A M Neville (21)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 13 - Deformação e Fissuração Sem Carregamento

PDF Criptografado

13

Deformação e Fissuração sem Carregamento

Além da fissuração causada por aplicação de tensões, variações de volume devido a retração e a mudanças de temperatura são de considerável importância. Esses movimentos são parcial ou totalmente restringidos e, portanto, induzem tensões. Assim, embora a retração (ou expansão) e a variação térmica sejam consideradas como independentes da ocorrência de tensões, a situação real infelizmente não é tão simples.

O maior risco é a presença de tensões de tração induzidas por algumas formas de restrição a esses movimentos, já que o concreto possui uma resistência à tração muito baixa, sendo suscetível à fissuração. As fissuras devem ser evitadas ou controladas e minimizadas, pois afetam a durabilidade e a integridade estrutural, além de serem também esteticamente indesejáveis.

Retração e expansão

A retração é causada pela perda de água por evaporação ou pela hidratação do cimento, e também pela carbonatação. A redução do volume, ou seja, deformação volumétrica é igual a 3 vezes a contração linear e, na prática, mede-se a retração simplesmente como uma deformação linear. Suas unidades são, portanto, mm por mm, normalmente expressas em 10–6.

Ver todos os capítulos

Capítulo 17 - Conformidade com as Especificações

PDF Criptografado

17

Conformidade com as

Especificações

O projeto de estruturas de concreto é baseado na hipótese de que algumas propriedades mínimas (eventualmente máximas) do concreto, como a resistência (mas resistência real do concreto, tanto produzido em canteiro como em laboratório), sejam uma grandeza variável. As fontes de variabilidade são várias: variações nos componentes da mistura, mudanças na produção e lançamento do concreto e também, em relação aos resultados dos ensaios, as variações no procedimento de amostragem e no próprio ensaio. É importante minimizar essa variabilidade por meio de procedimentos de controle de qualidade e pela adoção dos procedimentos de ensaios normalizados descritos no Capítulo 16. Além disso, o conhecimento da variabilidade é necessário para que possa ser possível interpretar de maneira adequada os valores de resistência ou, em outras palavras, detectar alterações estatisticamente significativas na resistência contrapondo às variações aleatórias.

Ver todos os capítulos

Capítulo 14 - Permeabilidade e Durabilidade

PDF Criptografado

14

Permeabilidade e Durabilidade

A durabilidade do concreto é uma de suas propriedades mais importantes, pois é essencial que ele seja capaz de suportar as condições para as quais foi projetado durante a vida da estrutura.

A falta de durabilidade pode ser causada por agentes externos advindos do meio ou por agentes internos ao concreto. As causas podem ser classificadas como físicas, mecânicas e químicas. As causas físicas vêm da ação do congelamento (ver Capítulo

15) e das diferenças entre as propriedades térmicas do agregado e da pasta de cimento (ver Capítulo 13), enquanto as causas mecânicas estão associadas principalmente

à abrasão (ver Capítulo 11).

Neste capítulo, o enfoque será nas causas químicas: ataques por sulfatos, ácidos,

água do mar e cloretos, que induzem a corrosão eletroquímica da armadura. Como esses ataques ocorrem no interior da massa de concreto, o agente agressivo deve ser capaz de penetrar no concreto, que, por sua vez, tem de ser permeável. A permeabilidade é, portanto, de fundamental interesse. O ataque é favorecido pelo transporte interno dos agentes agressivos por difusão devido aos gradientes internos de umidade e temperatura e pela osmose.

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Resistência do Concreto

PDF Criptografado

6

Resistência do Concreto

A resistência do concreto normalmente é considerada a propriedade mais importante, embora, em muitas situações práticas, outras características, como durabilidade, impermeabilidade e estabilidade de volume podem ser de fato mais importantes. No entanto, a resistência normalmente dá uma ideia geral da qualidade do concreto, por estar diretamente ligada à estrutura da pasta de cimento.

