A M Neville J J Brooks (2)
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Capítulo 7 - Mistura, Transporte, Lançamentoe Adensamento do Concreto

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7

Mistura, Transporte, Lançamento e Adensamento do Concreto

Até agora foi apresentado o que pode ser considerado uma receita para o concreto. Foram conhecidas as propriedades dos ingredientes, mas não muito sobre suas proporções.

Também são conhecidas as propriedades da mistura, o concreto fresco; agora deve-se dar atenção aos meios práticos de produção do concreto fresco e do lançamento nas fôrmas de maneira que possa endurecer, tornando-se um material estrutural ou de construção, ou seja, o concreto endurecido – normalmente denominado apenas concreto. A sequência de operações é a seguinte: as quantidades corretas de cimento, agregados e

água (possivelmente também aditivos) são colocadas e misturadas em uma betoneira. O concreto fresco produzido é transportado do misturador até seu destino final e, então, lançado nas fôrmas e adensado de modo a obter uma massa densa que irá endurecer, eventualmente com alguma ajuda. Cada uma dessas operações será analisada.

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Capítulo 3 - Agregados

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3

Agregados

Aproximadamente ¾ do volume de concreto são ocupados pelos agregados, então

é de se esperar que sua qualidade seja de grande importância. Os agregados não só limitam a resistência do concreto, como também suas propriedades afetam significativamente a durabilidade e o desempenho estrutural do concreto.

Os agregados eram tidos no início como materiais inertes, de baixo custo, dispersos na pasta de cimento de forma a produzir um grande volume de concreto. Na realidade, eles não são realmente inertes, já que suas propriedades físicas, térmicas e algumas vezes químicas influenciam no desempenho do concreto, por exemplo, melhorando sua estabilidade dimensional e durabilidade em relação às da pasta de cimento. Do ponto de vista econômico, é vantajoso produzir misturas com o maior teor de agregados e a menor quantidade de cimento possível, mas a relação custo/ benefício deve ser contrabalançada com as propriedades desejadas do concreto no estado fresco e endurecido.

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Albert Malvino David J Bates (12)
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Capítulo 9 - Modelos CA

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capítulo 9

MODELOS CA

Depois que um transistor foi polarizado com o ponto Q próximo do centro da reta de carga, podemos acoplar uma tensão ca de baixo valor na base. Isso produzirá uma tensão ca no coletor. A tensão ca no coletor tem a mesma forma de onda da tensão ca na base, porém maior.

Em outras palavras, a tensão ca no coletor é uma versão amplificada da tensão ca na base. A invenção de dispositivos de amplificação, primeiro as válvulas e depois os transistores, foi um ponto decisivo para a evolução da eletrônica. Sem a amplificação não haveria rádio, televisão ou computadores.

Vocabulário amplificador BC amplificador CC amplificador EC amplificadores de pequeno sinal capacitor de acoplamento capacitor de desvio (bypass) circuito equivalente ca circuito equivalente cc curto ca distorção ganho de corrente ca ganho de tensão modelo Ebers-Moll modelo T modelo ␲ resistência ca do emissor teorema da superposição terra ca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Capítulo 7 - Fundamentos de transistor

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capítulo 7

FUNDAMENTOS

DE TRANSISTOR

Existem dois modos básicos de ajustar o ponto de operação de um transistor: polarizando a base e polarizando o emissor. Polarizar a base produz um valor fixo na corrente da base, enquanto polarizar o emissor produz uma corrente fixa no emissor. A polarização da base é mais aplicada em circuitos de chaveamento, enquanto a polarização do emissor é predominante nos circuitos amplificadores. Este capítulo estuda a polarização da base, a polarização do emissor, circuitos de chaveamento e circuitos optoeletrônicos.

Vocabulário circuito amplificador circuito de chaveamento circuito de dois estados fator de correção fototransistor polarização da base polarização do emissor ponto de corte ponto de saturação ponto quiescente reta de carga saturação forte saturação fraca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Explicar por que a polarização da base não funciona bem nos circuitos de amplificação.

