A M Neville (21)
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Capítulo 17 - Conformidade com as Especificações

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17

Conformidade com as

Especificações

O projeto de estruturas de concreto é baseado na hipótese de que algumas propriedades mínimas (eventualmente máximas) do concreto, como a resistência (mas resistência real do concreto, tanto produzido em canteiro como em laboratório), sejam uma grandeza variável. As fontes de variabilidade são várias: variações nos componentes da mistura, mudanças na produção e lançamento do concreto e também, em relação aos resultados dos ensaios, as variações no procedimento de amostragem e no próprio ensaio. É importante minimizar essa variabilidade por meio de procedimentos de controle de qualidade e pela adoção dos procedimentos de ensaios normalizados descritos no Capítulo 16. Além disso, o conhecimento da variabilidade é necessário para que possa ser possível interpretar de maneira adequada os valores de resistência ou, em outras palavras, detectar alterações estatisticamente significativas na resistência contrapondo às variações aleatórias.

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Capítulo 5 - Concreto Fresco

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5

Concreto Fresco

Tendo analisado os ingredientes individuais do concreto, serão estudadas agora as propriedades do concreto fresco.

Uma vez que as propriedades de longo prazo do concreto endurecido, como resistência, estabilidade de volume e durabilidade, são bastante afetadas pelo grau de adensamento, é de vital importância que a consistência ou a trabalhabilidade do concreto fresco seja tal que ele possa ser adequadamente transportado, lançado, adensado e acabado de forma relativamente fácil, sem sofrer segregação, o que pode ser prejudicial ao adensamento.

Trabalhabilidade

Rigorosamente falando, a trabalhabilidade pode ser definida como a quantidade de trabalho interno útil necessário à obtenção do adensamento total. O trabalho interno útil é uma propriedade física inerente do concreto e é o trabalho ou energia exigido para vencer o atrito interno entre as partículas individuais do concreto. Entretanto, na prática é necessária energia adicional para vencer o atrito superficial entre o concreto e as fôrmas ou as armaduras. Também é desperdiçada energia pela vibração das fôrmas e pela vibração de concreto já adensado. Portanto, na prática é difícil medir a trabalhabilidade conforme a definição e o que se avalia é a trabalhabilidade resultante do método específico adotado.

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Capítulo 12 - Elasticidade e Fluência

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Elasticidade e Fluência

Para ser possível o cálculo da deformação e deflexão de componentes estruturais, deve-se conhecer a relação entre tensão e deformação. Em comum com a maioria dos materiais estruturais, o concreto se comporta de modo aproximadamente elástico quando a carga é aplicada pela primeira vez. Entretanto, sob carga de longa duração

(ou carga mantida), o concreto apresenta fluência, ou seja, a deformação aumenta com o tempo sob uma tensão constante, mesmo com tensões muito pequenas e sob condições ambientais de temperatura e umidade normais. O aço, por outro lado, sofre fluência à temperatura normal somente com tensões muito elevadas ou mesmo com baixas tensões em temperaturas muito elevadas e, em ambos os casos, ocorre a ruptura em função do tempo. Em compensação, no concreto sujeito a uma tensão cerca de 60 a 70% da tensão de curta duração, não ocorre ruptura por fluência ou por fadiga estática (ver Capítulo 11). Da mesma forma que o concreto, a madeira também sofre fluência sob condições ambientais normais.

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Capítulo 2 - Cimento

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2

Cimento

Os antigos romanos foram, provavelmente, os primeiros a utilizarem um concreto

(palavra de origem latina) baseado em um cimento hidráulico, que é um material que endurece pela ação da água. Essa propriedade e a característica de não sofrer alterações químicas pela exposição à água ao longo do tempo são as mais importantes e contribuíram para difundir o uso do concreto como material de construção. O cimento romano caiu em desuso, e somente em 1824 o cimento moderno, conhecido como cimento Portland, foi patenteado por Joseph Aspdin, um construtor de Leeds.

