Yuh Ching Hong (10)
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10. Indústria 4.0

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Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

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Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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3. Capacidade e Localização de Instalações

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Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

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A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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Wilson Mathias Jr (12)
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10. Parâmetros de avaliação de sincronia cardíaca

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10

Parâmetros de avaliação de sincronia cardíaca

Avaliação do sincronismo atrioventricular

Considera-se haver sincronia atrioventricular inadequada quando o tempo de pré-ejeção aórtico for maior que 140 ms, ou se o tempo de enchimento diastólico for menor que 40% do ciclo cardíaco, o que evidencia uma desproporção exacerbada entre a sístole e a diástole (Figuras 10.1 e 10.2).

Para a otimização do intervalo AV pelo ecocardiograma, são realizadas as seguintes medidas de Doppler convencional:

1. Medida do VTI aórtico;

2. Obtenção do fluxo transmitral, para medida do tempo de en-

chimento ventricular esquerdo e análise do padrão de fluxo diastólico mitral;

3. Observação da presença e do grau de regurgitação mitral.

Métodos para o ajuste do IAV

O ajuste do IAV tem como objetivo sincronizar o término da contração atrial com o início da sístole ventricular.

788520457368_Mathias Ecocardiografia para o dia a dia PKT.indb 185

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11. Ecocardiografia transesofágica

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Ecocardiografia transesofágica

A ecocardiografia transesofágica (ETE) é uma modalidade que permite a análise morfológica e funcional acurada das estruturas cardíacas e dos grandes vasos. Eliminam-se as barreiras ao ultrassom existentes na abordagem transtorácica, como ossos, articulações, tecido adiposo, músculo e ar, diminuindo a distância entre o transdutor e a estrutura de interesse (Figura 11.1).

A ETE não substitui a técnica transtorácica, mas a complementa. O desenvolvimento de transdutores de frequência mais ampla

(frequências estendidas; p. ex. de 3,5 a 7 MHz), com capacidade de realizar múltiplos planos (multiplanares) e tridimensionais (3D), associados às modalidades de Doppler, proporcionou um ganho significativo na qualidade da imagem e na capacidade de refinamento diagnóstico da ETE.

Instrumentação e preparo do paciente

Com o paciente sentado, realiza-se anestesia local da orofaringe com spray de lidocaína a 10% (cada nebulização com

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7. Avaliação das valvopatias

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7

Avaliação das valvopatias

De acordo com a Nômina anatômica de 1987 (Comissão de

Nomenclatura da Sociedade Brasileira de Anatomia), recomenda-se utilizar o termo “valva” para o conjunto valvar (p. ex., valva aórtica, valva mitral). As valvas atrioventriculares possuem cúspides (p. ex., cúspide posterior da valva mitral), enquanto as valvas ventrículo-arteriais possuem válvulas (p. ex., válvula coronariana direita da valva aórtica). Assim, deve-se utilizar preferencialmente o termo “valva aórtica bivalvular” (e não

“bicúspide”). O termo “folheto” deve ser reservado para a descrição das próteses valvares biológicas e elemento para prótese mecânica.

Insuficiência mitral

A insuficiência mitral (IM) é classificada como orgânica (primária) ou funcional (secundária). A primeira ocorre por causa da doença intrínseca do aparelho valvar e a funcional é causada por remodelamento regional ou global do ventrículo esquerdo, que impede a coaptação das cúspides, sem anormalidades estruturais da valva mitral propriamente dita.

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12. Ecocardiografia sob estresse

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Ecocardiografia sob estresse

Modalidades

A ecocardiografia sob estresse conta com várias modalidades, como a ecocardiografia por meio do esforço, com uso de marca-passo transesofágico, com uso de drogas vasodilatadoras como dipiridamol e adenosina e com drogas adrenérgicas, como a dobutamina. Para o estudo de vasoespasmo, é possível contar com o teste de hiperventilação e com o uso de drogas como a ergonovina.