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Capítulo 12 - Amplificadores de potência

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capítulo 12 capítulo 00

AMPLIFICADORES

DE POTÊNCIA

Em um sistema estéreo de rádio ou televisão, o sinal de entrada é baixo. Após vários estágios de ganho de tensão, o sinal torna-se maior e usa a reta de carga total. Neste

último estágio de um sistema, as correntes no coletor são muito maiores porque as impedâncias da carga são menores. Um amplificador estéreo para alto-falantes, por exemplo, pode ter uma impedância de 8 � ou menos.

Como indicado no Capítulo 6, os transistores de pequeno sinal têm uma faixa de

Vocabulário potência de menos de 1 W, enquanto os transistores de potência estão na faixa de mais de 1 W. Os transistores de pequeno sinal são usados tipicamente no início dos sistemas, acoplamento capacitivo em que o sinal de potência é baixo, enquanto os transistores de potência são usados acoplamento direto mais para o fim dos sistemas, pois os sinais de potência são altos. amplificador de áudio amplificador de faixa estreita amplificador de faixa larga amplificador de radiofrequência (RF) amplificador sintonizado RF ciclo de trabalho circuito simétrico (push-pull) compliance de saída ca diodos de compensação disparo térmico distorção de cruzamento

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Capítulo 1 - Introdução

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capítulo 1

INTRODUÇÃO

Os tópicos deste capítulo incluem fórmulas de fontes de tensão, fontes de corrente, dois teoremas de circuitos e análise de defeitos. Será feita uma revisão e apresentaremos novas ideias que facilitarão sua compreensão dos dispositivos semicondutores e servirão de sustentação para o restante do livro.

Vocabulário análise de defeito aproximação ideal (primeira) corrente de Norton definição dispositivo aberto dispositivo em curto-circuito fórmula fórmula derivada junção com solda fria lei ponte de solda princípio da dualidade resistência de Norton resistência de Thevenin segunda aproximação tensão de Thevenin teorema terceira aproximação

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Nomear os três tipos de fórmula e explicar por que são verdadeiras.

Explicar por que as aproximações são sempre usadas no lugar das fórmulas exatas.

Definir uma fonte de tensão ideal e uma fonte de corrente ideal.

Descrever como reconhecer uma fonte de tensão estável e uma fonte de corrente estável.

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Capítulo 11 - Amplificadores CC e BC

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capítulo 11

AMPLIFICADORES CC E BC

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor.

Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores

Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

OBJETIVOS

Vocabulário acoplamento direto amplificador em base comum (BC) amplificador coletor comum (CC) conexão Darlington

Darlington complementar par Darlington reforçador ou seguidor (buffer) seguidor de emissor seguidor Zener transistor Darlington

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Desenhar o diagrama de um seguidor de emissor e descrever suas vantagens.

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Albert P Malvino David J Bates (12)
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Capítulo 16 - Amplificadores operacionais

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16

Amplificadores operacionais

Embora alguns amp-ops de alta potência sejam comercializados, a maioria são dispositivos de baixas potências com uma especificação de potência máxima de menos de 1 W. Alguns amp-ops são otimizados em termos de largura de banda, outros em termos de baixos offsets de entrada, baixo ruído e assim por diante. Essa é a razão da ampla variedade de amp-ops disponíveis.

Podemos encontrar um amp-op para quase todas as aplicações analógicas.

Os amp-ops são alguns dos componentes ativos mais básicos em sistemas analógicos. Por exemplo, conectando dois resistores externos, podemos construir conversores de formas de onda, osciladores, filtros ativos e outros circuitos úteis.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

16-1

16-2

16-3

16-4

16-5

16-6

16-7

Introdução aos amp-ops

Amp-op 741

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Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

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Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

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Apêndice D - Lista de tabelas selecionadas

