Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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2 - Desenhando Letras, Números, Símbolos e Linhas

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Desenhando Letras,

Números, Símbolos e Linhas

2

Desenhos técnicos têm letras, números, símbolos e linhas executadas segundo normas e padrões. Neste capítulo é mostrado como a norma brasileira ABNT NBR 8402/94 fixa as diversas proporções e dimensões dos símbolos gráficos (letras e números), usados nos desenhos técnicos, bem como a NBR 8403/84, que define os tipos, usos e espessuras das linhas usadas no traçado dos Desenhos Técnicos Projetivos.

2.1 Letras, Números e Símbolos Matemáticos

A norma ABNT NBR 8402/94 (Execução de caractere para escrita em Desenho Técnico) fixa característica de escrita (letras, números e símbolos) usada em desenhos técnicos e documentos semelhantes. Aplica-se para escrita à mão livre e por instrumentos, inclusive por computador. A norma tem como objetivo a uniformidade, a legibilidade e a adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução. Cabe observar que a norma internacional

ISO 3098 apresenta as características da escrita normalizada, com diversos tipos.

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8 - Cotagem dos Desenhos Técnicos Projetivos

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

8

Cotagem dos Desenhos

Técnicos Projetivos

Cotagem é a indicação das medidas ou dimensões da peça ou objeto em um desenho técni­ co projetivo, para permitir sua fabricação ou construção. A cotagem deve ser feita conforme a norma ABNT NBR 10126. O desenho, além de representar por meio de vistas ou projeções dentro de uma escala (ou proporcional) a forma tridimensional, deve conter informações so­ bre as dimensões do objeto representado. As dimensões irão definir as características geo­ métricas do objeto, dando valores de tamanho e posição a todos os elementos e detalhes que compõem sua forma espacial, permitindo assim sua fabricação ou construção.

8.1 Conceitos Básicos e Observações Gerais

A forma mais utilizada consiste em definir as dimensões por meio de cotas que são cons­ tituídas de linhas de chamada, linha de cota, setas ou tracinhos (ou até pontos) e do valor numérico em determinada unidade de medida (Figura 8.1). Portanto, para a cotagem de uma dimensão são necessários quatro elementos: a linha de chamada, a linha de cota, a seta ou tracinho (ou ponto) e o valor numérico da dimensão.

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5 - Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

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Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

Os desenhos técnicos projetivos compreendem tanto as perspectivas (desenhos tridimensionais), já mostradas no Capítulo 4, quanto as vistas ortográficas em duas dimensões (desenhos bidimensionais). Neste capítulo é mostrada a origem das vistas ortográficas, que advêm do conceito de projeção cilíndrica ortogonal. São mostrados os conceitos, considerando o

1o diedro (usado no Brasil), bem como o 3o diedro de projeção (usado nos EUA e Canadá).

5.1 Conceito de Projeção

A Geometria Descritiva (GD) usa um sistema de projeção cilíndrica e ortogonal, ou seja, como pertencente a um cilindro e fazendo 90º com o plano de projeção. As primeiras ideias de projeção de uma figura sobre um plano muito provavelmente se originaram da observação da projeção da sombra de uma árvore em função da luz do Sol. As primeiras projeções eram cônicas, exatamente como o olho humano vê as coisas. Isso pode ser confirmado quando se está em um grande corredor ou quando se olha um longo trilho de uma ferrovia. A sensação que se tem é a de que as linhas se encontram, quando na verdade são paralelas, ou seja, a distância é constante. Na sequência pensou-se na projeção cilíndrica oblíqua, ou seja, inclinada em relação ao plano de projeção e, posteriormente, na projeção cilíndrica ortogonal, ou método mongeano. As figuras a seguir ilustram esses detalhes.

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Medium 9788521635697

3 - Desenhando em Escala

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Desenhando em Escala

3

Desenhos técnicos projetivos, executados com instrumentos (esquadro e compasso) ou via programas de computador, são feitos usando escalas de redução ou ampliação, segundo as dimensões do objeto ou peça a ser representada. Desenhos técnicos projetivos tipo esboço, rascunhos ou croquis, executados à mão livre, embora não utilizem escalas, devem ter suas dimensões no papel proporcionais às medidas reais (para não causar deformações).

