Auler Jr Jos Ot Vio Costa Wen Chao Lung Posso Irimar De Paula (28)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9. Dispositivos supraglóticos

PDF Criptografado

9

Dispositivos supraglóticos

Anna Clara Cybele Heliodora Coelho Cunha

Iracy Silvia Corrêa Soares

Estrutura dos tópicos

Introdução

Máscara laríngea

Técnica de inserção

Dificuldades com a inserção e o posicionamento

Retirada da máscara laríngea

Contraindicações

Complicações

Fastrach® (LMA Fastrach® ou máscara laríngea para intubação traqueal)

Método de inserção

Contraindicações

Máscara laríngea Supreme®

Método de inserção

LMA ProSeal®

I-gel®

Componentes do I-gel®

Contraindicações

Método de inserção

Complicações

Tubo laríngeo

Método de inserção

Combitubo

Definição

Indicações

Contraindicações

Complicações

Máscara laríngea Air-Q®

Airtraq®

Indicações

Método de inserção

Referências bibliográficas

Introdução

Os dispositivos supraglóticos (SGA) revolucionaram a prática anestésica com sua utilidade e excelente alternativa à ventilação sob máscara e intubação traqueal, para resgate e via aérea difícil.

Ver todos os capítulos

8. Confirmação da intubação traqueal

PDF Criptografado

8

Confirmação da intubação traqueal

Daniel Brainer Caetano

Flavio Humberto de Sousa Neves

Estrutura dos tópicos

Exame físico

Método auscultatório

Métodos táteis

Métodos visuais

Oximetria de pulso

Radiografia de tórax

Detecção de dióxido de carbono

Dispositivos de sucção

Transmissão de luz

Uso de pressões do cuff

Método de impedância

Método ultrassonográfico

Referências bibliográficas

A colocação de tubo endotraqueal (TET) é o principal método de proteção e controle das vias aéreas em pacientes críticos, sendo a verificação de seu correto posicionamento de vital importância. A intubação incorreta não reconhecida pode ser fatal e causar danos aos mais variados sistemas, principalmente ao sistema nervoso central

(SNC)1. Além disso, a capacidade do médico de certificar a posição inadequada do

TET irá acelerar o diagnóstico da causa da hipoxemia e a realização da intervenção mais apropriada2. É importante lembrar que a intubação incorreta é a causa mais comum de morbimortalidade relacionada à anestesia3.

Ver todos os capítulos

7. Oxigenoterapia suplementar

PDF Criptografado

7

Oxigenoterapia suplementar

Eduardo Ferracioli Oda

Célio Gomes de Amorim

Maria José Carvalho Carmona

Estrutura dos tópicos

Introdução

Fisiologia do transporte de oxigênio

Pressão parcial e difusão do oxigênio

Ventilação alveolar

Transporte de oxigênio

Hemoglobina e o transporte de oxigênio

Por que administrar O2 suplementar?

Administração de oxigênio suplementar a crianças e adultos

Umidificação do oxigênio administrado

Referências bibliográficas

Introdução

Oxigenoterapia suplementar deve ser administrada sempre que ocorrem sinais clínicos de hipoxemia ou queda significativa na saturação periférica de oxigênio (SpO2), medida pela oximetria de pulso1,2. Essa indicação ocorre em razão do risco de comprometimento da oferta de O2 aos tecidos, que pode levar à hipóxia3. Níveis inferiores a 92% sugerem algum grau de hipóxia tecidual, sendo que valores abaixo de 90% indicam que está havendo queda acentuada da pressão parcial capilar de O2 (PaO2)3.

