A M Neville (21)
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Capítulo 5 - Concreto Fresco

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5

Concreto Fresco

Tendo analisado os ingredientes individuais do concreto, serão estudadas agora as propriedades do concreto fresco.

Uma vez que as propriedades de longo prazo do concreto endurecido, como resistência, estabilidade de volume e durabilidade, são bastante afetadas pelo grau de adensamento, é de vital importância que a consistência ou a trabalhabilidade do concreto fresco seja tal que ele possa ser adequadamente transportado, lançado, adensado e acabado de forma relativamente fácil, sem sofrer segregação, o que pode ser prejudicial ao adensamento.

Trabalhabilidade

Rigorosamente falando, a trabalhabilidade pode ser definida como a quantidade de trabalho interno útil necessário à obtenção do adensamento total. O trabalho interno útil é uma propriedade física inerente do concreto e é o trabalho ou energia exigido para vencer o atrito interno entre as partículas individuais do concreto. Entretanto, na prática é necessária energia adicional para vencer o atrito superficial entre o concreto e as fôrmas ou as armaduras. Também é desperdiçada energia pela vibração das fôrmas e pela vibração de concreto já adensado. Portanto, na prática é difícil medir a trabalhabilidade conforme a definição e o que se avalia é a trabalhabilidade resultante do método específico adotado.

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Capítulo 2 - Cimento

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2

Cimento

Os antigos romanos foram, provavelmente, os primeiros a utilizarem um concreto

(palavra de origem latina) baseado em um cimento hidráulico, que é um material que endurece pela ação da água. Essa propriedade e a característica de não sofrer alterações químicas pela exposição à água ao longo do tempo são as mais importantes e contribuíram para difundir o uso do concreto como material de construção. O cimento romano caiu em desuso, e somente em 1824 o cimento moderno, conhecido como cimento Portland, foi patenteado por Joseph Aspdin, um construtor de Leeds.

Cimento Portland é o nome dado ao cimento obtido pela mistura íntima de calcário, argila ou outros materiais silicosos, alumina e materiais que contenham óxido de ferro. Essa mistura é queimada à temperatura de clinquerização, sendo o material resultante dessa queima, o clínquer, moído. As definições das normas britânicas, bem como das normas europeias e americanas são baseadas nestes princípios: nenhum material, além de gipsita (sulfato de cálcio), água e agentes de moagem, deve ser adicionado após a queima.

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Capítulo 10 - Cura do Concreto

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10

Cura do Concreto

Com objetivo de obter um concreto de boa qualidade, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente adequado durante os primeiros estágios de endurecimento. Cura é o nome dado aos procedimentos utilizados para promover a hidratação do cimento e, com isso, o desenvolvimento da sua resistência. Os procedimentos de cura consistem em controle da temperatura e do movimento de água de dentro para fora concreto e vice-versa, que afetam não somente a resistência, mas também a durabilidade. Este capítulo trata dos vários métodos de cura, tanto em temperatura normal, como em temperatura elevada.

Esta última acelera a velocidade das reações químicas de hidratação e o ganho de resistência. Entretanto, deve ser destacado que a aplicação precoce de uma temperatura mais alta pode afetar negativamente a resistência em longo prazo, ou seja, a influência da temperatura deve ser cuidadosamente analisada.

Cura normal

O objetivo da cura à temperatura normal é manter o concreto saturado ou o mais próximo disso possível, até que os espaços na pasta de cimento fresca, inicialmente preenchidos com água, sejam ocupados até um nível desejado, pelos produtos de hidratação do cimento. No caso de concretos aplicados em canteiros, a cura quase sempre cessa bem antes de atingir a máxima hidratação possível. A influência da cura úmida na resistência pode ser verificada na Fig. 10.1, sendo que as resistências à tração e à compressão são afetadas de maneira similar. A deficiência no ganho de resistência em consequência da cura inadequada, ou seja, devido à perda de água por evaporação,

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Capítulo 20 - Concretos Especiais

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20

Concretos Especiais

Diferentes tipos de concreto foram desenvolvidos para usos especiais. Em geral, a matriz cimentícia é modificada de maneira a melhorar algumas propriedades específicas. Alguns desses concretos são inovações recentes no campo do concreto.