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Apêndice D

Lista de tabelas selecionadas

14-1 Entre a banda média e o corte

14-2 Propriedades do ganho de potência

14-3 Propriedades do ganho de tensão

14-4 Potência em dBm

14-5 Tensão em dBV

14-6 Entre a banda média e o corte

14-7 Resposta do circuito de atraso

14-8 Resposta de um circuito de atraso

14-9 Análise de frequência de um amplificador

15-1 Configurações de um amp-dif

15-2 Ganhos de Tensão do amp-dif

15-3 Fontes de tensão de erro de saída

16-1 Características típicas de amp-ops

16-2 Configurações básicas com amp-op

17-1 Realimentação negativa ideal

17-2 Quatro tipos de realimentação negativa

19-1 Atenuação para aproximações de sexta ordem

19-2 Aproximações de filtro

19-3 Valores de K e amplitude da ondulação de estágios de segunda ordem

19-4 Fatores Q escalonados de filtros passa-baixas Butterworth

19-5 Fatores Q escalonados e frequências pólo de filtros passa-baixas

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Apêndice B - Demonstrações matemáticas

Albert P. Malvino, David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Capítulo 20 - Circuitos não lineares com amp-op

Albert P. Malvino, David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

20

Circuitos não lineares com amp-op

Amp-ops monolíticos são dispositivos baratos, versáteis e disponíveis. Eles podem ser usados não apenas em circuitos lineares como amplificadores de tensão, fontes de corrente e filtros ativos, mas também em circuitos não lineares como comparadores, modeladores de formas de onda e circuitos com diodo ativo. A saída de um amp-op não linear geralmente tem um formato diferente do sinal de entrada porque o amp-op satura durante parte do ciclo de entrada. Por isso, temos que analisar dois modos diferentes de operação para ver o que acontece durante um ciclo completo.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

20-1

20-2

20-3

20-4

20-5

20-6

20-7

20-8

20-9

20-10

20-11

Comparadores com referência zero

Comparadores com referência diferente de zero

Comparadores com histerese

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Alc Ntara Andr Feitosa Jesus F Bio Rodrigues De Cardoso Jos Nildo Alves (93)
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Apresentação

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Serviços jurídicos

9.3 Sujeito passivo, ativo e fato gerador do tributo................................................................... 204

9.3.1

Sujeito passivo............................................................................................................. 204

9.3.2

Sujeito ativo................................................................................................................. 205

9.3.3

Fato gerador................................................................................................................. 205

9.4 Imunidades e isenções de tributos......................................................................................... 206

9.5 Instituição, cobrança e execução dos tributos....................................................................... 208

9.6 Recursos e defesas administrativas e judiciais..................................................................... 210

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1.1 A origem do Direito

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Serviços jurídicos

No Capítulo 5, abordamos aspectos para o entendimento do Estado, governo e administração pública, bem como sua estrutura e atribuições voltadas para serviços públicos, licitação e lei de acesso à informação.

No Capítulo 6, abordamos noções e prática de Direito Civil, focando na compreen­ são das relações obrigacionais que geram contratos, nas relações entre as pessoas e as coisas e nas relações familiares, com as implicações jurídicas do vínculo matrimonial.

Verificamos as noções e prática de Direito Penal, com o conceito e a classificação de crime, o papel dos atores do Sistema Criminal – Polícia, Poder Judiciário, Minis­ tério Público e Defensoria Pública –, informações sobre pedidos de liberdade provi­ sória e liberação de objetos, além de questões práticas envolvendo o cumprimento da pena no Capítulo 7.

No Capítulo 8, Noções e Prática de Direito Empresarial, elucidamos o objetivo da atividade empresarial, a forma de constituição e extinção de uma empresa e suas implicações para os responsáveis, além de identificar os usos, as características e os tipos de títulos de crédito.

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1.2 A importância de estudar o Direito

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

18

Serviços jurídicos

Quanto à estabilidade das constituições podem ser rígidas, isto é, só poderão ser alteradas por um processo legislativo mais solene e dificultoso quando comparado a elaboração ou modificação de outras espécies normativas. As constituições flexíveis são constituições que podem ser alteradas mediante processo legislativo ordinário. Elas podem ser semirrígidas, ou seja, é um meio termo entre a forma flexível e a forma rígida.

––

Direito Administrativo: é um ramo do Direito que tem como objetivo estudar os instrumentos jurídicos que balizam a atuação da administração pública como instrumento e ferramenta do Estado.

Nessa área busca-se estudar e compreender, Atribuições do Governo e da

Administração Pública; Princípios da Administração Pública; Entidades Públicas; Poderes e Deveres da Administração Pública; Serviços Públicos; Atos

Administrativos; Bens Públicos; Controle da Administração; Processo Administrativos; Licitação e Contratos.