Cimento Portland é o nome dado ao cimento obtido pela mistura íntima de calcário, argila ou outros materiais silicosos, alumina e materiais que contenham óxido de ferro. Essa mistura é queimada à temperatura de clinquerização, sendo o material resultante dessa queima, o clínquer, moído. As definições das normas britânicas, bem como das normas europeias e americanas são baseadas nestes princípios: nenhum material, além de gipsita (sulfato de cálcio), água e agentes de moagem, deve ser adicionado após a queima.

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Capítulo 1 - Concreto como um Material Estrutural

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1

Concreto como um

Material Estrutural

O leitor deste livro provavelmente é alguém interessado na utilização do concreto em estruturas, sejam pontes, edifícios, rodovias ou barragens. Do ponto de vista dos autores, para que seja possível utilizar o concreto de maneira satisfatória, o projetista e o executante devem estar familiarizados com a tecnologia do concreto.

Atualmente dois materiais estruturais são os mais utilizados: o concreto e o aço.

Algumas vezes eles se complementam e, outras, competem entre si, de maneira que muitas estruturas de mesmo tipo e função podem ser construídas com qualquer um desses materiais. Ainda assim, as universidades e escolas de engenharia ensinam muito menos sobre concreto do que sobre o aço. Isso poderia não ser importante se, na prática, o engenheiro de campo não precisasse saber mais sobre concreto do que aço. Segue uma explicação.

O aço é produzido sob condições rigidamente controladas, sempre em um ambiente industrial sofisticado. As propriedades de cada tipo de aço são determinadas em laboratório e apresentadas no certificado do fabricante. Portanto, o projetista de estruturas metálicas precisa somente especificar o aço conforme as normas, e o construtor deve somente garantir que o aço correto seja utilizado e que as conexões entre os elementos sejam adequadamente executadas.

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Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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9 - Introdução ao Desenho Técnico Projetivo Aplicado

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9

Introdução ao Desenho

Técnico Projetivo Aplicado

Entre os Capítulos 1 e 8, foram vistos todos os conceitos, normas, regras e procedimentos, para a execução de desenhos técnicos projetivos. Neste capítulo são mostrados alguns exemplos de desenhos técnicos aplicados a determinadas áreas, como, por exemplo, de

Arquitetura, Construção Civil, Mecânica e Eletrotécnica.

C

0,15

2,00

1,00x1,00

0,15

0,25

6,15

1,00x1,00

0,80x2,10

WC

4,00m²

2,4m²

SALA

6,20m²

2,00x1,50

0,85

0,70x2,10

0,70x2,10

0,70x2,10

7

CIRCULAÇÃO

0,60x2,10

3,60m²

QUARTO

4,00

8,0m²

3,00

4,00

0,15

,70x2,10

BANHO

COZINHA

B

0,15

0,70x2,10

0,15

A

2,00x1,50

1,85

0,60x2,10 0,60x2,10

4,00

0,15

24,60m²

8,65

EXEMPLO DE PLANTA BAIXA DE UMA RESIDÊNCIA

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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

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Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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6 - Vistas Auxiliares, Parciais, Deslocadas, Interrompidas e Vistas com Características e Particularidades Especiais

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6

Vistas Auxiliares,

Parciais, Deslocadas,

Interrompidas e Vistas com Características e

Particularidades Especiais

Em muitos casos, encontramos objetos e peças com características especiais, onde a simples aplicação do conceito de vistas ortográficas, discutidas no Capítulo 5, não consegue produzir bons resultados, ou seja, o desenho mostra linhas que dificultam e até impedem sua compreensão e uso. Várias destas características e particularidades são detalhadas neste capítulo.

6.1 Vista Auxiliar

No Capítulo 5 foi visto que as vistas ortográficas são oriundas do conceito de projeções cilíndricas ortogonais, ou seja, a visão é perpendicular ao plano ou face que se quer projetar.