Neste capítulo será apresentada resumidamente a situação atual, com o objetivo de familiarizar o leitor com esses novos materiais e conhecer superficialmente suas tecnologias.

Compósitos de concreto polímero

Antes da discussão dos diversos tipos de compósitos de concreto polímero, é adequada a definição de alguns termos químicos. Um monômero é uma molécula inorgânica capaz de se combinar quimicamente com moléculas, similares ou não, para formar um material de elevado peso molecular, conhecido como polímero. Um polímero consiste em numerosos monômeros ligados entre si em uma estrutura em forma de cadeia; o processo químico que causa essas ligações é denominado como polimerização. Os polímeros são classificados como termoplásticos ou termofixos.

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Capítulo 14 - Permeabilidade e Durabilidade

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14

Permeabilidade e Durabilidade

A durabilidade do concreto é uma de suas propriedades mais importantes, pois é essencial que ele seja capaz de suportar as condições para as quais foi projetado durante a vida da estrutura.

A falta de durabilidade pode ser causada por agentes externos advindos do meio ou por agentes internos ao concreto. As causas podem ser classificadas como físicas, mecânicas e químicas. As causas físicas vêm da ação do congelamento (ver Capítulo

15) e das diferenças entre as propriedades térmicas do agregado e da pasta de cimento (ver Capítulo 13), enquanto as causas mecânicas estão associadas principalmente

à abrasão (ver Capítulo 11).

Neste capítulo, o enfoque será nas causas químicas: ataques por sulfatos, ácidos,

água do mar e cloretos, que induzem a corrosão eletroquímica da armadura. Como esses ataques ocorrem no interior da massa de concreto, o agente agressivo deve ser capaz de penetrar no concreto, que, por sua vez, tem de ser permeável. A permeabilidade é, portanto, de fundamental interesse. O ataque é favorecido pelo transporte interno dos agentes agressivos por difusão devido aos gradientes internos de umidade e temperatura e pela osmose.

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Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

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Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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3 - Desenhando em Escala

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Desenhando em Escala

3

Desenhos técnicos projetivos, executados com instrumentos (esquadro e compasso) ou via programas de computador, são feitos usando escalas de redução ou ampliação, segundo as dimensões do objeto ou peça a ser representada. Desenhos técnicos projetivos tipo esboço, rascunhos ou croquis, executados à mão livre, embora não utilizem escalas, devem ter suas dimensões no papel proporcionais às medidas reais (para não causar deformações).

Como o desenho técnico é utilizado para representação de objetos como máquinas, equipamentos, prédios e até sistemas completos e complexos de produção industrial, conclui-se que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Portanto, para permitir a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser representados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, pequenos necessitarão de uma representação ampliada. Por exemplo, o desenho de uma planta baixa de uma casa é feito com uma escala de redução, já o desenho de um alfinete, devido a seus detalhes mínimos, será feito com uma escala de ampliação.

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4 - Introdução à Representação Gráfica Espacial (Tridimensional), Usando as Perspectivas: Cônica, Cavaleira, Isométrica, Dimétrica e Trimétrica

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Introdução à

4

Representação Gráfica

Espacial (Tridimensional),

Usando as Perspectivas:

Cônica, Cavaleira, Isométrica,

Dimétrica e Trimétrica

Os desenhos técnicos projetivos são vistas ortográficas em duas dimensões, representando objetos ou peças que têm três dimensões. Quando se quer representar um objeto ou peça, em um plano (duas dimensões), mas dando “ideia” de profundidade ou três dimensões, recorre-se ao conceito de perspectiva. Neste capítulo são mostradas e exemplificadas as principais perspectivas usadas em desenhos técnicos projetivos. É importante citar que o melhor tipo de perspectiva a ser utilizada depende de detalhes e características da peça ou objeto, como visto neste capítulo. Também deve ser citado que, com o uso de programas de computador, a execução de perspectivas ficou muito facilitada.

A palavra perspectiva vem do latim perspicere, que significa “ver através de”. Embora desde a Grécia Antiga artistas já desenhassem expressando a ideia de volume e profundidade, foi a partir da conceituação da perspectiva cônica, em 1413, que outros tipos de perspectivas foram sendo desenvolvidos.

