Auler Jr Jos Ot Vio Costa Wen Chao Lung Posso Irimar De Paula (28)
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Medium 9788520433959

10. Dispositivos ópticos para intubação orotraqueal

AULER JR., José Otávio Costa; WEN, Chao Lung; POSSO, Irimar de Paula Editora Manole PDF Criptografado

10

Dispositivos ópticos para intubação orotraqueal

Maria José Carvalho Carmona

Claudia Marquez Simões

Matheus Fachini Vane

Estrutura dos tópicos

Introdução

História

Diferentes tipos de dispositivos ópticos

Videolaringoscópio associado a lâminas do tipo

Macintosh

Videolaringoscópio com lâminas anguladas

Videolaringoscópios com canal para o tubo endotraqueal

Laringoscópios ópticos

Máscara laríngea de intubação com vídeo

Uso em situações especiais

Intubação normal e intubação difícil

Mobilidade cervical diminuída

Pacientes obesos

Intubação acordado

Limitações e complicações

Dificuldade de inserção do dispositivo

Dificuldade de inserção do tubo endotraqueal

Complicações

Algoritmo de uso

Considerações finais

Observações

Referências bibliográficas

Introdução

Uma das principais causas de morbidade e mortalidade relacionadas à anestesia ainda é o manejo das vias aéreas1,2. Assim, esse tema sempre foi de grande interesse para os anestesiologistas, pesquisadores e indústrias médicas, tendo sofrido grande avanço nos últimos anos, principalmente desde o surgimento da fibra óptica. A conjunção entre a fibra óptica e as tecnologias associadas ao vídeo vem permitindo o surgimento dos dispositivos ópticos para a intubação orotraqueal. Desenhados especificamente para o manejo da via aérea, esses aparelhos são constituídos pela associação de laringoscópios tradicionais ou modificados com uma lâmina, para facilitar a introdução e o alcance à glote, e uma câmera. As transmissões de luz e imagem são feitas

165

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Medium 9788520433959

11. Intubação endotraqueal guiada por broncoscopia flexível

AULER JR., José Otávio Costa; WEN, Chao Lung; POSSO, Irimar de Paula Editora Manole PDF Criptografado

11

Intubação endotraqueal guiada por broncoscopia flexível

André Silva Saijo

Ascedio José Rodrigues

Paulo Rogério Scordamaglio

Estrutura dos tópicos

Introdução

Equipamentos

Indicações

Preparo do paciente

Particularidades da intubação via nasal

Particularidades da intubação via oral

Intubação laringotraqueal

Particularidade da intubação nas crianças

Situações especiais

Associação de técnicas

Limitações e desvantagens do procedimento

Limitações

Desvantagens

Referências bibliográficas

Introdução

A intubação por broncoscopia flexível (FBI), também conhecida como fibroscopia e broncofibroscopia, consiste na utilização de um endoscópio flexível como guia para a introdução de um tubo endotraqueal pela laringe. Esse trajeto pode ser realizado pela cavidade nasal (intubação nasotraqueal) ou pela cavidade oral (intubação orotraqueal).

A FBI é considerada uma técnica versátil e o método de escolha ou padrão ouro para gerenciar tanto os casos previstos como os imprevistos de via aérea difícil, desde que não estejam em situação de emergência, pois, neste caso, o anestesista não conseguirá nem intubar nem ventilar o paciente. Estima-se que a situação conhecida como

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Medium 9788520433959

12. Sonda trocadora e estiletes flexíveis

AULER JR., José Otávio Costa; WEN, Chao Lung; POSSO, Irimar de Paula Editora Manole PDF Criptografado

12

Sonda trocadora e estiletes flexíveis

Helcio Jangue Ribeiro

Leandro Utino Taniguchi

Estrutura dos tópicos

Introdução

Sonda trocadora

Indicações

Técnica de troca de cânula com uso da sonda trocadora

Complicações

Estiletes flexíveis

Indicações

Técnica

Complicações

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Quando falamos em manejo de vias aéreas devemos ter em mente que, mesmo quando a avaliação pré-anestésica é adequada, podemos nos deparar com uma via aérea difícil. O anestesista ou o profissional responsável pelo procedimento deve estar capacitado a reconhecer e abordar uma via aérea difícil não prevista. Essa é uma situação potencialmente letal que aumenta de forma significativa a morbi-mortalidade do procedimento.

