Zuin Lu S Fernando Soares Queiroz Tim Teo Ramos (5)
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PARTE IV - SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE IV

SUSTENTABILIDADE E

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

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PA R T E I V • S U S T E N TA B I L I DA D E E R E S P O N S A B I L I DA D E S O C I A L

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CAPÍTULO 16

Desafios ambientais para a produção animal brasileira

J u l i o C e s a r Pa s c a l e Pa l h a r e s

Embrapa Pecuária Sude st e

INTRODUÇÃO

A história da evolução humana está ligada ao consumo de proteína animal. O provável ponto de viragem para a evolução da humanidade ocorreu há cerca de quatro milhões de anos, na África. Naquele momento, a combinação de alguns elementos do desenvolvimento humano, como a linguagem, o andar ereto e o uso de armas, proporcionou um aumento de cerca de 30 vezes no consumo dessa proteína.1 Ao longo do relativo curto período da história humana, grandes inovações, como a domesticação de animais, a adoção de um estilo de vida agrícola e a Revolução Industrial, aumentaram a população humana dramaticamente e tiveram efeitos ecológicos radicais.2

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SUMÁRIO

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

SUMÁRIO

PARTE I CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

1.

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios .......................................................................................3

Introdução............................................................................................................................................3

Nova realidade produtiva ....................................................................................................6

Giro dialógico ...........................................................................................................................7

1.1

1.2

Perspectivas do giro dialógico nos agronegócios ............................................12

A alteridade do giro dialógico nos territórios rurais ......................................16

Considerações finais .....................................................................................................................19

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PARTE I - CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

• A C O N S T R U Ç ÃO D E N O V O S C A M I N H O S PA R A A G E S TÃO , I N O VAÇ ÃO E . . .

PARTE I

CONCEITOS

INTRODUTÓRIOS

1

PA R T E I • CO N C E I TO S I N T R O D U TÓ R I O S

2

CAPÍTULO 1

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios

Luís Fernando Soares Zuin

Poliana Bruno Zuin

Timóteo Ramos Queiroz

INTRODUÇÃO

Nas próximas décadas, o maior desafio dos profissionais de todas as organizações que compõem as cadeias produtivas dos agronegócios será como planejar, implementar e conduzir de forma conjunta modelos produtivos economicamente viáveis, inovadores, ambientalmente corretos e socialmente justos em suas rotinas de trabalho.

Do lado do consumidor, temos cada vez mais uma pluralidade de indivíduos com desejos e necessidades distintos, relacionados aos aspectos éticos e estéticos do ato de consumo dos mais variados produtos, entre eles os alimentos.

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PARTE IIII - NOVAÇÃO NOSAGRONEGÓCIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE III

INOVAÇÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I I • I N OVAÇ ÃO N O S AG R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 11

Inovação social e sustentabilidade

Giuliana Aparecida San t ini Pigat t o

Leonid Dvortsin

Ju l i o O táv i o Ja r d i m B a r c e l l o s

INTRODUÇÃO

O setor de agronegócios desempenha papel relevante no desenvolvimento econômico, social e ambiental dos países, com destaque para o Brasil. Por compreender um conjunto amplo de atividades, como produção, processamento, comercialização e distribuição de insumos e produtos agroindustriais, o setor é determinante em termos sistêmicos, proporcionando relações/elos entre diferentes agentes produtivos, direta e indiretamente relacionados às suas cadeias produtivas.

Sua importância também é ilustrada por outros fatores, como a representatividade no Produto Interno Bruto nacional (média de 20,6% do PIB de

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PARTE II - GESTÃO NOS AGRONEGÓCIOS

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE II

GESTÃO NOS

AGRONEGÓCIOS

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PA R T E I I • G E S TÃ O N O S A G R O N E G Ó C I O S

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CAPÍTULO 6

Gestão da cadeia de suprimentos do agronegócio

E duard o Guilherme Satolo

A l e x a n d r e Ta d e u S i m o n

Jéssica dos Santos Leite Gonell a

INTRODUÇÃO

O estudo de supply chain management (SCM), expressão traduzida como gestão da cadeia de suprimentos, é um tópico de crescente interesse nos últimos anos, tornando-se uma nova abordagem de conhecimento para gestores e pesquisadores.1 O conceito emergiu na medida em que as estruturas de mercados se dinamizaram, promovendo alterações nos arranjos estruturais das instituições e demandando novas estratégias de gestão.2

A SCM é definida como planejamento e gestão dos elos necessários para o fornecimento e conversão de todas as atividades de uma cadeia de suprimentos.