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5 - Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

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5

Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

Os desenhos técnicos projetivos compreendem tanto as perspectivas (desenhos tridimensionais), já mostradas no Capítulo 4, quanto as vistas ortográficas em duas dimensões (desenhos bidimensionais). Neste capítulo é mostrada a origem das vistas ortográficas, que advêm do conceito de projeção cilíndrica ortogonal. São mostrados os conceitos, considerando o

1o diedro (usado no Brasil), bem como o 3o diedro de projeção (usado nos EUA e Canadá).

5.1 Conceito de Projeção

A Geometria Descritiva (GD) usa um sistema de projeção cilíndrica e ortogonal, ou seja, como pertencente a um cilindro e fazendo 90º com o plano de projeção. As primeiras ideias de projeção de uma figura sobre um plano muito provavelmente se originaram da observação da projeção da sombra de uma árvore em função da luz do Sol. As primeiras projeções eram cônicas, exatamente como o olho humano vê as coisas. Isso pode ser confirmado quando se está em um grande corredor ou quando se olha um longo trilho de uma ferrovia. A sensação que se tem é a de que as linhas se encontram, quando na verdade são paralelas, ou seja, a distância é constante. Na sequência pensou-se na projeção cilíndrica oblíqua, ou seja, inclinada em relação ao plano de projeção e, posteriormente, na projeção cilíndrica ortogonal, ou método mongeano. As figuras a seguir ilustram esses detalhes.

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9 - Introdução ao Desenho Técnico Projetivo Aplicado

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9

Introdução ao Desenho

Técnico Projetivo Aplicado

Entre os Capítulos 1 e 8, foram vistos todos os conceitos, normas, regras e procedimentos, para a execução de desenhos técnicos projetivos. Neste capítulo são mostrados alguns exemplos de desenhos técnicos aplicados a determinadas áreas, como, por exemplo, de

Arquitetura, Construção Civil, Mecânica e Eletrotécnica.

C

0,15

2,00

1,00x1,00

0,15

0,25

6,15

1,00x1,00

0,80x2,10

WC

4,00m²

2,4m²

SALA

6,20m²

2,00x1,50

0,85

0,70x2,10

0,70x2,10

0,70x2,10

7

CIRCULAÇÃO

0,60x2,10

3,60m²

QUARTO

4,00

8,0m²

3,00

4,00

0,15

,70x2,10

BANHO

COZINHA

B

0,15

0,70x2,10

0,15

A

2,00x1,50

1,85

0,60x2,10 0,60x2,10

4,00

0,15

24,60m²

8,65

EXEMPLO DE PLANTA BAIXA DE UMA RESIDÊNCIA

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Adam M Neville (14)
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Capítulo 11 - Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

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11

Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Este capítulo trata de dois mecanismos de deterioração do concreto. O primeiro deles, embora somente importante em climas frios, é a maior causa da falta de durabilidade do concreto, a menos que sejam tomadas medidas preventivas adequadas. O segundo mecanismo, a ação de cloretos, é relevante apenas em concreto armado, mas também pode resultar em significativos danos às estruturas. A ação de cloretos é verificada tanto em climas frios quanto quentes, mas os detalhes da ação variam conforme as condições.

Ação do congelamento

No Capítulo 8, foram analisados os efeitos do congelamento sobre o concreto fresco e os métodos para evitar sua ocorrência. O que, entretanto, não pode ser evitado é a exposição do concreto maduro a ciclos alternados de gelo e degelo, fenômeno que é frequentemente observado na natureza.

Como a temperatura do concreto saturado em serviço é diminuída, a água retida nos poros capilares da pasta de cimento endurecida congela de um modo similar ao congelamento dos poros de rochas, o que causa a expansão do concreto. Caso haja um novo congelamento após o degelo subsequente, ocorre uma nova expansão, ou seja, os ciclos repetidos de gelo e degelo têm efeito cumulativo. O fenômeno ocorre, principalmente, na pasta de concreto endurecida: os maiores vazios do concreto, decorrentes de adensamento incompleto, geralmente contêm ar e, portanto, estão menos sujeitos à ação do congelamento.11.4

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Capítulo 12 - Ensaios em concreto endurecido

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12

Ensaios em concreto endurecido

Foi visto que as propriedades do concreto são uma função do tempo e da umidade do ambiente, razão pela qual os ensaios em concreto devem ser realizados sob condições especificadas ou conhecidas para que os resultados sejam válidos. Diferentes métodos e técnicas de ensaio são utilizados em diferentes países – algumas vezes, até no mesmo país. Como vários desses ensaios são utilizados em trabalhos de laboratório, especialmente em pesquisa, é importante o conhecimento da influência dos métodos de ensaio na propriedade determinada. Obviamente, é essencial distinguir os efeitos nas condições de ensaio das diferenças intrínsecas dos concretos em análise.

