Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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6 - Vistas Auxiliares, Parciais, Deslocadas, Interrompidas e Vistas com Características e Particularidades Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

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Vistas Auxiliares,

Parciais, Deslocadas,

Interrompidas e Vistas com Características e

Particularidades Especiais

Em muitos casos, encontramos objetos e peças com características especiais, onde a simples aplicação do conceito de vistas ortográficas, discutidas no Capítulo 5, não consegue produzir bons resultados, ou seja, o desenho mostra linhas que dificultam e até impedem sua compreensão e uso. Várias destas características e particularidades são detalhadas neste capítulo.

6.1 Vista Auxiliar

No Capítulo 5 foi visto que as vistas ortográficas são oriundas do conceito de projeções cilíndricas ortogonais, ou seja, a visão é perpendicular ao plano ou face que se quer projetar.

E quando uma face de um objeto ou peça não é perpendicular, ou melhor, tem um ângulo diferente de 90º? É nesta condição que se utiliza o recurso da vista auxiliar.

Usa-se a vista auxiliar quando se quer mostrar detalhes e dimensões de uma face que forma um ângulo diferente de 90º. É importante citar que não é apenas o fato de se ter uma face inclinada que requer uma vista auxiliar. A mesma só deve ser feita caso existam detalhes que apareceriam “distorcidos” ou não em verdadeira grandeza. As figuras a seguir mostram estes detalhes.

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4 - Introdução à Representação Gráfica Espacial (Tridimensional), Usando as Perspectivas: Cônica, Cavaleira, Isométrica, Dimétrica e Trimétrica

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução à

4

Representação Gráfica

Espacial (Tridimensional),

Usando as Perspectivas:

Cônica, Cavaleira, Isométrica,

Dimétrica e Trimétrica

Os desenhos técnicos projetivos são vistas ortográficas em duas dimensões, representando objetos ou peças que têm três dimensões. Quando se quer representar um objeto ou peça, em um plano (duas dimensões), mas dando “ideia” de profundidade ou três dimensões, recorre-se ao conceito de perspectiva. Neste capítulo são mostradas e exemplificadas as principais perspectivas usadas em desenhos técnicos projetivos. É importante citar que o melhor tipo de perspectiva a ser utilizada depende de detalhes e características da peça ou objeto, como visto neste capítulo. Também deve ser citado que, com o uso de programas de computador, a execução de perspectivas ficou muito facilitada.

A palavra perspectiva vem do latim perspicere, que significa “ver através de”. Embora desde a Grécia Antiga artistas já desenhassem expressando a ideia de volume e profundidade, foi a partir da conceituação da perspectiva cônica, em 1413, que outros tipos de perspectivas foram sendo desenvolvidos.

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3 - Desenhando em Escala

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Desenhando em Escala

3

Desenhos técnicos projetivos, executados com instrumentos (esquadro e compasso) ou via programas de computador, são feitos usando escalas de redução ou ampliação, segundo as dimensões do objeto ou peça a ser representada. Desenhos técnicos projetivos tipo esboço, rascunhos ou croquis, executados à mão livre, embora não utilizem escalas, devem ter suas dimensões no papel proporcionais às medidas reais (para não causar deformações).

Como o desenho técnico é utilizado para representação de objetos como máquinas, equipamentos, prédios e até sistemas completos e complexos de produção industrial, conclui-se que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Portanto, para permitir a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser representados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, pequenos necessitarão de uma representação ampliada. Por exemplo, o desenho de uma planta baixa de uma casa é feito com uma escala de redução, já o desenho de um alfinete, devido a seus detalhes mínimos, será feito com uma escala de ampliação.

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1 - Introdução: Quem e Por que se Deve Estudar Desenho Técnico?

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução: Quem e

Por que se Deve Estudar

Desenho Técnico?

1

Quem? Principalmente os seguintes profissionais: mecânicos, pedreiros, eletricistas e mestres de obras, passando pelos técnicos de nível médio (Escolas Técnicas Industriais), pelos militares especialistas (sargentos e oficiais), bem como os tecnólogos e os graduados em

Arquitetura, Engenharias e Desenho Industrial (designer).

Por quê? Desenho técnico é a linguagem universal de todos que têm que se expressar gráfica e tecnicamente, para executar atividades profissionais de projeto, construção, fabricação, montagem, manutenção e até vendas de máquinas, equipamentos, instrumentos e sistemas de produção (pacotes ou packages), nas diversas áreas. O desenho técnico projetivo é multi, inter e trasdisciplinar.

Embora, atualmente, os desenhos técnicos sejam executados via programas de computador, é fundamental conhecer regras, procedimentos e Normas Técnicas (por exemplo, as da

ABNT), para que se saiba ler, interpretar e aplicar os desenhos técnicos. É importante citar a importância da habilidade em se desenhar à mão livre, na forma de rascunhos, esboços ou croquis, pois todo projeto se inicia de uma ideia e com os primeiros “rabiscos” à mão livre e com grafite sobre papel. Também é importante citar que o estudo e o conhecimento do desenho técnico muito ajudam a desenvolver três tipos de inteligências: a Lógico-Matemática, a Viso-Espacial e a Pictórica (capacidade de se expressar por meio de traços, ou seja, uma linguagem gráfica).

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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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Adam M Neville (14)
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Medium 9788582603659

Capítulo 14 - Dosagem de concretos

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

14

Dosagem de concretos

Pode-se dizer que as propriedades do concreto são estudadas principalmente para fins de seleção adequada dos componentes da mistura. É por essa perspectiva que as diversas propriedades do concreto serão analisadas neste capítulo.

No linguajar britânico, o processo de seleção dos componentes da mistura e de suas proporções é denominado projeto da mistura. Esse termo, embora comum, sugere que essa seleção é parte do projeto estrutural, o que não é correto, já que o projeto estrutural está relacionado ao desempenho necessário do concreto e não ao detalhamento das proporções dos materiais que atenderão a esse desempenho. O termo americano proporcionamento da mistura é excelente, mas não é utilizado de forma difundida no mundo. Por essa razão, será utilizada neste livro a expressão adotada para o título do capítulo, dosagem de concretos, algumas vezes abreviada como dosagem.*

Embora o projeto estrutural normalmente não leve a dosagem em consideração, o projeto impõe dois parâmetros para a dosagem: resistência e durabilidade do concreto. É importante mencionar que a trabalhabilidade deve ser adequada às condições de lançamento. As exigências de trabalhabilidade não se aplicam somente ao abatimento no momento da descarga da betoneira, mas também ao limite de perda de abatimento conforme a duração do lançamento do concreto. Como a trabalhabilidade necessária depende das condições da obra, ela não deve ser estabelecida antes da análise dos procedimentos de execução.

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Medium 9788582603659

Capítulo 2 - Materiais cimentícios

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

2

Materiais cimentícios

O capítulo anterior tratou das propriedades do cimento Portland em geral, e nele foi visto que cimentos com composição química e características físicas diferentes podem apresentar propriedades distintas quando hidratados. Portanto, deveria ser possível selecionar misturas de matérias-primas para a produção de cimentos com várias propriedades desejadas. Na verdade, existem diversos tipos de cimentos comerciais disponíveis, e cimentos especiais, sob encomenda, podem ser produzidos para usos específicos. Vários cimentos diferentes do Portland também estão disponíveis.

Antes de descrever os diversos tipos de cimentos Portland, é interessante discutir sobre os materiais cimentícios utilizados no concreto.

Classificação dos materiais cimentícios

Inicialmente, o concreto era produzido com a mistura de somente três materiais: cimento, agregados e água, sendo que o cimento era, quase sempre, o cimento Portland, discutido no capítulo anterior. Com o passar do tempo, com o objetivo de melhorar algumas propriedades do concreto, tanto no estado fresco quanto no estado endurecido, quantidades muito pequenas de produtos químicos foram adicionadas às misturas.

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Capítulo 3 - Propriedades dos agregados

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

3

Propriedades dos agregados

Como pelo menos 3/4 do volume do concreto é composto pelos agregados, não é surpresa que sua qualidade seja de grande importância. Os agregados podem limitar a resistência do concreto – já que, se tiverem propriedades indesejáveis, não conseguem produzir um concreto resistente –, e suas propriedades afetam significativamente a durabilidade e o desempenho estrutural do concreto.

A princípio, os agregados eram tidos como materiais inertes, dispersos na pasta de cimento, e eram utilizados principalmente por razões econômicas. Entretanto, é possível adotar uma visão contrária e considerá-los um material de construção ligado a um todo coeso por meio da pasta de cimento, de modo semelhante à alvenaria. Na realidade, os agregados não são verdadeiramente inertes, já que suas propriedades físicas, térmicas e, algumas vezes, químicas influenciam o desempenho do concreto.

Os agregados são mais baratos do que o cimento, então é econômico utilizá-los na maior quantidade possível, diminuindo, assim, a quantidade de cimento. A economia, entretanto, não é a única razão para o uso dos agregados: eles proveem vantagens técnicas consideráveis ao concreto, que tem maior estabilidade de volume e maior durabilidade do que a pasta de cimento hidratada.*

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Capítulo 11 - Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

11

Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Este capítulo trata de dois mecanismos de deterioração do concreto. O primeiro deles, embora somente importante em climas frios, é a maior causa da falta de durabilidade do concreto, a menos que sejam tomadas medidas preventivas adequadas. O segundo mecanismo, a ação de cloretos, é relevante apenas em concreto armado, mas também pode resultar em significativos danos às estruturas. A ação de cloretos é verificada tanto em climas frios quanto quentes, mas os detalhes da ação variam conforme as condições.

Ação do congelamento

No Capítulo 8, foram analisados os efeitos do congelamento sobre o concreto fresco e os métodos para evitar sua ocorrência. O que, entretanto, não pode ser evitado é a exposição do concreto maduro a ciclos alternados de gelo e degelo, fenômeno que é frequentemente observado na natureza.

Como a temperatura do concreto saturado em serviço é diminuída, a água retida nos poros capilares da pasta de cimento endurecida congela de um modo similar ao congelamento dos poros de rochas, o que causa a expansão do concreto. Caso haja um novo congelamento após o degelo subsequente, ocorre uma nova expansão, ou seja, os ciclos repetidos de gelo e degelo têm efeito cumulativo. O fenômeno ocorre, principalmente, na pasta de concreto endurecida: os maiores vazios do concreto, decorrentes de adensamento incompleto, geralmente contêm ar e, portanto, estão menos sujeitos à ação do congelamento.11.4

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Capítulo 7 - Outras características do concreto endurecido

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

7

Outras características do concreto endurecido

No capítulo anterior, foram analisados os principais fatores que influenciam a resistência do concreto. Neste, alguns aspectos adicionais da resistência serão discutidos, como a fadiga e o impacto. Também será feita uma breve descrição das propriedades elétricas e acústicas do concreto.

Cura do concreto

Para obter um bom concreto, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente apropriado durante os estágios iniciais de endurecimento.

Cura é a denominação dada aos procedimentos adotados para promover a hidratação do cimento e consiste no controle da temperatura e da entrada e saída de água do concreto. Os aspectos relacionados à temperatura serão tratados no Capítulo 8.

De forma mais específica, o objetivo da cura é manter o concreto saturado, ou o mais próximo possível disso, até que os espaços originalmente preenchidos com água na pasta de cimento fresca tenham sido preenchidos pela quantidade requerida de produtos de hidratação do cimento. No caso de concreto nas obras, a cura quase sempre é interrompida bem antes de a máxima hidratação ter ocorrido.

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Albert P Malvino David J Bates (26)
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Medium 9788580555929

Capítulo 19 - Filtros ativos

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

19

Filtros ativos

Quase todos os sistemas de comunicação usam filtros. Um filtro permite a passagem de uma faixa de frequências enquanto rejeita outra. Um filtro pode ser passivo ou ativo. Os filtros passivos são construídos com resistores, capacitores e indutores. Eles são em geral usados acima de 1 MHz, não têm ganho de potência e são relativamente difíceis de serem sintonizados.

Os filtros ativos são construídos com resistores capacitores e amp-ops.

Eles são úteis abaixo de 1 MHz, têm ganho de potência e são fáceis de serem sintonizados. Os filtros podem separar os sinais desejados dos indesejados, bloquear sinais de interferência, melhorar sinais de voz e vídeo e modificar sinais.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

19-1

19-2

19-3

19-4

19-5

19-6

19-7

19-8

19-9

19-10

19-11

19-12

Respostas ideais

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Medium 9788580555929

Apêndice B - Demonstrações matemáticas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Medium 9788580555929

Capítulo 20 - Circuitos não lineares com amp-op

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

20

Circuitos não lineares com amp-op

Amp-ops monolíticos são dispositivos baratos, versáteis e disponíveis. Eles podem ser usados não apenas em circuitos lineares como amplificadores de tensão, fontes de corrente e filtros ativos, mas também em circuitos não lineares como comparadores, modeladores de formas de onda e circuitos com diodo ativo. A saída de um amp-op não linear geralmente tem um formato diferente do sinal de entrada porque o amp-op satura durante parte do ciclo de entrada. Por isso, temos que analisar dois modos diferentes de operação para ver o que acontece durante um ciclo completo.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

20-1

20-2

20-3

20-4

20-5

20-6

20-7

20-8

20-9

20-10

20-11

Comparadores com referência zero

Comparadores com referência diferente de zero

Comparadores com histerese

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Medium 9788580555929

Capítulo 15 - Amplificadores diferenciais

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

15

Amplificadores diferenciais

O termo amplificador operacional (amp-op) se refere a um amplificador que realiza uma operação matemática. Historicamente, os primeiros amp-ops foram usados em computadores analógicos, em que realizavam adição, subtração, multiplicação e assim por diante. Houve uma época em que os amp-ops eram implementados com componentes separados. Hoje, a maioria dos amp-ops está na forma de circuito integrado (CI).

O amp-op típico é um amplificador CC com um ganho de tensão muito alto, uma impedância de entrada muito alta e uma impedância de saída muito baixa. A frequência de ganho unitário é de 1 MHz a mais de 20 MHz, dependendo do CI. Um circuito integrado amp-op é um bloco funcional completo com pinos externos. Conectando esses pinos a uma tensão de alimentação e a alguns componentes, podemos facilmente construir todos os tipos de circuitos úteis implementados com amp-ops.

O circuito de entrada usado na maioria dos amp-ops é o amplificador diferencial (amp-dif). Essa configuração de amplificador estabelece muitas das características de entrada do CI. O amplificador diferencial também pode ser configurado de maneira separada, sendo usado em circuitos de comunicação, instrumentação e controle industrial. Este capítulo concentra-se no amplificador diferencial usado em CIs.

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Medium 9788580555929

Capítulo 22 - Fontes de alimentação reguladas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

22

Fontes de alimentação reguladas

Com um diodo Zener, podemos construir um regulador de tensão simples.

Agora, queremos discutir o uso da realimentação negativa para melhorar a regulação de tensão. A discussão começa com os reguladores lineares, o tipo no qual o dispositivo de regulação opera na região linear. Discutiremos dois tipos de reguladores lineares: o tipo shunt (paralelo) e o tipo série. Este capítulo conclui com os reguladores chaveados, tipo no qual o dispositivo de regulação comuta entre ligado e desligado para melhorar a eficiência no consumo de potência.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

22-1

22-2

22-3

22-4

22-5

22-6

22-7

Características de fonte de alimentação

Reguladores shunt

Reguladores série

Reguladores lineares monolíticos

Reforçadores de corrente

Conversores CC-CC

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Medium 9788580550498

Capítulo 11 - Amplificadores CC e BC

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 11

AMPLIFICADORES CC E BC

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor.

Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores

Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

OBJETIVOS

Vocabulário acoplamento direto amplificador em base comum (BC) amplificador coletor comum (CC) conexão Darlington

Darlington complementar par Darlington reforçador ou seguidor (buffer) seguidor de emissor seguidor Zener transistor Darlington

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Desenhar o diagrama de um seguidor de emissor e descrever suas vantagens.

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Medium 9788580550498

Capítulo 2 - Semicondutores

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Medium 9788580550498

Capítulo 3 - Teoria dos diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Medium 9788580550498

Capítulo 5 - Diodos para aplicações especiais

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

DIODOS PARA

APLICAÇÕES ESPECIAIS

Diodos retificadores são os tipos mais comuns. Eles são usados nas fontes de alimentação para converter a tensão ca em cc. Mas retificação não é tudo o que um diodo pode fazer.

Estudaremos agora os diodos usados em outras aplicações. O capítulo começa com o diodo

Zener, que é otimizado para se fazer uso de suas propriedades de ruptura. Os diodos Zener são muito importantes porque são os principais componentes na regulação de tensão. Este

Vocabulário capítulo trata também dos diodos optoeletrônicos, Schottky, varactores e outros. acoplador ótico anodo comum catodo comum coeficiente de temperatura diodo de recuperação diodo de retaguarda diodo emissor de luz (LED) diodo laser diodo PIN diodo regulador de corrente diodo Schottky diodo túnel diodo Zener display de sete segmentos efeito Zener fator de degradação fotodiodo optoeletrônica pré-regulador região de fuga região de resistência negativa regulador Zener resistência Zener varactor varistor

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Medium 9788580550498

Capítulo 7 - Fundamentos de transistor

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

FUNDAMENTOS

DE TRANSISTOR

Existem dois modos básicos de ajustar o ponto de operação de um transistor: polarizando a base e polarizando o emissor. Polarizar a base produz um valor fixo na corrente da base, enquanto polarizar o emissor produz uma corrente fixa no emissor. A polarização da base é mais aplicada em circuitos de chaveamento, enquanto a polarização do emissor é predominante nos circuitos amplificadores. Este capítulo estuda a polarização da base, a polarização do emissor, circuitos de chaveamento e circuitos optoeletrônicos.

Vocabulário circuito amplificador circuito de chaveamento circuito de dois estados fator de correção fototransistor polarização da base polarização do emissor ponto de corte ponto de saturação ponto quiescente reta de carga saturação forte saturação fraca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Explicar por que a polarização da base não funciona bem nos circuitos de amplificação.

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Aline Dresch Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Junico Antunes (7)
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Medium 9788582602980

Capítulo 5 - Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

5

Proposta para a condução de pesquisas utilizando a design science research

Histórica e tradicionalmente, tem sido tarefa das disciplinas científicas ensinar a respeito das coisas naturais: como elas são e como elas funcionam.

E tem sido tarefa das escolas de engenharia ensinar sobre o que é artificial: como construir artefatos que tenham as propriedades desejadas e como projetar.

Herbert Alexander Simon, em As ciências do artificial (1981)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar métodos e recomendações de pesquisa para a condução da design science research.

• Elaborar atividades de apoio que possam gerar resultados confiáveis e relevantes para a pesquisa.

• Analisar resultados por meio de técnicas e ferramentas adequadas para a resolução do problema e posterior documentação em um protocolo de pesquisa.

A design science é, sem dúvida, uma abordagem que pode orientar pesquisas que se destinam a projetar ou desenvolver algo novo, uma vez que a design science tem como foco causar a mudança, criando artefatos e gerando soluções para problemas existentes.

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Medium 9788582602980

Capítulo 3 - Design science research

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

3

Design science research

O corpo do conhecimento acerca do design aparece fragmentado e disperso

(...). A design science deveria, portanto, ser redirecionada para uma pesquisa mais rigorosa, para produzir resultados que são caracterizados por uma alta validade externa, mas que possam também ser ensinados, aprendidos e colocados em prática pelos profissionais.

Georges Romme, em Making a difference: organization as design (2003)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar os principais conceitos e fundamentos para a aplicação da design science research.

• Comparar a design science research com outros métodos de pesquisa: o estudo de caso e a pesquisa-ação.

• Discriminar diferentes maneiras de avaliar os artefatos gerados pela design science research.

CARACTERÍSTICAS DA DESIGN SCIENCE RESEARCH E FUNDAMENTOS

PARA SUA CONDUÇÃO

A design science é a base epistemológica quando se trata do estudo do que é artificial.

A design science research, por sua vez, é o método que fundamenta e operacionaliza a condução da pesquisa quando o objetivo a ser alcançado é um artefato ou uma prescrição. Como método de pesquisa orientado à solução de problemas, a design science research busca, a partir do entendimento do problema, construir e avaliar artefatos que permitam transformar situações, alterando suas condições para estados melhores ou desejáveis. Ela é utilizada nas pesquisas como forma de diminuir o distanciamento entre teoria e prática.

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Capítulo 2 - Design science, a ciência do artificial

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

2

Design science, a ciência do artificial

Será legítimo abrigar-se durante mais tempo na sombra epistemológica

– ela própria, doravante, algo incerta – das disciplinas científicas antigas e pouco contestadas?

Jean-Louis Le Moigne, em Le Constructivisme – fondements (1994).

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Discutir as críticas dos principais autores acerca da ciência tradicional.

• Relacionar as principais diferenças entre a ciência tradicional e a design science.

• Explicar conceitos centrais da design science, sua estrutura, seu histórico e sua evolução.

CRÍTICA ÀS CIÊNCIAS TRADICIONAIS

As pesquisas realizadas sob o paradigma das ciências tradicionais, como as naturais e as sociais, resultam em estudos que se concentram em explicar, descrever, explorar ou predizer fenômenos e suas relações. Entretanto, quando se deseja estudar o projeto, a construção ou criação de um novo artefato, ou realizar pesquisas orientadas à solução de problemas, as ciências tradicionais podem apresentar limitações. O caminho, então, é utilizar a design science, um novo paradigma epistemológico para a condução de pesquisas. Veja o Quadro 2.1.

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Capítulo 1 - Sobrevoo pela pesquisa

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

1

Sobrevoo pela pesquisa

A ciência converteu-se no eixo da cultura contemporânea. E, sendo motor da tecnologia, a ciência acabou por controlar indiretamente a economia dos países desenvolvidos. Por conseguinte, quem quiser adquirir uma ideia adequada da sociedade moderna precisa estudar o mecanismo de produção científica, bem como a estrutura e o sentido de seus produtos.

Mário Bunge, em Epistemologia (1980)

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Apresentar os conceitos da ciência tradicional e da design science.

• Definir o posicionamento metodológico de suas pesquisas a partir do pêndulo.

• Classificar os métodos de pesquisa e técnicas para coleta e análise de dados.

• Construir conhecimento por meio de reflexões realizadas acerca da lógica de construção do conhecimento científico.

CIÊNCIA E PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

A sociedade do conhecimento, como a que vivemos, tem na ciência o seu principal eixo. É fácil reconhecer que os países líderes também o são em termos de produção científica.

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Capítulo 7 - Perspectivas

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

7

Perspectivas

Este livro procurou retomar as propostas de Herbert Simon em sua obra fundamental,

The sciences of the artificial, na qual importantes ideias e conceitos foram lançados. Uma relevante contribuição do livro consiste em convidar-nos a repensar nossas práticas de pesquisa, não no sentido de abandonar o que vem sendo realizado, mas procurando expandir nossa concepção sobre a ciência, seus objetos e objetivos, e a necessidade de desenvolver conhecimentos de natureza prescritiva que se expressem no projeto e na construção de artefatos.

Os trabalhos que compartilham das ideias e conceitos da design science vêm se desenvolvendo de maneira fragmentada, tanto no que se refere a áreas de pesquisa (gestão, sistemas de informação, contabilidade, engenharias) quanto em termos de problemáticas associadas à design science. Apesar disso, diversos avanços foram realizados, fruto do esforço de importantes pesquisadores ao redor do mundo. Procuramos, ao longo deste livro, consolidar o conjunto de contribuições que foram realizadas, avançar em alguns aspectos e proporcionar uma base para a condução de pesquisas usando o paradigma da design science e o método design science research.

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