Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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6 - Vistas Auxiliares, Parciais, Deslocadas, Interrompidas e Vistas com Características e Particularidades Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

6

Vistas Auxiliares,

Parciais, Deslocadas,

Interrompidas e Vistas com Características e

Particularidades Especiais

Em muitos casos, encontramos objetos e peças com características especiais, onde a simples aplicação do conceito de vistas ortográficas, discutidas no Capítulo 5, não consegue produzir bons resultados, ou seja, o desenho mostra linhas que dificultam e até impedem sua compreensão e uso. Várias destas características e particularidades são detalhadas neste capítulo.

6.1 Vista Auxiliar

No Capítulo 5 foi visto que as vistas ortográficas são oriundas do conceito de projeções cilíndricas ortogonais, ou seja, a visão é perpendicular ao plano ou face que se quer projetar.

E quando uma face de um objeto ou peça não é perpendicular, ou melhor, tem um ângulo diferente de 90º? É nesta condição que se utiliza o recurso da vista auxiliar.

Usa-se a vista auxiliar quando se quer mostrar detalhes e dimensões de uma face que forma um ângulo diferente de 90º. É importante citar que não é apenas o fato de se ter uma face inclinada que requer uma vista auxiliar. A mesma só deve ser feita caso existam detalhes que apareceriam “distorcidos” ou não em verdadeira grandeza. As figuras a seguir mostram estes detalhes.

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5 - Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

5

Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

Os desenhos técnicos projetivos compreendem tanto as perspectivas (desenhos tridimensionais), já mostradas no Capítulo 4, quanto as vistas ortográficas em duas dimensões (desenhos bidimensionais). Neste capítulo é mostrada a origem das vistas ortográficas, que advêm do conceito de projeção cilíndrica ortogonal. São mostrados os conceitos, considerando o

1o diedro (usado no Brasil), bem como o 3o diedro de projeção (usado nos EUA e Canadá).

5.1 Conceito de Projeção

A Geometria Descritiva (GD) usa um sistema de projeção cilíndrica e ortogonal, ou seja, como pertencente a um cilindro e fazendo 90º com o plano de projeção. As primeiras ideias de projeção de uma figura sobre um plano muito provavelmente se originaram da observação da projeção da sombra de uma árvore em função da luz do Sol. As primeiras projeções eram cônicas, exatamente como o olho humano vê as coisas. Isso pode ser confirmado quando se está em um grande corredor ou quando se olha um longo trilho de uma ferrovia. A sensação que se tem é a de que as linhas se encontram, quando na verdade são paralelas, ou seja, a distância é constante. Na sequência pensou-se na projeção cilíndrica oblíqua, ou seja, inclinada em relação ao plano de projeção e, posteriormente, na projeção cilíndrica ortogonal, ou método mongeano. As figuras a seguir ilustram esses detalhes.

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9 - Introdução ao Desenho Técnico Projetivo Aplicado

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

9

Introdução ao Desenho

Técnico Projetivo Aplicado

Entre os Capítulos 1 e 8, foram vistos todos os conceitos, normas, regras e procedimentos, para a execução de desenhos técnicos projetivos. Neste capítulo são mostrados alguns exemplos de desenhos técnicos aplicados a determinadas áreas, como, por exemplo, de

Arquitetura, Construção Civil, Mecânica e Eletrotécnica.

C

0,15

2,00

1,00x1,00

0,15

0,25

6,15

1,00x1,00

0,80x2,10

WC

4,00m²

2,4m²

SALA

6,20m²

2,00x1,50

0,85

0,70x2,10

0,70x2,10

0,70x2,10

7

CIRCULAÇÃO

0,60x2,10

3,60m²

QUARTO

4,00

8,0m²

3,00

4,00

0,15

,70x2,10

BANHO

COZINHA

B

0,15

0,70x2,10

0,15

A

2,00x1,50

1,85

0,60x2,10 0,60x2,10

4,00

0,15

24,60m²

8,65

EXEMPLO DE PLANTA BAIXA DE UMA RESIDÊNCIA

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8 - Cotagem dos Desenhos Técnicos Projetivos

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

8

Cotagem dos Desenhos

Técnicos Projetivos

Cotagem é a indicação das medidas ou dimensões da peça ou objeto em um desenho técni­ co projetivo, para permitir sua fabricação ou construção. A cotagem deve ser feita conforme a norma ABNT NBR 10126. O desenho, além de representar por meio de vistas ou projeções dentro de uma escala (ou proporcional) a forma tridimensional, deve conter informações so­ bre as dimensões do objeto representado. As dimensões irão definir as características geo­ métricas do objeto, dando valores de tamanho e posição a todos os elementos e detalhes que compõem sua forma espacial, permitindo assim sua fabricação ou construção.

