A M Neville (21)
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Capítulo 19 - Dosagem

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19

Dosagem

Como se decide qual é o concreto necessário para uma utilização específica? As propriedades exigidas do concreto endurecido são especificadas pelo projetista estrutural, e as propriedades do concreto fresco são determinadas pelo tipo de obra e pelas técnicas de transporte e lançamento. Esses dois conjuntos de exigências tornam possível determinar a composição da mistura*, levando em consideração o nível de controle executado na obra. Em função disso, a dosagem pode ser definida como o processo de seleção dos componentes adequados e a determinação de suas proporções com o objetivo de produzir um concreto econômico, que tenha algumas propriedades mínimas, particularmente trabalhabilidade, resistência e durabilidade.

Nos capítulos anteriores, foram discutidos detalhadamente os vários fatores que influenciam nas propriedades do concreto. Neste capítulo, serão brevemente resumidos os fatores importantes considerados no processo de dosagem aplicados aos traços projetados**, não abordando os traços prescritos, padronizados e designados***

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Capítulo 10 - Cura do Concreto

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10

Cura do Concreto

Com objetivo de obter um concreto de boa qualidade, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente adequado durante os primeiros estágios de endurecimento. Cura é o nome dado aos procedimentos utilizados para promover a hidratação do cimento e, com isso, o desenvolvimento da sua resistência. Os procedimentos de cura consistem em controle da temperatura e do movimento de água de dentro para fora concreto e vice-versa, que afetam não somente a resistência, mas também a durabilidade. Este capítulo trata dos vários métodos de cura, tanto em temperatura normal, como em temperatura elevada.

Esta última acelera a velocidade das reações químicas de hidratação e o ganho de resistência. Entretanto, deve ser destacado que a aplicação precoce de uma temperatura mais alta pode afetar negativamente a resistência em longo prazo, ou seja, a influência da temperatura deve ser cuidadosamente analisada.

Cura normal

O objetivo da cura à temperatura normal é manter o concreto saturado ou o mais próximo disso possível, até que os espaços na pasta de cimento fresca, inicialmente preenchidos com água, sejam ocupados até um nível desejado, pelos produtos de hidratação do cimento. No caso de concretos aplicados em canteiros, a cura quase sempre cessa bem antes de atingir a máxima hidratação possível. A influência da cura úmida na resistência pode ser verificada na Fig. 10.1, sendo que as resistências à tração e à compressão são afetadas de maneira similar. A deficiência no ganho de resistência em consequência da cura inadequada, ou seja, devido à perda de água por evaporação,

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Capítulo 16 - Ensaios

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16

Ensaios

É claro que não é suficiente ter o conhecimento de como selecionar uma mistura de concreto com a expectativa de que ela tenha determinadas propriedades e como especificar essa mistura. Também é necessário garantir que esta é a escolha correta.

O método básico para verificar se o concreto atende às especificações (ver Capítulo 17) é realizar ensaios de sua resistência utilizando cubos ou cilindros produzidos a partir de amostras de concreto fresco. O ideal seria planejar a realização de ensaios de conformidade para as misturas de concreto fresco, antes mesmo de ser lançado, mas infelizmente esses ensaios são bastante complexos e não apropriados para canteiros de obra. Por consequência, a resistência do concreto endurecido deve ser determinada em um momento em que uma quantidade considerável de concreto suspeito pode ter sido lançada. Para compensar essa desvantagem, algumas vezes são utilizados ensaios acelerados como base para a conformidade.

Deve-se ressaltar que a não conformidade em um ensaio de um único corpo de prova, ou mesmo um grupo, não significa necessariamente que o concreto de onde foram obtidos os corpos de prova seja inferior ao especificado. A reação do engenheiro deve ser a realização de uma investigação maior sobre o concreto. Isso pode ser feito por ensaios não destrutivos no concreto da estrutura (ver BS 1881–201:

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Capítulo 8 - Aditivos

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8

Aditivos

Frequentemente, em vez da utilização de um cimento especial, é possível alterar algumas das propriedades dos cimentos de uso mais comum pela incorporação de uma adição, um aditivo para cimento ou um aditivo para concreto. Em alguns casos, essa incorporação é a única maneira de se alcançar um determinado efeito. Existe um grande número de produtos registrados disponíveis. Seus efeitos desejados são descritos pelos fabricantes, mas alguns outros efeitos podem não ser conhecidos, de modo que um enfoque cauteloso, incluindo ensaios de desempenho, é sensato. Deve ser ressaltado que os termos “adição”* e “aditivo”**

