Yuh Ching Hong (10)
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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

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Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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7. Administração da Qualidade

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Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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6. Planejamento e Controle da Produção Puxada e Empurrada

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Capítulo 6

Planejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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6. P

� lanejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

• Compreender o que são processos puxados e empurrados.

• Conhecer as principais atividades que fazem parte do planejamento e do controle da produção.

• Compreender o sistema Just-in-time Kanban de programação e controle da produção.

• Compreender o sistema MRP de programação e controle da produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Planejamento é o ato de planejar “hoje” algo que se pretende para o futuro, definir previamente ações para alcançar determinados objetivos. Controle é o ato de monitorar e fiscalizar a implementação do que foi planejado e lidar com as contingências e com as possíveis variações que venham a ocorrer.

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 64 |  

5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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Sadao Edson (27)
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9. Estágio Vivo – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Estágio Vivo –

9 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Antonio Ferreira Lima

Resumo

Os alunos de Administração devem desenvolver um perfil generalista. Contudo, apesar de vários momentos de promoção da interdisciplinaridade, a IES vinha percebendo que os estágios colocados à disposição dos alunos de Administração não possibilitavam a vivência necessária de funções de chefia e de tomada de decisão. Em muitas situações, os estagiários eram reduzidos a mão de obra barata e exerciam apenas funções secundárias, como auxiliares de administração ou secretárias de executivos ou auxiliares de serviços bancários. Os principais objetivos do

Estágio Vivo são: superar a realidade perversa descrita acima e integrar os alunos de Administração com os de outros cursos, que atuarão em conjunto, na vida real, como os futuros advogados e contadores. A Mauá criou um centro de estágios, chamado Escola de Experiência, no qual os alunos são apresentados a exercícios guiados, a partir dos quais são desenvolvidas as competências da profissão. Trata-se de uma metodologia de ensino ativa, denominada Aprendizagem Baseada em Problemas – APB. Montou-se um ambiente virtual de produção em forma de arranjo produtivo local, no qual alunos de Direito, Contabilidade e Administração desempenham vários “papéis” simulados. Os exercícios são produzidos pelos professores, sob orientação do

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8. Integração do Ensino em Administração além dos Muros – PREMIADO COM LOUVOR

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Integração do Ensino

8 em Administração além dos Muros – PREMIADO

COM LOUVOR

Coordenadora Marinalva Pereira dos Santos

Resumo

O curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve o início de suas atividades pedagógicas no segundo semestre de 2012, atendendo à demanda social da região do Vale do Arinos. O curso foi criado segundo a política social de democratização do ensino da Unemat, em Juara, cidade do interior da Amazônia Legal, localizada no noroeste do estado de Mato Grosso, a 720 km da capital. A criação do curso de Administração na região trouxe a possibilidade de democratização do ensino. É importante evidenciar que Juara está localizada num contexto geográfico de áreas indígenas, de floresta amazônica e de grandes potenciais hidrográficos, o que levou a equipe pedagógica do curso a pensar em um curso estruturado para o desenvolvimento local sustentável e, além disso, que priorizasse o desenvolvimento de inovações empreendedoras, numa visão sistêmica com o objetivo de compreender e intervir na realidade social. Nessas perspectivas, surgiram muitos questionamentos sobre a oferta do curso para atender a região, todavia, uma delas prevaleceu sobre as demais: como construir o ensino-aprendizagem do curso de Administração em Juara considerando os aspectos sociais, econômicos e ambientais da região numa perspectiva empreendedora e inovadora? Com essas preocupações, os profissionais de ensino do curso de Administração planejam suas atividades evidenciando aspectos construtivos do conhecimento, reconhecendo aspectos didático-pedagógicos que valorizam a inovação e o processo formativo dos acadêmicos diante dos problemas sociais da comunidade.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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6. A Atividade Prática Supervisionada (APS)

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A Atividade Prática

6

Supervisionada (APS)

