Ackland Timothy R Elliott Bruce C Bloomfield John (18)
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Capítulo 2. Identificação de talentos e estabelecimento do perfil

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2 Identificação de talentos e estabelecimento do perfil

Jason P. Gulbin, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

Durante os últimos 50 anos, os treinadores vêm identificando atletas talentosos e com perfil informalmente estabelecido; mas não foi senão nos primeiros anos da década de 1970 que países do Leste Europeu, sobretudo a Rússia, a

Alemanha Oriental, a Hungria e a Tchecoslováquia e, mais tarde, a China, deram início a programas sistemáticos que iriam ajudá-los a conquistar um grande número de medalhas internacionais nas décadas de 1970 e 1980. Tanto

Alabin, Nischt e Jefimov (1980) como Hahn (1990) sugeriram que procedimentos eficientes para identificação de talentos desempenham papel muito importante no esporte moderno, tendo sido fator importante no domínio da

Europa Oriental em muitos esportes olímpicos durante as décadas de 1970 e 1980.

Programas semelhantes surgiram na Europa Ocidental, na América do Norte e em alguns países da Comunidade

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Capítulo 12. Equilíbrio e agilidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12 Equilíbrio e agilidade

David Lloyd, Ph.D.; Timothy R. Ackland, Ph.D.; e Jodie Cochrane, Ph.D.

Aliada às capacidades como velocidade, potência, força e flexibilidade, a coordenação das ações musculares pelo sistema nervoso central tem papel vital no desempenho bem‑sucedido de um atleta. Essa capacidade de coordenar com precisão o timing e a força de contração dos músculos esqueléticos é essencial nas capacidades afins de equilíbrio e agilidade. Embora essas duas capacidades sejam modifi­ cadas pela estrutura física do atleta e possam ser afetadas pela técnica, o equilíbrio e a agilidade dependem intensa­ mente do desenvolvimento do controle neuromuscular. De acordo com Tittel (1988), isso é de particular importância para esportes acrobáticos e técnicos, como ginástica, gi­ nástica rítmica, saltos ornamentais e patinação artística, além de outras atividades como, por exemplo, natação, luta greco‑romana, esgrima, boxe e jogos com bola. Além do controle neuromuscular, a agilidade também depende da capacidade cognitiva do jogador em “ler” a situação do jogo em esportes de equipe, por exemplo, futebol, hóquei, basquetebol e netbol.

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Capítulo 10. Velocidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10 Velocidade

John Cronin, Ph.D.; e Anthony J. Blazevich, Ph.D.

No esporte, a palavra “velocidade” pode ser utilizada em muitos contextos, em referência à velocidade média para terminar uma maratona, a velocidade de transcurso do círculo para um lançador de disco, a velocidade máxima de impulsão para um atleta do salto triplo ou a velocidade de um serviço no tênis, ou do arremesso da bola no beisebol. Em termos mecânicos, “velocidade” se refere ao tempo necessário para completar uma distância linear ou angular, que é o resultado da velocidade de reação (tempo de reação,

TR) e velocidade de movimento.

Tempo de reação é o tempo consumido desde a detecção de um estímulo até o primeiro movimento. Nas modalidades de velocidade, o TR de atletas de elite é de cerca de 130 a 140 ms (Mero, Komi e Gregor, 1992). Em termos de uma corrida de 100 m em 10 s, isso representa apenas 1,3% a

1,4% da corrida, e seria relativamente pouco importante um trei­namento para esse percurso. Contudo, as posições na chegada nos 100 m pode diferir em até somente 1 a 10 ms.

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Capítulo 13. Modificação das capacidades físicas

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13 Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Deborah A. Kerr, Ph.D.; e Robert U. Newton, Ph.D.

Este capítulo tem por objetivo reunir as informações essenciais que foram apresentadas nos capítulos que com­ põem esta seção sobre capacidades físicas para que os atletas tenham acesso a orientações para treinamento es­ pecífico em diversos esportes. Este é um tipo de capítulo instrucional, com recomendações para programas de trei­ namento específicos que incorporam estratégias para mo­dificação de composição corporal, força, potência, fle­ xibilidade, velocidade e agilidade sempre que tais fatores sejam considerados importantes para o sucesso na compe­ tição. Contudo, o leitor não deve pensar que essas estratégias sejam os únicos programas ou rotinas de treinamento de­ finitivo disponíveis. Na verdade, os treinadores devem ter uma atitude criteriosa para modificar os elementos do treinamento de maneira a que atendam às necessidades de cada um de seus atletas. Essa é a essência de um bom esque­ ma de treinamento, um ponto que foi discutido no Capí­ tulo 1 deste livro.