Este capítulo trata principalmente dos aditivos químicos. Os agentes incorporadores de ar que têm como objetivo principal a proteção do concreto contra os efeitos deletérios de ciclos de gelo-degelo serão considerados no Capítulo 15. Os aditivos químicos são, essencialmente, os redutores de água (plastificantes), retardadores de pega e aceleradores, classificados pela ASTM C 494–05a, respectivamente, como

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Capítulo 14 - Permeabilidade e Durabilidade

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14

Permeabilidade e Durabilidade

A durabilidade do concreto é uma de suas propriedades mais importantes, pois é essencial que ele seja capaz de suportar as condições para as quais foi projetado durante a vida da estrutura.

A falta de durabilidade pode ser causada por agentes externos advindos do meio ou por agentes internos ao concreto. As causas podem ser classificadas como físicas, mecânicas e químicas. As causas físicas vêm da ação do congelamento (ver Capítulo

15) e das diferenças entre as propriedades térmicas do agregado e da pasta de cimento (ver Capítulo 13), enquanto as causas mecânicas estão associadas principalmente

à abrasão (ver Capítulo 11).

Neste capítulo, o enfoque será nas causas químicas: ataques por sulfatos, ácidos,

água do mar e cloretos, que induzem a corrosão eletroquímica da armadura. Como esses ataques ocorrem no interior da massa de concreto, o agente agressivo deve ser capaz de penetrar no concreto, que, por sua vez, tem de ser permeável. A permeabilidade é, portanto, de fundamental interesse. O ataque é favorecido pelo transporte interno dos agentes agressivos por difusão devido aos gradientes internos de umidade e temperatura e pela osmose.

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Abrantes Jos Filgueiras Filho Carleones Amarante (9)
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Medium 9788521635697

1 - Introdução: Quem e Por que se Deve Estudar Desenho Técnico?

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução: Quem e

Por que se Deve Estudar

Desenho Técnico?

1

Quem? Principalmente os seguintes profissionais: mecânicos, pedreiros, eletricistas e mestres de obras, passando pelos técnicos de nível médio (Escolas Técnicas Industriais), pelos militares especialistas (sargentos e oficiais), bem como os tecnólogos e os graduados em

Arquitetura, Engenharias e Desenho Industrial (designer).

Por quê? Desenho técnico é a linguagem universal de todos que têm que se expressar gráfica e tecnicamente, para executar atividades profissionais de projeto, construção, fabricação, montagem, manutenção e até vendas de máquinas, equipamentos, instrumentos e sistemas de produção (pacotes ou packages), nas diversas áreas. O desenho técnico projetivo é multi, inter e trasdisciplinar.

Embora, atualmente, os desenhos técnicos sejam executados via programas de computador, é fundamental conhecer regras, procedimentos e Normas Técnicas (por exemplo, as da

ABNT), para que se saiba ler, interpretar e aplicar os desenhos técnicos. É importante citar a importância da habilidade em se desenhar à mão livre, na forma de rascunhos, esboços ou croquis, pois todo projeto se inicia de uma ideia e com os primeiros “rabiscos” à mão livre e com grafite sobre papel. Também é importante citar que o estudo e o conhecimento do desenho técnico muito ajudam a desenvolver três tipos de inteligências: a Lógico-Matemática, a Viso-Espacial e a Pictórica (capacidade de se expressar por meio de traços, ou seja, uma linguagem gráfica).

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6 - Vistas Auxiliares, Parciais, Deslocadas, Interrompidas e Vistas com Características e Particularidades Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

6

Vistas Auxiliares,

Parciais, Deslocadas,

Interrompidas e Vistas com Características e

Particularidades Especiais

Em muitos casos, encontramos objetos e peças com características especiais, onde a simples aplicação do conceito de vistas ortográficas, discutidas no Capítulo 5, não consegue produzir bons resultados, ou seja, o desenho mostra linhas que dificultam e até impedem sua compreensão e uso. Várias destas características e particularidades são detalhadas neste capítulo.

