Lvaro De Azevedo Gonzaga (12)
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Capítulo 6 – HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

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6

HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

(Arts. 22 a 26 do EOAB; arts. 48 a 54 do NCED)

6.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

No antigo direito romano, era proibida a remuneração pelos serviços advocatícios, daí o significado etimológico da palavra de origem honorarius: do que é feito ou dado por honra. Na modernidade, o valor da honra começa a ser mensurado em valores financeiros, e por conta disso, hoje, temos os honorários traduzidos em valores. Assim sendo, honorários consistem na remuneração do profissional pela prestação de serviços advocatícios ao cliente.

É o Conselho Seccional que estabelece os valores mínimos a serem cobrados por um advogado. Caso cobre, com habitualidade, valores abaixo dos estabelecidos pela tabela, praticará uma infração disciplinar chamada de aviltamento de clientes.

Por outro lado, caso o advogado cobre um valor muito acima da tabela que esteja em desacordo com o art. 49 do NCED, o defensor incorre em locupletação indevida.

Os honorários profissionais devem ser fixados com moderação, atendidos os elementos seguintes: a) a relevância, o vulto, a complexidade e a dificuldade das questões versadas; b) o trabalho e o tempo necessários; c) a possibilidade de ficar o advogado impedido de intervir em outros casos, ou de se desavir com outros clientes ou terceiros; d) o valor da causa, a condição econômica do cliente e o proveito para ele resultante do serviço profissional; e) o caráter da intervenção, conforme se trate de serviço a cliente eventual, frequente ou constante;

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Capítulo 7 – IMPEDIMENTO E INCOMPATIBILIDADE

Álvaro de Azevedo Gonzaga Grupo Gen PDF Criptografado

7

IMPEDIMENTO E

INCOMPATIBILIDADE

(Arts. 27 ao 30 do EOAB)

7.1 IMPEDIMENTO

É a limitação ou proibição parcial para o exercício da advocacia, ou seja, o advogado não tem capacidade postulatória plena.

Caso o advogado atue em alguma demanda que seja impedido, seus atos são considerados nulos, respondendo: a) penalmente: exercício ilegal da profissão, cf. art. 47 da LCP; b) civilmente: todos os atos praticados são nulos; c) disciplinarmente.

7.2 HIPÓTESES DE IMPEDIMENTO a) Servidores públicos em geral, nos diferentes níveis, em postulação contra a

Fazenda Pública que os remunera (art. 30, I, do EOAB); b) integrantes do Poder Legislativo em postulação contra ou a favor das pessoas jurídicas de direito público, empresas públicas etc. (art. 30, II, do EOAB).

Etica_Profissional_Sintetizado_Alvaro_de_Azevedo_617123.indb 77

27/06/2017 16:21:56

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78    ÉTICA PROFISSIONAL SINTETIZADO – Alvaro de Azevedo Gonzaga

O advogado está IMPEDIDO de atuar contra:

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Capítulo 3 – DA INSCRIÇÃO

Álvaro de Azevedo Gonzaga Grupo Gen PDF Criptografado

3

DA INSCRIÇÃO

(Arts. 8.º a 14 do EOAB; arts. 20 a 36 do RGEOAB)

3.1 REQUISITOS PARA A INSCRIÇÃO (ART. 8.º DO EOAB) a) capacidade civil; b) diploma ou certidão de graduação em Direito, ou Ciências Jurídicas e Sociais, obtido em instituição de ensino oficialmente autorizada e credenciada; c) título de eleitor e quitação do serviço militar, se brasileiro; d) aprovação em Exame de Ordem; e) não exercer atividade incompatível com a advocacia; f) idoneidade moral; g) prestar compromisso perante o Conselho.

O Compromisso é indelegável, por sua natureza solene e personalíssima (art.

20, § 1º, REGOAB). É ato pessoal e intransferível.

O estagiário deve inscrever-se no Conselho Seccional em cujo território realiza o curso jurídico (art. 9.º, § 2.º, do EOAB).

3.2 IDONEIDADE MORAL (ART. 8.º, § 3.º, DO EOAB)

Consiste na prática de crime infamante, que, por definição, consiste naquele que “provoca o forte repúdio ético da comunidade geral e profissional, acarretando desonra para o seu autor, e que pode gerar desprestígio para a advocacia se for admitido seu autor a exercê-la” (Paulo Luiz Netto Lôbo, Ética profissional,

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Capítulo 9 – INFRAÇÕES DISCIPLINARES

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9

INFRAÇÕES DISCIPLINARES

(Arts. 34 a 43 do EOAB)

9.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

As infrações disciplinares são dos assuntos mais delicados do Estatuto da Advocacia, uma vez que traz as infrações éticas e suas respectivas sanções disciplinares que deverão ser aplicadas aos advogados que não atuam de forma desejada, lesando clientes e comprometendo toda a advocacia. Deste modo, o art. 34 é o mais longo e estudado do Estatuto, contendo 29 incisos, que deverão ser estudados de forma mais atenta e detida.

Faremos aqui algumas considerações sobre as penas que se aplicam para depois comentarmos os incisos tão importantes que são exigidos no exame de ordem e demais provas.

  Fique atento

O advogado possui responsabilidade pela omissão de atos que deveriam ser praticados.

Contudo, o art. 16, § 2º, do Novo Código de Ética e Disciplina estabelece que não será responsabilizado caso a omissão ocorra por parte do cliente que não disponibiliza informação ou documento necessário para a prática processual em momento oportuno.

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Capítulo 4 – SOCIEDADE DE ADVOGADOS

Álvaro de Azevedo Gonzaga Grupo Gen PDF Criptografado

4

SOCIEDADE DE ADVOGADOS

(Arts. 15 a 17 do EOAB; arts. 37 a 43 do RGEOAB)

4.1 PERSONALIDADE JURÍDICA (ART. 15, § 1.º, DO EOAB)

O registro dos atos constitutivos da sociedade de advogados, inclusive as sociedades unipessoais, deve ser feito no Conselho Seccional da OAB onde será fixada a sociedade. Somente podem integrar a sociedade advogados regularmente inscritos nos quadros da OAB.

  Fique atento

O registro da sociedade deve ser feito no Conselho Seccional.

4.2 UNIPESSOALIDADE

A lei 13.247/2016 permite que advogados constituam sociedades unipessoais, observando-se todo o regramento ético estatutário, vigendo todas as regras dispostas neste capítulo para esse tipo de sociedade. A sociedade unipessoal de advocacia pode resultar da concentração por um advogado das quotas de uma sociedade de advogados, independentemente das razões que motivaram tal concentração.

 Exemplo

Uma sociedade com dois sócios tem um deles falecido. Pode o outro advogado unificar as quotas e transformar tal sociedade em unipessoal.

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Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (3)
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TABELA COMPARATIVA DO NOVO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

TABELA COMPARATIVA  DO NOVO CÓDIGO

DE ÉTICA E DISCIPLINA

CED/2015

CED/1995

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I

DAS REGRAS DEONTOLÓGICAS

FUNDAMENTAIS

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 1º O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos deste

Código, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os demais princípios da moral individual, social e profissional.

Art. 2º O advogado, indispensável à administração da Justiça, é defensor do Estado

Democrático de Direito, dos direitos humanos e garantias fundamentais, da cidadania, da moralidade, da Justiça e da paz social, cumprindo-lhe exercer o seu ministério em consonância com a sua elevada função pública e com os valores que lhe são inerentes.

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Medium 9788530977726

ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

ESTATUTO DA ADVOCACIA E A ORDEM

DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ADVOCACIA

CAPÍTULO I

Da Atividade da Advocacia

Art. 1º São atividades privativas de advocacia:

I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8).

II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.

§ 1º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal.

§ 2º Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados.

D Comentários

As atividades privativas inauguram o EAOAB antes mesmo de qualquer requisito ou definição sobre o que é o advogado, qual seu papel na sociedade e os requisitos indispensáveis para sua inscrição nos quadros do Conselho Seccional.

O inciso I trata de atividades propriamente judiciais, enquanto o inciso

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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

TÍTULO I

DA ÉTICA DO ADVOGADO

CAPÍTULO I

Dos Princípios Fundamentais

D Comentários

A ética profissional do advogado, objeto da matéria que se denomina

“Deontologia Jurídica”, estuda os deveres éticos da classe advocatícia, os quais, por sua vez, são regulados pelo Código de Ética e Disciplina

(CED) editado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do

Brasil (CFOAB).

O atual Estatuto da OAB (EAOAB), editado pela Lei Federal 8.906/1994, em vez de tratar exaustivamente dos deveres éticos do advogado, os remeteu ao CED, o qual o advogado é obrigado a cumprir rigorosamente, consoante dispõe o art. 33 do EAOAB.

O Novo Código de Ética, tal como o anterior, teve seu primeiro título reservado ao tema “Da ética do advogado”, ao passo que o segundo título

é reservado ao processo disciplinar.

O presente capítulo tratará dos princípios fundamentais que regem a atuação do advogado, isto é, traçará as normas elementares de cunho

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Abreu Edgar Silva Lucas (14)
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CAPÍTULO 10 - SUBSISTEMA OPERATIVO – PRESTADORES DE SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO REGULAMENTADOS

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

SUBSISTEMA OPERATIVO –

PRESTADORES DE SERVIÇOS

FINANCEIROS NÃO REGULAMENTADOS

10.1. SOCIEDADES SECURITIZADORAS DE

RECEBÍVEIS

Onde esse assunto pode ser cobrado?

Concursos Públicos: Não tem histórico de cobrar em concursos

Certificações: CPA 10, CPA 20, CEA, CFP, Ancord (AAI)

Uma securitização de recebíveis é transformar um fluxo futuro de recebimento em um valor mobiliário e vender esse título no mercado para investidores.

Esse título é chamado de Certificado de Recebível. Pode, por exemplo, ser lastreado em recebíveis imobiliários, sendo chamado, nesse caso, de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI).

A responsável pela emissão desse título é a Companhia Securitizadora, que é uma instituição organizada sob a forma de ações, com o objetivo de adquirir créditos oriundos de operações de empréstimo, de financiamento, de direitos creditórios do agronegócio e imobiliário e de arrendamento mercantil, entre outros, além de securitizar os mesmos através da emissão de certificados.

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CAPÍTULO 7 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA BRASILEIRO DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO (SBPE)

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA

BRASILEIRO DE POUPANÇA E

EMPRÉSTIMO (SBPE)

Segundo a Resolução CMN nº 1.980, de 30 de abril de 1993, o Sistema

Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) é integrado por:

Caixa Econômica

Federal (CEF)

Sociedades de

Crédito Imobiliário

(SCI)

Associação de

Poupança e

Empréstimo (APE)

Bancos Múltiplos com a carteira de SCI

As instituições financeiras que integram o SBPE possuem a capacidade de captar através de depósitos de poupança. Estas instituições são obrigadas a destinar os recursos captados conforme descrito:

Captação em Poupança

Operações de

Financiamento Imobiliário

Encaixe obrigatório junto ao Bacen

Encaixe obrigatório adicional junto ao Bacen

6%

5%

24%

65%

Outras operações

SFN.indb 97

30/11/2016 17:42:06

98

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL – Edgar Abreu � Lucas Silva

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CAPÍTULO 13 - SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Principais concursos públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do

Brasil, Banco Central do Brasil, Banrisul, Banestes, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Principais certificações: CPA 10, CEA, CFP, Ancord (AAI) e CGA

13.1. SISTEMA DE PAGAMENTOS

É o conjunto de regras, sistemas e mecanismos utilizados para transferir recursos e liquidar operações financeiras entre empresas, governos e pessoas físicas.

O Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) compreende as entidades, os sistemas e os procedimentos relacionados com o processamento e a liquidação de operações de transferência de fundos, de operações com moeda estrangeira ou com ativos financeiros e valores mobiliários.

A estabilidade financeira é entendida como um bem público e sua manutenção é uma das missões desempenhadas por diversos bancos centrais. Os sistemas de pagamentos representam um pilar central de sustentação da estabilidade financeira, sendo essencial que funcionem de forma segura e eficiente.

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Medium 9788530974640

CAPÍTULO 2 - SUBSISTEMA NORMATIVO – ÓRGÃOS NORMATIVOS

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

SUBSISTEMA NORMATIVO –

ÓRGÃOS NORMATIVOS

São responsáveis por determinar regras e diretrizes gerais para o bom funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. Os três órgãos normativos que compõem o Sistema Financeiro Nacional são:

1. Conselho Monetário Nacional (CMN)

2. Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)

3. Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC)

2.1 CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Principais concursos públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do

Brasil, Banco Central do Brasil, Banrisul, Banestes, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Principais certificações: CPA 10, CPA 20, CEA, CFP, Ancord (AAI),

CA-300, CGA, PQO e FBB-300

O Conselho Monetário Nacional (CMN), é o órgão máximo do Sistema

Financeiro Nacional, criado em 1964 pela Lei Federal nº 4.595 – mas a sua instituição se deu apenas em 31 de março de 1965, já que a lei que o cria só entrava em vigor 60 dias após a publicação –, substituindo a autoridade monetária da época, que era a Superintendência da Moeda e do Crédito

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QUESTÕES

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

QUESTÕES DE CONCURSOS

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

1. (BANCO DO BRASIL – FCC 2013) A Comissão de Valores Mobiliários

(CVM) controla e fiscaliza o seguinte produto do mercado de valores mobiliários:

a) b) c) d) e)

Certificado de Depósito a Prazo.

Título de Capitalização.

Letra de Câmbio.

Título de Emissão do Tesouro Nacional.

Fundo de Investimento.

2. (BANCO DO BRASIL – FCC 2013) O Sistema Financeiro Nacional tem

como entidades supervisoras:

a) b) c) d)

Receita Federal do Brasil e Resseguradores.

Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e Futuros.

Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.

Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e

Social. e) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

SFN.indb 177

30/11/2016 17:42:16

178

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL – Edgar Abreu � Lucas Silva

3. (BANCO DO BRASIL – FCC 2011) O Sistema Financeiro Nacional é

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Alexandre Ricardo Deus Jo O De (16)
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CAPÍTULO 1 – ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DIREITO ADMINISTRATIVO

ALEXANDRE, Ricardo; DEUS, João de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

1

ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA E DIREITO

ADMINISTRATIVO

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http://youtu.be/7SHbMKxeMSc

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 1

20/04/2018 09:45:17

1

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 2

20/04/2018 09:45:17

1.1. NOÇÕES INTRODUTÓRIAS

1.1.1.

O Estado e sua organização

O homem é notadamente um ser social. O espírito de associação é da própria natureza humana. Uma das explicações para tal comportamento pode ser o fato de que em várias situações as necessidades e os interesses dos indivíduos somente podem ser atendidos com a cooperação de outras pessoas. Pensemos num exemplo bem simples: a construção de uma pirâmide no Egito. Será que uma pessoa sozinha conseguiria transportar milhares de blocos de pedra e construir uma pirâmide? A resposta é óbvia: claro que não! Assim, com a evolução histórica, as pessoas passaram a se organizar em unidades coletivas para as mais diversas finalidades, quer sejam econômicas, quer sejam altruísticas.

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CAPÍTULO 2 – ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ALEXANDRE, Ricardo; DEUS, João de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

2

ORGANIZAÇÃO

DA ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

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http://youtu.be/DdIjGslUzQs

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 33

20/04/2018 09:45:20

2

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 34

20/04/2018 09:45:20

2.1. ÓRGÃOS PÚBLICOS

2.1.1. Introdução

Como visto no Capítulo inaugural desta obra, o Estado é considerado ente personalizado tanto no plano internacional quanto no plano interno. No caso dos Estados que se organizam sob a forma de federação, temos a coexistência interna de uma pluralidade de pessoas jurídicas políticas. É o que acontece na federação brasileira, composta pelas pessoas políticas da União, dos Estados-membros, dos Municípios e do Distrito Federal.

O que diferencia as pessoas políticas das pessoas puramente administrativas

(autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista) é a capacidade que têm as primeiras de editar suas próprias leis, inovando a ordem jurídica.

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CAPÍTULO 11 – RESPONSABILIDADE CIVIL EXTRACONTRATUAL DO ESTADO

ALEXANDRE, Ricardo; DEUS, João de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

11

RESPONSABILIDADE

CIVIL EXTRACONTRATUAL DO ESTADO

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http://youtu.be/S3zv1IrAIjM

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 769

20/04/2018 09:46:39

11

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 770

20/04/2018 09:46:39

11.1. INTRODUÇÃO

A responsabilidade civil da Administração Pública consiste na obrigação estatal de indenizar os danos patrimoniais, morais ou estéticos que seus agentes, atuando nessa qualidade, causarem a terceiros, podendo ser dividida em dois grandes grupos: a contratual, decorrente do descumprimento de cláusulas constantes em contratos administrativos, e a extracontratual (ou aquiliana), que abrange as demais situações e será abordada neste capítulo. Registramos que a responsabilidade contratual possui regras próprias, que são detalhadas nesta obra no capítulo relativo aos contratos administrativos.

Nas questões relativas à responsabilidade civil extracontratual do Estado

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CAPÍTULO 12 – CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ALEXANDRE, Ricardo; DEUS, João de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

12

CONTROLE DA

ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

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http://youtu.be/xslneUkhnvs

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 823

20/04/2018 09:46:54

12

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 824

20/04/2018 09:46:54

12.1. INTRODUÇÃO

A teoria da separação dos poderes tem, na sua essência apontada por

Montesquieu, o objetivo de limitar arbítrios de forma a proteger os direitos individuais. É que boa parte dos exercentes de Poder tende a querer mais e mais poder, situação que, se não estiver sujeita a controle, culminará no abuso, ou até no absolutismo.

Com o objetivo de evitar tais distorções, o próprio Montesquieu propôs a engenhosa teoria dos freios e contrapesos em que os poderes constituídos possuem a prerrogativa de controlar (frear e contrabalancear) as atuações dos demais poderes, de forma que cada um deles tem autonomia, possui liberdade, mas uma liberdade vigiada. Nessa linha, o Poder Legislativo edita leis que podem ser vetadas (freadas) pelo Poder Executivo, que poderá ter seu veto derrubado

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CAPÍTULO 7 – ATOS ADMINISTRATIVOS

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CAPÍTULO 

7

ATOS

ADMINISTRATIVOS

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http://youtu.be/xQEGaLk9yxM

Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 411

20/04/2018 09:45:51

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Direito Administrativo_4ed_Alexandre_Deus.indb 412

20/04/2018 09:45:51

7.1. FATOS JURÍDICOS, ATOS JURÍDICOS, ATOS ADMINISTRATIVOS,

FATOS ADMINISTRATIVOS E ATOS DA ADMINISTRAÇÃO

A cada instante, incontáveis eventos acontecem no mundo dos fatos, mas somente alguns deles têm relevância do ponto de vista jurídico, pois o direito lhes atribui consequências. O ato de atravessar uma rua num local em que tal comportamento é permitido não gera consequências jurídicas, sendo irrelevante para o direito. Em contrapartida, se determinada pessoa é atropelada ao atravessar a rua e vem a falecer, o evento morte pode ser qualificado como jurídico, pois tem o efeito de abrir a sucessão do falecido, transmitindo imediatamente a propriedade de seus bens para os seus sucessores.

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Almeida Isabella (9)
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Capítulo 8 – O que eu aprendi com as reprovações

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

8

O que eu aprendi com as reprovações

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 185

06/06/2017 15:22:43

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 186

06/06/2017 15:22:43

Sumário: 8.1. É o momento de verificar o que não deu certo – 8.2. Seja humilde. Você nunca sabe o suficiente – 8.3. cada concurso prestado é uma nova experiência – 8.4. não fique no meio do caminho, já tem muita gente por lá! – 8.5. informações importantes do capítulo 8.

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 187

06/06/2017 15:22:43

ações fazem os as reprov nd sa ur nc co que posso maioria dos ouquíssimas

(p as so

Para a grande es p ncurso que conheço primeiro co etória. Até no aj tr s a da d a, va te ro par a caminhad foram ap dedos) que zem parte d s fa no es o ar

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Entretanto, tu

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Capítulo 7 – Como estudar após a publicação do edital

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

7

Como estudar após a publicação do edital

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 165

06/06/2017 15:22:41

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 166

06/06/2017 15:22:41

Sumário: 7.1. o edital foi publicado. e agora?: 7.1.1. analise o edital do seu concurso – 7.2. como estudar após o edital publicado – 7.3. como estudar na semana da prova – 7.4. o que fazer no dia da prova: 7.4.1. Checklist do dia da prova;

7.4.2. outras recomendações – 7.5. estratégia de realização de prova: 7.5.1. dicas para um “chute” consciente nas provas de múltipla escolha!! – 7.6. como responder questões discursivas

– 7.7. informações importantes do capítulo 7.

Acesse o QR Code e assista

à aula explicativa sobre este assunto. https://goo.gl/1CgWLL

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 167

06/06/2017 15:22:41

é publicado. ando o edital qu

ão ns te de de gran e espera e, de preparação

É um momento do río pe o ng lo eio a tantas passamos por perdidos em m os m ve

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Capítulo 5 – Organização e resultados

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Organização e resultados

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 95

5

06/06/2017 15:22:34

Concurso Público_IsabellaAlmeida_617000.indb 96

06/06/2017 15:22:34

Sumário: 5.1. estratégia – 5.2. como definir metas: 5.2.1. estabeleça metas reais; 5.2.2. não deixe a meta criada somente na sua memória. coloque-a no papel; 5.2.3. fracione a sua grande meta em metas menores; 5.2.4. estabeleça metas específicas; 5.2.5. avalie periodicamente o seu compromisso com a meta; 5.2.6. registre o resultado de suas metas; 5.2.7. Pense em estratégias para que as metas sejam alcançadas – 5.3. Quantidade não é qualidade – 5.4. conheça a banca examinadora e atenha-se ao edital – 5.5. Perfil das principais bancas examinadoras: 5.5.1. fundação carlos chagas (fcc); 5.5.2. fundação Getulio Vargas

(fGV); 5.5.3. escola de administração fazendária (eSaf); 5.5.4. centro brasileiro de Pesquisa em avaliação e Seleção e de Promoção de eventos (cebraSPe) ou (ceSPe); 5.5.5. fundação para o Vestibular da universidade estadual Paulista (VuneSP) – 5.6. materiais de estudo – 5.7. encontre o equilíbrio – 5.8. Quadro de horários x ciclo de estudo: 5.8.1. Quadro de horários; 5.8.2. ciclo de estudo; 5.8.3. Questões relevantes sobre o quadro de horários x ciclos – 5.9. revisões: 5.9.1. ciclo de revisões; 5.9.2. como fazer as revisões; 5.9.3. dicas para o seu fichamento – 5.10. como elaborar resumos úteis – 5.11. dez erros que você comete sem perceber: 5.11.1. estudar com anotações de outras pessoas;

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Capítulo 6 – Como a determinação me levou à aprovação

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Capítulo

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Como a determinação me levou à aprovação

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Sumário: 6.1. a importância do foco na preparação – 6.2.

Saiba dizer não! – 6.3. Parte da sua aprovação depende da sua força de vontade e persistência – 6.4. toda hora é hora de estudar – 6.5. o que podemos aprender com um atleta:

6.5.1. Planejamento; 6.5.2. disciplina; 6.5.3. motivação; 6.5.4.

Persistência; 6.5.5. foco; 6.5.6. capacidade de lidar com pressões; 6.5.7. treino; 6.5.8. metas – 6.6. informações importantes do capítulo 6.

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Capítulo 1 – Saindo da zona de conforto

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Capítulo 

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Saindo da zona de conforto

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Sumário: 1.1. abandone suas desculpas: 1.1.1. nossas desculpas muitas vezes são justas, porém devem ser superadas

– 1.2. atitudes diferentes – 1.3. não deixe a procrastinação dominar você – 1.4. a sua capacidade é muito maior do que você imagina – 1.5. não espere que façam por você – 1.6. assuma a responsabilidade da sua escolha – 1.7. Você está investindo em um projeto de vida – 1.8. informações importantes do capítulo 1.

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