Como o desenho técnico é utilizado para representação de objetos como máquinas, equipamentos, prédios e até sistemas completos e complexos de produção industrial, conclui-se que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Portanto, para permitir a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser representados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, pequenos necessitarão de uma representação ampliada. Por exemplo, o desenho de uma planta baixa de uma casa é feito com uma escala de redução, já o desenho de um alfinete, devido a seus detalhes mínimos, será feito com uma escala de ampliação.

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6 - Vistas Auxiliares, Parciais, Deslocadas, Interrompidas e Vistas com Características e Particularidades Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

6

Vistas Auxiliares,

Parciais, Deslocadas,

Interrompidas e Vistas com Características e

Particularidades Especiais

Em muitos casos, encontramos objetos e peças com características especiais, onde a simples aplicação do conceito de vistas ortográficas, discutidas no Capítulo 5, não consegue produzir bons resultados, ou seja, o desenho mostra linhas que dificultam e até impedem sua compreensão e uso. Várias destas características e particularidades são detalhadas neste capítulo.

6.1 Vista Auxiliar

No Capítulo 5 foi visto que as vistas ortográficas são oriundas do conceito de projeções cilíndricas ortogonais, ou seja, a visão é perpendicular ao plano ou face que se quer projetar.

E quando uma face de um objeto ou peça não é perpendicular, ou melhor, tem um ângulo diferente de 90º? É nesta condição que se utiliza o recurso da vista auxiliar.

Usa-se a vista auxiliar quando se quer mostrar detalhes e dimensões de uma face que forma um ângulo diferente de 90º. É importante citar que não é apenas o fato de se ter uma face inclinada que requer uma vista auxiliar. A mesma só deve ser feita caso existam detalhes que apareceriam “distorcidos” ou não em verdadeira grandeza. As figuras a seguir mostram estes detalhes.

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Adam M Neville (14)
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Medium 9788582603659

Capítulo 1 - Cimento Portland

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

1

Cimento Portland

Cimento, no sentido geral da palavra, pode ser descrito como um material com propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de uma unidade compacta. Essa definição abrange uma grande variedade de materiais cimentícios.

Na área da construção, o significado do termo “cimento” é restrito a materiais aglomerantes utilizados com pedras, areia, tijolos, blocos para alvenaria, etc. Os principais constituintes desse tipo de cimento são compostos de calcário, de modo que, em engenharia civil e construções, o interesse é o cimento à base de calcário. Visto que reagem quimicamente com a água, os cimentos para a produção de concreto têm a propriedade de reagir e endurecer sob a água, sendo, então, denominados cimentos hidráulicos.

Os cimentos hidráulicos são constituídos principalmente de silicatos e aluminatos de cálcio e podem ser classificados, de maneira geral, como cimentos naturais, cimentos Portland e cimentos aluminosos. Este capítulo aborda a fabricação do cimento

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Capítulo 8 - Efeitos da temperatura no concreto

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

8

Efeitos da temperatura no concreto

Os ensaios de laboratório com concreto em geral são realizados em temperaturas controladas, normalmente constantes. Como antigamente os ensaios eram feitos em climas temperados, a temperatura padrão escolhida geralmente variava entre 18 e 21 °C, de modo que hoje muitas das propriedades básicas dos concretos fresco e endurecido são baseadas no comportamento do concreto nessas temperaturas. Entretanto, na prática, o concreto é misturado em um grande intervalo de temperaturas e também permanece em serviço em diferentes temperaturas. De fato, o intervalo real das temperaturas se ampliou bastante, e hoje muitas obras ocorrem em países de tempo quente. Além disso, novos empreendimentos, principalmente offshore, têm surgido em regiões de tempo muito frio.

Em virtude disso, é de fundamental importância conhecer os efeitos da temperatura no concreto, e esse é o assunto deste capítulo. Inicialmente, será discutida a influência da temperatura do concreto fresco na resistência, seguida por uma revisão dos tratamentos térmicos após o lançamento do concreto, ou seja, a cura a vapor à pressão atmosférica e à alta pressão. Em seguida, serão discutidos os efeitos do aumento da temperatura do concreto devidos à liberação do calor de hidratação do cimento, seguidos pela discussão sobre a concretagem em tempos* quente e frio. Por fim, serão abordadas as propriedades térmicas do concreto endurecido e a influência de temperaturas muito elevadas e muito baixas em serviço, incluindo os efeitos do fogo.

