Victor Andrade De Melo (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432228

Capítulo 6 - Lazer: o campo acadêmico

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 6

lazer: o campo acadêmico

Para concluir o livro, apresentamos um panorama da organização do campo acadêmico do lazer. Por se tratar de um tema multidisciplinar, perceberá o leitor que tentamos apresentar, dentro do possível, iniciativas de diferentes áreas de conhecimento, embora a maioria, em razão da trajetória histórica, ainda seja ligada à Educação Física e, mais recentemente, ao Turismo.

Como não seria possível apresentar a totalidade das iniciativas, assim optamos por apresentar aquelas mais reconhecidas, acessíveis e consolidadas. O fato de um grupo de pesquisa, periódico ou qualquer outra coisa não ter sido citado não significa que o julgamos de menor importância. Simplesmente, por questão de espaço, optamos por estabelecer uma seleção segundo os critérios mencionados anteriormente.

Grupos de pesquisa

No que se refere aos grupos de pesquisa, na primeira edição deste livro, usamos os dados do censo realizado pelo Conselho Nacional de

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432228

Capítulo 5 - O profissional de lazer

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 5

o profissional de lazer

O homem que em sua atividade profissional está ligado somente a um pequeno fragmento isolado do todo adquire apenas uma formação fragmentária; tendo eternamente nos ouvidos só o ruído monótono da roda que faz girar, nunca desenvolve a harmonia de seu ser, e em lugar de imprimir em sua natureza a marca da humanidade, ele somente é um reflexo de sua profissão, de sua ciência.

A educação estética do homem (1795), Friedrich Schiller

O animador cultural: olha ele aí!

Já são comuns as preocupações referentes à formação do profissional de lazer. Vale lembrar, entre outras iniciativas, a realização de eventos com temática específica e a publicação de artigos em livros, anais de eventos e periódicos.

Na área empresarial, aquela que se preocupa com a formação do gestor/administrador, vemos também surgir várias iniciativas. Podemos dar o exemplo do crescimento do número de mbas (Master of

Business Administration) ligados ao entretenimento. Outro indício interessante é o oferecimento de cursos ligados a marketing e a produção cultural, algo relacionado ao fato de que esse mercado tem avançado notavelmente no Brasil nos últimos anos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432228

Capítulo 2 - Lazer: conceitos

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 2

Lazer: conceitos

Vai começar a brincadeira!

Como vimos no capítulo anterior, em diferentes momentos da história configurou-se um significado específico para o ato de se divertir e de buscar a diversão, embora existam regularidades que devam ser observadas, em particular no âmbito da sociedade ocidental. A procura de atividades prazerosas, para além do mundo do trabalho, sempre foi algo importante para os seres humanos, ainda que não tenha sido incomum a construção de um imaginário que relacionasse essas práticas a algo pernicioso, de menor valia.

Como profissionais de lazer, é com seriedade que devemos encarar esse fenômeno social, percebendo que, no campo da cultura, é possível encontrar parâmetros conceituais que nos apontem caminhos para trabalharmos com mais eficácia, eficiência e efetividade.

Para que servem os conceitos? Todo ser humano, mesmo que não se dê conta do fato no seu cotidiano, baliza sua vida em sociedade por conceitos engendrados no âmbito do cenário em que vive. Por certo, se os compreendermos melhor, podemos encaminhar nossas ações de forma mais clara e consciente. Por exemplo, se eu entender melhor os conceitos que adoto para construir uma relação familiar, posso identificar os problemas dessa construção, refletir sobre até que ponto ela está submetida a influências externas que não são motivo de felicidade para mim e, a partir daí, reorientar meus princípios, tentando descobrir formas de relacionamento mais satisfatórias.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432228

Capítulo 3 - Os interesses culturais

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 3

Os interesses culturais

As linguagens

No capítulo anterior, identificamos que as atividades de lazer são sempre culturais, compreendidas em seu sentido mais amplo. Isto é, não devemos considerar como cultura somente uma variedade de linguagens/manifestações, mas também um conjunto de valores, normas, hábitos e representações que norteiam a vida em sociedade.

De qualquer forma, quando prepara sua atuação, o profissional de lazer faz uso dessas linguagens/manifestações para compor seu programa. Seria interessante, então, que pudéssemos vislumbrar um panorama geral de tais possibilidades de intervenção. Um quadro classificatório seria muito útil para auxiliar na realização de nossa tarefa.

