Abreu Edgar Silva Lucas (14)
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CAPÍTULO 2 - SUBSISTEMA NORMATIVO – ÓRGÃOS NORMATIVOS

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CAPÍTULO

2

SUBSISTEMA NORMATIVO –

ÓRGÃOS NORMATIVOS

São responsáveis por determinar regras e diretrizes gerais para o bom funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. Os três órgãos normativos que compõem o Sistema Financeiro Nacional são:

1. Conselho Monetário Nacional (CMN)

2. Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)

3. Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC)

2.1 CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Principais concursos públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do

Brasil, Banco Central do Brasil, Banrisul, Banestes, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Principais certificações: CPA 10, CPA 20, CEA, CFP, Ancord (AAI),

CA-300, CGA, PQO e FBB-300

O Conselho Monetário Nacional (CMN), é o órgão máximo do Sistema

Financeiro Nacional, criado em 1964 pela Lei Federal nº 4.595 – mas a sua instituição se deu apenas em 31 de março de 1965, já que a lei que o cria só entrava em vigor 60 dias após a publicação –, substituindo a autoridade monetária da época, que era a Superintendência da Moeda e do Crédito

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CAPÍTULO 8 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (SDTVM)

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CAPÍTULO

8

SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE

DISTRIBUIÇÃO DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS (SDTVM)

8.1. CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS (CTVM) E DISTRIBUIDORAS DE

TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (DTVM)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Concursos Públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil,

Banestes, Banco da Amazônia, Banco de Brasília e Banrisul

• Certificações: CPA-10, CPA-20, CEA, CFP, Ancord (AAI), PQO,

FBB-300, CGRPPS, CA-300

As corretoras e distribuidoras tinham funções distintas até 2009, pois somente as corretoras podiam operar em bolsas de valores. As distribuidoras precisavam de uma corretora para operar nas bolsas, tendo, portanto, uma

área mais restrita de operação.

Com a Decisão Conjunta CVM e Bacen nº 17/2009, que autorizou as distribuidoras a operar diretamente nos ambientes e sistemas de negociação dos mercados organizados de bolsas de valores, eliminou-se a principal diferença entre as duas instituições financeiras.

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CAPÍTULO 4 - SUBSISTEMA RECURSAL

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CAPÍTULO

4

SUBSISTEMA RECURSAL

A atividade punitiva no âmbito da regulação do sistema financeiro nacional deve ser compreendida como instrumento de sinalização das condutas consideradas inadmissíveis aos agentes e instituições envolvidos.

De maneira geral, no início, cabia sempre ao órgão normativo (CMN,

CNSP e antigo o CGPC) a tarefa de julgar esses recursos, porém, essa atividade, além de sobrecarregar as instituições, ainda não dava ao punido ampla defesa, uma vez que os conselhos normativos eram compostos apenas por entes nomeados pelo poder público. Com a evolução do Sistema Financeiro

Nacional, foram criados órgãos específicos para executar a apreciação e o julgamento desses recursos, os chamados órgãos recursais, que são eles:

1. Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN)

2. Instituiu o Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros

Privados, de Previdência Privada Aberta e de Capitalização (CRSNSP)

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CAPÍTULO 7 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA BRASILEIRO DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO (SBPE)

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CAPÍTULO

7

SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA

BRASILEIRO DE POUPANÇA E

EMPRÉSTIMO (SBPE)

Segundo a Resolução CMN nº 1.980, de 30 de abril de 1993, o Sistema

Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) é integrado por:

Caixa Econômica

Federal (CEF)

Sociedades de

Crédito Imobiliário

(SCI)

Associação de

Poupança e

Empréstimo (APE)

Bancos Múltiplos com a carteira de SCI

As instituições financeiras que integram o SBPE possuem a capacidade de captar através de depósitos de poupança. Estas instituições são obrigadas a destinar os recursos captados conforme descrito:

Captação em Poupança

Operações de

Financiamento Imobiliário

Encaixe obrigatório junto ao Bacen

Encaixe obrigatório adicional junto ao Bacen

6%

5%

24%

65%

Outras operações

SFN.indb 97

30/11/2016 17:42:06

98

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL – Edgar Abreu � Lucas Silva

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CAPÍTULO 10 - SUBSISTEMA OPERATIVO – PRESTADORES DE SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO REGULAMENTADOS

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CAPÍTULO

10

SUBSISTEMA OPERATIVO –

PRESTADORES DE SERVIÇOS

FINANCEIROS NÃO REGULAMENTADOS

10.1. SOCIEDADES SECURITIZADORAS DE

RECEBÍVEIS

Onde esse assunto pode ser cobrado?

