Dietmar Samulski (4)
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1. Introdução

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Introdução

1

Tênis: um jogo mental

Os jogadores e técnicos se surpreendem com o fato de 80% do tempo de jogo ser gasto com outros fatores não propriamente relacionados a jogar o ponto. Muito tempo é usado em trocas de lado na quadra, intervalos, espera de saque e raciocínio. No entanto, os jogadores raramente passam entre 70% e 80% do tempo se dedicando à preparação mental durante o treinamento.

O mental é uma parte muito importante do tênis. Tenho trabalhado muito isso, e os resultados estão começando a aparecer. (Feliciano Lopez, membro da Equipe Espanhola da Copa Davis)

O tênis é um esporte complexo, que não depende apenas do talento e do potencial físico e de habilidades técnico-táticas, mas também de capacidades psicológicas, como equilíbrio emocional e força mental. O aspecto mental no tênis é tão importante que, segundo Jimmy Connors, o tênis é

95% um jogo mental em um nível de competição profissional.

Eu quero terminar o ano como o número 1 do mundo. Sei que é difícil, mas estou me preparando para isso mentalmente e trabalhando duro. (Marat Safin)

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2. Habilidades psicológicas no tênis

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Habilidades psicológicas no tênis

2

O perfil psicológico do jogador de tênis é composto pelas seguintes habilidades psicológicas básicas e específicas:

Autoconfiança

Habilidades emocionais

Superação

Motivação

Rotinas psicológicas

Atitude vencedora

Perfil psicológico no tênis

Habilidades cognitivas

Inteligência de jogo

Recuperação

Figura 2.1  Habilidades psicológicas básicas e específicas do tênis.

Habilidades básicas: são autoconfiança e atitude vencedora. Autoconfiança é a convicção de que um jogador pode conseguir um ótimo desempenho em qualquer situação. O nível de autoconfiança manifesta-se na atitude vencedora. O vencedor sempre entra na quadra com uma atitude vencedora e acredita na vitória.

19

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

Habilidades específicas: são as habilidades motivacionais, como automotivação, autoverbalização, persistência e superação.

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3. Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

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Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

3

Introdução

As rotinas competitivas (Figura 3.1) são de grande importância para se conseguir um bom nível de ativação, uma boa concentração e um bom equilíbrio emocional antes, durante e após o jogo.

O desenvolvimento das rotinas depende da personalidade do atleta, da especificidade da modalidade esportiva, do contexto do treinamento e da competição. Por esse motivo, a rotina competitiva representa um comportamento totalmente individualizado, e cada jogador precisa desenvolver suas próprias rotinas para a competição.

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Antes do jogo

Um dia antes

No dia do jogo

Durante o jogo

•  Entre os games

•  Saque

•  Devolução

•  Approach

•  Intervalo

•  �Situação de decisão e pressão

Após o jogo

Após o jogo

Um dia após o jogo

Figura 3.1  Rotinas psicológicas competitivas.

73

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

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4. Tópicos especiais

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Tópicos especiais

4

Psicologia do jogo de duplas

Team-work, trabalho em grupo, é a palavra-chave no jogo de duplas.

Team-work significa agir, cooperar e competir na quadra como uma equipe, com o objetivo de executar um plano tático de forma eficiente para ganhar o jogo. Por esse motivo, os dois parceiros devem agir com muita harmonia, sintonia, complementando-se. A boa seleção do parceiro é a base de uma dupla bem-sucedida.

O Cássio jogava na esquerda. Ele jogava os pontos decisivos, ele devolvia. Ele batia, e eu jogava no pé, dava lob. Eu era o jogador do toque, e ele, o da porrada. Era uma boa combinação. (Carlos Alberto Kirmayr, a respeito da bem-sucedida dupla ao lado de Cássio Motta).

Na seleção de um bom parceiro ou uma boa parceira, recomendo os seguintes critérios de seleção:

Simpatia e empatia: os dois jogadores devem se gostar e se entender bem dentro e fora de quadra. Especialmente em momentos difíceis durante o jogo, ajudar, motivar e reforçar positivamente o parceiro é importante. A confiança no potencial e no desempenho do parceiro é fundamental para uma boa dupla.

