Henry Gleitman Daniel Reisberg James Gross (18)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Apêndice. Estatística: Descrição, organização e interpretação de dados

PDF Criptografado

APÊNDICE

E STATÍSTICA :

D ESCRIÇÃO , O RGANIZAÇÃO

E I NTERPRETAÇÃO DE D ADOS

DESCREVENDO OS DADOS

700

ORGANIZANDO OS DADOS 702

DESCREVENDO A RELAÇÃO ENTRE DUAS

VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO 710

INTERPRETANDO OS DADOS 713

RESUMO 724

No Capítulo 1, consideramos como os psicólogos coletam dados – como eles projetam um estudo ou um experimento, como garantem a validade externa e interna, e assim por diante. Porém, o que eles fazem depois de coletarem os dados? Neste apêndice, enfocaremos os métodos estatísticos que os pesquisadores usam para organizar e interpretar dados numéricos.

Vamos começar com um exemplo. Suponhamos que alguns pesquisadores desejem descobrir se os garotos de 3 anos são mais agressivos fisicamente do que as garotas da mesma idade. Para descobrir, os pesquisadores deverão primeiramente identificar uma medida adequada da agressividade física. Depois, deverão escolher os sujeitos para o estudo. Como os pesquisadores supostamente querem falar sobre crianças de 3 anos em geral, e não apenas sobre as de 3 anos que participaram do estudo, eles devem selecionar seus sujeitos de um modo adequado. Ainda mais importante, devem selecionar garotos e garotas que correspondam em todos os sentidos, com exceção do gênero, para que possam ter um grau razoável de certeza de que quaisquer diferenças que surjam entre os grupos possam ser atribuídas à diferença no sexo, em vez de outros fatores (como desenvolvimento intelectual, classe social, e assim por diante).

Ver todos os capítulos

Capítulo 10. O desenvolvimento cognitivo

PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO 388

INTERAÇÕES ENTRE OS GENES E O AMBIENTE 390

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO 394

AS CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO 410

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA VELHICE 420

QUAL É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO? 397

COMENTÁRIOS FINAIS: MATURAÇÃO E

AMBIENTE 422

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO EM PRÉ-ESCOLARES 405

RESUMO 424

O D ESENVOLVIMENTO

C OGNITIVO

U

m recém-nascido humano é minúsculo e impotente, quase incapaz de controlar seus próprios mo-

vimentos, e capaz apenas de interações muito limitadas com outras pessoas. Alguns anos depois, a criança é praticamente outra pessoa: seu corpo está claramente maior e mais maduro, e ela consegue fazer uma grande variedade

de movimentos hábeis, incluindo movimentos (como falar ou caminhar) que exigem a coordenação intricada de muitos músculos diferentes. A criança certamente também terá adquirido uma ampla variedade de conhecimentos e habilidades intelectuais e aprendido muito sobre como se relacionar com os outros.

Ver todos os capítulos

Capítulo 11. O desenvolvimento social

PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

CAMINHO PARA O APEGO

428

O DESENVOLVIMENTO MORAL

446

APEGO 429

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL 451

AS DIFERENÇAS ENTRE AS CRIANÇAS 430

O DESENVOLVIMENTO APÓS A INFÂNCIA 459

PARENTAGEM

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

PERSPECTIVAS DIVERSAS 463

439

RELAÇÕES COM OS PARES

442

O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL 444

RESUMO 464

O D ESENVOLVIMENTO

S OCIAL

N

o Capítulo 10, discutimos como as pessoas crescem e se desenvolvem intelectualmente – adquirindo

novos conhecimentos e habilidades na infância, decaindo de certa maneira na velhice. Porém, da mesma forma, também nos desenvolvemos no sentido social: aprendemos o que esperar das outras pessoas, e também o que se

espera de nós. Quando pequenos, desenvolvemos um sentido de apego com nossos cuidadores. Mais adiante, formamos amizades e encontramos parceiros amorosos. Como todos esses relacionamentos emergem, e até que ponto somos mudados por cada um deles?

Ver todos os capítulos

Capítulo 12. Cogniçaõ social e emoção

PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

PERCEBENDO E ENTENDENDO OS OUTROS

468

EMOÇÃO 493

PERCEBENDO E ENTENDENDO A NÓS

MESMOS 477

COMENTÁRIOS FINAIS: COGNIÇÃO, EMOÇÃO E

PROCESSOS SOCIAIS 504

ATITUDES 483

RESUMO 506

C OGNIÇÃO S OCIAL

E E MOÇÃO

C

omo as formigas, os chimpanzés e muitos outros animais sociais, nós, humanos, somos rodeados por

outros membros da nossa espécie e passamos a maior parte dos nossos dias interagindo com eles. Mesmo quando não estamos diretamente envolvidos com outras pessoas, costumamos pensar nelas, fazer planos envolvendo elas e

talvez até fantasiar a seu respeito – sem mencionar obedecer (ou quebrar) suas leis, usar seus produtos, ler seus livros, cantar suas canções e falar suas línguas. Em outras palavras, a maioria dos nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos é influenciada pelo mundo social.

A psicologia social é o estudo de como pensamos, sentimos e agimos em relação a outras pessoas (reais e imaginárias), e como os pensamentos, sentimentos e comportamentos das outras pessoas nos influenciam (Allport, 1968).

Ver todos os capítulos

Capítulo 13. Influências sociais e relacionamentos

PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

INFLUÊNCIA SOCIAL

510

DINÂMICA DE GRUPO 522

RELACIONAMENTOS 531

COMENTÁRIOS FINAIS: SITUAÇÕES, INTERPRETAÇÕES

541

E A NATUREZA HUMANA

RESUMO 542

I NFLUÊNCIAS S OCIAIS

E R ELACIONAMENTOS

N

ós, humanos, desenvolvemos sintonia perfeita uns com os outros. Muitos dos nossos comportamentos

cotidianos – quando e o que comemos, como nos vestimos, que tipo de música escutamos e o que pensamos sobre acontecimentos recentes – são determinados pelas pessoas que nos rodeiam. O mesmo vale para comporta-

mentos mais extremos, como se dirigimos perigosamente, se fumamos ou se doamos a maior parte da nossa renda para organizações de caridade. Essas atitudes também são influenciadas por nossos pais, familiares e amigos – pelo que valorizam, pelo que rejeitam e por como agem.

Neste capítulo, discutiremos as maneiras em que nossos comportamentos no trabalho e no lazer, nossas ações morais, nossa disposição para correr riscos ou para ser bons com os outros são todos determinados pelas situações sociais em que nos encontramos. Como veremos, essas influências sociais são tão instigantes, tão extensas em seu alcance, que observaremos, em todas as situações com que nos deparamos uma influência muito maior em nosso comportamento do que têm as nossas personalidades, prioridades ou valores.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Langrafe Taiguara (7)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 10 - Ética e Responsabilidade Social

PDF Criptografado

Capítulo 10

Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 107

03/08/2018 17:15:09

| 108 |  

ADMINISTRAÇÃO

10. �Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 108

03/08/2018 17:15:09

• Conceituar a ética e sua abrangência nas organizações.

• Conceituar a responsabilidade social das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

1. Ética

Os constantes escândalos de corrupção, níveis de violência assustadores e tantos outros desvios de comportamento envolvendo agentes públicos, privados e cidadãos de todo tipo e origem evidenciam uma grave crise de valores em nossa sociedade. Essa crise é caracterizada pelo desrespeito

às leis e regras sociais, e tem origem na dificuldade de os indivíduos internalizarem normas morais, valores e padrões de conduta éticos.

Ver todos os capítulos

Capítulo 11 - Governança Corporativa

PDF Criptografado

Capítulo 11

Governança

Corporativa

ADM_.indb 123

03/08/2018 17:15:13

| 124 |  

ADMINISTRAÇÃO

11. �Governança

Corporativa

ADM_.indb 124

03/08/2018 17:15:13

• Conceituar a Governança Corporativa das Organizações.

• Conhecer os benefícios da aplicação de boas práticas de governança corporativa na administração.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Governança corporativa

A separação entre a propriedade e a gestão das organizações empresariais deu origem a conflitos de interesse entre os donos das empresas e os executivos contratados para sua administração. Como vimos no capítulo sobre Ética e Responsabilidade Social, as pessoas, pela própria natureza humana, podem priorizar seus próprios interesses em detrimento do interesse coletivo, seja este da organização ou da sociedade.

Ver todos os capítulos

Capítulo 3 - Escola das Relações Humanas

PDF Criptografado

Capítulo 3

Escola das

Relações

Humanas

ADM_.indb 31

03/08/2018 17:14:52

| 32 |  

ADMINISTRAÇÃO

3. �Escola das

Relações Humanas

ADM_.indb 32

03/08/2018 17:14:53

• Conceituar o comportamento humano sobre o desempenho das organizações.

• Conhecer as origens e a evolução dos estudos sobre as relações humanas na administração das organizações.

• Diferenciar os dois principais focos no estudo do comportamento nas organizações: o individual e o coletivo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Os estudiosos que impulsionaram a Administração Científica e a análise do processo administrativo, como Taylor,

Ford e Fayol, tinham um enfoque técnico para administração. Analisavam os métodos de trabalho, a organização da empresa e a eficiência na utilização dos recursos. Porém, a produtividade e o desempenho das organizações dependem também do comportamento das pessoas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 4 - Estruturalismo e Burocracia

PDF Criptografado

Capítulo 4

Estruturalismo e Burocracia

ADM_.indb 43

03/08/2018 17:14:54

| 44 |  

ADMINISTRAÇÃO

4. �Estruturalismo e

Burocracia

ADM_.indb 44

03/08/2018 17:14:55

• Conceituar a burocracia de Max Weber e suas características.

• Conhecer as principais disfunções das burocracias.

• Entender as principais contribuições da Escola

Estruturalista.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Estruturalismo e Burocracia

Além disso, era necessário apresentar um modelo de organização racional que pudesse caracterizar as variáveis envolvidas, bem como o comportamento dos seus participantes, e aplicáveis não somente ao contexto fabril, mas também às diferentes formas de organização humana. As questões principais que guiaram os teóricos da Escola Estruturalista foram as seguintes: em que medida a estrutura organizacional interfere nos resultados? E de que forma podem-se maximizar os resultados a partir da estrutura organizacional?