E quando uma face de um objeto ou peça não é perpendicular, ou melhor, tem um ângulo diferente de 90º? É nesta condição que se utiliza o recurso da vista auxiliar.

Usa-se a vista auxiliar quando se quer mostrar detalhes e dimensões de uma face que forma um ângulo diferente de 90º. É importante citar que não é apenas o fato de se ter uma face inclinada que requer uma vista auxiliar. A mesma só deve ser feita caso existam detalhes que apareceriam “distorcidos” ou não em verdadeira grandeza. As figuras a seguir mostram estes detalhes.

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2 - Desenhando Letras, Números, Símbolos e Linhas

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Desenhando Letras,

Números, Símbolos e Linhas

2

Desenhos técnicos têm letras, números, símbolos e linhas executadas segundo normas e padrões. Neste capítulo é mostrado como a norma brasileira ABNT NBR 8402/94 fixa as diversas proporções e dimensões dos símbolos gráficos (letras e números), usados nos desenhos técnicos, bem como a NBR 8403/84, que define os tipos, usos e espessuras das linhas usadas no traçado dos Desenhos Técnicos Projetivos.

2.1 Letras, Números e Símbolos Matemáticos

A norma ABNT NBR 8402/94 (Execução de caractere para escrita em Desenho Técnico) fixa característica de escrita (letras, números e símbolos) usada em desenhos técnicos e documentos semelhantes. Aplica-se para escrita à mão livre e por instrumentos, inclusive por computador. A norma tem como objetivo a uniformidade, a legibilidade e a adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução. Cabe observar que a norma internacional

ISO 3098 apresenta as características da escrita normalizada, com diversos tipos.

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8 - Cotagem dos Desenhos Técnicos Projetivos

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8

Cotagem dos Desenhos

Técnicos Projetivos

Cotagem é a indicação das medidas ou dimensões da peça ou objeto em um desenho técni­ co projetivo, para permitir sua fabricação ou construção. A cotagem deve ser feita conforme a norma ABNT NBR 10126. O desenho, além de representar por meio de vistas ou projeções dentro de uma escala (ou proporcional) a forma tridimensional, deve conter informações so­ bre as dimensões do objeto representado. As dimensões irão definir as características geo­ métricas do objeto, dando valores de tamanho e posição a todos os elementos e detalhes que compõem sua forma espacial, permitindo assim sua fabricação ou construção.

8.1 Conceitos Básicos e Observações Gerais

A forma mais utilizada consiste em definir as dimensões por meio de cotas que são cons­ tituídas de linhas de chamada, linha de cota, setas ou tracinhos (ou até pontos) e do valor numérico em determinada unidade de medida (Figura 8.1). Portanto, para a cotagem de uma dimensão são necessários quatro elementos: a linha de chamada, a linha de cota, a seta ou tracinho (ou ponto) e o valor numérico da dimensão.

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Adam M Neville (14)
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Capítulo 3 - Propriedades dos agregados

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3

Propriedades dos agregados

Como pelo menos 3/4 do volume do concreto é composto pelos agregados, não é surpresa que sua qualidade seja de grande importância. Os agregados podem limitar a resistência do concreto – já que, se tiverem propriedades indesejáveis, não conseguem produzir um concreto resistente –, e suas propriedades afetam significativamente a durabilidade e o desempenho estrutural do concreto.

A princípio, os agregados eram tidos como materiais inertes, dispersos na pasta de cimento, e eram utilizados principalmente por razões econômicas. Entretanto, é possível adotar uma visão contrária e considerá-los um material de construção ligado a um todo coeso por meio da pasta de cimento, de modo semelhante à alvenaria. Na realidade, os agregados não são verdadeiramente inertes, já que suas propriedades físicas, térmicas e, algumas vezes, químicas influenciam o desempenho do concreto.