Uma classificação das atividades de lazer nos é apresentada por

Joffre Dumazedier (1976), que leva em conta o interesse central desencadeado, aquele que motiva o indivíduo a buscar a prática. Considerando essa proposta, poderíamos compor nosso programa tendo em vista as diversas possibilidades de mobilizar essas diferentes escolhas, ampliando e enriquecendo o alcance de nossa atuação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432228

Capítulo 1 - A emergência do lazer

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 1

a emergência do lazer

Surge o lazer...

Se nos dias de hoje perguntarmos a pessoas dos mais diferentes estratos sociais o que significa lazer, é bem provável que uma grande parte tenha alguma opinião sobre o assunto. A palavra e os diversos sentidos da prática (entre os quais a diversão, o prazer e o descanso) foram se incorporando e tornando-se cada vez mais presentes no cotidiano da população, um indício de uma tendência de sua valorização enquanto dimensão da vida em sociedade.

Em jornais e revistas, constantemente são publicadas discussões sobre o tema, não mais somente como algo “ingênuo”, circunscrito aos cadernos de futilidades. O crescimento da chamada “indústria do lazer e entretenimento”, umas das maiores promessas econômicas da transição dos séculos XX e XXI, o reconhecimento da importância das dimensões culturais como fatores de inclusão social e a compreensão da relação entre a diversão, a saúde e a qualidade de vida trouxeram o assunto para as páginas mais “sérias”, por vezes rodeado de termos técnicos, números, cifras e expectativas utópicas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Tudor O Bompa Mauro Di Pasquale Lorenzo J Cornacchia (21)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520439753

Apêndice C – Peso máximo com base em repetições

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

APÊNDICE

Peso máximo com base em repetições

C

Os pesos que compõem o gráfico são dados em libras. Divida a carga em libras por 2,2 para convertê-la em quilogramas.

% de 1RM

100

95

90

85

80

75

Repetições

1

2

4

6

8

10

Peso levantado

700,00

695,00

690,00

685,00

680,00

675,00

670,00

665,00

660,00

655,00

650,00

645,00

640,00

635,00

630,00

625,00

620,00

615,00

610,00

605,00

600,00

595,00

590,00

585,00

580,00

575,00

665,00

660,25

655,50

650,75

646,00

641,25

636,50

631,75

627,00

622,25

617,50

612,76

608,00

603,25

598,50

593,75

589,00

584,25

579,50

574,75

570,00

565,25

560,50

555,75

551,00

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439753

12. Adaptação anatômica (AA)

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Adaptação anatômica (AA)

A maioria dos fisiculturistas iniciantes e praticantes do treinamento de força inicia programas de treinamentos rigorosos sem preparar o corpo para as exigências da carga de trabalho de alta intensidade. Muitas vezes, tais programas rigorosos se concentram imediatamente em aumentar o tamanho do músculo

(hipertrofia) ou a densidade muscular e a força por meio do uso de cargas pesadas.

Para as primeiras semanas, no entanto, recomendamos incorporar exercícios que usam o peso corporal do praticante. Exercícios como flexões tradicionais, flexões entre bancos, mergulhos em barras paralelas (sem peso), barras fixas frontais, barras fixas com pegada reversa na largura dos ombros, mergulhos entre bancos para o tríceps (sem peso), elevação de perna suspensa, abdominais, agachamentos em pé na parede e avanços ajudam os atletas a se adaptarem às exigências futuras da carga de trabalho e a melhorarem suas técnicas de levantamento antes da introdução de fases de treinamento pesado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439753

1. Adaptação ao estímulo do treinamento

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

Adaptação ao estímulo do treinamento

1

Entender determinados princípios teóricos e conceitos fundamentais do treinamento de força e do fisiculturismo, além de ter um conhecimento geral sobre o tema, permite a atletas de qualquer nível criar programas que os ajudem a alcançar suas metas e que atendam suas necessidades específicas de treinamento.

Para aplicar as informações contidas neste livro, é necessário entender como ocorre a contração muscular e como os músculos produzem trabalho.

