Yuh Ching Hong (10)
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Medium 9788566103199

2. Registro e Análise de Processos

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

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Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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Medium 9788566103199

9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

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A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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Medium 9788566103199

8. Economia Circular e as Práticas Verdes

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

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O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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Medium 9788566103199

6. Planejamento e Controle da Produção Puxada e Empurrada

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 6

Planejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 80 |  

6. P

� lanejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

• Compreender o que são processos puxados e empurrados.

• Conhecer as principais atividades que fazem parte do planejamento e do controle da produção.

• Compreender o sistema Just-in-time Kanban de programação e controle da produção.

• Compreender o sistema MRP de programação e controle da produção.

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Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Planejamento é o ato de planejar “hoje” algo que se pretende para o futuro, definir previamente ações para alcançar determinados objetivos. Controle é o ato de monitorar e fiscalizar a implementação do que foi planejado e lidar com as contingências e com as possíveis variações que venham a ocorrer.

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1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 12 |  

1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

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Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

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V Rios Autores (45)
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Medium 9788520456033

11. Aids na UTI

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Aids na UTI

Ho Yeh Li

MENSAGENS RELEVANTES

��Apesar da disponibilidade gratuita da terapia antirretroviral altamente potente no nosso meio,

as doenças oportunistas ainda são as principais causas de internação na UTI no nosso país. modo geral, a letalidade na UTI dos pacientes infectados por HIV se assemelha à da população geral.

��Os principais escores de gravidade aplicados para a população geral na UTI podem ser utilizados também nessa população. Não há evidências suficientes de que valores de CD4 e da carga viral de HIV sejam marcadores prognósticos nessa população.

��Os estudos não observaram aumento do risco de aquisição de bactérias multirresistentes nas infecções relacionadas à assistência à saúde nessa população.

��Investigações etiológicas agressivas são necessárias especialmente nas afecções pulmonares, pois a concomitância de vários agentes oportunistas pode ocorrer em até 23% dos casos e o tratamento empírico possui risco de óbito maior do que o tratamento direcionado.

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Medium 9788520456033

25. Terapia nutricional parenteral

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

Terapia nutricional parenteral

Bianca Ramos Ferronatto

Liane Brescovici Nunes de Matos

MENSAGENS RELEVANTES

��Realizar

triagem nutricional na admissão do paciente. início precoce da nutrição parenteral é recomendado nos pacientes desnutridos ou de alto risco nutricional que não podem receber alimentação por via oral ou enteral.

��É essencial garantir a segurança do paciente na administração da nutrição parenteral.

��O acompanhamento por equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos minimiza os riscos e as complicações da nutrição parenteral.

��A nutrição parenteral suplementar precoce ainda é um tema controverso na literatura.

��É fundamental identificar pacientes de maior risco para síndrome de realimentação e adequar a nutrição parenteral nesses casos.

��Avaliar o paciente diariamente quanto à possibilidade de uso do trato digestivo e desmame da nutrição parenteral.

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Medium 9788520456033

45. Manejo do grande queimado

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 45

Manejo do grande queimado

Amanda Maria Ribas Rosa de Oliveira

MENSAGENS RELEVANTES

��A

queimadura está relacionada a morbidade, mortalidade e custos financeiros elevados. adequada avaliação da queimadura deve contemplar: agente causal, profundidade na admissão e, 72 a 96 horas depois, extensão da superfície corpórea queimada (SCQ) e presença de locais possíveis como áreas doadoras.

��Deve-se considerar indicação de transferência para centro de queimados, de internação em unidade de terapia intensiva (UTI), assim como de cuidados paliativos.

��As manifestações clínicas estão relacionadas ao comprometimento de múltiplos órgãos secundários à resposta inflamatória sistêmica.

��O tratamento do paciente grande queimado deve seguir a sistematização do atendimento inicial do politraumatizado, associado a procedimentos cirúrgicos descompressivos e de cobertura de feridas, com atenção às disfunções respiratórias e renais.

��A

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Medium 9788520456033

30. Distúrbios da hemostasia no paciente crítico

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 30

Distúrbios da hemostasia no paciente crítico

Daniel Curitiba Marcellos

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��A

presença de coagulopatia em terapia intensiva pode ser considerada um dos espectros da disfunção múltipla de órgãos.

