Ackland Timothy R Elliott Bruce C Bloomfield John (18)
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Capítulo 2. Identificação de talentos e estabelecimento do perfil

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2 Identificação de talentos e estabelecimento do perfil

Jason P. Gulbin, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

Durante os últimos 50 anos, os treinadores vêm identificando atletas talentosos e com perfil informalmente estabelecido; mas não foi senão nos primeiros anos da década de 1970 que países do Leste Europeu, sobretudo a Rússia, a

Alemanha Oriental, a Hungria e a Tchecoslováquia e, mais tarde, a China, deram início a programas sistemáticos que iriam ajudá-los a conquistar um grande número de medalhas internacionais nas décadas de 1970 e 1980. Tanto

Alabin, Nischt e Jefimov (1980) como Hahn (1990) sugeriram que procedimentos eficientes para identificação de talentos desempenham papel muito importante no esporte moderno, tendo sido fator importante no domínio da

Europa Oriental em muitos esportes olímpicos durante as décadas de 1970 e 1980.

Programas semelhantes surgiram na Europa Ocidental, na América do Norte e em alguns países da Comunidade

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Capítulo 12. Equilíbrio e agilidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12 Equilíbrio e agilidade

David Lloyd, Ph.D.; Timothy R. Ackland, Ph.D.; e Jodie Cochrane, Ph.D.

Aliada às capacidades como velocidade, potência, força e flexibilidade, a coordenação das ações musculares pelo sistema nervoso central tem papel vital no desempenho bem‑sucedido de um atleta. Essa capacidade de coordenar com precisão o timing e a força de contração dos músculos esqueléticos é essencial nas capacidades afins de equilíbrio e agilidade. Embora essas duas capacidades sejam modifi­ cadas pela estrutura física do atleta e possam ser afetadas pela técnica, o equilíbrio e a agilidade dependem intensa­ mente do desenvolvimento do controle neuromuscular. De acordo com Tittel (1988), isso é de particular importância para esportes acrobáticos e técnicos, como ginástica, gi­ nástica rítmica, saltos ornamentais e patinação artística, além de outras atividades como, por exemplo, natação, luta greco‑romana, esgrima, boxe e jogos com bola. Além do controle neuromuscular, a agilidade também depende da capacidade cognitiva do jogador em “ler” a situação do jogo em esportes de equipe, por exemplo, futebol, hóquei, basquetebol e netbol.

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Capítulo 10. Velocidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10 Velocidade

John Cronin, Ph.D.; e Anthony J. Blazevich, Ph.D.

No esporte, a palavra “velocidade” pode ser utilizada em muitos contextos, em referência à velocidade média para terminar uma maratona, a velocidade de transcurso do círculo para um lançador de disco, a velocidade máxima de impulsão para um atleta do salto triplo ou a velocidade de um serviço no tênis, ou do arremesso da bola no beisebol. Em termos mecânicos, “velocidade” se refere ao tempo necessário para completar uma distância linear ou angular, que é o resultado da velocidade de reação (tempo de reação,

TR) e velocidade de movimento.

Tempo de reação é o tempo consumido desde a detecção de um estímulo até o primeiro movimento. Nas modalidades de velocidade, o TR de atletas de elite é de cerca de 130 a 140 ms (Mero, Komi e Gregor, 1992). Em termos de uma corrida de 100 m em 10 s, isso representa apenas 1,3% a

1,4% da corrida, e seria relativamente pouco importante um trei­namento para esse percurso. Contudo, as posições na chegada nos 100 m pode diferir em até somente 1 a 10 ms.

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Capítulo 13. Modificação das capacidades físicas

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13 Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Deborah A. Kerr, Ph.D.; e Robert U. Newton, Ph.D.

Este capítulo tem por objetivo reunir as informações essenciais que foram apresentadas nos capítulos que com­ põem esta seção sobre capacidades físicas para que os atletas tenham acesso a orientações para treinamento es­ pecífico em diversos esportes. Este é um tipo de capítulo instrucional, com recomendações para programas de trei­ namento específicos que incorporam estratégias para mo­dificação de composição corporal, força, potência, fle­ xibilidade, velocidade e agilidade sempre que tais fatores sejam considerados importantes para o sucesso na compe­ tição. Contudo, o leitor não deve pensar que essas estratégias sejam os únicos programas ou rotinas de treinamento de­ finitivo disponíveis. Na verdade, os treinadores devem ter uma atitude criteriosa para modificar os elementos do treinamento de maneira a que atendam às necessidades de cada um de seus atletas. Essa é a essência de um bom esque­ ma de treinamento, um ponto que foi discutido no Capí­ tulo 1 deste livro.