A resistência, bem como a durabilidade e alterações de volume da pasta de cimento endurecido, parece não depender tanto da composição química quanto da estrutura física dos produtos de hidratação do cimento e de suas proporções volumétricas relativas. Em especial, a presença de falhas, descontinuidades e poros é significante e, para entender suas influências na resistência, é importante considerar a mecânica da fratura do concreto sob tensão. No entanto, uma vez que nosso conhecimento desta abordagem fundamental é inadequado, é necessário relacionar a resistência a parâmetros mensuráveis da estrutura da pasta de cimento hidratada. Será mostrado que um fator de fundamental importância é a porosidade, isto é, o volume relativo de poros ou vazios na pasta de cimento. Os vazios podem ser considerados como causas de diminuição da resistência. Outras fontes de enfraquecimento vêm da presença do agregado, que pode conter falhas em sua estrutura, além de ser causador de microfissuração na interface com a pasta de cimento. Infelizmente, a porosidade da pasta de cimento hidratada e a microfissuração são de difícil quantificação de maneira eficiente, de modo que para fins de engenharia é necessário recorrer a um estudo empírico dos efeitos de vários fatores sobre a resistência do concreto. Na realidade, será visto que o fator primordial é a relação água/cimento, sendo as demais proporções das misturas de importância secundária.

Ver todos os capítulos

Capítulo 19 - Dosagem

PDF Criptografado

19

Dosagem

Como se decide qual é o concreto necessário para uma utilização específica? As propriedades exigidas do concreto endurecido são especificadas pelo projetista estrutural, e as propriedades do concreto fresco são determinadas pelo tipo de obra e pelas técnicas de transporte e lançamento. Esses dois conjuntos de exigências tornam possível determinar a composição da mistura*, levando em consideração o nível de controle executado na obra. Em função disso, a dosagem pode ser definida como o processo de seleção dos componentes adequados e a determinação de suas proporções com o objetivo de produzir um concreto econômico, que tenha algumas propriedades mínimas, particularmente trabalhabilidade, resistência e durabilidade.

Nos capítulos anteriores, foram discutidos detalhadamente os vários fatores que influenciam nas propriedades do concreto. Neste capítulo, serão brevemente resumidos os fatores importantes considerados no processo de dosagem aplicados aos traços projetados**, não abordando os traços prescritos, padronizados e designados***

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

PDF Criptografado

Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

Ver todos os capítulos

8 - Cotagem dos Desenhos Técnicos Projetivos

PDF Criptografado

8

Cotagem dos Desenhos

Técnicos Projetivos

Cotagem é a indicação das medidas ou dimensões da peça ou objeto em um desenho técni­ co projetivo, para permitir sua fabricação ou construção. A cotagem deve ser feita conforme a norma ABNT NBR 10126. O desenho, além de representar por meio de vistas ou projeções dentro de uma escala (ou proporcional) a forma tridimensional, deve conter informações so­ bre as dimensões do objeto representado. As dimensões irão definir as características geo­ métricas do objeto, dando valores de tamanho e posição a todos os elementos e detalhes que compõem sua forma espacial, permitindo assim sua fabricação ou construção.

8.1 Conceitos Básicos e Observações Gerais

A forma mais utilizada consiste em definir as dimensões por meio de cotas que são cons­ tituídas de linhas de chamada, linha de cota, setas ou tracinhos (ou até pontos) e do valor numérico em determinada unidade de medida (Figura 8.1). Portanto, para a cotagem de uma dimensão são necessários quatro elementos: a linha de chamada, a linha de cota, a seta ou tracinho (ou ponto) e o valor numérico da dimensão.

Ver todos os capítulos

3 - Desenhando em Escala

PDF Criptografado

Desenhando em Escala

3

Desenhos técnicos projetivos, executados com instrumentos (esquadro e compasso) ou via programas de computador, são feitos usando escalas de redução ou ampliação, segundo as dimensões do objeto ou peça a ser representada. Desenhos técnicos projetivos tipo esboço, rascunhos ou croquis, executados à mão livre, embora não utilizem escalas, devem ter suas dimensões no papel proporcionais às medidas reais (para não causar deformações).