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Capítulo 4. Somatotipo nos esportes

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4 Somatotipo nos esportes

J.E. Lindsay Carter, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

A medição científica do físico e dos tipos corporais humanos ocorreu principalmente durante o último século; contudo, os médicos e estudiosos de biologia humana já se interessavam há muitos séculos por esse assunto. Hipócrates classificou formalmente dois tipos corporais fundamentais no século V a.C. O primeiro tipo foi denominado ha‑ bitus phthisicus, caracterizado por um corpo longo e esguio dominado por uma dimensão vertical, e o segundo foi chamado de habitus apoplecticus, cuja principal característica física era um corpo curto e atarracado que era forte na dimensão horizontal. Depois de Hipócrates, muitos pesquisadores desenvolveram classificações categóricas que variam de 2 a 5 “tipos” (Tucker e Lessa, 1940). Essas “categorias distintas” eram muito gerais e nem todos podiam ser alocados com precisão nelas.

Desenvolvimento dos métodos de classificação dos somatotipos

O somatotipo é uma expressão ou descrição quantificada da atual estrutura morfológica de uma pessoa. Consiste em uma pontuação de três numerais, por exemplo, 3½‑2‑1. Os três numerais são sempre anotados na mesma ordem, cada qual descrevendo o valor de um componente particular do físico (Duquet e Carter, 2008).

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Alexandre Gomes De Almeida (3)
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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Arnold Schwarzenegger (26)
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Medium 9788573078688

As Costas

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

ENCICLOPÉDIA DE FISICULTURISMO E MUSCULAÇÃO

As Costas

OS MÚSCULOS DAS COSTAS

O grande dorsal, o grande músculo triangular que se estende de baixo dos ombros para baixo até a parte mais estreita das costas em ambos os lados. Estes são os maiores músculos da parte superior do corpo.

FUNÇÃO BÁSICA: Puxar os ombros para baixo e para trás.

O eretor da espinha ou sacroespinhal constitui-se de vários músculos na parte dorsal inferior que protegem os canais nervosos e ajudam a manter a espinha ereta. Eles também são os músculos do corpo que têm a recuperação mais lenta após o exercício pesado.

FUNÇÃO BÁSICA: Manter a espinha ereta.

Nota: O trapézio, o músculo achatado, triangular, que se estende para fora e para baixo a partir do pescoço e entre as omoplatas, está incluído no capítulo sobre os ombros.

Trapézio

Eretor da espinha

Grande dorsal

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346

ARNOLD SCHWARZENEGGER

Grande dorsal

TREINANDO AS COSTAS

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Capítulo 3. A Experiência de Treinamento

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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A Experiência de Treinamento

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odo fisiculturista fica imensamente satisfeito de olhar-se no espelho, fazer algumas poses e ver seus músculos desenvolvidos salientando-se por todo o corpo. Ou utilizar uma fita métrica para calcular exatamente quantos milímetros ele ganhou em cada parte do corpo. Mas, para mim, a própria experiência de treinamento era sempre muito recompensadora e prazerosa. As horas que eu despendia na academia eram o ponto alto do meu dia. Gostava da sensação de estar treinando, de ficar bombeado durante o treinamento e da sensação relaxada de quase exaustão que vem depois. Eu não apenas adorava ser um fisiculturista: realmente me entusiasmava praticando fisiculturismo.

Treinar com esse tipo de entusiasmo é vital. Ir à academia todos os dias e sujeitar-se a sessões de treinamento que derrubariam um elefante é muito difícil a menos que você realmente ame isso. Fisiculturistas que precisam obrigar-se a ir à academia para treinar nunca alcançarão o tipo de sucesso possível para aqueles que mal podem esperar para chegar à academia e começar o treinamento com pesos. Alguns atletas precisam ser estimulados a treinar mais intensamente, e outros devem ser advertidos para não treinar demais. Na minha opinião, o atleta que precisa ser refreado chegará sempre no topo.