Os agregados são mais baratos do que o cimento, então é econômico utilizá-los na maior quantidade possível, diminuindo, assim, a quantidade de cimento. A economia, entretanto, não é a única razão para o uso dos agregados: eles proveem vantagens técnicas consideráveis ao concreto, que tem maior estabilidade de volume e maior durabilidade do que a pasta de cimento hidratada.*

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Capítulo 5 - Aditivos

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Aditivos

Nos capítulos anteriores, foram descritas as propriedades do cimento Portland e de uma grande variedade de materiais cimentícios, bem como dos agregados utilizados para a produção do concreto. Além disso, discutiu-se a influência desses materiais e de suas combinações nas propriedades do concreto fresco, e, menos detalhadamente, também foi considerada sua influência nas propriedades do concreto endurecido. Antes do aprofundamento deste último aspecto, é importante fazer a revisão de mais um componente do concreto: os aditivos.

Embora os aditivos, diferentemente do cimento, dos agregados e da água, não sejam um componente essencial da mistura de concreto, eles são um componente importante e cada vez mais difundido. Em vários países, uma mistura sem aditivos pode ser considerada uma exceção.

Benefícios dos aditivos

A razão para o uso crescente dos aditivos é o fato de estes serem capazes de conferir consideráveis vantagens físicas e econômicas ao concreto. Esses benefícios incluem a utilização do concreto em situações em que antes existiam dificuldades consideráveis ou mesmo insuperáveis. Eles também possibilitam o uso de uma maior variedade de componentes na mistura.

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Capítulo 2 - Materiais cimentícios

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2

Materiais cimentícios

O capítulo anterior tratou das propriedades do cimento Portland em geral, e nele foi visto que cimentos com composição química e características físicas diferentes podem apresentar propriedades distintas quando hidratados. Portanto, deveria ser possível selecionar misturas de matérias-primas para a produção de cimentos com várias propriedades desejadas. Na verdade, existem diversos tipos de cimentos comerciais disponíveis, e cimentos especiais, sob encomenda, podem ser produzidos para usos específicos. Vários cimentos diferentes do Portland também estão disponíveis.

Antes de descrever os diversos tipos de cimentos Portland, é interessante discutir sobre os materiais cimentícios utilizados no concreto.

Classificação dos materiais cimentícios

Inicialmente, o concreto era produzido com a mistura de somente três materiais: cimento, agregados e água, sendo que o cimento era, quase sempre, o cimento Portland, discutido no capítulo anterior. Com o passar do tempo, com o objetivo de melhorar algumas propriedades do concreto, tanto no estado fresco quanto no estado endurecido, quantidades muito pequenas de produtos químicos foram adicionadas às misturas.

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Capítulo 7 - Outras características do concreto endurecido

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7

Outras características do concreto endurecido

No capítulo anterior, foram analisados os principais fatores que influenciam a resistência do concreto. Neste, alguns aspectos adicionais da resistência serão discutidos, como a fadiga e o impacto. Também será feita uma breve descrição das propriedades elétricas e acústicas do concreto.

Cura do concreto

Para obter um bom concreto, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente apropriado durante os estágios iniciais de endurecimento.

Cura é a denominação dada aos procedimentos adotados para promover a hidratação do cimento e consiste no controle da temperatura e da entrada e saída de água do concreto. Os aspectos relacionados à temperatura serão tratados no Capítulo 8.

De forma mais específica, o objetivo da cura é manter o concreto saturado, ou o mais próximo possível disso, até que os espaços originalmente preenchidos com água na pasta de cimento fresca tenham sido preenchidos pela quantidade requerida de produtos de hidratação do cimento. No caso de concreto nas obras, a cura quase sempre é interrompida bem antes de a máxima hidratação ter ocorrido.