Como o desenho técnico é utilizado para representação de objetos como máquinas, equipamentos, prédios e até sistemas completos e complexos de produção industrial, conclui-se que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Portanto, para permitir a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser representados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, pequenos necessitarão de uma representação ampliada. Por exemplo, o desenho de uma planta baixa de uma casa é feito com uma escala de redução, já o desenho de um alfinete, devido a seus detalhes mínimos, será feito com uma escala de ampliação.

Ver todos os capítulos

4 - Introdução à Representação Gráfica Espacial (Tridimensional), Usando as Perspectivas: Cônica, Cavaleira, Isométrica, Dimétrica e Trimétrica

PDF Criptografado

Introdução à

4

Representação Gráfica

Espacial (Tridimensional),

Usando as Perspectivas:

Cônica, Cavaleira, Isométrica,

Dimétrica e Trimétrica

Os desenhos técnicos projetivos são vistas ortográficas em duas dimensões, representando objetos ou peças que têm três dimensões. Quando se quer representar um objeto ou peça, em um plano (duas dimensões), mas dando “ideia” de profundidade ou três dimensões, recorre-se ao conceito de perspectiva. Neste capítulo são mostradas e exemplificadas as principais perspectivas usadas em desenhos técnicos projetivos. É importante citar que o melhor tipo de perspectiva a ser utilizada depende de detalhes e características da peça ou objeto, como visto neste capítulo. Também deve ser citado que, com o uso de programas de computador, a execução de perspectivas ficou muito facilitada.

A palavra perspectiva vem do latim perspicere, que significa “ver através de”. Embora desde a Grécia Antiga artistas já desenhassem expressando a ideia de volume e profundidade, foi a partir da conceituação da perspectiva cônica, em 1413, que outros tipos de perspectivas foram sendo desenvolvidos.

Ver todos os capítulos

1 - Introdução: Quem e Por que se Deve Estudar Desenho Técnico?

PDF Criptografado

Introdução: Quem e

Por que se Deve Estudar

Desenho Técnico?

1

Quem? Principalmente os seguintes profissionais: mecânicos, pedreiros, eletricistas e mestres de obras, passando pelos técnicos de nível médio (Escolas Técnicas Industriais), pelos militares especialistas (sargentos e oficiais), bem como os tecnólogos e os graduados em

Arquitetura, Engenharias e Desenho Industrial (designer).

Por quê? Desenho técnico é a linguagem universal de todos que têm que se expressar gráfica e tecnicamente, para executar atividades profissionais de projeto, construção, fabricação, montagem, manutenção e até vendas de máquinas, equipamentos, instrumentos e sistemas de produção (pacotes ou packages), nas diversas áreas. O desenho técnico projetivo é multi, inter e trasdisciplinar.

Embora, atualmente, os desenhos técnicos sejam executados via programas de computador, é fundamental conhecer regras, procedimentos e Normas Técnicas (por exemplo, as da

ABNT), para que se saiba ler, interpretar e aplicar os desenhos técnicos. É importante citar a importância da habilidade em se desenhar à mão livre, na forma de rascunhos, esboços ou croquis, pois todo projeto se inicia de uma ideia e com os primeiros “rabiscos” à mão livre e com grafite sobre papel. Também é importante citar que o estudo e o conhecimento do desenho técnico muito ajudam a desenvolver três tipos de inteligências: a Lógico-Matemática, a Viso-Espacial e a Pictórica (capacidade de se expressar por meio de traços, ou seja, uma linguagem gráfica).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adam M Neville (14)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 6 - Resistência do concreto

PDF Criptografado

6

Resistência do concreto

A resistência do concreto normalmente é considerada sua propriedade mais importante, embora, em muitas situações práticas, outras características, como a durabilidade e a permeabilidade, possam ser mais relevantes. No entanto, a resistência costuma fornecer uma ideia geral da qualidade do concreto, visto que está diretamente relacionada à estrutura da pasta de cimento hidratada. Além do mais, a resistência é, quase invariavelmente, um elemento fundamental no projeto estrutural, e é especificada para fins de controle.

A resistência mecânica do gel de cimento foi discutida na página 34; neste capítulo, serão abordadas algumas relações empíricas referentes à resistência do concreto.