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Henry Gleitman Daniel Reisberg James Gross (18)
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Apêndice. Estatística: Descrição, organização e interpretação de dados

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APÊNDICE

E STATÍSTICA :

D ESCRIÇÃO , O RGANIZAÇÃO

E I NTERPRETAÇÃO DE D ADOS

DESCREVENDO OS DADOS

700

ORGANIZANDO OS DADOS 702

DESCREVENDO A RELAÇÃO ENTRE DUAS

VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO 710

INTERPRETANDO OS DADOS 713

RESUMO 724

No Capítulo 1, consideramos como os psicólogos coletam dados – como eles projetam um estudo ou um experimento, como garantem a validade externa e interna, e assim por diante. Porém, o que eles fazem depois de coletarem os dados? Neste apêndice, enfocaremos os métodos estatísticos que os pesquisadores usam para organizar e interpretar dados numéricos.

Vamos começar com um exemplo. Suponhamos que alguns pesquisadores desejem descobrir se os garotos de 3 anos são mais agressivos fisicamente do que as garotas da mesma idade. Para descobrir, os pesquisadores deverão primeiramente identificar uma medida adequada da agressividade física. Depois, deverão escolher os sujeitos para o estudo. Como os pesquisadores supostamente querem falar sobre crianças de 3 anos em geral, e não apenas sobre as de 3 anos que participaram do estudo, eles devem selecionar seus sujeitos de um modo adequado. Ainda mais importante, devem selecionar garotos e garotas que correspondam em todos os sentidos, com exceção do gênero, para que possam ter um grau razoável de certeza de que quaisquer diferenças que surjam entre os grupos possam ser atribuídas à diferença no sexo, em vez de outros fatores (como desenvolvimento intelectual, classe social, e assim por diante).

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Capítulo 10. O desenvolvimento cognitivo

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CAPÍTULO

10

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO 388

INTERAÇÕES ENTRE OS GENES E O AMBIENTE 390

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO 394

AS CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO 410

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA VELHICE 420

QUAL É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO? 397

COMENTÁRIOS FINAIS: MATURAÇÃO E

AMBIENTE 422

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO EM PRÉ-ESCOLARES 405

RESUMO 424

O D ESENVOLVIMENTO

C OGNITIVO

U

m recém-nascido humano é minúsculo e impotente, quase incapaz de controlar seus próprios mo-

vimentos, e capaz apenas de interações muito limitadas com outras pessoas. Alguns anos depois, a criança é praticamente outra pessoa: seu corpo está claramente maior e mais maduro, e ela consegue fazer uma grande variedade

de movimentos hábeis, incluindo movimentos (como falar ou caminhar) que exigem a coordenação intricada de muitos músculos diferentes. A criança certamente também terá adquirido uma ampla variedade de conhecimentos e habilidades intelectuais e aprendido muito sobre como se relacionar com os outros.

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Capítulo 11. O desenvolvimento social

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CAPÍTULO

11

CAMINHO PARA O APEGO

428

O DESENVOLVIMENTO MORAL

446

APEGO 429

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL 451

AS DIFERENÇAS ENTRE AS CRIANÇAS 430

O DESENVOLVIMENTO APÓS A INFÂNCIA 459

PARENTAGEM

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

PERSPECTIVAS DIVERSAS 463

439

RELAÇÕES COM OS PARES

442

O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL 444

RESUMO 464

O D ESENVOLVIMENTO

S OCIAL

N

o Capítulo 10, discutimos como as pessoas crescem e se desenvolvem intelectualmente – adquirindo

novos conhecimentos e habilidades na infância, decaindo de certa maneira na velhice. Porém, da mesma forma, também nos desenvolvemos no sentido social: aprendemos o que esperar das outras pessoas, e também o que se

espera de nós. Quando pequenos, desenvolvemos um sentido de apego com nossos cuidadores. Mais adiante, formamos amizades e encontramos parceiros amorosos. Como todos esses relacionamentos emergem, e até que ponto somos mudados por cada um deles?

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Capítulo 12. Cogniçaõ social e emoção

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CAPÍTULO

12

PERCEBENDO E ENTENDENDO OS OUTROS

468

EMOÇÃO 493

PERCEBENDO E ENTENDENDO A NÓS

MESMOS 477

COMENTÁRIOS FINAIS: COGNIÇÃO, EMOÇÃO E

PROCESSOS SOCIAIS 504

ATITUDES 483

RESUMO 506

C OGNIÇÃO S OCIAL

E E MOÇÃO

C

omo as formigas, os chimpanzés e muitos outros animais sociais, nós, humanos, somos rodeados por

outros membros da nossa espécie e passamos a maior parte dos nossos dias interagindo com eles. Mesmo quando não estamos diretamente envolvidos com outras pessoas, costumamos pensar nelas, fazer planos envolvendo elas e

talvez até fantasiar a seu respeito – sem mencionar obedecer (ou quebrar) suas leis, usar seus produtos, ler seus livros, cantar suas canções e falar suas línguas. Em outras palavras, a maioria dos nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos é influenciada pelo mundo social.