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1.3 O Direito e a justiça

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

20

Serviços jurídicos

atribuídos a cada situação ou fato. Esses valores também mudam de acordo com o momento histórico vivido, de modo que o Direito acaba se moldando a essas transformações. Como uma ciência, o Direito busca estudar a norma em vigor tendo como objetivo explicar, interpretar e analisar sua aplicação no cotidiano da sociedade.

O jurista e filósofo austríaco Hans Kelsen (1881-1973) apresentou a Teoria Pura do Direito com as seguintes palavras:

A Teoria Pura do Direito é uma teoria do Direito positivo – do Direito positivo em geral, não de uma ordem jurídica especial. É teoria geral do Direito, não interpretação de particulares normas jurídicas, nacionais ou internacionais. Contudo, fornece uma teoria da interpretação. Como teoria, quer única e exclusivamente conhecer o seu próprio objeto. Procura responder a esta questão: o que é e como

é o Direito? Mas já não lhe importa a questão de saber como deve ser o Direito, ou como ele deve ser feito. É ciência jurídica, e não política do Direito.

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1.4 A norma jurídica (técnica, positivismo, naturalismo,princípios e regras)

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

22

Serviços jurídicos

© Dínamis Luã de França Lara/

Acervo do quadrinista

sociais entre particulares e entre o Estado e particulares de forma equânime, equitativa, imparcial e razoável.

Portanto, nem tudo que é Direito é justo; nem tudo que é justo é Direito.

Fique antenado

!

Além das normas citadas, no Brasil é possível o Poder Judiciário apresentar outras normas que representam a interpretação da aplicação de determinada lei pelas decisões judiciais.

Jurisprudência é um termo jurídico, cujo significado é: “o conjunto das decisões, aplicações e interpretações das leis.” Também é descrita como a ciência do Direito e do estudo das leis.

1.4 A norma jurídica (técnica, positivismo, naturalismo,

princípios e regras)

Para que as relações humanas se estabeleçam de forma que se garanta a convivência em sociedade, usamos as normas jurídicas. Elas regem como o Estado deve atuar em suas estruturas de Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário), e, no Brasil, apresentam-se nas esferas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, como veremos em mais detalhes no Capítulo 5.

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Alexandre De Campos (67)
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Medium 9788536510880

1.1 Fundamentos de compras

Alexandre de Campos Editora Saraiva PDF Criptografado

Conceituação de Compras

1

Para começar

O objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos iniciais do processo de compras. Apresentaremos o contexto histórico e a necessidade do planejamento de compras nas organizações. Em seguida buscamos apresentar uma abordagem do processo de compras e suas etapas. Na sequência, o leitor terá contato com a definição e as etapas do processo de compras do ponto de vista das organizações e do consumidor. Com o objetivo de fixar os conceitos, finalizamos com um resumo do capítulo e mais exercícios dissertativos.

1.1 Fundamentos de compras

A área de compras tem papel fundamental na estratégia das organizações. Devido ao volume de recursos envolvidos, principalmente financeiro, a gestão de compras pode ser o fator determinante em busca da competitividade no mundo moderno.

No passado a gestão de compras ficava restrita às questões burocráticas. Esse antigo paradigma resistiu até a crise do petróleo, ocorrida na década de 1960. A partir daí, a oferta de vários insumos se tornou escassa, já que muitos deles se originavam no petróleo. Em virtude da grande procura e à escassez, preços tiveram significativa alta. Em razão dessa situação desfavorável, o planejamento de compras passou a ser questão de sobrevivência para as empresas. Tornou-se fundamental saber o que, quanto, quando e como comprar. Isso fez com que a área de compras se tornasse grande aliada estratégica nos negócios das organizações.