��Ocasionalmente, distúrbios primários da hemostasia são o motivo de internação na unidade de terapia intensiva (UTI) e devem ser reconhecidos precocemente para instituição de tratamento adequado.

��Exames de rastreio para coagulopatia estão muitas vezes alterados no paciente crítico. Isso não necessariamente indica terapias para correção deles.

��Exames laboratoriais alterados, como tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA), não são sinônimos de maior risco de sangramento.

��Pacientes cirróticos estão sob maior risco de sangramento, mas também sob maior risco de trombose (apesar de tempos de coagulação alargados).

��O uso de antifibrinolíticos – principalmente ácido tranexâmico – vem se mostrando seguro e eficaz para controle de hemorragia em diversos cenários clínicos, como trauma, cirurgia cardíaca e hemorragia puerperal.

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Medium 9788520456033

8. Sepse e choque séptico

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Sepse e choque séptico

Luciano César Pontes de Azevedo

MENSAGENS RELEVANTES

��A

sepse associa-se com 30% de prevalência e 55% de mortalidade em pacientes admitidos em UTI brasileiras.

��A nova definição de sepse inclui critérios para avaliar disfunção orgânica e gravidade dos pacientes.

��O choque séptico se define como hipotensão e hiperlactatemia persistentes a despeito de reposição volêmica adequada.

��A identificação precoce dos pacientes sépticos é fundamental para prevenção da morbidade e mortalidade elevadas.

��A terapia antimicrobiana dentro da primeira hora de reconhecimento da sepse é o aspecto mais importante do tratamento.

��Pacientes sépticos com hipotensão ou hiperlactatemia devem receber reposição volêmica com 30 mL/kg de solução cristaloide.

��A droga vasoativa de primeira escolha para tratamento da hipotensão relacionada à sepse

é a noradrenalina.

��A manutenção das terapias de suporte nos pacientes sépticos é importante para avaliar a resposta do paciente ao tratamento inicial da infecção.

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Sadao Edson (27)
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Medium 9788566103281

6. A Atividade Prática Supervisionada (APS)

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

A Atividade Prática

6

Supervisionada (APS)

Coordenadora Thayze Pinto Cândido Padilha

Resumo

A Atividade Prática Supervisionada (APS) é constituída por atividades acadêmicas desenvolvidas pelos estudantes, sob a orientação, supervisão e avaliação de professores, em horários diferentes dos que são destinados às atividades presenciais. Trata-se de um componente que tem por objetivo principal proporcionar o diálogo entre teoria e prática, imprescindível à adequada formação acadêmica. Assim, apoia-se nos saberes desenvolvidos a partir do contributo de cada disciplina do período, tendo-os como fundamentação para o trabalho de pesquisa de campo a ser desenvolvido. Para além desse diálogo, a APS, em cada período, está relacionada a um tema transversal. Tal temática advém da necessidade de atrelar a formação acadêmica

às necessidades socioambientais, à formação de um profissional ético e mais humano, características de uma educação efetivamente integradora. Outros objetivos são: diminuir a evasão; incentivar a produção científica; motivar os alunos; e proporcionar a eles, o quanto antes, contato com o mercado de trabalho. A APS começou em 2015.1 no 1º período, e apenas em 2017.1 no 2º, isso porque foi necessário um tempo de maturação, ajustes e correções da metodologia e objetivos para que este se tornasse modelo para os demais. Seguindo a mesma premissa, se iniciou em 2018.1 no 3º período. O principal problema encontrado na implantação da atividade foi a resistência de alguns professores de trabalharem em conjunto. Depois alguns aceitaram participar, mas sem atribuir nota. Atualmente estão envolvidos todos os professores do 1º ao

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Medium 9788566103281

18. Criação e Implantação do Programa de Educação Dinâmica Progressiva (PEDP) no Curso de Administração da FECAP

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Criação e Implantação

18 do Programa de

Educação Dinâmica

Progressiva (PEDP) no

Curso de Administração da FECAP

Coordenador Carlos Augusto da Silva Loures

Resumo

Em 2000, tendo em vista o resultado obtido no “Provão/MEC” de 1999, o curso de Administração da FECAP estava pronto para a implantação de uma experiência inovadora no processo de ensino e aprendizagem.