Neste capítulo falaremos sobre dois equipamentos que podem auxiliar no manejo de via aérea difícil e sobre suas aplicações e possíveis complicações: a sonda trocadora e os estiletes flexíveis.

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Medium 9788520433959

13. Novos dispositivos para o manejo da via aérea

AULER JR., José Otávio Costa; WEN, Chao Lung; POSSO, Irimar de Paula Editora Manole PDF Criptografado

13

Novos dispositivos para o manejo da via aérea

Heni Debs Skaf

Ticiano Gonçalves de Oliveira

Estrutura dos tópicos

Introdução

Instrumentos supraglóticos

ProSeal® laryngeal mask airway

Supreme® laryngeal mask airway

Cobra® perilaryngeal airway

I-gel®

Air-Q®

Auxílios à intubação orotraqueal

Videolaringoscópios e laringoscópios ópticos

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Complicações no manejo da via aérea constituem atualmente a principal causa anestésica de morbi-mortalidade1.

Em 1990, foi divulgada a primeira análise extensa de complicações relacionadas à manipulação da via aérea com base em dados da American Society of Anesthesiologists (ASA): 34% das complicações associaram-se a eventos respiratórios, sendo que

85% destes culminaram em dano cerebral ou morte. Os três principais mecanismos de dano foram ventilação inadequada, intubação esofágica e dificuldade na intubação traqueal2.

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Medium 9788520433959

14. Controle de infecção no manejo da via aérea

AULER JR., José Otávio Costa; WEN, Chao Lung; POSSO, Irimar de Paula Editora Manole PDF Criptografado

14

Controle de infecção no manejo da via aérea

Adolfo Toshiro Cotarelli Sasaki

Yeh-Li Ho

Estrutura dos tópicos

Introdução

Manejo da via aérea e medidas de prevenção e controle de infecção

Intubação

Higienização da cavidade oral

Tubo endotraqueal

Cuff

Drenagem de secreções subglóticas

Aspiração endotraqueal

Tempo de extubação e ventilação não invasiva

Traqueostomia precoce

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

A via aérea é naturalmente colonizada por vários microrganismos que, em situações normais, não causam prejuízos à saúde por causa das barreiras de defesa do hospedeiro, sejam elas mecânicas ou secundárias às ações do sistema imune. Contudo, no manejo da via aérea, principalmente com a introdução do tubo endotraqueal, esses mecanismos de defesa são quebrados, facilitando a penetração dos microrganismos para sítios normalmente estéreis que, em conjunto com situações de enfraquecimento do sistema imune, provocam a ocorrência de infecções1.

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Ballone Geraldo Jos (12)
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Medium 9788520430026

A pessoa é ciumenta ou fica ciumenta?

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

A pessoa é ciumenta ou fica ciumenta?

A questão da origem do ciúme patológico é constantemente referida nos consultórios de saúde mental: “Doutor, por que esse ciúme todo?”. Essa pergunta curta implica considerações mais complexas do que este livro pode oferecer. O que está em jogo é saber se a pessoa é ciumenta desde sempre ou se ela ficou ciumenta a partir de algum momento de sua vida.

Essa dúvida não pode ser resolvida por meio de apenas duas alternativas (o ciúme não normal foi adquirido ou é inato?). A situação parece ser mais complexa. Rodrigues, Assmar e Jablonski, citados por Thiago de Almeida3, consideram as condições necessárias para o aparecimento de ciúme não normal agrupadas em três tipos de fatores. Esse agrupamento é meramente acadêmico e, na maioria das vezes, o mesmo caso envolve mais de um tipo de fator.