Indicações gerais

Avaliação de isquemia miocárdica em indivíduos sintomáticos, quando o teste ergométrico padrão não é diagnóstico; pesquisa de isquemia miocárdica em pacientes com quadro clínico não sugestivo de insuficiência coronária e teste ergométrico positivo ou duvidoso; avaliação de isquemia miocárdica em pacientes que não podem realizar exercício físico ou pacientes com bloqueios de ramo ao eletrocardiograma ou em uso de drogas que possam alterar o resultado do teste ergométrico; avaliação do significado funcional de lesões coronárias conhecidas; estratificação de risco após IAM não complicado; estratificação de ris-

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3. Doppler

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3

Doppler

Ecocardiografia com Doppler

Equação Doppler

A ecocardiografia com Doppler é uma modalidade de ultrassom que permite a detecção da velocidade, da direção e do padrão do fluxo sanguíneo em todo o sistema cardiovascular e baseia-se na medida da diferença entre a frequência da onda emitida pelo cristal piezoelétrico e a refletida pelas hemácias ou tecido em movimento. A variação entre a frequência emitida e a refletida é denominada mudança Doppler (Doppler shift). Quando se avalia um alvo em movimento, ocorre a dispersão retrógrada do ultrassom para o transdutor. Desse modo, a frequência observada, quando o alvo estiver se movendo em direção ao transdutor, será maior do que a frequência emitida, enquanto a frequência observada, quando o alvo estiver se afastando do transdutor, será menor que a emitida (Figura 3.1).

A relação entre a mudança da frequência do sinal Doppler e a velocidade do fluxo sanguíneo é expressa pela equação

­Doppler. Esta demonstra que a mudança do sinal Doppler (Fr

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Sadao Edson (27)
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21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

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Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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23. Empreendedorismo como Estratégia de Desenvolvimento de Capacidades Empreendedoras nos Estudantes de Administração da FAE Centro Universitário – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Empreendedorismo

23 como Estratégia de

Desenvolvimento de Capacidades

Empreendedoras nos Estudantes de

Administração da FAE

Centro Universitário –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenadora Edna Regina Cicmanec

Resumo

Ao longo dos seus 62 anos de história, a FAE Centro Universitário tem investido constantemente na formação de qualidade, o que faz com que seja reconhecida por seu ensino de excelência e seu forte diferencial humanista.

O curso de bacharelado em Administração da FAE figura como um dos principais cursos da instituição, e é reconhecido como um dos melhores cursos de Administração do sul do Brasil.

Ao reconhecer, no fim da década de 2000, o empreendedorismo como uma das peças centrais de um ensino modernizado, o grupo gestor da FAE deparou-se com o desafio de elaborar um conjunto

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INOVAÇÃO EM ENSINO E APRENDIZAGEM

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13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

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Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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Riggs Art (7)
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4. Seu papel no cuidado da saúde dos clientes

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Capítulo 2   Técnicas gerais

4

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Seu Papel no Cuidado da Saúde dos

Clientes

Muitos massoterapeutas, especialmente aqueles que trabalham em clínicas particulares, descobrem que os clientes respeitam suas opiniões sobre questões de saúde não relacionadas à massagem e, com freqüência, pedem conselhos. Isso se torna cada vez mais comum conforme a sua atividade assume uma característica mais terapêutica ou estrutural. Em vez de receberem a massagem como um luxo ocasional, cada vez mais pessoas procuram a massagem profunda com a expectativa de resolver problemas e, assim como no caso da dieta e dos exercícios, passam a vê-la como parte da rotina para uma vida saudável. Elas desejam um melhor desempenho atlético, mais flexibilidade, bem-estar emocional e alívio da dor. Compreendem a abordagem holística da saúde e podem procurar a sua ajuda.

Esse aspecto pode acrescentar uma dimensão recompensadora a seu trabalho, mas também pode colocá-lo em situações difíceis. No decorrer dos anos, ouvi relatos inacreditáveis de informações erradas e conselhos absolutamente perigosos fornecidos por massoterapeutas bem-intencionados. Alguns impõem os próprios interesses sobre os clientes, oferecendo-lhes conselhos, sem que solicitem, sobre a vida pessoal, dietas (alguns até vendem produtos para saúde ou qualquer outro para obter lucro), programas de doze passos ou uma infinidade de outros conselhos bem-intencionados.

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6. Planejamento da sua sessão

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Capítulo 2   Técnicas gerais

6

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Planejamento da sua Sessão

Estabelecimento de uma estratégia para a sua sessão

Como você planeja uma estratégia de trabalho? A sua massagem é como um jogo de xadrez com apenas dois movimentos? A sua maior dúvida é se começa com o cliente em decúbito dorsal ou ventral? Massageia primeiro as costas ou as pernas? Essas decisões são muito simples, mas, à medida que a sua técnica se torna mais sofisticada, as decisões para o planejamento de uma estratégia se tornam mais complexas e você passa a tomar decisões cruciais para o melhor uso do tempo.

Uma vez livre da preocupação de ter que dar atenção igual a todas as partes do corpo em uma sessão, você terá a liberdade – e a responsabilidade – de decidir quais áreas do corpo serão beneficiadas por uma manipulação mais completa e focada. Você ainda pode querer fazer uma massagem no corpo todo, mas pode concentrá-la em uma ou duas áreas, à medida que realiza um trabalho rápido e energético no restante do corpo.

