Langrafe Taiguara (14)
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Capítulo 9 - Internacionalização de Empresas

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Capítulo 9

Internacionalização de Empresas

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03/08/2018 17:15:08

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ADMINISTRAÇÃO

9. �Internacionalização de Empresas

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• Conceituar a Internacionalização de Empresas.

• Apresentar oportunidades trazidas pela internacionalização.

• Conhecer os passos importantes para a internacionalização do negócio.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Muitas vezes, a ideia de internacionalização é vista como uma alternativa a alguma crise enfrentada localmente. A internacionalização de empresas deve ser encarada não como uma simples alternativa, mas sim como uma estratégia de longo prazo de qualquer empresa que queira crescer e estabelecer-se mundialmente.

Apresentamos a seguir o passo a passo do planejamento para a exportação.

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Capítulo 8 - Ferramentas da Estratégia

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Capítulo 8

Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 87

03/08/2018 17:15:05

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ADMINISTRAÇÃO

8. �Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 88

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• Conceituar o que são as ferramentas estratégicas.

• Descrever a elaboração de estratégias organizacionais.

• Conhecer os tipos de estratégias organizacionais.

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Ferramentas da Estratégia

A estratégia surgiu em situações de concorrência, em especial em guerra, e depois migrou para os negócios. O conceito de estratégia é complexo e requer um pensamento sistêmico para ser compreendido e praticado, pois tem sido utilizado de diferentes maneiras.

O reconhecimento explícito das definições múltiplas pode ajudar as pessoas a moverem-se nesse campo difícil. Henry

Mintzberg apresenta cinco definições de estratégias, denominadas os 5 Ps da Estratégia, sendo a estratégia: Plano, Pretexto, Posição, Perspectiva e Padrão.

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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

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Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

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• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

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Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Capítulo 6 - Abordagem Sistêmica

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Capítulo 6

Abordagem

Sistêmica

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03/08/2018 17:15:01

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ADMINISTRAÇÃO

6. �Abordagem

Sistêmica

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• Conceituar a abordagem sistêmica da Administração.

• Conhecer as aplicações do pensamento sistêmico na Administração.

• Compreender e aplicar os aspectos mais importantes do conceito de abordagem sistêmica.

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Abordagem sistêmica

No início do século XX são lançadas as bases do que viria a ser conhecido como abordagem sistêmica da administração

(ou o enfoque sistêmico). Basicamente, tal abordagem considera que as organizações são sistemas inseridos dentro de sistemas maiores, os quais se inserem, por sua vez, em sistemas ainda maiores e assim por diante. Dessa forma, a realidade é vista como a interligação de vários elementos que se influenciam mutuamente. Cada um desses elementos muda de significado conforme o contexto em que se inserem. Um

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Capítulo 5 - Áreas Funcionais da Administração

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Capítulo 5

Áreas

Funcionais da

Administração

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03/08/2018 17:14:57

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ADMINISTRAÇÃO

5. Á

� reas Funcionais da Administração

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• Apresentar os conceitos de Gestão de Pessoas,

Administração Financeira, Administração da

Produção e Gestão de Marketing.

• Compreender a importância de cada uma dessas

áreas para o desenvolvimento das organizações.

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O que é Gestão de Pessoas?

É o conjunto de tomada de decisões dos gestores, visando inserção, organização e desenvolvimento das pessoas.

Tradicionalmente, é organizada por Descrição de cargos e funções, Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento. Para se tornarem mais competitivas, as empresas buscam oferecer programas de participação em equipes, treinamento, coaching, gamificação e dinâmicas de grupo ou individuais. Para isso, processos, rotinas e regulamentos precisam estar bem alinhados. Os modelos de gestão desenham perfeitamente perfis, competências e habilidades desejadas. Veja a seguir uma relação de qualidades de um

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Sadao Edson (27)
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9. Estágio Vivo – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Estágio Vivo –

9 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Antonio Ferreira Lima

Resumo

Os alunos de Administração devem desenvolver um perfil generalista. Contudo, apesar de vários momentos de promoção da interdisciplinaridade, a IES vinha percebendo que os estágios colocados à disposição dos alunos de Administração não possibilitavam a vivência necessária de funções de chefia e de tomada de decisão. Em muitas situações, os estagiários eram reduzidos a mão de obra barata e exerciam apenas funções secundárias, como auxiliares de administração ou secretárias de executivos ou auxiliares de serviços bancários. Os principais objetivos do

Estágio Vivo são: superar a realidade perversa descrita acima e integrar os alunos de Administração com os de outros cursos, que atuarão em conjunto, na vida real, como os futuros advogados e contadores. A Mauá criou um centro de estágios, chamado Escola de Experiência, no qual os alunos são apresentados a exercícios guiados, a partir dos quais são desenvolvidas as competências da profissão. Trata-se de uma metodologia de ensino ativa, denominada Aprendizagem Baseada em Problemas – APB. Montou-se um ambiente virtual de produção em forma de arranjo produtivo local, no qual alunos de Direito, Contabilidade e Administração desempenham vários “papéis” simulados. Os exercícios são produzidos pelos professores, sob orientação do

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8. Integração do Ensino em Administração além dos Muros – PREMIADO COM LOUVOR

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Integração do Ensino

8 em Administração além dos Muros – PREMIADO

COM LOUVOR

Coordenadora Marinalva Pereira dos Santos

Resumo

O curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve o início de suas atividades pedagógicas no segundo semestre de 2012, atendendo à demanda social da região do Vale do Arinos. O curso foi criado segundo a política social de democratização do ensino da Unemat, em Juara, cidade do interior da Amazônia Legal, localizada no noroeste do estado de Mato Grosso, a 720 km da capital. A criação do curso de Administração na região trouxe a possibilidade de democratização do ensino. É importante evidenciar que Juara está localizada num contexto geográfico de áreas indígenas, de floresta amazônica e de grandes potenciais hidrográficos, o que levou a equipe pedagógica do curso a pensar em um curso estruturado para o desenvolvimento local sustentável e, além disso, que priorizasse o desenvolvimento de inovações empreendedoras, numa visão sistêmica com o objetivo de compreender e intervir na realidade social. Nessas perspectivas, surgiram muitos questionamentos sobre a oferta do curso para atender a região, todavia, uma delas prevaleceu sobre as demais: como construir o ensino-aprendizagem do curso de Administração em Juara considerando os aspectos sociais, econômicos e ambientais da região numa perspectiva empreendedora e inovadora? Com essas preocupações, os profissionais de ensino do curso de Administração planejam suas atividades evidenciando aspectos construtivos do conhecimento, reconhecendo aspectos didático-pedagógicos que valorizam a inovação e o processo formativo dos acadêmicos diante dos problemas sociais da comunidade.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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6. A Atividade Prática Supervisionada (APS)

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A Atividade Prática

6

Supervisionada (APS)

Coordenadora Thayze Pinto Cândido Padilha

Resumo

A Atividade Prática Supervisionada (APS) é constituída por atividades acadêmicas desenvolvidas pelos estudantes, sob a orientação, supervisão e avaliação de professores, em horários diferentes dos que são destinados às atividades presenciais. Trata-se de um componente que tem por objetivo principal proporcionar o diálogo entre teoria e prática, imprescindível à adequada formação acadêmica. Assim, apoia-se nos saberes desenvolvidos a partir do contributo de cada disciplina do período, tendo-os como fundamentação para o trabalho de pesquisa de campo a ser desenvolvido. Para além desse diálogo, a APS, em cada período, está relacionada a um tema transversal. Tal temática advém da necessidade de atrelar a formação acadêmica

às necessidades socioambientais, à formação de um profissional ético e mais humano, características de uma educação efetivamente integradora. Outros objetivos são: diminuir a evasão; incentivar a produção científica; motivar os alunos; e proporcionar a eles, o quanto antes, contato com o mercado de trabalho. A APS começou em 2015.1 no 1º período, e apenas em 2017.1 no 2º, isso porque foi necessário um tempo de maturação, ajustes e correções da metodologia e objetivos para que este se tornasse modelo para os demais. Seguindo a mesma premissa, se iniciou em 2018.1 no 3º período. O principal problema encontrado na implantação da atividade foi a resistência de alguns professores de trabalharem em conjunto. Depois alguns aceitaram participar, mas sem atribuir nota. Atualmente estão envolvidos todos os professores do 1º ao

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5. Núcleo de Práticas de Gestão – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Núcleo de Práticas de