Relação água/cimento

Na prática, considera-se que a resistência do concreto em uma determinada idade e submetido à cura úmida a uma temperatura especificada depende principalmente apenas de dois fatores: a relação água/cimento e o grau de adensamento. A influência dos vazios na resistência foi discutida na página 195; a partir de agora, será considerado que o concreto está completamente adensado. Para fins de dosagem, isso significa que o concreto contém cerca de 1% de vazios devidos ao ar.

Ver todos os capítulos

Capítulo 10 - Durabilidade do concreto

PDF Criptografado

10

Durabilidade do concreto

É essencial que cada estrutura de concreto continue a desempenhar suas funções previstas, ou seja, mantenha sua resistência necessária e sua condição de utilização durante um tempo especificado ou uma vida útil tradicionalmente esperada. Conclui-se que o concreto deve ser capaz de suportar o processo de deterioração a que estará exposto.

Esse concreto é considerado durável.

É interessante citar que a durabilidade não significa uma vida infinita, tampouco a resistência do concreto a qualquer ação. Além disso, hoje se sabe que, em muitas situações, são necessárias operações rotineiras de manutenção do concreto.10.68 Um exemplo de procedimentos de manutenção é dado por Carter.10.72

O fato de a durabilidade não ter sido, até o momento, considerada neste livro poderia indicar que esse tema é de menor importância em relação às demais propriedades do concreto, em especial a resistência. Não é o caso, e, na verdade, em várias situações, a durabilidade é de importância primordial. Apesar disso, até recentemente, os avanços em cimento e na tecnologia do concreto concentraram-se na obtenção de resistências cada vez mais elevadas (ver página 348). Havia uma suposição de que um “concreto resistente é um concreto durável”, e as únicas considerações especiais feitas eram em relação aos efeitos dos ciclos de gelo e degelo e a algumas formas de ataques químicos.

Ver todos os capítulos

Capítulo 13 - Concretos especiais

PDF Criptografado

13

Concretos especiais

Neste capítulo, serão abordados diversos tipos de concretos que podem ser utilizados quando são necessárias propriedades especiais. O termo “especial” não significa que sejam raras ou desnecessárias, mas que se tratam de propriedades específicas que são desejáveis em determinadas circunstâncias. Vários tipos de concreto serão analisados, iniciando pelos concretos que contêm diferentes materiais cimentícios, utilizados com frequência atualmente (discutidos no Capítulo 2): cinza volante, escória granulada de alto-forno e sílica ativa.13.90

O segundo tipo de concreto a ser analisado é o denominado concreto de alto desempenho. Esse concreto, invariavelmente, contém no mínimo um dos materiais cimentícios mencionados acima, bem como, normalmente, um aditivo superplastificante.

A expressão “alto desempenho” é um tanto pretensiosa, já que a principal característica desse concreto é que seus ingredientes e suas proporções são selecionados de forma a resultar em propriedades especificamente adequadas ao uso esperado da estrutura. Essas propriedades, em geral, são alta resistência ou baixa permeabilidade.

Ver todos os capítulos

Capítulo 1 - Cimento Portland

PDF Criptografado

1

Cimento Portland

Cimento, no sentido geral da palavra, pode ser descrito como um material com propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de uma unidade compacta. Essa definição abrange uma grande variedade de materiais cimentícios.

Na área da construção, o significado do termo “cimento” é restrito a materiais aglomerantes utilizados com pedras, areia, tijolos, blocos para alvenaria, etc. Os principais constituintes desse tipo de cimento são compostos de calcário, de modo que, em engenharia civil e construções, o interesse é o cimento à base de calcário. Visto que reagem quimicamente com a água, os cimentos para a produção de concreto têm a propriedade de reagir e endurecer sob a água, sendo, então, denominados cimentos hidráulicos.

