Henry Gleitman Daniel Reisberg James Gross (18)
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Capítulo 17. Tratamento de Transtornos Mentais

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CAPÍTULO

17

TERAPIAS BIOMÉDICAS 666

PSICOTERAPIAS 672

AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA TERAPIA 687

COMENTÁRIOS FINAIS: PROGRESSO, MAS AINDA

695

NÃO O SUFICIENTE

RESUMO 696

T RATAMENTO DE

T RANSTORNOS M ENTAIS

N

o capítulo anterior, descrevemos diversos transtornos mentais, cada um podendo causar profundos

problemas para a pessoa que desenvolve a doença e para os que a rodeiam. Além disso, esses transtornos podem atrapalhar imensamente a vida das pessoas, tornando difícil manter um emprego, relacionamentos sociais ou, em

alguns casos, lidar com as exigências mínimas da vida cotidiana. Tudo isso torna imperativo que perguntemos: o que podemos fazer para ajudar aqueles que sofrem desses problemas? Há uma variedade de opções terapêuticas, e cada uma tem seus seguidores. Alguns profissionais se baseiam em intervenções biológicas, como os medicamentos. Outros favorecem abordagens psicológicas e empregam tipos variados de psicoterapia. Muitos outros usam uma combinação de procedimentos, misturando diferentes tipos de terapia ou usando um amálgama de terapias e tratamentos farmacológicos. Será que essas diversas formas ajudam? Neste capítulo, iremos analisar as opções de tratamento disponíveis e as evidências que sugerem que o tratamento pode, em muitos casos, levar a melhoras genuínas no estado da pessoa.

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Capítulo 5. Percepção

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CAPÍTULO

5

PERCEPÇÃO DA DISTÂNCIA: ONDE ESTÁ?

187

PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ

FAZENDO? 191

PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É ISSO?

194

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A PERCEPÇÃO 199

A ABORDAGEM CLÁSSICA À PERCEPÇÃO

200

A ABORDAGEM DO MODELO DE PROCESSO À

PERCEPÇÃO 206

A ABORDAGEM DA NEUROCIÊNCIA À

PERCEPÇÃO 210

SELEÇÃO PERCEPTIVA: ATENÇÃO

OUTRAS MODALIDADES

214

217

COMENTÁRIOS FINAIS: VER, SABER E O PAPEL ATIVO

DO INDIVÍDUO NA PERCEPÇÃO 218

RESUMO 220

P ERCEPÇÃO

N

o capítulo anterior, discutimos como os sistemas sensoriais detectam alguns dos atributos mais sim-

ples da experiência sensorial, como bordas, a cor vermelha ou frequências sonoras altas. Os filósofos empiristas acreditavam que essas experiências eram registradas passivamente pelos sentidos e depois montadas, por meio de

associações, para formar percepções mais complexas. Todavia, começamos a ver que essa visão não está correta. Observamos que, desde o princípio, os sistemas sensoriais transformam o estímulo de maneira ativa, enfatizando

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Capítulo 6 - Aprendizagem

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CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

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Capítulo 16. Psicopatologia

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CAPÍTULO

16

DIFERENTES CONCEPÇÕES DE TRANSTORNO

MENTAL 626

TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS 656

TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO 658

A CONCEPÇÃO MODERNA DE TRANSTORNO

629

TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE 660

MENTAL

CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS

ESQUIZOFRENIA 635

TRANSTORNOS DO HUMOR 643

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE 650

631

COMENTÁRIOS FINAIS: PSICOPATOLOGIA E

MEDICINA FÍSICA 661

RESUMO 662

P SICOPATOLOGIA

J

á discutimos algumas das maneiras em que as pessoas diferem umas das outras, tanto em suas capacidades

(Capítulo 14) quanto em suas personalidades (Capítulo

15). Consideramos qualidades desejáveis (como ser emocionalmente sensível ou solidário) e também qualidades não tão desejáveis (como ser rude ou agressivo), mas,

mesmo assim, todos os atributos que consideramos estão dentro da faixa que a maioria das pessoas considera aceitável ou normal. Neste capítulo, porém, consideramos diferenças que estão fora dessa faixa – diferenças que nos conduzem ao domínio da doença mental. O estudo dessas condições é a psicopatologia, ou, como é chamada às vezes, psicologia anormal.

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Capítulo 13. Influências sociais e relacionamentos

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CAPÍTULO

13

INFLUÊNCIA SOCIAL

510

DINÂMICA DE GRUPO 522

RELACIONAMENTOS 531

COMENTÁRIOS FINAIS: SITUAÇÕES, INTERPRETAÇÕES

541

E A NATUREZA HUMANA

RESUMO 542

I NFLUÊNCIAS S OCIAIS

E R ELACIONAMENTOS

N

ós, humanos, desenvolvemos sintonia perfeita uns com os outros. Muitos dos nossos comportamentos

cotidianos – quando e o que comemos, como nos vestimos, que tipo de música escutamos e o que pensamos sobre acontecimentos recentes – são determinados pelas pessoas que nos rodeiam. O mesmo vale para comporta-

mentos mais extremos, como se dirigimos perigosamente, se fumamos ou se doamos a maior parte da nossa renda para organizações de caridade. Essas atitudes também são influenciadas por nossos pais, familiares e amigos – pelo que valorizam, pelo que rejeitam e por como agem.

