Lvaro De Azevedo Gonzaga (12)
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Capítulo 10 – ORGANIZAÇÃO DA OAB

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ORGANIZAÇÃO DA OAB

(Arts. 44 a 67 do EOAB; Arts. 44 a 137 do RGEOAB)

10.1 DEFINIÇÃO

Como órgão de classe, a OAB presta um serviço público, é dotada de personalidade jurídica, forma federativa e não mantém qualquer vínculo funcional ou hierárquico com órgãos da Administração pública.

Não administra bens ou dinheiros públicos, e não é o Poder Público responsável pela escolha da sua direção. Goza de imunidade tributária total em relação aos seus bens, rendas e serviços.

Por apresentar características de autarquias e de não autarquias, é considerada entidade sui generis, ou inominada (ADI 3.026/2006).

O pagamento da anuidade à OAB isenta o advogado de pagar a contribuição sindical.

10.2 ÓRGÃOS DA OAB (ART. 45 DO EOAB) a) Conselho Federal; b) Conselho Seccional; c) Caixa de Assistência ao Advogado; d) Subseções.

Etica_Profissional_Sintetizado_Alvaro_de_Azevedo_617123.indb 127

27/06/2017 16:22:04

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128    ÉTICA PROFISSIONAL SINTETIZADO – Alvaro de Azevedo Gonzaga

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Capítulo 4 – SOCIEDADE DE ADVOGADOS

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SOCIEDADE DE ADVOGADOS

(Arts. 15 a 17 do EOAB; arts. 37 a 43 do RGEOAB)

4.1 PERSONALIDADE JURÍDICA (ART. 15, § 1.º, DO EOAB)

O registro dos atos constitutivos da sociedade de advogados, inclusive as sociedades unipessoais, deve ser feito no Conselho Seccional da OAB onde será fixada a sociedade. Somente podem integrar a sociedade advogados regularmente inscritos nos quadros da OAB.

  Fique atento

O registro da sociedade deve ser feito no Conselho Seccional.

4.2 UNIPESSOALIDADE

A lei 13.247/2016 permite que advogados constituam sociedades unipessoais, observando-se todo o regramento ético estatutário, vigendo todas as regras dispostas neste capítulo para esse tipo de sociedade. A sociedade unipessoal de advocacia pode resultar da concentração por um advogado das quotas de uma sociedade de advogados, independentemente das razões que motivaram tal concentração.

 Exemplo

Uma sociedade com dois sócios tem um deles falecido. Pode o outro advogado unificar as quotas e transformar tal sociedade em unipessoal.

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ANEXOS

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ANEXOS

ESTATUTO DA OAB

LEI 8.906, DE 04 DE JULHO DE 1994

Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

• DOU 05.07.1994.

O Presidente da República.

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

TÍTULO I

Da Advocacia

CAPÍTULO I

Da Atividade de Advocacia

Art. 1.º São atividades privativas de advocacia:

I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais;

• O STF, no julgamento da ADIN 1.127‑8 (DOU 26.05.2006), por unanimi‑ dade, em relação ao inciso I do artigo 1.º, julgou prejudicada a alegação de inconstitucionalidade relativamente à expressão “juizados especiais”, e, por maioria, quanto à expressão “qualquer”, julgou procedente a ação direta.

II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.

§ 1.º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal.

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Capítulo 1 – DA ATIVIDADE DA ADVOCACIA

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DA ATIVIDADE DA ADVOCACIA

1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Estudaremos aqui alguns pontos importantes da ética Profissional do advogado. Analisaremos alguns dispositivos do Estatuto da OAB (EOAB, Lei 8.906/1994), do Novo Código de Ética e Disciplina (NCED) e do Regulamento Geral da OAB

(RGEOAB).

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina “Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina (CED) editado pelo Conselho

Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), que foi editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao

CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título é reservado ao processo disciplinar.

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Capítulo 6 – HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

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HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

(Arts. 22 a 26 do EOAB; arts. 48 a 54 do NCED)

6.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

No antigo direito romano, era proibida a remuneração pelos serviços advocatícios, daí o significado etimológico da palavra de origem honorarius: do que é feito ou dado por honra. Na modernidade, o valor da honra começa a ser mensurado em valores financeiros, e por conta disso, hoje, temos os honorários traduzidos em valores. Assim sendo, honorários consistem na remuneração do profissional pela prestação de serviços advocatícios ao cliente.