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Capítulo 4. Somatotipo nos esportes

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4 Somatotipo nos esportes

J.E. Lindsay Carter, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

A medição científica do físico e dos tipos corporais humanos ocorreu principalmente durante o último século; contudo, os médicos e estudiosos de biologia humana já se interessavam há muitos séculos por esse assunto. Hipócrates classificou formalmente dois tipos corporais fundamentais no século V a.C. O primeiro tipo foi denominado ha‑ bitus phthisicus, caracterizado por um corpo longo e esguio dominado por uma dimensão vertical, e o segundo foi chamado de habitus apoplecticus, cuja principal característica física era um corpo curto e atarracado que era forte na dimensão horizontal. Depois de Hipócrates, muitos pesquisadores desenvolveram classificações categóricas que variam de 2 a 5 “tipos” (Tucker e Lessa, 1940). Essas “categorias distintas” eram muito gerais e nem todos podiam ser alocados com precisão nelas.

Desenvolvimento dos métodos de classificação dos somatotipos

O somatotipo é uma expressão ou descrição quantificada da atual estrutura morfológica de uma pessoa. Consiste em uma pontuação de três numerais, por exemplo, 3½‑2‑1. Os três numerais são sempre anotados na mesma ordem, cada qual descrevendo o valor de um componente particular do físico (Duquet e Carter, 2008).

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Alexandre Gomes De Almeida (3)
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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Arnold Schwarzenegger (26)
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Medium 9788573078688

Capítulo 3. Programa de Treinamento Básico

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Programa de

Treinamento Básico

A

primeira tarefa do fisiculturista iniciante é desenvolver uma base sólida de massa muscular – peso muscular puro, não gordura volumosa. Mais tarde você tentará transformar essa musculatura em um físico equilibrado e de qualidade.

Você realiza esse treinamento básico e árduo utilizando pesos pesados – ralando semana após semana até que o corpo comece a responder. E o que entendo por treinamento básico não se resume apenas a alguns exercícios como supinos, remadas curvadas e agachamentos, mas 30 ou 40 exercícios todos planejados para estimular e desenvolver os principais grupos musculares do corpo.

No final desse período, o que você quer é tamanho, a matéria prima de um grande físico. No meu próprio caso, ou no caso de outros fisiculturistas como Dave Draper ou Lee Haney, alcançamos totalmente isso por volta dos vinte anos de idade. Eu era enorme, 109 kg, mas inacabado – como um filhote enorme e desengonçado que ainda não cresceu para corresponder ao tamanho dos seus pés. Apesar de ter vencido campeonatos importantes, era como um diamante bruto; mas eu tinha muita massa e nesse ponto comecei a criar o tipo de aparência acabada e polida que precisava para tornar-me o melhor que eu podia ser.

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Capítulo 3. A Experiência de Treinamento

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

A Experiência de Treinamento

T

odo fisiculturista fica imensamente satisfeito de olhar-se no espelho, fazer algumas poses e ver seus músculos desenvolvidos salientando-se por todo o corpo. Ou utilizar uma fita métrica para calcular exatamente quantos milímetros ele ganhou em cada parte do corpo. Mas, para mim, a própria experiência de treinamento era sempre muito recompensadora e prazerosa. As horas que eu despendia na academia eram o ponto alto do meu dia. Gostava da sensação de estar treinando, de ficar bombeado durante o treinamento e da sensação relaxada de quase exaustão que vem depois. Eu não apenas adorava ser um fisiculturista: realmente me entusiasmava praticando fisiculturismo.

Treinar com esse tipo de entusiasmo é vital. Ir à academia todos os dias e sujeitar-se a sessões de treinamento que derrubariam um elefante é muito difícil a menos que você realmente ame isso. Fisiculturistas que precisam obrigar-se a ir à academia para treinar nunca alcançarão o tipo de sucesso possível para aqueles que mal podem esperar para chegar à academia e começar o treinamento com pesos. Alguns atletas precisam ser estimulados a treinar mais intensamente, e outros devem ser advertidos para não treinar demais. Na minha opinião, o atleta que precisa ser refreado chegará sempre no topo.

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Capítulo 6. Programa de Treinamento para Competição

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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Programa de Treinamento para Competição

A

tualmente, um enorme número de fisiculturistas treina duas ou três horas por dia e dedica-se a desenvolver um físico maior e melhor. Embora apenas uma pequena porcentagem desses fisiculturistas obviamente motivados prossiga e dê o próximo passo – o treinamento para competição.

A barreira que tem de ser superada para que se trabalhe em direção à competição é mais mental do que física: você tem que colocar na cabeça que o que você realmente quer é unir-se ao nível dos fisiculturistas competidores, competindo com fisiculturistas que você provavelmente admirou no passado e cujas imagens ajudaram a inspirá-lo e motivá-lo a continuar treinando.

DESENVOLVENDO UM FÍSICO DE COMPETIÇÃO

Competição é um negócio completamente diferente. Você de repente fica preocupado com coisas como tom da pele, apresentação, rotinas de pose e, acima de tudo, aprender a lidar com um tipo de pressão que simplesmente não existe na academia e contra a qual você talvez não tenha desenvolvido nenhuma defesa.

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Capítulo 2. Controle de Peso: Ganhando músculo, Perdendo Gordura

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Controle de Peso:

Ganhando Músculo,

Perdendo Gordura

O

objetivo da dieta no fisiculturismo é ajudá-lo a ganhar músculos e perder gordura. Várias dietas populares estão preocupadas com a perda global de peso corporal, mas muitas delas resultam na perda de uma quantidade substancial de tecido muscular bem como da gordura armazenada. Mesmo alguns fisiculturistas caem na tentação de se “matar” de fome na tentativa de atingir uma musculosidade máxima. Mas os fisiculturistas mais bem-sucedidos aprenderam as estratégias delineadas neste capítulo para produzir massa muscular, mantendo a gordura corporal em um nível mínimo e os níveis de energia durante o período no qual estão restringindo calorias.

Nas páginas seguintes, primeiro examinaremos quais são alguns objetivos e problemas das dietas de controle de peso, para depois passarmos aos programas específicos para atingir seus objetivos dietéticos pessoais.

COMPOSIÇÃO CORPORAL

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As Costas

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ENCICLOPÉDIA DE FISICULTURISMO E MUSCULAÇÃO

As Costas

OS MÚSCULOS DAS COSTAS

O grande dorsal, o grande músculo triangular que se estende de baixo dos ombros para baixo até a parte mais estreita das costas em ambos os lados. Estes são os maiores músculos da parte superior do corpo.

FUNÇÃO BÁSICA: Puxar os ombros para baixo e para trás.

O eretor da espinha ou sacroespinhal constitui-se de vários músculos na parte dorsal inferior que protegem os canais nervosos e ajudam a manter a espinha ereta. Eles também são os músculos do corpo que têm a recuperação mais lenta após o exercício pesado.

FUNÇÃO BÁSICA: Manter a espinha ereta.

Nota: O trapézio, o músculo achatado, triangular, que se estende para fora e para baixo a partir do pescoço e entre as omoplatas, está incluído no capítulo sobre os ombros.

Trapézio

Eretor da espinha

Grande dorsal

345

346

ARNOLD SCHWARZENEGGER

Grande dorsal

TREINANDO AS COSTAS

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Brian Sharkey (11)
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Medium 9788536327303

11. Vitalidade e longevidade - Acrescente vida a seus anos

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Envelhecendo

A ideia predominante em relação ao envelhecimento é de um processo não muito feliz.

O envelhecimento é visto como uma fase de limites e doenças na qual a pessoa está condenada a um círculo vicioso de debilidade e perda de função. Você não precisa, no entanto, permitir que essa trágica narrativa torne-se a sua história. Se adotar um estilo de vida ativo e saudável, você pode escrevê-la e representá-la a partir de um roteiro diferente: um que retrate uma vida longa e feliz. Essa decisão é sua.

Nos Estados Unidos, as expectativas de vida elevaram-se ao longo do século passado, variando hoje de 78 a 79 anos para as mulheres e de 73 a 74 para os homens.

Ainda assim, algumas realidades são inescapáveis: à medida que seu período mais reprodutivo passa, a vantagem evolucionária direta de sua existência individual desvanece; e, em determinado momento, a maioria de seus tecidos e órgãos começa a envelhecer. Por certo você continua sendo importante como pai ou mãe, pelo menos até seus filhos alcançarem a idade adulta, e, mais adiante, como um avô ou avó que transmite sabedoria e auxilia quando necessário. Mas, aos 70 anos, geralmente há pouca justificativa biológica para que sua vida continue.

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9. Questões de saúde e dicas de exercícios - Obstáculos a superar

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Que atividad e s n e t s ido paratêm você?

Ter uma meta de atividade em mente, semelhante ao caso de Cris, ajuda. Você pode começar simplesmente atendendo às recomendações de atividade, mas, logo que começar a se aventurar, precisará de algo mais atrativo para continuar progredindo. Primeiro, vamos relembrar as orientações básicas quanto à quantidade de atividade que você deve realizar.

Conforme mencionado no Capítulo 1, as 2008 Physical Activity Guidelines for Americans (Orientações de Atividade Física para Americanos de 2008), do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (www.health.gov/paguidelines/), recomendam aos adultos a realização de 2 horas e 30 minutos por semana de atividade física aeróbia de intensidade moderada – ou 1 hora e 15 minutos de atividade física aeróbia de intensidade vigorosa – ou uma combinação equivalente de atividade física aeróbia de intensidades moderada e vigorosa. Você pode ter benefícios adicionais de saúde aumentando o tempo de atividade física aeróbia para 5 horas por semana em intensidade moderada ou para 2 horas e 30 minutos por semana em intensidade vigorosa ou uma combinação equivalente de ambas. Os adultos também devem realizar exercícios de fortalecimento muscular que envolvam todos os grandes grupos musculares, em 2 ou mais dias por semana. Para saber mais sobre essas orientações, consultar o Capítulo 1, página 21.

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1. Atividade e aptidão física - Por que ficarem forma?

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Quais são os be nefícios

Imagine

acordar em um corpo recém-transformado por vários meses de treinamento de aptidão física – uma sensação não diferente de um estado de graça, que se dá interiormente em vez de ser observada no âmbito exterior. Você levantaria a cada dia com a capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e prontidão, manter-se livre de fadiga excessiva, desfrutar seus momentos de lazer e atender emergências. Teria a energia e a capacidade muscular para cumprir as demandas do trabalho e de outras ocupações; a flexibilidade e o equilíbrio para ter um bom desempenho e evitar lesões; e a energia para lidar com a vida doméstica e profissional, o lazer e as inevitáveis demandas.

Se você fosse como muitos indivíduos ativos, seu primeiro pensamento ao acordar seria a atividade física planejada para aquele dia, bem como quando e onde ela seria praticada. Realmente, quando você se torna ativo e até mesmo adicto ao exercício, a atividade física regular passa a ser uma parte indispensável de sua vida.

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4. Programas aeróbios - Faça do seu jeito

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Programa de iniciação (caminhada-trote)

O programa de iniciação, que inclui os programas de caminhada e trote vermelho, branco e azul, foi elaborado pelo President’s

Council on Physical Fitness and Sports (Conselho Federal de

Aptidão Física e Esporte). Para determinar seu nível de exercício, realize o teste de caminhada.

Teste de caminhada

Utilize o teste de caminhada para determinar quantos minutos (até 10) você pode caminhar em cadência rápida, superfície plana, sem dificuldade ou desconforto em excesso. Experimente o seguinte: use tênis de caminhada e procure uma superfície plana e segura por onde caminhar, pode ser uma calçada ou passeio próximo de casa ou do local de trabalho, ou uma pista de atletismo em uma escola ou centro comunitário no seu bairro.

Comece caminhando em cadência rápida e pare após 10 minutos – ou antes, se não conseguir continuar.

➤ Se não conseguir caminhar por 5 minutos, comece com o programa de caminhada vermelho.

➤ Se conseguir caminhar por mais de 5 minutos mas por menos de 10, comece na terceira semana do programa de caminhada vermelho.

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5. Entendendo a capacidade muscular - Força e resistência

Brian Sharkey Grupo A PDF Criptografado

Silvio

...precisava ganh ar f orça

Ele necessitava manter-se forte ao longo do dia e também sabia que precisava ganhar mais força para não sofrer uma lesão fazendo algo para o qual não estava preparado. Contudo, devido a sua situação financeira, não podia pagar uma academia; então o que ele fez?

Silvio buscou algumas dicas rápidas na internet, aconselhou-se com um amigo bem informado e depois leu um livro consagrado sobre treinamento de força. Então, planejou um programa que focava primeiro o incremento de força por meio de treinamento de força três vezes por semana. Começou com pesos leves e foi aumentando a carga de forma gradual, executando 8 a 10 repetições de cada exercício com pesos razoavelmente grandes. Após algumas semanas, passou a trabalhar a resistência muscular usando pesos um pouco mais leves, porém executando mais repetições. Silvio notou rapidamente uma diferença em seu desempenho no trabalho. Observando agora sua energia durar todo o dia – e a capacidade de realizar um trabalho pesado sem medo de lesões –, ele logo se sentiu confortável em sua nova atividade profissional.

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Cl Udia Silveira Lima Ronei Silveira Pinto (17)
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Medium 9788536305271

Leg press

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

124

leg press

Considerações

Qual a desvantagem e a vantagem desse exercício em relação à articulação do joelho?

Desvantagem. Esse exercício provoca um aumento na compressão da articulação do joelho

(Escamilla e cols., 2001) devido à incidência da força de reação provocada pelo equipamento. Essa força vai aumentando o seu componente compressivo sobre as articulações tibiofemorais medial e lateral à medida que o joelho é estendido. Por outro lado, à medida que o joelho é flexionado, a compressão aumenta na articulação patelofemoral (Nordin e Frankel,

1989).

Vantagem. A ação simultânea do quadríceps e dos isquiotibiais que ocorre nesse exercício minimiza o deslocamento tibial anterior provocado pela contração isolada do quadríceps, fato que o caracteriza como um exercício funcional (Escamilla e cols., 1998; Solomonow e

Krogsgaard, 2001).

Com isso, esse exercício é indicado para pessoas que apresentam alterações no ligamento cruzado anterior.

Cuidado com o posicionamento do joelho!

A execução desse exercício deve ser feita com o joelho alinhado com as articulações do quadril e do tornozelo, evitando uma sobrecarga assimétrica sobre eles.

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Voador direto (frontal)

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

44

voador direto (frontal)

Apoio

Alto

Baixo

Apoio alto

Em comparação com o apoio baixo:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↓.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↑.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↑.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

9,7 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

4,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

7,2 mV

DELTÓIDE – PARTE CLAVICULAR

4,3 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

3,7mV

Apoio baixo

Em comparação com o apoio alto:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↑.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↓.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↓.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

8,9 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

5,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

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Puxadas

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

60

puxadas

Principais articulações envolvidas

Ombro

Cintura escapular

Cotovelo

Análise cinesiológica

OMBRO

CINTURA ESCAPULAR

Adutores

COTOVELO

Flexores

Rotadores inferiores

Latíssimo do dorso

(grande dorsal)

Peitoral maior – parte esternocostal

Rombóides

Redondo maior

Bíceps braquial – cabeça curta

Peitoral menor

Tríceps braquial – cabeça longa

Bíceps braquial

Braquial

Braquiorradial

Pronador redondo

Flexor radial do carpo

Flexor ulnar do carpo

Palmar longo

Flexor superficial dos dedos

Variações

As variações das puxadas ocorrem em virtude das diferentes formas de posicionamento da barra (por trás ou pela frente) e desencadeiam diferentes ações musculares.

Posição da barra

Por trás

Pela frente

Por trás

Em comparação com a puxada pela frente:

A amplitude de movimento de rotação interna é ↓.

A intensidade do trabalho dos adutores do ombro é ↓.

A intensidade do trabalho dos rotadores internos do ombro é ↓.

REDONDO MAIOR

9,3 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

1 mV

LATÍSSIMO DO DORSO (GRANDE DORSAL)

2,8 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

2,1 mV

TRÍCEPS BRAQUIAL – CABEÇA LONGA

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Agachamento

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

128

agachamento

Principais articulações envolvidas

Quadril

Joelho

Tornozelo

Análise cinesiológica

QUADRIL

JOELHO

Extensores

TORNOZELO

Flexores plantares

Extensores

Glúteo máximo

Bíceps femoral – cabeça longa

Reto femoral

Gastrocnêmios

Sóleo

Semitendíneo

Semimembranáceo

Vasto intermédio

Plantar

Fibular longo

Vasto lateral

Fibular curto

Tibial posterior

Vasto medial

Flexor longo dos dedos

Flexor longo do hálux

Variações

As variações na forma de execução desse movimento não alteram a participação sinérgica dos músculos, mas a intensidade de ativação dos músculos envolvidos no movimento pode sofrer alguma alteração.

As possibilidades de execução do movimento, além do agachamento (padrão), são: agachamento no hack e agachamento à frente (também conhecido como passada à frente).

Posição de execução

Agachamento

Agachamento no hack

Agachamento à frente

Agachamento

Em comparação com o agachamento no hack e o agachamento à frente:

A intensidade do trabalho do glúteo máximo é ↑ do que no hack e ↓ do que no à frente.

A intensidade do trabalho dos isquiotibiais é ↑.

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Medium 9788536305271

Voador invertido (dorsal)

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

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