Ver todos os capítulos

Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

PDF Criptografado

Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

| 80 |  

ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Sadao Edson (27)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

10. Conecta UDF: DesenvolvendoHabilidades, GerandoDiferenciais

PDF Criptografado

Conecta UDF:

10 Desenvolvendo

Habilidades, Gerando

Diferenciais

Coordenador Sandson Barbosa Azevedo

Resumo

O curso de Administração presencial do Centro Universitário UDF estava passando por uma diminuição de estudantes matriculados, decorrente do aumento de cursos tecnológicos, de cursos a distância, e da crise educacional do período.

De forma paralela, o mundo atual, em mudança exponencial, busca indivíduos que possuam competências empreendedoras, tais como liderança, mobilização de recursos, criatividade etc.

Esse movimento está ligado primeiramente à área de tecnologia, porém se retomou internamente o forte vínculo e referência com a Administração. Para atender a tal demanda, o UDF entendeu que seria necessário um ambiente inovador que facilitasse e estimulasse o desenvolvimento de competências empreendedoras e que não atendesse somente ao curso de

Administração, mas que fosse usado de forma interdisciplinar, disruptiva e criativa.

Ver todos os capítulos

11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

PDF Criptografado

Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

Ver todos os capítulos

12. Intent: Formação Integrada para Liderança Empreendedora –PREMIADO COM LOUVOR

PDF Criptografado

Intent: Formação

12 Integrada para

Liderança

Empreendedora –

PREMIADO COM

LOUVOR

Coordenador Francisco Aranha

Coordenadora Carla Campana

Resumo

A Educação Superior está submetida a enorme pressão para transformar-se. Essa pressão resulta de mudanças protagonizadas pelas tecnologias de informação, das ferramentas de interatividade, da capacidade analítica e de customização proporcionadas pelo big data e de desdobramentos econômicos e sociais dessas tecnologias, que abalaram os negócios com base na informação. Atento a esse cenário de transformações, o Centro de Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (Cedea) realizou uma pesquisa sobre tendências no ambiente educacional e, a partir da sistematização dos seus achados, começou a tomar forma, em 2015, o Programa Intent. Seu objetivo é oferecer uma educação protagonizada pelos alunos, voltada para o grupo e integrada no conteúdo e no tratamento do indivíduo. A equipe do projeto

Ver todos os capítulos

13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

PDF Criptografado

Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

Ver todos os capítulos

14. O Uso da Taxonomia de Bloom para Desenvolver Competências – PREMIADO COM DISTINÇÃO

PDF Criptografado

O Uso da Taxonomia de

14 Bloom para Desenvolver

Competências –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Hong Yuh Ching

Resumo

Em uma pesquisa feita entre os alunos e docentes para avaliar a efetividade do projeto pedagógico baseado em competências, três questões surgiram: os docentes estavam com dificuldades em ensinar conteúdo e aplicar algumas atividades instrucionais e exercícios; nem todos eles estavam usando métodos de avaliação que balanceassem os três saberes da competência, preferindo métodos tradicionais, como provas; e os alunos não estavam percebendo melhorias em suas competências. O uso da taxonomia veio como uma solução para nosso projeto pedagógico para melhorar o desenvolvimento das competências nos alunos e, ainda, comunicar mais efetivamente com eles sobre o nível que estavam atingindo nas salas de aula, conforme indicado na taxonomia. O objetivo do uso da taxonomia é melhorar a experiência de aprendizagem seguindo o ciclo P-D-A-A. Ela se inicia com uma proposta de planejamento (P), organizado a partir de objetivos educacionais. Com base nesses objetivos, são elaboradas dinâmicas de aprendizagem (D), nas quais os alunos vivenciam o objetivo de aprendizagem proposto. Na fase seguinte, ocorrem momentos de avaliação (A) que permitem ao docente acompanhar e intervir no processo e, por fim, seu alinhamento (A) para desenvolver competências usando a taxonomia de Bloom. O desenvolvimento desse processo foi feito em quatro etapas: engajar e treinar os docentes; alinhar a taxonomia de Bloom às competências; formular objetivos educacionais para as competências; planejar as dinâmicas de aprendizagem e os critérios de avaliação. Os três professores envolvidos participaram ativamente em todas as etapas descritas acima. Os resultados mostram uma pequena melhora na média dos alunos quando foram expostos à taxonomia pelo segundo semestre consecutivo em relação às suas médias anteriores, e isso

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Yuh Ching Hong (10)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

10. Indústria 4.0

PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

Ver todos os capítulos

1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 12 |  

1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

Ver todos os capítulos

2. Registro e Análise de Processos

PDF Criptografado

Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

Ver todos os capítulos

3. Capacidade e Localização de Instalações

PDF Criptografado

Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

Ver todos os capítulos

4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

PDF Criptografado

Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 50 |  

4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

Ver todos os capítulos

Ver Todos