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Capítulo 4. Condução de calor transciente

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

C ondução de C a lo r

Trans iente

A

temperatura dos corpos, em geral, varia com o tempo e com a posição. Em coordenadas retangulares, a variação é expressa como T (x, y, z, t), onde

(x, y, z) indica a variação nas direções x, y e z, e t indica a variação com o tempo. No capítulo anterior, consideramos a condução de calor sob condições permanentes em que a temperatura do corpo em qualquer ponto não muda com o tempo. Isso certamente simplifica a análise, especialmente quando a temperatura varia em única direção, permitindo obter soluções analíticas. Neste capítulo, consideramos a variação de temperatura com o tempo e com a posição em sistemas uni e multidimensionais.

Começamos este capítulo com a análise de sistemas aglomerados, em que a temperatura do corpo varia com o tempo, mas permanece uniforme em todo o espaço, em determinado momento. A seguir, consideramos a variação de temperatura com o tempo e com a posição em problemas de condução de calor unidimensionais, como aqueles associados com uma grande parede plana, um cilindro longo, uma esfera e um meio semi-infinito, utilizando gráficos de temperatura transiente e soluções analíticas. Por último, consideramos a condução de calor transiente em sistemas multidimensionais utilizando a solução produto.

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Wilson De P Dua Paula Filho (27)
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Apêndice A O Processo SPraxis – disciplinas gerenciais

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este apêndice complementa a versão preferencial do Praxis, conhecida como SPraxis (de Simplificada ou Standard), focalizando suas disciplinas de caráter gerencial. Na Tabela A.1, essas são as disciplinas que formam os grupos de Gestão (que focaliza os projetos) e Ambiente (que focaliza os processos).

As disciplinas de caráter técnico, referentes aos grupos de Especificação e Solução, são tratadas no Apêndice A do primeiro volume. Este apêndice também trata de aspectos gerais aplicáveis a todas as disciplinas, e recomenda-se a consulta a ele, sempre que for necessário.

Tabela A.1 Disciplinas do Praxis

GRUPO

DISCIPLINA

SIGLA

OBJETIVO

Especificação

Requisitos

RQ

Obter o enunciado completo, claro e preciso dos requisitos de um produto de software.

Análise

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Capítulo 4 Gestão de projetos

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo trata dos métodos da disciplina de Gestão de projetos. Na definição do CMMI [CMMI10], projeto é “um conjunto gerido de recursos inter-relacionados, que entrega um ou mais produtos a um cliente ou usuário, com início definido e que, tipicamente, opera conforme um plano”; segundo o Project Management Body of Knowledge, conhecido como PMBoK1 [PMI17], um projeto é “um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único”. Na definição do PMBoK, destacam-se os aspectos:

Temporário – todo projeto tem um início e um fim. A duração é sempre finita, ainda que possa ser longa. O resultado de um projeto pode ser duradouro, mas a oportunidade de sua realização e a equipe que nele trabalha também são geralmente de natureza temporária.

Produtos, serviços ou resultados distintos – cada projeto resulta em uma entrega singular, distinta de outras entregas.

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Apêndice B O Processo Xpraxis

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este apêndice apresenta a versão mais simplificada do processo Praxis, chamada de XPraxis (de eXpresso). Essa versão principia com uma fase de Iniciação e termina por uma fase de Transição, que diferem das correspondentes da versão SPraxis apenas quanto aos detalhes aqui anotados.

A maioria das diferenças está na fase de Desenvolvimento, que substitui as fases de Elaboração e Construção do SPraxis. As disciplinas de caráter técnico usadas são as mesmas do SPraxis, mas apresentam um número bem menor de atividades diferentes.

Espera-se que o processo XPraxis seja usado em combinação com métodos ágeis, como o XP e o Scrum. O processo é compatível com ambos esses métodos, e a utilização deles é transparente, cabendo a quem aplica o XPraxis decidir exatamente como vai combinar processo e métodos. Espera-se também que o XPraxis seja usado em aplicações cujos casos de uso consistam basicamente em instanciações de padrões disponíveis na biblioteca fornecida, ou seja, CRUD e geração de relatórios. Caso se pretenda usar um padrão diferente, recomenda-se que esse padrão seja colocado numa forma reutilizável e incorporado à biblioteca, por meio de um projeto que use o SPraxis, e a partir desse ponto seja instanciado usando o XPraxis.

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Capítulo 7 Engenharia de sistemas

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Produtos de software desenvolvidos por encomenda, principalmente para clientes que são organizações de grande porte, raramente existem em forma isolada. Geralmente, diversos produtos devem se articular de variadas maneiras. Entre outros, são comuns os casos em que produtos se integram:

• partilhando dados, por exemplo, por meio de bancos de dados;

• apresentando uma fachada de acesso comum, ou pelo menos partilhando convenções de interface de usuários;

• utilizando recursos tecnológicos comuns, como componentes, plataformas e arquiteturas;

• funcionando de forma concorrente ou paralela;

• dividindo funções de uma missão organizacional comum.

Além disso, sistemas compostos de vários produtos de software podem ser, por sua vez, partes de sistemas ainda maiores, que envolvem recursos de hardware, de dados, de comunicações e de dispositivos e equipamentos da área de aplicação. Sistemas de comunicação, eletrodomésticos, sistemas de computação embarcada (como automóveis, aviões, trens, embarcações), instrumentação médica e muitos outros são responsáveis por grande parte do mercado atual de Engenharia de software.

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Glossário

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este glossário procura, sempre que possível, ser coerente com as definições contidas nos padrões do IEEE [IEEE03], PMBoK [PMI17], CMMI [CMMI06], UML [Rumbaugh+05, OMG05], P-CMM [Curtis≶01] e SPEM [OMG08]. Diferenças, quando introduzidas, destinam-se à compatibilização entre esses padrões, adaptações em relação ao processo Praxis ou simplificações de natureza didática. As definições com a indicação “Praxis” são definições incorporadas ao processo Praxis, sem que estejam explícitas em alguma das fontes acima; geralmente são tiradas de livros especializados no respectivo assunto, ou de dicionários de uso geral.

 

TERMO

VERSÃO EM INGLÊS

DEFINIÇÃO

Abstrato

Abstract

(UML) Classificador que não pode ser instanciado.

Ação

Action

(UML) Nodo de atividade primitivo, cuja execução resulta em uma mudança de estado do sistema ou devolução de um valor. Cf. atividade, nodo de atividade.

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