Concursos Públicos: Não tem histórico de cobrar em concursos

Certificações: CPA 10, CPA 20, CEA, CFP, Ancord (AAI)

Uma securitização de recebíveis é transformar um fluxo futuro de recebimento em um valor mobiliário e vender esse título no mercado para investidores.

Esse título é chamado de Certificado de Recebível. Pode, por exemplo, ser lastreado em recebíveis imobiliários, sendo chamado, nesse caso, de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI).

A responsável pela emissão desse título é a Companhia Securitizadora, que é uma instituição organizada sob a forma de ações, com o objetivo de adquirir créditos oriundos de operações de empréstimo, de financiamento, de direitos creditórios do agronegócio e imobiliário e de arrendamento mercantil, entre outros, além de securitizar os mesmos através da emissão de certificados.

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Almeida Isabella (9)
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Capítulo 8 – O que eu aprendi com as reprovações

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Capítulo 

8

O que eu aprendi com as reprovações

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Sumário: 8.1. É o momento de verificar o que não deu certo – 8.2. Seja humilde. Você nunca sabe o suficiente – 8.3. cada concurso prestado é uma nova experiência – 8.4. não fique no meio do caminho, já tem muita gente por lá! – 8.5. informações importantes do capítulo 8.

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ações fazem os as reprov nd sa ur nc co que posso maioria dos ouquíssimas

(p as so

Para a grande es p ncurso que conheço primeiro co etória. Até no aj tr s a da d a, va te ro par a caminhad foram ap dedos) que zem parte d s fa no es o ar

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. si am sa ar es st m re p lidar co aprender a e você deve ejado. objetivo alm

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Capítulo 1 – Saindo da zona de conforto

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Capítulo 

1

Saindo da zona de conforto

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Sumário: 1.1. abandone suas desculpas: 1.1.1. nossas desculpas muitas vezes são justas, porém devem ser superadas

– 1.2. atitudes diferentes – 1.3. não deixe a procrastinação dominar você – 1.4. a sua capacidade é muito maior do que você imagina – 1.5. não espere que façam por você – 1.6. assuma a responsabilidade da sua escolha – 1.7. Você está investindo em um projeto de vida – 1.8. informações importantes do capítulo 1.

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nada situação é conmodar a uma determi mesmo

Já reparou como se aco oso. Acho que por isso se confortável é delici sair da l, na afi

, os fortável? Aliás, sentirente adiad jetivos são constantem os nossos planos e ob anto trabalhoso. inércia é um tanto qu o início da minha rapidamente como foi

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Capítulo 7 – Como estudar após a publicação do edital

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Capítulo 

7

Como estudar após a publicação do edital

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Sumário: 7.1. o edital foi publicado. e agora?: 7.1.1. analise o edital do seu concurso – 7.2. como estudar após o edital publicado – 7.3. como estudar na semana da prova – 7.4. o que fazer no dia da prova: 7.4.1. Checklist do dia da prova;

7.4.2. outras recomendações – 7.5. estratégia de realização de prova: 7.5.1. dicas para um “chute” consciente nas provas de múltipla escolha!! – 7.6. como responder questões discursivas

– 7.7. informações importantes do capítulo 7.

Acesse o QR Code e assista

à aula explicativa sobre este assunto. https://goo.gl/1CgWLL

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 167

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é publicado. ando o edital qu

ão ns te de de gran e espera e, de preparação

É um momento do río pe o ng lo eio a tantas passamos por perdidos em m os m ve

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Capítulo 4 – Mudança de hábitos

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Capítulo 

Mudança de hábitos

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Sumário: 4.1. a força do hábito – 4.2. Por que ter o hábito de estudar? – 4.3. como desenvolver o hábito de estudar – 4.4. descubra prazer em estudar – 4.5. não seja preguiçoso – 4.6. cuidado com os ladrões do seu tempo! – 4.7. esteja aberto a mudanças – 4.8. estude sempre além do esperado – 4.9. informações importantes do capítulo 4.

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ncurso público r aprovado em co se ra pa as m

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Talvez você não sa forma muito profun a um de os bit há ar seus ncurso público você terá que mud a aprovação em co as m

, ins ru jam a se r anteriormente seus hábitos de vid r você não estuda po

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Capítulo 9 – Vida de concursado

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Capítulo

Vida de concursado

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9

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Sumário: 9.1. estabilidade econômica e no serviço público

– 9.2. não se acomode – 9.3. um recado para você – 9.4. informações importantes do capítulo 9.

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o, de porém passageir r longo período, po i ive des pr da e ul m fic já di

Certamente s, passei por a família e amigo m co ica. o bl

ívi pú nv a co or r: ser servid prazeres pessoais, um objetivo maio de que a s, sc bu ico bl em ncursos pú financeiras, tudo e estudar para co cid de

Obdo s. an ira qu ce e, tões finan

É important bilidade ou ques ta es ve, na de te cê en m vo so lha, porém você não pense rte da nossa esco pa m do ze za fa ali s re re to se fa nal. Sentirviamente esses ividade profissio at a su um a te m es co pr liz a de tudo sobretudo, ser fe a carreira e acim e seja feliz na su qu ra pa ial nc se

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Almeida Jarbas Thaunahy Santos De (9)
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Capítulo 5. Desconto Composto

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Desconto Composto

5

A diferença fundamental entre os descontos compostos e os descontos simples refere-se à forma de capitalização do desconto.

Nos DESCONTOS SIMPLES, não há capitalização do desconto para cálculo do período seguinte, ou seja, o desconto é calculado em todos os períodos sobre o valor de origem (atual ou nominal).

Nos DESCONTOS COMPOSTOS, o desconto é capitalizado para cálculo do período seguinte, conforme o regime de capitalização composta.

5.1 Introdução

Em operações de DESCONTO COMPOSTO, as convenções adotadas são as mesmas do desconto simples.

Os elementos do desconto composto são:

  Valor nominal (N): também chamado de valor de face. É o valor do título apontado na data do vencimento.

  Valor atual (A): é o valor que foi negociado antes do vencimento ou simplesmente o valor recebido após a operação de desconto.

  Desconto (D): é a denominação dada ao abatimento que se faz quando um título de crédito é resgatado antes de seu vencimento. É o valor que se deduz do título ou compromisso pela antecipação de seu vencimento. Em outras palavras,

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Capítulo 2. Juros Simples

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Juros Simples

2

Por juros entende-se toda e qualquer remuneração de um capital. Pode ser entendido também como o pagamento de um indivíduo pelo uso do capital de outro.

O uso do capital pode ser realizado por intermédio de um investimento em uma instituição financeira (caderneta de poupança, ações, renda fixa, entre outros), de um empréstimo realizado por intermediação de uma financiadora ou de empréstimos pessoais.

2.1 Introdução

Nas operações que envolvem os juros, há sempre dois ‘agentes’: o tomador de recursos (que paga os juros) e o emprestador de recursos (que recebe os juros). Ambos podem ser pessoas físicas (PF) ou jurídicas (PJ).

Vale lembrar que o agente (PF ou PJ) que em uma operação é o tomador em outra operação pode ser o emprestador.

O emprestador do capital, ao calcular o valor dos juros do empréstimo, deve considerar vários fatores, dentre os quais se destacam:

  o risco do empréstimo, isto é, a probabilidade de receber ou não o capital emprestado;

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Anexos

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Anexo

anexo.almeida.indd 159

A

07/03/16 11:56

160  Anexo A

Tabela de Contagem de Dias entre Duas Datas

Jan

Fev

Mar

Abr

Maio

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

1

32

60

91

121

152

182

213

244

274

305

335

2

33

61

92

122

153

183

214

245

275

306

336

3

34

62

93

123

154

184

215

246

276

307

337

4

35

63

94

124

155

185

216

247

277

308

338

5

36

64

95

125

156

186

217

248

278

309

339

6

37

65

96

126

157

187

218

249

279

310

340

7

38

66

97

127

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Capítulo 7. Sequência Uniforme de Pagamentos

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Sequência Uniforme de Pagamentos

7

Este capítulo tem por objetivo apresentar as fórmulas utilizadas nas soluções de situações que envolvam uma sequência uniforme de valores monetários (pagamentos ou recebimentos), no regime de capitalização composta, além de mostrar suas aplicações por intermédio de exemplos numéricos.

7.1 Introdução

Como apresentam prestações iguais, as sequências uniformes são bastante comuns em operações comerciais, tal como financiamento de eletroeletrônicos e de veículos, além de empréstimos pessoais, entre outros. De acordo com Puccini (2004), essa modalidade de prestações (pagamentos ou recebimentos) é usualmente conhecida como Modelo Price, no qual todas as prestações possuem um mesmo valor. Os pagamentos e recebimentos são representados por PMT (Periodic Payment).

Quando o objetivo é constituir um capital em uma data futura (montante), por intermédio de sucessivos depósitos, tem-se um processo de capitalização. Caso contrário, quando se deseja pagar uma dívida, por intermédio de prestações, tem-se um processo de amortização. Cada depósito ou prestação é, comumente, chamado de termo.

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Capítulo 6. Taxas de Juros

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Taxas de Juros

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Segundo a teoria econômica, a taxa de juros representa a remuneração pelo emprego de um dos fatores de produção: o capital. Conforme Oliveira e Pacheco (2010), os juros são parte essencial do processo de intermediação financeira, pois funcionam como o estímulo que o agente superavitário possui para deixar de consumir no presente e consumir mais no futuro, bem como o custo com que um agente deficitário arcará para financiar seus desejos de consumo imediato.

Para Bruni e Famá (2009, p. 270), o mercado financeiro brasileiro apresenta algumas peculiaridades em relação a outros mercados financeiros, e também é notório que nas operações bancárias e comerciais a palavra taxa é empregada de diversas formas.

Dada a importância da taxa de juros para a economia brasileira, este capítulo tem por finalidade mostrar como as taxas de juros são informadas no mercado financeiro, além de abordar diversas operações matemáticas com diferentes taxas.

6.1  Taxa nominal

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Alves Juliana Vilela (4)
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Capítulo 2 – Fonética e Fonologia

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2

Fonética e Fonologia

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06/08/2015 09:26:21

46  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

A parte de Fonética e Fonologia engloba as noções de fonema, sílaba, ortografia e acentuação. A seguir, apresentamos o mapa mental da disciplina

Fonética e Fonologia, o qual aborda conteúdos de extrema importância e que, frequentemente, aparecem nas provas da Banca Cesgranrio.

Fonética

Fonologia

Letra

Fonema

Semivogal

Portugues_Cesgranrio_2ed_JulianaVilelaAlves.indb 46

Estuda os sons da fala.

Estuda os fonemas de uma língua.

É o sinal gráfico que representa o fonema.

É o elemento sonoro da palavra.

São as letras /i/ e /u/ faladas ou escritas, sempre ligadas a uma vogal. Preste atenção: /i/ e /u/ também podem ser consideradas vogais. Veja: país e pais.

Em “país” o /i/ é vogal. Em “pais” é semivogal. Dica:

Se o /i/ ou /u/ forem a base da sílaba serão vogais.

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Capítulo 3 – Morfologia

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3

Morfologia

Definir morfologia é sempre um desafio. Não podemos ser simplistas e passar uma lista de prefixos e sufixos gregos e latinos e supor que alguém, algum dia, consiga aprender esta disciplina desta maneira. Por isso, gosto de dizer que a morfologia estuda o processo de decomposição das palavras, suas estruturas e classificação. O conteúdo é bastante extenso e de extrema relevância para

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66  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

realizarmos questões em outros capítulos. Neste momento de preparação, atrevo‑me a dizer algo: existe uma parte da morfologia que é muito mais cobrada do que a outra nas provas da Banca Cesgranrio. Veremos os esquemas e comentaremos as questões que aparecem com maior ou menor frequência.

Morfologia

Estuda o processo de decomposição das palavras, suas estruturas, classificação.

Radical

É a base de significação de uma palavra. É o elemento comum a palavras da mesma família. Ex.: [JUST-],

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Capítulo 4 – Sintaxe

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4

Sintaxe

Atenção: Na imagem original na opção «Verbo Transitivo indireto» a sigla era V.T.I.