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1. Teorias gerais

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Capítulo 2   Técnicas gerais

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Teorias Gerais

As técnicas específicas de massagem profunda demonstradas neste livro são baseadas nos princípios gerais da massagem e, por essa razão devem ser ensinadas nesse contexto. Na verdade, a distância entre a massagem orientada ao relaxamento e a massagem profunda não é muito grande: uma massagem suave pode se tornar mais benéfica com a inclusão de um trabalho profundo e, por outro lado, uma boa massagem profunda deve incluir manobras relaxantes e reconfortantes. A massagem profunda não consiste apenas no uso de uma “artilharia pesada”, como a articulação dos dedos, a mão fechada e os cotovelos. As ferramentas podem se tornar armas nas mãos erradas e, portanto, independentemente de quão tentador seja iniciar a massagem é necessário discutir sobre como trabalhar com os tecidos de forma segura e eficaz. Os princípios explanados a seguir fornecerão informações sobre as teorias nas quais as técnicas específicas demonstradas nos próximos capítulos são baseadas.

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3. Estratégias específicas

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Capítulo 2   Técnicas gerais

3

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Estratégias

Específicas

Agora que você está familiarizado com as principais ferramentas utilizadas na massagem profunda, serão combinadas as teorias mais amplas desse tipo de massagem abordadas no

Capítulo 1, e as técnicas gerais para o uso das articulações dos dedos, punho, antebraço e cotovelo apresentadas no Capítulo 2, para formar estratégias específicas em diferentes

áreas corporais. Sinta-se livre para adaptar estas sugestões a seu estilo pessoal. Você pode se sentir mais confortável em utilizar o cotovelo em vez das articulações dos dedos, conforme demonstrado em uma determinada foto; ou pode não se sentir à vontade ou confiante usando o cotovelo, como mostrado em um exemplo, e preferir usar o punho. Seja criativo e, embasado no conhecimento científico, divirta-se procurando novas formas de massagear!

Trabalho no pé e na perna

A massagem estrutural no pé tem um efeito impressionante no desempenho profissional, diferenciando o seu trabalho das manobras comuns empregadas para alcançar o alívio temporário de pés cansados ou doloridos. Com a prática, você pode aprender a liberar articulações limitadas e melhorar, de forma significativa, a distribuição das cargas corporais, proporcionando melhor equilíbrio aos pés.

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5. Estratégias terapêuticas para a abordagem de problemas e lesões comuns

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Capítulo 2   Técnicas gerais

5

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Estratégias

Terapêuticas para a Abordagem de

Problemas e

Lesões Comuns

A maioria dos massoterapeutas que faz a transição da massagem de relaxamento para a massagem profunda voltada a áreas de dor ou padrões de tensão considera esse trabalho mais interessante, além de mais compensador financeiramente. O desenvolvimento de habilidades nessa área, em geral, é necessário para escapar da “massagem em série”, na qual os terapeutas se esgotam em incontáveis massagens idênticas para clientes que nunca mais verão. Isso não denigre as massagens de relaxamento nem implica que você deva escolher entre uma ou outra. Muitos métodos de terapia corporal são uma combinação dessas duas modalidades. No entanto, se você ampliar as suas habilidades, descobrirá que pode construir uma carreira bem-sucedida e interessante, com conhecimento em diversas áreas, para complementar as suas habilidades na massagem

“tradicional”. Os clientes respeitarão seus amplos conhecimentos, o que aumentará a sua rede de contatos.

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Quilici Ana Paula Timerman Sergio (19)
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18. Emergências na paciente grávida

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Emergências na paciente grávida

Karen Abrão

Introdução

A gestação constitui período de alterações anatômicas e fisiológicas que impactam todo o organismo feminino e podem interferir na resposta ao atendimento de emergências clínicas e traumáticas de qualquer natureza. O parto em si, apesar de se tratar de evento fisiológico, também pode envolver situações de risco à saúde da gestante e do bebê, cuja pronta assistência é essencial para salvaguardar a vida de mãe e filho, além de prevenir sequelas graves.1

Além disso, as emergências na gestante apresentam a particularidade de que as decisões tomadas devem levar em consideração o melhor interesse de dois indivíduos – mãe e feto –, o que muitas vezes constitui um dilema para o prestador da assistência.2