A seguir, são referidos os três grupos adaptados de Rodrigues,

Assmar e Jablonski.

Causas pessoais

O mais correto seria chamar esse grupo de causas de personalidade. As características ou traços de personalidade de cada uma das pessoas influi na relação. A maneira como a pessoa se relaciona com a realidade é determinada por seus traços de personalidade, os quais definem sua sensibilidade, tonalidade afetiva, relacionamento com o outro e assim por diante.

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Medium 9788520430026

Algumas conclusões

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Algumas conclusões

O ciúme é um sentimento que perturba todas as pessoas e tem origem diante da ameaça ou do medo de perder a posição de prioridade na vida de alguém. Para o ciumento é válida a máxima sartreana de que o problema não está em nós: “o inferno está no outro”. Não fossem as atitudes “levianas” do outro, que ousa preterir-nos, continuaríamos a desfrutar um lugar de destaque absoluto na vida dessa pessoa.

Como característica humana, embora seja sempre perturbador, o ciúme pode ser considerado um sentimento normal. Pretender não sentir ciúme é o mesmo que pretender a anulação do ego; seria transformar as pessoas em autômatos. De certa forma, o ciúme mostra a aspiração, a importância que cada um tem para si mesmo e o quanto cada um gostaria de também ser importante para outra pessoa. Quanto maior o ciúme, maior o medo de deixar de representar para outra pessoa aquilo que se quer representar.

Enquanto o ciúme normal é transitório, específico e baseado em fatos reais, o ciúme não normal aparece como uma preocupação infundada, absurda e emancipada do contexto atual do relacionamento.

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Medium 9788520430026

Ciúme exagerado

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme exagerado

Em relação às atitudes humanas não se pode usar uma ótica binária de certo/errado, lícito/ilícito, feio/bonito e assim por diante. Isso quer dizer que no espectro que vai do normal ao francamente patológico, passando ainda pelo não normal, existem limites pouco nítidos. A tendência em particularizar cada caso se aplica bem ao ciúme.

Classificar a pessoa ciumenta entre o normal e o doentio pode ser complicado. Todos nós temos um sistema pessoal “não científico” de avaliar as coisas do mundo. É pessoal e relativo julgar se alguma coisa é bonita, feia, agradável, incômoda, indiferente, interessante, chata, inexpressiva, atraente, repugnante, semelhante, diferente, louca ou sã. O ciúme está nessa situação, ou seja, saber se ele é exagerado ou não depende da opinião da pessoa ciumenta, da pessoa objeto desse ciúme e de terceiros observadores.

Seria mais fácil se o ciúme tivesse uma escala de grandeza.

Seria bom se o ciúme fosse de 0, representado pelos casos sem uma gota de ciúme – e possivelmente sem um vínculo afetivo expressivo

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Medium 9788520430026

Ciúme na separação

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme na separação

Quem foi deixado tem um tipo de sentimento, e quem deixou tem outro. A frustração inicial de quem foi deixado é tão forte e traumática que parece não sobrar espaço para o ciúme típico e normal. Por algum tempo as emoções e os sentimentos entorpecem e sufocam totalmente a razão.

Quando se confirma uma separação, por motivo de traição ou não, quando o fim do relacionamento foi desejo e iniciativa de apenas uma pessoa, o sentimento que isso desperta na pessoa deixada não será mais o mesmo sentimento de ciúme que girava em torno de devaneios e suposições.

No ciúme verdadeiro há medo de deixar de significar um objeto exclusivo para a pessoa amada, medo de deixar de ser fortemente desejado e capaz de prender totalmente a atenção do outro. Nos casos concretos de traição ou de iniciativa para separação, a pessoa ferida não tem mais medo, não tem mais suspeita de perder a condição especial. De fato, ela sabe que já não é mais importante para a pessoa amada.