Ver todos os capítulos

6. Manejo básico das vias aéreas e intubação traqueal

PDF Criptografado

6

Manejo básico das vias aéreas e intubação traqueal

Katia Regina Marchetti

Lucas de Oliveira Serra Hortêncio

Joel Avancini Rocha Filho

Janice Leão Ferraz

Estrutura dos tópicos

Introdução

Ventilação bolsa-máscara

Intubação traqueal

Equipamentos

Máscara facial

Cateter de O2

Cânula de Guedel

Laringoscópio

Tubos endotraqueais

Balonete (cuff)

Manejo das vias aéreas

Orientações ao paciente

Posicionamento

Ventilação de bolsa-máscara

Pré-oxigenação/desnitrogenação

Ventilação não invasiva

Laringoscopia

Intubação orotraqueal

Intubação nasotraqueal

Extubação traqueal

Referências bibliográficas

Introdução

O manejo das vias aéreas é uma das tarefas mais cotidianas e essenciais da anestesiologia. Seja durante anestesia relacionada a procedimento cirúrgico, seja durante uma intubação de emergência ou ainda no cuidado de pacientes que necessitam de auxílio ventilatório, o anestesista necessita estar intimamente familiarizado com o instrumental e as técnicas para ação sobre a via aérea.

Ver todos os capítulos

5. Métodos de imagem em vias aéreas

PDF Criptografado

5

Métodos de imagem em vias aéreas

Bianca Yuki Kanamura

Ricardo Antonio Guimarães Barbosa

Estrutura dos tópicos

Radiografias simples

Predizendo laringoscopias difíceis

Posicionamento de tubos endotraqueais

Tubos de duplo lúmen

Fluoroscopia

Tomografia computadorizada

Avaliação pré-operatória

Tubos de duplo lúmen para intubação brônquica seletiva

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Avaliação pré-anestésica

Verificação de posição de tubo endotraqueal

Ventilação duplo-lúmen e ventilação seletiva

Possibilidade da utilização da ultrassonografia para avaliação da musculatura respiratória antes da extubação de pacientes

Traqueostomia percutânea

Referências bibliográficas

Apesar dos inúmeros progressos tecnológicos e do aperfeiçoamento de protocolos nos últimos anos, intubações difíceis não antecipadas continuam sendo grande causa de morbidade e mortalidade na prática clínica1. Muitos pesquisadores dedicaram estudos à tentativa de prever uma laringoscopia difícil, porém, até os dias atuais, todas as medidas ou equações algébricas desenvolvidas possuem resultados ainda limitados como bons preditores de laringoscopia e intubação difícil.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ballone Geraldo Jos (12)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Sofrimento no ciúme

PDF Criptografado

Sofrimento no ciúme

O sofrimento produzido pelo ciúme não normal não se restringe apenas a danos psíquicos, angústia, depressão, ansiedade, obsessão etc. Há uma intensa participação de todo o organismo no ciúme em geral e, em particular, durante uma crise aguda de ciúme, tal como ocorre durante os episódios de estresse agudo. A onda de sentimento disparada pelo gatilho de ciúme terá efeito sobre o chamado sistema límbico do cérebro, liberando catecolaminas*, que geram uma rápida reação orgânica vigorosa.

Buss et al.8 mediram a atividade do sistema nervoso autônomo de universitários em situações imaginárias de infidelidade. A frequência cardíaca e a sudorese mostraram-se aumentadas quando imaginavam suas parceiras tendo relações sexuais com outras pessoas. Nessa mesma pesquisa, as mulheres ficaram mais perturbadas ao imaginar o parceiro apaixonado por outra mulher. Isso confirma a hipótese de que o ciúme masculino tem uma conotação predominantemente sexual e o ciúme feminino, sentimental.

Ver todos os capítulos

Quem são os ciumentos?

PDF Criptografado

Quem são os ciumentos?

Existem três tipos de ciúme não normal: exagerado, obsessivo e patológico. Nesses casos, já não se trata de sentimentos banais, caprichosos ou voluntários. O ciúme não normal faz parte do grupo de emoções e sentimentos que fazem sofrer, que fogem ao controle e são capazes de escravizar tanto o ciumento quanto o objeto do ciúme.