6.1 Vista Auxiliar

No Capítulo 5 foi visto que as vistas ortográficas são oriundas do conceito de projeções cilíndricas ortogonais, ou seja, a visão é perpendicular ao plano ou face que se quer projetar.

E quando uma face de um objeto ou peça não é perpendicular, ou melhor, tem um ângulo diferente de 90º? É nesta condição que se utiliza o recurso da vista auxiliar.

Usa-se a vista auxiliar quando se quer mostrar detalhes e dimensões de uma face que forma um ângulo diferente de 90º. É importante citar que não é apenas o fato de se ter uma face inclinada que requer uma vista auxiliar. A mesma só deve ser feita caso existam detalhes que apareceriam “distorcidos” ou não em verdadeira grandeza. As figuras a seguir mostram estes detalhes.

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5 - Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

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Origem e Detalhes das Vistas Ortográficas

Os desenhos técnicos projetivos compreendem tanto as perspectivas (desenhos tridimensionais), já mostradas no Capítulo 4, quanto as vistas ortográficas em duas dimensões (desenhos bidimensionais). Neste capítulo é mostrada a origem das vistas ortográficas, que advêm do conceito de projeção cilíndrica ortogonal. São mostrados os conceitos, considerando o

1o diedro (usado no Brasil), bem como o 3o diedro de projeção (usado nos EUA e Canadá).

5.1 Conceito de Projeção

A Geometria Descritiva (GD) usa um sistema de projeção cilíndrica e ortogonal, ou seja, como pertencente a um cilindro e fazendo 90º com o plano de projeção. As primeiras ideias de projeção de uma figura sobre um plano muito provavelmente se originaram da observação da projeção da sombra de uma árvore em função da luz do Sol. As primeiras projeções eram cônicas, exatamente como o olho humano vê as coisas. Isso pode ser confirmado quando se está em um grande corredor ou quando se olha um longo trilho de uma ferrovia. A sensação que se tem é a de que as linhas se encontram, quando na verdade são paralelas, ou seja, a distância é constante. Na sequência pensou-se na projeção cilíndrica oblíqua, ou seja, inclinada em relação ao plano de projeção e, posteriormente, na projeção cilíndrica ortogonal, ou método mongeano. As figuras a seguir ilustram esses detalhes.

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4 - Introdução à Representação Gráfica Espacial (Tridimensional), Usando as Perspectivas: Cônica, Cavaleira, Isométrica, Dimétrica e Trimétrica

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução à

4

Representação Gráfica

Espacial (Tridimensional),

Usando as Perspectivas:

Cônica, Cavaleira, Isométrica,

Dimétrica e Trimétrica

Os desenhos técnicos projetivos são vistas ortográficas em duas dimensões, representando objetos ou peças que têm três dimensões. Quando se quer representar um objeto ou peça, em um plano (duas dimensões), mas dando “ideia” de profundidade ou três dimensões, recorre-se ao conceito de perspectiva. Neste capítulo são mostradas e exemplificadas as principais perspectivas usadas em desenhos técnicos projetivos. É importante citar que o melhor tipo de perspectiva a ser utilizada depende de detalhes e características da peça ou objeto, como visto neste capítulo. Também deve ser citado que, com o uso de programas de computador, a execução de perspectivas ficou muito facilitada.

A palavra perspectiva vem do latim perspicere, que significa “ver através de”. Embora desde a Grécia Antiga artistas já desenhassem expressando a ideia de volume e profundidade, foi a partir da conceituação da perspectiva cônica, em 1413, que outros tipos de perspectivas foram sendo desenvolvidos.

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7 - Vistas Secionais. Cortes e Seções. Normas, Recomendações e Detalhes Especiais

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Vistas Secionais.

7

Cortes e Seções. Normas,

Recomendações e Detalhes

Especiais

Muitas vezes objetos e peças possuem detalhes internos que, representados nas vistas ortográficas, geram arestas não visíveis, indicadas por linhas tracejadas. Dependendo da quantidade de detalhes não visíveis, ou seja, com muitas linhas tracejadas, a compreensão do objeto ou peça fica mais difícil, gerando dúvidas e perda de tempo. Para diminuir estes problemas de interpretação, a teoria do desenho técnico projetivo fornece ferramentas que permitem ver detalhes do interior do objeto ou peça. Essas ferramentas são as vistas secionais, representadas na prática por cortes e seções, descritos neste capítulo, além de várias observações sobre as mesmas.

Em desenho técnico projetivo, cortar um objeto ou peça, literalmente, significa imaginar um corte físico, por exemplo, com uma serra, para se ter acesso e ver os detalhes internos.

A Figura 7.1 (d) mostra este conceito de corte e, na sequência, são detalhados os diversos tipos de vistas secionais, que são classificadas como: corte total, meio corte, corte em desvio, corte parcial e seções.

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Adam M Neville (14)
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Medium 9788582603659

Capítulo 4 - Concreto fresco

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4

Concreto fresco

Embora o concreto fresco não seja o foco principal, deve ser destacado que a resistência do concreto com uma mistura de determinadas proporções é bastante influenciada por seu grau de adensamento. Assim, é fundamental que a consistência da mistura seja tal que o concreto possa ser transportado, lançado, adensado e acabado facilmente e sem segregação. Este capítulo, portanto, é dedicado às propriedades do concreto no estado fresco que contribuem para esse objetivo.

Antes de analisar o concreto fresco, deve ser observado que os três primeiros capítulos discutiram somente dois dos três materiais essenciais para o concreto: o cimento e os agregados. O terceiro ingrediente essencial é a água, que será discutida a seguir.

É adequado citar aqui que a maioria dos concretos, senão todos, também contém aditivos – tema do Capítulo 5.

Qualidade da água de amassamento

A principal influência da quantidade de água de amassamento na resistência do concreto será abordada no Capítulo 6. De qualquer forma, as pesquisas sobre concreto geralmente têm demonstrado pouco interesse na água de amassamento. Reconhecidamente, a água

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Capítulo 11 - Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

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11

Efeitos do gelo e degelo e de cloretos

Este capítulo trata de dois mecanismos de deterioração do concreto. O primeiro deles, embora somente importante em climas frios, é a maior causa da falta de durabilidade do concreto, a menos que sejam tomadas medidas preventivas adequadas. O segundo mecanismo, a ação de cloretos, é relevante apenas em concreto armado, mas também pode resultar em significativos danos às estruturas. A ação de cloretos é verificada tanto em climas frios quanto quentes, mas os detalhes da ação variam conforme as condições.

Ação do congelamento

No Capítulo 8, foram analisados os efeitos do congelamento sobre o concreto fresco e os métodos para evitar sua ocorrência. O que, entretanto, não pode ser evitado é a exposição do concreto maduro a ciclos alternados de gelo e degelo, fenômeno que é frequentemente observado na natureza.

Como a temperatura do concreto saturado em serviço é diminuída, a água retida nos poros capilares da pasta de cimento endurecida congela de um modo similar ao congelamento dos poros de rochas, o que causa a expansão do concreto. Caso haja um novo congelamento após o degelo subsequente, ocorre uma nova expansão, ou seja, os ciclos repetidos de gelo e degelo têm efeito cumulativo. O fenômeno ocorre, principalmente, na pasta de concreto endurecida: os maiores vazios do concreto, decorrentes de adensamento incompleto, geralmente contêm ar e, portanto, estão menos sujeitos à ação do congelamento.11.4

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Capítulo 10 - Durabilidade do concreto

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10

Durabilidade do concreto

É essencial que cada estrutura de concreto continue a desempenhar suas funções previstas, ou seja, mantenha sua resistência necessária e sua condição de utilização durante um tempo especificado ou uma vida útil tradicionalmente esperada. Conclui-se que o concreto deve ser capaz de suportar o processo de deterioração a que estará exposto.

Esse concreto é considerado durável.

É interessante citar que a durabilidade não significa uma vida infinita, tampouco a resistência do concreto a qualquer ação. Além disso, hoje se sabe que, em muitas situações, são necessárias operações rotineiras de manutenção do concreto.10.68 Um exemplo de procedimentos de manutenção é dado por Carter.10.72

O fato de a durabilidade não ter sido, até o momento, considerada neste livro poderia indicar que esse tema é de menor importância em relação às demais propriedades do concreto, em especial a resistência. Não é o caso, e, na verdade, em várias situações, a durabilidade é de importância primordial. Apesar disso, até recentemente, os avanços em cimento e na tecnologia do concreto concentraram-se na obtenção de resistências cada vez mais elevadas (ver página 348). Havia uma suposição de que um “concreto resistente é um concreto durável”, e as únicas considerações especiais feitas eram em relação aos efeitos dos ciclos de gelo e degelo e a algumas formas de ataques químicos.

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Capítulo 12 - Ensaios em concreto endurecido

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

12

Ensaios em concreto endurecido

Foi visto que as propriedades do concreto são uma função do tempo e da umidade do ambiente, razão pela qual os ensaios em concreto devem ser realizados sob condições especificadas ou conhecidas para que os resultados sejam válidos. Diferentes métodos e técnicas de ensaio são utilizados em diferentes países – algumas vezes, até no mesmo país. Como vários desses ensaios são utilizados em trabalhos de laboratório, especialmente em pesquisa, é importante o conhecimento da influência dos métodos de ensaio na propriedade determinada. Obviamente, é essencial distinguir os efeitos nas condições de ensaio das diferenças intrínsecas dos concretos em análise.

Os ensaios podem ser realizados para diferentes fins, mas os dois objetivos principais são o controle de qualidade e a conformidade às especificações. Ensaios adicionais podem ser feitos para fins especiais, como, por exemplo, ensaios de resistência à compressão para determinar a resistência do concreto para a aplicação de protensão ou o prazo para a retirada de fôrmas e escoramentos. Deve ser lembrado que os ensaios não são um fim em si mesmo, pois, em muitos casos práticos, eles não possibilitam uma interpretação clara, de modo que, a fim de o resultado ser de valor efetivo, os ensaios devem ser sempre utilizados com o apoio da experiência.

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Capítulo 7 - Outras características do concreto endurecido

Adam M. Neville Grupo A PDF Criptografado

7

Outras características do concreto endurecido

No capítulo anterior, foram analisados os principais fatores que influenciam a resistência do concreto. Neste, alguns aspectos adicionais da resistência serão discutidos, como a fadiga e o impacto. Também será feita uma breve descrição das propriedades elétricas e acústicas do concreto.

Cura do concreto

Para obter um bom concreto, o lançamento de uma mistura adequada deve ser seguido pela cura em um ambiente apropriado durante os estágios iniciais de endurecimento.

Cura é a denominação dada aos procedimentos adotados para promover a hidratação do cimento e consiste no controle da temperatura e da entrada e saída de água do concreto. Os aspectos relacionados à temperatura serão tratados no Capítulo 8.

De forma mais específica, o objetivo da cura é manter o concreto saturado, ou o mais próximo possível disso, até que os espaços originalmente preenchidos com água na pasta de cimento fresca tenham sido preenchidos pela quantidade requerida de produtos de hidratação do cimento. No caso de concreto nas obras, a cura quase sempre é interrompida bem antes de a máxima hidratação ter ocorrido.

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Albert P Malvino David J Bates (13)
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Medium 9788580555929

Apêndice D - Lista de tabelas selecionadas

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice D

Lista de tabelas selecionadas

14-1 Entre a banda média e o corte

14-2 Propriedades do ganho de potência

14-3 Propriedades do ganho de tensão

14-4 Potência em dBm

14-5 Tensão em dBV

14-6 Entre a banda média e o corte

14-7 Resposta do circuito de atraso

14-8 Resposta de um circuito de atraso

14-9 Análise de frequência de um amplificador

15-1 Configurações de um amp-dif

15-2 Ganhos de Tensão do amp-dif

15-3 Fontes de tensão de erro de saída

16-1 Características típicas de amp-ops

16-2 Configurações básicas com amp-op

17-1 Realimentação negativa ideal

17-2 Quatro tipos de realimentação negativa

19-1 Atenuação para aproximações de sexta ordem

19-2 Aproximações de filtro

19-3 Valores de K e amplitude da ondulação de estágios de segunda ordem

19-4 Fatores Q escalonados de filtros passa-baixas Butterworth

19-5 Fatores Q escalonados e frequências pólo de filtros passa-baixas

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Capítulo 20 - Circuitos não lineares com amp-op

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

20

Circuitos não lineares com amp-op

Amp-ops monolíticos são dispositivos baratos, versáteis e disponíveis. Eles podem ser usados não apenas em circuitos lineares como amplificadores de tensão, fontes de corrente e filtros ativos, mas também em circuitos não lineares como comparadores, modeladores de formas de onda e circuitos com diodo ativo. A saída de um amp-op não linear geralmente tem um formato diferente do sinal de entrada porque o amp-op satura durante parte do ciclo de entrada. Por isso, temos que analisar dois modos diferentes de operação para ver o que acontece durante um ciclo completo.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

20-1

20-2

20-3

20-4

20-5

20-6

20-7

20-8

20-9

20-10

20-11

Comparadores com referência zero

Comparadores com referência diferente de zero

Comparadores com histerese

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Capítulo 17 - Realimentação negativa

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

17

Realimentação negativa

Em agosto de 1927, um jovem engenheiro de nome Harold Black tomou uma balsa de Staten Island, em Nova Iorque, para ir trabalhar. Para passar o tempo nas manhãs de verão, ele anotou rapidamente algumas equações sobre uma nova ideia. Durante os meses seguintes, ele dedicou-se à ideia e em seguida a submeteu a uma patente. Mas assim como acontece frequentemente com uma ideia verdadeiramente nova, ela era ridícula. O escritório de patentes rejeitou sua aplicação e a classificou como mais uma daquelas “loucuras de moto-perpétuo”. Mas apenas durante algum tempo. A ideia de Black era a realimentação negativa.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

17-1

17-2

17-3

17-4

17-5

17-6

17-7

Quatro tipos de realimentação negativa

Ganho de tensão de um

VCVS

Outras equações para VCVS

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Capítulo 16 - Amplificadores operacionais

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16

Amplificadores operacionais

Embora alguns amp-ops de alta potência sejam comercializados, a maioria são dispositivos de baixas potências com uma especificação de potência máxima de menos de 1 W. Alguns amp-ops são otimizados em termos de largura de banda, outros em termos de baixos offsets de entrada, baixo ruído e assim por diante. Essa é a razão da ampla variedade de amp-ops disponíveis.

Podemos encontrar um amp-op para quase todas as aplicações analógicas.

Os amp-ops são alguns dos componentes ativos mais básicos em sistemas analógicos. Por exemplo, conectando dois resistores externos, podemos construir conversores de formas de onda, osciladores, filtros ativos e outros circuitos úteis.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

16-1

16-2

16-3

16-4

16-5

16-6

16-7

Introdução aos amp-ops

Amp-op 741

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Capítulo 14 - Efeitos de frequência

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

14

Efeitos de frequência

Em capítulos anteriores estudamos os amplificadores operando em suas faixas de frequência normal. Agora, vamos discutir como um amplificador responde quando a frequência de entrada estiver fora da faixa normal de operação. No caso de um amplificador CA, o ganho de tensão diminui quando a frequência de entrada for muito baixa ou muito alta. Por outro lado, os amplificadores CC têm ganhos de tensão desde a frequência zero. Apenas em altas frequências é que o ganho de tensão de um amplificador CC cai. Podemos usar os decibéis para descrever o decréscimo do ganho de tensão e um gráfico de Bode para representar a resposta de um amplificador.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

14-1

14-2

14-3

14-4

14-5

14-6

14-7

14-8

14-9

14-10

14-11

14-12

Resposta em frequência de um amplificador

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Albert Paul Malvino David J Bates (12)
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Medium 9788580550498

Capítulo 4 - Circuitos com diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

CIRCUITOS COM DIODOS

A maioria dos sistemas eletrônicos, como os aparelhos de televisão, DVD e CD e computadores, precisa de uma fonte de alimentação cc para funcionar corretamente. Como a energia elétrica disponível é em tensão alternada, a primeira providência que devemos tomar é converter a tensão da rede elétrica ca em uma tensão cc. A parte do sistema eletrônico que produz a tensão cc é chamada de fonte de alimentação. Dentro da fonte de alimentação estão os circuitos que fazem a corrente circular em apenas um sentido, eles são chamados de retificadores. Este capítulo trata de circuitos, retificadores, filtros, ceifadores, grampeadores, limitadores e multiplicadores de tensão.

Vocabulário capacitor polarizado ceifador

CI regulador de tensão circuito integrado corrente unidirecional na carga corrente de surto detector de pico filtro filtro de entrada com indutor filtro de entrada com capacitor filtro passivo fonte de alimentação grampeador multiplicador de tensão ondulação ponte retificadora regulador chaveado resistor de surto retificador retificador de meia onda retificador de onda completa em ponte tensão de pico inversa valor cc de um sinal

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Capítulo 11 - Amplificadores CC e BC

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 11

AMPLIFICADORES CC E BC

Quando o valor da resistência de carga for baixo em relação à resistência do coletor, o ganho de tensão de um estágio EC é baixo e o amplificador pode ficar sobrecarregado. Uma forma de evitar a sobrecarga é usar um amplificador em coletor comum (CC) ou seguidor do emissor.

Esse tipo de amplificador tem alta impedância de entrada e pode acionar cargas com valores baixos de resistências. Além dos seguidores de emissor, este capítulo trata dos amplificadores

Darlington, uma melhoria na regulação de tensão e dos amplificadores em base comum (BC).

OBJETIVOS

Vocabulário acoplamento direto amplificador em base comum (BC) amplificador coletor comum (CC) conexão Darlington

Darlington complementar par Darlington reforçador ou seguidor (buffer) seguidor de emissor seguidor Zener transistor Darlington

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Desenhar o diagrama de um seguidor de emissor e descrever suas vantagens.

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Capítulo 2 - Semicondutores

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capítulo 2

SEMICONDUTORES

Para entender como diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes.

Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente

Vocabulário a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados. banda de condução barreira de potencial camada de depleção corrente de fuga da superfície corrente de saturação diodo diodo de junção dopagem efeito de avalanche elétron livre energia térmica junção pn lacuna ligação covalente polarização direta polarização reversa portadores majoritários portadores minoritários recombinação semicondutor semicondutor extrínseco semicondutor intrínseco semicondutor tipo n semicondutor tipo p silício temperatura ambiente temperatura da junção tensão de ruptura

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Capítulo 3 - Teoria dos diodos

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

TEORIA DOS DIODOS

Este capítulo prossegue nosso estudo sobre diodos. Após a discussão sobre a curva do diodo, vamos ver suas aproximações. Precisamos das aproximações porque a análise exata em muitas situações é tediosa e leva muito tempo. Por exemplo, uma aproximação ideal é geralmente adequada para a análise de defeito, e a segunda aproximação nos dá soluções rápidas e fáceis na maioria dos casos. Além disso, podemos usar a terceira aproximação para uma melhor precisão ou soluções por computador para quase todas as respostas exatas.

Vocabulário

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

análise variacional

(aumenta-diminui) anodo catodo corrente direta máxima diodo ideal dispositivo linear dispositivo não linear faixa de potência resistência de corpo resistência ôhmica reta de carga tensão do joelho

Desenhar o símbolo de um diodo e nomear seu catodo e anodo.

Desenhar a curva de um diodo e nomear todos os seus pontos e áreas significantes.

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Capítulo 1 - Introdução

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capítulo 1

INTRODUÇÃO

Os tópicos deste capítulo incluem fórmulas de fontes de tensão, fontes de corrente, dois teoremas de circuitos e análise de defeitos. Será feita uma revisão e apresentaremos novas ideias que facilitarão sua compreensão dos dispositivos semicondutores e servirão de sustentação para o restante do livro.

Vocabulário análise de defeito aproximação ideal (primeira) corrente de Norton definição dispositivo aberto dispositivo em curto-circuito fórmula fórmula derivada junção com solda fria lei ponte de solda princípio da dualidade resistência de Norton resistência de Thevenin segunda aproximação tensão de Thevenin teorema terceira aproximação

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Nomear os três tipos de fórmula e explicar por que são verdadeiras.

Explicar por que as aproximações são sempre usadas no lugar das fórmulas exatas.

Definir uma fonte de tensão ideal e uma fonte de corrente ideal.

Descrever como reconhecer uma fonte de tensão estável e uma fonte de corrente estável.

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