Coordenadora Thayze Pinto Cândido Padilha

Resumo

A Atividade Prática Supervisionada (APS) é constituída por atividades acadêmicas desenvolvidas pelos estudantes, sob a orientação, supervisão e avaliação de professores, em horários diferentes dos que são destinados às atividades presenciais. Trata-se de um componente que tem por objetivo principal proporcionar o diálogo entre teoria e prática, imprescindível à adequada formação acadêmica. Assim, apoia-se nos saberes desenvolvidos a partir do contributo de cada disciplina do período, tendo-os como fundamentação para o trabalho de pesquisa de campo a ser desenvolvido. Para além desse diálogo, a APS, em cada período, está relacionada a um tema transversal. Tal temática advém da necessidade de atrelar a formação acadêmica

às necessidades socioambientais, à formação de um profissional ético e mais humano, características de uma educação efetivamente integradora. Outros objetivos são: diminuir a evasão; incentivar a produção científica; motivar os alunos; e proporcionar a eles, o quanto antes, contato com o mercado de trabalho. A APS começou em 2015.1 no 1º período, e apenas em 2017.1 no 2º, isso porque foi necessário um tempo de maturação, ajustes e correções da metodologia e objetivos para que este se tornasse modelo para os demais. Seguindo a mesma premissa, se iniciou em 2018.1 no 3º período. O principal problema encontrado na implantação da atividade foi a resistência de alguns professores de trabalharem em conjunto. Depois alguns aceitaram participar, mas sem atribuir nota. Atualmente estão envolvidos todos os professores do 1º ao

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5. Núcleo de Práticas de Gestão – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Núcleo de Práticas de

5 Gestão – PREMIADO

COM DISTINÇÃO

Coordenador Luís Antônio Rabelo Cunha

Resumo

Considerando que o Centro Universitário Christus – Unichristus, campus Dom Luís, está situado em um dos maiores corredores de comércio varejista da cidade de Fortaleza, ambiente propício para a prática da gestão, percebemos que poderíamos gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os alunos e, consequentemente, para a instituição, promovendo o fortalecimento do ecossistema empreendedor do entorno do centro universitário. Para realizar essa tarefa, foi criado, em maio de 2016, o Núcleo de Práticas de Gestão (NPGE). A experiência a ser adotada consistia em gerar soluções para empresas de duas formas: primeiro, trabalhando em um formato de consultoria convencional e, segundo, levantando problemas empresariais nessas empresas para a elaboração de cases verídicos e anônimos para serem solucionados em sala de aula. Para a primeira etapa, foi necessário estreitar os laços entre a instituição e os lojistas e, para isso, o NPGE realizou uma tarefa intitulada “Marcando Território”. Nesse trabalho foi realizado um cadastramento com a participação de 26 alunos, sendo levantadas 127 empresas em 18 quadras. No cadastramento, foi feita uma pesquisa básica sobre como o curso de Administração poderia ajudar as empresas. Com base nas respostas recebidas, foi criado um evento que consistiu na apresentação de um esquete teatral desenvolvido e apresentado pelos alunos para os empresários cadastrados, cuja temática era atendimento ao cliente, e, juntamente com a apresentação teatral, uma palestra sobre o jeito Disney de encantar clientes. Na segunda etapa, o grupo empresarial conheceu mais um pouco da instituição e de seus objetivos, utilizando-se dos resultados dos cadastramentos. Devido à proximidade e ao número de salões de beleza no entorno da instituição, optamos por começar por esse ramo, dessa forma, entre as empresas visitadas, selecionamos o salão Júlia Ratz, por se mostrar mais interessado em nossa metodologia. Depois ampliamos, em 2018, incluindo novas empresas nessa parceria.

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Langrafe Taiguara (7)
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Capítulo 9 - Internacionalização de Empresas

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Capítulo 9

Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 99

03/08/2018 17:15:08

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ADMINISTRAÇÃO

9. �Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 100

03/08/2018 17:15:08

• Conceituar a Internacionalização de Empresas.

• Apresentar oportunidades trazidas pela internacionalização.

• Conhecer os passos importantes para a internacionalização do negócio.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Muitas vezes, a ideia de internacionalização é vista como uma alternativa a alguma crise enfrentada localmente. A internacionalização de empresas deve ser encarada não como uma simples alternativa, mas sim como uma estratégia de longo prazo de qualquer empresa que queira crescer e estabelecer-se mundialmente.

Apresentamos a seguir o passo a passo do planejamento para a exportação.

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Capítulo 8 - Ferramentas da Estratégia

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Capítulo 8

Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 87

03/08/2018 17:15:05

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ADMINISTRAÇÃO

8. �Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 88

03/08/2018 17:15:05

• Conceituar o que são as ferramentas estratégicas.

• Descrever a elaboração de estratégias organizacionais.

• Conhecer os tipos de estratégias organizacionais.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Ferramentas da Estratégia

A estratégia surgiu em situações de concorrência, em especial em guerra, e depois migrou para os negócios. O conceito de estratégia é complexo e requer um pensamento sistêmico para ser compreendido e praticado, pois tem sido utilizado de diferentes maneiras.

O reconhecimento explícito das definições múltiplas pode ajudar as pessoas a moverem-se nesse campo difícil. Henry

Mintzberg apresenta cinco definições de estratégias, denominadas os 5 Ps da Estratégia, sendo a estratégia: Plano, Pretexto, Posição, Perspectiva e Padrão.

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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

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Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Capítulo 4 - Estruturalismo e Burocracia

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Capítulo 4

Estruturalismo e Burocracia

ADM_.indb 43

03/08/2018 17:14:54

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ADMINISTRAÇÃO

4. �Estruturalismo e

Burocracia

ADM_.indb 44

03/08/2018 17:14:55

• Conceituar a burocracia de Max Weber e suas características.

• Conhecer as principais disfunções das burocracias.

• Entender as principais contribuições da Escola

Estruturalista.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Estruturalismo e Burocracia

Além disso, era necessário apresentar um modelo de organização racional que pudesse caracterizar as variáveis envolvidas, bem como o comportamento dos seus participantes, e aplicáveis não somente ao contexto fabril, mas também às diferentes formas de organização humana. As questões principais que guiaram os teóricos da Escola Estruturalista foram as seguintes: em que medida a estrutura organizacional interfere nos resultados? E de que forma podem-se maximizar os resultados a partir da estrutura organizacional?

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Capítulo 3 - Escola das Relações Humanas

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Capítulo 3

Escola das

Relações

Humanas

ADM_.indb 31

03/08/2018 17:14:52

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ADMINISTRAÇÃO

3. �Escola das

Relações Humanas

ADM_.indb 32

03/08/2018 17:14:53

• Conceituar o comportamento humano sobre o desempenho das organizações.

• Conhecer as origens e a evolução dos estudos sobre as relações humanas na administração das organizações.

• Diferenciar os dois principais focos no estudo do comportamento nas organizações: o individual e o coletivo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Os estudiosos que impulsionaram a Administração Científica e a análise do processo administrativo, como Taylor,

Ford e Fayol, tinham um enfoque técnico para administração. Analisavam os métodos de trabalho, a organização da empresa e a eficiência na utilização dos recursos. Porém, a produtividade e o desempenho das organizações dependem também do comportamento das pessoas.

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Henry Gleitman Daniel Reisberg James Gross (18)
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Capítulo 9. A linguagem

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CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

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Capítulo 8. Pensamento

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CAPÍTULO

8

REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS

REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS

302

307

CONTROLE EXECUTIVO

332

CONSCIÊNCIA 333

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RESOLVENDO

PROBLEMAS 310

COMENTÁRIOS FINAIS: OS DOMÍNIOS

DA COGNIÇÃO 338

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RACIOCÍNIO E

TOMADA DE DECISÃO 320

RESUMO 340

P ENSAMENTO

E

m linguagem comum, a palavra pensar tem uma ampla variedade de significados. Ela pode ser sinônimo para

lembrar (como em “não consigo pensar o nome dela”) ou para crer (como em “eu pensava que as serpentes marinhas eram reais”). Também pode se referir a um estado vago de devaneio (como em “não estou pensando em nada em

particular”). Porém, pensar tem um significado mais restrito, que pode ser transmitido por palavras como raciocinar e refletir. Os psicólogos que estudam o pensamento se interessam principalmente por esse sentido da palavra, que chamam de pensamento direto – as atividades mentais que usamos sempre que tentamos resolver um problema, avaliamos a veracidade de uma afirmação, ou ponderamos os custos e benefícios de uma decisão importante.

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Capítulo 7. Memória

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CAPÍTULO

7

AQUISIÇÃO, ARMAZENAMENTO E

RECUPERAÇÃO 264

AQUISIÇÃO 264

QUANDO A MEMÓRIA FALHA 278

VARIEDADES DA MEMÓRIA 288

ARMAZENAMENTO 275

COMENTÁRIOS FINAIS: TIPOS DIFERENTES,

MAS PRINCÍPIOS COMUNS 297

RECUPERAÇÃO 276

RESUMO 298

M EMÓRIA

A

memória é um tema de interesse central para os psicólogos, e não é difícil ver por quê. Sem a memó-

ria, não haveria recordação de acontecimentos passados e, assim, não seria possível refletir sobre nossas experiências ou contar as nossas vidas aos outros. Sem a memória, não teríamos conhecimento, pois, afinal, para sabermos

que alto é o oposto de baixo, que as pessoas são mais bondosas com seus amigos do que com seus inimigos e que Elvis Presley foi um cantor famoso, temos que tirar essas informações de algum lugar – e esse lugar, é claro, é a memória.

A memória também é crucial por outras razões. Você se orgulha de ser quem é? Se sim, em parte é porque você lembra suas conquistas. Você se envergonha de quem é? Se sim, é porque lembra de suas falhas. Da mesma forma, se você se sente feliz ou triste, com a sua vida, provavelmente está sendo influenciado pela sua recordação de coisas positivas que viveu, ou de coisas negativas. Assim, a percepção de si mesmo e da sua vida – e, com ela, seu humor e sua autoestima – depende da memória.

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Capítulo 6 - Aprendizagem

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CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

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Capítulo 5. Percepção

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CAPÍTULO

5

PERCEPÇÃO DA DISTÂNCIA: ONDE ESTÁ?

187

PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ

FAZENDO? 191

PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É ISSO?

194

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A PERCEPÇÃO 199

A ABORDAGEM CLÁSSICA À PERCEPÇÃO

200

A ABORDAGEM DO MODELO DE PROCESSO À

PERCEPÇÃO 206

A ABORDAGEM DA NEUROCIÊNCIA À

PERCEPÇÃO 210

SELEÇÃO PERCEPTIVA: ATENÇÃO

OUTRAS MODALIDADES

214

217

COMENTÁRIOS FINAIS: VER, SABER E O PAPEL ATIVO

DO INDIVÍDUO NA PERCEPÇÃO 218

RESUMO 220

P ERCEPÇÃO

N

o capítulo anterior, discutimos como os sistemas sensoriais detectam alguns dos atributos mais sim-

ples da experiência sensorial, como bordas, a cor vermelha ou frequências sonoras altas. Os filósofos empiristas acreditavam que essas experiências eram registradas passivamente pelos sentidos e depois montadas, por meio de

associações, para formar percepções mais complexas. Todavia, começamos a ver que essa visão não está correta. Observamos que, desde o princípio, os sistemas sensoriais transformam o estímulo de maneira ativa, enfatizando

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