E quem são as pessoas ciumentas? Existe um grupo de pessoas que mais parecem personagens de ficção, não são encontradas por aí, parecem pessoas que só existem teoricamente. Tanto quanto as ciumentas, também não se encontram pessoas invejosas, pessimistas, rancorosas, miseráveis e todas as portadoras de adjetivos menos nobres e mais vexatórios. Esses traços e os comportamentos decorrentes são mantidos sob sigilo para manter o prestígio pes­ soal, social e familiar.

Há pessoas sensatas e com boa reputação social que enlouquecem sigilosamente por dinheiro, prestígio, medo, vaidade etc. Pode ser muito perturbador descontrolar-se e sucumbir também pelo amor e pelo ciúme. Pesquisas sociopsicológicas mostram que essas pessoas existem de verdade, mas não são vistas, não são encontradas nem em entrevistas profissionais. À pergunta “você é ciumento?”, a resposta é sempre “não”. E continua a mesma quando se pergunta sobre a inveja. Os avarentos, então, parecem figuras do além, embora se saiba que eles também existem.

Ver todos os capítulos

O que fazer com o ciúme?

PDF Criptografado

O que fazer com o ciúme?

A cura existe. Quando não existe, pelo menos há possibilidade de boa administração do ciúme não normal. O objetivo do tratamento psicológico e psiquiátrico, como em tantos outros estados emocionais problemáticos, visa o equilíbrio e não a eliminação dos sentimentos; visa a administração dos excessos emocionais.

Conforme já comentado, para a pessoa saudável, sentir ciúme desperta reflexões e questionamentos sobre esse sentimento. Ela chega a compartilhar com outras pessoas as emoções e mecanismos do ciúme que está sentindo, havendo consciência de algumas coisas importantes sobre a forma de ser. A pessoa ciumenta, por sua vez, pode não perceber a anormalidade de seu sentimento, permanecendo em vigília o tempo todo, tensa, aflita, tomando atitudes destemperadas, sempre procurando uma forma de confirmar suas suspeitas.

Como já foi dito, entre os estados emocionais perturbadores dos quais se quer escapar, o ciúme não normal parece ser um dos mais intransigentes. Na verdade, é o mais sedutor dos sentimentos negativos, pois, além de inevitável, ele vive convocando uma discussão interna entre a razão e a emoção, frequentemente dando vitória à emoção. O afastamento da realidade, do bom senso e da razão ocorre porque o ser humano costuma ser mais servo do que senhor de suas emoções. Em função disso, os pensamentos ou imagens irracionais de ciúme são involuntários, surgem de forma automática e emancipada da própria vontade consciente.

Ver todos os capítulos

Diagnóstico do ciúme

PDF Criptografado

Diagnóstico do ciúme

“Você acha que isso é mesmo loucura?”. Esta pergunta é feita frequentemente, tanto em relação ao ciumento quanto às pessoas ao seu redor. Os critérios para determinar se um caso é ou não doença são altamente didáticos, podendo, inclusive, convencer algumas pessoas ciumentas a se tratarem. Aliás, quanto mais fácil for convencer uma pessoa ciumenta a se tratar, menos patológico será o ciúme, e o inverso também é verdadeiro.

Para pensar em qualquer diagnóstico, a psiquiatria recomenda no mínimo dois critérios: estatístico e valorativo. Pelo critério estatístico, realçam-se os casos que podem ser considerados não normais ou incomuns, considerando o que é frequente à maioria das pessoas. Mas só isso não é suficiente para afirmar que se trata de um caso patológico. Apenas mostra um caso não normal, como uma gravidez de gêmeos, uma pessoa mais inteligente que a média, com aptidão artística diferenciada e assim por diante.

A partir do não normal a medicina recorre ao segundo critério para diagnóstico, o critério valorativo. Por meio desse critério de valores será avaliado se o não normal em questão produz sofrimento. Caso alguém sofra, pode-se considerar o caso não normal como patológico, ou seja, tem em si um componente mórbido causador de sofrimento.

