Yuh Ching Hong (10)
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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

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Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

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A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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2. Registro e Análise de Processos

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Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

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Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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3. Capacidade e Localização de Instalações

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Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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Sadao Edson (27)
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3. O Prêmio Angrad e os Projetos da Região Nordeste do Brasil

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O Prêmio Angrad

3 e os Projetos da Região

Nordeste do Brasil

Profa. Doutoranda Ana Carolina Peixoto Medeiros

Instituto Federal de Pernambuco – IFPE

Profa. Dra. Fernanda Roda Cassundé

Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasp

A região Nordeste do Brasil é composta por nove estados da federação, sendo eles Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio

Grande do Norte e Sergipe. A população corresponde a cerca de 56,72 milhões de habitantes, sendo a segunda mais populosa do território brasileiro (IBGE,

2018). Existe uma irregularidade considerável em relação à distribuição demográfica dentro desse território em face da concentração da população nos grandes centros urbanos desses estados, sobretudo nas áreas do Agreste e da

Zona da Mata. Muitos apontam que a seca e a ausência de infraestrutura em regiões sertanejas e no meio-norte promovem a migração da população para as grandes cidades em busca de oportunidades de trabalho e sobrevivência.

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21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

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Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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18. Criação e Implantação do Programa de Educação Dinâmica Progressiva (PEDP) no Curso de Administração da FECAP

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Criação e Implantação

18 do Programa de

Educação Dinâmica

Progressiva (PEDP) no

Curso de Administração da FECAP

Coordenador Carlos Augusto da Silva Loures

Resumo

Em 2000, tendo em vista o resultado obtido no “Provão/MEC” de 1999, o curso de Administração da FECAP estava pronto para a implantação de uma experiência inovadora no processo de ensino e aprendizagem.

A criação e a implantação do Programa de Educação Dinâmica Progressiva (PEDP) tiveram como objetivo principal integrar um processo de avaliação contínua do curso de Administração que pudesse levar a FECAP à melhoria da qualidade.

Estiveram desde o início, e estão até hoje, envolvidos nesse processo o Corpo Discente, o Corpo

Docente e a Direção da FECAP, representada pelo seu Conselho de Curadores, Superintendência, Reitoria e Coordenação do curso de Administração.

Os resultados relatados desde então são extremamente positivos, merecendo destaque os conceitos obtidos pelo curso de Administração, a partir de 2000, no “Provão/MEC” e no Enade.

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19. Experiências com Metodologias Ativas de Aprendizagem

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Experiências com

19 Metodologias Ativas de

Aprendizagem

Coordenador William Sampaio Francini

Questão relevante para o ensino superior, no mundo e no Brasil, é a que trata das metodologias ativas de aprendizagem e seus desejáveis impactos nos processos de ensino-aprendizagem. Em particular para os cursos de graduação em Administração, bacharelado, a formação por competências ganha maior importância a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) de julho de

2005. Assim, a organização dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) passa a abranger o perfil do formando, suas competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, os projetos de iniciação científica ou projetos de atividade, como Trabalho de Curso, além do sistema de avaliação. A formação por competências se torna um dos pontos centrais dos PPC, enquanto o tradicional ensino por meio da reprodução do conhecimento e conteúdos perde espaço, mas coexiste com outras dinâmicas. Como ilustração, estão aqui destacados parcialmente o art. 3º dessa

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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Jorge Forbes (9)
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2. A psicanálise do homem desbussolado

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2. A P S I CA N Á L I S E D O H O ME M

DES B US SO L A D O

Uma teoria abraça a paisagem de sua época, algumas vezes

para melhor, outras para pior. No caso de nosso estudo, a importância da responsabilidade face ao inconsciente só ficou mais evidente quando a organização do laço social do homem ocidental passou da chamada orientação industrial para um novo modelo, globalizado.

Essa passagem ocorreu desde meados do século xx até, principalmente, a virada do século xxi. Celebrada na obra de

Alvin Toffler (2007), A terceira onda, foi retomada por muitos, entre eles por Gilles Lipovetsky (2004), em seu livro Metamorfoses da cultura liberal. A importância do estudo de Toffler

é o fato de reelaborar a história da humanidade em termos econômicos e políticos, até chegar à atualidade.