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Capítulo 11 - Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

11

Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Este capítulo trata de dois mecanismos de deterioração do concreto. O primeiro deles, embora somente importante em climas frios, é a maior causa da falta de durabilidade do concreto, a menos que sejam tomadas medidas preventivas adequadas. O segundo mecanismo, a ação de cloretos, é relevante apenas em concreto armado, mas também pode resultar em significativos danos às estruturas. A ação de cloretos é verificada tanto em climas frios quanto quentes, mas os detalhes da ação variam conforme as condições.

Ação do congelamento

No Capítulo 8, foram analisados os efeitos do congelamento sobre o concreto fresco e os métodos para evitar sua ocorrência. O que, entretanto, não pode ser evitado é a exposição do concreto maduro a ciclos alternados de gelo e degelo, fenômeno que é frequentemente observado na natureza.

Como a temperatura do concreto saturado em serviço é diminuída, a água retida nos poros capilares da pasta de cimento endurecida congela de um modo similar ao congelamento dos poros de rochas, o que causa a expansão do concreto. Caso haja um novo congelamento após o degelo subsequente, ocorre uma nova expansão, ou seja, os ciclos repetidos de gelo e degelo têm efeito cumulativo. O fenômeno ocorre, principalmente, na pasta de concreto endurecida: os maiores vazios do concreto, decorrentes de adensamento incompleto, geralmente contêm ar e, portanto, estão menos sujeitos à ação do congelamento.11.4

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Medium 9788582603659

Capítulo 4 - Concreto fresco

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

4

Concreto fresco

Embora o concreto fresco não seja o foco principal, deve ser destacado que a resistência do concreto com uma mistura de determinadas proporções é bastante influenciada por seu grau de adensamento. Assim, é fundamental que a consistência da mistura seja tal que o concreto possa ser transportado, lançado, adensado e acabado facilmente e sem segregação. Este capítulo, portanto, é dedicado às propriedades do concreto no estado fresco que contribuem para esse objetivo.

Antes de analisar o concreto fresco, deve ser observado que os três primeiros capítulos discutiram somente dois dos três materiais essenciais para o concreto: o cimento e os agregados. O terceiro ingrediente essencial é a água, que será discutida a seguir.

É adequado citar aqui que a maioria dos concretos, senão todos, também contém aditivos – tema do Capítulo 5.

Qualidade da água de amassamento

A principal influência da quantidade de água de amassamento na resistência do concreto será abordada no Capítulo 6. De qualquer forma, as pesquisas sobre concreto geralmente têm demonstrado pouco interesse na água de amassamento. Reconhecidamente, a água

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Capítulo 2 - Materiais cimentícios

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

2

Materiais cimentícios

O capítulo anterior tratou das propriedades do cimento Portland em geral, e nele foi visto que cimentos com composição química e características físicas diferentes podem apresentar propriedades distintas quando hidratados. Portanto, deveria ser possível selecionar misturas de matérias-primas para a produção de cimentos com várias propriedades desejadas. Na verdade, existem diversos tipos de cimentos comerciais disponíveis, e cimentos especiais, sob encomenda, podem ser produzidos para usos específicos. Vários cimentos diferentes do Portland também estão disponíveis.

Antes de descrever os diversos tipos de cimentos Portland, é interessante discutir sobre os materiais cimentícios utilizados no concreto.

Classificação dos materiais cimentícios

Inicialmente, o concreto era produzido com a mistura de somente três materiais: cimento, agregados e água, sendo que o cimento era, quase sempre, o cimento Portland, discutido no capítulo anterior. Com o passar do tempo, com o objetivo de melhorar algumas propriedades do concreto, tanto no estado fresco quanto no estado endurecido, quantidades muito pequenas de produtos químicos foram adicionadas às misturas.

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Albert P Malvino David J Bates (26)
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Medium 9788580555929

Capítulo 22 - Fontes de alimentação reguladas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

22

Fontes de alimentação reguladas

Com um diodo Zener, podemos construir um regulador de tensão simples.