Ver todos os capítulos

Codependência – Se a relação está ruim, por que não se separam?

PDF Criptografado

Codependência

Se a relação está ruim, por que não se separam?

Algumas pessoas que sofrem com o ciúme de outra se queixam da situação de constrangimento ou mesmo sofrimento que lhes é imposta, e só não se queixam mais porque receiam a pergunta óbvia:

“Então, por que não se separa?”. A situação não é assim tão simples.

O amor, entre tantas características curiosas, exige uma espécie de rendição ao outro. Entretanto, essa rendição não deve ser compreendida como privação imposta da liberdade, já que a convivência com o outro deve ser espontânea, e ambas as pessoas escolhem livremente estar juntas e se renderem reciprocamente.

O amor sadio não produz um cárcere da posse. Ele deve ser, sobretudo, compreensivo e generoso. O amor patológico, entretanto, apoia-se na obsessão, no desejo de controlar, possuir, manipular e, invariavelmente, é acompanhado de ciúme patológico. As características do amor patológico são tão diferentes das do amor sadio que seria preferível chamar este último de amor verdadeiro e o outro de falso-amor, uma vez que, por meio do domínio, ele deixa de reconhecer o outro como pessoa livre e senhora de seus sentimentos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen Antonio Paulo Nassar Junior Luciano C Sar Pontes De Azevedo (45)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9. Pneumonia grave adquirida na comunidade

PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Pneumonia grave adquirida na comunidade

Daniel Joelsons

Marília Bordignon Antonio

MENSAGENS RELEVANTES

��É

uma doença aguda de causa infecciosa. raio X continua sendo o padrão-ouro para o diagnóstico – apesar da melhor sensibilidade da tomografia (principalmente em pacientes idosos).

��Não é possível determinar o agente etiológico por meio do raio X ou pela história clínica.

��Deve-se utilizar o PSI/PORT ou o CURB 65 para decidir local de tratamento, levando em consideração as condições biopsicossociais do paciente.

��Principais agentes: S. pneumoniae, bacilos Gram-negativos (BGN) e H. influenzae. Não esquecer dos vírus!

��Caso não haja resposta clínica, avaliar a presença de agentes não típicos ou outros diagnósticos.

��O

INTRODUÇÃO

�� Definição:

doença inflamatória aguda de causa infecciosa, causada por vírus, bactérias ou fungos: ww Fora do ambiente hospitalar ou de unidades especiais de atenção à saúde ou que se manifeste até 48 h após admissão hospitalar.

Ver todos os capítulos

8. Sepse e choque séptico

PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Sepse e choque séptico

Luciano César Pontes de Azevedo

MENSAGENS RELEVANTES

��A

sepse associa-se com 30% de prevalência e 55% de mortalidade em pacientes admitidos em UTI brasileiras.

��A nova definição de sepse inclui critérios para avaliar disfunção orgânica e gravidade dos pacientes.

��O choque séptico se define como hipotensão e hiperlactatemia persistentes a despeito de reposição volêmica adequada.

��A identificação precoce dos pacientes sépticos é fundamental para prevenção da morbidade e mortalidade elevadas.

��A terapia antimicrobiana dentro da primeira hora de reconhecimento da sepse é o aspecto mais importante do tratamento.

��Pacientes sépticos com hipotensão ou hiperlactatemia devem receber reposição volêmica com 30 mL/kg de solução cristaloide.

��A droga vasoativa de primeira escolha para tratamento da hipotensão relacionada à sepse

é a noradrenalina.

��A manutenção das terapias de suporte nos pacientes sépticos é importante para avaliar a resposta do paciente ao tratamento inicial da infecção.