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Yunus A Engel William J Palm Iii (9)
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Capítulo 1 - Introdução às Equações Diferenciais

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

I nt rod ução às Eq u a ç õ e s

Di f erenciais

OBJETIVOS

A

diferença entre as equações algébricas e as diferenciais está no fato de que estas envolvem derivadas em suas funções. Como o estudo das equações diferenciais requer um bom entendimento de cálculo, o estudante deverá revisar alguns tópicos importantes, como variáveis dependentes e independentes, funções contínuas e descontínuas, derivadas ordinárias e parciais, diferenciais e incrementos, e integração.

Neste capítulo, abordam-se a importância das equações diferenciais e o valor do modelamento matemático para resolver problemas do mundo real. Serão apresentados exemplos de como equações diferenciais são originadas a partir de problemas práticos e suas soluções. Depois de uma breve revisão sobre alguns conceitos de cálculo, apresentaremos a classificação das equações diferenciais e trataremos das equações lineares e não lineares, e daquelas com coeficientes constantes ou variáveis. Apresentaremos a solução de algumas equações diferenciais simples por meio de integração direta. Finalmente, alguns programas de computador serão utilizados para resolver equações diferenciais simples e traçar gráficos.

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Capítulo 4 - Equações Diferenciais Lineares de Ordem Superior

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Equações D ifere n c ia is

L i neares de O r d e m

Superior

OBJETIVOS

A

s naturezas das equações lineares de primeira e segunda ordens são bastante diferentes, portanto, há poucos pontos em comum entre os procedimentos de solução. Por exemplo, equações lineares de primeira ordem têm uma forma direta de solução, assumindo que as integrais envolvidas nesse processo possam ser calculadas. Entretanto, a afirmação anterior só poderá ser aplicada às equações lineares de segunda ordem se estas tiverem coeficientes constantes. Mesmo assim, a solução pode exigir um procedimento mais elaborado.

Existe um paralelo entre as equações de segunda ordem e aquelas de ordem superior. A teoria aplicada a equações lineares de ordem superior é análoga à teoria das equações diferenciais lineares de segunda ordem. Neste capítulo, basicamente estenderemos a teoria baseada nas equações diferenciais lineares de segunda ordem para equações de ordem superior. As demonstrações apresentadas no Cap. 3 para o caso das equações de segunda ordem podem ser estendidas para equações de ordem superior por meio da generalização dessas demonstrações.

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Capítulo 7 - Sistemas de Equações Diferenciais Lineares: Abordagem Matricial

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Si s t emas de Equ a ç õ e s

Di f erenciais Lin e a re s :

Abordagem Matric ia l

OBJETIVOS

A

pós uma revisão das propriedades básicas das matrizes e de alguns tópicos importantes de álgebra, introduziremos o método matricial (ou o método dos autovetores), um procedimento mais geral e sistemático para resolver sistemas de equações diferenciais lineares. Dois outros métodos de solução (o método da transformada de Laplace e os métodos numéricos) serão abordados nos capítulos seguintes.

Mostraremos como os modelos de sistemas físicos podem ser expressos na forma matricial padrão. Será apresentada, então, a teoria básica do método matricial aplicado a equações lineares homogêneas e não homogêneas. Estudaremos as formas especiais de matriz, denominadas formas canônicas, e a matriz de transição,

úteis para o entendimento da dinâmica de processos. Finalmente, ilustraremos os poderosos métodos computacionais disponíveis para a implementação dos métodos abordados neste capítulo.

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Capítulo 2 - Equações Diferenciais de Primeira Ordem

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Equações D ifere n c ia is de Primeira O rde m

OBJETIVOS

E

m muitos problemas, a taxa de mudança (derivada primeira) de uma variável depende tanto desta quanto da variável independente. Tais problemas podem geralmente ser descritos pela equação diferencial y′= f(x, y), onde y′ representa a derivada primeira, e f(x, y), os demais termos.

A aparência simples das equações diferenciais de primeira ordem pode nos levar a pensar erroneamente que essas equações têm fácil solução. Apesar de isso ser verdade em alguns casos, a resolução das equações diferenciais de primeira ordem pode ser tão desafiadora quanto a solução das equações de ordem superior.