5 Gestão – PREMIADO

COM DISTINÇÃO

Coordenador Luís Antônio Rabelo Cunha

Resumo

Considerando que o Centro Universitário Christus – Unichristus, campus Dom Luís, está situado em um dos maiores corredores de comércio varejista da cidade de Fortaleza, ambiente propício para a prática da gestão, percebemos que poderíamos gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os alunos e, consequentemente, para a instituição, promovendo o fortalecimento do ecossistema empreendedor do entorno do centro universitário. Para realizar essa tarefa, foi criado, em maio de 2016, o Núcleo de Práticas de Gestão (NPGE). A experiência a ser adotada consistia em gerar soluções para empresas de duas formas: primeiro, trabalhando em um formato de consultoria convencional e, segundo, levantando problemas empresariais nessas empresas para a elaboração de cases verídicos e anônimos para serem solucionados em sala de aula. Para a primeira etapa, foi necessário estreitar os laços entre a instituição e os lojistas e, para isso, o NPGE realizou uma tarefa intitulada “Marcando Território”. Nesse trabalho foi realizado um cadastramento com a participação de 26 alunos, sendo levantadas 127 empresas em 18 quadras. No cadastramento, foi feita uma pesquisa básica sobre como o curso de Administração poderia ajudar as empresas. Com base nas respostas recebidas, foi criado um evento que consistiu na apresentação de um esquete teatral desenvolvido e apresentado pelos alunos para os empresários cadastrados, cuja temática era atendimento ao cliente, e, juntamente com a apresentação teatral, uma palestra sobre o jeito Disney de encantar clientes. Na segunda etapa, o grupo empresarial conheceu mais um pouco da instituição e de seus objetivos, utilizando-se dos resultados dos cadastramentos. Devido à proximidade e ao número de salões de beleza no entorno da instituição, optamos por começar por esse ramo, dessa forma, entre as empresas visitadas, selecionamos o salão Júlia Ratz, por se mostrar mais interessado em nossa metodologia. Depois ampliamos, em 2018, incluindo novas empresas nessa parceria.

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Stuartmill John (9)
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Prefácio

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Prefácio

Em 1806, ano em que John Stuart Mill nasceu em Londres, a Europa encontrava-se quase completamente dominada por

Napoleão. Pode dizer-se que a Inglaterra era o único foco de resistência às pretensões napoleónicas de domínio europeu.

Era de lá que partia sempre a contra-ofensiva; a Inglaterra era, de facto, a alma de todas as coligações diplomáticas e militares contra o expansionismo francês. Neste país, poucas instituições e altas-personalidades foram tocadas pelas ideias da Revolução

Francesa (sabemos bem porquê) ou pelo prestígio pessoal da grande figura de Napoleão, a que, no entanto, não puderam fugir alguns dos grandes homens do século xix, como Dostoievski,

Stendhal, Hegel, etc. Na Autobiografia não há a mais pequena referência à pessoa de Napoleão, um dos ingleses mais típicos do século xix mostra-se de todo indiferente à sua personalidade.

A Autobiografia ajuda-nos a compreender a razão deste alheamento. A educação de John Stuart Mill, sem que ele se aperceba disso, é feita à margem da vida social inglesa, em qualquer dos seus aspectos. E mais tarde, quando já formado intelectualmente, podendo, portanto, orientar-se como entendesse, continua à margem da vida da grande massa da nação. Isto não é desmentido pela atitude que tomou quando membro dos Comuns, muito pelo contrário: é sempre como protector, portanto, como aristocrata que se apresenta. Ora, durante os três primeiros quartéis do século xix em que Stuart Mill vive, a Europa atravessa uma das fases mais críticas do seu desenvolvimento.

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Nota à edição portuguesa

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Nota à edição portuguesa

Esta edição de Autobiografia, de John Stuart Mill, recupera, numa versão corrigida e aperfeiçoada, a tradução de Flausino

Torres, publicada originalmente em 1946 pela Editorial Gleba e acompanhada por uma introdução do tradutor que a Edições

70 decidiu preservar.

O título dado a essa edição, Memórias, terá sido provavelmente escolhido por ser o nome da colecção dedi­cada a textos biográficos na qual foi editado, embora tudo nos leve a crer que o título preferido de Flausino Torres fosse efectivamente

Autobiografia, uma vez que esta designação alternativa ocorre ocasionalmente no prefácio da sua autoria. O título que se fixou, quer na tradição editorial quer no comentário filosófico ao pensamento de Mill, foi Autobiografia, aquele que a Edições

70 também prefere.

John Stuart Mill escreveu os seis primeiros capítulos e os doze primeiros parágrafos do capítulo vii deste texto entre 1853 e

1854, sendo o manuscrito posteriormente sujeito à leitura crítica e revisão aprofundada por parte da mulher, Harriet Taylor, que fez cortes no texto, acrescentou comentários e sugeriu alterações. Este trabalho de colaboração excedeu largamente o que seria um processo normal de revisão, conforme o próprio Mill explica, e tornou-se uma tarefa comum de dois autores. Desta colaboração intensa viria a resultar o manuscrito final, que Mill deixou pronto a editar, o qual contém diversas alterações em relação ao manuscrito anterior, como, por exemplo, a exclusão de vários trechos de cariz familiar ou sentimental, seguindo com frequência as indicações da mulher. Em 1870, já depois

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CAPÍTULO VII. 1840–1870Breve exposição do resto da minha vida

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CAPÍTULO VII

1840–1870

Breve exposição do resto da minha vida

É bem pouco aquilo que, desta época em diante, vale a pena ser contado. Já não tenho a mencionar mudanças de grande profundidade no meu pensamento; só tenho de descrever um progresso intelectual contínuo, cujos melhores resultados — se existem — devem ser procurados nas minhas obras. Resumirei muito, portanto, a história dos anos seguintes.

O primeiro tempo livre de que dispus, desde que deixei a revista, apliquei-o na redacção da Lógica. Em Julho e Agosto de

1838 pude acabar a parte do terceiro livro que não estava ainda completa. Elaborando a teoria lógica das leis da natureza, que não são leis de causalidade nem corolários dessas leis, fui levado a reconhecer nas espécies realidades da natureza, e não simples distinções de conveniência. Esta descoberta, que ainda não tinha feito na época em que revi o primeiro livro, obrigou-me a modificá-lo e a acrescentar-lhe diversos capítulos: os que dizem respeito à linguagem e à tipologia da classificação, assim como o referente à classificação dos sofismas, foram escritos no Outono do mesmo ano, os restantes no Verão e no Outono de 1840.

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CAPÍTULO VI. 1830–1840Começo da mais preciosa amizade da minha vida.Morte do meu pai. Escritos e actividade até 1840

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CAPÍTULO VI

1830–1840

Começo da mais preciosa amizade da minha vida. Morte do meu pai.

Escritos e actividade até 1840

Neste momento do meu desenvolvimento espiritual, iniciei a amizade que constitui a maior honra e a maior felicidade da minha vida, a que devo quase tudo o que fiz até aqui, e o que espero fazer ainda para melhorar as condições de vida da humanidade. Em 1830, fui apresentado à mulher que, depois de uma amizade de 20 anos, consentiu em tornar-se minha esposa.

Eu tinha então 25 anos e ela 23. Esta apresentação reatava entre mim e a família do seu marido velhas relações. Seu avô vivia em

Newington Green, numa casa vizinha da do meu pai; durante a minha infância, o velho gentleman convidava-me algumas vezes a brincar no seu jardim. Era um belo tipo de velho puritano escocês, grave, severo, forte, mas bondoso para as crianças, às quais os homens deste género fazem sempre grande impressão.

Decorreram vários anos entre o momento da apresentação a

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CAPÍTULO V. 1826–1832Uma crise no meu pensamento. Um progresso

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CAPÍTULO V

1826–1832

Uma crise no meu pensamento.

Um progresso

Durante os anos que se seguiram a esta época escrevi pouco para o público e de maneira irregular; mas foram grandes os benefícios que retirei desta abstenção. Não deixava de ter importância, o ficar-me tempo para amadurecer e assimilar completamente as minhas ideias, sem ser obrigado a torná-las públicas. Se tivesse continuado a escrever, a transformação profunda que se operou no meu pensamento e no meu carácter durante estes anos teria sido seriamente abalada. Para explicar a origem desta transformação, ou, pelo menos, das meditações que a prepararam, sou obrigado a voltar um pouco atrás.

A partir do Inverno de 1821, em que li Bentham pela primeira vez, e sobretudo desde os primeiros números da Westminster

Review, eu tinha um objectivo, aquilo a que se pode chamar uma finalidade na vida — queria trabalhar para reformar o mundo.

A ideia que tinha da minha própria felicidade confundia-se inteiramente com este objectivo. As pessoas cuja amizade procurava conquistar eram aquelas que poderiam colaborar comigo na prossecução desta empresa. Procurava tornar o caminho o mais agradável possível, mas a única satisfação pessoal séria e duradoira, com a qual contava para a minha felicidade, era a confiança na realização deste objectivo. Orgulhava-me com a certeza de desfrutar de uma vida feliz, se fizesse concordar a minha felicidade com qualquer objectivo longínquo e duradoiro

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