Os cimentos hidráulicos são constituídos principalmente de silicatos e aluminatos de cálcio e podem ser classificados, de maneira geral, como cimentos naturais, cimentos Portland e cimentos aluminosos. Este capítulo aborda a fabricação do cimento

Ver todos os capítulos

Capítulo 4 - Concreto fresco

PDF Criptografado

4

Concreto fresco

Embora o concreto fresco não seja o foco principal, deve ser destacado que a resistência do concreto com uma mistura de determinadas proporções é bastante influenciada por seu grau de adensamento. Assim, é fundamental que a consistência da mistura seja tal que o concreto possa ser transportado, lançado, adensado e acabado facilmente e sem segregação. Este capítulo, portanto, é dedicado às propriedades do concreto no estado fresco que contribuem para esse objetivo.

Antes de analisar o concreto fresco, deve ser observado que os três primeiros capítulos discutiram somente dois dos três materiais essenciais para o concreto: o cimento e os agregados. O terceiro ingrediente essencial é a água, que será discutida a seguir.

É adequado citar aqui que a maioria dos concretos, senão todos, também contém aditivos – tema do Capítulo 5.

Qualidade da água de amassamento

A principal influência da quantidade de água de amassamento na resistência do concreto será abordada no Capítulo 6. De qualquer forma, as pesquisas sobre concreto geralmente têm demonstrado pouco interesse na água de amassamento. Reconhecidamente, a água

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Albert P Malvino David J Bates (26)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 18 - Circuitos lineares com amp-op

PDF Criptografado

18

Circuitos lineares com amp-op

A saída de um circuito amp-op linear tem a mesma forma que o sinal de entrada. Se a entrada for senoidal, a saída será senoidal. Em nenhum momento durante o ciclo o amp-op atinge a saturação. Este capítulo discute uma variedade de circuitos amp-op lineares incluindo amplificadores inversores, amplificadores não inversores, amplificadores diferenciais, amplificadores de instrumentação, reforçadores (boosters) de corrente, fontes de correntes controladas e circuitos de controle automático de ganho.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

18-1

18-2

18-3

18-4

18-5

18-6

18-7

18-8

18-9

18-10

Circuitos amplificadores inversores

Circuitos amplificadores não inversores

Circuitos inversores/não inversores

Amplificadores diferenciais

Amplificadores de instrumentação

Ver todos os capítulos

Capítulo 13 - Tiristores

PDF Criptografado

13

Tiristores

A palavra tiristor vem do grego e significa “porta”, usada no mesmo sentido de abrir-se uma porta e deixar alguém passar por ela. Um tiristor é um dispositivo semicondutor que usa uma realimentação interna para produzir uma ação de chaveamento. Os tiristores mais importantes são os retificadores controlados de silício (SCR) e o triac. Assim como os FETs de potência, o SCR e o triac podem chavear correntes de altos valores. Por isso, podem ser usados para proteção de sobretensão, controles de motor, aquecedores, sistemas de iluminação e outras cargas de correntes altas. Os transistores bipolares de porta isolada (IGBTs) não estão incluídos na família dos tiristores, mas são estudados neste capítulo como dispositivos de chaveamento de potência.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

13-1

13-2

13-3

13-4

13-5

Ver todos os capítulos

Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

PDF Criptografado

Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

Ver todos os capítulos

Capítulo 9 - Amplificadores CC, BC e de múltiplos estágios

PDF Criptografado

9

Amplificadores

CC, BC e de múltiplos estágios

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor. Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores de múltiplos estágios, amplificadores Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

9-1

9-2

9-3

9-4

9-5

9-6

9-7

9-8

9-9

Amplificadores com estágios em cascata

Dois estágios com realimentação

Ver todos os capítulos

Capítulo 5 - Diodos para aplicações especiais

PDF Criptografado

5

Diodos para aplicações especiais

Diodos retificadores são os tipos mais comuns. Eles são usados nas fontes de alimentação para converter a tensão CA em CC. Mas retificação não é tudo o que um diodo pode fazer. Estudaremos agora os diodos usados em outras aplicações. O capítulo começa com o diodo Zener, que é otimizado para se fazer uso de suas propriedades de ruptura. Os diodos Zener são muito importantes porque são os principais componentes na regulação de tensão.