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Capítulo 3. Programa de Treinamento Básico

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Programa de

Treinamento Básico

A

primeira tarefa do fisiculturista iniciante é desenvolver uma base sólida de massa muscular – peso muscular puro, não gordura volumosa. Mais tarde você tentará transformar essa musculatura em um físico equilibrado e de qualidade.

Você realiza esse treinamento básico e árduo utilizando pesos pesados – ralando semana após semana até que o corpo comece a responder. E o que entendo por treinamento básico não se resume apenas a alguns exercícios como supinos, remadas curvadas e agachamentos, mas 30 ou 40 exercícios todos planejados para estimular e desenvolver os principais grupos musculares do corpo.

No final desse período, o que você quer é tamanho, a matéria prima de um grande físico. No meu próprio caso, ou no caso de outros fisiculturistas como Dave Draper ou Lee Haney, alcançamos totalmente isso por volta dos vinte anos de idade. Eu era enorme, 109 kg, mas inacabado – como um filhote enorme e desengonçado que ainda não cresceu para corresponder ao tamanho dos seus pés. Apesar de ter vencido campeonatos importantes, era como um diamante bruto; mas eu tinha muita massa e nesse ponto comecei a criar o tipo de aparência acabada e polida que precisava para tornar-me o melhor que eu podia ser.

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Capítulo 6. Programa de Treinamento para Competição

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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Programa de Treinamento para Competição

A

tualmente, um enorme número de fisiculturistas treina duas ou três horas por dia e dedica-se a desenvolver um físico maior e melhor. Embora apenas uma pequena porcentagem desses fisiculturistas obviamente motivados prossiga e dê o próximo passo – o treinamento para competição.

A barreira que tem de ser superada para que se trabalhe em direção à competição é mais mental do que física: você tem que colocar na cabeça que o que você realmente quer é unir-se ao nível dos fisiculturistas competidores, competindo com fisiculturistas que você provavelmente admirou no passado e cujas imagens ajudaram a inspirá-lo e motivá-lo a continuar treinando.

DESENVOLVENDO UM FÍSICO DE COMPETIÇÃO

Competição é um negócio completamente diferente. Você de repente fica preocupado com coisas como tom da pele, apresentação, rotinas de pose e, acima de tudo, aprender a lidar com um tipo de pressão que simplesmente não existe na academia e contra a qual você talvez não tenha desenvolvido nenhuma defesa.

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Capítulo 2. Controle de Peso: Ganhando músculo, Perdendo Gordura

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Controle de Peso:

Ganhando Músculo,

Perdendo Gordura

O

objetivo da dieta no fisiculturismo é ajudá-lo a ganhar músculos e perder gordura. Várias dietas populares estão preocupadas com a perda global de peso corporal, mas muitas delas resultam na perda de uma quantidade substancial de tecido muscular bem como da gordura armazenada. Mesmo alguns fisiculturistas caem na tentação de se “matar” de fome na tentativa de atingir uma musculosidade máxima. Mas os fisiculturistas mais bem-sucedidos aprenderam as estratégias delineadas neste capítulo para produzir massa muscular, mantendo a gordura corporal em um nível mínimo e os níveis de energia durante o período no qual estão restringindo calorias.

Nas páginas seguintes, primeiro examinaremos quais são alguns objetivos e problemas das dietas de controle de peso, para depois passarmos aos programas específicos para atingir seus objetivos dietéticos pessoais.

COMPOSIÇÃO CORPORAL

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Balbinotti Carlos (16)
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Medium 9788536317687

11 Os modelos estratégico-táticos do tênis de competição

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

178

Carlos Balbinotti e cols.

11

OS MODELOS ESTRATÉGICO-TÁTICOS

DO TÊNIS DE COMPETIÇÃO

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

O sistema estratégico-tático do tênis envolve uma série de variáveis. Este capítulo trata inicialmente de alguns fatores que são fundamentais para a percepção do tenista sobre as ações decorrentes da quadra de jogo. Em seguida, vamos ressaltar e justificar a relevância da relação entre o conhecimento teórico e a experiência, com o objetivo de compreender a complexidade do jogo de tênis. Além disso, o texto procura aprofundar o conhecimento sobre os fundamentos estratégico-táticos por meio da definição de conceitos e apresentação de exemplos ilustrativos.

O treinamento estratégico-tático do tenista deve estar presente desde a preparação para as primeiras competições. No entanto, ele assume uma importância capital na faixa etária dos 17 aos 21 anos, após uma formação completa da técnica esportiva. Parte-se do pressuposto de que o tenista nessa fase já desenvolveu um trabalho orientado para a técnica esportiva por cerca de 10 anos. Tempo suficiente para aprender e também consolidar um padrão de movimentos específico do esporte; mas não apenas isso: muito além disso, foi possível amadurecer nesse período um grupo

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7 A iniciação ao tênis como fator de promoção social de crianças em situação de risco

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

113

7

A INICIAÇÃO AO TÊNIS COMO

FATOR DE PROMOÇÃO SOCIAL DE

CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE RISCO

Nadia Cristina Valentini

Adriana Berleze

Constance Müller Piffero

Bárbara Coiro Spessato

As condições sociais precárias de uma indivíduos por meio da implementação de grande parcela da população, o aumento ações educacionais. do desemprego, a carência de programas

Muitos projetos sociais implementaque contribuam efetivamente para a edudos refletem o compromisso de educadocação de crianças e jores com crianças que vens, a dificuldade dos vivem em condições

Diversas ações têm sido pais em formar e manadversas, alinhados desenvolvidas atendendo diretater famílias e a incapacom pressupostos lemente a grupos de indivíduos que cidade de numerosas gais de proteção intevivem em situação de risco e famílias proporcionagral de crianças e adovulnerabilidade socioeconômica rem uma infância rica lescentes (Estatuto da provenientes de regiões periféricas em experiências para

Criança e do Adolesde grandes cidades. Essas ações suas crianças têm concente – ECA – lei Fedesão alicerçadas com o compromistribuído fortemente ral 8.069/1990) (Braso social de mediar o processo de para o aumento da viosil, 1990) e com leis desenvolvimento, principalmente lência doméstica, do que norteiam a ação de crianças, e, muitas vezes, promover a emancipação de comutrabalho infantil e do dos profissionais que nidades que, em decorrência dos abandono de crianças e trabalham com esse escassos recursos financeiros, posjovens (Hellison, 1995; público (Lei de Diretrisuem poucas oportunidades de inRamey; Bryant; Suazes e Bases da Educategrar-se a ações educacionais de rez, 1990). É nesse ceção Nacional – LDB – formação e capacitação. nário que ações nãolei Federal 9.394 – governamentais gaMEC) (Brasil, 1996). nham força e assumem o compromisso com

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Medium 9788536317687

5 Iniciação esportiva universal: uma escola da bola aplicada ao tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Carlos Balbinotti e cols.

5

INICIAÇÃO ESPORTIVA UNIVERSAL:

UMA ESCOLA DA BOLA APLICADA AO TÊNIS

Pablo Juan Greco

Siomara Aparecida da Silva

Layla Campos Aburachid

Os conteúdos que os professores de

Educação Física Escolar (EFE) desenvolvem de forma generalizada no ensino dos esportes giram prioritariamente em torno dos jogos esportivos coletivos (basquetebol, futebol, futsal, handebol e voleibol).

Assim, reproduzem uma “monocultura” dessas cinco modalidades esportivas na escola, reduzindo as opções para divulgação, ensino e prática de outras modalidades, principalmente as de raquete, como conteúdos da EFE.

Nas escolinhas especializadas, direcionam-se os processos de ensino na busca de talentos para a formação de atletas, sendo comum observar uma especialização esportiva precoce. A especialização precoce, desde o seu início, visa a uma estabilidade e consistência dos fundamentos técnicos básicos para um melhor desempenho no jogo, semelhantes ao modelo do campeão.