É o Conselho Seccional que estabelece os valores mínimos a serem cobrados por um advogado. Caso cobre, com habitualidade, valores abaixo dos estabelecidos pela tabela, praticará uma infração disciplinar chamada de aviltamento de clientes.

Por outro lado, caso o advogado cobre um valor muito acima da tabela que esteja em desacordo com o art. 49 do NCED, o defensor incorre em locupletação indevida.

Os honorários profissionais devem ser fixados com moderação, atendidos os elementos seguintes: a) a relevância, o vulto, a complexidade e a dificuldade das questões versadas; b) o trabalho e o tempo necessários; c) a possibilidade de ficar o advogado impedido de intervir em outros casos, ou de se desavir com outros clientes ou terceiros; d) o valor da causa, a condição econômica do cliente e o proveito para ele resultante do serviço profissional; e) o caráter da intervenção, conforme se trate de serviço a cliente eventual, frequente ou constante;

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Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (3)
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TABELA COMPARATIVA DO NOVO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA

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TABELA COMPARATIVA  DO NOVO CÓDIGO

DE ÉTICA E DISCIPLINA

CED/2015

CED/1995

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I

DAS REGRAS DEONTOLÓGICAS

FUNDAMENTAIS

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os demais princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 2º O advogado, indispensável à administração da Justiça, é defensor do Estado

Democrático de Direito, dos direitos humanos e garantias fundamentais, da cidadania, da moralidade, da Justiça e da paz social, cumprindo-lhe exercer o seu ministério em consonância com a sua elevada função pública e com os valores que lhe são inerentes.

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ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

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ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM

DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ADVOCACIA

CAPÍTULO I

Da Atividade da Advocacia

Art. 1º São atividades privativas de advocacia:

I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8).

II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.

§ 1º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal.

§ 2º Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados.

D Comentários

As atividades privativas inauguram o EAOAB antes mesmo de qualquer requisito ou definição sobre o que é o advogado, qual seu papel na sociedade e os requisitos indispensáveis para sua inscrição nos quadros do Conselho Seccional.

O inciso I trata de atividades propriamente judiciais, enquanto o inciso

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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

Dos Princípios Fundamentais

D Comentários

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina

“Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina

(CED) editado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do

Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título

é reservado ao processo disciplinar.

O presente capítulo tratará dos princípios fundamentais que regem a atuação do advogado, isto é, traçará as normas elementares de cunho

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Abreu Edgar Silva Lucas (14)
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QUESTÕES

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QUESTÕES DE CONCURSOS

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

1. (BANCO DO BRASIL – FCC 2013) A Comissão de Valores Mobiliários

(CVM) controla e fiscaliza o seguinte produto do mercado de valores mobiliários:

a) b) c) d) e)

Certificado de Depósito a Prazo.

Título de Capitalização.

Letra de Câmbio.

Título de Emissão do Tesouro Nacional.

Fundo de Investimento.

2. (BANCO DO BRASIL – FCC 2013) O Sistema Financeiro Nacional tem

como entidades supervisoras:

a) b) c) d)

Receita Federal do Brasil e Resseguradores.

Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e Futuros.

Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e

Social. e) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

SFN.indb 177

30/11/2016 17:42:16

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SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL – Edgar Abreu � Lucas Silva

3. (BANCO DO BRASIL – FCC 2011) O Sistema Financeiro Nacional é

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CAPÍTULO 13 - SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

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CAPÍTULO

13

SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Principais concursos públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do

Brasil, Banco Central do Brasil, Banrisul, Banestes, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Principais certificações: CPA 10, CEA, CFP, Ancord (AAI) e CGA

13.1. SISTEMA DE PAGAMENTOS

É o conjunto de regras, sistemas e mecanismos utilizados para transferir recursos e liquidar operações financeiras entre empresas, governos e pessoas físicas.

O Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) compreende as entidades, os sistemas e os procedimentos relacionados com o processamento e a liquidação de operações de transferência de fundos, de operações com moeda estrangeira ou com ativos financeiros e valores mobiliários.

A estabilidade financeira é entendida como um bem público e sua manutenção é uma das missões desempenhadas por diversos bancos centrais. Os sistemas de pagamentos representam um pilar central de sustentação da estabilidade financeira, sendo essencial que funcionem de forma segura e eficiente.

