Yuh Ching Hong (10)
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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

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Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

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O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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7. Administração da Qualidade

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Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 94 |  

7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

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O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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6. Planejamento e Controle da Produção Puxada e Empurrada

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Capítulo 6

Planejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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6. P

� lanejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

• Compreender o que são processos puxados e empurrados.

• Conhecer as principais atividades que fazem parte do planejamento e do controle da produção.

• Compreender o sistema Just-in-time Kanban de programação e controle da produção.

• Compreender o sistema MRP de programação e controle da produção.

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Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Planejamento é o ato de planejar “hoje” algo que se pretende para o futuro, definir previamente ações para alcançar determinados objetivos. Controle é o ato de monitorar e fiscalizar a implementação do que foi planejado e lidar com as contingências e com as possíveis variações que venham a ocorrer.

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 64 |  

5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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V Rios Autores (45)
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9. Pneumonia grave adquirida na comunidade

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CAPÍTULO 9

Pneumonia grave adquirida na comunidade

Daniel Joelsons

Marília Bordignon Antonio

MENSAGENS RELEVANTES

��É

uma doença aguda de causa infecciosa. raio X continua sendo o padrão-ouro para o diagnóstico – apesar da melhor sensibilidade da tomografia (principalmente em pacientes idosos).

��Não é possível determinar o agente etiológico por meio do raio X ou pela história clínica.

��Deve-se utilizar o PSI/PORT ou o CURB 65 para decidir local de tratamento, levando em consideração as condições biopsicossociais do paciente.

��Principais agentes: S. pneumoniae, bacilos Gram-negativos (BGN) e H. influenzae. Não esquecer dos vírus!

��Caso não haja resposta clínica, avaliar a presença de agentes não típicos ou outros diagnósticos.

��O

INTRODUÇÃO

�� Definição:

doença inflamatória aguda de causa infecciosa, causada por vírus, bactérias ou fungos: ww Fora do ambiente hospitalar ou de unidades especiais de atenção à saúde ou que se manifeste até 48 h após admissão hospitalar.

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8. Sepse e choque séptico

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CAPÍTULO 8

Sepse e choque séptico

Luciano César Pontes de Azevedo

MENSAGENS RELEVANTES

��A

sepse associa-se com 30% de prevalência e 55% de mortalidade em pacientes admitidos em UTI brasileiras.

��A nova definição de sepse inclui critérios para avaliar disfunção orgânica e gravidade dos pacientes.

��O choque séptico se define como hipotensão e hiperlactatemia persistentes a despeito de reposição volêmica adequada.

��A identificação precoce dos pacientes sépticos é fundamental para prevenção da morbidade e mortalidade elevadas.

��A terapia antimicrobiana dentro da primeira hora de reconhecimento da sepse é o aspecto mais importante do tratamento.

��Pacientes sépticos com hipotensão ou hiperlactatemia devem receber reposição volêmica com 30 mL/kg de solução cristaloide.

��A droga vasoativa de primeira escolha para tratamento da hipotensão relacionada à sepse

é a noradrenalina.

��A manutenção das terapias de suporte nos pacientes sépticos é importante para avaliar a resposta do paciente ao tratamento inicial da infecção.

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7. Manejo de drogas vasoativas

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CAPÍTULO 7

Manejo de drogas vasoativas

Camila Merighi

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��Drogas

vasoativas inotrópicas e vasopressoras são indicadas para restabelecer a perfusão tecidual em estados de choque ou para otimização hemodinâmica em diversas condições clínicas (perioperatório, pacientes neurocríticos).

��A escolha da droga deve levar em conta o tipo de choque e o efeito hemodinâmico desejado.

��As doses devem ser tituladas e ter seus efeitos monitorados de acordo com parâmetros de perfusão, e não apenas valores isolados de pressão arterial.

��Noradrenalina é a droga vasoativa inicial de escolha no choque distributivo.

��A associação de um segundo vasopressor em pacientes com choque deve levar em consideração a necessidade de efeito inotrópico adicional ou não.

��Vasodilatadores são utilizados nas emergências hipertensivas e para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada.