8.1 Conceitos Básicos e Observações Gerais

A forma mais utilizada consiste em definir as dimensões por meio de cotas que são cons­ tituídas de linhas de chamada, linha de cota, setas ou tracinhos (ou até pontos) e do valor numérico em determinada unidade de medida (Figura 8.1). Portanto, para a cotagem de uma dimensão são necessários quatro elementos: a linha de chamada, a linha de cota, a seta ou tracinho (ou ponto) e o valor numérico da dimensão.

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Adam M Neville (14)
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Medium 9788582603659

Capítulo 13 - Concretos especiais

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

13

Concretos especiais

Neste capítulo, serão abordados diversos tipos de concretos que podem ser utilizados quando são necessárias propriedades especiais. O termo “especial” não significa que sejam raras ou desnecessárias, mas que se tratam de propriedades específicas que são desejáveis em determinadas circunstâncias. Vários tipos de concreto serão analisados, iniciando pelos concretos que contêm diferentes materiais cimentícios, utilizados com frequência atualmente (discutidos no Capítulo 2): cinza volante, escória granulada de alto-forno e sílica ativa.13.90

O segundo tipo de concreto a ser analisado é o denominado concreto de alto desempenho. Esse concreto, invariavelmente, contém no mínimo um dos materiais cimentícios mencionados acima, bem como, normalmente, um aditivo superplastificante.

A expressão “alto desempenho” é um tanto pretensiosa, já que a principal característica desse concreto é que seus ingredientes e suas proporções são selecionados de forma a resultar em propriedades especificamente adequadas ao uso esperado da estrutura. Essas propriedades, em geral, são alta resistência ou baixa permeabilidade.

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Medium 9788582603659

Capítulo 10 - Durabilidade do concreto

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

10

Durabilidade do concreto

É essencial que cada estrutura de concreto continue a desempenhar suas funções previstas, ou seja, mantenha sua resistência necessária e sua condição de utilização durante um tempo especificado ou uma vida útil tradicionalmente esperada. Conclui-se que o concreto deve ser capaz de suportar o processo de deterioração a que estará exposto.

Esse concreto é considerado durável.

É interessante citar que a durabilidade não significa uma vida infinita, tampouco a resistência do concreto a qualquer ação. Além disso, hoje se sabe que, em muitas situações, são necessárias operações rotineiras de manutenção do concreto.10.68 Um exemplo de procedimentos de manutenção é dado por Carter.10.72

O fato de a durabilidade não ter sido, até o momento, considerada neste livro poderia indicar que esse tema é de menor importância em relação às demais propriedades do concreto, em especial a resistência. Não é o caso, e, na verdade, em várias situações, a durabilidade é de importância primordial. Apesar disso, até recentemente, os avanços em cimento e na tecnologia do concreto concentraram-se na obtenção de resistências cada vez mais elevadas (ver página 348). Havia uma suposição de que um “concreto resistente é um concreto durável”, e as únicas considerações especiais feitas eram em relação aos efeitos dos ciclos de gelo e degelo e a algumas formas de ataques químicos.

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Capítulo 11 - Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

11

Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Este capítulo trata de dois mecanismos de deterioração do concreto. O primeiro deles, embora somente importante em climas frios, é a maior causa da falta de durabilidade do concreto, a menos que sejam tomadas medidas preventivas adequadas. O segundo mecanismo, a ação de cloretos, é relevante apenas em concreto armado, mas também pode resultar em significativos danos às estruturas. A ação de cloretos é verificada tanto em climas frios quanto quentes, mas os detalhes da ação variam conforme as condições.

Ação do congelamento

No Capítulo 8, foram analisados os efeitos do congelamento sobre o concreto fresco e os métodos para evitar sua ocorrência. O que, entretanto, não pode ser evitado é a exposição do concreto maduro a ciclos alternados de gelo e degelo, fenômeno que é frequentemente observado na natureza.

Como a temperatura do concreto saturado em serviço é diminuída, a água retida nos poros capilares da pasta de cimento endurecida congela de um modo similar ao congelamento dos poros de rochas, o que causa a expansão do concreto. Caso haja um novo congelamento após o degelo subsequente, ocorre uma nova expansão, ou seja, os ciclos repetidos de gelo e degelo têm efeito cumulativo. O fenômeno ocorre, principalmente, na pasta de concreto endurecida: os maiores vazios do concreto, decorrentes de adensamento incompleto, geralmente contêm ar e, portanto, estão menos sujeitos à ação do congelamento.11.4

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Capítulo 8 - Efeitos da temperatura no concreto

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

8

Efeitos da temperatura no concreto

Os ensaios de laboratório com concreto em geral são realizados em temperaturas controladas, normalmente constantes. Como antigamente os ensaios eram feitos em climas temperados, a temperatura padrão escolhida geralmente variava entre 18 e 21 °C, de modo que hoje muitas das propriedades básicas dos concretos fresco e endurecido são baseadas no comportamento do concreto nessas temperaturas. Entretanto, na prática, o concreto é misturado em um grande intervalo de temperaturas e também permanece em serviço em diferentes temperaturas. De fato, o intervalo real das temperaturas se ampliou bastante, e hoje muitas obras ocorrem em países de tempo quente. Além disso, novos empreendimentos, principalmente offshore, têm surgido em regiões de tempo muito frio.

Em virtude disso, é de fundamental importância conhecer os efeitos da temperatura no concreto, e esse é o assunto deste capítulo. Inicialmente, será discutida a influência da temperatura do concreto fresco na resistência, seguida por uma revisão dos tratamentos térmicos após o lançamento do concreto, ou seja, a cura a vapor à pressão atmosférica e à alta pressão. Em seguida, serão discutidos os efeitos do aumento da temperatura do concreto devidos à liberação do calor de hidratação do cimento, seguidos pela discussão sobre a concretagem em tempos* quente e frio. Por fim, serão abordadas as propriedades térmicas do concreto endurecido e a influência de temperaturas muito elevadas e muito baixas em serviço, incluindo os efeitos do fogo.

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Medium 9788582603659

Capítulo 9 - Elasticidade, retração e fluência

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

9

Elasticidade, retração e fluência

Muitas das discussões nos capítulos anteriores eram sobre a resistência do concreto, que é de suma importância no projeto de estruturas de concreto. Entretanto, existe sempre uma deformação associada a qualquer tensão – e vice-versa. A deformação também pode decorrer de outras causas que não a tensão aplicada. A relação entre tensão e deformação, em um amplo intervalo, é vital no projeto estrutural. O tema deformação e, de forma mais geral, os diferentes tipos de deformação a que o concreto está sujeito constituem o assunto deste capítulo.

Assim como vários outros materiais estruturais, o concreto é, até certo ponto, elástico. Um material é considerado perfeitamente elástico quando a deformação surge e desaparece imediatamente na aplicação e na retirada da tensão. Essa definição não implica uma relação tensão-deformação linear; o comportamento elástico com relação tensão-deformação não linear é verificado, por exemplo, no vidro e em algumas rochas.

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Albert P Malvino David J Bates (26)
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Medium 9788580555929

Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

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Apêndice D - Lista de tabelas selecionadas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice D

Lista de tabelas selecionadas

14-1 Entre a banda média e o corte

14-2 Propriedades do ganho de potência

14-3 Propriedades do ganho de tensão

14-4 Potência em dBm

14-5 Tensão em dBV

14-6 Entre a banda média e o corte

14-7 Resposta do circuito de atraso

14-8 Resposta de um circuito de atraso

14-9 Análise de frequência de um amplificador

15-1 Configurações de um amp-dif

15-2 Ganhos de Tensão do amp-dif

15-3 Fontes de tensão de erro de saída

16-1 Características típicas de amp-ops

16-2 Configurações básicas com amp-op

17-1 Realimentação negativa ideal

17-2 Quatro tipos de realimentação negativa

19-1 Atenuação para aproximações de sexta ordem

19-2 Aproximações de filtro

19-3 Valores de K e amplitude da ondulação de estágios de segunda ordem

19-4 Fatores Q escalonados de filtros passa-baixas Butterworth

19-5 Fatores Q escalonados e frequências pólo de filtros passa-baixas

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Medium 9788580555929

Apêndice B - Demonstrações matemáticas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Medium 9788580555929

Apêndice A

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice A

Os principais componentes semicondutores utilizados neste livro estão listados a seguir. Na área Material para o professor em www.grupoa.com.br podem ser encontrados os links para as folhas de dados dos fabricantes.

1N4001 a 1N4007 (diodos retificadores)

1N5221B Series (diodos Zener)

1N4728A Series (diodos Zener)

TLDR5400 (LEDs)

LUXEON TX (emissores de LED de alta potência)

2N3903, 2N3904 (transistores de silício de propósito geral: npn)

2N3906 (transistores de silício de propósito geral: pnp)

TIP 100/101/102 (transistor Darlington de silício)

MPF102 (JFET canal n para amplificador de RF)

2N7000 (MOSFET canal n para enriquecimento)

MC33866 (ponte H em circuito integrado)

2N6504 (retificadores controlados de silício)

FKPF8N80 (tiristor)

FGL60N100BNTD (IGBT com tecnologia Trench-NPT)

LM741 (amplificador operacional de propósito geral)

LM118/218/318 (amplificadores operacionais de precisão e alta velocidade)

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Capítulo 20 - Circuitos não lineares com amp-op

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

20

Circuitos não lineares com amp-op

Amp-ops monolíticos são dispositivos baratos, versáteis e disponíveis. Eles podem ser usados não apenas em circuitos lineares como amplificadores de tensão, fontes de corrente e filtros ativos, mas também em circuitos não lineares como comparadores, modeladores de formas de onda e circuitos com diodo ativo. A saída de um amp-op não linear geralmente tem um formato diferente do sinal de entrada porque o amp-op satura durante parte do ciclo de entrada. Por isso, temos que analisar dois modos diferentes de operação para ver o que acontece durante um ciclo completo.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

20-1

20-2

20-3

20-4

20-5

20-6

20-7

20-8

20-9

20-10

20-11

Comparadores com referência zero

Comparadores com referência diferente de zero

Comparadores com histerese

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Medium 9788580550498

Capítulo 12 - Amplificadores de potência

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 12 capítulo 00

AMPLIFICADORES

DE POTÊNCIA

Em um sistema estéreo de rádio ou televisão, o sinal de entrada é baixo. Após vários estágios de ganho de tensão, o sinal torna-se maior e usa a reta de carga total. Neste

último estágio de um sistema, as correntes no coletor são muito maiores porque as impedâncias da carga são menores. Um amplificador estéreo para alto-falantes, por exemplo, pode ter uma impedância de 8 � ou menos.

Como indicado no Capítulo 6, os transistores de pequeno sinal têm uma faixa de

Vocabulário potência de menos de 1 W, enquanto os transistores de potência estão na faixa de mais de 1 W. Os transistores de pequeno sinal são usados tipicamente no início dos sistemas, acoplamento capacitivo em que o sinal de potência é baixo, enquanto os transistores de potência são usados acoplamento direto mais para o fim dos sistemas, pois os sinais de potência são altos. amplificador de áudio amplificador de faixa estreita amplificador de faixa larga amplificador de radiofrequência (RF) amplificador sintonizado RF ciclo de trabalho circuito simétrico (push-pull) compliance de saída ca diodos de compensação disparo térmico distorção de cruzamento

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Medium 9788580550498

Capítulo 8 - Circuito de polarização do transistor

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 8

CIRCUITO DE POLARIZAÇÃO

DO TRANSISTOR

Um protótipo é um circuito básico projetado que pode ser modificado para a obtenção de circuitos mais avançados. A polarização da base é um protótipo usado no projeto de circuitos de chaveamento. A polarização do emissor é um protótipo usado no projeto de circuitos amplificadores. Neste capítulo vamos enfatizar a polarização do emissor e os circuitos práticos que podem ser derivados dele.

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Vocabulário autopolarização divisor de tensão estável divisor de tensão firme estágio polarização do emissor com fonte dupla (PEFD) polarização por divisor de tensão

(PDT) polarização por realimentação do coletor polarização por realimentação do emissor protótipo realimentação parcial

Desenhar o diagrama de um circuito de polarização por divisor de tensão.

Calcular a corrente e a tensão na base, a corrente e a tensão no emissor, a tensão no coletor e a tensão coletor-emissor de um circuito PDT com transistor npn.

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Medium 9788580550498

Capítulo 5 - Diodos para aplicações especiais

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

DIODOS PARA

APLICAÇÕES ESPECIAIS

Diodos retificadores são os tipos mais comuns. Eles são usados nas fontes de alimentação para converter a tensão ca em cc. Mas retificação não é tudo o que um diodo pode fazer.

Estudaremos agora os diodos usados em outras aplicações. O capítulo começa com o diodo

Zener, que é otimizado para se fazer uso de suas propriedades de ruptura. Os diodos Zener são muito importantes porque são os principais componentes na regulação de tensão. Este

Vocabulário capítulo trata também dos diodos optoeletrônicos, Schottky, varactores e outros. acoplador ótico anodo comum catodo comum coeficiente de temperatura diodo de recuperação diodo de retaguarda diodo emissor de luz (LED) diodo laser diodo PIN diodo regulador de corrente diodo Schottky diodo túnel diodo Zener display de sete segmentos efeito Zener fator de degradação fotodiodo optoeletrônica pré-regulador região de fuga região de resistência negativa regulador Zener resistência Zener varactor varistor

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Medium 9788580550498

Capítulo 3 - Teoria dos diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Medium 9788580550498

Capítulo 4 - Circuitos com diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

CIRCUITOS COM DIODOS

A maioria dos sistemas eletrônicos, como os aparelhos de televisão, DVD e CD e computadores, precisa de uma fonte de alimentação cc para funcionar corretamente. Como a energia elétrica disponível é em tensão alternada, a primeira providência que devemos tomar é converter a tensão da rede elétrica ca em uma tensão cc. A parte do sistema eletrônico que produz a tensão cc é chamada de fonte de alimentação. Dentro da fonte de alimentação estão os circuitos que fazem a corrente circular em apenas um sentido, eles são chamados de retificadores. Este capítulo trata de circuitos, retificadores, filtros, ceifadores, grampeadores, limitadores e multiplicadores de tensão.

Vocabulário capacitor polarizado ceifador

CI regulador de tensão circuito integrado corrente unidirecional na carga corrente de surto detector de pico filtro filtro de entrada com indutor filtro de entrada com capacitor filtro passivo fonte de alimentação grampeador multiplicador de tensão ondulação ponte retificadora regulador chaveado resistor de surto retificador retificador de meia onda retificador de onda completa em ponte tensão de pico inversa valor cc de um sinal

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Aline Dresch Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Junico Antunes (7)
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Medium 9788582602980

Capítulo 6 - Revisão sistemática da literatura

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

6

Revisão sistemática da literatura

Maria Isabel Wolf Motta Morandi

Luis Felipe Riehs Camargo

O conhecimento do mundo apenas pode ser adquirido no mundo, não num armário.

Phillip Chesterfield

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Definir o papel dos stakeholders para uma melhor fundamentação da pesquisa.

• Selecionar as fontes e os termos de busca, os critérios e as estratégias de eliminação do viés.

• Justificar a importância e os benefícios da revisão sistemática da literatura para as pesquisas orientadas sob a perspectiva da design science.

• Propor um protocolo para a realização de sua revisão sistemática da literatura.

A revisão sistemática da literatura é uma etapa fundamental da condução de pesquisas científicas, especialmente de pesquisas realizadas sob o paradigma da design science. Neste capítulo, vamos conhecer as etapas desse processo, começando com uma discussão sobre o papel dos stakeholders. Vamos avaliar, ainda, os vários aspectos envolvidos na definição da questão de revisão e a importância da elaboração de um framework conceitual que possibilite a definição da melhor composição para a equipe de trabalho e das estratégias de pesquisas a serem adotadas.

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Medium 9788582602980

Capítulo 5 - Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

5

Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Histórica e tradicionalmente, tem sido tarefa das disciplinas científicas ensinar a respeito das coisas naturais: como elas são e como elas funcionam.

E tem sido tarefa das escolas de engenharia ensinar sobre o que é artificial: como construir artefatos que tenham as propriedades desejadas e como projetar.

Herbert Alexander Simon, em As ciências do artificial (1981)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar métodos e recomendações de pesquisa para a condução da design science research.

• Elaborar atividades de apoio que possam gerar resultados confiáveis e relevantes para a pesquisa.

• Analisar resultados por meio de técnicas e ferramentas adequadas para a resolução do problema e posterior documentação em um protocolo de pesquisa.

A design science é, sem dúvida, uma abordagem que pode orientar pesquisas que se destinam a projetar ou desenvolver algo novo, uma vez que a design science tem como foco causar a mudança, criando artefatos e gerando soluções para problemas existentes.

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Medium 9788582602980

Capítulo 7 - Perspectivas

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

7

Perspectivas

Este livro procurou retomar as propostas de Herbert Simon em sua obra fundamental,

The sciences of the artificial, na qual importantes ideias e conceitos foram lançados. Uma relevante contribuição do livro consiste em convidar-nos a repensar nossas práticas de pesquisa, não no sentido de abandonar o que vem sendo realizado, mas procurando expandir nossa concepção sobre a ciência, seus objetos e objetivos, e a necessidade de desenvolver conhecimentos de natureza prescritiva que se expressem no projeto e na construção de artefatos.

Os trabalhos que compartilham das ideias e conceitos da design science vêm se desenvolvendo de maneira fragmentada, tanto no que se refere a áreas de pesquisa (gestão, sistemas de informação, contabilidade, engenharias) quanto em termos de problemáticas associadas à design science. Apesar disso, diversos avanços foram realizados, fruto do esforço de importantes pesquisadores ao redor do mundo. Procuramos, ao longo deste livro, consolidar o conjunto de contribuições que foram realizadas, avançar em alguns aspectos e proporcionar uma base para a condução de pesquisas usando o paradigma da design science e o método design science research.

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Capítulo 3 - Design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

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Design science research

O corpo do conhecimento acerca do design aparece fragmentado e disperso

(...). A design science deveria, portanto, ser redirecionada para uma pesquisa mais rigorosa, para produzir resultados que são caracterizados por uma alta validade externa, mas que possam também ser ensinados, aprendidos e colocados em prática pelos profissionais.

Georges Romme, em Making a difference: organization as design (2003)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar os principais conceitos e fundamentos para a aplicação da design science research.

• Comparar a design science research com outros métodos de pesquisa: o estudo de caso e a pesquisa-ação.

• Discriminar diferentes maneiras de avaliar os artefatos gerados pela design science research.

CARACTERÍSTICAS DA DESIGN SCIENCE RESEARCH E FUNDAMENTOS

PARA SUA CONDUÇÃO

A design science é a base epistemológica quando se trata do estudo do que é artificial.

A design science research, por sua vez, é o método que fundamenta e operacionaliza a condução da pesquisa quando o objetivo a ser alcançado é um artefato ou uma prescrição. Como método de pesquisa orientado à solução de problemas, a design science research busca, a partir do entendimento do problema, construir e avaliar artefatos que permitam transformar situações, alterando suas condições para estados melhores ou desejáveis. Ela é utilizada nas pesquisas como forma de diminuir o distanciamento entre teoria e prática.

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Capítulo 4 - Classes de problemas e artefatos

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

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Classes de problemas e artefatos

Um artefato pode ser considerado como um ponto de encontro – interface – entre um ambiente interno, a substância e organização do próprio artefato e um ambiente externo, [isto é], as condições em que o artefato funciona.

Herbert Alexander Simon, em As ciências do artificial (1981)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Definir, conceituar e examinar classes de problemas comuns à área de gestão.

• Definir cada tipo de artefato, assim como as principais características que os distinguem.

• Relacionar os artefatos gerados a partir da design science research e o conceito de classe de problemas.

• Explicar a trajetória da pesquisa fundamentada na design science.

CLASSES DE PROBLEMAS

Como vimos nos capítulos anteriores, o conhecimento gerado a partir da design science research é passível de generalização e, consequentemente, pode ser enquadrado em uma determinada classe de casos (Van Aken, 2004), entendidos aqui como uma classe de problemas.

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