Langrafe Taiguara (14)
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Capítulo 1 - Administração Científica

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Capítulo 1

Administração

Científica

ADM_.indb 11

03/08/2018 17:14:48

| 12 |  

ADMINISTRAÇÃO

1. �Administração

Científica

ADM_.indb 12

03/08/2018 17:14:48

• Conceituar a Administração Científica.

• Sintetizar as contribuições de Taylor para a

Administração.

• Conhecer a aplicação das ferramentas da

Administração Científica na atualidade.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O início da Administração como corpo próprio de conhecimentos se dá com o movimento da Administração Científica.

E não se pode falar da Administração sem um de seus maiores ícones: Frederick Winslow Taylor. Americano, filho de uma família de classe média, formou-se em Engenharia Mecânica e era obstinado pela eficiência dentro da firma em que trabalhava. Do ponto de vista psicanalítico, toda a sua teoria da Administração Científica foi produto de lutas interiores de uma personalidade obsessiva (advinda da disciplina e das relações de autoridade que Taylor viveu quando criança). Houve uma grande expansão da Revolução Industrial nos Estados Unidos concomitantemente ao florescimento da Administração

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Capítulo 2 - Processo Administrativo

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Capítulo 2

Processo

Administrativo

ADM_.indb 21

03/08/2018 17:14:50

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ADMINISTRAÇÃO

2. P

� rocesso

Administrativo

ADM_.indb 22

03/08/2018 17:14:50

• Conceituar o Processo Administrativo.

• Sintetizar as contribuições de Fayol para a

Administração.

• Conhecer a aplicação do processo

administrativo na atualidade.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Outro engenheiro destaca-se na origem da Administração como corpo próprio de conhecimentos. Dessa vez, estamos falando de alguém que nasceu em Istambul e viveu toda sua vida na França. Henri Fayol trabalhou apenas em uma empresa durante sua vida toda, como engenheiro de minas. A aplicação de seu trabalho na empresa deficitária onde trabalhava transformou-a em uma operação bem-sucedida.

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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

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Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

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Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Capítulo 3 - Escola das Relações Humanas

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Capítulo 3

Escola das

Relações

Humanas

ADM_.indb 31

03/08/2018 17:14:52

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ADMINISTRAÇÃO

3. �Escola das

Relações Humanas

ADM_.indb 32

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• Conceituar o comportamento humano sobre o desempenho das organizações.

• Conhecer as origens e a evolução dos estudos sobre as relações humanas na administração das organizações.

• Diferenciar os dois principais focos no estudo do comportamento nas organizações: o individual e o coletivo.

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Os estudiosos que impulsionaram a Administração Científica e a análise do processo administrativo, como Taylor,

Ford e Fayol, tinham um enfoque técnico para administração. Analisavam os métodos de trabalho, a organização da empresa e a eficiência na utilização dos recursos. Porém, a produtividade e o desempenho das organizações dependem também do comportamento das pessoas.

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Capítulo 5 - Áreas Funcionais da Administração

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Capítulo 5

Áreas

Funcionais da

Administração

ADM_.indb 53

03/08/2018 17:14:57

| 54 |  

ADMINISTRAÇÃO

5. Á

� reas Funcionais da Administração

ADM_.indb 54

03/08/2018 17:14:57

• Apresentar os conceitos de Gestão de Pessoas,

Administração Financeira, Administração da

Produção e Gestão de Marketing.

• Compreender a importância de cada uma dessas

áreas para o desenvolvimento das organizações.

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O que é Gestão de Pessoas?

É o conjunto de tomada de decisões dos gestores, visando inserção, organização e desenvolvimento das pessoas.

Tradicionalmente, é organizada por Descrição de cargos e funções, Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento. Para se tornarem mais competitivas, as empresas buscam oferecer programas de participação em equipes, treinamento, coaching, gamificação e dinâmicas de grupo ou individuais. Para isso, processos, rotinas e regulamentos precisam estar bem alinhados. Os modelos de gestão desenham perfeitamente perfis, competências e habilidades desejadas. Veja a seguir uma relação de qualidades de um

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Sadao Edson (27)
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26. Modelo Inovador Uniamérica

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Modelo Inovador

26 Uniamérica

Coordenador Fausto Fava de Almeida Camargo

Resumo

Ao conversar com alunos sobre os modos de ensinar e aprender, percebe-se que o ensino essencialmente transmissivo, centrado unicamente no conhecimento do professor, é motivo de muitas insatisfações. Reclamam de ficar horas ouvindo, da rigidez dos horários, do distanciamento do conteúdo proposto com a vida pessoal e profissional e dos recursos pedagógicos pouco atraentes. Ao conversar com professores, a recíproca também é verdadeira.

Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos e científicos, o modelo de aula continua, predominantemente, oral e escrito, bem como os recursos utilizados. Têm se mantido intactos: muito giz, caderno e caneta. Quando mudam, ganham uma nova roupagem por meio da utilização dos instrumentos audiovisuais. Já os alunos aprendem a receber o conteúdo passivamente e cada vez mais esperam tudo produzido pelos professores.

Diante desse contexto, o problema/desafio percebido centrou-se nos questionamentos: como modificar os modos de aprender e ensinar para gerar resultados mais positivos? Como garantir que os alunos se apropriem do conhecimento e o relacionem com o cotidiano profissional?

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

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Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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19. Experiências com Metodologias Ativas de Aprendizagem

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Experiências com

19 Metodologias Ativas de

Aprendizagem

Coordenador William Sampaio Francini

Questão relevante para o ensino superior, no mundo e no Brasil, é a que trata das metodologias ativas de aprendizagem e seus desejáveis impactos nos processos de ensino-aprendizagem. Em particular para os cursos de graduação em Administração, bacharelado, a formação por competências ganha maior importância a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) de julho de

2005. Assim, a organização dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) passa a abranger o perfil do formando, suas competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, os projetos de iniciação científica ou projetos de atividade, como Trabalho de Curso, além do sistema de avaliação. A formação por competências se torna um dos pontos centrais dos PPC, enquanto o tradicional ensino por meio da reprodução do conhecimento e conteúdos perde espaço, mas coexiste com outras dinâmicas. Como ilustração, estão aqui destacados parcialmente o art. 3º dessa

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16. Projeto Pedagógico do Curso de Administração e 17. Inovações e mudanças incentivadas pela direção

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Projeto Pedagógico do16 Curso de Administração –PREMIADO COMDISTINÇÃOCoordenador Paulo Antonio da Graça Lima ZuccolottoResumoDez anos de experiência em metodologias ativas de ensino e aprendizagem no curso de Administração da PUC-CampinasNo início dos anos 2000, os gestores do curso de Administração da Pontifícia UniversidadeCatólica de Campinas – PUC-Campinas identificaram dificuldades no processo de formação dos profissionais da área. Efetuou-se, então, um diagnóstico que apontava a necessidade de desenvolver competências comportamentais e atitudinais alinhadas às demandas das organizações; de melhorar a formação técnica conceitual necessária ao desempenho dos estudantes em exames de larga escala; e de repensar e ressignificar o papel do professor.Para enfrentar essa situação, a Faculdade de Administração conduziu um processo de mudança radical no Projeto Pedagógico do Curso a partir de 2008, tendo como elemento central a introdução de Metodologias Ativas de Aprendizagem com destaque para o Problem Based

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Stuartmill John (9)
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CAPÍTULO VII. 1840–1870Breve exposição do resto da minha vida

Stuartmill, John Grupo Almedina PDF Criptografado

CAPÍTULO VII

1840–1870

Breve exposição do resto da minha vida

É bem pouco aquilo que, desta época em diante, vale a pena ser contado. Já não tenho a mencionar mudanças de grande profundidade no meu pensamento; só tenho de descrever um progresso intelectual contínuo, cujos melhores resultados — se existem — devem ser procurados nas minhas obras. Resumirei muito, portanto, a história dos anos seguintes.

O primeiro tempo livre de que dispus, desde que deixei a revista, apliquei-o na redacção da Lógica. Em Julho e Agosto de

1838 pude acabar a parte do terceiro livro que não estava ainda completa. Elaborando a teoria lógica das leis da natureza, que não são leis de causalidade nem corolários dessas leis, fui levado a reconhecer nas espécies realidades da natureza, e não simples distinções de conveniência. Esta descoberta, que ainda não tinha feito na época em que revi o primeiro livro, obrigou-me a modificá-lo e a acrescentar-lhe diversos capítulos: os que dizem respeito à linguagem e à tipologia da classificação, assim como o referente à classificação dos sofismas, foram escritos no Outono do mesmo ano, os restantes no Verão e no Outono de 1840.

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CAPÍTULO VI. 1830–1840Começo da mais preciosa amizade da minha vida.Morte do meu pai. Escritos e actividade até 1840

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CAPÍTULO VI

1830–1840

Começo da mais preciosa amizade da minha vida. Morte do meu pai.

Escritos e actividade até 1840

Neste momento do meu desenvolvimento espiritual, iniciei a amizade que constitui a maior honra e a maior felicidade da minha vida, a que devo quase tudo o que fiz até aqui, e o que espero fazer ainda para melhorar as condições de vida da humanidade. Em 1830, fui apresentado à mulher que, depois de uma amizade de 20 anos, consentiu em tornar-se minha esposa.