Neste capítulo, procura-se responder a perguntas do tipo: é possível praticar esportes de raquete na escola? É possível praticá-los com baixos custos? É possível um professor que não teve a vivência da prática ensinar tênis? Nas escolinhas especializadas, pode ser aplicada uma meto-

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1 Iniciação ao tênis na infância: os primeiros contatos com a bola e a raquete

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

1

INICIAÇÃO AO TÊNIS NA INFÂNCIA:

OS PRIMEIROS CONTATOS COM

A BOLA E A RAQUETE

Patrícia Ramos de Paula

Carlos Balbinotti

A iniciação ao tênis na infância frede forma que possa manter o aluno motivado à prática do jogo. O essencial é perqüentemente é entendida e orientada pelo mitir que o processo de aprendizagem e ensino convencional dos fundamentos técnicos do esporte. Porém, se levarmos em de desenvolvimento da técnica esportiva do tenista evolua continuamente. Para tanconta as necessidades da criança e suas reais to, é preciso sistematizá-lo desde a infâncapacidades nessa etapa do desenvolvimencia, pois o tênis é considerado um esporte to, é preciso romper com essa metodologia de ensino, que representa uma proposta com grande diversidade e complexidade de movimentos. metodológica unicamente mecanicista, caSabe-se que nem todos os jovens que racterizada pela monotonia de exercícios passam pela escola esrepetitivos. portiva serão tenistas

Neste capítulo,

O trabalho de iniciação de alto rendimento, são apontados importécnica ao tênis na infância enfapois para isso é necestantes aspectos didátitiza, primeiramente, a formação cos e metodológicos a sária a combinação de de uma base motora rica e variadiversos fatores, entre serem observados e as da que contribuirá também para eles a disponibilidade habilidades motoras esa aprendizagem de outras modade tempo e/ou a capapecíficas que justificam lidades esportivas e atividades da e requerem tal ação pecidade de investimenvida diária. to na carreira. Por essa dagógica. Por fim, como razão, a responsabilidade do professor vai forma de contribuição direta à prática proalém do compromisso de formar um tenisfissional, são apresentados referenciais para ta de alto nível: é preciso que o esporte a planificação do trabalho. seja uma experiência efetiva de formação

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8 Tênis nas escolas: a capacitação de professores por meio da educação a distância

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

124

Carlos Balbinotti e cols.

8

TÊNIS NAS ESCOLAS: A CAPACITAÇÃO

DE PROFESSORES POR MEIO

DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Luciano da Rosa dos Santos

Maria Isabel Timm

Carlos Balbinotti

A educação a distância apresenta recursos capazes de suprir as necessidades encontradas para a formação continuada de professores da educação básica, principalmente no que se refere a conteúdos pouco trabalhados durante a sua formação inicial. O presente capítulo apresenta uma proposta de utilização da educação a distância na estruturação de um curso de tênis em escolas, voltado a um público de professores da educação básica.

Alguns estudos demonstram que estudantes estariam apresentando um desenvolvimento motor muito empobrecido, principalmente em relação às habilidades manipulativas e, conseqüentemente, à rebatida (Valentini, 2002; Isayama; Gallardo,

1998). Para esses autores, esse quadro deve-se, entre outros fatores, à falta de oportunidades e estímulo; ou seja, faltam atividades que promovam o desenvolvimento dessas habilidades. Isso acaba gerando conseqüências para toda a vida, uma vez que a infância é a fase mais importan-

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Cole Brian Panariello Rob (10)
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4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

4

E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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6. Treinamento explosivo com pesos para jogar acima da cesta

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

TREINAMENTO EXPLOSIVO COM

PESOS PARA JOGAR ACIMA

DA CESTA

6

T

reinamento de força explosiva é sinônimo de capacidade de gerar potência. A qualidade do trabalho diz respeito à produção de uma força que provoca deslocamento, como se um músculo gerasse força para deslocar um peso por uma determinada distância. O trabalho não tem nada a ver com a duração das forças musculares que causam o deslocamento. O valor da força é expresso na seguinte fórmula: trabalho = força × distância

Ao levantar grandes pesos, como nos movimentos de força do agachamento, levantamento terra e supino, você não precisa considerar o elemento tempo para concluir a repetição. Por outro lado, a potência depende do fator tempo para que a repetição seja concluída. A fórmula da potência é: potência = (força × distância) / tempo