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CAPÍTULO 7 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA BRASILEIRO DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO (SBPE)

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CAPÍTULO

7

SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA

BRASILEIRO DE POUPANÇA E

EMPRÉSTIMO (SBPE)

Segundo a Resolução CMN nº 1.980, de 30 de abril de 1993, o Sistema

Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) é integrado por:

Caixa Econômica

Federal (CEF)

Sociedades de

Crédito Imobiliário

(SCI)

Associação de

Poupança e

Empréstimo (APE)

Bancos Múltiplos com a carteira de SCI

As instituições financeiras que integram o SBPE possuem a capacidade de captar através de depósitos de poupança. Estas instituições são obrigadas a destinar os recursos captados conforme descrito:

Captação em Poupança

Operações de

Financiamento Imobiliário

Encaixe obrigatório junto ao Bacen

Encaixe obrigatório adicional junto ao Bacen

6%

5%

24%

65%

Outras operações

SFN.indb 97

30/11/2016 17:42:06

98

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL – Edgar Abreu � Lucas Silva

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CAPÍTULO 11 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE SEGUROS PRIVADOS

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CAPÍTULO

11

SUBSISTEMA OPERATIVO –

SISTEMA DE SEGUROS PRIVADOS

11.1. SOCIEDADES SEGURADORAS

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Concursos Públicos: Banco do Brasil, Banestes, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Certificações: CFP

São entidades constituídas sob a forma de sociedade anônima, que assumem determinado risco descrito em um contrato de seguro e, em contrapartida, recebem uma remuneração em dinheiro (prêmio) de quem repassa esse risco.

São fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), da qual precisam de autorização para funcionamento.

Não podem requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, se o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar.

São proibidas de explorar qualquer outro ramo do comércio ou indústria, podendo somente ofertar seguros, planos de previdência e títulos de capitalização. Porém, podem participar de outros ramos de atividade como investidoras.

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CAPÍTULO 9 - SUBSISTEMA OPERATIVO – DEMAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

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CAPÍTULO

9

SUBSISTEMA OPERATIVO – DEMAIS

INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

9.1. BANCOS DE DESENVOLVIMENTO (BD)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Concursos Públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil,

Banco Central do Brasil, Banestes, Banco da Amazônia e Banco de

Brasília

• Certificações: CPA 10, CPA 20, CEA, CFP, Ancord (AAI)

Os bancos de desenvolvimento são instituições públicas que surgiram na década de 1940, no esforço de reconstrução pós-guerras mundiais. Desde então, essas instituições vêm cumprindo papel relevante para o desenvolvimento socioeconômico dos países e regiões onde atuam, conforme os diferentes estágios em que se encontram, em cenários tanto de estabilidade quanto de crise.

Segundo a Resolução CMN nº 394, de 1976, em seu artigo 1º, os bancos de desenvolvimento, apesar de serem obrigatoriamente públicos, não podem pertencer ao governo federal. Por esse motivo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é caracterizado como uma agência de fomento e não banco de desenvolvimento.

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Alexandre Ricardo Deus Jo O De (16)
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CAPÍTULO 6 – AGENTES PÚBLICOS

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CAPÍTULO 

6

AGENTES

PÚBLICOS

Acesse o QR Code e assista à aula explicativa sobre este assunto.

http://youtu.be/Cf-rF8RIX6w

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 273

20/04/2018 09:45:40

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Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 274

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6.1.

INTRODUÇÃO

A Constituição Federal de 1988 trouxe diversas regras de organização do

Estado brasileiro, dentre as quais aquelas concernentes à Administração Pública e seus agentes.

A expressão agente público tem sentido amplo, servindo para designar qualquer pessoa física que exerça uma função pública, de forma remunerada ou gratuita, de natureza política ou administrativa, com investidura definitiva ou transitória.