Eu tinha então 25 anos e ela 23. Esta apresentação reatava entre mim e a família do seu marido velhas relações. Seu avô vivia em

Newington Green, numa casa vizinha da do meu pai; durante a minha infância, o velho gentleman convidava-me algumas vezes a brincar no seu jardim. Era um belo tipo de velho puritano escocês, grave, severo, forte, mas bondoso para as crianças, às quais os homens deste género fazem sempre grande impressão.

Decorreram vários anos entre o momento da apresentação a

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CAPÍTULO IV. O proselitismo da minha Juventude.A Westminster Review

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CAPÍTULO IV

O proselitismo da minha Juventude.

A Westminster Review

A atenção que consagrava aos meus trabalhos predilectos não se atenuava e nunca me dediquei mais vigorosamente a eles, apesar de os afazeres da repartição absorverem grande parte do meu tempo. Foi por esta época que comecei a escrever para os periódicos. Os meus dois primeiros trabalhos impressos foram duas cartas, que apareceram no fim de 1822, num jornal da tarde, o Traveller. Este jornal, que depois da fusão com o Globe se passou a chamar Globe and the Traveller, era propriedade de um economista bem conhecido, o coronel Torrens, e tinha como director Walter Coulson, um homem competente que, depois de ter sido secretário particular de Bentham, se fizera jornalista, chegando a director do jornal; mais tarde foi advogado e conveyancer (*), e, quando morreu, era conselheiro do Home Office.

O Traveller tinha-se tornado um dos órgãos mais importantes da política liberal. O coronel Torrens, que costumava escrever muito sobre economia política no seu jornal, tinha naquele momento atacado uma opinião defendida por meu pai e por David Ricardo.

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CAPÍTULO V. 1826–1832Uma crise no meu pensamento. Um progresso

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CAPÍTULO V

1826–1832

Uma crise no meu pensamento.

Um progresso

Durante os anos que se seguiram a esta época escrevi pouco para o público e de maneira irregular; mas foram grandes os benefícios que retirei desta abstenção. Não deixava de ter importância, o ficar-me tempo para amadurecer e assimilar completamente as minhas ideias, sem ser obrigado a torná-las públicas. Se tivesse continuado a escrever, a transformação profunda que se operou no meu pensamento e no meu carácter durante estes anos teria sido seriamente abalada. Para explicar a origem desta transformação, ou, pelo menos, das meditações que a prepararam, sou obrigado a voltar um pouco atrás.

A partir do Inverno de 1821, em que li Bentham pela primeira vez, e sobretudo desde os primeiros números da Westminster

Review, eu tinha um objectivo, aquilo a que se pode chamar uma finalidade na vida — queria trabalhar para reformar o mundo.

A ideia que tinha da minha própria felicidade confundia-se inteiramente com este objectivo. As pessoas cuja amizade procurava conquistar eram aquelas que poderiam colaborar comigo na prossecução desta empresa. Procurava tornar o caminho o mais agradável possível, mas a única satisfação pessoal séria e duradoira, com a qual contava para a minha felicidade, era a confiança na realização deste objectivo. Orgulhava-me com a certeza de desfrutar de uma vida feliz, se fizesse concordar a minha felicidade com qualquer objectivo longínquo e duradoiro

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CAPÍTULO III. Fim da educação paterna e início do períodode auto-formação

Stuartmill, John Grupo Almedina PDF Criptografado

CAPÍTULO III

Fim da educação paterna e início do período de auto-formação

Depois da viagem a França, continuei ainda durante um ou dois anos os antigos estudos, aos quais acrescentei alguns novos.

Quando cheguei a Inglaterra, meu pai dava os últimos retoques no seu livro, Elementos de Economia Política; encarregou-me do trabalho que Bentham fazia em todos os seus escritos e a que dava o nome de «sumários marginais», isto é, uma espécie de resumo de cada parágrafo, que permitia ao autor apanhar mais facilmente o conjunto, ordenar as ideias e a exposição. Pouco depois, meu pai pôs-me entre mãos o Tratado das Sensações, de

Condillac, e os seus cursos de lógica e de metafísica.

Foi para me prevenir contra a semelhança aparente entre o sistema de Condillac e o seu próprio pensamento que meu pai me fez ler a primeira obra. Não me lembro bem se foi naquele

Inverno ou no seguinte que li a História da Revolução Francesa.

Nela aprendi, com assombro, que os princípios democráticos, parecendo não ter senão o apoio de uma minoria insignificante na Europa e nenhum futuro nela, tudo resolveram em França

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Yuh Ching Hong (10)
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10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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Medium 9788566103205

9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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Medium 9788566103205

1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

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7. Administração da Qualidade

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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