��Neste capítulo serão abordadas as principais drogas vasoativas utilizadas na prática em

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6. Manejo de fluidos no paciente crítico

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CAPÍTULO 6

Manejo de fluidos no paciente crítico

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

Marcelo Park

MENSAGENS RELEVANTES

��O

manejo de fluidos é a intervenção mais frequentemente utilizada na unidade de terapia intensiva (UTI).

��A qualidade (tipo) dos fluidos pode ter impacto na evolução clínica do paciente crítico e no desenvolvimento de disfunções orgânicas.

��Atualmente, prefere-se realizar expansões volêmicas com soluções balanceadas em detrimento de soluções não balanceadas e de coloides sintéticos.

��A quantidade de fluidos administrada deve ser titulada à fase da doença crítica, eventualmente se considerando a retirada ativa de fluidos nas fases de estabilização e descalonamento.

��Sempre que possível, deve-se avaliar a fluido-responsividade antes de se administrar fluidos de expansão a pacientes na fase de otimização.

��No cálculo de soro de manutenção, deve-se descontar outras fontes de fluidos (diluição de antimicrobianos e reposições eletrolíticas, transfusões etc.) para evitar a sobrecarga de fluidos e eletrólitos no paciente crítico.

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5. Monitorização hemodinâmica

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CAPÍTULO 5

Monitorização hemodinâmica

Bruna Brandão Barreto

André Gobatto

MENSAGENS RELEVANTES

��A

monitorização hemodinâmica não é suficiente para modificar o prognóstico dos pacientes na unidade de terapia intensiva (UTI), se não for atrelada à interpretação adequada dos seus dados e à realização de intervenções em resposta à monitorização.

��Pacientes sem sinais de comprometimento na perfusão periférica não necessitam de ajuste hemodinâmico, independentemente dos valores apresentados pela monitorização.

��A avaliação clínica da perfusão periférica, como tempo de enchimento capilar (TEC), mottling score e avaliação da temperatura cutânea, pode fornecer dados extremamente relevantes à monitorização hemodinâmica, sem necessitar de nenhum dispositivo de monitorização.

��O lactato é um marcador de gravidade no paciente crítico, e não deve ser utilizado isoladamente como ferramenta de monitorização.

��A ecografia é um método valioso na avaliação hemodinâmica de pacientes instáveis, fornecendo uma grande variedade de informações. Entretanto, é uma ferramenta complexa, que exige treinamento adequado e não é capaz de fornecer dados continuamente.

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Sadao Edson (27)
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9. Estágio Vivo – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Estágio Vivo –

9 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Antonio Ferreira Lima

Resumo

Os alunos de Administração devem desenvolver um perfil generalista. Contudo, apesar de vários momentos de promoção da interdisciplinaridade, a IES vinha percebendo que os estágios colocados à disposição dos alunos de Administração não possibilitavam a vivência necessária de funções de chefia e de tomada de decisão. Em muitas situações, os estagiários eram reduzidos a mão de obra barata e exerciam apenas funções secundárias, como auxiliares de administração ou secretárias de executivos ou auxiliares de serviços bancários. Os principais objetivos do

Estágio Vivo são: superar a realidade perversa descrita acima e integrar os alunos de Administração com os de outros cursos, que atuarão em conjunto, na vida real, como os futuros advogados e contadores. A Mauá criou um centro de estágios, chamado Escola de Experiência, no qual os alunos são apresentados a exercícios guiados, a partir dos quais são desenvolvidas as competências da profissão. Trata-se de uma metodologia de ensino ativa, denominada Aprendizagem Baseada em Problemas – APB. Montou-se um ambiente virtual de produção em forma de arranjo produtivo local, no qual alunos de Direito, Contabilidade e Administração desempenham vários “papéis” simulados. Os exercícios são produzidos pelos professores, sob orientação do

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8. Integração do Ensino em Administração além dos Muros – PREMIADO COM LOUVOR