Portugues_Cesgranrio_2ed_JulianaVilelaAlves.indb 119

06/08/2015 09:26:37

120  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

A sintaxe estuda a função da palavra e apresenta diversas funções como: sujeito, predicado, objeto, adjunto adverbial, agente da passiva, predicativo, adjunto adnominal, complemento nominal, complemento verbal, aposto e vocativo. Todas essas funções serão trabalhadas no capítulo IV e estão no mapa mental abaixo. Em seguida, comentaremos as questões que abordam o tema.

Ex.: Fofocavam

Quem fofocava? Eles

Ex.:

.

sujeito. Ex.: Precisa-se de funcionários.

Quando o verbo haver é usado no sentido de existir ele é impessoal, ou seja, permanece na 3a pessoa do singular. Ex.: Há muitas casas bonitas no meu bairro.

Mas, se o próprio verbo existir estiver sendo usado ele tem sujeito e o verbo deve concordar com ele. Ex.: Existem muitas casas bonitas no meu bairro.

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Capítulo 1 – Interpretação de Textos

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1

Interpretação de Textos

Começamos nosso trabalho com as questões de interpretação. Interpretar é, para muitos, um grande desafio. Portanto, para superar as possíveis dificuldades nas provas de interpretação da banca Cesgranrio, teceremos comentários acerca de questões das provas do BACEN, Petrobras, FUNASA, Petroquímica Suape e IBGE.

Para facilitar o entendimento dividimos as questões comentadas em 2 grupos: o 1º grupo é formado pelas provas da FUNASA, Petroquímica Suape e IBGE, contendo histórias em quadrinhos e charges. Este grupo de questões não é muito frequente nas provas de concursos, mas, como já apareceu em provas anteriores,

é importante conhecê-lo para entender como estas questões são abordadas nas provas; o 2º grupo é composto por 29 questões retiradas de 2 provas da Petrobras e 1 prova do BACEN.

Interpretação

Semântica

Portugues_Cesgranrio_2ed_JulianaVilelaAlves.indb 15

É o ato de explicar o sentido de um texto.

Campo da Linguística que estuda o sentido/ significado das palavras e da interpretação das sentenças e dos enunciados.

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Andrade Kaique Knothe De (6)
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Capítulo 6 – Após a aprovação

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Capítulo 6

APÓS A APROVAÇÃO

Com a sua aprovação e a subsequente homologação, atestando que tudo correu bem no concurso, você está muito próximo do seu sonho. Particularmente, é uma das melhores fases em toda essa trajetória – juntamente com o momento em que você assume o posto, claro! Você vai se sentir muito mais confiante para seguir os estudos, caso ainda não tenha passado no seu concurso dos sonhos, ou passará a ter mais tempo para fazer muitas coisas das quais teve de abrir mão no período de estudos.

É um período de muito reconhecimento por parte dos colegas de curso e de sua família e amigos, e muitas novas oportunidades também podem se abrir. Mas é necessário não perder a atenção dos trâmites do concurso, já que ainda há etapas administrativas por vir.

A partir desse momento, não tem jeito: você terá de estar informado sobre tudo o que está acontecendo nesse concurso! Assim, entre diariamente na página do concurso e também no Diário Oficial.

Hoje muitos entes têm versões eletrônicas, como é o caso do Diário

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Capítulo 1 – Minha trajetória

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Capítulo 1

MINHA TRAJETÓRIA

Neste momento iniciamos nossa caminhada em conjunto rumo a uma compreensão deste mundo dos concursos fiscais. Embora o foco deste livro seja o leitor, explicando-se cada método e cada detalhe em função da sua realidade, acredito que é muito importante eu contar um pouco sobre mim – minha história, os motivos que me levaram a pensar em prestar um concurso e, acima de tudo, as impressões que acabei formando ao longo dessa trajetória.

A primeira pergunta que me fizeram logo após minha aprovação foi sobre meu histórico. Foi particularmente uma surpresa quando, naquele dia em que descobri que havia sido o primeiro colocado, pesquisei meu nome no Google e percebi que havia não somente pedidos para que eu me apresentasse e falasse sobre mim, mas também discussões e até mesmo “teorias” sobre minha aprovação. A maioria delas tentava explicar o resultado como consequência do método de estudos X ou Y, de uma capacidade de memorização acima da média ou de alguma outra razão que os participantes dos debates tiravam da cartola. E foi aparentemente uma surpresa quando postei meu depoimento no Fórum Concurseiros explicando quem eu era: uma pessoa normal que em dado momento optou pela carreira pública e que, com estudo sério e organizado, obteve a aprovação em curto tempo.

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Capítulo 5 – A prova

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Capítulo 5

A PROVA

Passando a etapa dos estudos, chegará um momento igualmente crucial para a sua aprovação: a hora da prova!

Muitas vezes, quando imaginamos o que faz com que um candidato seja aprovado em um concurso público ou em qualquer outro exame desse tipo, logo pensamos em uma boa preparação – bons materiais, disponibilidade de tempo adequada, certo investimento financeiro. Mas poucas vezes nos atentamos a esse fator de extrema importância. Em uma prova, sua capacidade de colocar as respostas no papel da forma correta pode ser tão decisiva quanto o seu conhecimento na matéria.

É claro que sem uma boa base de conteúdo não há para onde o candidato correr. É por isso que tratamos tão detalhadamente da fase de preparação. Mas agora, com esse conhecimento em mãos, é hora de você conseguir passar tudo o que sabe para o gabarito, somando pontos e ficando, a cada resposta correta, mais próximo do resultado que tanto almejou.

Fazer prova é algo que exige bom controle do tempo, boa capacidade de concentração e tranquilidade emocional. Vamos, assim, passar a uma análise detalhada daquilo que você encontrará no seu dia de prova, e também discutir algumas dicas que podem ser de grande valia para o seu desempenho!

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Capítulo 2 – A decisão de prestar um concurso

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Capítulo 2

A DECISÃO DE PRESTAR UM CONCURSO

Agora que pude contar um pouco da minha história, vamos seguir em frente e começar a abordar o foco deste livro. Nossa análise nesta obra se baseia em uma sequência cronológica, na qual uma pessoa que não conhece o mundo dos concursos vai passar por várias etapas até se tornar um servidor. E o primeiro ponto a ser discutido não poderia ser outro: por que prestar um concurso público? O que faz com que uma pessoa busque ser servidora?

Como já comentei, tenho feito palestras sobre o concurso de Auditor-Fiscal, e nesse tempo tive a oportunidade de ouvir e responder a muitas perguntas, que não raramente abordam essas vantagens que a carreira pública oferece. Eu mesmo fiz minha opção buscando algumas delas em especial. Vamos, assim, iniciar a discussão de cada uma das que se apresentam como principais vantagens, a fim de esclarecer o que são e também afastar alguns mitos que ouvimos na rua.

Dividiremos esta seção em três partes. De início, tentaremos traçar um panorama dos principais cargos oferecidos em concursos públicos, para que você possa se situar em meio a essa imensidão de informações e de editais. Na sequência, abordaremos as vantagens de se tornar um servidor público em geral, discutindo as vantagens e desvantagens que são comuns a quase todos os casos. Por fim, discutiremos especificamente as vantagens da área fiscal, entrando em uma discussão que envolve a atividade desenvolvida pelos cargos de auditoria – pois, apesar de o livro poder ser utilizado como base por muitas pessoas que estão se preparando para outros concursos, há um foco inegável na área fiscal.

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Capítulo 3 – A preparação dos estudos

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Capítulo 3

A PREPARAÇÃO DOS ESTUDOS

Após discutirmos as vantagens e desvantagens da carreira pública, entramos em uma etapa fundamental para um concurseiro: a preparação. Essa discussão pode ser construtiva para um candidato que irá prestar qualquer tipo de prova ou exame que envolva uma preparação de médio ou longo prazo.

Em um primeiro momento não discutiremos o estudo em si, mas os diversos fatores que orbitam em torno de uma boa preparação e que devem ser levados em conta – tais como a obtenção de tempo para estudar, o ambiente de estudos e o controle de aspectos como o financeiro.

Vou realçar desde já algo que considero muito importante: nesse debate sobre técnicas e preparação do estudo não há um método ideal.

Há, sim, muitos fatores que podem melhorar seus estudos e muitos erros que devem ser evitados, porém não há uma fórmula mágica. Para mim, seria muito melhor se houvesse e eu a tivesse descoberto, pois não apenas o livro seria um sucesso como eu estaria preparado para outros concursos excelentes que existem, outros vestibulares, enfim...

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