Ver todos os capítulos

7. Manejo de drogas vasoativas

PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Manejo de drogas vasoativas

Camila Merighi

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��Drogas

vasoativas inotrópicas e vasopressoras são indicadas para restabelecer a perfusão tecidual em estados de choque ou para otimização hemodinâmica em diversas condições clínicas (perioperatório, pacientes neurocríticos).

��A escolha da droga deve levar em conta o tipo de choque e o efeito hemodinâmico desejado.

��As doses devem ser tituladas e ter seus efeitos monitorados de acordo com parâmetros de perfusão, e não apenas valores isolados de pressão arterial.

��Noradrenalina é a droga vasoativa inicial de escolha no choque distributivo.

��A associação de um segundo vasopressor em pacientes com choque deve levar em consideração a necessidade de efeito inotrópico adicional ou não.

��Vasodilatadores são utilizados nas emergências hipertensivas e para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada.

��Neste capítulo serão abordadas as principais drogas vasoativas utilizadas na prática em

Ver todos os capítulos

6. Manejo de fluidos no paciente crítico

PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Manejo de fluidos no paciente crítico

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

Marcelo Park

MENSAGENS RELEVANTES

��O

manejo de fluidos é a intervenção mais frequentemente utilizada na unidade de terapia intensiva (UTI).

��A qualidade (tipo) dos fluidos pode ter impacto na evolução clínica do paciente crítico e no desenvolvimento de disfunções orgânicas.

��Atualmente, prefere-se realizar expansões volêmicas com soluções balanceadas em detrimento de soluções não balanceadas e de coloides sintéticos.

��A quantidade de fluidos administrada deve ser titulada à fase da doença crítica, eventualmente se considerando a retirada ativa de fluidos nas fases de estabilização e descalonamento.

��Sempre que possível, deve-se avaliar a fluido-responsividade antes de se administrar fluidos de expansão a pacientes na fase de otimização.

��No cálculo de soro de manutenção, deve-se descontar outras fontes de fluidos (diluição de antimicrobianos e reposições eletrolíticas, transfusões etc.) para evitar a sobrecarga de fluidos e eletrólitos no paciente crítico.

Ver todos os capítulos

5. Monitorização hemodinâmica

PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Monitorização hemodinâmica

Bruna Brandão Barreto

André Gobatto

MENSAGENS RELEVANTES

��A

monitorização hemodinâmica não é suficiente para modificar o prognóstico dos pacientes na unidade de terapia intensiva (UTI), se não for atrelada à interpretação adequada dos seus dados e à realização de intervenções em resposta à monitorização.

��Pacientes sem sinais de comprometimento na perfusão periférica não necessitam de ajuste hemodinâmico, independentemente dos valores apresentados pela monitorização.

��A avaliação clínica da perfusão periférica, como tempo de enchimento capilar (TEC), mottling score e avaliação da temperatura cutânea, pode fornecer dados extremamente relevantes à monitorização hemodinâmica, sem necessitar de nenhum dispositivo de monitorização.

��O lactato é um marcador de gravidade no paciente crítico, e não deve ser utilizado isoladamente como ferramenta de monitorização.

��A ecografia é um método valioso na avaliação hemodinâmica de pacientes instáveis, fornecendo uma grande variedade de informações. Entretanto, é uma ferramenta complexa, que exige treinamento adequado e não é capaz de fornecer dados continuamente.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Brunoni Decio Perez Ana Beatriz Alvarez (44)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9. A consulta em Genética

PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

A consulta em Genética

ANA BEATRIZ ALVAREZ PEREZ

GRAZIELA PARONETTO MACHADO ANTONIALLI

RENATA MOLDENHAUER MINILLO

EDUARDO PERRONE

FERNANDO ROMARIZ FERREIRA

DECIO BRUNONI

INTRODUÇÃO

A consulta com o geneticista clínico é geralmente solicitada por um profissional de saúde. Essa solicitação é cercada de uma série de variáveis presentes no julgamento do profissional que encaminha o paciente e da família. Possivelmente, também há, como em outras especialidades médicas, a consideração do custo envolvido (no ambiente do hospital público, percebe-se uma conduta diferente da existente na saúde suplementar).