89

90

ANATOMIA DO BASQUETE

Portanto, ao treinar com pesos para desenvolver força explosiva, você tem que executar esses tipos de exercícios em um período de tempo muito curto. Apesar de dois exercícios diferentes poderem envolver a mesma quantidade de trabalho, aquele executado no período de tempo mais curto (na velocidade mais alta) gera a maior potência. A capacidade de produzir força muito rapidamente também ocorre no maior nível da taxa de desenvolvimento de força (TDF). A TDF de um músculo é o grau máximo de aumento da força gerada durante a fase inicial de uma contração muscular. A TDF é imprescindível para o sucesso no esporte. A maioria das habilidades esportivas é realizada em um período curto de tempo (200 a 300 ms); o tempo para produzir força muscular máxima pode demorar até 500 milissegundos. Dessa forma, o atleta mais forte de uma equipe nem sempre pode ser tão eficaz quanto o atleta mais potente (ver Fig. 6.1). Por exemplo, como há um tempo limitado para ultrapassar um adversário ou saltar mais alto que ele, um atleta que puder gerar força muscular de forma rápida terá vantagem sobre o adversário que talvez seja mais forte, porém mais lento na produção de força muscular.

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2. Membros inferiores: onde o jogo começa

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

MEMBROS INFERIORES:

ONDE O JOGO COMEÇA

2

G

rande parte do esforço atlético, senão todo, inicia-se com a aplicação de forças contra o solo para impulsão, e o jogo de basquete não é diferente. Os atletas da elite mundial são aqueles que aplicam a maior quantidade de força contra o solo no menor período de tempo. A força dos membros inferiores é um componente físico crucial para que, em decorrência de sua aplicação, se obtenha o melhor desempenho (Fig. 2.1). Ela também é importante para o restabelecimento após a força inicial produzida em situações como a aterrissagem depois de um salto vertical alto ou a desaceleração antes de um corte. Você deve correr, saltar, acelerar, desacelerar e cortar em alta velocidade, pois esses movimentos são iniciados pelos membros inferiores e dependem de sua força. Os membros inferiores são considerados a base a partir da qual se desenvolvem todas as habilidades do basquete, portanto perceba como a força desses membros é importante para o esporte.

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1. O jogador de basquete em movimento

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

O JOGADOR DE BASQUETE

EM MOVIMENTO

1

A

atuação no basquete, como em qualquer outro desafio atlético, exige que os jogadores aperfeiçoem suas qualidades físicas a fim de assegurar que o empenho atlético máximo se repita ao longo do tempo. Jogadores de basquete devem ser capazes de correr, saltar, acelerar, desacelerar e mudar de direção. A tendência geral para o sucesso dessas atividades físicas é ser eficaz desde o início; em outras palavras, você deve empregar níveis máximos de força contra o solo no tempo mais curto. A terceira lei de Newton sobre movimento postula que para cada ação há uma reação de mesma intensidade e em sentido oposto. Portanto, quanto mais força você aplicar ao solo, maior será a força de reação para impulsioná-lo. Atletas de elite são aqueles que aplicam a maior quantidade de força ao solo em menor tempo. Para melhorar sua capacidade de aplicar rapidamente altos níveis de força ao solo, você deve aumentar as qualidades físicas específicas em uma determinada sequência.

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10. Juntando tudo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

JUNTANDO TUDO

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O

treinamento de basquete requer a realização de exercícios específicos, porém é igualmente importante ter um plano de ação organizado. Da mesma forma que em outras áreas da vida, como a poupança para que futuramente uma criança curse o ensino superior, a construção de uma casa, ou ainda a manutenção de uma conta para a aposentadoria, o plano de ação ajuda a cumprir objetivos. Cada objetivo requer um plano para assegurar aplicação, satisfação e resultados adequados. O programa de treinamento do atleta não é diferente. A avaliação, a preparação do atleta e do programa, a escolha e também a ordem dos exercícios são detalhadas neste capítulo.

Avaliação

Antes de estabelecer um programa de treinamento, você precisa anotar informações específicas a fim de garantir um regime adequado. Idade e gênero são fatores importantes. O mais importante é a história médica; registre qualquer problema crônico de saúde como asma ou diabete, deformidades e assimetrias musculoesqueléticas ou procedimentos cirúrgicos realizados.

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