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1.2 Processo de compra

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Uma grande vantagem competitiva da empresa é estabelecer uma estratégia correta de compras. Quando se decide produzir mais internamente, ganha-se dependência, mas perde-se flexibilidade. Olhando sob outro prisma, se a empresa optar por comprar mais de terceiros pode se tornar dependente. No passado, os subprodutos essenciais à fabricação do produto final eram feitos internamente, porém, a tendência atual é o desenvolvimento de parcerias estratégicas em busca da racionalização do processo de fabricação, bem como de menores custos e maior qualidade. Podemos citar o ramo automobilístico, que possui células de produção formadas por fornecedores externos de peças, pessoas terceirizadas à empresa e que reduzem bruscamente os custos da operação e permitem melhorar a qualidade.

1.2 Processo de compra

O processo de compras inicia-se no planejamento, o qual se torna essencial para a competitividade. Os processos tornam-se mais eficientes reduzindo custo e tempo, ao mesmo tempo em que o objetivo maior, a qualidade dos produtos e serviços comprados, é atingido, fortalecendo ainda a manutenção dos relacionamentos com solicitantes e fornecedores. Contudo, o departamento de compras não atua sozinho. Diversas áreas contribuem com informações e apoio técnico:

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1.3 Decisão de compra

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§ 3o O sistema de registro de preços será regulamentado por decreto, atendidas as peculiaridades regionais, observadas as seguintes condições;

I – seleção feita mediante concorrência;

II – estipulação prévia do sistema de controle e atualização dos preços registrados;

III – validade do registro não superior a um ano.

§ 4o A existência de preços registrados não obriga a Administração a firmar as contratações que deles poderão advir, ficando-lhe facultada a utilização de outros meios, respeitada a legislação relativa às licitações, sendo assegurado ao beneficiário do registro preferência em igualdade de condições.

§ 5o O sistema de controle originado no quadro geral de preços, quando possível, deverá ser informatizado.

§ 6o Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar preço constante do quadro geral em razão de incompatibilidade desse com o preço vigente no mercado.

§ 7o Nas compras deverão ser observadas, ainda:

I – a especificação completa do bem a ser adquirido sem indicação de marca;

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2.1 Seleção de fornecedores

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2

Gestão de

Fornecedores

Para começar

Este capítulo tem como objetivo apresentar a importância dos fornecedores na parceria com as empresas, bem como as técnicas para seleção de fornecedores e principais formas de avaliação dos serviços prestados.

Abordaremos ainda a metodologia de cadastro e acompanhamento de fornecedores, entendendo os critérios, a sistemática e sua importância no processo de compras.

Na sequência iremos estudar o conceito de desenvolvimento de fornecedores, explorando cada etapa de um projeto como esse.

2.1 Seleção de fornecedores

O atual mundo globalizado é marcado pela vantagem competitiva. A busca da melhoria dos processos nunca foi tão necessária como agora. Atualmente tem havido um grande crescimento no conhecimento e nas atividades globais relacionadas à gestão da qualidade e ao papel dos clientes e fornecedores. Segundo Campos (1992), uma empresa não pode ser competitiva de forma isolada. As empresas estão inseridas em um mercado formado por uma cadeia de compradores e fornecedores. Nessa cadeia todos buscam a máxima taxa de valor agregado, repassando ganhos de custo e qualidade, em busca da competitividade com a união das forças de compradores e fornecedores.

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2.2 Desempenho comercial

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rando suas respostas, e realizando um trabalho de comparação das consultas efetuadas com as propostas obtidas. Atente ainda para os critérios a seguir, na avaliação de fornecedores:

»»

Desempenho comercial;

»»

Respeito aos prazos de entrega;

»»

Qualidade do produto;

»»

Desempenho do produto ou serviço.

O cadastro de fornecedores no setor público será tratado no capítulo 6 de forma mais aprofundada, porém, citamos trecho da Lei no 9.666/93, que regulamenta a o processo de compras governamentais, para maior embasamento dos leitores:

Art. 34. Para os fins desta lei, os órgãos e entidades da Administração Pública que realizem frequentemente licitações manterão registros cadastrais para efeito de habilitação, na forma regulamentar, válidos por, no máximo, um ano.

§ 1o O registro cadastral deverá ser amplamente divulgado e deverá estar permanentemente aberto aos interessados, obrigando-se a unidade por ele responsável a proceder, no mínimo anualmente, através da imprensa oficial e de jornal diário, a chamamento público para a atualização dos registros existentes e para o ingresso de novos interessados.

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