O sentimento por parte do profissional que solicita a consulta varia do alívio de contar com um profissional que poderá definir um diagnóstico complicado ao temor de levantar uma hipótese diagnóstica que ele não consegue explicar corretamente, deflagrando, então, uma crise na família, para quem o sentimento é quase sempre de desorientação.

Ver todos os capítulos

8. Autópsia pediátrica no estudo das malformações congênitas

PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Autópsia pediátrica no estudo das malformações congênitas

FRANCY REIS DA SILVA PATRÍCIO

MARIA TERESA DE SEIXAS ALVES

MÁRCIA M. DE SOUZA ISHIGAI

INTRODUÇÃO

A autópsia ainda constitui importante método de ensino e de diagnóstico, particularmente nas malformações congênitas. O célebre aforismo “mortui vivos ducueram” (os mortos ensinam os vivos) continua válido especialmente para o grupo pediátrico, que resiste ao declínio das autópsias que tem ocorrido em todo o mundo. Nesse grupo, tem-se observado aumento da atividade anatomopatológica com maior atenção à análise dos produtos da concepção por obstetras e geneticistas.

Em razão do avanço no diagnóstico pré-natal, das facilidades de acesso aos exames pré-natais e do predomínio das malformações nas perdas gestacionais de 1º trimestre, espera-se que as anomalias fetais sejam encontradas cada vez mais precocemente nos serviços de patologia, principalmente as anomalias oriundas de abortos espontâneos ou eletivos. Essa demanda requer que os patologistas habilitados a diagnosticar as várias doenças que acometem o feto reconheçam alterações estruturais e separem-nas de artefatos decorrentes de autólise ou de trauma, em amostras por vezes tão pequenas que a dissecção só é possível com auxílio de lupa estereoscópica.

O esforço é válido quando é possível obter dados que minimizem a ansiedade da família e esclareçam a causa da perda gestacional. Isso, certamente, auxilia no manejo de futu197

Ver todos os capítulos

7. Diagnóstico pré-natal de anomalias congênitas

PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Diagnóstico pré-natal de anomalias congênitas

ANTONIO FERNANDES MORON

INTRODUÇÃO

A expressão “medicina fetal” alcançou consagração universal no final dos anos 1980 por meio da literatura médica e pela criação de departamentos de medicina fetal em universidades americanas e europeias. No Departamento de Obstetrícia da Escola Paulista de

Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp), o Setor de Medicina Fetal foi criado no ano de 1988, tornando-se disciplina acadêmica no ano de 2001, com participação na graduação, residência médica, especialização e pós-graduação.

Medicina fetal é uma especialidade da obstetrícia e representa um conjunto de ações com finalidades distintas – preventivas, diagnósticas ou terapêuticas – no sentido de proteger, avaliar e assistir a saúde do feto. Assim, o compromisso maior do especialista dessa área é com a saúde do feto. Considera-se o feto como um indivíduo, um paciente em todos os aspectos do direito de um ser humano e de um cidadão e, para tanto, utiliza-se recursos clínicos, ultrassonográficos, bioquímicos, Dopplervelocimétricos, imunológicos, hematológicos, bacteriológicos, medicamentosos, cirúrgicos e de ressonância magnética. Nos últimos anos, a medicina translacional teve ampla aplicação em medicina fetal, incluindo a proteô­mica, genômica, metabolômica, transcriptômica e os avanços tecnológicos na produção de imagens e no desenvolvimento de testes diagnósticos, equipamentos e modalidades terapêuticas.