Músculos e contração muscular

Três camadas separadas de tecido conjuntivo envolvem o músculo esquelético (ver Fig. 1.1). A mais externa é o epimísio. O tecido conjuntivo intermediário, o perimísio, envolve os feixes individuais de fibras musculares, denominados fascículos. Cada fibra muscular dentro de um fascículo é envolta em um tecido conjuntivo denominado endomísio. A membrana em torno da célula da fibra muscular é o sarcolema. As células satélites localizadas acima do sarcolema desempenham papel fundamental no crescimento e na reparação muscular (Wozniak et al., 2005).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439753

10. Exercícios para membros inferiores

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Exercícios para membros inferiores

Este capítulo apresenta exercícios para trabalhar os músculos dos membros inferiores. Quase todos os exercícios foram escolhidos com base nos resultados dos estudos EMG da parte dos membros inferiores. Em cada seção de grupo muscular, os exercícios estão em ordem da maior ativação EMG para a menor.

Consultar as tabelas de ativação da unidade motora no Capítulo 9.

Coxas, quadris e glúteos

Na musculação, as palavras maciçamente esculpidas, talhadas, definidas e distintas descrevem o par perfeito de coxas. Como a base da musculatura humana, as coxas são claramente os mais poderosos músculos do físico.

Agachamentos podem ser excelentes exercícios para fortalecer diversos músculos, ossos, ligamentos e pontos de inserção tendinosa nos membros inferiores. Na verdade, há anos o agachamento tem sido considerado o exercício perfeito para os membros inferiores. Infelizmente, por esse exercício frequentemente causar lesões na coluna lombar e nos joelhos, muitos fisiculturistas profissionais e amadores eliminaram com relutância o agachamento convencional (com a barra olímpica) de suas rotinas de treinamento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439753

5. Nutrição e dieta metabólica

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Nutrição e dieta metabólica

Durante as últimas seis décadas, a nutrição tem sido reconhecida como um elemento importante de qualquer esporte, incluindo o fisiculturismo e os esportes de força. No passado, muitos acreditavam que os atletas não precisavam de uma alimentação diferenciada, afinal, as dietas (desde que cuidadosamente planejadas) fornecem tudo aquilo que os atletas precisam para desenvolver seus corpos e competir. Entretanto, inúmeras informações médicas e científicas provaram que abordagens nutricionais específicas são essenciais ao sucesso esportivo.

Este capítulo aborda as necessidades especiais de nutrição dos fisiculturistas e como você pode usar dietas e suplementos nutricionais para maximizar seus ganhos de força e massa muscular, o que minimiza sua gordura corporal. É evidente que aqueles que se exercitam regularmente precisam ingerir mais calorias do que as pessoas sedentárias. Porém, não é tão óbvio que eles precisam de maior quantidade de proteínas e outros macronutrientes, micronutrientes e suplementos nutricionais. Além disso, é preciso refletir sobre o que é necessário para maximizar os ganhos de músculo e força e minimizar a gordura corporal.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Todd Miller (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520439197

9. Potência

Todd Miller Editora Manole PDF Criptografado

9

Potência

Mark D. Peterson, Ph.D., CSCS*D

O princípio de especificidade sugere que a avaliação de desempenho humano pode ser tratada como um processo sistemático e judicioso em que os componentes do condicionamento físico são testados, pontuados e interpretados de maneira independente. Esse princípio é motivado pela suposição de que os atributos de condicionamento não apenas são distintos, mas também respondem a variáveis de treinamento. Como o treinamento é projetado para tratar de condições específicas de determinado esporte ou atividade, o teste e a avaliação devem complementar a prescrição de exercício e formar a base objetiva a partir da qual todo o processo de melhora no desempenho será monitorado. A noção de especificidade é especialmente complexa quando se controlam os fatores relativos à produção de potência.

Tanto é verdade que a avaliação e o desenvolvimento subsequente de potência muscular se tornaram um dos tópicos mais discutidos em todos os segmentos da ciência do exercício.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439197

1. Testes, análise de dados e conclusões

Todd Miller Editora Manole PDF Criptografado

1

Testes, análise de dados e conclusões

Matthew R. Rhea, Ph.D., CSCS*D, e Mark D. Peterson, Ph.D., CSCS*D

A prescrição de exercício bem-sucedida começa com uma análise que indique as necessidades do cliente. Chamado de análise de necessidades (National Strenght and Conditioning Association 2000), esse processo envolve a determinação do estilo de vida do cliente e as demandas do esporte, bem como a identificação de lesões e de limitações atuais e prévias, a experiência geral de treinamento, o nível existente de condicionamento e a habilidade em uma variedade de componentes esportivos e de condicionamento. Sem esses dados, a partir dos quais se geram avaliações de base e de acompanhamento, os treinadores e os profissionais de força e de condicionamento tendem a projetar e a implantar programas de exercício comuns criados não para o indivíduo, mas para um grande grupo de potenciais praticantes.