Não existe um método para a resolução de todas as equações diferenciais de primeira ordem; na verdade, os métodos existentes são aplicáveis a certas classes de equações diferenciais. Dessa forma, a classificação e o estudo dessas equações em diferentes grupos são fundamentais.

Neste capítulo, aprenderemos como reconhecer os diferentes tipos de equação diferencial de primeira ordem. Resolveremos cada tipo. Primeiramente, estudaremos as equações lineares de primeira ordem, já que elas podem ser sempre resolvidas por meio de um processo sistêmico, abordando algumas aplicações dessas equações. Então, abordaremos as equações não lineares de primeira ordem e a existência de soluções em uma dada região. Em particular, abordaremos as equações que podem ser classificadas como separáveis, homogêneas ou exatas, pois existe um método analítico de solução dessas equações, sejam elas lineares ou não.

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Capítulo 6 - Sistemas de Equações Lineares: Método Escalar

Yunus A. Çengel; William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Si s t emas de

Equações Linea re s :

M ét odo Escalar

OBJETIVOS

A

té agora, temos considerado equações diferenciais isoladas com uma única variável dependente. Apesar de vários problemas envolverem apenas uma variável dependente, muitos têm duas ou mais, cada uma sendo função de uma única variável independente. Tais problemas resultam em um sistema de equações diferenciais ordinárias. Aqui, um sistema significa um conjunto com duas ou mais equações diferenciais interligadas. O termo interligadas significa que as equações não podem ser resolvidas separadamente, mas de forma simultânea. A variável independente é usualmente o tempo e denotada por t. Em geral, as variáveis dependentes são denotadas por x, y, z, ... ou x1, x2, x3, ..., xn. Aspas ou pontos colocados acima das variáveis são usados para denotar diferenciação em relação a t.

Neste capítulo, estudaremos os sistemas de equações diferenciais lineares com coeficientes constantes, uma vez que a solução para esses sistemas pode sempre ser encontrada em termos de funções elementares. Consideraremos, também, um sistema com duas equações diferenciais de primeira ordem e duas variáveis dependentes, com o objetivo de manter a complexidade em um nível mínimo. Porém, os métodos apresentados podem ser estendidos para um sistema com qualquer número de equações de qualquer ordem, pois os mesmos princípios se aplicam a sistemas com mais equações, e qualquer equação diferencial de ordem n pode ser expressa como um sistema de equações diferenciais de primeira ordem.

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Yunus A Engel Michael A Boles (17)
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Capítulo 17: Escoamento Compressível

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

17

Es coam ento

C ompressível

OBJETIVOS

A

té aqui nos limitamos a considerar escoamentos para os quais os efeitos das variações da densidade (e, portanto, da compressibilidade) são desprezíveis. Neste capítulo, eliminaremos essa limitação e consideraremos os escoamentos que envolvem variações significativas da densidade. Tais escoamentos são chamados de escoamentos compressíveis e frequentemente podem ser encontrados em dispositivos que envolvem o escoamento de gases a velocidades muito altas. O escoamento compressível combina a dinâmica dos fluidos e a termodinâmica, pois as duas são necessárias para o desenvolvimento do fundamento teórico necessário. Neste capítulo, desenvolveremos as relações gerais associadas aos escoamentos unidimensionais compressíveis de um gás ideal com calores específicos constantes.

Iniciamos apresentando os conceitos de estado de estagnação, velocidade do som e número de Mach para os escoamentos compressíveis. As relações entre as propriedades estáticas e de estagnação dos fluidos são desenvolvidas para os escoamentos isentrópicos dos gases ideais e expressas como funções da razão entre os calores específicos e do número de Mach. Os efeitos das variações de

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Capítulo 3: Propriedades das Substâncias Puras

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

P ropriedades das

S ubs tâncias P u ra s

OBJETIVOS

I

niciamos este capítulo com a introdução do conceito de substância pura e com uma discussão sobre a física dos processos de mudança de fase. Em seguida, ilustramos os diversos diagramas de propriedades e as superfícies P-v-T das substâncias puras. Após a demonstração do uso das tabelas de propriedades, discutimos a substância hipotética gás ideal e a equação de estado do gás ideal.

Apresentamos o fator de compressibilidade, que leva em conta o desvio entre o comportamento dos gases reais e o do gás ideal, e algumas das equações de estado mais conhecidas, como as equações de van der Waals, Beattie-Bridgeman e

Benedict-Webb-Rubin.