163

Ver todos os capítulos

6. Anomalias embriofetais e do recém‑nascido

PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Anomalias embriofetais e do recém‑nascido

MIRLENE CECILIA SOARES PINHO CERNACH

LUCIANA RODRIGUES JACY DA SILVA

THAIS ARBOCESE ZANOLLA

INTRODUÇÃO

Aproximadamente 2 a 3% dos recém‑nascidos vivos apresentam uma ou mais anomalias congênitas maiores, sendo responsáveis por 15 a 20% da mortalidade neonatal.

Entre os óbitos fetais, 10 a 25% apresentam malformação congênita, o que a torna responsável por 25 a 45% da mortalidade perinatal e constitui, depois da prematuridade, a principal causa de morbimortalidade infantil.

Outro aspecto das anomalias congênitas, além da elevada mortalidade, é a maior morbidade definida como risco aumentado para desenvolver complicações clínicas. Em função da natureza crônica das doenças genéticas e das anomalias congênitas em geral, a necessidade de terapia sintomática, atenção médica e cuidados de especialistas acarreta maior período de internação, gravidade das complicações e, consequentemente, custo.

Ver todos os capítulos

5. Infertilidade e esterilidade

PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Infertilidade e esterilidade

MIRLENE CECILIA SOARES PINHO CERNACH

ZELIA DALLA NORA LAMARCK

MILENY ESBRAVATTI STEPHANO COLOVATI

MARCIAL FRANCIS GALERA

INTRODUÇÃO

A infertilidade é a incapacidade de reproduzir-se após um período especificado de intercurso desprotegido. Esterilidade é a infertilidade permanente. A infertilidade é um problema clínico comum que afeta 13 a 15% dos casais em todo o mundo. A prevalência varia amplamente, sendo menor nos países desenvolvidos e maior nos países em desenvolvimento, onde os recursos são limitados para a investigação e o tratamento.

Os sentimentos vivenciados pelos casais inférteis incluem depressão, tristeza, culpa, vergonha, inadequação e isolamento social. Para casais jovens saudáveis, a probabilidade de gravidez por ciclo reprodutivo é de cerca de 20 a 25%. Suas probabilidades cumulativas de concepção são 60% nos primeiros 6 meses, 84% no primeiro ano e 92% no segundo ano de fertilidade regular com atividade sexual.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Claudia Focks Ulrich M Rz (7)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

7. Prática da acupuntura

PDF Criptografado

7

Prática da acupuntura

C. Focks

7.1 Apresentação 608

7.1.1 Indicações e contraindicações 608

7.1.2 Complicações e efeitos secundários 612

7.1.3

Pressupostos técnicos 614

7.1.4

Pressupostos práticos 616

7.1.5 � deqi

618

7.1.6

Ângulo da punção 619

7.1.7

Profundidade da punção 620

7.2

7.2.1

Técnicas de punção 621

Posição da agulha na punção e técnicas de manipulação 621

Auxílio da mão esquerda durante a punção 623

7.2.2

7.2.3

7.2.4

7.3

Técnica de uma mão só 624

Outras técnicas de punção 626

Técnicas que desencadeiam, transmitem e conservam o deqi 628

7.3.1 Introdução 628

7.3.2 Técnicas que desencadeiam o deqi 628

7.3.3 Técnicas que reforçam e transmitem o deqi 631

7.3.4 Técnicas que conservam o deqi (shou qi)

634

08-Ch07-607-688-9783437561412.indd 607

7.4

Técnicas básicas de manipulação 635

Ver todos os capítulos

6. Pontos importantes das regiões

PDF Criptografado

6

Pontos importantes das regiões*

C. Focks

Região anterior da cabeça

Cabeça e região cervical lateral

Região da nuca

Ápice do crânio

568

571

574

576

578

Costas

Regiões frontal e lateral do tórax e do abdome

581

Região dorsal do ombro e face extensora do membro superior

583

Região anterior do ombro e face flexora do membro superior

586

*

Face extensora da mão

Vista anterior do membro inferior

Vista medial do membro inferior

Vista lateral do membro inferior

Inspeção do pé

Região medial do pé

Região lateral do pé

589

591

594

597

600

602

604

modificado segundo Focks, 2006.

07-Ch06-567-606-9783437561412.indd 567

7/12/17 12:57

568

6  Pontos importantes das regiões

E-8

VB-15

VB-13

B-5

VG-23

B-4

VG-24

B-3

VB-14

Ver todos os capítulos

5. Canais de energia principais

PDF Criptografado

5

Canais de energia principais

C. Focks e U. März

5.1 Canal de energia principal do

Pulmão (taiyin da mão) 106

5.8 Canal de energia principal do Rim

(shaoyin do pé) 311

5.2 Canal de energia principal do

Intestino Grosso (yangming da mão) 119

5.9 Canal de energia principal da Circulação-Sexualidade

(jueyin da mão) 340

5.3 Canal de energia principal do

Estômago (yangming do pé) 141

5.10 Canal de energia principal do Triplo

Aquecedor (shaoyang da mão) 351

5.4 Canal de energia principal do

Baço-Pâncreas (taiyin do pé) 188

5.11 Canal de energia principal da Vesícula Biliar

(shaoyang do pé) 376

5.5 Canal de energia principal do

Coração (shaoyin da mão) 211

5.12 Canal de energia principal do

Fígado (jueyin do pé) 422

5.6 Canal de energia principal do

Intestino Delgado (taiyang da mão) 222

5.13 O vaso extraordinário Vaso

Concepção 438

Ver todos os capítulos

4. Categorias e escolha dos pontos

PDF Criptografado

4

Categorias e escolha dos pontos

C. Focks

4.1

Pontos específicos 73

4.1.1 Pontos yuan (yuan xue) 73

4.1.2 Pontos luo (luo xue) 74

4.1.3 Pontos xi (xi xue) 75

4.1.4 Pontos shu das costas

(bei shu xue) 76

4.1.5 Pontos mu (mu xue) 77

4.1.6 Cinco pontos shu de transporte (wu shu xue) 78

4.1.7 �Oito pontos influentes hui

(ba hui xue) 81

4.1.8 Pontos de abertura dos oito vasos extraordinários 81

4.1.9 Pontos Mar Inferior xiahe

(xia he xue) 82

4.1.10 Pontos de cruzamento jiaohui (jiao hui xue) 83

4.1.11 Pontos Gao Wu 83

4.1.12 Pontos Janela do Céu 83

4.1.13 Pontos dos Quatro Mares 84

4.1.14 Pontos Estrela do Céu segundo Ma Dan Yang

85

4.1.15 Pontos do Espírito segundo

Sun Si Miao 85

4.1.16 Pontos de Entrada/Saída 85

05-Ch04-071-104-9783437561412.indd 71

4.2

4.2.1

4.2.2

4.2.3

4.2.4

4.2.5

4.3

Ver todos os capítulos

3. Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

PDF Criptografado

3

Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

C. Focks

3.1

3.2

3.3

3.4

Modelo de fluxo do canal de energia qi 48

Composição do sistema de canais de energia e rede de vasos (jing luo) 50

Os doze canais de energia principais (jing zheng) 51

As doze zonas cutâneas

(pi bu) 53

04-Ch03-047-070-9783437561412.indd 47

3.5

3.6

Os doze canais de energia musculotendíneos (jing jin) 54

Os canais de energia divergentes (jing bie) 66

3.7 Vasos luo 67

3.8

Os oito vasos extraordinários

(qi jing ba mai) 68

11/12/17 12:26

48

3

3  Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

De acordo com o ensinamento da medicina chinesa, o jing luo é constituído por um sistema de canais de energia e rede de vasos, nos quais fluem energia (qi), sangue

(xue) e fluidos corporais (jin ye) em um ciclo rítmico de 24 horas por dia:

■ �Doze zonas ou regiões cutâneas (pi bu) ▶ 3.4.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais