Ackland Timothy R Elliott Bruce C Bloomfield John (18)
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Capítulo 13. Modificação das capacidades físicas

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13 Modificação das capacidades físicas

Timothy R. Ackland, Ph.D.; Deborah A. Kerr, Ph.D.; e Robert U. Newton, Ph.D.

Este capítulo tem por objetivo reunir as informações essenciais que foram apresentadas nos capítulos que com­ põem esta seção sobre capacidades físicas para que os atletas tenham acesso a orientações para treinamento es­ pecífico em diversos esportes. Este é um tipo de capítulo instrucional, com recomendações para programas de trei­ namento específicos que incorporam estratégias para mo­dificação de composição corporal, força, potência, fle­ xibilidade, velocidade e agilidade sempre que tais fatores sejam considerados importantes para o sucesso na compe­ tição. Contudo, o leitor não deve pensar que essas estratégias sejam os únicos programas ou rotinas de treinamento de­ finitivo disponíveis. Na verdade, os treinadores devem ter uma atitude criteriosa para modificar os elementos do treinamento de maneira a que atendam às necessidades de cada um de seus atletas. Essa é a essência de um bom esque­ ma de treinamento, um ponto que foi discutido no Capí­ tulo 1 deste livro.

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Capítulo 4. Somatotipo nos esportes

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4 Somatotipo nos esportes

J.E. Lindsay Carter, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

A medição científica do físico e dos tipos corporais humanos ocorreu principalmente durante o último século; contudo, os médicos e estudiosos de biologia humana já se interessavam há muitos séculos por esse assunto. Hipócrates classificou formalmente dois tipos corporais fundamentais no século V a.C. O primeiro tipo foi denominado ha‑ bitus phthisicus, caracterizado por um corpo longo e esguio dominado por uma dimensão vertical, e o segundo foi chamado de habitus apoplecticus, cuja principal característica física era um corpo curto e atarracado que era forte na dimensão horizontal. Depois de Hipócrates, muitos pesquisadores desenvolveram classificações categóricas que variam de 2 a 5 “tipos” (Tucker e Lessa, 1940). Essas “categorias distintas” eram muito gerais e nem todos podiam ser alocados com precisão nelas.

Desenvolvimento dos métodos de classificação dos somatotipos

O somatotipo é uma expressão ou descrição quantificada da atual estrutura morfológica de uma pessoa. Consiste em uma pontuação de três numerais, por exemplo, 3½‑2‑1. Os três numerais são sempre anotados na mesma ordem, cada qual descrevendo o valor de um componente particular do físico (Duquet e Carter, 2008).

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Capítulo 7. Postura

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7 Postura

Peter Hamer, Ph.D.; e John Bloomfield, Ph.D.

Alguns treinadores talvez não saibam que a postura do indivíduo pode ser bastante vantajosa para muitos esportes.

De fato, depois da proporcionalidade, a postura é provavel­ mente o fator mais importante de autosseleção para os di­ versos esportes e modalidades.

A postura é específica para cada indivíduo; não existem duas pessoas que tenham posturas idênticas, embora algu­ mas sejam muito parecidas. Os determinantes da postura do indivíduo estão ligados à estrutura e ao tamanho dos ossos, à posição dos pontos ósseos de referência, às lesões e doenças, aos hábitos de vida estáticos e dinâmicos e ao es­ tado psicológico da pessoa.

Boa postura, tanto estática como dinâmica, é importan­ te para o aspecto estético; porém, mais importante ainda, ela é essencial para que o corpo funcione com economia de esforço. A má postura pode acarretar fadiga, dores, tensão muscular e tônus muscular ruim, bem como “queda” de cer­ tas partes do corpo e baixa autoestima.

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Capítulo 12. Equilíbrio e agilidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12 Equilíbrio e agilidade

David Lloyd, Ph.D.; Timothy R. Ackland, Ph.D.; e Jodie Cochrane, Ph.D.

Aliada às capacidades como velocidade, potência, força e flexibilidade, a coordenação das ações musculares pelo sistema nervoso central tem papel vital no desempenho bem‑sucedido de um atleta. Essa capacidade de coordenar com precisão o timing e a força de contração dos músculos esqueléticos é essencial nas capacidades afins de equilíbrio e agilidade. Embora essas duas capacidades sejam modifi­ cadas pela estrutura física do atleta e possam ser afetadas pela técnica, o equilíbrio e a agilidade dependem intensa­ mente do desenvolvimento do controle neuromuscular. De acordo com Tittel (1988), isso é de particular importância para esportes acrobáticos e técnicos, como ginástica, gi­ nástica rítmica, saltos ornamentais e patinação artística, além de outras atividades como, por exemplo, natação, luta greco‑romana, esgrima, boxe e jogos com bola. Além do controle neuromuscular, a agilidade também depende da capacidade cognitiva do jogador em “ler” a situação do jogo em esportes de equipe, por exemplo, futebol, hóquei, basquetebol e netbol.

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Capítulo 16. Aplicação da biomecânica na melhora do desempenho esportivo

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 16 Aplicação da biomecânica na melhora do desempenho esportivo

Bruce C. Elliott, Ph.D.; e Damian Farrow, Ph.D.

Treinadores que compreendem a base mecânica de uma habilidade, que podem analisar o movimento e são capazes de comunicar‑se com seus atletas oferecem a melhor oportunidade para o desenvolvimento ideal com mínimo risco de lesão. Em geral, os treinadores aceitam que um desempenho de alto nível bem‑sucedido, a par‑ tir de uma perspectiva técnica, depende do domínio de certo número de fatores críticos. O Capítulo 14 delineou procedimentos de análise promovidos por pesquisadores do esporte e utilizados por treinadores e professores para observar os movimentos e aplicar a intervenção mais apropriada. O conceito de faixa de aceitabilidade para cada uma dessas variáveis mecânicas essenciais, identi‑ ficadas no procedimento de análise, oferece a professores e treinadores um ponto de partida nítido na modificação da técnica.

Por exemplo, na ação de sacar no tênis, pesquisas descri‑ tivas identificaram as seguintes características comuns a te­ nistas de alto desempenho:

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Alexandre Gomes De Almeida (3)
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Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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Arnold Schwarzenegger (26)
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Medium 9788573078688

Capítulo 5. Iniciando

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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Iniciando

P

ara um fisiculturista dedicado, o tempo gasto treinando na academia é o ponto alto do seu dia. Ele está sempre pensando no seu próximo treinamento, planejando o que vai fazer. Assim que ele termina uma sessão, de imediato começa a aguardar ansiosamente pela próxima. Desse modo, embora eu defenda que se deva aprender o máximo possível sobre programas e técnicas de fisiculturismo, em um certo momento você só tem que entrar na academia e começar. Como diz o famoso slogan publicitário, “Apenas faça.”

Se você está apenas começando no fisiculturismo, lembre-se do velho ditado: “A caminhada mais longa começa com um único passo.” Quanto mais você souber, melhor; mas você não tem que dominar cada informação desta enciclopédia antes de começar seus próprios exercícios. O que mais importa quando se está começando é a energia e o entusiasmo. Não se espera que um estudante na faculdade de medicina realize uma cirurgia de coração no seu primeiro dia, e não se exige que um piloto voe em missões de combate em um

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Capítulo 4. As Lesões e Como Tratá-las

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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As Lesões e

Como Tratá-las

P

ara tornar-se um fisiculturista bem-sucedido, você precisa constantemente tentar ir além dos seus limites físicos. Mas, há sempre a chance de que você irá exceder a capacidade da sua estrutura física de suportar o esforço. Isso pode resultar em lesão.

Algumas lesões são tão leves e tão comuns que nós quase não as notamos.

Outras são mais graves e necessitam de atenção médica. O progresso de um fisiculturista depende de uma boa saúde e uma lesão pode ser um sério empecilho. Portanto, é importante compreender os tipos de lesão que podem ocorrer, como preveni-las, como trabalhar em torno delas e o que pode ser feito para tratá-las e reabilitá-las.

O corpo é um mecanismo físico e bioquímico altamente complexo que está sujeito a vários tipos de lesão, e cada indivíduo é mais suscetível a certos tipos de lesão. As lesões geralmente ocorrem nos pontos mais fracos de uma determinada estrutura: nos músculos, na junção músculo-tendinosa; nos tendões, na ligação ósseo-tendinosa; em um ligamento, na articulação; e por aí vai. Às vezes, as lesões ocorrem durante um período de tempo devido ao uso excessivo, às vezes devido a um episódio agudo, como o manuseio errado de uma carga pesada.

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Capítulo 7. A Mente sobre o Corpo: A mente, a Ferramenta Mais Poderosa

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C A P Í T U L O

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A Mente sobre o Corpo: A

Mente, a Ferramenta Mais

Poderosa

O

corpo nunca responderá completamente aos seus treinamentos até que você entenda como treinar a mente também. A mente é um dínamo, uma fonte de energia vital. Essa energia pode ser negativa e trabalhar contra você, ou pode ser utilizada para dar-lhe treinamentos inacreditáveis e desenvolver um físico que se mantenha até suas mais entusiásticas expectativas. Sempre que ouvir falar sobre alguém que realize façanhas físicas inacreditáveis –

Tiger Woods no golfe, Michael Jordan no basquetebol, Michael Johnson no atletismo, Hermann Maier no esqui e tantos outros atletas – é por causa do poder das suas mentes, não apenas devido à habilidade técnica ou mecânica. E você pode ter certeza de que nunca terá um desempenho naquele nível se não puder combinar sua determinação interna com suas habilidades físicas.

As pessoas podem caminhar sobre a brasa quando estão suficientemente motivadas; podem resistir aos rigores do treinamento dos oficiais da Marinha.

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O Abdome

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ENCICLOPÉDIA DE FISICULTURISMO E MUSCULAÇÃO

533

O Abdome

OS MÚSCULOS DO ABDOME

Reto abdominal, um músculo longo, que se estende ao longo de todo o comprimento ventral do abdome. Origina-se na área do púbis e insere-se nas cartilagens das 5a, 6a e 7a costelas.

FUNÇÃO BÁSICA: Flexionar a coluna vertebral e puxar o esterno em direção à pelve.

Oblíquos externos (oblíquo externo abdominal), músculos localizados de cada lado do tronco e conectados às oito costelas inferiores, inserindo-se ao lado da pelve.

FUNÇÃO BÁSICA: Flexionar e girar a coluna vertebral.

Intercostais, duas superfícies finas de fibras musculares e tendões que ocupam o espaço entre as costelas.

FUNÇÃO BÁSICA: Elevar as costelas e juntá-las.

Oblíquos externos

Reto abdominal

Mohamed Makkawy

Mike Francois, Flex Wheeler e Chris Cormier demonstram a pose abdominal mandatória da IFBB: mãos atrás da cabeça, abdome contraído e uma perna estendida.

Abdominais bem-definidos são importantes, mas igualmente importante é ter uma cintura pequena, o que torna as poses, como esta pose de bíceps, muito mais eficientes.

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Capítulo 3. Programa de Treinamento Básico

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Programa de

Treinamento Básico

A

primeira tarefa do fisiculturista iniciante é desenvolver uma base sólida de massa muscular – peso muscular puro, não gordura volumosa. Mais tarde você tentará transformar essa musculatura em um físico equilibrado e de qualidade.

Você realiza esse treinamento básico e árduo utilizando pesos pesados – ralando semana após semana até que o corpo comece a responder. E o que entendo por treinamento básico não se resume apenas a alguns exercícios como supinos, remadas curvadas e agachamentos, mas 30 ou 40 exercícios todos planejados para estimular e desenvolver os principais grupos musculares do corpo.

No final desse período, o que você quer é tamanho, a matéria prima de um grande físico. No meu próprio caso, ou no caso de outros fisiculturistas como Dave Draper ou Lee Haney, alcançamos totalmente isso por volta dos vinte anos de idade. Eu era enorme, 109 kg, mas inacabado – como um filhote enorme e desengonçado que ainda não cresceu para corresponder ao tamanho dos seus pés. Apesar de ter vencido campeonatos importantes, era como um diamante bruto; mas eu tinha muita massa e nesse ponto comecei a criar o tipo de aparência acabada e polida que precisava para tornar-me o melhor que eu podia ser.

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Balbinotti Carlos (16)
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6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

99

6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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15 Tênis em cadeira de rodas

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

250

Carlos Balbinotti e cols.

15

TÊNIS EM

CADEIRA DE RODAS

David Sanz Rivas

Juan Pedro Fuentes García

O tênis em cadeira de rodas surgiu nos Estados Unidos quando, em 1976, Brad

Parks, após um acidente de esqui que lhe causou uma lesão medular, assistiu a um vídeo de uma pessoa jogando tênis em cadeira de rodas no hospital onde ele fazia sua reabilitação. Essa situação motivou-o a praticar esse esporte, e tais foram as sensações proporcionadas por ele, que Parks decidiu não só praticá-lo mas também difundi-lo, fazendo com que o tênis em cadeira de rodas adquirisse, assim, um grande desenvolvimento nos Estados Unidos e, mais tarde, na Europa, uma vez que ele próprio viajou até esse continente para levar seus conhecimentos e aumentar progressivamente o número de praticantes.

Como assinala Sanz (2002), esse esporte começou a ser praticado na Europa em 1982 e adquiriu seu maior apogeu e número de praticantes na França, Alemanha e Holanda. Em 1985 foi criada, em

Geldermeisen (Holanda), a EWTF (Federação Européia de Tênis em Cadeira de

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7 A iniciação ao tênis como fator de promoção social de crianças em situação de risco

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

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7

A INICIAÇÃO AO TÊNIS COMO

FATOR DE PROMOÇÃO SOCIAL DE

CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE RISCO

Nadia Cristina Valentini

Adriana Berleze

Constance Müller Piffero

Bárbara Coiro Spessato

As condições sociais precárias de uma indivíduos por meio da implementação de grande parcela da população, o aumento ações educacionais. do desemprego, a carência de programas

Muitos projetos sociais implementaque contribuam efetivamente para a edudos refletem o compromisso de educadocação de crianças e jores com crianças que vens, a dificuldade dos vivem em condições

Diversas ações têm sido pais em formar e manadversas, alinhados desenvolvidas atendendo diretater famílias e a incapacom pressupostos lemente a grupos de indivíduos que cidade de numerosas gais de proteção intevivem em situação de risco e famílias proporcionagral de crianças e adovulnerabilidade socioeconômica rem uma infância rica lescentes (Estatuto da provenientes de regiões periféricas em experiências para

Criança e do Adolesde grandes cidades. Essas ações suas crianças têm concente – ECA – lei Fedesão alicerçadas com o compromistribuído fortemente ral 8.069/1990) (Braso social de mediar o processo de para o aumento da viosil, 1990) e com leis desenvolvimento, principalmente lência doméstica, do que norteiam a ação de crianças, e, muitas vezes, promover a emancipação de comutrabalho infantil e do dos profissionais que nidades que, em decorrência dos abandono de crianças e trabalham com esse escassos recursos financeiros, posjovens (Hellison, 1995; público (Lei de Diretrisuem poucas oportunidades de inRamey; Bryant; Suazes e Bases da Educategrar-se a ações educacionais de rez, 1990). É nesse ceção Nacional – LDB – formação e capacitação. nário que ações nãolei Federal 9.394 – governamentais gaMEC) (Brasil, 1996). nham força e assumem o compromisso com

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9 A bola em jogo no tênis: o domínio das técnicas avançadas

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

9

A BOLA EM JOGO NO TÊNIS:

O DOMÍNIO DAS TÉCNICAS AVANÇADAS

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

As técnicas avançadas cumprem a funmodelos estratégico-táticos. As técnicas avanção de articulação dos fundamentos técniçadas permitem encontrar os caminhos mais cos básicos do tênis já consolidados com os eficientes para a otimização da performance modelos estratégico-táticos desse esporte. esportiva (Schönborn, 1999). No entanto,

Essa fase da especialização esportiva requer cabe ressaltar a importância da experiência a estabilidade e a consistência dos fundamotora adquirida durante o desenvolvimento mentos técnicos básidos fundamentos básicos. A partir disso, o tecos do esporte.

As técnicas avançadas renista deverá desenvolpresentam uma fase da especialiver a capacidade de zação esportiva na qual o tenista

A RELEVÂNCIA aplicação da técnica deve executar os golpes básicos e

DA EXPERIÊNCIA desportiva de acordo suas variações com uma ótima reMOTORA com as diferentes situalação entre controle, precisão e

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11 Os modelos estratégico-táticos do tênis de competição

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

178

Carlos Balbinotti e cols.

11

OS MODELOS ESTRATÉGICO-TÁTICOS

DO TÊNIS DE COMPETIÇÃO

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

O sistema estratégico-tático do tênis envolve uma série de variáveis. Este capítulo trata inicialmente de alguns fatores que são fundamentais para a percepção do tenista sobre as ações decorrentes da quadra de jogo. Em seguida, vamos ressaltar e justificar a relevância da relação entre o conhecimento teórico e a experiência, com o objetivo de compreender a complexidade do jogo de tênis. Além disso, o texto procura aprofundar o conhecimento sobre os fundamentos estratégico-táticos por meio da definição de conceitos e apresentação de exemplos ilustrativos.

O treinamento estratégico-tático do tenista deve estar presente desde a preparação para as primeiras competições. No entanto, ele assume uma importância capital na faixa etária dos 17 aos 21 anos, após uma formação completa da técnica esportiva. Parte-se do pressuposto de que o tenista nessa fase já desenvolveu um trabalho orientado para a técnica esportiva por cerca de 10 anos. Tempo suficiente para aprender e também consolidar um padrão de movimentos específico do esporte; mas não apenas isso: muito além disso, foi possível amadurecer nesse período um grupo

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Cole Brian Panariello Rob (10)
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5. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de empuxo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE

SUPERIOR DO CORPO: EXERCÍCIOS

DE EMPUXO

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C

omo se afirmou no Capítulo 1, o basquete e muitos outros esportes são disputados acima do chão e o membro superior é o último elo da cadeia cinética corporal a receber as forças produzidas. Ao executar um arremesso com salto, as forças provenientes do solo propagam-se pelos membros inferiores e são transmitidas pelo core para terminar nos membros superiores com a liberação da bola.

A parte superior do corpo também tem relação direta com a velocidade de corrida. Experimente sentar-se no solo com os membros inferiores totalmente estendidos e o tronco em posição vertical. Mova os membros superiores para a frente e para trás, imitando o movimento que ocorre durante a corrida. Comece movimentando lentamente os membros superiores como se estivesse trotando e aumente a velocidade até que se assemelhe ao movimento da corrida rápida. Você perceberá que, durante o movimento rápido dos membros superiores, os quadris e os membros inferiores começam a se mover para trás e para frente, contribuindo para a execução do movimento.

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9. Prevenção de lesões para evitar a reserva

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

PREVENÇÃO DE LESÕES PARA EVITAR

A RESERVA

9

A

melhor maneira de tratar uma lesão é nunca se lesionar. Os jogadores de basquete querem estar na quadra e não no banco de reservas. O condicionamento e o treinamento realizados de forma inteligente ajudam a evitar lesões crônicas causadas por sobrecarga de exercícios, movimentos repetitivos e excesso de treinamento. Isso se traduz em arremessos de três pontos sem dor no ombro e contra-ataques rápidos sem mancar.

As duas articulações mais importantes do corpo relacionadas ao desempenho no basquete são as do joelho e do ombro. Apesar de, na NBA, as lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) constituírem pouco mais de 13% de todas as lesões no basquete, elas estão entre as mais debilitantes, seguidas pelas lesões do complexo do ombro. Os joelhos desempenham um papel fundamental no sucesso do atleta no basquete, pois estão envolvidos em quase todos os movimentos, incluindo o de saltar para o rebote, correr na quadra e mudar de direção. Os ombros trabalham em todos os movimentos de arremesso, bloqueio e rebote. Lesões por sobrecarga de movimentos do ombro são comuns em virtude dos frequentes movimentos executados acima da cabeça.

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10. Juntando tudo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

JUNTANDO TUDO

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O

treinamento de basquete requer a realização de exercícios específicos, porém é igualmente importante ter um plano de ação organizado. Da mesma forma que em outras áreas da vida, como a poupança para que futuramente uma criança curse o ensino superior, a construção de uma casa, ou ainda a manutenção de uma conta para a aposentadoria, o plano de ação ajuda a cumprir objetivos. Cada objetivo requer um plano para assegurar aplicação, satisfação e resultados adequados. O programa de treinamento do atleta não é diferente. A avaliação, a preparação do atleta e do programa, a escolha e também a ordem dos exercícios são detalhadas neste capítulo.

Avaliação

Antes de estabelecer um programa de treinamento, você precisa anotar informações específicas a fim de garantir um regime adequado. Idade e gênero são fatores importantes. O mais importante é a história médica; registre qualquer problema crônico de saúde como asma ou diabete, deformidades e assimetrias musculoesqueléticas ou procedimentos cirúrgicos realizados.

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8. Reabilitação para retornar ao jogo em condições ideais

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

capÍtUlo

Reabilitação paRa RetoRnaR ao jogo em condições ideais

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P

or conta das lesões variarem em gravidade e existir a possibilidade de lesão anatômica associada ou patologia preexistente, você deve solicitar o parecer de um médico especialista antes de iniciar um programa de reabilitação ou continuar o treinamento para melhoria do desempenho.

Este capítulo discute os ambientes de assistência para patologias no tornozelo, joelho e ombro.

Entorses de tornozelo

Na população, as entorses ligamentares de tornozelo ocorrem a uma proporção de 30.000 por dia e são consideradas as lesões mais comuns do tornozelo e do pé relacionadas com o basquete. A maioria das entorses envolve o ligamento talofibular anterior (LTFA), o ligamento calcaneofibular (LCF) e o ligamento talofibular posterior (LTFP) (Fig. 8.1). Um mecanismo típico de lesão se dá pelo movimento combinado de flexão plantar do tornozelo e inversão do pé, que pode ser observado em uma aterrissagem sobre o pé do adversário. Essa posição vulnerável do pé e do tornozelo pode ser verificada durante a corrida e o salto, assim como em movimentos de corte. Sempre que acontecer uma entorse de tornozelo, um médico especialista deve avaliar a lesão e indicar o tratamento.

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7. Exercícios pliométricos para um primeiro passo mais rápido e reação no jogo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS PARA

UM PRIMEIRO PASSO MAIS RÁPIDO

E REAÇÃO NO JOGO

7

D

urante a competição, o jogador que salta mais alto e se move mais rápido terá uma clara vantagem sobre o adversário. Um método de treinamento que aumenta a aptidão física é o exercício pliométrico. Esse tipo de atividade envolve um pré-alongamento (contração muscular excêntrica) da unidade músculo-tendão seguido imediatamente por um rápido encurtamento

(contração muscular concêntrica) da mesma unidade. Esse processo ocorre durante o ciclo alongamento-encurtamento (CAE) e é parte essencial do processo de treinamento pliométrico.

Quando os exercícios pliométricos são realizados de forma adequada, o CAE aumenta a capacidade de produção de força máxima pela unidade músculo-tendão em um tempo muito curto.

Depois de tentar um arremesso com salto e perdê-lo, ao aterrissar, você pode imediatamente saltar mais uma vez a fim de pegar o rebote. Ao aterrissar do salto inicial, os músculos dos membros inferiores, incluindo o quadríceps femoral e o gastrocnêmio, estiram-se na medida em que são alongados (os quadris e os joelhos flexionam enquanto os tornozelos são dorsifletidos) e em seguida encurtam-se quando ocorre o salto imediatamente subsequente durante a tentativa de pegar o rebote. Durante esse processo, há uma breve transição do alongamento excêntrico dos músculos para seu subsequente encurtamento concêntrico (contração), conhecida como fase de amortização.

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