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Capítulo 12 - Ensaios em concreto endurecido

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Ensaios em concreto endurecido

Foi visto que as propriedades do concreto são uma função do tempo e da umidade do ambiente, razão pela qual os ensaios em concreto devem ser realizados sob condições especificadas ou conhecidas para que os resultados sejam válidos. Diferentes métodos e técnicas de ensaio são utilizados em diferentes países – algumas vezes, até no mesmo país. Como vários desses ensaios são utilizados em trabalhos de laboratório, especialmente em pesquisa, é importante o conhecimento da influência dos métodos de ensaio na propriedade determinada. Obviamente, é essencial distinguir os efeitos nas condições de ensaio das diferenças intrínsecas dos concretos em análise.

Os ensaios podem ser realizados para diferentes fins, mas os dois objetivos principais são o controle de qualidade e a conformidade às especificações. Ensaios adicionais podem ser feitos para fins especiais, como, por exemplo, ensaios de resistência à compressão para determinar a resistência do concreto para a aplicação de protensão ou o prazo para a retirada de fôrmas e escoramentos. Deve ser lembrado que os ensaios não são um fim em si mesmo, pois, em muitos casos práticos, eles não possibilitam uma interpretação clara, de modo que, a fim de o resultado ser de valor efetivo, os ensaios devem ser sempre utilizados com o apoio da experiência.

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Albert P Malvino David J Bates (13)
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Capítulo 14 - Efeitos de frequência

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14

Efeitos de frequência

Em capítulos anteriores estudamos os amplificadores operando em suas faixas de frequência normal. Agora, vamos discutir como um amplificador responde quando a frequência de entrada estiver fora da faixa normal de operação. No caso de um amplificador CA, o ganho de tensão diminui quando a frequência de entrada for muito baixa ou muito alta. Por outro lado, os amplificadores CC têm ganhos de tensão desde a frequência zero. Apenas em altas frequências é que o ganho de tensão de um amplificador CC cai. Podemos usar os decibéis para descrever o decréscimo do ganho de tensão e um gráfico de Bode para representar a resposta de um amplificador.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

14-1

14-2

14-3

14-4

14-5

14-6

14-7

14-8

14-9

14-10

14-11

14-12

Resposta em frequência de um amplificador

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Capítulo 16 - Amplificadores operacionais

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16

Amplificadores operacionais

Embora alguns amp-ops de alta potência sejam comercializados, a maioria são dispositivos de baixas potências com uma especificação de potência máxima de menos de 1 W. Alguns amp-ops são otimizados em termos de largura de banda, outros em termos de baixos offsets de entrada, baixo ruído e assim por diante. Essa é a razão da ampla variedade de amp-ops disponíveis.

Podemos encontrar um amp-op para quase todas as aplicações analógicas.

Os amp-ops são alguns dos componentes ativos mais básicos em sistemas analógicos. Por exemplo, conectando dois resistores externos, podemos construir conversores de formas de onda, osciladores, filtros ativos e outros circuitos úteis.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

16-1

16-2

16-3

16-4

16-5

16-6

16-7

Introdução aos amp-ops

Amp-op 741

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Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

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Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

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Capítulo 21 - Osciladores

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21

Osciladores

Em frequências inferiores a 1 MHz, podemos usar osciladores RC para gerar ondas senoidais quase perfeitas. Os osciladores de baixa frequência usam amp-ops e circuitos RC ressonantes para estabelecer a frequência de oscilação.

Acima de 1 MHz, são utilizados circuitos LC ressonantes. Este capítulo examina também um chip popular conhecido como temporizador 555. Ele é usado em muitas aplicações para gerar atrasos de tempo, osciladores controlados por tensão e sinais modulados. O Capítulo também aborda um importante circuito denominado malha de fase amarrada (PLL — phase-locked loop) e finaliza com o popular CI gerador de funções XR-2206.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

21-1

21-2

21-3

21-4

21-5

21-6

21-7

21-8

21-9

21-10

21-11

Teoria da oscilação senoidal

Oscilador em ponte de Wien

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Apêndice A

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Apêndice A

Os principais componentes semicondutores utilizados neste livro estão listados a seguir. Na área Material para o professor em www.grupoa.com.br podem ser encontrados os links para as folhas de dados dos fabricantes.