Agora, queremos discutir o uso da realimentação negativa para melhorar a regulação de tensão. A discussão começa com os reguladores lineares, o tipo no qual o dispositivo de regulação opera na região linear. Discutiremos dois tipos de reguladores lineares: o tipo shunt (paralelo) e o tipo série. Este capítulo conclui com os reguladores chaveados, tipo no qual o dispositivo de regulação comuta entre ligado e desligado para melhorar a eficiência no consumo de potência.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

22-1

22-2

22-3

22-4

22-5

22-6

22-7

Características de fonte de alimentação

Reguladores shunt

Reguladores série

Reguladores lineares monolíticos

Reforçadores de corrente

Conversores CC-CC

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Medium 9788580555929

Capítulo 14 - Efeitos de frequência

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

14

Efeitos de frequência

Em capítulos anteriores estudamos os amplificadores operando em suas faixas de frequência normal. Agora, vamos discutir como um amplificador responde quando a frequência de entrada estiver fora da faixa normal de operação. No caso de um amplificador CA, o ganho de tensão diminui quando a frequência de entrada for muito baixa ou muito alta. Por outro lado, os amplificadores CC têm ganhos de tensão desde a frequência zero. Apenas em altas frequências é que o ganho de tensão de um amplificador CC cai. Podemos usar os decibéis para descrever o decréscimo do ganho de tensão e um gráfico de Bode para representar a resposta de um amplificador.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

14-1

14-2

14-3

14-4

14-5

14-6

14-7

14-8

14-9

14-10

14-11

14-12

Resposta em frequência de um amplificador

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Capítulo 21 - Osciladores

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

21

Osciladores

Em frequências inferiores a 1 MHz, podemos usar osciladores RC para gerar ondas senoidais quase perfeitas. Os osciladores de baixa frequência usam amp-ops e circuitos RC ressonantes para estabelecer a frequência de oscilação.

Acima de 1 MHz, são utilizados circuitos LC ressonantes. Este capítulo examina também um chip popular conhecido como temporizador 555. Ele é usado em muitas aplicações para gerar atrasos de tempo, osciladores controlados por tensão e sinais modulados. O Capítulo também aborda um importante circuito denominado malha de fase amarrada (PLL — phase-locked loop) e finaliza com o popular CI gerador de funções XR-2206.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

21-1

21-2

21-3

21-4

21-5

21-6

21-7

21-8

21-9

21-10

21-11

Teoria da oscilação senoidal

Oscilador em ponte de Wien

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Medium 9788580555929

Apêndice B - Demonstrações matemáticas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Medium 9788580555929

Capítulo 15 - Amplificadores diferenciais

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

15

Amplificadores diferenciais

O termo amplificador operacional (amp-op) se refere a um amplificador que realiza uma operação matemática. Historicamente, os primeiros amp-ops foram usados em computadores analógicos, em que realizavam adição, subtração, multiplicação e assim por diante. Houve uma época em que os amp-ops eram implementados com componentes separados. Hoje, a maioria dos amp-ops está na forma de circuito integrado (CI).

O amp-op típico é um amplificador CC com um ganho de tensão muito alto, uma impedância de entrada muito alta e uma impedância de saída muito baixa. A frequência de ganho unitário é de 1 MHz a mais de 20 MHz, dependendo do CI. Um circuito integrado amp-op é um bloco funcional completo com pinos externos. Conectando esses pinos a uma tensão de alimentação e a alguns componentes, podemos facilmente construir todos os tipos de circuitos úteis implementados com amp-ops.

O circuito de entrada usado na maioria dos amp-ops é o amplificador diferencial (amp-dif). Essa configuração de amplificador estabelece muitas das características de entrada do CI. O amplificador diferencial também pode ser configurado de maneira separada, sendo usado em circuitos de comunicação, instrumentação e controle industrial. Este capítulo concentra-se no amplificador diferencial usado em CIs.

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Medium 9788580550498

Capítulo 3 - Teoria dos diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Medium 9788580550498

Capítulo 7 - Fundamentos de transistor

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

FUNDAMENTOS

DE TRANSISTOR

Existem dois modos básicos de ajustar o ponto de operação de um transistor: polarizando a base e polarizando o emissor. Polarizar a base produz um valor fixo na corrente da base, enquanto polarizar o emissor produz uma corrente fixa no emissor. A polarização da base é mais aplicada em circuitos de chaveamento, enquanto a polarização do emissor é predominante nos circuitos amplificadores. Este capítulo estuda a polarização da base, a polarização do emissor, circuitos de chaveamento e circuitos optoeletrônicos.