A condução dos testes e a avaliação dos dados coletados geram informações objetivas sobre os pontos fortes e fracos das capacidades fisiológicas e funcionais do cliente. Quando realizado de maneira correta, esse processo possibilita que o profissional do exercício desenvolva o programa de treinamento mais eficaz e apropriado ao atleta. No entanto, o processo envolve muito mais do que a simples

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439197

6. Limiar de lactato

Todd Miller Editora Manole PDF Criptografado

6

Limiar de lactato∗

Dave Morris, Ph.D.

O lactato é um metabolito que pode ser produzido pela quebra da glicose ou do glicogênio durante o processo de glicólise. Embora várias células e tecidos usem glicólise e produzam lactato, o maior produtor durante o exercício é o músculo esquelético, que depende da via glicolítica para produzir energia para as contrações.

Antigamente, acreditava-se que o lactato era um resíduo do metabolismo de carboidrato. Na realidade, parte do lactato produzido pelo músculo em ação pode ser retida por esse músculo e usada como metabolito de energia. O lactato restante que não é queimado no músculo em ação se difunde no sangue, onde seus níveis podem ser medidos por diversas técnicas. Uma dessas estratégias de medição, o teste do limiar de lactato, envolve o pedido à pessoa que realize uma sessão de exercício com taxas progressivamente mais altas em ação. Em intervalos regulares durante o teste, são tiradas amostras de sangue, cuja concentração de lactato é analisada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439197

4. Taxa metabólica

Todd Miller Editora Manole PDF Criptografado

4

Taxa metabólica

Wayne C. Miller, Ph.D., EMT

A capacidade do corpo de se exercitar ou realizar trabalho físico depende de sua capacidade de produzir, usar e regular energia. Metabolismo é o termo usado para descrever esse uso generalizado de energia no corpo. Embora o metabolismo inclua tanto a síntese como a degradação de compostos biológicos ou o total do equilíbrio entre ingestão de alimento e gasto energético, costumamos nos referir

à taxa metabólica como a taxa de gasto energético. A taxa de gasto energético (ou metabolismo) necessária pelo corpo ou por qualquer uma das suas células pode variar de rendimentos de alta potência a rendimentos de baixa potência. Os cientistas de exercício classificam os processos bioquímicos usados para gastar energia durante o exercício em categorias, dependendo da demanda de rendimento de potência. Termos como glicólise rápida, glicólise lenta, metabolismo aeróbico, anaeróbico, entre outros, são usados para descrever taxas de metabolismo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439197

3. Frequência cardíaca e pressão arterial

Todd Miller Editora Manole PDF Criptografado

3

Frequência cardíaca e pressão arterial

Daniel G. Drury, DPE, FACSM

A frequência cardíaca (FC) e a pressão arterial (PA) são dois fatores circulatórios que garantem a distribuição apropriada de sangue em todo o corpo. Com a mudança das demandas fisiológicas, cada fator ajusta-se para ajudar a fazer com que a quantidade certa de sangue passe pelos tecidos. Mudanças de posição, intensidade de exercício, modo de exercício e estado de excitação podem resultar em ajuste da frequência cardíaca e da PA. Embora esses dois fatores possam ser alterados de maneira independente, eles apresentam uma inter-relação sistêmica, de modo que o ajuste em um deles costuma ser acompanhado por ajuste no outro.

Como a FC ativa é um indicador indireto de intensidade de exercício, ela costuma ser usada para monitorar, ajustar e individualizar programas de treinamento.

Nos últimos anos, os monitores de FC se tornaram mais precisos e acessíveis. Em consequência, treinadores e instrutores conseguem ajudar os atletas a aperfeiçoar seus treinamentos fazendo com que a intensidade dos treinos seja relativa a suas capacidades fisiológicas. Além disso, as adaptações crônicas ao treinamento também podem ser monitoradas pela observação das mudanças na frequência cardíaca em repouso (FCrepouso) assim como durante o exercício em qualquer intensidade.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Timothy R Ackland Bruce C Elliott John Bloomfield (18)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520431016

Capítulo 5. Composição corporal nos esportes

Timothy R. Ackland, Bruce C. Elliott, John Bloomfield Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5 Composição corporal nos esportes

Deborah A. Kerr, Ph.D; e Arthur D. Steward, Ph.D.

A avaliação da composição corporal no esporte é realizada para determinar o físico do atleta e monitorar o efeito das modificações em seu treinamento e em sua dieta. Quando utilizada corretamente, a avaliação da composição corporal

é um instrumento valioso para ajudar o atleta a alcançar desempenhos de pico. Os dados fornecidos podem quantificar os tecidos que impulsionam ou impedem o desempenho e a mudança morfológica do perfil com o passar do tempo em paralelo às alterações no treinamento. Contudo, há o potencial para uso equivocado dos dados da composição corporal. Por exemplo, não é raro que treinadores estabeleçam pontos-limite para os níveis de gordura corporal dos atletas que são anedóticos e não baseados em evidência científica que ligue o desempenho à composição corporal.

Portanto, é fundamental que o pesquisador do esporte seja capaz de orientar os atletas e treinadores sobre a relação entre composição corporal e desempenho esportivo. Além disso, a composição corporal não consiste apenas em obtenção de medidas, mas também na compreensão do impacto que isso pode ter no atleta. É importante compreender que a composição corporal é apenas um fator a influenciar o desempenho esportivo. Este capítulo delineia os fatores que afetam a composição corporal, descreve os métodos para avaliá-la e explica como interpretar os dados da composição corporal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431016

Capítulo 18. Um exemplo prático: salto com vara

Timothy R. Ackland, Bruce C. Elliott, John Bloomfield Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 18 Um exemplo prático

Salto com vara

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Andrew Lyttle, Ph.D.; e Bruce C. Elliott, Ph.D.

A habilidade de avaliar a capacidade de um atleta – para determinar seus pontos fortes e seus pontos fracos – é fundamental para um treinamento bem-sucedido. O modelo apresentado no Capítulo 1 (Fig. 1.1) oferece uma estrutura em que o treinador ou pesquisador do esporte pode aperfeiçoar o desempenho, pelo direcionamento dos componentes físicos e técnicos específicos do indivíduo em relação ao esporte.

Este capítulo se concentra na progressão de um atleta de elite ao longo de um período de cinco anos, em que foram experimentadas intervenções específicas na tentativa de melhorar desempenhos no salto com vara. Nesse esporte, o atleta não deve apenas dominar a difícil técnica dessa mo­ dalidade de salto, mas também deve ter a capacidade gerar uma elevada velocidade de corrida durante a aproximação e a força física necessária para transferir as grandes forças do “encaixe da vara” para a energia de deformação na vara.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431016

Capítulo 17. Mecânica no esporte: aplicações específicas

Timothy R. Ackland, Bruce C. Elliott, John Bloomfield Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 17 Mecânica no esporte

Aplicações específicas

Bruce C. Elliott, Ph.D.; Timothy R. Ackland, Ph.D.; e Jacqueline A. Alderson, Ph.D.

O Capítulo 14 oferece ao leitor uma estrutura que pode ser utilizada na análise dos movimentos esportivos, ao pas­ so que o Capítulo 16 trata de como os princípios biomecâ­ nicos podem ser apresentados aos atletas para que possam melhorar seu desempenho. O presente capítulo considera os princípios biomecânicos mais importantes (que formam a base dos modelos de análise mecânica no Cap. 14) relativos a diversas modalidades esportivas inseridas nas nove cate­ gorias genéricas discutidas neste livro (Tab. 17.1). Conceitos biomecânicos gerais são apresentados e ligados a es­portes específicos com base na tabela. Não é nossa intenção refletir o que seria geralmente encontrado em um tex­to de biome­ cânica; o que se pretende é estimular ainda mais compre­ ensão do aluno (ou do atleta) com relação à biomecânica, a partir de uma perspectiva basicamente qualitativa. O leitor deve se lembrar que, em geral, é a aplicação desses princípios que é modificada durante a fase de intervenção da análise dos movimentos, conforme discutido nos Capítulos 14 e 16.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431016

Capítulo 4. Somatotipo nos esportes

Timothy R. Ackland, Bruce C. Elliott, John Bloomfield Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4 Somatotipo nos esportes

J.E. Lindsay Carter, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

A medição científica do físico e dos tipos corporais humanos ocorreu principalmente durante o último século; contudo, os médicos e estudiosos de biologia humana já se interessavam há muitos séculos por esse assunto. Hipócrates classificou formalmente dois tipos corporais fundamentais no século V a.C. O primeiro tipo foi denominado ha‑ bitus phthisicus, caracterizado por um corpo longo e esguio dominado por uma dimensão vertical, e o segundo foi chamado de habitus apoplecticus, cuja principal característica física era um corpo curto e atarracado que era forte na dimensão horizontal. Depois de Hipócrates, muitos pesquisadores desenvolveram classificações categóricas que variam de 2 a 5 “tipos” (Tucker e Lessa, 1940). Essas “categorias distintas” eram muito gerais e nem todos podiam ser alocados com precisão nelas.