Este capítulo trata também dos diodos optoeletrônicos, incluindo diodos emissores de luz (LED), Schottky, varactores e outros.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

5-1

5-2

5-3

5-4

5-5

5-6

5-7

5-8

5-9

5-10

5-11

5-12

Diodo Zener

Regulador Zener com carga

Segunda aproximação do diodo Zener

Ponto de saída do regulador

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Albert Paul Malvino David J Bates (12)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 12 - Amplificadores de potência

PDF Criptografado

capítulo 12 capítulo 00

AMPLIFICADORES

DE POTÊNCIA

Em um sistema estéreo de rádio ou televisão, o sinal de entrada é baixo. Após vários estágios de ganho de tensão, o sinal torna-se maior e usa a reta de carga total. Neste

último estágio de um sistema, as correntes no coletor são muito maiores porque as impedâncias da carga são menores. Um amplificador estéreo para alto-falantes, por exemplo, pode ter uma impedância de 8 � ou menos.

Como indicado no Capítulo 6, os transistores de pequeno sinal têm uma faixa de

Vocabulário potência de menos de 1 W, enquanto os transistores de potência estão na faixa de mais de 1 W. Os transistores de pequeno sinal são usados tipicamente no início dos sistemas, acoplamento capacitivo em que o sinal de potência é baixo, enquanto os transistores de potência são usados acoplamento direto mais para o fim dos sistemas, pois os sinais de potência são altos. amplificador de áudio amplificador de faixa estreita amplificador de faixa larga amplificador de radiofrequência (RF) amplificador sintonizado RF ciclo de trabalho circuito simétrico (push-pull) compliance de saída ca diodos de compensação disparo térmico distorção de cruzamento

Ver todos os capítulos

Capítulo 3 - Teoria dos diodos

PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

Ver todos os capítulos

Capítulo 2 - Semicondutores

PDF Criptografado

capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Transistores de junção bipolar

PDF Criptografado

capítulo 6 capítulo 00

TRANSISTORES DE

JUNÇÃO BIPOLAR

Em 1951, Willian Schockley inventou o primeiro transistor de junção, um dispositivo semicondutor que pode amplificar (aumentar) um sinal eletrônico como um sinal de rádio ou de televisão. O transistor deu origem a muitas outras invenções incluindo os circuitos integrados

(CIs), pequenos dispositivos que contêm milhares de transistores. Graças ao CI, os modernos computadores e outros milagres eletrônicos tornaram-se possíveis.

Este capítulo é uma introdução ao transistor de junção bipolar (TJB), um tipo que usa elétrons livres e lacunas. A palavra bipolar é uma abreviação para “duas polaridades”. O próximo capítulo vai explorar como o TJB pode ser aplicado para funcionar como um amplificador e como chave.

Vocabulário alfa cc base beta cc circuito de chaveamento circuito integrado (CI) coletor diodo coletor diodo emissor dissipador de calor emissor emissor comum (EC) ganho de corrente parâmetros h região ativa região de corte região de ruptura região de saturação resistência térmica transistor de junção transistor de junção bipolar (TJB) transistores de montagem em superfície transistores de pequeno sinal transistores de potência

Ver todos os capítulos

Capítulo 7 - Fundamentos de transistor

PDF Criptografado

capítulo 7

FUNDAMENTOS

DE TRANSISTOR

Existem dois modos básicos de ajustar o ponto de operação de um transistor: polarizando a base e polarizando o emissor. Polarizar a base produz um valor fixo na corrente da base, enquanto polarizar o emissor produz uma corrente fixa no emissor. A polarização da base é mais aplicada em circuitos de chaveamento, enquanto a polarização do emissor é predominante nos circuitos amplificadores. Este capítulo estuda a polarização da base, a polarização do emissor, circuitos de chaveamento e circuitos optoeletrônicos.

Vocabulário circuito amplificador circuito de chaveamento circuito de dois estados fator de correção fototransistor polarização da base polarização do emissor ponto de corte ponto de saturação ponto quiescente reta de carga saturação forte saturação fraca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Explicar por que a polarização da base não funciona bem nos circuitos de amplificação.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais