A M Neville (21)
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Capítulo 17 - Conformidade com as Especificações

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17

Conformidade com as

Especificações

O projeto de estruturas de concreto é baseado na hipótese de que algumas propriedades mínimas (eventualmente máximas) do concreto, como a resistência (mas resistência real do concreto, tanto produzido em canteiro como em laboratório), sejam uma grandeza variável. As fontes de variabilidade são várias: variações nos componentes da mistura, mudanças na produção e lançamento do concreto e também, em relação aos resultados dos ensaios, as variações no procedimento de amostragem e no próprio ensaio. É importante minimizar essa variabilidade por meio de procedimentos de controle de qualidade e pela adoção dos procedimentos de ensaios normalizados descritos no Capítulo 16. Além disso, o conhecimento da variabilidade é necessário para que possa ser possível interpretar de maneira adequada os valores de resistência ou, em outras palavras, detectar alterações estatisticamente significativas na resistência contrapondo às variações aleatórias.

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Capítulo 19 - Dosagem

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19

Dosagem

Como se decide qual é o concreto necessário para uma utilização específica? As propriedades exigidas do concreto endurecido são especificadas pelo projetista estrutural, e as propriedades do concreto fresco são determinadas pelo tipo de obra e pelas técnicas de transporte e lançamento. Esses dois conjuntos de exigências tornam possível determinar a composição da mistura*, levando em consideração o nível de controle executado na obra. Em função disso, a dosagem pode ser definida como o processo de seleção dos componentes adequados e a determinação de suas proporções com o objetivo de produzir um concreto econômico, que tenha algumas propriedades mínimas, particularmente trabalhabilidade, resistência e durabilidade.

Nos capítulos anteriores, foram discutidos detalhadamente os vários fatores que influenciam nas propriedades do concreto. Neste capítulo, serão brevemente resumidos os fatores importantes considerados no processo de dosagem aplicados aos traços projetados**, não abordando os traços prescritos, padronizados e designados***

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Capítulo 10 - Cura do Concreto

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10

Cura do Concreto

Com objetivo de obter um concreto de boa qualidade, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente adequado durante os primeiros estágios de endurecimento. Cura é o nome dado aos procedimentos utilizados para promover a hidratação do cimento e, com isso, o desenvolvimento da sua resistência. Os procedimentos de cura consistem em controle da temperatura e do movimento de água de dentro para fora concreto e vice-versa, que afetam não somente a resistência, mas também a durabilidade. Este capítulo trata dos vários métodos de cura, tanto em temperatura normal, como em temperatura elevada.

Esta última acelera a velocidade das reações químicas de hidratação e o ganho de resistência. Entretanto, deve ser destacado que a aplicação precoce de uma temperatura mais alta pode afetar negativamente a resistência em longo prazo, ou seja, a influência da temperatura deve ser cuidadosamente analisada.

Cura normal

O objetivo da cura à temperatura normal é manter o concreto saturado ou o mais próximo disso possível, até que os espaços na pasta de cimento fresca, inicialmente preenchidos com água, sejam ocupados até um nível desejado, pelos produtos de hidratação do cimento. No caso de concretos aplicados em canteiros, a cura quase sempre cessa bem antes de atingir a máxima hidratação possível. A influência da cura úmida na resistência pode ser verificada na Fig. 10.1, sendo que as resistências à tração e à compressão são afetadas de maneira similar. A deficiência no ganho de resistência em consequência da cura inadequada, ou seja, devido à perda de água por evaporação,

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Capítulo 2 - Cimento

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2

Cimento

Os antigos romanos foram, provavelmente, os primeiros a utilizarem um concreto

(palavra de origem latina) baseado em um cimento hidráulico, que é um material que endurece pela ação da água. Essa propriedade e a característica de não sofrer alterações químicas pela exposição à água ao longo do tempo são as mais importantes e contribuíram para difundir o uso do concreto como material de construção. O cimento romano caiu em desuso, e somente em 1824 o cimento moderno, conhecido como cimento Portland, foi patenteado por Joseph Aspdin, um construtor de Leeds.

Cimento Portland é o nome dado ao cimento obtido pela mistura íntima de calcário, argila ou outros materiais silicosos, alumina e materiais que contenham óxido de ferro. Essa mistura é queimada à temperatura de clinquerização, sendo o material resultante dessa queima, o clínquer, moído. As definições das normas britânicas, bem como das normas europeias e americanas são baseadas nestes princípios: nenhum material, além de gipsita (sulfato de cálcio), água e agentes de moagem, deve ser adicionado após a queima.

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Capítulo 21 - Uma Visão Geral

A. M. Neville Grupo A PDF Criptografado

21

Uma Visão Geral

Em geral, um livro deste tipo não inclui um epílogo, mas nesse caso pode ser válido revisar o que se tentou obter ao dosar e lançar uma mistura de concreto e comparar o teórico com o prático.

É justo dizer que, em geral, a distância entre a teoria e a prática é grande. As duas estão próximas em grandes obras de engenharia civil, onde milhares de metros cúbicos de concreto são lançados. Nesse tipo de obra, grande parte dos esforços é dedicada à obtenção do melhor concreto possível para um determinado uso.

Pode valer a pena dar, em alguns detalhes, a forma de abordagem da produção de concreto em grandes projetos, porque isso serve de base para a elaboração de uma lista de verificação em que os itens específicos de um determinado projeto podem ser selecionados. A importância da especificação do concreto não pode ser superestimada. Ela deve identificar os vários tipos de concreto que podem ser necessários, talvez um para uso estrutural geral, outro para concreto protendido ou um concreto com características especiais de durabilidade, podendo estar incluídas nestas a resistência ao gelo-degelo, a resistência a ataques químicos específicos ou à abrasão. Não se está propondo uma profusão de misturas de concreto (pois isso complica a operação do canteiro e aumenta o risco de erros), mas somente o reconhecimento do fato de que a mistura deve ser adaptada às necessidades técnicas.

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Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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Medium 9788521635697

2 - Desenhando Letras, Números, Símbolos e Linhas

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Desenhando Letras,

Números, Símbolos e Linhas

2

Desenhos técnicos têm letras, números, símbolos e linhas executadas segundo normas e padrões. Neste capítulo é mostrado como a norma brasileira ABNT NBR 8402/94 fixa as diversas proporções e dimensões dos símbolos gráficos (letras e números), usados nos desenhos técnicos, bem como a NBR 8403/84, que define os tipos, usos e espessuras das linhas usadas no traçado dos Desenhos Técnicos Projetivos.

2.1 Letras, Números e Símbolos Matemáticos

A norma ABNT NBR 8402/94 (Execução de caractere para escrita em Desenho Técnico) fixa característica de escrita (letras, números e símbolos) usada em desenhos técnicos e documentos semelhantes. Aplica-se para escrita à mão livre e por instrumentos, inclusive por computador. A norma tem como objetivo a uniformidade, a legibilidade e a adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução. Cabe observar que a norma internacional

ISO 3098 apresenta as características da escrita normalizada, com diversos tipos.

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9 - Introdução ao Desenho Técnico Projetivo Aplicado

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

9

Introdução ao Desenho

Técnico Projetivo Aplicado

Entre os Capítulos 1 e 8, foram vistos todos os conceitos, normas, regras e procedimentos, para a execução de desenhos técnicos projetivos. Neste capítulo são mostrados alguns exemplos de desenhos técnicos aplicados a determinadas áreas, como, por exemplo, de

Arquitetura, Construção Civil, Mecânica e Eletrotécnica.

C

0,15

2,00

1,00x1,00

0,15

0,25

6,15

1,00x1,00

0,80x2,10

WC

4,00m²

2,4m²

SALA

6,20m²

2,00x1,50

0,85

0,70x2,10

0,70x2,10

0,70x2,10

7

CIRCULAÇÃO

0,60x2,10

3,60m²

QUARTO

4,00

8,0m²

3,00

4,00

0,15

,70x2,10

BANHO

COZINHA

B

0,15

0,70x2,10

0,15

A

2,00x1,50

1,85

0,60x2,10 0,60x2,10

4,00

0,15

24,60m²

8,65

EXEMPLO DE PLANTA BAIXA DE UMA RESIDÊNCIA

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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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1 - Introdução: Quem e Por que se Deve Estudar Desenho Técnico?

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução: Quem e

Por que se Deve Estudar

Desenho Técnico?

1

Quem? Principalmente os seguintes profissionais: mecânicos, pedreiros, eletricistas e mestres de obras, passando pelos técnicos de nível médio (Escolas Técnicas Industriais), pelos militares especialistas (sargentos e oficiais), bem como os tecnólogos e os graduados em

Arquitetura, Engenharias e Desenho Industrial (designer).

Por quê? Desenho técnico é a linguagem universal de todos que têm que se expressar gráfica e tecnicamente, para executar atividades profissionais de projeto, construção, fabricação, montagem, manutenção e até vendas de máquinas, equipamentos, instrumentos e sistemas de produção (pacotes ou packages), nas diversas áreas. O desenho técnico projetivo é multi, inter e trasdisciplinar.

Embora, atualmente, os desenhos técnicos sejam executados via programas de computador, é fundamental conhecer regras, procedimentos e Normas Técnicas (por exemplo, as da

ABNT), para que se saiba ler, interpretar e aplicar os desenhos técnicos. É importante citar a importância da habilidade em se desenhar à mão livre, na forma de rascunhos, esboços ou croquis, pois todo projeto se inicia de uma ideia e com os primeiros “rabiscos” à mão livre e com grafite sobre papel. Também é importante citar que o estudo e o conhecimento do desenho técnico muito ajudam a desenvolver três tipos de inteligências: a Lógico-Matemática, a Viso-Espacial e a Pictórica (capacidade de se expressar por meio de traços, ou seja, uma linguagem gráfica).

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3 - Desenhando em Escala

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Desenhando em Escala

3

Desenhos técnicos projetivos, executados com instrumentos (esquadro e compasso) ou via programas de computador, são feitos usando escalas de redução ou ampliação, segundo as dimensões do objeto ou peça a ser representada. Desenhos técnicos projetivos tipo esboço, rascunhos ou croquis, executados à mão livre, embora não utilizem escalas, devem ter suas dimensões no papel proporcionais às medidas reais (para não causar deformações).

Como o desenho técnico é utilizado para representação de objetos como máquinas, equipamentos, prédios e até sistemas completos e complexos de produção industrial, conclui-se que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Portanto, para permitir a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser representados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, pequenos necessitarão de uma representação ampliada. Por exemplo, o desenho de uma planta baixa de uma casa é feito com uma escala de redução, já o desenho de um alfinete, devido a seus detalhes mínimos, será feito com uma escala de ampliação.

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Adam M Neville (14)
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Medium 9788582603659

Capítulo 1 - Cimento Portland

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

1

Cimento Portland

Cimento, no sentido geral da palavra, pode ser descrito como um material com propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de uma unidade compacta. Essa definição abrange uma grande variedade de materiais cimentícios.

Na área da construção, o significado do termo “cimento” é restrito a materiais aglomerantes utilizados com pedras, areia, tijolos, blocos para alvenaria, etc. Os principais constituintes desse tipo de cimento são compostos de calcário, de modo que, em engenharia civil e construções, o interesse é o cimento à base de calcário. Visto que reagem quimicamente com a água, os cimentos para a produção de concreto têm a propriedade de reagir e endurecer sob a água, sendo, então, denominados cimentos hidráulicos.

Os cimentos hidráulicos são constituídos principalmente de silicatos e aluminatos de cálcio e podem ser classificados, de maneira geral, como cimentos naturais, cimentos Portland e cimentos aluminosos. Este capítulo aborda a fabricação do cimento

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Medium 9788582603659

Capítulo 7 - Outras características do concreto endurecido

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

7

Outras características do concreto endurecido

No capítulo anterior, foram analisados os principais fatores que influenciam a resistência do concreto. Neste, alguns aspectos adicionais da resistência serão discutidos, como a fadiga e o impacto. Também será feita uma breve descrição das propriedades elétricas e acústicas do concreto.

Cura do concreto

Para obter um bom concreto, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente apropriado durante os estágios iniciais de endurecimento.

Cura é a denominação dada aos procedimentos adotados para promover a hidratação do cimento e consiste no controle da temperatura e da entrada e saída de água do concreto. Os aspectos relacionados à temperatura serão tratados no Capítulo 8.

De forma mais específica, o objetivo da cura é manter o concreto saturado, ou o mais próximo possível disso, até que os espaços originalmente preenchidos com água na pasta de cimento fresca tenham sido preenchidos pela quantidade requerida de produtos de hidratação do cimento. No caso de concreto nas obras, a cura quase sempre é interrompida bem antes de a máxima hidratação ter ocorrido.

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Medium 9788582603659

Capítulo 13 - Concretos especiais

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

13

Concretos especiais

Neste capítulo, serão abordados diversos tipos de concretos que podem ser utilizados quando são necessárias propriedades especiais. O termo “especial” não significa que sejam raras ou desnecessárias, mas que se tratam de propriedades específicas que são desejáveis em determinadas circunstâncias. Vários tipos de concreto serão analisados, iniciando pelos concretos que contêm diferentes materiais cimentícios, utilizados com frequência atualmente (discutidos no Capítulo 2): cinza volante, escória granulada de alto-forno e sílica ativa.13.90

O segundo tipo de concreto a ser analisado é o denominado concreto de alto desempenho. Esse concreto, invariavelmente, contém no mínimo um dos materiais cimentícios mencionados acima, bem como, normalmente, um aditivo superplastificante.

A expressão “alto desempenho” é um tanto pretensiosa, já que a principal característica desse concreto é que seus ingredientes e suas proporções são selecionados de forma a resultar em propriedades especificamente adequadas ao uso esperado da estrutura. Essas propriedades, em geral, são alta resistência ou baixa permeabilidade.

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Capítulo 10 - Durabilidade do concreto

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

10

Durabilidade do concreto

É essencial que cada estrutura de concreto continue a desempenhar suas funções previstas, ou seja, mantenha sua resistência necessária e sua condição de utilização durante um tempo especificado ou uma vida útil tradicionalmente esperada. Conclui-se que o concreto deve ser capaz de suportar o processo de deterioração a que estará exposto.

Esse concreto é considerado durável.

É interessante citar que a durabilidade não significa uma vida infinita, tampouco a resistência do concreto a qualquer ação. Além disso, hoje se sabe que, em muitas situações, são necessárias operações rotineiras de manutenção do concreto.10.68 Um exemplo de procedimentos de manutenção é dado por Carter.10.72

O fato de a durabilidade não ter sido, até o momento, considerada neste livro poderia indicar que esse tema é de menor importância em relação às demais propriedades do concreto, em especial a resistência. Não é o caso, e, na verdade, em várias situações, a durabilidade é de importância primordial. Apesar disso, até recentemente, os avanços em cimento e na tecnologia do concreto concentraram-se na obtenção de resistências cada vez mais elevadas (ver página 348). Havia uma suposição de que um “concreto resistente é um concreto durável”, e as únicas considerações especiais feitas eram em relação aos efeitos dos ciclos de gelo e degelo e a algumas formas de ataques químicos.

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Capítulo 8 - Efeitos da temperatura no concreto

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

8

Efeitos da temperatura no concreto

Os ensaios de laboratório com concreto em geral são realizados em temperaturas controladas, normalmente constantes. Como antigamente os ensaios eram feitos em climas temperados, a temperatura padrão escolhida geralmente variava entre 18 e 21 °C, de modo que hoje muitas das propriedades básicas dos concretos fresco e endurecido são baseadas no comportamento do concreto nessas temperaturas. Entretanto, na prática, o concreto é misturado em um grande intervalo de temperaturas e também permanece em serviço em diferentes temperaturas. De fato, o intervalo real das temperaturas se ampliou bastante, e hoje muitas obras ocorrem em países de tempo quente. Além disso, novos empreendimentos, principalmente offshore, têm surgido em regiões de tempo muito frio.

Em virtude disso, é de fundamental importância conhecer os efeitos da temperatura no concreto, e esse é o assunto deste capítulo. Inicialmente, será discutida a influência da temperatura do concreto fresco na resistência, seguida por uma revisão dos tratamentos térmicos após o lançamento do concreto, ou seja, a cura a vapor à pressão atmosférica e à alta pressão. Em seguida, serão discutidos os efeitos do aumento da temperatura do concreto devidos à liberação do calor de hidratação do cimento, seguidos pela discussão sobre a concretagem em tempos* quente e frio. Por fim, serão abordadas as propriedades térmicas do concreto endurecido e a influência de temperaturas muito elevadas e muito baixas em serviço, incluindo os efeitos do fogo.

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Albert P Malvino David J Bates (13)
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Medium 9788580555929

Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

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Capítulo 16 - Amplificadores operacionais

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

16

Amplificadores operacionais

Embora alguns amp-ops de alta potência sejam comercializados, a maioria são dispositivos de baixas potências com uma especificação de potência máxima de menos de 1 W. Alguns amp-ops são otimizados em termos de largura de banda, outros em termos de baixos offsets de entrada, baixo ruído e assim por diante. Essa é a razão da ampla variedade de amp-ops disponíveis.

Podemos encontrar um amp-op para quase todas as aplicações analógicas.

Os amp-ops são alguns dos componentes ativos mais básicos em sistemas analógicos. Por exemplo, conectando dois resistores externos, podemos construir conversores de formas de onda, osciladores, filtros ativos e outros circuitos úteis.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

16-1

16-2

16-3

16-4

16-5

16-6

16-7

Introdução aos amp-ops

Amp-op 741

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Capítulo 22 - Fontes de alimentação reguladas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

22

Fontes de alimentação reguladas

Com um diodo Zener, podemos construir um regulador de tensão simples.

Agora, queremos discutir o uso da realimentação negativa para melhorar a regulação de tensão. A discussão começa com os reguladores lineares, o tipo no qual o dispositivo de regulação opera na região linear. Discutiremos dois tipos de reguladores lineares: o tipo shunt (paralelo) e o tipo série. Este capítulo conclui com os reguladores chaveados, tipo no qual o dispositivo de regulação comuta entre ligado e desligado para melhorar a eficiência no consumo de potência.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

22-1

22-2

22-3

22-4

22-5

22-6

22-7

Características de fonte de alimentação

Reguladores shunt

Reguladores série

Reguladores lineares monolíticos

Reforçadores de corrente

Conversores CC-CC

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Apêndice B - Demonstrações matemáticas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Demonstrações matemáticas

Prova da Equação (18-2)

A equação de uma tensão senoidal é: v = V p sen ωt

A derivada em relação ao tempo é: dv

= ω V p cos ωt dt

A taxa de variação máxima ocorre para t = 0. Além disto, como a frequência aumenta, atingimos o ponto em que a taxa de variação máxima iguala ao valor da taxa de inclinação (slew rate). Neste ponto crítico:

⎛ dv ⎞

S R = ⎜⎜ ⎟⎟

= ωmáxV p = 2π f máxV p

⎝ dt ⎠máx

Resolvendo para f(máx) em termos de SR, obtemos: f máx =

SR

2πV p

Prova da Equação (19-10)

Aqui temos uma derivação para a impedância de saída em malha fechada. Comece com:

Av (CL ) =

AVOL

1 + AVOL B

Substitua:

Av = Au

RL rout = RL

onde Av é o ganho com carga (R L conectada) e Au é o ganho sem carga (R L desconectada). Após a substituição por Av, o ganho em malha fechada fica simplificado para:

Av (CL ) =

Au

1 + Au B + rout /RL

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Capítulo 21 - Osciladores

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

21

Osciladores

Em frequências inferiores a 1 MHz, podemos usar osciladores RC para gerar ondas senoidais quase perfeitas. Os osciladores de baixa frequência usam amp-ops e circuitos RC ressonantes para estabelecer a frequência de oscilação.

Acima de 1 MHz, são utilizados circuitos LC ressonantes. Este capítulo examina também um chip popular conhecido como temporizador 555. Ele é usado em muitas aplicações para gerar atrasos de tempo, osciladores controlados por tensão e sinais modulados. O Capítulo também aborda um importante circuito denominado malha de fase amarrada (PLL — phase-locked loop) e finaliza com o popular CI gerador de funções XR-2206.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

21-1

21-2

21-3

21-4

21-5

21-6

21-7

21-8

21-9

21-10

21-11

Teoria da oscilação senoidal

Oscilador em ponte de Wien

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Medium 9788580550498

Capítulo 2 - Semicondutores

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Capítulo 4 - Circuitos com diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

CIRCUITOS COM DIODOS

A maioria dos sistemas eletrônicos, como os aparelhos de televisão, DVD e CD e computadores, precisa de uma fonte de alimentação cc para funcionar corretamente. Como a energia elétrica disponível é em tensão alternada, a primeira providência que devemos tomar é converter a tensão da rede elétrica ca em uma tensão cc. A parte do sistema eletrônico que produz a tensão cc é chamada de fonte de alimentação. Dentro da fonte de alimentação estão os circuitos que fazem a corrente circular em apenas um sentido, eles são chamados de retificadores. Este capítulo trata de circuitos, retificadores, filtros, ceifadores, grampeadores, limitadores e multiplicadores de tensão.

Vocabulário capacitor polarizado ceifador

CI regulador de tensão circuito integrado corrente unidirecional na carga corrente de surto detector de pico filtro filtro de entrada com indutor filtro de entrada com capacitor filtro passivo fonte de alimentação grampeador multiplicador de tensão ondulação ponte retificadora regulador chaveado resistor de surto retificador retificador de meia onda retificador de onda completa em ponte tensão de pico inversa valor cc de um sinal

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Capítulo 3 - Teoria dos diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Capítulo 9 - Modelos CA

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

MODELOS CA

Depois que um transistor foi polarizado com o ponto Q próximo do centro da reta de carga, podemos acoplar uma tensão ca de baixo valor na base. Isso produzirá uma tensão ca no coletor. A tensão ca no coletor tem a mesma forma de onda da tensão ca na base, porém maior.

Em outras palavras, a tensão ca no coletor é uma versão amplificada da tensão ca na base. A invenção de dispositivos de amplificação, primeiro as válvulas e depois os transistores, foi um ponto decisivo para a evolução da eletrônica. Sem a amplificação não haveria rádio, televisão ou computadores.

Vocabulário amplificador BC amplificador CC amplificador EC amplificadores de pequeno sinal capacitor de acoplamento capacitor de desvio (bypass) circuito equivalente ca circuito equivalente cc curto ca distorção ganho de corrente ca ganho de tensão modelo Ebers-Moll modelo T modelo ␲ resistência ca do emissor teorema da superposição terra ca

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Capítulo 11 - Amplificadores CC e BC

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 11

AMPLIFICADORES CC E BC

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor.

Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores

Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

OBJETIVOS

Vocabulário acoplamento direto amplificador em base comum (BC) amplificador coletor comum (CC) conexão Darlington

Darlington complementar par Darlington reforçador ou seguidor (buffer) seguidor de emissor seguidor Zener transistor Darlington

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Desenhar o diagrama de um seguidor de emissor e descrever suas vantagens.

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