Neste capítulo, discutiremos as maneiras em que nossos comportamentos no trabalho e no lazer, nossas ações morais, nossa disposição para correr riscos ou para ser bons com os outros são todos determinados pelas situações sociais em que nos encontramos. Como veremos, essas influências sociais são tão instigantes, tão extensas em seu alcance, que observaremos, em todas as situações com que nos deparamos uma influência muito maior em nosso comportamento do que têm as nossas personalidades, prioridades ou valores.

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Langrafe Taiguara (7)
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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

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Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

| 80 |  

ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

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• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Capítulo 8 - Ferramentas da Estratégia

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Capítulo 8

Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 87

03/08/2018 17:15:05

| 88 |  

ADMINISTRAÇÃO

8. �Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 88

03/08/2018 17:15:05

• Conceituar o que são as ferramentas estratégicas.

• Descrever a elaboração de estratégias organizacionais.

• Conhecer os tipos de estratégias organizacionais.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Ferramentas da Estratégia

A estratégia surgiu em situações de concorrência, em especial em guerra, e depois migrou para os negócios. O conceito de estratégia é complexo e requer um pensamento sistêmico para ser compreendido e praticado, pois tem sido utilizado de diferentes maneiras.

O reconhecimento explícito das definições múltiplas pode ajudar as pessoas a moverem-se nesse campo difícil. Henry

Mintzberg apresenta cinco definições de estratégias, denominadas os 5 Ps da Estratégia, sendo a estratégia: Plano, Pretexto, Posição, Perspectiva e Padrão.

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Capítulo 9 - Internacionalização de Empresas

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Capítulo 9

Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 99

03/08/2018 17:15:08

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ADMINISTRAÇÃO

9. �Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 100

03/08/2018 17:15:08

• Conceituar a Internacionalização de Empresas.

• Apresentar oportunidades trazidas pela internacionalização.

• Conhecer os passos importantes para a internacionalização do negócio.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Muitas vezes, a ideia de internacionalização é vista como uma alternativa a alguma crise enfrentada localmente. A internacionalização de empresas deve ser encarada não como uma simples alternativa, mas sim como uma estratégia de longo prazo de qualquer empresa que queira crescer e estabelecer-se mundialmente.

Apresentamos a seguir o passo a passo do planejamento para a exportação.

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Capítulo 3 - Escola das Relações Humanas

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Capítulo 3

Escola das

Relações

Humanas

ADM_.indb 31

03/08/2018 17:14:52

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ADMINISTRAÇÃO

3. �Escola das

Relações Humanas

ADM_.indb 32

03/08/2018 17:14:53

• Conceituar o comportamento humano sobre o desempenho das organizações.

• Conhecer as origens e a evolução dos estudos sobre as relações humanas na administração das organizações.

• Diferenciar os dois principais focos no estudo do comportamento nas organizações: o individual e o coletivo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Os estudiosos que impulsionaram a Administração Científica e a análise do processo administrativo, como Taylor,

Ford e Fayol, tinham um enfoque técnico para administração. Analisavam os métodos de trabalho, a organização da empresa e a eficiência na utilização dos recursos. Porém, a produtividade e o desempenho das organizações dependem também do comportamento das pessoas.

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Capítulo 11 - Governança Corporativa

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Capítulo 11

Governança

Corporativa

ADM_.indb 123

03/08/2018 17:15:13

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ADMINISTRAÇÃO

11. �Governança

Corporativa

ADM_.indb 124

03/08/2018 17:15:13

• Conceituar a Governança Corporativa das Organizações.

• Conhecer os benefícios da aplicação de boas práticas de governança corporativa na administração.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Governança corporativa

A separação entre a propriedade e a gestão das organizações empresariais deu origem a conflitos de interesse entre os donos das empresas e os executivos contratados para sua administração. Como vimos no capítulo sobre Ética e Responsabilidade Social, as pessoas, pela própria natureza humana, podem priorizar seus próprios interesses em detrimento do interesse coletivo, seja este da organização ou da sociedade.

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Sadao Edson (27)
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21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

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Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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23. Empreendedorismo como Estratégia de Desenvolvimento de Capacidades Empreendedoras nos Estudantes de Administração da FAE Centro Universitário – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Empreendedorismo

23 como Estratégia de

Desenvolvimento de Capacidades

Empreendedoras nos Estudantes de

Administração da FAE

Centro Universitário –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenadora Edna Regina Cicmanec

Resumo

Ao longo dos seus 62 anos de história, a FAE Centro Universitário tem investido constantemente na formação de qualidade, o que faz com que seja reconhecida por seu ensino de excelência e seu forte diferencial humanista.

O curso de bacharelado em Administração da FAE figura como um dos principais cursos da instituição, e é reconhecido como um dos melhores cursos de Administração do sul do Brasil.

Ao reconhecer, no fim da década de 2000, o empreendedorismo como uma das peças centrais de um ensino modernizado, o grupo gestor da FAE deparou-se com o desafio de elaborar um conjunto

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INOVAÇÃO EM ENSINO E APRENDIZAGEM

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13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

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Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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Yuh Ching Hong (10)
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10. Indústria 4.0

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Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

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Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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3. Capacidade e Localização de Instalações

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Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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