Os ensaios podem ser realizados para diferentes fins, mas os dois objetivos principais são o controle de qualidade e a conformidade às especificações. Ensaios adicionais podem ser feitos para fins especiais, como, por exemplo, ensaios de resistência à compressão para determinar a resistência do concreto para a aplicação de protensão ou o prazo para a retirada de fôrmas e escoramentos. Deve ser lembrado que os ensaios não são um fim em si mesmo, pois, em muitos casos práticos, eles não possibilitam uma interpretação clara, de modo que, a fim de o resultado ser de valor efetivo, os ensaios devem ser sempre utilizados com o apoio da experiência.

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Capítulo 9 - Elasticidade, retração e fluência

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9

Elasticidade, retração e fluência

Muitas das discussões nos capítulos anteriores eram sobre a resistência do concreto, que é de suma importância no projeto de estruturas de concreto. Entretanto, existe sempre uma deformação associada a qualquer tensão – e vice-versa. A deformação também pode decorrer de outras causas que não a tensão aplicada. A relação entre tensão e deformação, em um amplo intervalo, é vital no projeto estrutural. O tema deformação e, de forma mais geral, os diferentes tipos de deformação a que o concreto está sujeito constituem o assunto deste capítulo.

Assim como vários outros materiais estruturais, o concreto é, até certo ponto, elástico. Um material é considerado perfeitamente elástico quando a deformação surge e desaparece imediatamente na aplicação e na retirada da tensão. Essa definição não implica uma relação tensão-deformação linear; o comportamento elástico com relação tensão-deformação não linear é verificado, por exemplo, no vidro e em algumas rochas.

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Capítulo 4 - Concreto fresco

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4

Concreto fresco

Embora o concreto fresco não seja o foco principal, deve ser destacado que a resistência do concreto com uma mistura de determinadas proporções é bastante influenciada por seu grau de adensamento. Assim, é fundamental que a consistência da mistura seja tal que o concreto possa ser transportado, lançado, adensado e acabado facilmente e sem segregação. Este capítulo, portanto, é dedicado às propriedades do concreto no estado fresco que contribuem para esse objetivo.

Antes de analisar o concreto fresco, deve ser observado que os três primeiros capítulos discutiram somente dois dos três materiais essenciais para o concreto: o cimento e os agregados. O terceiro ingrediente essencial é a água, que será discutida a seguir.

É adequado citar aqui que a maioria dos concretos, senão todos, também contém aditivos – tema do Capítulo 5.

Qualidade da água de amassamento

A principal influência da quantidade de água de amassamento na resistência do concreto será abordada no Capítulo 6. De qualquer forma, as pesquisas sobre concreto geralmente têm demonstrado pouco interesse na água de amassamento. Reconhecidamente, a água

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Capítulo 5 - Aditivos

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5

Aditivos

Nos capítulos anteriores, foram descritas as propriedades do cimento Portland e de uma grande variedade de materiais cimentícios, bem como dos agregados utilizados para a produção do concreto. Além disso, discutiu-se a influência desses materiais e de suas combinações nas propriedades do concreto fresco, e, menos detalhadamente, também foi considerada sua influência nas propriedades do concreto endurecido. Antes do aprofundamento deste último aspecto, é importante fazer a revisão de mais um componente do concreto: os aditivos.

Embora os aditivos, diferentemente do cimento, dos agregados e da água, não sejam um componente essencial da mistura de concreto, eles são um componente importante e cada vez mais difundido. Em vários países, uma mistura sem aditivos pode ser considerada uma exceção.