Ao término deste capítulo, você será capaz de:

Apresentar o conceito de substância pura.

Discutir a física dos processos de mudança de fase.

Ilustrar os diagramas de propriedades P-v, T-v e P-T e as superfícies P-v-T das substâncias puras.

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Capítulo 16: Equilíbrios Químico e de Fases

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

16

Equi l íbr ios Q uím ic o e de Fases

OBJETIVOS

N

o Cap. 15 analisamos os processos de combustão admitindo que ela é completa quando há tempo e oxigênio suficientes. Entretanto, nem sempre isso acontece. Uma reação química pode atingir um estado de equilíbrio antes de se completar, mesmo quando há tempo e oxigênio suficientes.

Diz-se que um sistema está em equilíbrio se nenhuma variação ocorrer dentro dele quando estiver isolado da vizinhança. Um sistema isolado está em equilíbrio mecânico se não ocorrerem variações na pressão, em equilíbrio térmico se não ocorrerem variações na temperatura, em equilíbrio de fases se não ocorrerem transformações de uma fase para outra e em equilíbrio químico se não ocorrerem variações na sua composição química. As condições para os equilíbrios mecânico e térmico são de simples compreensão, mas as condições para os equilíbrios químico e de fases podem ser bastante complexas.

O critério de equilíbrio dos sistemas reativos tem por base a segunda lei da termodinâmica, mais especificamente o princípio do aumento da entropia. Para os sistemas adiabáticos, o equilíbrio químico é estabelecido quando a entropia do sistema reativo atinge um máximo. Entretanto, a maioria dos sistemas reativos encontrados na prática não é adiabática. Portanto, precisamos desenvolver um critério de equilíbrio que se aplique a qualquer sistema reativo.

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Capítulo 2: Energia, Transferência de Energia e Análise Geral da Energia

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Energ ia, Transfe rê n c ia de Energia e A n á lis e

G eral da Ener gi a

OBJETIVOS

Q

uer percebamos ou não, a energia é parte importante na maioria dos aspectos de nossa vida diária. A qualidade de vida, e até mesmo sua manutenção, dependem da disponibilidade de energia. Portanto, é importante que tenhamos uma boa compreensão das fontes de energia, da conversão entre diversas formas de energia e das ramificações dessas conversões. A energia existe sob muitas formas, e pode ser térmica, mecânica, elétrica, química e nuclear. Até mesmo a massa pode ser considerada uma forma de energia. Ela pode ser transferida para ou de um sistema fechado (uma massa fixa) de duas formas distintas: calor e trabalho. Para volumes de controle, energia também pode ser transferida por meio de um fluxo de massa. Uma transferência de energia de ou para um sistema fechado é calor se for causada por uma diferença de temperatura. Caso contrário, ela é trabalho e é causada por uma força que atua através de uma distância.

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Capítulo 14: Misturas Gás-Vapor e Condicionamento de Ar

Yunus A. Çengel, Michael A. Boles Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

14

Mi s t u ras G ás- Vap o r e

C ondicionamento d e Ar

OBJETIVOS

E

m temperaturas abaixo da temperatura crítica, a fase gasosa de uma substância é frequentemente chamada de vapor. O termo vapor implica um estado gasoso que está próximo da região de saturação da substância, elevando a possibilidade de condensação durante um processo.

No Cap. 13 discutimos as misturas de gases que geralmente estão acima de suas temperaturas críticas, por isso não havia preocupação com a possível condensação de nenhum desses gases durante um processo. A análise fica bastante simplificada quando não é preciso lidar com duas fases; porém, quando lidamos com uma mistura de gás e vapor, o vapor pode condensar durante um processo, formando uma mistura de duas fases. Isso pode complicar consideravelmente a análise. Assim, uma mistura de gás e vapor precisa ser tratada de modo diferente de uma mistura comum de gases.

Várias misturas de gás e vapor são encontradas na engenharia. Neste capítulo, vamos considerar a mistura de ar-água-vapor, que é a mistura de gás-vapor mais encontrada na prática. Discutimos também o condicionamento de ar, ou seja, a principal área de aplicação das misturas de ar-água-vapor.

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Yunus A Engel Afshin J Ghajar (14)
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Capítulo 4. Condução de calor transciente

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

C ondução de C a lo r

Trans iente

A

temperatura dos corpos, em geral, varia com o tempo e com a posição. Em coordenadas retangulares, a variação é expressa como T (x, y, z, t), onde

(x, y, z) indica a variação nas direções x, y e z, e t indica a variação com o tempo. No capítulo anterior, consideramos a condução de calor sob condições permanentes em que a temperatura do corpo em qualquer ponto não muda com o tempo. Isso certamente simplifica a análise, especialmente quando a temperatura varia em única direção, permitindo obter soluções analíticas. Neste capítulo, consideramos a variação de temperatura com o tempo e com a posição em sistemas uni e multidimensionais.

Começamos este capítulo com a análise de sistemas aglomerados, em que a temperatura do corpo varia com o tempo, mas permanece uniforme em todo o espaço, em determinado momento. A seguir, consideramos a variação de temperatura com o tempo e com a posição em problemas de condução de calor unidimensionais, como aqueles associados com uma grande parede plana, um cilindro longo, uma esfera e um meio semi-infinito, utilizando gráficos de temperatura transiente e soluções analíticas. Por último, consideramos a condução de calor transiente em sistemas multidimensionais utilizando a solução produto.

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Capítulo 12. Fundamentos de radiação térmica

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

12

Funda m entos de

R adi a ção Tér m ic a

A

té agora, temos considerado os modos de transferência de calor por condução e por convecção, que estão relacionados com a natureza dos meios envolvidos e a presença de movimento de fluido, entre outros fatores. Voltamos agora nossa atenção para o terceiro mecanismo de transferência de calor: a radiação, que é caracteristicamente diferente dos outros dois.

Começamos este capítulo com uma discussão sobre as ondas eletromagnéticas e o espectro eletromagnético, com especial ênfase na radiação térmica. Em seguida, introduzimos o corpo negro, a radiação do corpo negro e a função de radiação do corpo negro, idealizados juntamente com a lei de Stefan-Boltzmann, a lei de Planck e a Lei de Wien do deslocamento.

A radiação é emitida por cada ponto de uma superfície plana em todas as direções no hemisfério acima da superfície. A quantidade que descreve a amplitude da radiação emitida ou incidente em determinada direção no espaço é a intensidade de radiação. Diversos fluxos de radiação, como poder emissivo, irradiação e radiosidade, são expressos em termos de intensidade. Isto é seguido por uma discussão das propriedades radioativas dos materiais, como emissividade, absortividade, refletividade e transmissividade, e sua dependência em relação ao comprimento de onda, à direção e à temperatura. O efeito estufa é apresentado como um exemplo das consequências da dependência em relação ao comprimento de onda nas propriedades de radiação. Terminamos este capítulo com uma discussão sobre a radiação atmosférica e solar.

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Capítulo 9. Convecção natural

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

C onv e cção

Nat ural

N

os capítulos 7 e 8 consideramos a transferência de calor por convecção forçada, em que um fluido foi forçado a escoar sobre a superfície ou tubo por meios externos, como uma bomba ou um ventilador. Neste capítulo, consideramos a convecção natural, em que qualquer movimento do fluido ocorre por meios naturais, como a flutuação. O movimento de fluidos em convecção forçada é bastante perceptível, uma vez que um ventilador ou uma bomba podem transferir uma quantidade de movimento suficiente para o fluido para movê-lo em determinada direção. Já o movimento do fluido em convecção natural muitas vezes não é perceptível em virtude das baixas velocidades envolvidas.

O coeficiente de transferência de calor por convecção é uma forte função da velocidade: quanto maior a velocidade, maior o coeficiente de transferência de calor por convecção. As velocidades do fluido associadas à convecção natural são baixas, normalmente menos de 1 m/s. Por isso, os coeficientes de transferência de calor encontrados na convecção natural são normalmente muito menores do que aqueles encontrados na convecção forçada, ainda que vários tipos de equipamentos de transferência de calor sejam projetados para operar sob condições de convecção natural em vez de convecção forçada, porque a convecção natural não requer o uso de um dispositivo para movimentar o fluido.

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Capítulo 2. Equação de condução de calor

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Equação de C on d u ç ã o de Ca lor

A

transferência de calor tem direção e magnitude. A taxa de condução de calor na direção específica é proporcional ao gradiente de temperatura, que é a variação da temperatura com distância na mesma direção. A condução de calor em um meio é, em geral, tridimensional, dependente do tempo e da temperatura do meio, que varia com posição e com tempo, T � T (x, y, z, t). A condução de calor em um meio é considerada permanente quando a temperatura não varia com tempo, não permanente ou transiente quando varia. A condução de calor em um meio é considerada unidimensional quando a condução é significativa em dimensão única e desprezível nas outras duas, bidimensional quando a condução na terceira dimensão é desprezível e tridimensional quando a condução em todas as dimensões é significativa.

Começamos este capítulo com a descrição da condução de calor multidimensional permanente e não permanente. Em seguida, derivamos a equação diferencial que rege a condução de calor em uma extensa parede plana, um cilindro longo e uma esfera, para generalizarmos os resultados nos casos tridimensionais em coordenadas retangulares, cilíndricas e esféricas. Apresentamos uma discussão sobre as condições de contorno e alguns problemas sobre condução de calor e suas soluções. Finalmente, consideramos o problema de condução de calor com condutividade térmica variável.

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Capítulo 1. Introdução e conceitos básicos

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

Int rodução e

C onceitos B ásic o s

A

ciência da termodinâmica trata da quantidade de calor transferido quando um sistema passa por um processo de estado de equilíbrio para outro, sem fazer nenhuma referência sobre quanto tempo esse processo demora. Mas, em engenharia, estamos mais frequentemente interessados na taxa de transferência de calor, que é o tema da ciência da transferência de calor.

Começamos este capítulo com a revisão dos conceitos fundamentais da termodinâmica, que são os princípios básicos da transferência de calor. Primeiro, abordamos a relação do calor com outras formas de energia e fazemos uma revisão sobre balanço de energia. Em seguida, apresentamos os três mecanismos básicos de transferência de calor, condução, convecção e radiação, e discutimos o conceito de condutividade térmica. Condução é a transferência de energia resultante da interação de partículas de maior energia de uma substância com partículas adjacentes de menor energia. Convecção é o modo de transferência de calor entre uma superfície sólida e um líquido ou gás adjacente que está em movimento, e esse processo envolve os efeitos combinados de condução e movimento do fluido. Radiação é a energia emitida pela matéria em forma de ondas eletromagnéticas (ou fótons), como resultado das mudanças nas configurações eletrônicas de átomos ou moléculas. Concluímos este capítulo com uma discussão sobre transferência simultânea de calor.

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Willian H Hayt Jr Jack E Kemmerly Steven M Durbin (19)
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Capítulo 16 - Resposta em Frequência

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

16

Resposta em

Frequência

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

INTRODUÇÃO

Já foi introduzido o conceito de resposta em frequência, o que significa que o comportamento do nosso circuito pode mudar drasticamente, dependendo da frequência

(ou frequências) de operação – uma mudança radical em relação às nossas primeiras experiências com circuitos de corrente contínua simples. Neste capítulo, elevamos o assunto para um nível mais refinado, pois mesmo circuitos simples projetados para resposta em frequência específica, podem ser extremamente úteis em uma ampla variedade de aplicações cotidianas. Na verdade, provavelmente utilizamos circuitos de frequência seletiva diariamente, mesmo sem perceber. Por exemplo, a mudança para a nossa estação de rádio favorita consiste de fato em sintonizar o rádio para amplificar seletivamente uma estreita faixa de frequências de sinal; é possível aquecer pipoca de microondas enquanto assistimos televisão ou falamos em um telefone celular, porque as frequências de cada dispositivo pode ser isoladas. Além disso, estudar a resposta em frequência e filtros podem ser particularmente agradável, pois nos fornece uma metodologia para desenvolver a análise de circuitos existentes, permitindo o projeto de circuitos complexos a partir do zero para atender às especificações, às vezes rigorosas. Vamos começar esta jornada com uma breve discussão envolvendo ressonância, perdas, fator de qualidade e largura de faixa – importantes conceitos para filtros, bem como qualquer circuito (ou sistema, para esse assunto) que contém elementos de armazenamento de energia.

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Capítulo 11 - Análise de Potência em Circuitos CA

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

11

Análise de Potência em Circuitos CA

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

INTRODUÇÃO

Parte da análise de um circuito é frequentemente dedicada à determinação da potência fornecida ou absorvida (ou ambos). No contexto da potência CA, descobrimos que a abordagem relativamente simples que utilizamos até agora não ilustra de forma conveniente a operação de um determinado sistema, e com isso introduzimos várias grandezas relacionadas à potência neste capítulo.

Começaremos considerando a potência instantânea, que é o produto da tensão e da corrente associadas ao elemento ou rede de interesse no domínio do tempo. A potência instantânea é muitas vezes de grande utilidade, pois seu valor máximo deve ser limitado para que a operação de um determinado dispositivo dentro de limites de segurança ou de uso seja garantida. Por exemplo, quando a potência instantânea excede um certo valor limite, amplificadores transistorizados e valvulados produzem uma saída distorcida que resulta em um som distorcido nos alto-falantes. Entretanto, estamos interessados na potência instantânea principalmente por ela nos possibilitar o cálculo de uma grandeza mais importante, a potência média. Sabemos que o andamento de uma viagem é mais bem descrito pela velocidade média desenvolvida pelo veículo; nosso interesse na velocidade instantânea restringe-se a evitar que ela supere determinados limites e coloque nossa segurança em risco ou perturbe a polícia rodoviária.

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Capítulo 10 - Análise em Regime Permanente Senoidal

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

10

Análise em Regime

Permanente Senoidal

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Características de Funções Senoidais

INTRODUÇÃO

A resposta completa de um circuito elétrico linear é composta por duas partes, a resposta natural e a resposta forçada. A resposta natural corresponde ao transitório de curta duração que ocorre em um circuito em decorrência de uma súbita mudança em sua condição. A resposta forçada corresponde ao comportamento em regime permanente de um circuito na presença de quaisquer fontes independentes. Até o presente momento, consideramos apenas respostas forçadas causadas por fontes cc. Outra resposta forçada muito comum é a forma de onda senoidal. Esta função descreve a tensão disponível nas tomadas das residências, bem como a tensão nas linhas de transmissão de energia que alimentam áreas residenciais e industriais.

Neste capítulo, assumimos que a resposta transitória seja de pouco interesse, e que a resposta de um circuito em regime permanente (um aparelho de TV, uma torradeira, ou uma linha de distribuição de energia) frente a uma tensão ou corrente senoidal seja necessária. Analisaremos tais circuitos utilizando uma técnica poderosa que transforma equações integro-diferenciais em equações algébricas. Antes de ver como isso funciona, é interessante rever rapidamente alguns atributos importantes gerais das senoides, que descrevem praticamente todas as correntes e tensões ao longo do capítulo.

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Capítulo 6 - O Amplificador Operacional

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

6

O Amplificador

Operacional

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Características dos AOPs Ideais

INTRODUÇÃO

Neste ponto, temos um bom conjunto de ferramentas de análise de circuito à nossa disposição, mas têm-se focado principalmente em alguns circuitos mais gerais compostos unicamente de fontes e resistores. Neste capítulo, introduzimos um novo componente que, embora tecnicamente não linear, pode ser tratado de forma eficaz com modelos lineares. Este elemento, conhecido como o amplificador operacional ou AOP, encontra o uso diário em uma grande variedade de aplicações eletrônicas.

Ele também nos oferece um novo elemento para utilização na construção de circuitos e uma outra oportunidade de testar nosso desenvolvimento em habilidades analíticas.

Amplificadores Inversores e Não

Inversores

Circuitos Amplificadores de Soma e

Diferença

Estágios de AOPs em Cascata

Uso AOPs para Construir Fontes de

Tensão e Corrente

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Capítulo 17 - Quadripolos

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

17

Quadripolos

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

INTRODUÇÃO

Uma rede genérica com dois pares de terminais, sendo um deles geralmente chamado de “terminais de entrada” e o outro de “terminais de saída”, é um bloco construtivo muito importante em circuitos eletrônicos, sistemas de comunicação, sistemas de controle automático, sistemas de transmissão e distribuição, ou em quaisquer outros sistemas nos quais um sinal elétrico é aplicado nos terminais de entrada, é trabalhado pela rede e a deixa via terminais de saída. O par de terminais da saída pode muito bem estar conectado ao par de terminais da entrada de outra rede. Quando estudamos o conceito de redes equivalentes de Thévenin e de Norton no Capítulo 5, fomos apresentados à ideia de que nem sempre é necessário conhecer em detalhe o que acontece em parte de um circuito. Este capítulo estende tais conceitos para redes lineares, resultando em parâmetros que nos permite prever a interação de qualquer rede com outras redes.

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