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Integração do Ensino

8 em Administração além dos Muros – PREMIADO

COM LOUVOR

Coordenadora Marinalva Pereira dos Santos

Resumo

O curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve o início de suas atividades pedagógicas no segundo semestre de 2012, atendendo à demanda social da região do Vale do Arinos. O curso foi criado segundo a política social de democratização do ensino da Unemat, em Juara, cidade do interior da Amazônia Legal, localizada no noroeste do estado de Mato Grosso, a 720 km da capital. A criação do curso de Administração na região trouxe a possibilidade de democratização do ensino. É importante evidenciar que Juara está localizada num contexto geográfico de áreas indígenas, de floresta amazônica e de grandes potenciais hidrográficos, o que levou a equipe pedagógica do curso a pensar em um curso estruturado para o desenvolvimento local sustentável e, além disso, que priorizasse o desenvolvimento de inovações empreendedoras, numa visão sistêmica com o objetivo de compreender e intervir na realidade social. Nessas perspectivas, surgiram muitos questionamentos sobre a oferta do curso para atender a região, todavia, uma delas prevaleceu sobre as demais: como construir o ensino-aprendizagem do curso de Administração em Juara considerando os aspectos sociais, econômicos e ambientais da região numa perspectiva empreendedora e inovadora? Com essas preocupações, os profissionais de ensino do curso de Administração planejam suas atividades evidenciando aspectos construtivos do conhecimento, reconhecendo aspectos didático-pedagógicos que valorizam a inovação e o processo formativo dos acadêmicos diante dos problemas sociais da comunidade.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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6. A Atividade Prática Supervisionada (APS)

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A Atividade Prática

6

Supervisionada (APS)

Coordenadora Thayze Pinto Cândido Padilha

Resumo

A Atividade Prática Supervisionada (APS) é constituída por atividades acadêmicas desenvolvidas pelos estudantes, sob a orientação, supervisão e avaliação de professores, em horários diferentes dos que são destinados às atividades presenciais. Trata-se de um componente que tem por objetivo principal proporcionar o diálogo entre teoria e prática, imprescindível à adequada formação acadêmica. Assim, apoia-se nos saberes desenvolvidos a partir do contributo de cada disciplina do período, tendo-os como fundamentação para o trabalho de pesquisa de campo a ser desenvolvido. Para além desse diálogo, a APS, em cada período, está relacionada a um tema transversal. Tal temática advém da necessidade de atrelar a formação acadêmica

às necessidades socioambientais, à formação de um profissional ético e mais humano, características de uma educação efetivamente integradora. Outros objetivos são: diminuir a evasão; incentivar a produção científica; motivar os alunos; e proporcionar a eles, o quanto antes, contato com o mercado de trabalho. A APS começou em 2015.1 no 1º período, e apenas em 2017.1 no 2º, isso porque foi necessário um tempo de maturação, ajustes e correções da metodologia e objetivos para que este se tornasse modelo para os demais. Seguindo a mesma premissa, se iniciou em 2018.1 no 3º período. O principal problema encontrado na implantação da atividade foi a resistência de alguns professores de trabalharem em conjunto. Depois alguns aceitaram participar, mas sem atribuir nota. Atualmente estão envolvidos todos os professores do 1º ao

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5. Núcleo de Práticas de Gestão – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Núcleo de Práticas de