Desenvolvimento dos métodos de classificação dos somatotipos

O somatotipo é uma expressão ou descrição quantificada da atual estrutura morfológica de uma pessoa. Consiste em uma pontuação de três numerais, por exemplo, 3½‑2‑1. Os três numerais são sempre anotados na mesma ordem, cada qual descrevendo o valor de um componente particular do físico (Duquet e Carter, 2008).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431016

Capítulo 13. Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Bruce C. Elliott, John Bloomfield Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13 Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Deborah A. Kerr, Ph.D.; e Robert U. Newton, Ph.D.

Este capítulo tem por objetivo reunir as informações essenciais que foram apresentadas nos capítulos que com­ põem esta seção sobre capacidades físicas para que os atletas tenham acesso a orientações para treinamento es­ pecífico em diversos esportes. Este é um tipo de capítulo instrucional, com recomendações para programas de trei­ namento específicos que incorporam estratégias para mo­dificação de composição corporal, força, potência, fle­ xibilidade, velocidade e agilidade sempre que tais fatores sejam considerados importantes para o sucesso na compe­ tição. Contudo, o leitor não deve pensar que essas estratégias sejam os únicos programas ou rotinas de treinamento de­ finitivo disponíveis. Na verdade, os treinadores devem ter uma atitude criteriosa para modificar os elementos do treinamento de maneira a que atendam às necessidades de cada um de seus atletas. Essa é a essência de um bom esque­ ma de treinamento, um ponto que foi discutido no Capí­ tulo 1 deste livro.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Steven J Fleck William J Kraemer (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582713891

Capítulo 7 - Estratégias Avançadas de Treinamento

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

7

Estratégias Avançadas de Treinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever o padrão de intensidade e volume de treinamento mais utilizado para a periodização linear e não linear;

2. descrever os resultados das pesquisas a respeito de alterações na força, no desempenho motor e na composição corporal em resposta a treinos com periodização linear e não linear;

3. definir treino de potência e discutir como a taxa de produção de força, a carga levantada, a velo­ cidade de movimentos e a fase de desaceleração influenciam no desenvolvimento de po­tência num exercício;

4. descrever os resultados de pesquisas a respeito da elaboração de programa de treinamento pliométrico ideal; e

5. discutir por que duas sessões de treino com pesos por dia podem ser vantajosas para os atletas.

A busca de estratégias avançadas de treinamento provavelmente teve início após o desenvolvimento dos primeiros programas de treinamento resistido. Após a execução de um programa de treino resistido por um curto período de tempo, tendo atingido ganhos substanciais em força e hipertrofia, alguém provavelmente se perguntou: o que eu posso fazer para melhorar meu programa atual de treinamento? Essa busca de estratégias avançadas, iniciada àquela altura, ainda persiste. A po­ pu­la­ridade de estratégias avançadas de treinamento é de­monstrada por levantamentos indicando que 95% dos treinadores no ensino médio norte-americano, 69% dos treinadores da American National Football League, 80% dos competidores de strongman, 85% dos treinadores da

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713891

Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

8

Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713891

Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

1

Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713891

Capítulo 9 - Mulheres e Treinamento Resistido

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

9

Mulheres e Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. compreender as diferenças de desempenho entre homens e mulheres;

2. identificar as diferenças entre homens e mulheres na força dos membros superiores e inferiores, nas perspectivas relativa e absoluta;

3. compreender as diferenças de sexo relacionadas à função hormonal e às respostas a exercícios de força;

4. identificar as principais diferenças da morfologia das fibras musculares entre homens e mulheres;

5. compreender os efeitos de diferentes programas de treino resistido para mulheres;

6. compreender as diferentes fases do ciclo menstrual e fatores relacionados à disfunção mens­ trual;

7. identificar fatores relacionados à prevenção de lesões em mulheres e o papel do treino resistido; e

8. desenvolver um programa de treinamento resistido para mulheres.

Mulheres de todas as idades já compreendem os be-

nefícios dos exercícios de força e do estilo ativo em geral.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713891

Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

4

Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais