Abreu Edgar Silva Lucas (14)
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CAPÍTULO 11 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE SEGUROS PRIVADOS

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

SUBSISTEMA OPERATIVO –

SISTEMA DE SEGUROS PRIVADOS

11.1. SOCIEDADES SEGURADORAS

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Concursos Públicos: Banco do Brasil, Banestes, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Certificações: CFP

São entidades constituídas sob a forma de sociedade anônima, que assumem determinado risco descrito em um contrato de seguro e, em contrapartida, recebem uma remuneração em dinheiro (prêmio) de quem repassa esse risco.

São fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), da qual precisam de autorização para funcionamento.

Não podem requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, se o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar.

São proibidas de explorar qualquer outro ramo do comércio ou indústria, podendo somente ofertar seguros, planos de previdência e títulos de capitalização. Porém, podem participar de outros ramos de atividade como investidoras.

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CAPÍTULO 3 - SUBSISTEMA NORMATIVO – ÓRGÃOS SUPERVISORES

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

SUBSISTEMA NORMATIVO –

ÓRGÃOS SUPERVISORES

As entidades supervisoras trabalham para que os cidadãos e os integrantes do sistema financeiro sigam as regras definidas pelos órgãos normativos. Suas competências são as de regulamentar o mercado de acordo com as diretrizes traçadas pelos respectivos órgãos normativos, supervisionar, fiscalizar e punir os agentes que agirem às margens da legislação. Os quatro

órgãos supervisores que compõem o Sistema Financeiro Nacional são:

1. Banco Central do Brasil (BCB ou Bacen)

2. Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

3. Superintendência de Seguros Privados (Susep)

4. Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc)

Mercados

Capitais

Seguro, Previdência

Aberta, Capitalização e Resseguro

Previdência Fechada

(Fundo de Pensão)

Conselho Monetário

Nacional (CMN)

Conselho Monetário

Nacional (CMN)

Conselho Nacional de Seguros Privados

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CAPÍTULO 5 - AGENTES ESPECIAIS

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

AGENTES ESPECIAIS

Recebem o nome de agentes especiais as instituições que, mesmo fazendo parte do subsistema operacional (intermediação), também cumprem funções normativas. Normalmente estas atividades são relacionadas a implementação das políticas econômicas do governo federal.

O governo possui três grandes pilares (instituições financeiras), que auxiliam na execução das suas principais políticas. São elas:

Banco Nacional de

Desenvolvimento

Econômico e Social (BNDES)

Caixa Econômica

Federal (CEF)

Banco do Brasil (BB)

Execução das políticas de investimentos de médio e longo prazo

Principal executor de políticas para o sanemento e a habitação

Principal executor das políticas voltadas para o agronegócio

Auxiliam empresas no fomento e desenvolvimento

Responsável pela execução dos principais programas sociais

Executor do serviço de compensação bancária

Existem outras instituições financeiras federais que também auxiliam o governo na execução de políticas públicas, como o Banco do Amazonas e o

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CAPÍTULO 8 - SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (SDTVM)

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CAPÍTULO

8

SUBSISTEMA OPERATIVO – SISTEMA DE

DISTRIBUIÇÃO DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS (SDTVM)

8.1. CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS (CTVM) E DISTRIBUIDORAS DE

TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (DTVM)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Concursos Públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil,

Banestes, Banco da Amazônia, Banco de Brasília e Banrisul

• Certificações: CPA-10, CPA-20, CEA, CFP, Ancord (AAI), PQO,

FBB-300, CGRPPS, CA-300

As corretoras e distribuidoras tinham funções distintas até 2009, pois somente as corretoras podiam operar em bolsas de valores. As distribuidoras precisavam de uma corretora para operar nas bolsas, tendo, portanto, uma

área mais restrita de operação.

Com a Decisão Conjunta CVM e Bacen nº 17/2009, que autorizou as distribuidoras a operar diretamente nos ambientes e sistemas de negociação dos mercados organizados de bolsas de valores, eliminou-se a principal diferença entre as duas instituições financeiras.

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CAPÍTULO 13 - SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

ABREU, Edgar; SILVA, Lucas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

SISTEMA DE PAGAMENTO BRASILEIRO (SPB)

Onde esse assunto pode ser cobrado?

• Principais concursos públicos: Caixa Econômica Federal, Banco do

Brasil, Banco Central do Brasil, Banrisul, Banestes, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Banco de Brasília

• Principais certificações: CPA 10, CEA, CFP, Ancord (AAI) e CGA

13.1. SISTEMA DE PAGAMENTOS

É o conjunto de regras, sistemas e mecanismos utilizados para transferir recursos e liquidar operações financeiras entre empresas, governos e pessoas físicas.

O Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) compreende as entidades, os sistemas e os procedimentos relacionados com o processamento e a liquidação de operações de transferência de fundos, de operações com moeda estrangeira ou com ativos financeiros e valores mobiliários.

A estabilidade financeira é entendida como um bem público e sua manutenção é uma das missões desempenhadas por diversos bancos centrais. Os sistemas de pagamentos representam um pilar central de sustentação da estabilidade financeira, sendo essencial que funcionem de forma segura e eficiente.

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Almeida Isabella (9)
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Capítulo 8 – O que eu aprendi com as reprovações

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

8

O que eu aprendi com as reprovações

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Sumário: 8.1. É o momento de verificar o que não deu certo – 8.2. Seja humilde. Você nunca sabe o suficiente – 8.3. cada concurso prestado é uma nova experiência – 8.4. não fique no meio do caminho, já tem muita gente por lá! – 8.5. informações importantes do capítulo 8.

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ações fazem os as reprov nd sa ur nc co que posso maioria dos ouquíssimas

(p as so

Para a grande es p ncurso que conheço primeiro co etória. Até no aj tr s a da d a, va te ro par a caminhad foram ap dedos) que zem parte d s fa no es o ar

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Capítulo 6 – Como a determinação me levou à aprovação

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

Como a determinação me levou à aprovação

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06/06/2017 15:22:39

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Sumário: 6.1. a importância do foco na preparação – 6.2.

Saiba dizer não! – 6.3. Parte da sua aprovação depende da sua força de vontade e persistência – 6.4. toda hora é hora de estudar – 6.5. o que podemos aprender com um atleta:

6.5.1. Planejamento; 6.5.2. disciplina; 6.5.3. motivação; 6.5.4.

Persistência; 6.5.5. foco; 6.5.6. capacidade de lidar com pressões; 6.5.7. treino; 6.5.8. metas – 6.6. informações importantes do capítulo 6.

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A determinação

é postura fundam ental de quem es concursos público tuda para s. Essa é uma tra jetória árdua, cans percalços. Quem ativa e cheia de não é persistente não consegue se

Ser determinado guir adiante. não significa que você será extrem

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Capítulo 5 – Organização e resultados

ALMEIDA, Isabella Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Organização e resultados

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5

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Sumário: 5.1. estratégia – 5.2. como definir metas: 5.2.1. estabeleça metas reais; 5.2.2. não deixe a meta criada somente na sua memória. coloque-a no papel; 5.2.3. fracione a sua grande meta em metas menores; 5.2.4. estabeleça metas específicas; 5.2.5. avalie periodicamente o seu compromisso com a meta; 5.2.6. registre o resultado de suas metas; 5.2.7. Pense em estratégias para que as metas sejam alcançadas – 5.3. Quantidade não é qualidade – 5.4. conheça a banca examinadora e atenha-se ao edital – 5.5. Perfil das principais bancas examinadoras: 5.5.1. fundação carlos chagas (fcc); 5.5.2. fundação Getulio Vargas

(fGV); 5.5.3. escola de administração fazendária (eSaf); 5.5.4. centro brasileiro de Pesquisa em avaliação e Seleção e de Promoção de eventos (cebraSPe) ou (ceSPe); 5.5.5. fundação para o Vestibular da universidade estadual Paulista (VuneSP) – 5.6. materiais de estudo – 5.7. encontre o equilíbrio – 5.8. Quadro de horários x ciclo de estudo: 5.8.1. Quadro de horários; 5.8.2. ciclo de estudo; 5.8.3. Questões relevantes sobre o quadro de horários x ciclos – 5.9. revisões: 5.9.1. ciclo de revisões; 5.9.2. como fazer as revisões; 5.9.3. dicas para o seu fichamento – 5.10. como elaborar resumos úteis – 5.11. dez erros que você comete sem perceber: 5.11.1. estudar com anotações de outras pessoas;

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Capítulo 2 – Da expectativa à realidade: os grandes desafios da rotina de um concursando

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Capítulo 

2

Da expectativa à realidade: os grandes desafios da rotina de um concursando

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Sumário: 2.1. os dias são sempre iguais – 2.2. Solidão – 2.3. medos – 2.4. estudar requer paciência – 2.5. transformando um objetivo pessoal em objetivo familiar – 2.6. Quando descobri que milhares de pessoas tiveram a mesma ideia: vou fazer concurso público – 2.7. Segura o tempo. ele voa! – 2.8. informações importantes do capítulo 2.

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ina-se que sos públicos imag ur nc co ra pa r e estuda ida a aproQuando se decid iano) e em segu ed m o alg ez lv ta do objetivo tudar (pouco, até a conquista ria tó será somente es je tra a rá se aprovação. pensa como de estudo até a po m vação. Ninguém te se es so ria muito seja tão doloro nas” estudar, se pe

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Capítulo 1 – Saindo da zona de conforto

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Capítulo 

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Saindo da zona de conforto

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Sumário: 1.1. abandone suas desculpas: 1.1.1. nossas desculpas muitas vezes são justas, porém devem ser superadas

– 1.2. atitudes diferentes – 1.3. não deixe a procrastinação dominar você – 1.4. a sua capacidade é muito maior do que você imagina – 1.5. não espere que façam por você – 1.6. assuma a responsabilidade da sua escolha – 1.7. Você está investindo em um projeto de vida – 1.8. informações importantes do capítulo 1.

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nada situação é conmodar a uma determi mesmo

Já reparou como se aco oso. Acho que por isso se confortável é delici sair da l, na afi

, os fortável? Aliás, sentirente adiad jetivos são constantem os nossos planos e ob anto trabalhoso. inércia é um tanto qu o início da minha rapidamente como foi

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Almeida Jarbas Thaunahy Santos De (9)
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Capítulo 3. Desconto Simples

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Desconto Simples

3

A ideia de desconto está associada ao abatimento dado a um valor monetário em determinadas condições.

A operação de desconto pode ser descrita como o custo financeiro do dinheiro pago em função da antecipação de recurso, ou seja, em outras palavras, podemos dizer que desconto é o abatimento feito no valor nominal de uma dívida, quando ela

é negociada antes de seu vencimento.

3.1 Introdução

Desconto é o abatimento concedido sobre um título de crédito em virtude de seu resgate antecipado. Representa, portanto, os juros cobrados e descontados antecipadamente pelos bancos nas operações de desconto simples.

Também podemos relacionar o desconto ao valor que se deduz do título ou compromisso pela antecipação do seu vencimento. Em outras palavras, é a diferença entre o valor nominal N e o valor atual (descontado) A de um título que seja saldado antes de seu vencimento.

Desconto

Valor nominal

Valor atual

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Capítulo 1. Fundamentos da Matemática Financeira

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1

Fundamentos da

Matemática Financeira

1.1 Introdução

O objetivo primordial da Matemática Financeira é estudar o valor do dinheiro no tempo.

Para tanto é necessário conhecermos os cinco elementos fundamentais da

Matemática Financeira, que estão representados graficamente a seguir, na Figura 1.1.

Montante

M

Juros

Capital

J

C

Taxa de Juros

i

Tempo

0

1

2

3

t

Figura 1.1  Representação gráfica dos elementos fundamentais da Matemática Financeira.

1

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18/02/16 13:23

2  Capítulo 1

Vejamos um exemplo que envolve a utilização dos cinco elementos mostrados na figura.

1. Você mostra interesse pela compra de um notebook, para a realização dos seus afazeres escolares, e um vendedor de uma grande loja de departamentos lhe apresenta então duas propostas de aquisição do equipamento:

1a opção: à vista por R$ 2.000,00; ou

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Capítulo 6. Taxas de Juros

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Taxas de Juros

6

Segundo a teoria econômica, a taxa de juros representa a remuneração pelo emprego de um dos fatores de produção: o capital. Conforme Oliveira e Pacheco (2010), os juros são parte essencial do processo de intermediação financeira, pois funcionam como o estímulo que o agente superavitário possui para deixar de consumir no presente e consumir mais no futuro, bem como o custo com que um agente deficitário arcará para financiar seus desejos de consumo imediato.

Para Bruni e Famá (2009, p. 270), o mercado financeiro brasileiro apresenta algumas peculiaridades em relação a outros mercados financeiros, e também é notório que nas operações bancárias e comerciais a palavra taxa é empregada de diversas formas.

Dada a importância da taxa de juros para a economia brasileira, este capítulo tem por finalidade mostrar como as taxas de juros são informadas no mercado financeiro, além de abordar diversas operações matemáticas com diferentes taxas.

6.1  Taxa nominal

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Capítulo 5. Desconto Composto

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Desconto Composto

5

A diferença fundamental entre os descontos compostos e os descontos simples refere-se à forma de capitalização do desconto.

Nos DESCONTOS SIMPLES, não há capitalização do desconto para cálculo do período seguinte, ou seja, o desconto é calculado em todos os períodos sobre o valor de origem (atual ou nominal).

Nos DESCONTOS COMPOSTOS, o desconto é capitalizado para cálculo do período seguinte, conforme o regime de capitalização composta.

5.1 Introdução

Em operações de DESCONTO COMPOSTO, as convenções adotadas são as mesmas do desconto simples.

Os elementos do desconto composto são:

  Valor nominal (N): também chamado de valor de face. É o valor do título apontado na data do vencimento.

  Valor atual (A): é o valor que foi negociado antes do vencimento ou simplesmente o valor recebido após a operação de desconto.

  Desconto (D): é a denominação dada ao abatimento que se faz quando um título de crédito é resgatado antes de seu vencimento. É o valor que se deduz do título ou compromisso pela antecipação de seu vencimento. Em outras palavras,

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Capítulo 2. Juros Simples

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Juros Simples

2

Por juros entende-se toda e qualquer remuneração de um capital. Pode ser entendido também como o pagamento de um indivíduo pelo uso do capital de outro.

O uso do capital pode ser realizado por intermédio de um investimento em uma instituição financeira (caderneta de poupança, ações, renda fixa, entre outros), de um empréstimo realizado por intermediação de uma financiadora ou de empréstimos pessoais.

2.1 Introdução

Nas operações que envolvem os juros, há sempre dois ‘agentes’: o tomador de recursos (que paga os juros) e o emprestador de recursos (que recebe os juros). Ambos podem ser pessoas físicas (PF) ou jurídicas (PJ).

Vale lembrar que o agente (PF ou PJ) que em uma operação é o tomador em outra operação pode ser o emprestador.

O emprestador do capital, ao calcular o valor dos juros do empréstimo, deve considerar vários fatores, dentre os quais se destacam:

  o risco do empréstimo, isto é, a probabilidade de receber ou não o capital emprestado;

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Alves Juliana Vilela (4)
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Capítulo 3 – Morfologia

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3

Morfologia

Definir morfologia é sempre um desafio. Não podemos ser simplistas e passar uma lista de prefixos e sufixos gregos e latinos e supor que alguém, algum dia, consiga aprender esta disciplina desta maneira. Por isso, gosto de dizer que a morfologia estuda o processo de decomposição das palavras, suas estruturas e classificação. O conteúdo é bastante extenso e de extrema relevância para

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66  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

realizarmos questões em outros capítulos. Neste momento de preparação, atrevo‑me a dizer algo: existe uma parte da morfologia que é muito mais cobrada do que a outra nas provas da Banca Cesgranrio. Veremos os esquemas e comentaremos as questões que aparecem com maior ou menor frequência.

Morfologia

Estuda o processo de decomposição das palavras, suas estruturas, classificação.

Radical

É a base de significação de uma palavra. É o elemento comum a palavras da mesma família. Ex.: [JUST-],

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Capítulo 4 – Sintaxe

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4

Sintaxe

Atenção: Na imagem original na opção «Verbo Transitivo indireto» a sigla era V.T.I.

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06/08/2015 09:26:37

120  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

A sintaxe estuda a função da palavra e apresenta diversas funções como: sujeito, predicado, objeto, adjunto adverbial, agente da passiva, predicativo, adjunto adnominal, complemento nominal, complemento verbal, aposto e vocativo. Todas essas funções serão trabalhadas no capítulo IV e estão no mapa mental abaixo. Em seguida, comentaremos as questões que abordam o tema.

Ex.: Fofocavam

Quem fofocava? Eles

Ex.:

.

sujeito. Ex.: Precisa-se de funcionários.

Quando o verbo haver é usado no sentido de existir ele é impessoal, ou seja, permanece na 3a pessoa do singular. Ex.: Há muitas casas bonitas no meu bairro.

Mas, se o próprio verbo existir estiver sendo usado ele tem sujeito e o verbo deve concordar com ele. Ex.: Existem muitas casas bonitas no meu bairro.

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Capítulo 2 – Fonética e Fonologia

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2

Fonética e Fonologia

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46  Português – Cesgranrio – Juliana Vilela Alves

A parte de Fonética e Fonologia engloba as noções de fonema, sílaba, ortografia e acentuação. A seguir, apresentamos o mapa mental da disciplina

Fonética e Fonologia, o qual aborda conteúdos de extrema importância e que, frequentemente, aparecem nas provas da Banca Cesgranrio.

Fonética

Fonologia

Letra

Fonema

Semivogal

Portugues_Cesgranrio_2ed_JulianaVilelaAlves.indb 46

Estuda os sons da fala.

Estuda os fonemas de uma língua.

É o sinal gráfico que representa o fonema.

É o elemento sonoro da palavra.

São as letras /i/ e /u/ faladas ou escritas, sempre ligadas a uma vogal. Preste atenção: /i/ e /u/ também podem ser consideradas vogais. Veja: país e pais.

Em “país” o /i/ é vogal. Em “pais” é semivogal. Dica:

Se o /i/ ou /u/ forem a base da sílaba serão vogais.

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Capítulo 1 – Interpretação de Textos

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1

Interpretação de Textos

Começamos nosso trabalho com as questões de interpretação. Interpretar é, para muitos, um grande desafio. Portanto, para superar as possíveis dificuldades nas provas de interpretação da banca Cesgranrio, teceremos comentários acerca de questões das provas do BACEN, Petrobras, FUNASA, Petroquímica Suape e IBGE.

Para facilitar o entendimento dividimos as questões comentadas em 2 grupos: o 1º grupo é formado pelas provas da FUNASA, Petroquímica Suape e IBGE, contendo histórias em quadrinhos e charges. Este grupo de questões não é muito frequente nas provas de concursos, mas, como já apareceu em provas anteriores,

é importante conhecê-lo para entender como estas questões são abordadas nas provas; o 2º grupo é composto por 29 questões retiradas de 2 provas da Petrobras e 1 prova do BACEN.

Interpretação

Semântica

Portugues_Cesgranrio_2ed_JulianaVilelaAlves.indb 15

É o ato de explicar o sentido de um texto.

Campo da Linguística que estuda o sentido/ significado das palavras e da interpretação das sentenças e dos enunciados.

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Andrade Kaique Knothe De (6)
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Capítulo 5 – A prova

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Capítulo 5

A PROVA

Passando a etapa dos estudos, chegará um momento igualmente crucial para a sua aprovação: a hora da prova!

Muitas vezes, quando imaginamos o que faz com que um candidato seja aprovado em um concurso público ou em qualquer outro exame desse tipo, logo pensamos em uma boa preparação – bons materiais, disponibilidade de tempo adequada, certo investimento financeiro. Mas poucas vezes nos atentamos a esse fator de extrema importância. Em uma prova, sua capacidade de colocar as respostas no papel da forma correta pode ser tão decisiva quanto o seu conhecimento na matéria.

É claro que sem uma boa base de conteúdo não há para onde o candidato correr. É por isso que tratamos tão detalhadamente da fase de preparação. Mas agora, com esse conhecimento em mãos, é hora de você conseguir passar tudo o que sabe para o gabarito, somando pontos e ficando, a cada resposta correta, mais próximo do resultado que tanto almejou.

Fazer prova é algo que exige bom controle do tempo, boa capacidade de concentração e tranquilidade emocional. Vamos, assim, passar a uma análise detalhada daquilo que você encontrará no seu dia de prova, e também discutir algumas dicas que podem ser de grande valia para o seu desempenho!

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Capítulo 1 – Minha trajetória

ANDRADE, Kaique Knothe de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

MINHA TRAJETÓRIA

Neste momento iniciamos nossa caminhada em conjunto rumo a uma compreensão deste mundo dos concursos fiscais. Embora o foco deste livro seja o leitor, explicando-se cada método e cada detalhe em função da sua realidade, acredito que é muito importante eu contar um pouco sobre mim – minha história, os motivos que me levaram a pensar em prestar um concurso e, acima de tudo, as impressões que acabei formando ao longo dessa trajetória.

A primeira pergunta que me fizeram logo após minha aprovação foi sobre meu histórico. Foi particularmente uma surpresa quando, naquele dia em que descobri que havia sido o primeiro colocado, pesquisei meu nome no Google e percebi que havia não somente pedidos para que eu me apresentasse e falasse sobre mim, mas também discussões e até mesmo “teorias” sobre minha aprovação. A maioria delas tentava explicar o resultado como consequência do método de estudos X ou Y, de uma capacidade de memorização acima da média ou de alguma outra razão que os participantes dos debates tiravam da cartola. E foi aparentemente uma surpresa quando postei meu depoimento no Fórum Concurseiros explicando quem eu era: uma pessoa normal que em dado momento optou pela carreira pública e que, com estudo sério e organizado, obteve a aprovação em curto tempo.

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Capítulo 4 – Estratégias de estudo

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Capítulo 4

ESTRATÉGIAS DE ESTUDO

Chegamos ao grande desafio, que exigirá muita dedicação e disciplina para ser vencido: a preparação. E, sem dúvida alguma, há diferentes formas de organizá-la. Não se engane com o que é dito em muitos lugares: não há um método ideal de preparação. Quando eu fui aprovado eu escrevi um depoimento no Fórum Concurseiros que atingiu mais de vinte mil visualizações e teve uma repercussão bastante grande na época, não apenas pela minha classificação no concurso, mas também por eu ter estudado de uma forma bastante diferente da maioria dos candidatos.

Enquanto a maioria das pessoas estuda por ciclos, alternando disciplinas, eu estudava uma mesma disciplina por bastante tempo.

Não tenho como afirmar que isso é o ideal para todas as pessoas: já houve candidatos que me procuraram afirmando que também preferem o estudo de uma disciplina de forma intensa, e outros que me disseram que tentaram mas preferiram voltar aos ciclos. Isso é o efeito natural da minha afirmação no parágrafo anterior: não há um método ideal. É por isso que, nesse livro, tentaremos deixar as opções em aberto para os candidatos, sempre que duas ou mais vias parecerem igualmente válidas.

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Capítulo 6 – Após a aprovação

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Capítulo 6

APÓS A APROVAÇÃO

Com a sua aprovação e a subsequente homologação, atestando que tudo correu bem no concurso, você está muito próximo do seu sonho. Particularmente, é uma das melhores fases em toda essa trajetória – juntamente com o momento em que você assume o posto, claro! Você vai se sentir muito mais confiante para seguir os estudos, caso ainda não tenha passado no seu concurso dos sonhos, ou passará a ter mais tempo para fazer muitas coisas das quais teve de abrir mão no período de estudos.

É um período de muito reconhecimento por parte dos colegas de curso e de sua família e amigos, e muitas novas oportunidades também podem se abrir. Mas é necessário não perder a atenção dos trâmites do concurso, já que ainda há etapas administrativas por vir.

A partir desse momento, não tem jeito: você terá de estar informado sobre tudo o que está acontecendo nesse concurso! Assim, entre diariamente na página do concurso e também no Diário Oficial.

Hoje muitos entes têm versões eletrônicas, como é o caso do Diário

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Capítulo 3 – A preparação dos estudos

ANDRADE, Kaique Knothe de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

A PREPARAÇÃO DOS ESTUDOS

Após discutirmos as vantagens e desvantagens da carreira pública, entramos em uma etapa fundamental para um concurseiro: a preparação. Essa discussão pode ser construtiva para um candidato que irá prestar qualquer tipo de prova ou exame que envolva uma preparação de médio ou longo prazo.

Em um primeiro momento não discutiremos o estudo em si, mas os diversos fatores que orbitam em torno de uma boa preparação e que devem ser levados em conta – tais como a obtenção de tempo para estudar, o ambiente de estudos e o controle de aspectos como o financeiro.

Vou realçar desde já algo que considero muito importante: nesse debate sobre técnicas e preparação do estudo não há um método ideal.

Há, sim, muitos fatores que podem melhorar seus estudos e muitos erros que devem ser evitados, porém não há uma fórmula mágica. Para mim, seria muito melhor se houvesse e eu a tivesse descoberto, pois não apenas o livro seria um sucesso como eu estaria preparado para outros concursos excelentes que existem, outros vestibulares, enfim...

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