Vocabulário circuito amplificador circuito de chaveamento circuito de dois estados fator de correção fototransistor polarização da base polarização do emissor ponto de corte ponto de saturação ponto quiescente reta de carga saturação forte saturação fraca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Explicar por que a polarização da base não funciona bem nos circuitos de amplificação.

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Medium 9788580550498

Capítulo 2 - Semicondutores

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Medium 9788580550498

Capítulo 6 - Transistores de junção bipolar

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6 capítulo 00

TRANSISTORES DE

JUNÇÃO BIPOLAR

Em 1951, Willian Schockley inventou o primeiro transistor de junção, um dispositivo semicondutor que pode amplificar (aumentar) um sinal eletrônico como um sinal de rádio ou de televisão. O transistor deu origem a muitas outras invenções incluindo os circuitos integrados

(CIs), pequenos dispositivos que contêm milhares de transistores. Graças ao CI, os modernos computadores e outros milagres eletrônicos tornaram-se possíveis.

Este capítulo é uma introdução ao transistor de junção bipolar (TJB), um tipo que usa elétrons livres e lacunas. A palavra bipolar é uma abreviação para “duas polaridades”. O próximo capítulo vai explorar como o TJB pode ser aplicado para funcionar como um amplificador e como chave.

Vocabulário alfa cc base beta cc circuito de chaveamento circuito integrado (CI) coletor diodo coletor diodo emissor dissipador de calor emissor emissor comum (EC) ganho de corrente parâmetros h região ativa região de corte região de ruptura região de saturação resistência térmica transistor de junção transistor de junção bipolar (TJB) transistores de montagem em superfície transistores de pequeno sinal transistores de potência

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Capítulo 9 - Modelos CA

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

MODELOS CA

Depois que um transistor foi polarizado com o ponto Q próximo do centro da reta de carga, podemos acoplar uma tensão ca de baixo valor na base. Isso produzirá uma tensão ca no coletor. A tensão ca no coletor tem a mesma forma de onda da tensão ca na base, porém maior.

Em outras palavras, a tensão ca no coletor é uma versão amplificada da tensão ca na base. A invenção de dispositivos de amplificação, primeiro as válvulas e depois os transistores, foi um ponto decisivo para a evolução da eletrônica. Sem a amplificação não haveria rádio, televisão ou computadores.

Vocabulário amplificador BC amplificador CC amplificador EC amplificadores de pequeno sinal capacitor de acoplamento capacitor de desvio (bypass) circuito equivalente ca circuito equivalente cc curto ca distorção ganho de corrente ca ganho de tensão modelo Ebers-Moll modelo T modelo ␲ resistência ca do emissor teorema da superposição terra ca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Aline Dresch Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Junico Antunes (7)
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Medium 9788582602980

Capítulo 3 - Design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

3

Design science research

O corpo do conhecimento acerca do design aparece fragmentado e disperso

(...). A design science deveria, portanto, ser redirecionada para uma pesquisa mais rigorosa, para produzir resultados que são caracterizados por uma alta validade externa, mas que possam também ser ensinados, aprendidos e colocados em prática pelos profissionais.

Georges Romme, em Making a difference: organization as design (2003)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar os principais conceitos e fundamentos para a aplicação da design science research.

• Comparar a design science research com outros métodos de pesquisa: o estudo de caso e a pesquisa-ação.

• Discriminar diferentes maneiras de avaliar os artefatos gerados pela design science research.

CARACTERÍSTICAS DA DESIGN SCIENCE RESEARCH E FUNDAMENTOS

PARA SUA CONDUÇÃO

A design science é a base epistemológica quando se trata do estudo do que é artificial.

A design science research, por sua vez, é o método que fundamenta e operacionaliza a condução da pesquisa quando o objetivo a ser alcançado é um artefato ou uma prescrição. Como método de pesquisa orientado à solução de problemas, a design science research busca, a partir do entendimento do problema, construir e avaliar artefatos que permitam transformar situações, alterando suas condições para estados melhores ou desejáveis. Ela é utilizada nas pesquisas como forma de diminuir o distanciamento entre teoria e prática.

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Medium 9788582602980

Capítulo 5 - Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

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Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Histórica e tradicionalmente, tem sido tarefa das disciplinas científicas ensinar a respeito das coisas naturais: como elas são e como elas funcionam.

E tem sido tarefa das escolas de engenharia ensinar sobre o que é artificial: como construir artefatos que tenham as propriedades desejadas e como projetar.

Herbert Alexander Simon, em As ciências do artificial (1981)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar métodos e recomendações de pesquisa para a condução da design science research.

• Elaborar atividades de apoio que possam gerar resultados confiáveis e relevantes para a pesquisa.

• Analisar resultados por meio de técnicas e ferramentas adequadas para a resolução do problema e posterior documentação em um protocolo de pesquisa.

A design science é, sem dúvida, uma abordagem que pode orientar pesquisas que se destinam a projetar ou desenvolver algo novo, uma vez que a design science tem como foco causar a mudança, criando artefatos e gerando soluções para problemas existentes.

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Capítulo 6 - Revisão sistemática da literatura

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

6

Revisão sistemática da literatura

Maria Isabel Wolf Motta Morandi

Luis Felipe Riehs Camargo

O conhecimento do mundo apenas pode ser adquirido no mundo, não num armário.

Phillip Chesterfield

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Definir o papel dos stakeholders para uma melhor fundamentação da pesquisa.

• Selecionar as fontes e os termos de busca, os critérios e as estratégias de eliminação do viés.

• Justificar a importância e os benefícios da revisão sistemática da literatura para as pesquisas orientadas sob a perspectiva da design science.

• Propor um protocolo para a realização de sua revisão sistemática da literatura.

A revisão sistemática da literatura é uma etapa fundamental da condução de pesquisas científicas, especialmente de pesquisas realizadas sob o paradigma da design science. Neste capítulo, vamos conhecer as etapas desse processo, começando com uma discussão sobre o papel dos stakeholders. Vamos avaliar, ainda, os vários aspectos envolvidos na definição da questão de revisão e a importância da elaboração de um framework conceitual que possibilite a definição da melhor composição para a equipe de trabalho e das estratégias de pesquisas a serem adotadas.

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Capítulo 4 - Classes de problemas e artefatos

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

4

Classes de problemas e artefatos

Um artefato pode ser considerado como um ponto de encontro – interface – entre um ambiente interno, a substância e organização do próprio artefato e um ambiente externo, [isto é], as condições em que o artefato funciona.

Herbert Alexander Simon, em As ciências do artificial (1981)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Definir, conceituar e examinar classes de problemas comuns à área de gestão.

• Definir cada tipo de artefato, assim como as principais características que os distinguem.

• Relacionar os artefatos gerados a partir da design science research e o conceito de classe de problemas.

• Explicar a trajetória da pesquisa fundamentada na design science.

CLASSES DE PROBLEMAS

Como vimos nos capítulos anteriores, o conhecimento gerado a partir da design science research é passível de generalização e, consequentemente, pode ser enquadrado em uma determinada classe de casos (Van Aken, 2004), entendidos aqui como uma classe de problemas.

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Capítulo 2 - Design science, a ciência do artificial

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

2

Design science, a ciência do artificial

Será legítimo abrigar-se durante mais tempo na sombra epistemológica

– ela própria, doravante, algo incerta – das disciplinas científicas antigas e pouco contestadas?

Jean-Louis Le Moigne, em Le Constructivisme – fondements (1994).

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Discutir as críticas dos principais autores acerca da ciência tradicional.

• Relacionar as principais diferenças entre a ciência tradicional e a design science.

• Explicar conceitos centrais da design science, sua estrutura, seu histórico e sua evolução.

CRÍTICA ÀS CIÊNCIAS TRADICIONAIS

As pesquisas realizadas sob o paradigma das ciências tradicionais, como as naturais e as sociais, resultam em estudos que se concentram em explicar, descrever, explorar ou predizer fenômenos e suas relações. Entretanto, quando se deseja estudar o projeto, a construção ou criação de um novo artefato, ou realizar pesquisas orientadas à solução de problemas, as ciências tradicionais podem apresentar limitações. O caminho, então, é utilizar a design science, um novo paradigma epistemológico para a condução de pesquisas. Veja o Quadro 2.1.

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