1N4001 a 1N4007 (diodos retificadores)

1N5221B Series (diodos Zener)

1N4728A Series (diodos Zener)

TLDR5400 (LEDs)

LUXEON TX (emissores de LED de alta potência)

2N3903, 2N3904 (transistores de silício de propósito geral: npn)

2N3906 (transistores de silício de propósito geral: pnp)

TIP 100/101/102 (transistor Darlington de silício)

MPF102 (JFET canal n para amplificador de RF)

2N7000 (MOSFET canal n para enriquecimento)

MC33866 (ponte H em circuito integrado)

2N6504 (retificadores controlados de silício)

FKPF8N80 (tiristor)

FGL60N100BNTD (IGBT com tecnologia Trench-NPT)

LM741 (amplificador operacional de propósito geral)

LM118/218/318 (amplificadores operacionais de precisão e alta velocidade)

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Capítulo 5 - Diodos para aplicações especiais

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capítulo 5

DIODOS PARA

APLICAÇÕES ESPECIAIS

Diodos retificadores são os tipos mais comuns. Eles são usados nas fontes de alimentação para converter a tensão ca em cc. Mas retificação não é tudo o que um diodo pode fazer.

Estudaremos agora os diodos usados em outras aplicações. O capítulo começa com o diodo

Zener, que é otimizado para se fazer uso de suas propriedades de ruptura. Os diodos Zener são muito importantes porque são os principais componentes na regulação de tensão. Este

Vocabulário capítulo trata também dos diodos optoeletrônicos, Schottky, varactores e outros. acoplador ótico anodo comum catodo comum coeficiente de temperatura diodo de recuperação diodo de retaguarda diodo emissor de luz (LED) diodo laser diodo PIN diodo regulador de corrente diodo Schottky diodo túnel diodo Zener display de sete segmentos efeito Zener fator de degradação fotodiodo optoeletrônica pré-regulador região de fuga região de resistência negativa regulador Zener resistência Zener varactor varistor

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Capítulo 3 - Teoria dos diodos

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capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Capítulo 2 - Semicondutores

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capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Capítulo 11 - Amplificadores CC e BC

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capítulo 11

AMPLIFICADORES CC E BC

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor.

Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores

Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

OBJETIVOS

Vocabulário acoplamento direto amplificador em base comum (BC) amplificador coletor comum (CC) conexão Darlington

Darlington complementar par Darlington reforçador ou seguidor (buffer) seguidor de emissor seguidor Zener transistor Darlington

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Desenhar o diagrama de um seguidor de emissor e descrever suas vantagens.

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Capítulo 9 - Modelos CA

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capítulo 9

MODELOS CA

Depois que um transistor foi polarizado com o ponto Q próximo do centro da reta de carga, podemos acoplar uma tensão ca de baixo valor na base. Isso produzirá uma tensão ca no coletor. A tensão ca no coletor tem a mesma forma de onda da tensão ca na base, porém maior.

Em outras palavras, a tensão ca no coletor é uma versão amplificada da tensão ca na base. A invenção de dispositivos de amplificação, primeiro as válvulas e depois os transistores, foi um ponto decisivo para a evolução da eletrônica. Sem a amplificação não haveria rádio, televisão ou computadores.

Vocabulário amplificador BC amplificador CC amplificador EC amplificadores de pequeno sinal capacitor de acoplamento capacitor de desvio (bypass) circuito equivalente ca circuito equivalente cc curto ca distorção ganho de corrente ca ganho de tensão modelo Ebers-Moll modelo T modelo ␲ resistência ca do emissor teorema da superposição terra ca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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