A psicologia social é o estudo de como pensamos, sentimos e agimos em relação a outras pessoas (reais e imaginárias), e como os pensamentos, sentimentos e comportamentos das outras pessoas nos influenciam (Allport, 1968).

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Capítulo 13. Influências sociais e relacionamentos

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CAPÍTULO

13

INFLUÊNCIA SOCIAL

510

DINÂMICA DE GRUPO 522

RELACIONAMENTOS 531

COMENTÁRIOS FINAIS: SITUAÇÕES, INTERPRETAÇÕES

541

E A NATUREZA HUMANA

RESUMO 542

I NFLUÊNCIAS S OCIAIS

E R ELACIONAMENTOS

N

ós, humanos, desenvolvemos sintonia perfeita uns com os outros. Muitos dos nossos comportamentos

cotidianos – quando e o que comemos, como nos vestimos, que tipo de música escutamos e o que pensamos sobre acontecimentos recentes – são determinados pelas pessoas que nos rodeiam. O mesmo vale para comporta-

mentos mais extremos, como se dirigimos perigosamente, se fumamos ou se doamos a maior parte da nossa renda para organizações de caridade. Essas atitudes também são influenciadas por nossos pais, familiares e amigos – pelo que valorizam, pelo que rejeitam e por como agem.

Neste capítulo, discutiremos as maneiras em que nossos comportamentos no trabalho e no lazer, nossas ações morais, nossa disposição para correr riscos ou para ser bons com os outros são todos determinados pelas situações sociais em que nos encontramos. Como veremos, essas influências sociais são tão instigantes, tão extensas em seu alcance, que observaremos, em todas as situações com que nos deparamos uma influência muito maior em nosso comportamento do que têm as nossas personalidades, prioridades ou valores.

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Jorge Forbes (9)
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1. O princípio responsabilidade e o inconsciente

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1. O P R I N C Í P I O

RE S P ON SA B I L I DA D E E O

IN CON SCIE N TE

A psicanálise nasceu e estabeleceu-se com a teoria do trau-

ma passado e, por isso, o tratamento analítico foi definido por

Freud como sendo a cura da memória. Geralmente, a pessoa procura um analista por estar acometida de algum mal-estar que a impede de atingir seus objetivos. O analista a recebe baseado na hipótese de que se algo vai mal, é porque alguma passagem da história de vida da pessoa agora é um empecilho, funcionando como um locus minori resistentiae, um fator constante de entrave: o trauma – a ser removido pela análise.

A expressão “cura da memória” está diretamente associada a essa forma de compreender o sofrimento.

Ao longo de seu ensino, Freud teve posições diferentes na compreensão do acontecimento traumático. A primeira está

1

relatada na Carta 69, de 21 de setembro de 1897, enviada a Wilhelm Fliess. Até aquele momento, ele havia considerado que acontecimentos objetivos da vida ficariam marcados na pessoa, tais quais cicatrizes psíquicas, determinando, daí em diante, disfunções expressas em sintomas. Na Carta

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2. A psicanálise do homem desbussolado

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2. A P S I CA N Á L I S E D O H O ME M

DES B US SO L A D O

Uma teoria abraça a paisagem de sua época, algumas vezes

para melhor, outras para pior. No caso de nosso estudo, a importância da responsabilidade face ao inconsciente só ficou mais evidente quando a organização do laço social do homem ocidental passou da chamada orientação industrial para um novo modelo, globalizado.

Essa passagem ocorreu desde meados do século xx até, principalmente, a virada do século xxi. Celebrada na obra de

Alvin Toffler (2007), A terceira onda, foi retomada por muitos, entre eles por Gilles Lipovetsky (2004), em seu livro Metamorfoses da cultura liberal. A importância do estudo de Toffler

é o fato de reelaborar a história da humanidade em termos econômicos e políticos, até chegar à atualidade.

25

De acordo com Toffler (2007), podemos pensar em três ondas de transformações sociais que marcam a história da humanidade. Ele localiza a primeira onda há 3.000 anos, começando com o advento da agricultura. É quando alguém tem a ideia de semear e cultivar a terra. O homem, que é nômade e tribal, passa a se reunir em fazendas e viver em comunidades. Vão se formando assentamentos permanentes, cidades, e a vida urbana vai sendo organizada em torno dos camponeses. Assim, dá-se a transformação das populações nômades em colonos e fazendeiros. Depois, há cerca de 300 anos, começa a segunda onda de mudança, com o início da

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3. A psicopatologia e o final da análise

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3. A P S I CO PATO LO G I A E O F INA L

DA A N Á L I S E

A psicopatologia é o mapa pelo qual o clínico se orienta

e é importante discuti-la quando estamos revendo a atualidade da práxis psicanalítica. Neste capítulo, a psicopatologia será examinada em dois aspectos. Primeiramente, como a entendemos hoje. Depois, como foi sua presença na história da psicanálise.

3.1. COMO ENTENDEMOS A PSICOPATOLOGIA

Pensar, inicialmente, em como entendemos a psicopatologia implica decidirmos se hoje consideramos que ela gera determinantes estáveis. Isso implicaria que, nas afirmações “este paciente é psicótico”, “aquele paciente é histérico” e “aquele outro é maníaco”, estar-se-ia descrevendo uma entidade. O quadro psicopatológico determinaria um estado, objetiva49

mente observável. É uma maneira de ver frequente na medicina, que gerou o propalado movimento da Medicina Baseada em Evidências.

No entanto, na própria medicina há outra possibilidade; por exemplo, na visão de Carol Sonenreich (2005), quando discorre sobre o diagnóstico. Esse autor considera que a psiquiatria limita-se às operações de sua competência, mas inserida na comunicação, nas relações humanas, sem aspiração a verdades absolutas. Na psiquiatria, segundo ele, não se busca unanimidade diagnóstica, a qual não daria garantia quanto

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4. Felicidade não é bem que se mereça

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4. F EL I CI DA D E N ÃO É B E M

QUE SE M E R EÇ A 1

Temos nos referido com insistência à felicidade em psicanálise,

como acabamos de fazer no capítulo precedente. Isso nos leva a aprofundar um pouco mais o tema, pois trata-se da felicidade possível diante do real, que se consegue em uma psicanálise, fora da moral tradicional do merecimento.

Felicidade é um tema mais comum nos livros de autoajuda, de livrarias de aeroporto, que assunto de psicanalistas. Ao contrário do sorriso bondoso que carregam os arautos da felicidade, os analistas apresentam-se normalmente com o ar de ceticismo daqueles que conhecem o desejo, a saber que alguma coisa sempre lhes estará faltando, mesmo se você ainda

1 Este capítulo foi apresentado no XVII Encontro Brasileiro do Campo

Freudiano, Rio de Janeiro, 21 a 23 nov. de 2008. Publicado em Opção lacaniana, n. 54, 2009, p. 55-9.

85

não tiver descoberto. É o que faz, também, que cara de felicidade seja associada à tolice, enquanto cara fechada seja vista como sinal de seriedade.

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5. A psicanálise em sua clínica

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5. A P S I CA N Á L I S E E M S UA

CLÍ N I CA

Apresentamos neste capítulo um caso clínico, com o ob-

jetivo de refletir sobre os aspectos até aqui desenvolvidos da primeira e da segunda clínica de Lacan: as formações do inconsciente, na primeira, e a responsabilidade diante do acaso, na segunda.

Mensalmente, somos convidados a dirigir uma apresentação de pacientes em um hospital psiquiátrico de referência nacional na área, que pertence à Universidade de São Paulo

(USP).

O exercício de apresentação de pacientes não é uma novidade psicanalítica, é uma herança da psiquiatria, sendo habitual, aí, esse exercício clínico, especialmente em serviços de pesquisa. Consiste na entrevista de um paciente, muitas vezes internado, por um grupo de membros do corpo clínico.

93

Uma diferença básica entre a apresentação psiquiátrica e a psicanalítica, a considerar, é que, em uma apresentação psiquiátrica, várias pessoas, psiquiatras especialmente, interrogam o paciente; já na apresentação psicanalítica só uma pessoa o interroga, ocupando a posição de analista, enquanto os demais presentes assistem sem interferir, a não ser no momento posterior à apresentação, na discussão.