25

De acordo com Toffler (2007), podemos pensar em três ondas de transformações sociais que marcam a história da humanidade. Ele localiza a primeira onda há 3.000 anos, começando com o advento da agricultura. É quando alguém tem a ideia de semear e cultivar a terra. O homem, que é nômade e tribal, passa a se reunir em fazendas e viver em comunidades. Vão se formando assentamentos permanentes, cidades, e a vida urbana vai sendo organizada em torno dos camponeses. Assim, dá-se a transformação das populações nômades em colonos e fazendeiros. Depois, há cerca de 300 anos, começa a segunda onda de mudança, com o início da

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1. O princípio responsabilidade e o inconsciente

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1. O P R I N C Í P I O

RE S P ON SA B I L I DA D E E O

IN CON SCIE N TE

A psicanálise nasceu e estabeleceu-se com a teoria do trau-

ma passado e, por isso, o tratamento analítico foi definido por

Freud como sendo a cura da memória. Geralmente, a pessoa procura um analista por estar acometida de algum mal-estar que a impede de atingir seus objetivos. O analista a recebe baseado na hipótese de que se algo vai mal, é porque alguma passagem da história de vida da pessoa agora é um empecilho, funcionando como um locus minori resistentiae, um fator constante de entrave: o trauma – a ser removido pela análise.

A expressão “cura da memória” está diretamente associada a essa forma de compreender o sofrimento.

Ao longo de seu ensino, Freud teve posições diferentes na compreensão do acontecimento traumático. A primeira está

1

relatada na Carta 69, de 21 de setembro de 1897, enviada a Wilhelm Fliess. Até aquele momento, ele havia considerado que acontecimentos objetivos da vida ficariam marcados na pessoa, tais quais cicatrizes psíquicas, determinando, daí em diante, disfunções expressas em sintomas. Na Carta

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Introdução

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IN T RO DUÇ ÃO

PROVOCAÇÕES PSICANALÍTICAS

Os argumentos em que se baseia o tema deste livro e os tópicos

decorrentes dele serão apresentados como “Provocações Psicanalíticas”. Pretendo questionar se ainda é pertinente, nos dias de hoje, discutir as raízes da moralidade com fundamento na culpabilidade. Penso que a psicanálise pode vislumbrar novas possibilidades de orientação na teoria e na clínica, atualizando sua abordagem da moralidade a partir de uma noção mais contemporânea de responsabilidade, o que implica a necessidade de uma nova clínica psicanalítica para o século XXI.

Podemos perceber, na obra do psicanalista Jacques Lacan, uma mudança de paradigma. Apoiado na antropologia estrutural de Lévi-Strauss e na inversão do signo linguístico de Ferdinand de Saussure, para destacar a função fundadoXI

ra do sentido do significante, Lacan (1953/1998, 1957/1998) lastreou sua primeira teoria do sujeito; de um sujeito mortificado pelo significante e, em decorrência, sujeitado ao sentimento de culpa pelo desejo incestuoso. Ao final de seu ensino, nova clínica do ser falante – que, diferentemente do sujeito,

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Conclusão

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CO N CLUSÃO

CONSEQUÊNCIAS

O que podemos extrair dessas propostas? Primeiramente, que o contato humano implica responsabilidade: como o significante excede o sentido, seu uso requer que suportemos a novidade que ele propicia. O maior contato humano proporcionado pela globalização implica maior responsabilidade, e o tema ganha relevo hoje, conforme são desvalorizadas as “desculpas” encontradas nos saberes que nos são fornecidos pela tradição e pela ciência – que se desgastam como “lugares-comuns”.

Sendo assim, há uma responsabilidade social que opera em função de sermos seres falantes e que não depende sequer da responsabilidade jurídica (adstrita às situações em que há imputação normativa).

1 57

Além disso, a mudança de valores sociais não implica irresponsabilidade. Se já não implica dentro do direito – como se pode pensar e como vimos, desde Kelsen (1998) –, tampouco implica aspectos da vida que passam longe do direito. A responsabilidade é pelo significante dissociado da significação, o significante feito letra, que toca o corpo, como trabalhamos no capítulo 3 – no ponto capitonê – e como há pouco foi definido em uma citação de Jacques Lacan. A responsabilidade

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4. Felicidade não é bem que se mereça

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4. F EL I CI DA D E N ÃO É B E M

QUE SE M E R EÇ A 1

Temos nos referido com insistência à felicidade em psicanálise,

como acabamos de fazer no capítulo precedente. Isso nos leva a aprofundar um pouco mais o tema, pois trata-se da felicidade possível diante do real, que se consegue em uma psicanálise, fora da moral tradicional do merecimento.

Felicidade é um tema mais comum nos livros de autoajuda, de livrarias de aeroporto, que assunto de psicanalistas. Ao contrário do sorriso bondoso que carregam os arautos da felicidade, os analistas apresentam-se normalmente com o ar de ceticismo daqueles que conhecem o desejo, a saber que alguma coisa sempre lhes estará faltando, mesmo se você ainda

1 Este capítulo foi apresentado no XVII Encontro Brasileiro do Campo

Freudiano, Rio de Janeiro, 21 a 23 nov. de 2008. Publicado em Opção lacaniana, n. 54, 2009, p. 55-9.

85

não tiver descoberto. É o que faz, também, que cara de felicidade seja associada à tolice, enquanto cara fechada seja vista como sinal de seriedade.

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Henry Gleitman Daniel Reisberg James Gross (18)
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Capítulo 3. O cérebro e o sistema nervoso

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CAPÍTULO

3

O ORGANISMO COMO MÁQUINA 110

COMO SE ESTUDA O SISTEMA NERVOSO

INTERAÇÕES PELA CORRENTE SANGUÍNEA 141

111

A ARQUITETURA DO SISTEMA NERVOSO 116

143

COMENTÁRIOS FINAIS: TODAS AS QUESTÕES

PSICOLÓGICAS DEVEM TER RESPOSTAS

O CÓRTEX 121

AS ORIGENS DO CÉREBRO

PLASTICIDADE

BIOLÓGICAS?

127

RESUMO

OS COMPONENTES DO SISTEMA NERVOSO 130

COMUNICAÇÃO ENTRE NEURÔNIOS

132

146

145

O C ÉREBRO E O

S ISTEMA N ERVOSO

N

o Capítulo 2, apresentamos lembretes poderosos de que os seres humanos são organismos biológi-

cos, com muito em comum com as outras criaturas que habitam este planeta. Isso significa, entre outras coisas, que devemos entender nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos em termos da máquina biológica

dentro de cada um de nós, máquina essa que possibilita tudo que fazemos.

Essa máquina, por sua vez, foi moldada em grande medida pelos genes que herdamos dos nossos pais, e os genes, enfim, são o produto final de milhares de gerações de seleção natural.

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Capítulo 11. O desenvolvimento social

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CAPÍTULO

11

CAMINHO PARA O APEGO

428

O DESENVOLVIMENTO MORAL

446

APEGO 429

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL 451

AS DIFERENÇAS ENTRE AS CRIANÇAS 430

O DESENVOLVIMENTO APÓS A INFÂNCIA 459

PARENTAGEM

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

PERSPECTIVAS DIVERSAS 463

439

RELAÇÕES COM OS PARES

442

O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL 444

RESUMO 464

O D ESENVOLVIMENTO

S OCIAL

N

o Capítulo 10, discutimos como as pessoas crescem e se desenvolvem intelectualmente – adquirindo

novos conhecimentos e habilidades na infância, decaindo de certa maneira na velhice. Porém, da mesma forma, também nos desenvolvemos no sentido social: aprendemos o que esperar das outras pessoas, e também o que se

espera de nós. Quando pequenos, desenvolvemos um sentido de apego com nossos cuidadores. Mais adiante, formamos amizades e encontramos parceiros amorosos. Como todos esses relacionamentos emergem, e até que ponto somos mudados por cada um deles?

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Capítulo 14. Inteligência

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CAPÍTULO

14

TESTES MENTAIS 548

O QUE É INTELIGÊNCIA? ALÉM DO QI 563

TESTES DE INTELIGÊNCIA 553

GENÉTICA, AMBIENTE E INTELIGÊNCIA 568

O QUE É INTELIGÊNCIA? A ABORDAGEM

PSICOMÉTRICA 556

COMENTÁRIOS FINAIS: PESQUISAS CIENTÍFICAS E

VALORES DEMOCRÁTICOS 578

A ABORDAGEM DO PROCESSAMENTO DE

INFORMAÇÕES 560

RESUMO 580

I NTELIGÊNCIA

T

odos nós somos diferentes das pessoas que nos rodeiam. Diferimos em nossas personalidades e em

nossos valores, e também em nossas capacidades: alguns de nós são bons em matemática, outros se arrastam em problemas de álgebra simples. Alguns de nós são bastante articulados, outros têm dificuldade para se expressar de

qualquer maneira. Alguns de nós conseguem ler as emoções dos outros com facilidade, outros parecem não ter ideia do que as pessoas estão sentindo.

Alguns de nós aprendem novas habilidades facilmente, outros se atrapalham com o menor desafio.

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Capítulo 2. A evolução e as raízes biológicas do comportamento

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CAPÍTULO

2

AS ORIGENS EVOLUTIVAS DO COMPORTAMENTO

MOTIVADO 70

SEXO

ALCANÇANDO A HOMEOSTASE 76

CONTRIBUIÇÃO DA PERSPECTIVA BIOLÓGICA

ALIMENTAÇÃO 78

RESUMO

AMEAÇAS E AGRESSIVIDADE 86

94

COMENTÁRIOS FINAIS: REFLEXÕES SOBRE A

106

105

A E VOLUÇÃO E AS

R AÍZES B IOLÓGICAS

DO C OMPORTAMENTO

O

s seres humanos são criaturas biológicas. Cada um de nós tem um coração e dois pulmões, assim

como os cavalos e as hienas. Temos ossos e músculos, assim como os lobos ou as baleias. Nossos corpos contêm trilhões de células, e cada uma delas necessita de glicose e oxigênio para sobreviver – assim como as células do

nosso cachorro ou dos esquilos do parque.