A criação e a implantação do Programa de Educação Dinâmica Progressiva (PEDP) tiveram como objetivo principal integrar um processo de avaliação contínua do curso de Administração que pudesse levar a FECAP à melhoria da qualidade.

Estiveram desde o início, e estão até hoje, envolvidos nesse processo o Corpo Discente, o Corpo

Docente e a Direção da FECAP, representada pelo seu Conselho de Curadores, Superintendência, Reitoria e Coordenação do curso de Administração.

Os resultados relatados desde então são extremamente positivos, merecendo destaque os conceitos obtidos pelo curso de Administração, a partir de 2000, no “Provão/MEC” e no Enade.

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Medium 9788566103281

8. Integração do Ensino em Administração além dos Muros – PREMIADO COM LOUVOR

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Integração do Ensino

8 em Administração além dos Muros – PREMIADO

COM LOUVOR

Coordenadora Marinalva Pereira dos Santos

Resumo

O curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve o início de suas atividades pedagógicas no segundo semestre de 2012, atendendo à demanda social da região do Vale do Arinos. O curso foi criado segundo a política social de democratização do ensino da Unemat, em Juara, cidade do interior da Amazônia Legal, localizada no noroeste do estado de Mato Grosso, a 720 km da capital. A criação do curso de Administração na região trouxe a possibilidade de democratização do ensino. É importante evidenciar que Juara está localizada num contexto geográfico de áreas indígenas, de floresta amazônica e de grandes potenciais hidrográficos, o que levou a equipe pedagógica do curso a pensar em um curso estruturado para o desenvolvimento local sustentável e, além disso, que priorizasse o desenvolvimento de inovações empreendedoras, numa visão sistêmica com o objetivo de compreender e intervir na realidade social. Nessas perspectivas, surgiram muitos questionamentos sobre a oferta do curso para atender a região, todavia, uma delas prevaleceu sobre as demais: como construir o ensino-aprendizagem do curso de Administração em Juara considerando os aspectos sociais, econômicos e ambientais da região numa perspectiva empreendedora e inovadora? Com essas preocupações, os profissionais de ensino do curso de Administração planejam suas atividades evidenciando aspectos construtivos do conhecimento, reconhecendo aspectos didático-pedagógicos que valorizam a inovação e o processo formativo dos acadêmicos diante dos problemas sociais da comunidade.

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Medium 9788566103281

3. O Prêmio Angrad e os Projetos da Região Nordeste do Brasil

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

O Prêmio Angrad

3 e os Projetos da Região

Nordeste do Brasil

Profa. Doutoranda Ana Carolina Peixoto Medeiros

Instituto Federal de Pernambuco – IFPE

Profa. Dra. Fernanda Roda Cassundé

Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasp

A região Nordeste do Brasil é composta por nove estados da federação, sendo eles Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio

Grande do Norte e Sergipe. A população corresponde a cerca de 56,72 milhões de habitantes, sendo a segunda mais populosa do território brasileiro (IBGE,

2018). Existe uma irregularidade considerável em relação à distribuição demográfica dentro desse território em face da concentração da população nos grandes centros urbanos desses estados, sobretudo nas áreas do Agreste e da

Zona da Mata. Muitos apontam que a seca e a ausência de infraestrutura em regiões sertanejas e no meio-norte promovem a migração da população para as grandes cidades em busca de oportunidades de trabalho e sobrevivência.

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Medium 9788566103281

24. Modelo Educacional Perspectivação – PREMIADO COM DISTINÇÃO

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Modelo Educacional

24 Perspectivação –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Norman de Paula Arruda Filho

Uma experiência brasileira na formação de lideranças responsáveis para o futuro do planeta

Resumo

O modelo educacional Perspectivação nasceu com o objetivo de suplementar o escopo tradicional dos cursos oferecidos na Instituição (Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Cursos de Curta e Média Duração) como uma importante estratégia para a formação de lideranças engajadas na busca por superar os desafios para o desenvolvimento global.