Felizmente, as pacientes grávidas, em sua grande maioria, são jovens, saudáveis e evitam expor-se a riscos desnecessários, o que faz as emergências clínicas e traumáticas tornarem-se menos comuns do que na população em geral.2 No entanto, apesar da baixa frequência de eventos e de se tratarem de pacientes jovens, as taxas de sobrevivência são baixas. Não há disponíveis dados nacionais a respeito; no entanto, estudos internacionais relatam taxa de sobrevivência menor que 7%.3

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4. Avaliação do cenário e abordagem da vítima

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4

Avaliação do cenário e abordagem da vítima

Elaine Peixoto

Introdução

O atendimento pré-hospitalar apresenta algumas peculiaridades que devem ser revistas pelo socorrista antes de abordar a vítima. Estima-se que 84% das paradas cardiorrespiratórias (PCR) ocorram nos domicílios e 16% em locais públicos.1 Há ainda os acidentes por causas externas: segundo o Datasus, no período de 2008 ocorreram, nas capitais do Brasil, 41.098 óbitos, sendo que destes, 6.355 foram na capital de São Paulo.2

Tendo em vista a grande ocorrência de acidentes e mortes súbitas no ambiente pré-hospitalar, observa-se a importância do treinamento intensivo para os socorristas profissionais da área da saúde e para os socorristas leigos, a fim de garantir um atendimento imediato com segurança e qualidade.

Esse atendimento inicia-se ao identificar uma situação de emergência contendo uma ou mais vítimas, que geralmente é presenciada por um circunstante que deverá chamar o serviço médico de emergência (SME).

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15. Afogamento

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15

Afogamento

Henrique Grinberg

Epidemiologia

Em todo o mundo, o afogamento é causa de aproximadamente 500 mil mortes por ano, estatística subestimada pela falta de notificação adequada.1,2 Na faixa etária dos 5 aos 14 anos, afogamento é a principal causa mortis entre homens e a 5a entre mulheres do mundo todo.3

No Brasil (Figura 1), com 176 milhões de habitantes, ocorreram 6.688 mortes por afogamento em 2003 (3,8/100.000 habitantes).4 Foi a 2a causa de morte na faixa etária de 1 a 14 anos e a grande maioria (88%) foi não intencional.

Definição

Afogamento é um distúrbio respiratório causado pela aspiração de líquido durante submersão ou imersão indesejada. É um continuum que tem início quando a via aérea do paciente está abaixo do nível da superfície líquida, e o desfecho final, caso não haja interrupção do processo, é a morte por insuficiência respiratória, uma das principais causas de morte externa em todo o mundo.

15 Afogamento

Mortalidade por afogamento no Brasil

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17. Conceitos básicos do atendimento de desastre

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17

Conceitos básicos do atendimento de desastre

Rosimey Romero Thomaz

Antonio Cláudio Oliveira

Sergio Dias Martuchi

Introdução

A palavra desastre é de origem francesa, “desastre”. É composta do prefixo “des” e de “astre”, derivada do latim “astrum”, que significa estrela. Dessa maneira, desastre significa literalmente “estrela ruim”, que corresponde na astrologia a um evento extremamente desfavorável. O conceito astrológico para a palavra desastre foi perdido com o passar do tempo.1

De acordo com o dicionário Michaelis, desastre tem como definição “acidente, desgraça, fatalidade”. Já calamidade é definida como

“grande mal comum a muita gente, infortúnio público, desastre em grande escala”.2

O termo desastre é muito difundido e tem significados diferentes para diversas culturas. É muito utilizado para destaque de notícias na mídia televisiva, impressa ou no rádio e sugere, quase sempre, um evento que aconteceu com uma pessoa ou coletividade.

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19. Principais emergências pediátricas

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Principais emergências pediátricas

Tatiana Magnaboschi Villaça

Júlia Peres Pinto

Epidemiologia

As causas mais frequentes de morte na infância são acidentes envolvendo veículos automotores, seguidos em ordem decrescente por afogamentos, incêndios domésticos e homicídios. As quedas e colisões automobilísticas são responsáveis por quase 90% de todos os traumas na infância.1

As mortes por acidentes estão entre as primeiras causas de mortes no primeiro ano de vida. Em muitos países os acidentes ocupam o primeiro ou segundo lugar entre as causas de mortalidade na fase pré-escolar. No Brasil, em 1999, as causas externas eram a segunda causa de morte de crianças entre 1 e 4 anos, contribuindo com 21% dos óbitos nessa faixa etária. Nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, essa foi a primeira causa de morte nessa faixa etária a partir dos cinco anos de idade.2

Além dos acidentes que provocam o trauma na infância outras ocorrências também necessitam do atendimento de emergência, como

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