5 Gestão – PREMIADO

COM DISTINÇÃO

Coordenador Luís Antônio Rabelo Cunha

Resumo

Considerando que o Centro Universitário Christus – Unichristus, campus Dom Luís, está situado em um dos maiores corredores de comércio varejista da cidade de Fortaleza, ambiente propício para a prática da gestão, percebemos que poderíamos gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os alunos e, consequentemente, para a instituição, promovendo o fortalecimento do ecossistema empreendedor do entorno do centro universitário. Para realizar essa tarefa, foi criado, em maio de 2016, o Núcleo de Práticas de Gestão (NPGE). A experiência a ser adotada consistia em gerar soluções para empresas de duas formas: primeiro, trabalhando em um formato de consultoria convencional e, segundo, levantando problemas empresariais nessas empresas para a elaboração de cases verídicos e anônimos para serem solucionados em sala de aula. Para a primeira etapa, foi necessário estreitar os laços entre a instituição e os lojistas e, para isso, o NPGE realizou uma tarefa intitulada “Marcando Território”. Nesse trabalho foi realizado um cadastramento com a participação de 26 alunos, sendo levantadas 127 empresas em 18 quadras. No cadastramento, foi feita uma pesquisa básica sobre como o curso de Administração poderia ajudar as empresas. Com base nas respostas recebidas, foi criado um evento que consistiu na apresentação de um esquete teatral desenvolvido e apresentado pelos alunos para os empresários cadastrados, cuja temática era atendimento ao cliente, e, juntamente com a apresentação teatral, uma palestra sobre o jeito Disney de encantar clientes. Na segunda etapa, o grupo empresarial conheceu mais um pouco da instituição e de seus objetivos, utilizando-se dos resultados dos cadastramentos. Devido à proximidade e ao número de salões de beleza no entorno da instituição, optamos por começar por esse ramo, dessa forma, entre as empresas visitadas, selecionamos o salão Júlia Ratz, por se mostrar mais interessado em nossa metodologia. Depois ampliamos, em 2018, incluindo novas empresas nessa parceria.

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Roberto Martins Figueiredo (5)
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Microrganismos

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Microrganismos

Xô, Bactéria!

Para que servem os lactobacilos contidos em alguns alimentos?

Os lactobacilos são microrganismos que, além de auxiliarem nos processos digestivos, atuam como protetores do epitélio intestinal. Eles equilibram o funcionamento intestinal, impedem a multiplicação de bactérias nocivas, inibem a produção de toxinas, melhoram a digestão e fortalecem o sistema imunológico.

Por que os alimentos se estragam e como os microrganismos reagem às variadas temperaturas?

Os alimentos se estragam pelo crescimento de microrganismos deteriorantes e pela produção de substâncias como ácidos, que levam ao azedamento, vindos da degradação de açúcares, e outras, derivadas da degradação de proteínas

(putrefação). As bactérias são divididas em psicrófilas (que se desenvolvem em baixas temperaturas), mesófilas (que se desenvolvem em temperaturas moderadas) e termófilas (que se desenvolvem em temperaturas altas).

Bactérias patogênicas são aquelas que podem causar doenças, certo? Em quais alimentos encontramos esse tipo de bactéria?

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Higiene geral

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Higiene geral

Xô, Bactéria!

Como higienizar liquidificadores?

O ideal seria, logo após o uso, soltar o copo e todas as peças removíveis e limpá-los, usando escova, água e detergente. Não use palha de aço ou produtos abrasivos, pois com o tempo eles podem tirar o brilho e a transparência do copo, das lâminas e das tampas. Não use álcool, solventes ou detergentes muito fortes, pois podem prejudicar o aparelho.

É aconselhado também fazer uma primeira lavagem “grosseira”, colocando

água até a metade do copo, um pouco de detergente e acionando o aparelho. Caso os resíduos sejam de natureza gordurosa – como óleo ou manteiga –, coloque água quente a aproximadamente 50 °C. Depois enxágue sob a torneira.

Depois de lavado, para desinfetá-lo, uma solução bastante eficaz é preparar um litro de água com duas colheres de sopa de água sanitária e despejá-la dentro do copo. Em seguida, acione o aparelho por aproximadamente 4 minutos e escorra. Não é preciso enxaguar de novo.

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Gestantes

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Gestantes

Xô, Bactéria!

Quais os tipos de alimentos que uma grávida deve evitar?

As mulheres grávidas fazem parte do chamado grupo de risco (juntamente com imunodeprimidos, pacientes em pós-operatório, pessoas acometidas por

Aids, idosos com idade superior a 60 anos e crianças menores de 5 anos).

Não devem comer carnes e ovos crus ou semicrus (p. ex., ovo quente ou com gema mole, peixes crus, quibe cru), queijo fresco, leite não pasteurizado.

Frutas e hortaliças cruas devem ser bem lavadas e desinfetadas.

Estou grávida e tomei uma gemada, pois estava gripada. Isso é prejudicial à saúde?

Mulheres grávidas, crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos ou imunodeprimidos não devem, de modo algum, comer alimentos crus ou semicrus, pois sua resistência contra possíveis patógenos é muito baixa.

Estou grávida de 5 meses e gostaria de comer camarão. Além disso, utilizamos água mineral de galão, e sempre na troca lavo com água e sabão. Está correto?

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Crianças

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Crianças

Xô, Bactéria!

Gostaria de saber qual a melhor maneira de higienizar as mamadeiras e os bicos. Devo fervê-los antes e depois de usá-los?

Lave-os rapidamente com água morna e detergente.

Para uma solução de 1 litro de água morna (de 30 a 35 °C), acrescente 8 gotas de detergente neutro e deixe descansar por 10 minutos.

Lavar novamente com água e detergente e, com o auxílio de uma escova própria para mamadeiras, enxágue muito bem os utensílios com água quente.

Para crianças com idade inferior a 1 ano, ferver em água por 3 minutos. Para crianças com idade superior a 1 ano, não é preciso ferver.

Deixar os utensílios secarem em escorredor e guardá-los em local seco e protegido.

Qual a importância de uma creche oferecer água filtrada para os alunos?

Verifiquei que as crianças têm tomado água da torneira do banheiro coletivo de uma certa creche.

Não falaria em água filtrada, mas sim em água potável, pois uma água contaminada, mesmo passando por filtros, não eliminaria essa contaminação.

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Controle de pragas

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Controle de pragas

Xô, Bactéria!

Como higienizar bem os banheiros para que não apareçam aquelas mosquinhas desagradáveis?

Retire o tampão do ralo. Pegue uma bacia com uma solução de água quente

(1 litro) mais 1 colher de sopa de detergente, lave-o com uma escova própria utilizando luvas. Enxágue com água bem quente. Prepare uma solução de 1 litro de água fria com um copo de água sanitária e despeje no ralo. Esses insetos são conhecidos como “moscas dos drenos” ou “moscas dos ralos”, e seu nome científico é Psychoda alternata. Essas mosquinhas não transmitem doenças, mas indicam que é preciso limpar os ralos. Suas larvas se alimentam de bactérias que crescem no material gelatinoso encontrado nesses locais.

Aquelas formiguinhas minúsculas são as que também promovem a infecção hospitalar? Em casa elas também podem trazer doenças caso transitem pela cozinha, andando sobre as louças, por exemplo?

Insetos, em geral, principalmente os rasteiros, podem veicular microrganismos para os alimentos, provenientes, por exemplo, do lixo, do banheiro e até de outros insetos (baratas mortas).

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Michael F Ldi Roman Str Benreuther (11)
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9. Tratamento dos grandes troncos linfáticos na região abdominal

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9

Tratamento dos grandes troncos linfáticos na região abdominal

9.1  Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e troncos linfáticos

A linfa dos membros inferiores, dos quadrantes inferiores do tronco e da genitália externa flui para os linfonodos inguinais.

Após a passagem através do ligamento inguinal, os vasos linfáticos apresentam um trajeto paralelo ao dos grandes vasos sanguíneos. Os linfonodos estão posicionados como “pérolas de um colar” no trajeto dos vasos sanguíneos.

Os linfonodos se alternam em: linfonodos pélvicos (externos, internos e comuns); linfonodos lombares (às vezes também denominados nódulos aortocavais, uma vez que acompanham a aorta e a veia cava inferior).

Como todos os vasos linfáticos da região de captação dos linfonodos inguinais seguem esse caminho, faz sentido que na presença de qualquer inchaço, na região de captação, seja feito também um tratamento abdominal especial. Somente na presença de inchaços locais muito pequenos pode-se deixar de fazer o tratamento abdominal por motivos práticos.

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8. Tratamento dos linfonodos axilares e suas regiões tributárias

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Tratamento dos linfonodos axilares e suas regiões tributárias

8

8.1  �Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e regiões

Os linfonodos axilares recebem a linfa do membro superior, da região do ombro, assim como dos quadrantes superiores do tronco e da glândula mamária. Os nódulos axilares são divididos em diversos subgrupos. Se o tratamento for realizado de modo abrangente e com várias abordagens na DLM, atinge-se todos os nódulos – o conhecimento dos subgrupos, nesse caso, tem pouca importância.

Troncos linfáticos

Os vasos linfáticos eferentes dos linfonodos axilares acompanham as artérias axilar e subclávia e se unem formando o tronco subclávio.

O conhecimento da anatomia dos vasos linfáticos ajuda a economizar tempo:

■■ Na presença de edemas do membro superior não é necessário tratar a região mamária e a região das costas.

■■ Na presença de um edema isolado da mão (p. ex., edema na hemiparesia, edema traumático ou pós-operatório) pode-se poupar o tratamento das regiões dorsolateral e dorsomedial do braço.

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7. Tratamento dos linfonodos do pescoço e suas regiões tributárias

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7

Tratamento dos linfonodos do pescoço e suas regiões tributárias

7.1  �Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e regiões

No pescoço diferencia-se, por um lado, uma camada de linfonodos superficiais (linfonodos cervicais superficiais) e uma camada de linfonodos profundos (linfonodos cervicais profundos), assim como, por outro lado, os linfonodos cervicais inferiores situados proximalmente, e os linfonodos cervicais superiores, situados mais distalmente (ver item 7.1).

A linfa da região dos ombros e da nuca, situada acima do divisor de águas linfático marcado pelas clavículas e pelo acrômio da escápula, também se dirige para os linfonodos cervicais inferiores. Nos linfonodos cervicais inferiores flui a totalidade da linfa da região da cabeça e do pescoço.

Troncos linfáticos

A linfa da região da cabeça, do pescoço e da face chega ao sistema venoso pelo:

■■ tronco jugular;

■■ cadeia acessória.

A linfa da região da cabeça, do pescoço e da face chega ao sistema venoso de duas maneiras, enquanto os linfonodos estão integrados ao trajeto dos troncos como “pérolas de um colar”:

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6. Princípios básicos da drenagem linfática manual

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6

Princípios básicos da drenagem linfática manual

6.1  �Manobras

Manobras básicas de Vodder

As quatro manobras básicas segundo

Vodder.

u A drenagem linfática manual se baseia nas manobras básicas segundo Vodder:

■■

■■

■■

■■

As manobras são divididas em:

■■ fase de bombeamento;

■■ fase de relaxamento.

círculo fixo; manobra de rotação ou movimentos giratórios; manobra de bombeamento; manobra da mão em concha.

v A evolução dos movimentos dessas quatro manobras se dá segundo um esquema básico comum (ver item 6.1). Diferenciamos:

■■

■■

A fase de bombeamento, que empurra o líquido na direção de escoamento da linfa exercendo um suave estímulo circular de alongamento sobre a pele. Esse estímulo de alongamento é transmitido principalmente aos vasos linfáticos do tecido subcutâneo, levando a um aumento da motricidade do linfangion (ver item 3.2); o aumento rítmico da pressão tissular favorece a formação da linfa.

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5. Efeito da massagem sobre a formação da linfa e motricidade do linfangion

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5

Efeito da massagem sobre a formação da linfa e motricidade do linfangion

5.1  Drenagem linfática manual e formação da linfa

Drenagem linfática manual (DLM) e débito linfático

O débito linfático aumenta sob o efeito da DLM.

O débito linfático pode ser determinado experimentalmente. Em completo repouso físico, ele é muito baixo. Quando uma extremidade é passivamente movimentada, o débito linfático aumenta.

Quando, durante a movimentação passiva, a extremidade é adicionalmente tratada com os círculos fixos da drenagem linfática manual

(ver item 6.1), o débito linfático aumenta muito.

Aumento da formação da linfa

Aumento do afluxo de líquido nos canais pré-linfáticos.

Esse aumento do débito linfático sob efeito da DLM é decorrente do aumento da formação da linfa. A DLM faz com que o líquido tissular, nos canais tissulares conjuntivos pré-linfáticos (ver item 1.1), seja impulsionado com maior intensidade para os vasos linfáticos iniciais.

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