Realizadas paralelamente aos programas, as atividades do Perspectivação promovem o desenvolvimento pessoal e profissional por meio da inter-relação das competências. Com isso, proporciona uma visão sistêmica dos processos corporativos e do mercado de trabalho, valorizando a formação holística que um líder globalmente responsável deve ter.

Composto por um conjunto de atividades extracurriculares, o modelo tem na capacitação do corpo docente seu ponto-chave. Com os professores como “agentes provocadores”, os alunos têm acesso a 13 atividades diferenciadas, como: orientação personalizada; receptivo especial; seminário de contextualização (Welcome to the Global Mindset); plano de desenvolvimento pessoal; arquitetura do conhecimento corporativo; coaching; oficinas de aprendizagem para desenvolver habilidades transversais; desafios experienciais e atividades em grupo; atividades de pesquisa e estudo sobre sustentabilidade; visitas técnicas a empresas; trabalho voluntário; acesso a módulos internacionais; aceleradora de startups.

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Roberto Martins Figueiredo (5)
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Medium 9788520435250

Controle de pragas

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Controle de pragas

Xô, Bactéria!

Como higienizar bem os banheiros para que não apareçam aquelas mosquinhas desagradáveis?

Retire o tampão do ralo. Pegue uma bacia com uma solução de água quente

(1 litro) mais 1 colher de sopa de detergente, lave-o com uma escova própria utilizando luvas. Enxágue com água bem quente. Prepare uma solução de 1 litro de água fria com um copo de água sanitária e despeje no ralo. Esses insetos são conhecidos como “moscas dos drenos” ou “moscas dos ralos”, e seu nome científico é Psychoda alternata. Essas mosquinhas não transmitem doenças, mas indicam que é preciso limpar os ralos. Suas larvas se alimentam de bactérias que crescem no material gelatinoso encontrado nesses locais.

Aquelas formiguinhas minúsculas são as que também promovem a infecção hospitalar? Em casa elas também podem trazer doenças caso transitem pela cozinha, andando sobre as louças, por exemplo?

Insetos, em geral, principalmente os rasteiros, podem veicular microrganismos para os alimentos, provenientes, por exemplo, do lixo, do banheiro e até de outros insetos (baratas mortas).

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Medium 9788520435250

Higiene geral

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Higiene geral

Xô, Bactéria!

Como higienizar liquidificadores?

O ideal seria, logo após o uso, soltar o copo e todas as peças removíveis e limpá-los, usando escova, água e detergente. Não use palha de aço ou produtos abrasivos, pois com o tempo eles podem tirar o brilho e a transparência do copo, das lâminas e das tampas. Não use álcool, solventes ou detergentes muito fortes, pois podem prejudicar o aparelho.

É aconselhado também fazer uma primeira lavagem “grosseira”, colocando

água até a metade do copo, um pouco de detergente e acionando o aparelho. Caso os resíduos sejam de natureza gordurosa – como óleo ou manteiga –, coloque água quente a aproximadamente 50 °C. Depois enxágue sob a torneira.

Depois de lavado, para desinfetá-lo, uma solução bastante eficaz é preparar um litro de água com duas colheres de sopa de água sanitária e despejá-la dentro do copo. Em seguida, acione o aparelho por aproximadamente 4 minutos e escorra. Não é preciso enxaguar de novo.

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Medium 9788520435250

Crianças

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Crianças

Xô, Bactéria!

Gostaria de saber qual a melhor maneira de higienizar as mamadeiras e os bicos. Devo fervê-los antes e depois de usá-los?

Lave-os rapidamente com água morna e detergente.

Para uma solução de 1 litro de água morna (de 30 a 35 °C), acrescente 8 gotas de detergente neutro e deixe descansar por 10 minutos.

Lavar novamente com água e detergente e, com o auxílio de uma escova própria para mamadeiras, enxágue muito bem os utensílios com água quente.

Para crianças com idade inferior a 1 ano, ferver em água por 3 minutos. Para crianças com idade superior a 1 ano, não é preciso ferver.

Deixar os utensílios secarem em escorredor e guardá-los em local seco e protegido.

Qual a importância de uma creche oferecer água filtrada para os alunos?

Verifiquei que as crianças têm tomado água da torneira do banheiro coletivo de uma certa creche.

Não falaria em água filtrada, mas sim em água potável, pois uma água contaminada, mesmo passando por filtros, não eliminaria essa contaminação.

