Williams Len Groves Derek Thurgood Glen (161)
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Medium 9788520430941

CIRCUNDUÇÃO DO BRAÇO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

52

TREINAMENTO DE FORÇA

CIRCUNDUÇÃO DO BRAÇO

Muitos exercícios de treinamento de força utilizam braços e ombros, por isso, é recomendado que eles sejam aquecidos adequadamente. Promova um aumento do fluxo sanguíneo, o aquecimento dos músculos e o movimento fluente de suas articulações executando movimentos circulares suaves e contínuos com os braços.

Mantenha os ombros abaixados

Mantenha o tórax levantado e o abdome contraído

Deixe os membros superiores relaxados ao longo do corpo. Mantenha os ombros abaixados e relaxados. Olhe para frente e concentre-se para manter a coluna neutra.

Levante os membros superiores para frente e comece a fazer círculos amplos. Respire calmamente e não curve a coluna.

1

2

MOVIMENTO CIRCULAR DO OMBRO

A estabilidade das articulações dos ombros provém de músculos e ligamentos que as circundam e não do sistema esquelético. Esse exercício

é uma excelente maneira de liberar as articulações dos ombros e aquecer o músculo trapézio antes de iniciar uma sessão de treinamento de resistência.

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Medium 9788520430941

AVANÇO À FRENTE

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

74

TREINAMENTO DE FORÇA

AVANÇO À FRENTE

Esse exercício corporal global

é eficaz no desenvolvimento de força nos músculos dos membros inferiores. Ao segurar os halteres ao lado do corpo, em vez de acima dos ombros, fica mais fácil manter o corpo ereto. Não se esqueça de praticar o movimento antes de utilizar pesos.

MÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Glúteos

▪ Músculos do jarrete

Contraia os músculos estabilizadores para manter o core firme

Posicione os pés afastados na largura dos quadris

Retraia os ombros

Peitorais

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Mantenha o membro recuado estendido

Bíceps braquial

Glúteos

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Fique em pé, com a coluna neutra, o tórax levantado e os ombros retraídos. Segure um haltere em cada mão, com os membros superiores ao lado do corpo.

1

• Peitoral maior

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Medium 9788520430941

ROTAÇÃO LATERAL COM HALTERE

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

134

TREINAMENTO DE FORÇA

ROTAÇÃO COM BRAÇO ABDUZIDO

MÚSCULOSALVO

Os músculos do manguito rotador são vitais para a estabilização dos movimentos do ombro, especialmente em esportes que envolvem arremesso. Esse exercício trabalha o manguito rotador e ajuda a prevenir lesões.

▪ Infraespinal

▪ Supraespinal

▪ Redondo maior

Subescapular

(músculo profundo)

Infraespinal

▪ Redondo menor

▪ Subescapular

Supraespinal

(músculo profundo)

Trapézio

Bíceps braquial

Braquial

Tríceps braquial

Redondo menor

Latíssimo do dorso

Redondo maior

Eretor da espinha

Oblíquo externo do abdome

ROTAÇÃO LATERAL COM HALTERE

MÚSCULOSALVO

▪ Infraespinal

▪ Supraespinal

▪ Redondo maior

▪ Redondo menor

Da mesma forma que a rotação com braço abduzido, esse exercício isola os músculos localizados na região lateral da parte superior do dorso e nos ombros.

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Medium 9788520430941

FLEXÃO DO PUNHO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

158

TREINAMENTO DE FORÇA

EXTENSÃO DO PUNHO

MÚSCULOSALVO

Quando você trabalha com bastante carga, o elemento vulnerável em seu corpo pode ser a pegada. Esse exercício fortalece os antebraços, permitindo que você segure cargas maiores por períodos mais longos a fim de trabalhar os grandes músculos.

▪ Extensor radial longo do carpo

▪ Extensor radial curto do carpo

▪ Extensor ulnar do carpo

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Extensor radial longo do carpo

Extensor radial curto do carpo

Redondo menor

Extensor ulnar do carpo

Redondo maior

Latíssimo do dorso

Oblíquo externo do abdome

FLEXÃO DO PUNHO

MÚSCULOSALVO

▪ Palmar longo

Trapézio

▪ Flexor radial do carpo

▪ Flexor ulnar do carpo

▪ Flexor profundo dos dedos

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Esse exercício, por isolar os antebraços, traz grande benefício a qualquer pessoa que execute movimentos de levantamento, seja no local de trabalho ou em competições.

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Medium 9788520430941

DEFINIÇÃO CORPORAL

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

224

treinamento de força

definição corporal

Muitas pessoas que realizam treinamentos de resistência desejam desenvolver um “físico” melhor. Com isso, elas esperam aumentar a musculatura e obter melhor definição muscular, não somente graças a músculos maiores, mas também por meio de níveis reduzidos de gordura. Uma boa analogia é imaginar a diferença entre uma bola de golfe sob um edredom e uma bola de futebol sob uma folha. Conseguir um corpo “sarado” é o objetivo dos programas de treinamento físico.

P | O que as tabelas apresentam?

R | São oferecidos três programas – uma rotina básica que utiliza aparelhos de resistência, o peso do corpo e pesos livres (p. 224–227), e duas rotinas divididas (p. 228–229) que permitem dividir o treinamento entre diferentes dias e tipos de exercícios.

P | Como devo usar os programas básicos?

R | Você deve seguir cada programa de treinamento de cima para baixo, sempre depois de aquecer os músculos. Cada exercício listado inclui a referência da página onde são dadas as instruções detalhadas.

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Werner Peter H Williams Lori H Hall Tina J (9)
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Medium 9788520440186

2. Como adaptar a ginástica à sua situação de ensino

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Como adaptar a ginástica à sua situação de ensino

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• discutir fatores que sejam similares no ensino de educação física nas escolas, independentemente do local ou da escola em que você lecione;

• discutir fatores que sejam diferentes e exclusivos a cada escola e a cada situação de ensino;

• discutir ideias que orientem a tomada de decisões ao planejar o ensino da ginástica; e

• aplicar conhecimentos sobre conteúdo, pedagogia e conteúdo pedagógico, de modo a implementar efetivamente um programa de ginástica.

E

nsinar seria muito mais fácil se todas as escolas e todos os níveis fossem idênticos. Nesse caso, um currículo-padrão com planos de aulas detalhados funcionaria em qualquer lugar. O fato, no entanto, é que nossas situações de ensino possuem algumas similaridades – mas algumas enormes diferenças! As similaridades incluem a necessidade de planejar, de estabelecer normas para o uso de equipamentos, de proporcionar uma prática ampla e desenvolver um ambiente de aprendizado positivo, promover um ambiente seguro, trabalhar com várias faixas etárias, diferentes habilidades e com necessidades especiais dentro de um mesmo grupo de alunos, e atuar como defensor da ginástica. As diferenças incluem o tamanho da sala de aula, a frequência e a duração das aulas, as instalações e os tipos de equipamento.

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Medium 9788520440186

3. Como incorporar a ginástica em seu programa

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Como incorporar a ginástica em seu programa

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• criar seus próprios objetivo e sequência para ginástica com base em seu conhecimento das normas norte-americanas, nos resultados de desempenho para a educação física e em sua própria situação de ensino;

• descrever os estágios da ginástica e fornecer exemplos de cada estágio com suas próprias palavras;

• escolher uma tarefa informativa ou um ponto de partida para uma experiência de aprendizagem de ginástica e apresentar três tarefas de extensão, três de refinamento e três de aplicação para desenvolver o conteúdo em ginástica;

• discutir as habilidades gerais da ginástica em relação às categorias em cada uma delas, exemplos de cada categoria e dos princípios do movimento que governam cada categoria;

• descrever como as variáveis do processo (corpo, espaço, esforço e relacionamento) podem ser usadas no desenvolvimento do conteúdo em ginástica;

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Medium 9788520440186

Apêndice: Formulários e folhetos

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice:

Formulários e folhetos

C

omo professor, você provavelmente vai achar esta série de formulários bem útil para promover e desenvolver seu programa de ginástica. Ela começa com um relatório de ginástica que você pode enviar aos pais junto do boletim escolar da criança. Quando preenchê-lo, um simples asterisco (*) pode representar as habilidades que uma criança aprendeu durante a unidade. Além disso, você pode usar um D, P ou F para indicar o nível de domínio de uma habilidade ou de um conceito (veja a explicação na parte final do relatório). O espaço na parte final do relatório permite que você escreva comentários breves sobre séries, sequência de trabalho, avaliação cognitiva e afetiva.

Em seguida, há uma série de cartões de tarefas que servem de exemplos para você usar em conjunto com o trabalho individual ou da estação de trabalho em um ambiente de ginástica. Uma série de jogos de equilíbrio, um sistema de notação de ginástica e uma folha do centro de

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Medium 9788520440186

4. Como avaliar o progresso das crianças na ginástica

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

Como avaliar o progresso das crianças na ginástica

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• discutir por que pode ser importante avaliar o progresso das crianças na ginástica;

• descrever métodos de avaliação alternativos e como você pode usar gabaritos para medir o progresso;

• usar as normas norte-americanas e os resultados de desempenho para cada grupo de séries para determinar o que avaliar;

• descrever tipos de avaliações alternativas;

• oferecer exemplos de avaliações informais nas áreas psicomotora, cognitiva e afetiva; e

• desenvolver métodos para reportar avaliações na ginástica para os pais ou outras partes interessadas.

M

uitos professores de educação física lecionam para cerca de 400 a 600 crianças por semana, e cada aluno tem em média duas aulas de 30 minutos. O problema é que aulas curtas para turmas grandes podem fazer a avaliação parecer uma tarefa imensurável. Ainda assim, existem muitas razões para avaliar, como verificar o progresso das crianças em alcançar resultados de desempenho estabelecidos, avaliar o programa geral, ganhar credibilidade com os administradores da escola e com os pais, além de verificar o que você, como professor, ensinou.

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Medium 9788520440186

7. Experiências de aprendizagem de rotação

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

7

Capítulo

Experiências de aprendizagem de rotação

Este capítulo apresenta 11 experiências de aprendizagem do tema de habilidade motora de rotação.

Desenvolvemos as experiências de aprendizagem para as três categorias de rotação, que incluem as características e os princípios de rotação e movimento nos eixos longitudinal, transversal e anteroposterior.

O quadro a seguir apresenta a breve definição do foco de cada experiência de aprendizagem e uma sugestão das turmas em que elas podem ser desenvolvidas. Ao final do capítulo, apresentamos outras sugestões para estimular o desenvolvimento de outras experiências de aprendizagem na ginástica para crianças.

Experiências de aprendizagem deste capítulo

Foco

Nome

Turmas sugeridas

Características da rotação: balanço, rolamento

Bolas, ovos e lápis

Iniciais

Características da rotação: balanço, rolamento para trás

Tudo para trás

Iniciais

Princípios da rotação: raio da rotação

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Weineck J Rgen (6)
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Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

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Medium 9788520432044

2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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Medium 9788520432044

6. Treinamento de força anatômico-funcional

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

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Medium 9788520432044

3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

80

Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

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Thomas Jerry R (22)
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Medium 9788536327136

17. Pesquisa Epidemiológica em Atividade Física

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

PESQUISA EPIDEMIOLÓGICA EM

ATIVIDADE FÍSICA

Barbara E. Ainsworth

Charles E. Matthews

Um dia, quando estiverem deitados em uma cama de hospital, morrendo de uma doença qualquer, os obcecados pela saúde vão se sentir estúpidos.

Redd Foxx

A

emergência da doença cardíaca epidêmica, em meados do século XX, alimentou muitos estudos epidemiológicos observacionais de larga escala, que se destinavam a identificar seus fatores determinantes para que medidas preventivas pudessem ser tomadas, a fim de melhorar a saúde pública. Muitos estudos observacionais iniciaram entre o final da década de 1940 e o começo dos anos

1960. Vários deles mostraram-se particularmente importantes para o desenvolvimento do campo da epidemiologia do exercício físico, pois foram os primeiros a desenvolver métodos de medida da atividade física e realizar estudos sistemáticos da ligação entre esta e doenças que ameaçam a vida.

Esses estudos, para citar apenas alguns (e pessoas importantes a eles associadas), incluíam Framingham Heart Study, London Busmen/British Civil Servants (Jeremy Morris), Tecumseh Health Study

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Medium 9788536327136

22. Formas de Relatar a Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 22

FORMAS DE RELATAR A

PESQUISA

Ele consegue comprimir o máximo de palavras na menor ideia melhor do que qualquer homem que já conheci.

Abraham Lincoln

N

osso autor favorito, Day (1983), fornece uma introdução apropriada a este capítulo sobre formas de relatar a pesquisa, na seguinte citação:

A pesquisa científica não está completa até que os resultados tenham sido publicados. Então, um artigo científico é uma parte essencial do processo de pesquisa. Então, a redação de um artigo preciso e compreensível é tão importante quanto a própria pesquisa. Então, as palavras no artigo deveriam ser pesadas tão cuidadosamente quanto os reagentes no laboratório. Então, os cientistas devem saber como usar as palavras. Então, a educação de um cientista não está completa até que a capacidade de publicar tenha sido estabelecida (p. 158).

No Capítulo 21, tratamos do projeto de pesquisa: como escrever a introdução, a revisão da literatura, o enunciado do problema e a metodologia da dissertação ou tese. Depois, explicamos como organizar e escrever as seções dos resultados e da discussão. Coordenar de modo eficaz todas essas informações na dissertação ou tese é o tópico central deste capítulo. Apresentamos tanto o estilo organizacional de periódico, que defendemos (Thomas, Nelson e Magill, 1986), quanto o estilo tradicional de capítulos. Além disso, incluímos informações sobre a redação de artigos para periódicos científicos, preparação de resumos e apresentação de comunicações (inclusive no formato de pôsteres).

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Medium 9788536327136

3. Apresentação do Problema

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA

Ainda não li a sua proposta de dissertação, mas já tenho algumas boas ideias de como melhorá-la.

Randy Glasbergen do “Today’s Cartoon” (2006)

E

m uma tese ou dissertação, a primeira seção ou primeiro capítulo serve para introduzir o problema. Por isso, com frequência, essa é a “Introdução”. Várias partes da introdução destinam-se a destacar a significância do problema e a indicar as dimensões do estudo empreendido. Este capítulo discute cada uma das seguintes seções, frequentemente necessárias à primeira parte da tese ou dissertação:

Título

Introdução

Enunciado do problema

Hipótese

Definições

Suposições e limitações

Significância

Nem todos os orientadores defendem o mesmo formato de tese, porque não há um único formato aceito universalmente. Além disso, de acordo com a natureza do problema de pesquisa, o formato pode variar. Um estudo histórico, por exemplo, não se encaixa no mesmo formato utilizado em um estudo experimental; os títulos de seções podem variar em estudos descritivos e qualitativos. O que fazemos, portanto, é apresentar seções tipicamente encontradas na introdução e especificar seus propósitos e características.

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Medium 9788536327136

5. Questões Éticas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

QUESTÕES ÉTICAS DA PESQUISA

E DO TRABALHO ACADÊMICO

Entre dois males, prefiro sempre o que nunca experimentei antes.

Mae West

C

omo pós-graduando, você vai se deparar com uma série de questões éticas relacionadas à pesquisa e ao trabalho acadêmico. Neste capítulo, chamamos sua atenção para muitas delas e fornecemos uma base para discussões e tomada de decisões. No entanto, nem sempre as opções estão claramente definidas. Para tomar boas decisões, o aspecto mais importante é reunir informações pertinentes e aconselhar-se com professores confiáveis. Entre os principais tópicos apresentados, estão a má conduta científica, o trabalho com professores universitários e com outros pós-graduandos e o uso de seres humanos e animais como sujeitos de pesquisas.

Sete áreas da desonestidade científica

Nos Estados Unidos, o White House Office of Science and Technology Policy (Departamento da Casa

Branca para Assuntos de Ciência e Tecnologia) definiu má conduta científica do seguinte modo:

A má conduta científica consiste em fabricação, falsificação ou plágio na proposta, na execução ou na revisão de pesquisas ou, ainda, no relato de resultados de pesquisas. (Federal

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Medium 9788536327136

9. Diferenças entre Grupos

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

DIFERENÇAS ENTRE GRUPOS

Lembre-se: metade dos seus conhecidos está abaixo da média!

C

onforme abordado nos Capítulos 6 e 8, as técnicas estatísticas são usadas para encontrar e descrever relações entre variáveis. Também são usadas para detectar diferenças entre grupos.

São muito frequentes na análise de dados de pesquisas experimentais e quase experimentais. Elas permitem avaliar efeitos de uma variável independente (causa ou tratamento) ou categórica (sexo, idade, raça, etc.) sobre outra dependente (efeito, resultado). Lembre-se, no entanto, de que as técnicas descritas neste capítulo não são usadas de modo isolado para estabelecer relações de causa e efeito, mas apenas para avaliar a influência da variável independente. Relações de causa e efeito não são estabelecidas por estatísticas, mas pela teoria, pela lógica e pela natureza total da situação experimental.

Como a estatística testa diferenças

Na pesquisa experimental, os níveis da variável independente podem ser estabelecidos pelo experimentador. Pode ser, por exemplo, que o experimento envolva a investigação dos efeitos da intensidade do treinamento sobre a resistência cardiorrespiratória. Portanto, a intensidade do treinamento é a variável independente (ou o fator de tratamento), enquanto alguma medida da resistência cardiorrespiratória é a variável dependente. A intensidade do treinamento pode ter

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Taylor Albert W Johnson Michel J (11)
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Medium 9788520435854

4. Sistemas sensoriais

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Sistemas sensoriais

Michel J. Johnson, PhD, e Anthony A. Vandervoort, PhD

Conteúdo deste capítulo

Audição

Estrutura e função

Perda da audição

Visão

Estrutura e função

Alterações relacionadas à idade e oftalmopatia

Tato

Olfato e paladar

Estrutura e função

Alterações do olfato e do paladar relacionadas

à idade

Recomendações para programas de exercícios

Para indivíduos com comprometimento auditivo

Para indivíduos com comprometimento visual

Para indivíduos com comprometimento tátil

© Photodisc

Resumo

56

Fisiologia do exercício na terceira idade

“Nós não paramos de brincar porque envelhecemos. Nós envelhecemos porque paramos de brincar.”

George Bernard Shaw

O declínio funcional dos diversos sistemas sensoriais do corpo pode ser facilmente observado em um idoso fragilizado. Uma das alterações mais prevalentes é a perda da acuidade visual. Às vezes, o primeiro sinal dessa alteração ocorre na meia-idade, quando o indivíduo passa a necessitar de óculos para ler. Outras alterações visuais relevantes para o movimento incluem a diminuição da discriminação espacial, a restrição do olhar fixo para cima e a diminuição da capacidade de perseguir objetos.

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Medium 9788520435854

10. Adesão ao exercício e medidas de segurança

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Adesão ao exercício e medidas de segurança

Conteúdo deste capítulo

Adesão ao exercício

Determinantes da participação em atividades físicas

Características e atributos pessoais

Fatores ambientais

Estratégias para aumentar a adesão

Segurança

Recomendações para programas de exercícios

Resumo

138

Fisiologia do exercício na terceira idade

“Uma atividade ou exercício é prescrito de acordo com o limite máximo previsto para a capacidade fisiológica do indivíduo, ainda que acima do limite mínimo da faixa de limiar terapêutico. Isso é garantido por meio da condução de um monitoramento apropriado. É essencial saber os sinais e sintomas de distress durante a prática do exercício, sendo necessário antecipá-los para cada indivíduo. É preciso ensinar o idoso o momento certo para realizar o automonitoramento.”

Dean (1994, p.88)

Neste capítulo, são discutidos a adesão ao exercício, os determinantes da participação em atividades físicas e os aspectos relativos à segurança dos idosos. Ainda, são descritos os problemas e necessidades específicas dos idosos em relação aos seus programas de exercício. Também são discutidas as estratégias destinadas a aumentar essa adesão, como a adoção de intensificadores de programa, modificação do comportamento e supervisão do comportamento.

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Medium 9788520435854

3. Sistema nervoso

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Sistema nervoso

Michel J. Johnson, PhD, e Anthony A. Vandervoort, PhD

conteúdo deste capítulo

Visão geral do sistema nervoso

Sistema nervoso central

O encéfalo

A medula espinal

Alterações do SNC relacionadas à idade

Sistema nervoso periférico

Estrutura

Alterações no SNP relacionadas à idade

Doenças relacionadas à idade

Tipos e demografia da demência

Doença de Alzheimer

Fatores de risco e diagnóstico

Tratamento

Recomendações para programas de exercícios

Diretrizes

Implicações de liderança

© Photodisc

Resumo

46

Fisiologia do exercício na terceira idade

“Não se lamente por envelhecer: trata-se de um privilégio negado a muitos.”

Autor desconhecido (citado em 29 de junho de 2006, no site da Division of Aging and Seniors,

Public Health Agency of Canada: www.phac-aspc.gc.ca)

Nos idosos, é possível observar as alterações funcionais que ocorrem no sistema nervoso, incluindo as alterações nas capacidades funcionais e cognitivas. É difícil identificar as alterações associadas unicamente ao processo de envelhecimento, uma vez que a doença e o estilo de vida, por exemplo, assim como a inatividade prolongada e a nutrição, também podem influenciar a função do sistema nervoso.

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Medium 9788520435854

9. Treinamento de condicionamento muscular

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

Treinamento de condicionamento muscular

Michel J. Johnson, PhD, Anthony A. Vandervoort, PhD

conteúdo deste capítulo

Revisão da fisiologia do exercício

Função neuromuscular

Treinamento de resistência

Diretrizes para o treinamento de resistência

Princípios do treinamento

Variáveis agudas de programa

Segurança

Intervenção efetiva

O desafio do treinamento concomitante

Recomendações para programas de exercícios

Resumo

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Fisiologia do exercício na terceira idade

“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?”

Atribuído a Satchel Paige

O condicionamento muscular é constituído por dois componentes: força e resistência. A força muscular é a capacidade de erguer uma carga máxima, enquanto a resistência muscular diz respeito a nossa capacidade de realizar repetidos esforços musculares. Ambos os tipos de condicionamento muscular são importantes não só para as atividades recreativas como também para a execução das tarefas diárias no trabalho e em casa. Os termos resistência, força e treinamento com carga são todos empregados para se referir às modalidades de condicionamento em que nossos músculos são solicitados a trabalharem contra uma força de resistência, como um peso, haltere, o peso do próprio corpo, elásticos e outros aparatos. Neste capítulo, o termo treinamento de resistência será utilizado para se referir ao treinamento. Embora comumente sejam usados nas discussões sobre treinamento de resistência, os termos levantamento de peso, powerlifting (levantamento de potência) e fisiculturismo na verdade se referem a esportes específicos.

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Medium 9788520435854

11. Atletas masters e uso abusivo de fármacos

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

Atletas masters e uso abusivo de fármacos

Taryn-Lise Taylor, BA, MSc, MD

Conteúdo deste capítulo

Atletas masters

Hormônios

Estrogênio

Testosterona

Hormônio do crescimento humano

Esteroides anabolizantes

Analgésicos e anti-inflamatórios

Analgésicos narcóticos

AINH

Medicações para hipertensão

Outras medicações

Eritropoetina

Acetazolamida

Beta-2-agonistas

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Suplementação dietética e ergogênicos

Suplementos vitamínicos

Cafeína

Creatina

Glicosamina e condroitina

Resumo

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Fisiologia do exercício na terceira idade

“Um comentário infeliz sobre a natureza humana e a sociedade é o de que esforços intensivos são empreendidos no sentido de tentar detectar e conter o uso abusivo de fármacos por atletas. No entanto, uma mentalidade de ‘ganhar muito dinheiro’ e ‘vencer é tudo’ domina uma parte significativa de nossa vida social. Como os esportes refletem a sociedade, o campo da competição é um palco onde os atletas representam os valores sociais. E se vencer é tudo o que importa, então alguns atletas podem tentar qualquer coisa para vencer.”

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