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Sadao Edson (27)
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10. Conecta UDF: DesenvolvendoHabilidades, GerandoDiferenciais

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Conecta UDF:

10 Desenvolvendo

Habilidades, Gerando

Diferenciais

Coordenador Sandson Barbosa Azevedo

Resumo

O curso de Administração presencial do Centro Universitário UDF estava passando por uma diminuição de estudantes matriculados, decorrente do aumento de cursos tecnológicos, de cursos a distância, e da crise educacional do período.

De forma paralela, o mundo atual, em mudança exponencial, busca indivíduos que possuam competências empreendedoras, tais como liderança, mobilização de recursos, criatividade etc.

Esse movimento está ligado primeiramente à área de tecnologia, porém se retomou internamente o forte vínculo e referência com a Administração. Para atender a tal demanda, o UDF entendeu que seria necessário um ambiente inovador que facilitasse e estimulasse o desenvolvimento de competências empreendedoras e que não atendesse somente ao curso de

Administração, mas que fosse usado de forma interdisciplinar, disruptiva e criativa.

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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12. Intent: Formação Integrada para Liderança Empreendedora –PREMIADO COM LOUVOR

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Intent: Formação

12 Integrada para

Liderança

Empreendedora –

PREMIADO COM

LOUVOR

Coordenador Francisco Aranha

Coordenadora Carla Campana

Resumo

A Educação Superior está submetida a enorme pressão para transformar-se. Essa pressão resulta de mudanças protagonizadas pelas tecnologias de informação, das ferramentas de interatividade, da capacidade analítica e de customização proporcionadas pelo big data e de desdobramentos econômicos e sociais dessas tecnologias, que abalaram os negócios com base na informação. Atento a esse cenário de transformações, o Centro de Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (Cedea) realizou uma pesquisa sobre tendências no ambiente educacional e, a partir da sistematização dos seus achados, começou a tomar forma, em 2015, o Programa Intent. Seu objetivo é oferecer uma educação protagonizada pelos alunos, voltada para o grupo e integrada no conteúdo e no tratamento do indivíduo. A equipe do projeto

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13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

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Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

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14. O Uso da Taxonomia de Bloom para Desenvolver Competências – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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O Uso da Taxonomia de

14 Bloom para Desenvolver

Competências –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Hong Yuh Ching

Resumo

Em uma pesquisa feita entre os alunos e docentes para avaliar a efetividade do projeto pedagógico baseado em competências, três questões surgiram: os docentes estavam com dificuldades em ensinar conteúdo e aplicar algumas atividades instrucionais e exercícios; nem todos eles estavam usando métodos de avaliação que balanceassem os três saberes da competência, preferindo métodos tradicionais, como provas; e os alunos não estavam percebendo melhorias em suas competências. O uso da taxonomia veio como uma solução para nosso projeto pedagógico para melhorar o desenvolvimento das competências nos alunos e, ainda, comunicar mais efetivamente com eles sobre o nível que estavam atingindo nas salas de aula, conforme indicado na taxonomia. O objetivo do uso da taxonomia é melhorar a experiência de aprendizagem seguindo o ciclo P-D-A-A. Ela se inicia com uma proposta de planejamento (P), organizado a partir de objetivos educacionais. Com base nesses objetivos, são elaboradas dinâmicas de aprendizagem (D), nas quais os alunos vivenciam o objetivo de aprendizagem proposto. Na fase seguinte, ocorrem momentos de avaliação (A) que permitem ao docente acompanhar e intervir no processo e, por fim, seu alinhamento (A) para desenvolver competências usando a taxonomia de Bloom. O desenvolvimento desse processo foi feito em quatro etapas: engajar e treinar os docentes; alinhar a taxonomia de Bloom às competências; formular objetivos educacionais para as competências; planejar as dinâmicas de aprendizagem e os critérios de avaliação. Os três professores envolvidos participaram ativamente em todas as etapas descritas acima. Os resultados mostram uma pequena melhora na média dos alunos quando foram expostos à taxonomia pelo segundo semestre consecutivo em relação às suas médias anteriores, e isso

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Yuh Ching Hong (10)
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10. Indústria 4.0

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Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

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Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 12 |  

1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

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2. Registro e Análise de Processos

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Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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3. Capacidade e Localização de Instalações

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Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

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Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 50 |  

4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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