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Medium 9788520435250

Microrganismos

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Microrganismos

Xô, Bactéria!

Para que servem os lactobacilos contidos em alguns alimentos?

Os lactobacilos são microrganismos que, além de auxiliarem nos processos digestivos, atuam como protetores do epitélio intestinal. Eles equilibram o funcionamento intestinal, impedem a multiplicação de bactérias nocivas, inibem a produção de toxinas, melhoram a digestão e fortalecem o sistema imunológico.

Por que os alimentos se estragam e como os microrganismos reagem às variadas temperaturas?

Os alimentos se estragam pelo crescimento de microrganismos deteriorantes e pela produção de substâncias como ácidos, que levam ao azedamento, vindos da degradação de açúcares, e outras, derivadas da degradação de proteínas

(putrefação). As bactérias são divididas em psicrófilas (que se desenvolvem em baixas temperaturas), mesófilas (que se desenvolvem em temperaturas moderadas) e termófilas (que se desenvolvem em temperaturas altas).

Bactérias patogênicas são aquelas que podem causar doenças, certo? Em quais alimentos encontramos esse tipo de bactéria?

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Medium 9788520435250

Gestantes

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Gestantes

Xô, Bactéria!

Quais os tipos de alimentos que uma grávida deve evitar?

As mulheres grávidas fazem parte do chamado grupo de risco (juntamente com imunodeprimidos, pacientes em pós-operatório, pessoas acometidas por

Aids, idosos com idade superior a 60 anos e crianças menores de 5 anos).

Não devem comer carnes e ovos crus ou semicrus (p. ex., ovo quente ou com gema mole, peixes crus, quibe cru), queijo fresco, leite não pasteurizado.

Frutas e hortaliças cruas devem ser bem lavadas e desinfetadas.

Estou grávida e tomei uma gemada, pois estava gripada. Isso é prejudicial à saúde?

Mulheres grávidas, crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos ou imunodeprimidos não devem, de modo algum, comer alimentos crus ou semicrus, pois sua resistência contra possíveis patógenos é muito baixa.

Estou grávida de 5 meses e gostaria de comer camarão. Além disso, utilizamos água mineral de galão, e sempre na troca lavo com água e sabão. Está correto?

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Michael F Ldi Roman Str Benreuther (11)
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Medium 9788520432235

1. Anatomia do sistema vascular linfático

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

Anatomia do sistema vascular linfático

O sistema vascular linfático é um componente do sistema linfático, do qual também fazem parte outros órgãos linfáticos (timo, baço, tonsilas palatinas etc.). As principais funções dos vasos linfáticos são drenagem e transporte de líquido tissular e das substâncias nele contidas para a circulação sanguínea venosa.

Além disso, os vasos linfáticos do intestino delgado são responsáveis pela captação e pelo transporte das gorduras alimentares provenientes do intestino delgado. O sistema linfático também é um componente importante da defesa imunológica.

O objetivo da drenagem linfática manual (DLM) e da fisioterapia complexa de drenagem (FCD) é melhorar um fluxo linfático inadequado ou restabelecê-lo. Para utilizar esses métodos terapêuticos com sucesso, é importante conhecer bem a anatomia, a fisiologia e a fisiopatologia do sistema vascular linfático.

1

Funções importantes do sistema vascular linfático são, entre outras, drenagem e transporte de líquido tissular ou linfa.

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Medium 9788520432235

2. Líquido tissular e linfa

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

Líquido tissular e linfa

A linfa se origina nos capilares linfáticos a partir do líquido intersticial (“líquido tissular”). O líquido intersticial se encontra no interstício

(tecido situado entre as células).

2

A linfa é formada a partir do líquido tissular.

2.1  Troca de líquidos entre sangue e tecidos

O sentido da circulação sanguínea tem origem nos processos que ocorrem na região dos capilares sanguíneos. Ali ocorre a irrigação dos tecidos com nutrientes e de lá são transportadas as sobras do metabolismo. A troca de líquidos entre os capilares sanguíneos e os tecidos se dá por dois mecanismos distintos. Para compreender a função e a importância do sistema vascular linfático, é necessário conhecer inicialmente esses dois processos de troca de líquidos.

Difusão

A parede dos capilares sanguíneos é amplamente permeável à água e

às pequenas moléculas dissolvidas na água, como sais e gases, de modo que haja constante equilíbrio de concentração entre o sangue e os tecidos. Tais substâncias migram de um local de concentração mais alta para um local de concentração mais baixa. Essa diferença de concentração é denominada gradiente de concentração. Água e substâncias hidrossolúveis se difundem dessa maneira na totalidade da superfície capilar sanguínea através de fendas situadas entre as células endoteliais

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Medium 9788520432235

10. Tratamento dos linfonodos inguinais e suas regiões tributárias

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

Tratamento dos linfonodos inguinais e suas regiões tributárias

10

10.1  Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e regiões (ver Fig. 10.1)

Os linfonodos inguinais são diferenciados entre profundos e superficiais. Para o tratamento, no entanto, essa diferenciação não tem grande relevância.

O mais importante é a divisão dos linfonodos inguinais em duas partes principais, que formam os “linfonodos inguinais-T” (ver Fig. 10.2):

■■

■■

um grupo superior com trajeto paralelo ao ligamento inguinal (praticamente horizontal); um grupo inferior com trajeto vertical, situado na região medial do triângulo da coxa (trígono femoral medial).

Ambos os grupos se esvaziam por meio de vias linfáticas que trafegam sob o ligamento inguinal, em direção cranial para os linfonodos pélvicos.

!

Uma classificação exata das regiões captadoras desses dois grupos de

Atenção linfonodos inguinais nem sempre é possível, uma vez que os coletores de uma região de captação também podem conduzir a linfa para vários grupos de linfonodos. Além disso, os linfonodos estão interligados por uma rede de vasos linfáticos. Por esse motivo, sempre é necessário um tratamento abrangente dos grupos de linfonodos.

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Medium 9788520432235

7. Tratamento dos linfonodos do pescoço e suas regiões tributárias

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

7

Tratamento dos linfonodos do pescoço e suas regiões tributárias

7.1  �Princípios anatômicos

Grupos de linfonodos e regiões

No pescoço diferencia-se, por um lado, uma camada de linfonodos superficiais (linfonodos cervicais superficiais) e uma camada de linfonodos profundos (linfonodos cervicais profundos), assim como, por outro lado, os linfonodos cervicais inferiores situados proximalmente, e os linfonodos cervicais superiores, situados mais distalmente (ver item 7.1).

A linfa da região dos ombros e da nuca, situada acima do divisor de águas linfático marcado pelas clavículas e pelo acrômio da escápula, também se dirige para os linfonodos cervicais inferiores. Nos linfonodos cervicais inferiores flui a totalidade da linfa da região da cabeça e do pescoço.

Troncos linfáticos

A linfa da região da cabeça, do pescoço e da face chega ao sistema venoso pelo:

■■ tronco jugular;

■■ cadeia acessória.

A linfa da região da cabeça, do pescoço e da face chega ao sistema venoso de duas maneiras, enquanto os linfonodos estão integrados ao trajeto dos troncos como “pérolas de um colar”:

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Medium 9788520432235

5. Efeito da massagem sobre a formação da linfa e motricidade do linfangion

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

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Efeito da massagem sobre a formação da linfa e motricidade do linfangion

5.1  Drenagem linfática manual e formação da linfa

Drenagem linfática manual (DLM) e débito linfático

O débito linfático aumenta sob o efeito da DLM.

O débito linfático pode ser determinado experimentalmente. Em completo repouso físico, ele é muito baixo. Quando uma extremidade é passivamente movimentada, o débito linfático aumenta.

Quando, durante a movimentação passiva, a extremidade é adicionalmente tratada com os círculos fixos da drenagem linfática manual

(ver item 6.1), o débito linfático aumenta muito.

Aumento da formação da linfa

Aumento do afluxo de líquido nos canais pré-linfáticos.

Esse aumento do débito linfático sob efeito da DLM é decorrente do aumento da formação da linfa. A DLM faz com que o líquido tissular, nos canais tissulares conjuntivos pré-linfáticos (ver item 1.1), seja impulsionado com maior intensidade para os vasos linfáticos iniciais.

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