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Medium 9788520430026

Ciúme normal

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme normal

Nas questões emocionais, às vezes é difícil distinguir o que é francamente patológico e o que é absolutamente normal. Em geral, as pessoas costumam perceber quando uma pessoa é louca, esquisita, sensata, confiável, imprevisível ou normal. Entretanto, quando se avaliam atitudes e sentimentos, costuma ser complicado estabelecer os limites entre o normal e o não normal, ou entre o pouco sadio e o discretamente patológico.

O ciúme é um desses casos. Quando ele é francamente doentio

é mais fácil identificá-lo, e qualquer pessoa percebe que se trata de uma atitude bizarra, mas entre os casos totalmente patológicos e aqueles mais ou menos anormais a questão torna-se mais complicada. Para iniciar o entendimento do sentimento de ciúme normal, ele será referido apenas como ciúme. Os adjetivos excessivo, obsessivo e patológico serão acrescidos e abordados posteriormente. O ciúme

é definido, na maioria dos textos, como um sentimento fisiológico, natural e marcado pelo medo real ou imaginário de perder o objeto de desejo ou o relacionamento. Essa definição é incompleta e muito acanhada. Alguns etólogos acreditam tratar-se de uma reação adaptativa no sentido de favorecer a sobrevivência e/ou a reprodução da espécie. Ele existe no ser humano e em outros animais superiores, como macacos, golfinhos e outros vertebrados. A experiência pessoal a seguir serve de ilustração.

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Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen Antonio Paulo Nassar Junior Luciano C Sar Pontes De Azevedo (45)
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Medium 9788520456033

10. Meningoencefalites

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Meningoencefalites

Pedro Garcia Checoli

Luciano César Pontes de Azevedo

MENSAGENS RELEVANTES

��As infecções do sistema nervoso central (SNC) podem manifestar-se clinicamente de diversas

formas. O prognóstico desses pacientes, no entanto, depende de tratamento precoce, fazendo com que o rápido reconhecimento e manejo dessas infecções seja fundamental.

��O quadro clínico da meningite bacteriana pode ser bastante variado, mas na maioria dos pacientes, quaisquer dois entre cefaleia, febre, rigidez de nuca e alteração do nível de consciência estão presentes.

��A menos que haja contraindicação, a coleta de líquido cefalorraquidiano (LCR) deve ser feita o quanto antes, além da coleta de hemoculturas. Os achados do LCR são de grande valia no diagnóstico de meningite bacteriana e no diferencial com outras etiologias (ver Tabela 1).

��Logo após a coleta de LCR – ou antes da realização da tomografia, se indicada – deve-se iniciar o tratamento com antibiótico de forma empírica, guiado por faixa etária e pela presença ou não de imunossupressão (ver Tabela 2).

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Medium 9788520456033

11. Aids na UTI

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Aids na UTI

Ho Yeh Li

MENSAGENS RELEVANTES

��Apesar da disponibilidade gratuita da terapia antirretroviral altamente potente no nosso meio,

as doenças oportunistas ainda são as principais causas de internação na UTI no nosso país. modo geral, a letalidade na UTI dos pacientes infectados por HIV se assemelha à da população geral.

��Os principais escores de gravidade aplicados para a população geral na UTI podem ser utilizados também nessa população. Não há evidências suficientes de que valores de CD4 e da carga viral de HIV sejam marcadores prognósticos nessa população.

��Os estudos não observaram aumento do risco de aquisição de bactérias multirresistentes nas infecções relacionadas à assistência à saúde nessa população.

��Investigações etiológicas agressivas são necessárias especialmente nas afecções pulmonares, pois a concomitância de vários agentes oportunistas pode ocorrer em até 23% dos casos e o tratamento empírico possui risco de óbito maior do que o tratamento direcionado.

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Medium 9788520456033

12. Pneumonia associada à ventilação mecânica

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Pneumonia associada

à ventilação mecânica

Patrícia Junqueira Freitas Holdackr

MENSAGENS RELEVANTES

��A

definição de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) é dada quando a doença

é diagnosticada em pacientes após mais de 48 horas de ventilação mecânica (VM).

��O diagnóstico é feito na presença de infiltrado pulmonar novo ou progressivo ao raio X de tórax em pacientes em ventilação mecânica por 48 horas ou mais, associada a presença de febre (> 38°C) e/ou leucocitose (> 11.000/mm3) ou leucopenia (< 4.000/mm3) e/ou secreção traqueal purulenta.

��O risco de PAV aumenta progressivamente com o tempo de VM.

��Os principais fatores de risco para PAV são uso prévio de antibióticos, administração de antiácidos, necessidade de reintubação, posição supina, uso de cânula nasogástrica, presença de traqueostomia e transporte dentro do hospital.

��O diagnóstico etiológico de PAV consiste na obtenção de culturas quantitativas de secreções respiratórias, obtidas via lavado broncoalveolar ou secreção traqueal.

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Medium 9788520456033

13. Outras infecções nosocomiais

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Outras infecções nosocomiais

Vivian Vieira Tenório Sales

Anna Claudia Turdo

MENSAGENS RELEVANTES

��O

uso racional e criterioso de cateteres é um dos aspectos preventivos mais importantes de infecções relacionadas aos cuidados de saúde.

��Culturas sempre devem ser colhidas antes do início do tratamento antimicrobiano empírico.

��Todo paciente portador de cateter venoso central (CVC) e com febre em uma unidade de tratamento intensivo (UTI) deve ser avaliado quanto à presença de sinais flogísticos e/ou pus ao redor da inserção do cateter.

INTRODUÇÃO

�� A

ocorrência de infecção hospitalar está associada a elevados índices de morbidade, mortalidade e custos, e a maioria das infecções hospitalares é adquirida dentro da UTI.

�� Vários fatores contribuem para a elevada taxa de infecção hospitalar em pacientes críticos: ww Alta prevalência de comorbidades. ww Instabilidades orgânicas. ww Alta prevalência de pacientes com algum grau de imunossupressão. ww Alta taxa de uso de dispositivos invasivos. ww Alta prevalência de microrganismos multirresistentes em UTI. ww Elevada pressão de colonização em pacientes críticos.

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Medium 9788520456033

14. Tratamento da hipertensão intracraniana

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Tratamento da hipertensão intracraniana

Raphael Augusto Gomes de Oliveira

Estevão Bassi

Filipe Matheus Cadamuro

Rafael Akira Sakugawa Becker

Leandro Costa Miranda

Paulo Fernando Guimarães Morando Marzocchi Tierno

MENSAGENS RELEVANTES

��Hipertensão

intracraniana (HIC) é um dos principais mecanismos de lesão neurológica secundária, e está associada a piores desfechos neurológicos e mortalidade hospitalar em pacientes neurocríticos.

��A monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC) está indicada em pacientes com suspeita de hipertensão intracraniana a partir de dados da apresentação clínica e presença de achados sugestivos de HIC em exames de imagem do encéfalo.

��A abordagem fundamental no manejo dos pacientes neurocríticos na fase aguda é a prevenção de lesão neurológica secundária. Deve-se evitar ativamente disglicemias, disnatremias, hipotensão arterial, hipoxemia e hipertermia. Além disso, deve-se garantir sedação e analgesia adequadas, normotermia e normocapnia, além do posicionamento adequado da cabeça e do pescoço.

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Brunoni Decio Perez Ana Beatriz Alvarez (44)
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Medium 9788520422564

10. Síndromes malformativas

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Síndromes malformativas

ANA BEATRIZ ALVAREZ PEREZ

N A R A LY G I A D E M A C E N A S O B R E I R A

TA LY TA D E M ATO S C A N Ó

RENATA MOLDENHAUER MINILLO

THAIS ARBOCESE ZANOLLA

DEFINIÇÃO

Síndrome significa um grupo de características observadas em conjunto, em uma série de indivíduos, com uma etiologia específica comum. Várias síndromes dismórficas estão descritas em capítulos individuais deste livro e podem ser localizadas no índice geral.

Neste capítulo, serão conceituados apenas alguns dos grupos etiológicos que estão se tornando cada vez mais definidos. O estabelecimento de um diagnóstico definitivo em uma criança sindrômica é importante para orientar uma conduta clínica apropriada e atender às finalidades do aconselhamento genético.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A genética médica é uma especialidade que está totalmente absorvida pela dismorfologia, uma disciplina delineada por doenças que afetam o desenvolvimento físico de um indivíduo antes e depois do nascimento e que inclui o reconhecimento de características físicas e o modo de herança nos pacientes que apresentam uma variedade de problemas.

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Medium 9788520422564

11. Genética craniofacial: aspectos dismorfológicos

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Genética craniofacial: aspectos dismorfológicos

LUÍS GARCIA ALONSO

SERGIO CAVALHEIRO

INTRODUÇÃO

A palavra “dismorfologia” foi criada pelo pediatra, endocrinologista, embriologista e geneticista clínico David Weyhe Smith (1926-1981), nos anos 1960. Literalmente, o termo significa “estudo da forma anormal” e corresponde a uma área interdisciplinar da

Medicina que se dedica à compreensão das anomalias congênitas humanas, com enfoque nas anormalidades estruturais do desenvolvimento.

Como área interdisciplinar, a dismorfologia combina conceitos de biologia do desenvolvimento (antes denominada embriologia) a conhecimentos e técnicas propedêuticas dos segmentos de pediatria, medicina fetal e genética médica. Com o reconhecimento crescente de novas anomalias congênitas (que na atualidade atingem a cifra dos milhares), a dismorfologia tornou‑se uma subespecialidade dentro da genética médica, tal é o grau de minúcias propedêuticas, possibilidades laboratoriais de diagnóstico, quadros diferenciais e nuances de aconselhamento genético, que variam desde o tradicional estabelecimento teórico dos riscos reprodutivos, na prole e na irmandade dos probantes, até a sofisticação do diagnóstico genético pré-implantacional e cirurgias fetais, além dos primeiros passos da terapia gênica e o uso terapêutico das células-tronco.

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Medium 9788520422564

12. Lesões básicas em dermatologia

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Lesões básicas em dermatologia

SILMARA DA COSTA PEREIRA CESTARI

OSMAR ROTTA

INTRODUÇÃO

O processo diagnóstico em Dermatologia engloba as informações da anamnese, a exploração dos exames físico e dermatológico e os exames complementares, quando necessários. O diagnóstico em Dermatologia depende do conhecimento das lesões elementares da pele e da capacidade de identificá-las nos pacientes.

EXAME DERMATOLÓGICO

O exame da pele deve ser feito em lugar claro, com boa iluminação, o mais próximo possível da luz natural. Para o exame dermatológico adequado, toda a roupa deve ser removida.

A inspeção da pele deve ser iniciada à distância, com visão geral da superfície cutânea, com o objetivo de estabelecer o estado global do paciente e de sua dermatose. A avaliação global permite verificar a predileção topográfica da dermatose e o padrão de distribuição das lesões.

As figuras deste capítulo podem ser vistas em versão colorida ao final do livro.

299

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Medium 9788520422564

13. Genodermatoses

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Genodermatoses

MARIA INÊS KAVAMURA

MARLI DE CASTRO PEREIRA RIO

SIMONE HERNANDEZ RUANO

DEFINIÇÃO

As genodermatoses englobam as doenças de origem genética que acometem a pele, podendo ser o resultado de alterações em qualquer um dos componentes dela. Encontram-se doenças decorrentes de alterações na queratinização, na aderência celular, na produção de pigmento, na constitução de componentes dérmicos (vasos, colágeno, fibras elásticas), na resposta à radiação solar e na produção e/ou função dos anexos cutâneos.

Apesar de raras, as genodermatoses sempre receberam atenção em razão da gravidade de sua apresentação e da dificuldade no manejo terapêutico. Os avanços e as descobertas genéticas desde o início dos anos 2000 expandiram de maneira surpreendente o conhecimento da origem genética das enfermidades cutâneas, mostrando o relacionamento das doenças inflamatórias, como a dermatite atópica, e até das doenças infecciosas, como a hanseníase, com determinados genótipos.

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Medium 9788520422564

14. Odontogenética

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Odontogenética

DEBORA PALLOS

JANE SANCHEZ

INTRODUÇÃO

As anomalias dentais e periodontais de interesse na genética médica são principalmente as congênitas. Podem ser isoladas ou fazer parte de quadros sindrômicos, muitas vezes complexos e de difícil diagnóstico. Investigações recentes permitiram esclarecer a etiologia de diversas síndromes gênicas, a partir de uma integração cada vez maior dos profissionais da odontologia com a pesquisa básica. Essas anomalias dentais e periodontais podem causar alterações na função mastigatória e na fala, além de problemas estéticos, que podem afetar a vida social dos indivíduos.

Neste capítulo, serão mostradas as principais alterações odontológicas que podem gerar uma consulta em genética médica, os métodos propedêuticos para investigá-las e as condutas a serem tomadas para a orientação dos pacientes e familiares.

DESENVOLVIMENTO E ANATOMIA DENTAL

A dentição humana é constituída pela decídua e pela permanente. Os dentes decíduos começam a aparecer na cavidade bucal por volta dos 6 meses de vida e completam-se aos 36 meses. A dentição decídua é composta por 20 dentes, sendo 10 na maxila e 10 na mandíbula, e não possui pré-molares nem terceiros molares (Figura 14.1A).

339

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Claudia Focks Ulrich M Rz (7)
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Medium 9788520451007

1. Métodos de localização e medida em cun

Claudia Focks; Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

1

Métodos de localização e medida em cun

C. Focks

1.1

Métodos de localização na acupuntura corporal 2

1.2

Medidas em cun do corpo 2

1.3

Dicas de procura 6

1.3.1

1.3.2

Fita métrica 6

Posições e movimentos do corpo 7

Técnica de localização com a ajuda das mãos segundo

König e Wancura 9

1.3.3

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8/12/17 13:11

2

1

1  Métodos de localização e medida em cun

O pressuposto básico para qualquer tratamento de acupuntura bem-sucedido é, além do diagnóstico diferenciado segundo os critérios da medicina chinesa e a correspondente escolha do ponto, o conhecimento sobre a localização exata dos pontos, bem como a inserção e a manipulação correta da agulha (▶ Cap. 7).

1.1  Métodos de localização na acupuntura corporal

Os pontos de acupuntura podem ser localizados de acordo com diversos métodos:

Relação anatômica: muitos pontos de acupuntura se situam em locais anatomicamente demarcados, por exemplo, em depressões, em inserções de músculos e tendões, em sulcos da pele, sobre espaços na articulação, proeminências ósseas etc. A partir da localização correta e do treino adequado, o dedo que está palpando quase

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Medium 9788520451007

2. Referência anatômica

Claudia Focks; Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

2

Referência anatômica

U. März

2.1 Cabeça 12

2.1.1 Ápice, fronte e parte superior da órbita 12

2.1.2 Meio da face e região do nariz 15

2.1.3 Parte inferior da face e região mentual 17

2.1.4

2.1.5

Região da orelha 18

Occipício e parte superior da nuca 20

2.2 Pescoço 21

2.3

Cintura escapular e membro superior 22

2.3.1 Cintura escapular e braço 22

2.3.2

Região do cotovelo 24

2.3.3

Antebraço e mão 25

03-Ch02-011-046-9783437561412.indd 11

2.4

2.4.1

2.4.2

2.4.3

Coluna vertebral e transição da pelve 28

Região cervical da coluna vertebral 29

Região torácica da coluna vertebral 30

Região lombar da coluna vertebral 32

2.4.4

2.5

Sacro e transição da pelve 34

Regiões anterior e lateral do tórax e do abdome 36

2.6

Membro inferior 42

2.6.1

Região do joelho 42

2.6.2

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Medium 9788520451007

3. Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

Claudia Focks; Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

3

Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

C. Focks

3.1

3.2

3.3

3.4

Modelo de fluxo do canal de energia qi 48

Composição do sistema de canais de energia e rede de vasos (jing luo) 50

Os doze canais de energia principais (jing zheng) 51

As doze zonas cutâneas

(pi bu) 53

04-Ch03-047-070-9783437561412.indd 47

3.5

3.6

Os doze canais de energia musculotendíneos (jing jin) 54

Os canais de energia divergentes (jing bie) 66

3.7 Vasos luo 67

3.8

Os oito vasos extraordinários

(qi jing ba mai) 68

11/12/17 12:26

48

3

3  Sistema de canais de energia e vasos luo (jing luo)

De acordo com o ensinamento da medicina chinesa, o jing luo é constituído por um sistema de canais de energia e rede de vasos, nos quais fluem energia (qi), sangue

(xue) e fluidos corporais (jin ye) em um ciclo rítmico de 24 horas por dia:

■ �Doze zonas ou regiões cutâneas (pi bu) ▶ 3.4.

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4. Categorias e escolha dos pontos

Claudia Focks; Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

4

Categorias e escolha dos pontos

C. Focks

4.1

Pontos específicos 73

4.1.1 Pontos yuan (yuan xue) 73

4.1.2 Pontos luo (luo xue) 74

4.1.3 Pontos xi (xi xue) 75

4.1.4 Pontos shu das costas

(bei shu xue) 76

4.1.5 Pontos mu (mu xue) 77

4.1.6 Cinco pontos shu de transporte (wu shu xue) 78

4.1.7 �Oito pontos influentes hui

(ba hui xue) 81

4.1.8 Pontos de abertura dos oito vasos extraordinários 81

4.1.9 Pontos Mar Inferior xiahe

(xia he xue) 82

4.1.10 Pontos de cruzamento jiaohui (jiao hui xue) 83

4.1.11 Pontos Gao Wu 83

4.1.12 Pontos Janela do Céu 83

4.1.13 Pontos dos Quatro Mares 84

4.1.14 Pontos Estrela do Céu segundo Ma Dan Yang

85

4.1.15 Pontos do Espírito segundo

Sun Si Miao 85

4.1.16 Pontos de Entrada/Saída 85

05-Ch04-071-104-9783437561412.indd 71

4.2

4.2.1

4.2.2

4.2.3

4.2.4

4.2.5

4.3

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5. Canais de energia principais

Claudia Focks; Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

5

Canais de energia principais

C. Focks e U. März

5.1 Canal de energia principal do

Pulmão (taiyin da mão) 106

5.8 Canal de energia principal do Rim

(shaoyin do pé) 311

5.2 Canal de energia principal do

Intestino Grosso (yangming da mão) 119

5.9 Canal de energia principal da Circulação-Sexualidade

(jueyin da mão) 340

5.3 Canal de energia principal do

Estômago (yangming do pé) 141

5.10 Canal de energia principal do Triplo

Aquecedor (shaoyang da mão) 351

5.4 Canal de energia principal do

Baço-Pâncreas (taiyin do pé) 188

5.11 Canal de energia principal da Vesícula Biliar

(shaoyang do pé) 376

5.5 Canal de energia principal do

Coração (shaoyin da mão) 211

5.12 Canal de energia principal do

Fígado (jueyin do pé) 422

5.6 Canal de energia principal do

Intestino Delgado (taiyang da mão) 222

5.13 O vaso extraordinário Vaso

Concepção 438

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