Ackland Timothy R Elliott Bruce C Bloomfield John (18)
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Capítulo 8. Força

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Capítulo 8 Força

Michael McGuigan, Ph.D.; e Nicholas Ratamess, Ph.D.

Relação entre força, potência e resistência de força

Força e potência, importantes em muitos esportes, são capacidades relacionadas, porém distintas. Um atleta pode

ser forte, mas não potente, embora, para que seja potente, ele deva ser forte. A compreensão da diferença entre essas duas capacidades tem implicações importantes para o planejamento correto dos programas de treinamento contrarresistência para atletas. A força e a resistência estão mais intimamente relacionadas entre si, visto que o atleta mais forte gera determinada quantidade de força com menos esforço do que o atleta com níveis mais baixos de força e, portanto, tem mais resistência.

Força e potência

Força muscular é a quantidade de força (ou torque) que um grupo muscular pode exercer contra uma resistência em um esforço máximo. Potência é a capacidade de gerar níveis altos de trabalho (o produto da força e da distância ao longo da qual a força atua) com rapidez. As capacidades físicas de força e potência são qualidades importantes em muitos esportes. A potência muscular será discutida com mais detalhes no Capítulo 9.

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Capítulo 13. Modificação das capacidades físicas

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Capítulo 13 Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Deborah A. Kerr, Ph.D.; e Robert U. Newton, Ph.D.

Este capítulo tem por objetivo reunir as informações essenciais que foram apresentadas nos capítulos que com­ põem esta seção sobre capacidades físicas para que os atletas tenham acesso a orientações para treinamento es­ pecífico em diversos esportes. Este é um tipo de capítulo instrucional, com recomendações para programas de trei­ namento específicos que incorporam estratégias para mo­dificação de composição corporal, força, potência, fle­ xibilidade, velocidade e agilidade sempre que tais fatores sejam considerados importantes para o sucesso na compe­ tição. Contudo, o leitor não deve pensar que essas estratégias sejam os únicos programas ou rotinas de treinamento de­ finitivo disponíveis. Na verdade, os treinadores devem ter uma atitude criteriosa para modificar os elementos do treinamento de maneira a que atendam às necessidades de cada um de seus atletas. Essa é a essência de um bom esque­ ma de treinamento, um ponto que foi discutido no Capí­ tulo 1 deste livro.

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Capítulo 3. Dimensões corporais absolutas

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Capítulo 3 Dimensões corporais absolutas

Timothy S. Olds, Ph.D.; e Grant R. Tomkinson, Ph.D.

Este capítulo explora a importância das dimensões corporais absolutas para o sucesso nos esportes, inspirando-se em diferenças entre corpos esportivos e não esportivos, tendências históricas nas proporções dos corpos esportivos e diferenças de porte corporal ao longo dos níveis de desempenho. O capítulo é concluído com a descrição de medições antropométricas básicas que podem ser utilizadas na quantificação dos aspectos do tamanho do corpo.

Princípios da otimização morfológica

Atletas bem-sucedidos se caracterizam por uma mescla de qualidades fisiológicas, psicológicas e antropométricas que variam de um esporte para outro. Como o esporte é competitivo, essas características são otimizadas, de tal modo que, em nível de elite, apenas sobreviverão os “bem preparados”.

O que é otimização morfológica?

Nas situações em que o tamanho e a forma do corpo

(morfologia corporal) são importantes, esse processo é chamado otimização morfológica (Norton et al., 1996).

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Capítulo 18. Um exemplo prático: salto com vara

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Capítulo 18 Um exemplo prático

Salto com vara

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Andrew Lyttle, Ph.D.; e Bruce C. Elliott, Ph.D.

A habilidade de avaliar a capacidade de um atleta – para determinar seus pontos fortes e seus pontos fracos – é fundamental para um treinamento bem-sucedido. O modelo apresentado no Capítulo 1 (Fig. 1.1) oferece uma estrutura em que o treinador ou pesquisador do esporte pode aperfeiçoar o desempenho, pelo direcionamento dos componentes físicos e técnicos específicos do indivíduo em relação ao esporte.

Este capítulo se concentra na progressão de um atleta de elite ao longo de um período de cinco anos, em que foram experimentadas intervenções específicas na tentativa de melhorar desempenhos no salto com vara. Nesse esporte, o atleta não deve apenas dominar a difícil técnica dessa mo­ dalidade de salto, mas também deve ter a capacidade gerar uma elevada velocidade de corrida durante a aproximação e a força física necessária para transferir as grandes forças do “encaixe da vara” para a energia de deformação na vara.

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Capítulo 16. Aplicação da biomecânica na melhora do desempenho esportivo

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Capítulo 16 Aplicação da biomecânica na melhora do desempenho esportivo

Bruce C. Elliott, Ph.D.; e Damian Farrow, Ph.D.

Treinadores que compreendem a base mecânica de uma habilidade, que podem analisar o movimento e são capazes de comunicar‑se com seus atletas oferecem a melhor oportunidade para o desenvolvimento ideal com mínimo risco de lesão. Em geral, os treinadores aceitam que um desempenho de alto nível bem‑sucedido, a par‑ tir de uma perspectiva técnica, depende do domínio de certo número de fatores críticos. O Capítulo 14 delineou procedimentos de análise promovidos por pesquisadores do esporte e utilizados por treinadores e professores para observar os movimentos e aplicar a intervenção mais apropriada. O conceito de faixa de aceitabilidade para cada uma dessas variáveis mecânicas essenciais, identi‑ ficadas no procedimento de análise, oferece a professores e treinadores um ponto de partida nítido na modificação da técnica.

Por exemplo, na ação de sacar no tênis, pesquisas descri‑ tivas identificaram as seguintes características comuns a te­ nistas de alto desempenho:

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Alexandre Gomes De Almeida (3)
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3. Elementos técnicos

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elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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1. Introdução ao handebol

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I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

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elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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Arnold Schwarzenegger (26)
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Capítulo 2. Descubra seu Tipo Corporal

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C A P Í T U L O

2

Descubra seu

Tipo Corporal

Q

ualquer pessoa que tenha despendido tempo na praia, na piscina ou no vestiário da academia pode confirmar o fato de que os seres humanos nascem com uma variedade de características físicas diferentes. Alguns são mais altos ou mais baixos, mais claros ou mais escuros, com os ombros mais largos ou mais estreitos, as pernas mais compridas ou mais curtas; possuem níveis naturais de resistência mais elevados ou mais baixos, diferentes tipos de células musculares, mais ou menos massa muscular e células de gordura.

Um método popular de categorizar os vários tipos corporais reconhece três tipos físicos fundamentalmente diferentes, chamados somatotipos:

O ectomorfo: caracterizado por um tronco curto, braços e pernas compridos, pés e mãos compridos e estreitos e muito pouca reserva de gordura; estreiteza no peito e nos ombros, com músculos geralmente longos e finos.

O mesomorfo: peito largo, tronco longo, estrutura muscular sólida e grande força.

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Capítulo 2. O ABC do Fisiculturismo

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C A P Í T U L O

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O ABC do

Fisiculturismo

ESPORTE VERSUS SISTEMA DE EXERCÍCIOS

O fisiculturismo como um sistema de exercício é a forma mais efetiva e eficiente de fortalecer e desenvolver os músculos do corpo. Alguns pensam que o fisiculturismo é somente uma forma intensiva de competição, mas não um esporte. Contudo, penso que o fisiculturismo qualifica-se como um esporte por algumas razões. Uma delas é o incrível esforço atlético envolvido em treinar e desenvolver o físico para prepará-lo para uma competição. Outra é o alto nível de demanda atlética envolvida na parte de desempenho do fisiculturismo – isto é, fazer poses e flexões no palco. Como entraremos em mais detalhes adiante, ser capaz de posar durante uma competição, tensionar e flexionar seus músculos, ser capaz de manter poses por até uma hora ou mais de uma só vez – e fazer isso realmente bem, com níveis de energia altos e controle total do seu corpo inteiro – é uma façanha atlética comparável a de um pugilista enfrentando doze assaltos pelo campeonato mundial de peso-pesado.

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Capítulo 2. Controle de Peso: Ganhando músculo, Perdendo Gordura

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C A P Í T U L O

2

Controle de Peso:

Ganhando Músculo,

Perdendo Gordura

O

objetivo da dieta no fisiculturismo é ajudá-lo a ganhar músculos e perder gordura. Várias dietas populares estão preocupadas com a perda global de peso corporal, mas muitas delas resultam na perda de uma quantidade substancial de tecido muscular bem como da gordura armazenada. Mesmo alguns fisiculturistas caem na tentação de se “matar” de fome na tentativa de atingir uma musculosidade máxima. Mas os fisiculturistas mais bem-sucedidos aprenderam as estratégias delineadas neste capítulo para produzir massa muscular, mantendo a gordura corporal em um nível mínimo e os níveis de energia durante o período no qual estão restringindo calorias.

Nas páginas seguintes, primeiro examinaremos quais são alguns objetivos e problemas das dietas de controle de peso, para depois passarmos aos programas específicos para atingir seus objetivos dietéticos pessoais.

COMPOSIÇÃO CORPORAL

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Capítulo 3. Estratégias de Dieta para Competição

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C A P Í T U L O

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Estratégias de Dieta para Competição

O

fisiculturismo é o meio mais eficaz já desenvolvido de treinar, moldar, desenvolver e definir os músculos do corpo. E embora ele seja extremamente benéfico para quem quer ficar mais forte e saudável, ter uma aparência melhor e melhorar seu desempenho atlético desde o beisebol, passando por golfe e esqui até futebol: ele também é um esporte e, de fato, um dos mais exigentes, difíceis e disciplinados de todos os esportes que existem.

Discutimos aspectos da competição de fisiculturismo, como posar, extensamente no Livro Quatro. Contudo, para manter uma musculosidade máxima e um mínimo de gordura corporal, com pouco líquido subcutâneo obscurecendo a sua definição, quando você a atinge, uma estratégia nutricional e dietética adequada é absolutamente essencial para o sucesso na competição. A dieta de competição diz respeito ao controle total do seu físico e os métodos envolvidos são o assunto deste capítulo. Falaremos de assuntos como:

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Capítulo 1. Fazendo Poses

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C A P Í T U L O

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Fazendo Poses

A

execução de poses tem uma importância vital porque, após anos de treinamento duro, exercitando-se por muitas horas na academia e fazendo dieta com grande disciplina por 10 a 12 semanas, você pode ganhar ou perder um concurso com o mesmo corpo! Não é só o seu físico que está sendo avaliado;

é o seu físico como você o apresenta aos juízes.

A apresentação pode ser fundamental. Eu me lembro quando fui ver quadros em um depósito em uma casa de leilão – centenas deles, de Andy Warhol a Roy Lichtenstein. Muitos me foram apresentados, um depois do outro, sem moldura e com má iluminação. Naquelas condições, era difícil apreciar o seu valor. Posteriormente, quando eles foram emoldurados e arrumados de forma estética, com uma boa iluminação, o efeito foi totalmente diferente. Você pode ver instantaneamente porque estes trabalhos são tão respeitados e reverenciados. Do mesmo modo que uma jóia é valorizada por uma boa ambientação, esses quadros podem ser amplamente apreciados apenas porque alguém se preocupou em prepará-los para serem apresentados do modo mais eficaz – e é isso que você tem que fazer com o seu físico para competir em um concurso de fisiculturismo.

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Balbinotti Carlos (16)
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6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

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O ensino do tênis

99

6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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2 Considerações sobre o desenvolvimento e a aprendizagem motora em crianças

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O ensino do tênis

29

2

CONSIDERAÇÕES SOBRE O

DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM

MOTORA EM CRIANÇAS

Nadia Cristina Valentini

Constance Müller Piffero

Adriana Berleze

Bárbara Coiro Spessato

A aquisição e o refinamento das habilidades são uma preocupação cotidiana no ensino do esporte, seja este praticado pelo prazer da competição, pelo lazer ou para a manutenção de um estilo de vida ativo (Balbinotti et al., 2004; Garcia;

Garcia, 1996; Mesquita, 2004; Valentini;

Toigo, 2005). Da aquisição e do refinamento motor depende a conquista de novos parâmetros motores que conduzam crianças e jovens a incorporarem as variadas habilidades especializadas em um jogo específico. O desenvolvimento das habilidades especializadas é o resultado da interação entre as restrições do indivíduo, do meio e da tarefa, que são específicas para cada indivíduo (Clark; Metcalfe,

2002). Assim, a aquisição dessas habilidades depende das restrições ambientais e das experiências e tarefas vivenciadas por esse indivíduo, bem como de suas características orgânicas, psicológicas e socioculturais.

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3 Métodos de ensino e destrezas de comunicação no ensino do tênis

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Carlos Balbinotti e cols.

3

MÉTODOS DE ENSINO E DESTREZAS DE

COMUNICAÇÃO NO ENSINO DO TÊNIS

Juan Pedro Fuentes García

O presente capítulo está estruturado em duas grandes seções. A primeira, destinada a apresentar o variado cenário metodológico com que conta o treinador de tênis na hora de projetar as atividades de treinamento, detalha as diferentes opções metodológicas por meio das quais o treinador pode aprimorar-se em função de seus objetivos de ensino. Além disso, oferece um percurso pelos diferentes estilos de ensino que o treinador pode adotar, iniciando por aqueles em que o treinador toma todas as decisões, para chegar, finalmente, àqueles em que o jogador é o protagonista do processo de ensino-treinamento.

A segunda seção, dedicada às destrezas de comunicação, mostra as competências docentes do treinador de tênis quanto à informação inicial e ao feedback.

Expõem-se sistematicamente a forma como deve ser realizada a apresentação de atividades aos jogadores e as diferentes opções que o treinador de tênis tem à sua disposição para corrigi-los durante a realização dessas atividades.

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4 O tênis nas escolas: uma prática apropriada à cultura escolar

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O ensino do tênis

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4

O TÊNIS NAS ESCOLAS: UMA PRÁTICA

APROPRIADA À CULTURA ESCOLAR

Juarez Müller Dias

Osvaldo André Furlaneto Rodrigues

Este capítulo trata de uma prática social apropriada à cultura escolar do Ensino Fundamental desenvolvida por estratégias e uso de tecnologias e metodologias simplificadas em projeto voltado ao ensino-aprendizagem do tênis como modalidade de iniciação esportiva no âmbito da rede escolar do estado de Santa Catarina.

A idéia central se pauta no trabalho do professor de educação física com crianças de 7 a 15 anos em aprendizagem do jogo básico do tênis na escola. Esse trabalho é desenvolvido por meio da utilização de materiais de baixo custo como parte de um processo de inclusão social, com vistas

à iniciação de alunos nessa modalidade esportiva em ambientes organizados de acordo com a cultura escolar vigente.

A CULTURA ESCOLAR NO

ENSINO FUNDAMENTAL

A dimensão das práticas escolares se faz fundamental para se estudar a cultura escolar. A aproximação com o estudo da cultura escolar como objeto de investigação vem se dando sob a tônica da atenção

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10 Processos cognitivos: interação com o treinamento tático no tênis

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O ensino do tênis

163

10

PROCESSOS COGNITIVOS: INTERAÇÃO COM

O TREINAMENTO TÁTICO NO TÊNIS

Pablo Juan Greco

Siomara Aparecida da Silva

Layla Campos Aburachid

Um dos objetivos das pesquisas na

área das ciências do treinamento esportivo consiste em esclarecer as complexas estruturas que compõem o rendimento esportivo, quais são seus parâmetros e principalmente compreender as interações entre eles. Entender as variáveis que se apresentam, por exemplo, em um jogo ou em uma competição, bem como as relações delas com as diferentes capacidades inerentes ao rendimento se constitui em desafio para treinadores e pesquisadores.

Uma das dificuldades para se responder a esse desafio centra-se em características próprias dos esportes, como a variabilidade da técnica, a imprevisibilidade do contexto ambiental, a riqueza, a aleatoriedade e a diversidade de situações táticas que se apresentam. Segundo Garganta

(1995), essa diversidade evidencia um

“apelo à inteligência, enquanto capacidade de adaptação a um contexto em permanente mudança” como habilidade para solução de problemas.

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Cole Brian Panariello Rob (10)
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2. Membros inferiores: onde o jogo começa

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CAPÍTULO

MEMBROS INFERIORES:

ONDE O JOGO COMEÇA

2

G

rande parte do esforço atlético, senão todo, inicia-se com a aplicação de forças contra o solo para impulsão, e o jogo de basquete não é diferente. Os atletas da elite mundial são aqueles que aplicam a maior quantidade de força contra o solo no menor período de tempo. A força dos membros inferiores é um componente físico crucial para que, em decorrência de sua aplicação, se obtenha o melhor desempenho (Fig. 2.1). Ela também é importante para o restabelecimento após a força inicial produzida em situações como a aterrissagem depois de um salto vertical alto ou a desaceleração antes de um corte. Você deve correr, saltar, acelerar, desacelerar e cortar em alta velocidade, pois esses movimentos são iniciados pelos membros inferiores e dependem de sua força. Os membros inferiores são considerados a base a partir da qual se desenvolvem todas as habilidades do basquete, portanto perceba como a força desses membros é importante para o esporte.

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3. Região lombar e core: o centro de estabilidade

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CAPÍTULO

REGIÃO LOMBAR E CORE:

O CENTRO DE ESTABILIDADE

3

N

os últimos anos, o chamado core tornou-se um termo da moda para descrever o tronco e os músculos medianos associados. A verdade é um pouco mais complexa, mas ao se abordar o aumento de força na quadra de basquete, o ideal é considerar o core como a região corpórea que transmite a força gerada na parte inferior do corpo para a parte superior. Sem um core forte, você será bastante prejudicado em termos de desempenho esportivo.

O core pode ser dividido em duas categorias básicas: o core interno e o core externo. A finalidade do core interno é a estabilidade. Ele estabiliza a região mediana a fim de garantir uma postura apropriada e fornecer uma plataforma estável. Isso lhe oferece estabilidade para sustentar o tronco durante a corrida, o salto e a aterrissagem. O core externo produz movimento da coluna vertebral em diversos planos. Isso lhe provê força para estender a coluna e os quadris durante o salto e produz torque ao girar para roubar a bola ou executar o pivô durante o drible.

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7. Exercícios pliométricos para um primeiro passo mais rápido e reação no jogo

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CAPÍTULO

EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS PARA

UM PRIMEIRO PASSO MAIS RÁPIDO

E REAÇÃO NO JOGO

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D

urante a competição, o jogador que salta mais alto e se move mais rápido terá uma clara vantagem sobre o adversário. Um método de treinamento que aumenta a aptidão física é o exercício pliométrico. Esse tipo de atividade envolve um pré-alongamento (contração muscular excêntrica) da unidade músculo-tendão seguido imediatamente por um rápido encurtamento

(contração muscular concêntrica) da mesma unidade. Esse processo ocorre durante o ciclo alongamento-encurtamento (CAE) e é parte essencial do processo de treinamento pliométrico.

Quando os exercícios pliométricos são realizados de forma adequada, o CAE aumenta a capacidade de produção de força máxima pela unidade músculo-tendão em um tempo muito curto.

Depois de tentar um arremesso com salto e perdê-lo, ao aterrissar, você pode imediatamente saltar mais uma vez a fim de pegar o rebote. Ao aterrissar do salto inicial, os músculos dos membros inferiores, incluindo o quadríceps femoral e o gastrocnêmio, estiram-se na medida em que são alongados (os quadris e os joelhos flexionam enquanto os tornozelos são dorsifletidos) e em seguida encurtam-se quando ocorre o salto imediatamente subsequente durante a tentativa de pegar o rebote. Durante esse processo, há uma breve transição do alongamento excêntrico dos músculos para seu subsequente encurtamento concêntrico (contração), conhecida como fase de amortização.

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5. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de empuxo

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CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE

SUPERIOR DO CORPO: EXERCÍCIOS

DE EMPUXO

5

C

omo se afirmou no Capítulo 1, o basquete e muitos outros esportes são disputados acima do chão e o membro superior é o último elo da cadeia cinética corporal a receber as forças produzidas. Ao executar um arremesso com salto, as forças provenientes do solo propagam-se pelos membros inferiores e são transmitidas pelo core para terminar nos membros superiores com a liberação da bola.

A parte superior do corpo também tem relação direta com a velocidade de corrida. Experimente sentar-se no solo com os membros inferiores totalmente estendidos e o tronco em posição vertical. Mova os membros superiores para a frente e para trás, imitando o movimento que ocorre durante a corrida. Comece movimentando lentamente os membros superiores como se estivesse trotando e aumente a velocidade até que se assemelhe ao movimento da corrida rápida. Você perceberá que, durante o movimento rápido dos membros superiores, os quadris e os membros inferiores começam a se mover para trás e para frente, contribuindo para a execução do movimento.

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4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

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CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

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E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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