Benefícios dos aditivos

A razão para o uso crescente dos aditivos é o fato de estes serem capazes de conferir consideráveis vantagens físicas e econômicas ao concreto. Esses benefícios incluem a utilização do concreto em situações em que antes existiam dificuldades consideráveis ou mesmo insuperáveis. Eles também possibilitam o uso de uma maior variedade de componentes na mistura.

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Albert P Malvino David J Bates (13)
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Capítulo 19 - Filtros ativos

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19

Filtros ativos

Quase todos os sistemas de comunicação usam filtros. Um filtro permite a passagem de uma faixa de frequências enquanto rejeita outra. Um filtro pode ser passivo ou ativo. Os filtros passivos são construídos com resistores, capacitores e indutores. Eles são em geral usados acima de 1 MHz, não têm ganho de potência e são relativamente difíceis de serem sintonizados.

Os filtros ativos são construídos com resistores capacitores e amp-ops.

Eles são úteis abaixo de 1 MHz, têm ganho de potência e são fáceis de serem sintonizados. Os filtros podem separar os sinais desejados dos indesejados, bloquear sinais de interferência, melhorar sinais de voz e vídeo e modificar sinais.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

19-1

19-2

19-3

19-4

19-5

19-6

19-7

19-8

19-9

19-10

19-11

19-12

Respostas ideais

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Capítulo 14 - Efeitos de frequência

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14

Efeitos de frequência

Em capítulos anteriores estudamos os amplificadores operando em suas faixas de frequência normal. Agora, vamos discutir como um amplificador responde quando a frequência de entrada estiver fora da faixa normal de operação. No caso de um amplificador CA, o ganho de tensão diminui quando a frequência de entrada for muito baixa ou muito alta. Por outro lado, os amplificadores CC têm ganhos de tensão desde a frequência zero. Apenas em altas frequências é que o ganho de tensão de um amplificador CC cai. Podemos usar os decibéis para descrever o decréscimo do ganho de tensão e um gráfico de Bode para representar a resposta de um amplificador.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

14-1

14-2

14-3

14-4

14-5

14-6

14-7

14-8

14-9

14-10

14-11

14-12

Resposta em frequência de um amplificador

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Apêndice B - Demonstrações matemáticas

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Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Capítulo 15 - Amplificadores diferenciais

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15

Amplificadores diferenciais

O termo amplificador operacional (amp-op) se refere a um amplificador que realiza uma operação matemática. Historicamente, os primeiros amp-ops foram usados em computadores analógicos, em que realizavam adição, subtração, multiplicação e assim por diante. Houve uma época em que os amp-ops eram implementados com componentes separados. Hoje, a maioria dos amp-ops está na forma de circuito integrado (CI).

O amp-op típico é um amplificador CC com um ganho de tensão muito alto, uma impedância de entrada muito alta e uma impedância de saída muito baixa. A frequência de ganho unitário é de 1 MHz a mais de 20 MHz, dependendo do CI. Um circuito integrado amp-op é um bloco funcional completo com pinos externos. Conectando esses pinos a uma tensão de alimentação e a alguns componentes, podemos facilmente construir todos os tipos de circuitos úteis implementados com amp-ops.

O circuito de entrada usado na maioria dos amp-ops é o amplificador diferencial (amp-dif). Essa configuração de amplificador estabelece muitas das características de entrada do CI. O amplificador diferencial também pode ser configurado de maneira separada, sendo usado em circuitos de comunicação, instrumentação e controle industrial. Este capítulo concentra-se no amplificador diferencial usado em CIs.

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Apêndice A

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Apêndice A

Os principais componentes semicondutores utilizados neste livro estão listados a seguir. Na área Material para o professor em www.grupoa.com.br podem ser encontrados os links para as folhas de dados dos fabricantes.