De acordo com a classificação proposta por Maria Sylvia Zanella Di Pietro,1 quatro são as categorias de agentes públicos: a) agentes políticos b) servidores públicos (civis)

AGENTES PÚBLICOS c) militares d) particulares em colaboração com o Poder Público

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CAPÍTULO 7 – ATOS ADMINISTRATIVOS

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CAPÍTULO 

7

ATOS

ADMINISTRATIVOS

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http://youtu.be/xQEGaLk9yxM

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 411

20/04/2018 09:45:51

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Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 412

20/04/2018 09:45:51

7.1. FATOS JURÍDICOS, ATOS JURÍDICOS, ATOS ADMINISTRATIVOS,

FATOS ADMINISTRATIVOS E ATOS DA ADMINISTRAÇÃO

A cada instante, incontáveis eventos acontecem no mundo dos fatos, mas somente alguns deles têm relevância do ponto de vista jurídico, pois o direito lhes atribui consequências. O ato de atravessar uma rua num local em que tal comportamento é permitido não gera consequências jurídicas, sendo irrelevante para o direito. Em contrapartida, se determinada pessoa é atropelada ao atravessar a rua e vem a falecer, o evento morte pode ser qualificado como jurídico, pois tem o efeito de abrir a sucessão do falecido, transmitindo imediatamente a propriedade de seus bens para os seus sucessores.

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CAPÍTULO 1 – ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DIREITO ADMINISTRATIVO

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CAPÍTULO 

1

ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA E DIREITO

ADMINISTRATIVO

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http://youtu.be/7SHbMKxeMSc

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 1

20/04/2018 09:45:17

1

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 2

20/04/2018 09:45:17

1.1. NOÇÕES INTRODUTÓRIAS

1.1.1.

O Estado e sua organização

O homem é notadamente um ser social. O espírito de associação é da própria natureza humana. Uma das explicações para tal comportamento pode ser o fato de que em várias situações as necessidades e os interesses dos indivíduos somente podem ser atendidos com a cooperação de outras pessoas. Pensemos num exemplo bem simples: a construção de uma pirâmide no Egito. Será que uma pessoa sozinha conseguiria transportar milhares de blocos de pedra e construir uma pirâmide? A resposta é óbvia: claro que não! Assim, com a evolução histórica, as pessoas passaram a se organizar em unidades coletivas para as mais diversas finalidades, quer sejam econômicas, quer sejam altruísticas.

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CAPÍTULO 11 – RESPONSABILIDADE CIVIL EXTRACONTRATUAL DO ESTADO

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CAPÍTULO 

11

RESPONSABILIDADE

CIVIL EXTRACONTRATUAL DO ESTADO

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http://youtu.be/S3zv1IrAIjM

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 769

20/04/2018 09:46:39

11

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 770

20/04/2018 09:46:39

11.1. INTRODUÇÃO

A responsabilidade civil da Administração Pública consiste na obrigação estatal de indenizar os danos patrimoniais, morais ou estéticos que seus agentes, atuando nessa qualidade, causarem a terceiros, podendo ser dividida em dois grandes grupos: a contratual, decorrente do descumprimento de cláusulas constantes em contratos administrativos, e a extracontratual (ou aquiliana), que abrange as demais situações e será abordada neste capítulo. Registramos que a responsabilidade contratual possui regras próprias, que são detalhadas nesta obra no capítulo relativo aos contratos administrativos.

Nas questões relativas à responsabilidade civil extracontratual do Estado

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CAPÍTULO 2 – ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

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CAPÍTULO 

2

ORGANIZAÇÃO

DA ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

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http://youtu.be/DdIjGslUzQs

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 33

20/04/2018 09:45:20

2

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 34

20/04/2018 09:45:20

2.1. ÓRGÃOS PÚBLICOS

2.1.1. Introdução

Como visto no Capítulo inaugural desta obra, o Estado é considerado ente personalizado tanto no plano internacional quanto no plano interno. No caso dos Estados que se organizam sob a forma de federação, temos a coexistência interna de uma pluralidade de pessoas jurídicas políticas. É o que acontece na federação brasileira, composta pelas pessoas políticas da União, dos Estados-membros, dos Municípios e do Distrito Federal.

O que diferencia as pessoas políticas das pessoas puramente administrativas

(autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista) é a capacidade que têm as primeiras de editar suas próprias leis, inovando a ordem jurídica.

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Almeida Isabella (9)
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Capítulo 7 – Como estudar após a publicação do edital

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Capítulo 

7

Como estudar após a publicação do edital

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 165

06/06/2017 15:22:41

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 166

06/06/2017 15:22:41

Sumário: 7.1. o edital foi publicado. e agora?: 7.1.1. analise o edital do seu concurso – 7.2. como estudar após o edital publicado – 7.3. como estudar na semana da prova – 7.4. o que fazer no dia da prova: 7.4.1. Checklist do dia da prova;

7.4.2. outras recomendações – 7.5. estratégia de realização de prova: 7.5.1. dicas para um “chute” consciente nas provas de múltipla escolha!! – 7.6. como responder questões discursivas

– 7.7. informações importantes do capítulo 7.

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Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 167

06/06/2017 15:22:41

é publicado. ando o edital qu

ão ns te de de gran e espera e, de preparação

É um momento do río pe o ng lo eio a tantas passamos por perdidos em m os m ve

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Capítulo 5 – Organização e resultados

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Capítulo

Organização e resultados

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 95

5

06/06/2017 15:22:34

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 96

06/06/2017 15:22:34

Sumário: 5.1. estratégia – 5.2. como definir metas: 5.2.1. estabeleça metas reais; 5.2.2. não deixe a meta criada somente na sua memória. coloque-a no papel; 5.2.3. fracione a sua grande meta em metas menores; 5.2.4. estabeleça metas específicas; 5.2.5. avalie periodicamente o seu compromisso com a meta; 5.2.6. registre o resultado de suas metas; 5.2.7. Pense em estratégias para que as metas sejam alcançadas – 5.3. Quantidade não é qualidade – 5.4. conheça a banca examinadora e atenha-se ao edital – 5.5. Perfil das principais bancas examinadoras: 5.5.1. fundação carlos chagas (fcc); 5.5.2. fundação Getulio Vargas

(fGV); 5.5.3. escola de administração fazendária (eSaf); 5.5.4. centro brasileiro de Pesquisa em avaliação e Seleção e de Promoção de eventos (cebraSPe) ou (ceSPe); 5.5.5. fundação para o Vestibular da universidade estadual Paulista (VuneSP) – 5.6. materiais de estudo – 5.7. encontre o equilíbrio – 5.8. Quadro de horários x ciclo de estudo: 5.8.1. Quadro de horários; 5.8.2. ciclo de estudo; 5.8.3. Questões relevantes sobre o quadro de horários x ciclos – 5.9. revisões: 5.9.1. ciclo de revisões; 5.9.2. como fazer as revisões; 5.9.3. dicas para o seu fichamento – 5.10. como elaborar resumos úteis – 5.11. dez erros que você comete sem perceber: 5.11.1. estudar com anotações de outras pessoas;

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Capítulo 8 – O que eu aprendi com as reprovações

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Capítulo 

8

O que eu aprendi com as reprovações

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 185

06/06/2017 15:22:43

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 186

06/06/2017 15:22:43

Sumário: 8.1. É o momento de verificar o que não deu certo – 8.2. Seja humilde. Você nunca sabe o suficiente – 8.3. cada concurso prestado é uma nova experiência – 8.4. não fique no meio do caminho, já tem muita gente por lá! – 8.5. informações importantes do capítulo 8.

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 187

06/06/2017 15:22:43

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Capítulo 4 – Mudança de hábitos

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Capítulo 

Mudança de hábitos

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 65

4

06/06/2017 15:22:32

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 66

06/06/2017 15:22:32

Sumário: 4.1. a força do hábito – 4.2. Por que ter o hábito de estudar? – 4.3. como desenvolver o hábito de estudar – 4.4. descubra prazer em estudar – 4.5. não seja preguiçoso – 4.6. cuidado com os ladrões do seu tempo! – 4.7. esteja aberto a mudanças – 4.8. estude sempre além do esperado – 4.9. informações importantes do capítulo 4.

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 67

06/06/2017 15:22:32

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Capítulo 3 – Os três pilares da aprovação

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Capítulo 

Os três pilares da aprovação

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 45

3

06/06/2017 15:22:31

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 46

06/06/2017 15:22:31

Sumário: 3.1. Planejamento: 3.1.1. escolha do concurso ou

área; 3.1.2. análise dos últimos editais; 3.1.3. trace sua estratégia de estudos – 3.2. Preparação: 3.2.1. estrutura emocional;

3.2.2. convívio familiar; 3.2.3. descanse; 3.2.4. faça concursos e provas anteriores; 3.2.5. relacione-se com pessoas com o mesmo objetivo; 3.2.6. trabalhar e estudar – 3.3. execução –

3.4. informações importantes do capítulo 3.

Acesse o QR Code e assista

à aula explicativa sobre este assunto. http://goo.gl/1CgWLL

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 47

06/06/2017 15:22:31

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