Esses pontos de semelhança entre os seres humanos e outras espécies têm sido bastante instrutivos para os cientistas. Aprendemos muitas coisas sobre a fisiologia, a anatomia e os efeitos de diversas drogas, estudando outros animais – simplesmente porque seus corpos contêm muitas das mesmas estruturas e se baseiam nos mesmos mecanismos que os nossos.

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Capítulo 6 - Aprendizagem

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CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

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Dietmar Samulski (4)
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1. Introdução

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Introdução

1

Tênis: um jogo mental

Os jogadores e técnicos se surpreendem com o fato de 80% do tempo de jogo ser gasto com outros fatores não propriamente relacionados a jogar o ponto. Muito tempo é usado em trocas de lado na quadra, intervalos, espera de saque e raciocínio. No entanto, os jogadores raramente passam entre 70% e 80% do tempo se dedicando à preparação mental durante o treinamento.

O mental é uma parte muito importante do tênis. Tenho trabalhado muito isso, e os resultados estão começando a aparecer. (Feliciano Lopez, membro da Equipe Espanhola da Copa Davis)

O tênis é um esporte complexo, que não depende apenas do talento e do potencial físico e de habilidades técnico-táticas, mas também de capacidades psicológicas, como equilíbrio emocional e força mental. O aspecto mental no tênis é tão importante que, segundo Jimmy Connors, o tênis é

95% um jogo mental em um nível de competição profissional.

Eu quero terminar o ano como o número 1 do mundo. Sei que é difícil, mas estou me preparando para isso mentalmente e trabalhando duro. (Marat Safin)

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4. Tópicos especiais

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Tópicos especiais

4

Psicologia do jogo de duplas

Team-work, trabalho em grupo, é a palavra-chave no jogo de duplas.

Team-work significa agir, cooperar e competir na quadra como uma equipe, com o objetivo de executar um plano tático de forma eficiente para ganhar o jogo. Por esse motivo, os dois parceiros devem agir com muita harmonia, sintonia, complementando-se. A boa seleção do parceiro é a base de uma dupla bem-sucedida.

O Cássio jogava na esquerda. Ele jogava os pontos decisivos, ele devolvia. Ele batia, e eu jogava no pé, dava lob. Eu era o jogador do toque, e ele, o da porrada. Era uma boa combinação. (Carlos Alberto Kirmayr, a respeito da bem-sucedida dupla ao lado de Cássio Motta).

Na seleção de um bom parceiro ou uma boa parceira, recomendo os seguintes critérios de seleção:

Simpatia e empatia: os dois jogadores devem se gostar e se entender bem dentro e fora de quadra. Especialmente em momentos difíceis durante o jogo, ajudar, motivar e reforçar positivamente o parceiro é importante. A confiança no potencial e no desempenho do parceiro é fundamental para uma boa dupla.

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2. Habilidades psicológicas no tênis

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Habilidades psicológicas no tênis

2

O perfil psicológico do jogador de tênis é composto pelas seguintes habilidades psicológicas básicas e específicas:

Autoconfiança

Habilidades emocionais

Superação

Motivação

Rotinas psicológicas

Atitude vencedora

Perfil psicológico no tênis

Habilidades cognitivas

Inteligência de jogo

Recuperação

Figura 2.1  Habilidades psicológicas básicas e específicas do tênis.

Habilidades básicas: são autoconfiança e atitude vencedora. Autoconfiança é a convicção de que um jogador pode conseguir um ótimo desempenho em qualquer situação. O nível de autoconfiança manifesta-se na atitude vencedora. O vencedor sempre entra na quadra com uma atitude vencedora e acredita na vitória.

19

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

Habilidades específicas: são as habilidades motivacionais, como automotivação, autoverbalização, persistência e superação.

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3. Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

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Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

3

Introdução

As rotinas competitivas (Figura 3.1) são de grande importância para se conseguir um bom nível de ativação, uma boa concentração e um bom equilíbrio emocional antes, durante e após o jogo.

O desenvolvimento das rotinas depende da personalidade do atleta, da especificidade da modalidade esportiva, do contexto do treinamento e da competição. Por esse motivo, a rotina competitiva representa um comportamento totalmente individualizado, e cada jogador precisa desenvolver suas próprias rotinas para a competição.

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Antes do jogo

Um dia antes

No dia do jogo

Durante o jogo

•  Entre os games

•  Saque

•  Devolução

•  Approach

•  Intervalo

•  �Situação de decisão e pressão

Após o jogo

Após o jogo

Um dia após o jogo

Figura 3.1  Rotinas psicológicas competitivas.

73

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

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