1N4001 a 1N4007 (diodos retificadores)

1N5221B Series (diodos Zener)

1N4728A Series (diodos Zener)

TLDR5400 (LEDs)

LUXEON TX (emissores de LED de alta potência)

2N3903, 2N3904 (transistores de silício de propósito geral: npn)

2N3906 (transistores de silício de propósito geral: pnp)

TIP 100/101/102 (transistor Darlington de silício)

MPF102 (JFET canal n para amplificador de RF)

2N7000 (MOSFET canal n para enriquecimento)

MC33866 (ponte H em circuito integrado)

2N6504 (retificadores controlados de silício)

FKPF8N80 (tiristor)

FGL60N100BNTD (IGBT com tecnologia Trench-NPT)

LM741 (amplificador operacional de propósito geral)

LM118/218/318 (amplificadores operacionais de precisão e alta velocidade)

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Albert P Malvino David J Bates (13)
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Capítulo 1 - Introdução

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1

Introdução

Os tópicos deste capítulo incluem fórmulas de fontes de tensão, fontes de corrente, dois teoremas de circuitos e análise de defeitos. Será feita uma revisão e apresentaremos novas ideias que facilitarão sua compreensão dos dispositivos semicondutores e para servir de sustentação para o restante do livro.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

1-1

1-2

1-3

1-4

1-5

1-6

1-7

Os três tipos de fórmula

Aproximações

Fontes de tensão

Fontes de corrente

Teorema de Thevenin

Teorema de Norton

Análise de defeito

Nomear os três tipos de fórmula e explicar por que são verdadeiras.

Explicar por que as aproximações são sempre usadas no lugar das fórmulas exatas.

Definir uma fonte de tensão ideal e uma fonte de corrente ideal.

Descrever como reconhecer uma fonte de tensão estável e uma fonte de corrente estável.

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Capítulo 9 - Amplificadores CC, BC e de múltiplos estágios

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9

Amplificadores

CC, BC e de múltiplos estágios

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor. Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores de múltiplos estágios, amplificadores Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

9-1

9-2

9-3

9-4

9-5

9-6

9-7

9-8

9-9

Amplificadores com estágios em cascata

Dois estágios com realimentação

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Capítulo 4 - Circuitos com diodos

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4

Circuitos com diodos

A maioria dos sistemas eletrônicos, como os aparelhos de televisão, DVD e

CD e computadores, precisa de uma fonte de alimentação CC para funcionar corretamente. Como a energia elétrica disponível é em tensão alternada, a primeira providência que devemos tomar é converter a tensão da rede elétrica

CA em uma tensão CC. A parte do sistema eletrônico que produz a tensão

CC é chamada de fonte de alimentação. Dentro da fonte de alimentação estão os circuitos que fazem a corrente circular em apenas um sentido, eles são chamados de retificadores. Este capítulo trata de circuitos, retificadores, filtros, ceifadores, grampeadores, limitadores e multiplicadores de tensão.

Entrada CA

CC

Transformador

Retificador

Filtro

Regulador

RL

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

4-1

4-2

4-3

4-4

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Capítulo 8 - Modelos CA

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8

Modelos CA

Depois que um transistor foi polarizado com o ponto Q próximo do centro da reta de carga, podemos acoplar uma tensão CA de baixo valor na base. Isso produzirá uma tensão CA no coletor. A tensão CA no coletor tem a mesma forma de onda da tensão CA na base, porém maior. Em outras palavras, a tensão CA no coletor é uma versão amplificada da tensão CA na base.

Este capítulo mostra como calcular o ganho de tensão e os valores de tensões

CA do circuito. Isso é importante na análise de defeito porque podemos medir as tensões CA para ver se estão razoavelmente corretas conforme os valores teóricos. Este capítulo estuda também a impedância de entrada, amplificadores com estágios em cascata e a realimentação negativa.

Objetivos de aprendizagem

Após os estudos deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

8-1

8-2

8-3

8-4

8-5

8-6

8-7

8-8

8-9

8-10

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Capítulo 7 - Circuito de polarização do transistor

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7

Circuito de polarização do transistor

Um protótipo é um circuito básico projetado que pode ser modificado para a obtenção de circuitos mais avançados. A polarização da base é um protótipo usado no projeto de circuitos de chaveamento. A polarização do emissor é um protótipo usado no projeto de circuitos amplificadores. Neste capítulo vamos enfatizar a polarização do emissor e os circuitos práticos que podem ser derivados dele.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

7-1

7-2

7-3

7-4

7-5

7-6

7-7

7-8

7-9

7-10

7-11

Polarização do emissor

Circuitos de alimentação para o LED

Analisando falhas em circuitos de polarização do emissor

Mais sobre dispositivos optoeletrônicos

Polarização por divisor de tensão

Análise precisa para o PDT

A reta de carga e o ponto Q para o PDT

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