Ackland Timothy R Elliott Bruce C Bloomfield John (18)
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Capítulo 11. Flexibilidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11 Flexibilidade

Patria Hume, Ph.D.; e Duncan Reid, MHSc (Hons)

Neste capítulo, que abrange muitas áreas, primeiramen­ te será apresentada uma definição de alongamento e, em seguida, serão estudados alguns dos componentes anatô­ micos e fisiológicos orientados para o alongamento. O ca­ pítulo também descreve vários tipos de procedimentos e técnicas de alongamento, revisa as evidências para os me­ canismos de alongamento, examina o efeito do alongamen­ to no desempenho e o risco de lesão, considera os fatores que podem influenciar a eficácia do alongamento e descre­ ve as técnicas e os equipamentos utilizados para medir os pro­gressos na flexibilidade.

Definições de alongamento e da flexibilidade-extensibilidade resultante

A flexibilidade pode ser definida como a amplitude de movimento (ADM) em uma articulação ou em várias arti­ culações. Maior flexibilidade equivale a aumento da ADM.

A flexibilidade é obtida pelo alongamento dos tecidos mo­ les, principalmente em torno de uma articulação, para aumentar o comprimento da unidade musculotendínea

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Capítulo 14. Análise do desempenho esportivo

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 14 Análise do desempenho esportivo

Bruce C. Elliot, Ph.D.; e Duane Knudson, Ph.D.

Uma habilidade importante para o treinador é a capacidade de analisar a técnica do esporte. A análise técnica se encaixa em um continuum entre análises subjetivas (qualitativas) e análises mais objetivas (quantitativas). Em sua maioria, as situações de treinamento dependem do uso da análise subjetiva ou qualitativa (Fig. 14.1). A análise qualitativa em nossa área foi definida como a observação sistemática e o julgamento introspectivo da qualidade do movimento humano com a finalidade de proporcionar a intervenção mais apropriada para melhorar o desempenho (Knudson e Morrison, 2002). A principal vantagem da análise qualitativa é o rico conjunto de conhecimento para o treinador que pode ser rapidamente acessado e utilizado para proporcionar feedback ou instrução imediata para o atleta. Esse conhecimento deve ser utilizado cuidadosamente porque os treinadores, que tentam “não perder nada”, muitas vezes terminam não observando elementos-chave do desempenho. Portanto, será essencial um procedimento estruturado de análise qualitativa, que será descrito neste capítulo, para que o treinador proporcione benefícios máximos para seus atletas.

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Capítulo 9. Potência

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9 Potência

Robert U. Newton, Ph.D.; e William J. Kraemer, Ph.D.

Este capítulo tem início com a definição de potência muscular máxima e, em seguida, discute por que esse as‑ pecto da função neuromuscular é tão importante para o desempenho humano. São explorados os mecanismos neu‑ rais e intramusculares subjacentes que contribuem para a alta capacidade de potência, com especial atenção aos efeitos do treinamento. Em seguida, são estudados a produção de potência máxima e os modelos de programas de treinamen‑ to, inclusive técnicas avançadas de força e condicionamento para o desenvolvimento de mais potência.

Definição de produção de potência máxima

Potência pode ser definida como o produto da força aplicada pela velocidade de movimento (Knuttgen e Krae‑ mer, 1987). Considerando que trabalho é igual ao produto da força pela distância percorrida, e velocidade é a distância percorrida dividida pelo tempo consumido, potência tam‑ bém pode ser definida como trabalho realizado por unidade de tempo (Garhammer, 1993). A produção de potência de um atleta pode variar desde 50 W, produzidos durante o ciclismo leve ou o jogging, até cerca de 7.000 W, produzidos durante a segunda fase do arremesso do halterofilismo

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Capítulo 4. Somatotipo nos esportes

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4 Somatotipo nos esportes

J.E. Lindsay Carter, Ph.D.; e Timothy R. Ackland, Ph.D.

A medição científica do físico e dos tipos corporais humanos ocorreu principalmente durante o último século; contudo, os médicos e estudiosos de biologia humana já se interessavam há muitos séculos por esse assunto. Hipócrates classificou formalmente dois tipos corporais fundamentais no século V a.C. O primeiro tipo foi denominado ha‑ bitus phthisicus, caracterizado por um corpo longo e esguio dominado por uma dimensão vertical, e o segundo foi chamado de habitus apoplecticus, cuja principal característica física era um corpo curto e atarracado que era forte na dimensão horizontal. Depois de Hipócrates, muitos pesquisadores desenvolveram classificações categóricas que variam de 2 a 5 “tipos” (Tucker e Lessa, 1940). Essas “categorias distintas” eram muito gerais e nem todos podiam ser alocados com precisão nelas.

Desenvolvimento dos métodos de classificação dos somatotipos

O somatotipo é uma expressão ou descrição quantificada da atual estrutura morfológica de uma pessoa. Consiste em uma pontuação de três numerais, por exemplo, 3½‑2‑1. Os três numerais são sempre anotados na mesma ordem, cada qual descrevendo o valor de um componente particular do físico (Duquet e Carter, 2008).

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Capítulo 5. Composição corporal nos esportes

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5 Composição corporal nos esportes

Deborah A. Kerr, Ph.D; e Arthur D. Steward, Ph.D.

A avaliação da composição corporal no esporte é realizada para determinar o físico do atleta e monitorar o efeito das modificações em seu treinamento e em sua dieta. Quando utilizada corretamente, a avaliação da composição corporal

é um instrumento valioso para ajudar o atleta a alcançar desempenhos de pico. Os dados fornecidos podem quantificar os tecidos que impulsionam ou impedem o desempenho e a mudança morfológica do perfil com o passar do tempo em paralelo às alterações no treinamento. Contudo, há o potencial para uso equivocado dos dados da composição corporal. Por exemplo, não é raro que treinadores estabeleçam pontos-limite para os níveis de gordura corporal dos atletas que são anedóticos e não baseados em evidência científica que ligue o desempenho à composição corporal.

Portanto, é fundamental que o pesquisador do esporte seja capaz de orientar os atletas e treinadores sobre a relação entre composição corporal e desempenho esportivo. Além disso, a composição corporal não consiste apenas em obtenção de medidas, mas também na compreensão do impacto que isso pode ter no atleta. É importante compreender que a composição corporal é apenas um fator a influenciar o desempenho esportivo. Este capítulo delineia os fatores que afetam a composição corporal, descreve os métodos para avaliá-la e explica como interpretar os dados da composição corporal.

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Alexandre Gomes De Almeida (3)
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Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

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elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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1. Introdução ao handebol

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I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

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elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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Arnold Schwarzenegger (26)
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Capítulo 4. Princípios do Treinamento Avançado

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C A P Í T U L O

4

Princípios do

Treinamento Avançado

A

intensidade é fundamental para fazer com que o treinamento de resistência progressiva funcione para você. O que é intensidade? Um tipo diz respeito ao quão arduamente você acha que está tentando. Essa é a intensidade de esforço. Outro é a quantidade de estímulo que você é capaz de provocar nos músculos, fazendo com que respondam e se desenvolvam. Isso é intensidade de efeito. É importante compreender a diferença entre esses dois tipos de intensidade, do contrário é provável que você apenas continue tentando muito (muitas vezes a ponto de lesionar-se) em vez de dominar os tipos de técnicas de intensidade descritas neste capítulo que produzem o progresso de treinamento máximo.

AUMENTANDO A INTENSIDADE DE

TREINAMENTO

Aumentar a intensidade no início não é tão difícil. Você aprende a realizar mais exercícios e a como executá-los corretamente; fica mais forte e em melhor condição, e assim pode trabalhar mais arduamente e por mais tempo e submeter os músculos a um estresse maior. Contudo, uma vez que o corpo acostume-se a esse esforço, fica mais difícil continuar a escalar a intensidade no mesmo ritmo.

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Capítulo 2. Preparação Total

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C A P Í T U L O

2

Preparação Total

É realmente desagradável ver um fisiculturista com um grande físico e que, obviamente, esforçou-se na academia, executando belas poses no palco e destruindo o efeito total porque desprezou alguns detalhes de sua apresentação.

Quanto mais alto o nível que você atinge no fisiculturismo, mais competitivo ele se torna. E quando um juiz está lhe comparando com um fisiculturista do mesmo nível e tem dificuldade em decidir quem é o melhor, alguns aspectos menores da sua aparência podem fazer a diferença, como a sunga, o tom de sua pele, a cor da pele, o corte de seu cabelo ou a sua limpeza.

Obviamente, você não pode ganhar um concurso simplesmente pela sua apresentação. O fisiculturismo envolve primariamente o desenvolvimento do corpo. Mas a impressão global que você causa nos juízes é feita de mais do que músculos e condicionamento, e qualquer coisa que prejudicar esse aspecto pode lhe custar a vitória.

SUNGAS PARA POSES

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As Coxas

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ARNOLD SCHWARZENEGGER

As Coxas

OS MÚSCULOS DA PARTE SUPERIOR DA COXA

O quadríceps é o músculo da frente da coxa que age como extensor do joelho.

Os quatro músculos envolvidos são o reto femural, o vasto intermédio (esses dois músculos formam a delineação central em forma de V da parte médiofrontal da coxa), o vasto medial (coxa interna) e o vasto lateral (coxa externa).

FUNÇÃO BÁSICA: Estender o joelho (perna).

O bíceps femural e músculos associados – os flexores do joelho (perna) na parte posterior da perna.

FUNÇÃO BÁSICA: Flexionar o joelho (perna) para trás.

Outros músculos importantes da coxa incluem o tensor da fáscia lata, que vem desde o quadril para baixo, na parte lateral da coxa; e o sartório, o mais longo músculo do corpo, que cruza diagonalmente sobre a parte anterior da coxa.

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO PARA AS

COXAS

Os músculos da coxa são os maiores e mais potentes de todo o corpo. Existem poucos movimentos no esporte que não envolvem um esforço intenso de per-

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Os Ombros

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250

ARNOLD SCHWARZENEGGER

Os Ombros

OS MÚSCULOS DOS OMBROS

O deltóide é um grande músculo de três pontas, grosso e triangular, que se origina da clavícula e da escápula na parte posterior do ombro e se estende até a sua inserção no braço.

FUNÇÃO BÁSICA: Realizar a rotação e a elevação do braço. O deltóide anterior eleva o braço para a frente; o deltóide médio eleva o braço para o lado; o deltóide posterior eleva o braço para trás.

O trapézio é o músculo triangular, plano, que se estende para fora e para baixo do pescoço e entre as escápulas.

FUNÇÃO BÁSICA: Elevar toda a cintura escapular, levar a escápula para cima, para baixo e para os lados e ajudar a girar a cabeça.

Deltóides

ENCICLOPÉDIA DE FISICULTURISMO E MUSCULAÇÃO

ANALISANDO OS OMBROS

Nos anos 40, os homens usavam casacos com enormes ombreiras acolchoadas e cinturas apertadas dando-lhes uma forma em V exagerada (um estilo que parece ter retornado recentemente). Por coincidência, esta é a forma que os fisiculturistas trabalham exaustivamente para desenvolver, e uma parte significativa deste aspecto é de ombros largos, amplamente desenvolvidos.

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Capítulo 2. Descubra seu Tipo Corporal

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C A P Í T U L O

2

Descubra seu

Tipo Corporal

Q

ualquer pessoa que tenha despendido tempo na praia, na piscina ou no vestiário da academia pode confirmar o fato de que os seres humanos nascem com uma variedade de características físicas diferentes. Alguns são mais altos ou mais baixos, mais claros ou mais escuros, com os ombros mais largos ou mais estreitos, as pernas mais compridas ou mais curtas; possuem níveis naturais de resistência mais elevados ou mais baixos, diferentes tipos de células musculares, mais ou menos massa muscular e células de gordura.

Um método popular de categorizar os vários tipos corporais reconhece três tipos físicos fundamentalmente diferentes, chamados somatotipos:

O ectomorfo: caracterizado por um tronco curto, braços e pernas compridos, pés e mãos compridos e estreitos e muito pouca reserva de gordura; estreiteza no peito e nos ombros, com músculos geralmente longos e finos.

O mesomorfo: peito largo, tronco longo, estrutura muscular sólida e grande força.

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Balbinotti Carlos (16)
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1 Iniciação ao tênis na infância: os primeiros contatos com a bola e a raquete

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

1

INICIAÇÃO AO TÊNIS NA INFÂNCIA:

OS PRIMEIROS CONTATOS COM

A BOLA E A RAQUETE

Patrícia Ramos de Paula

Carlos Balbinotti

A iniciação ao tênis na infância frede forma que possa manter o aluno motivado à prática do jogo. O essencial é perqüentemente é entendida e orientada pelo mitir que o processo de aprendizagem e ensino convencional dos fundamentos técnicos do esporte. Porém, se levarmos em de desenvolvimento da técnica esportiva do tenista evolua continuamente. Para tanconta as necessidades da criança e suas reais to, é preciso sistematizá-lo desde a infâncapacidades nessa etapa do desenvolvimencia, pois o tênis é considerado um esporte to, é preciso romper com essa metodologia de ensino, que representa uma proposta com grande diversidade e complexidade de movimentos. metodológica unicamente mecanicista, caSabe-se que nem todos os jovens que racterizada pela monotonia de exercícios passam pela escola esrepetitivos. portiva serão tenistas

Neste capítulo,

O trabalho de iniciação de alto rendimento, são apontados importécnica ao tênis na infância enfapois para isso é necestantes aspectos didátitiza, primeiramente, a formação cos e metodológicos a sária a combinação de de uma base motora rica e variadiversos fatores, entre serem observados e as da que contribuirá também para eles a disponibilidade habilidades motoras esa aprendizagem de outras modade tempo e/ou a capapecíficas que justificam lidades esportivas e atividades da e requerem tal ação pecidade de investimenvida diária. to na carreira. Por essa dagógica. Por fim, como razão, a responsabilidade do professor vai forma de contribuição direta à prática proalém do compromisso de formar um tenisfissional, são apresentados referenciais para ta de alto nível: é preciso que o esporte a planificação do trabalho. seja uma experiência efetiva de formação

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14 A teoria da significação motivacional da perspectiva futura e suas aplicações no contexto do tênis infanto-juvenil

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

233

14

A TEORIA DA SIGNIFICAÇÃO

MOTIVACIONAL DA PERSPECTIVA

FUTURA E SUAS APLICAÇÕES NO

CONTEXTO DO TÊNIS INFANTO-JUVENIL

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Carlos Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

A motivação no contexto da teoria da significação motivacional da perspectiva futura está presente no tênis infanto-juvenil como uma força interna do tenista, e sua apresentação e discussão são de extrema relevância. Trata-se de um construto que se expressa em um comportamento com características de persistência, perseverança e força de vontade para atingir objetivos de médio e longo prazo.

O objetivo do presente capítulo é apresentar primeiramente a teoria e os autores que contribuem para o seu desenvolvimento de uma forma ou de outra, para depois destacar a importância das suas aplicações no contexto do tênis infanto-juvenil. Acredita-se que as qualidades volitivas e as aspirações profissionais dos jovens tenistas são forças que estimulam e permitem que o tenista tenha uma grande capacidade de mobilização para atingir seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

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5 Iniciação esportiva universal: uma escola da bola aplicada ao tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

80

Carlos Balbinotti e cols.

5

INICIAÇÃO ESPORTIVA UNIVERSAL:

UMA ESCOLA DA BOLA APLICADA AO TÊNIS

Pablo Juan Greco

Siomara Aparecida da Silva

Layla Campos Aburachid

Os conteúdos que os professores de

Educação Física Escolar (EFE) desenvolvem de forma generalizada no ensino dos esportes giram prioritariamente em torno dos jogos esportivos coletivos (basquetebol, futebol, futsal, handebol e voleibol).

Assim, reproduzem uma “monocultura” dessas cinco modalidades esportivas na escola, reduzindo as opções para divulgação, ensino e prática de outras modalidades, principalmente as de raquete, como conteúdos da EFE.

Nas escolinhas especializadas, direcionam-se os processos de ensino na busca de talentos para a formação de atletas, sendo comum observar uma especialização esportiva precoce. A especialização precoce, desde o seu início, visa a uma estabilidade e consistência dos fundamentos técnicos básicos para um melhor desempenho no jogo, semelhantes ao modelo do campeão.

Neste capítulo, procura-se responder a perguntas do tipo: é possível praticar esportes de raquete na escola? É possível praticá-los com baixos custos? É possível um professor que não teve a vivência da prática ensinar tênis? Nas escolinhas especializadas, pode ser aplicada uma meto-

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6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

99

6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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2 Considerações sobre o desenvolvimento e a aprendizagem motora em crianças

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

29

2

CONSIDERAÇÕES SOBRE O

DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM

MOTORA EM CRIANÇAS

Nadia Cristina Valentini

Constance Müller Piffero

Adriana Berleze

Bárbara Coiro Spessato

A aquisição e o refinamento das habilidades são uma preocupação cotidiana no ensino do esporte, seja este praticado pelo prazer da competição, pelo lazer ou para a manutenção de um estilo de vida ativo (Balbinotti et al., 2004; Garcia;

Garcia, 1996; Mesquita, 2004; Valentini;

Toigo, 2005). Da aquisição e do refinamento motor depende a conquista de novos parâmetros motores que conduzam crianças e jovens a incorporarem as variadas habilidades especializadas em um jogo específico. O desenvolvimento das habilidades especializadas é o resultado da interação entre as restrições do indivíduo, do meio e da tarefa, que são específicas para cada indivíduo (Clark; Metcalfe,

2002). Assim, a aquisição dessas habilidades depende das restrições ambientais e das experiências e tarefas vivenciadas por esse indivíduo, bem como de suas características orgânicas, psicológicas e socioculturais.

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Cole Brian Panariello Rob (10)
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1. O jogador de basquete em movimento

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

O JOGADOR DE BASQUETE

EM MOVIMENTO

1

A

atuação no basquete, como em qualquer outro desafio atlético, exige que os jogadores aperfeiçoem suas qualidades físicas a fim de assegurar que o empenho atlético máximo se repita ao longo do tempo. Jogadores de basquete devem ser capazes de correr, saltar, acelerar, desacelerar e mudar de direção. A tendência geral para o sucesso dessas atividades físicas é ser eficaz desde o início; em outras palavras, você deve empregar níveis máximos de força contra o solo no tempo mais curto. A terceira lei de Newton sobre movimento postula que para cada ação há uma reação de mesma intensidade e em sentido oposto. Portanto, quanto mais força você aplicar ao solo, maior será a força de reação para impulsioná-lo. Atletas de elite são aqueles que aplicam a maior quantidade de força ao solo em menor tempo. Para melhorar sua capacidade de aplicar rapidamente altos níveis de força ao solo, você deve aumentar as qualidades físicas específicas em uma determinada sequência.

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10. Juntando tudo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

JUNTANDO TUDO

10

O

treinamento de basquete requer a realização de exercícios específicos, porém é igualmente importante ter um plano de ação organizado. Da mesma forma que em outras áreas da vida, como a poupança para que futuramente uma criança curse o ensino superior, a construção de uma casa, ou ainda a manutenção de uma conta para a aposentadoria, o plano de ação ajuda a cumprir objetivos. Cada objetivo requer um plano para assegurar aplicação, satisfação e resultados adequados. O programa de treinamento do atleta não é diferente. A avaliação, a preparação do atleta e do programa, a escolha e também a ordem dos exercícios são detalhadas neste capítulo.

Avaliação

Antes de estabelecer um programa de treinamento, você precisa anotar informações específicas a fim de garantir um regime adequado. Idade e gênero são fatores importantes. O mais importante é a história médica; registre qualquer problema crônico de saúde como asma ou diabete, deformidades e assimetrias musculoesqueléticas ou procedimentos cirúrgicos realizados.

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7. Exercícios pliométricos para um primeiro passo mais rápido e reação no jogo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS PARA

UM PRIMEIRO PASSO MAIS RÁPIDO

E REAÇÃO NO JOGO

7

D

urante a competição, o jogador que salta mais alto e se move mais rápido terá uma clara vantagem sobre o adversário. Um método de treinamento que aumenta a aptidão física é o exercício pliométrico. Esse tipo de atividade envolve um pré-alongamento (contração muscular excêntrica) da unidade músculo-tendão seguido imediatamente por um rápido encurtamento

(contração muscular concêntrica) da mesma unidade. Esse processo ocorre durante o ciclo alongamento-encurtamento (CAE) e é parte essencial do processo de treinamento pliométrico.

Quando os exercícios pliométricos são realizados de forma adequada, o CAE aumenta a capacidade de produção de força máxima pela unidade músculo-tendão em um tempo muito curto.

Depois de tentar um arremesso com salto e perdê-lo, ao aterrissar, você pode imediatamente saltar mais uma vez a fim de pegar o rebote. Ao aterrissar do salto inicial, os músculos dos membros inferiores, incluindo o quadríceps femoral e o gastrocnêmio, estiram-se na medida em que são alongados (os quadris e os joelhos flexionam enquanto os tornozelos são dorsifletidos) e em seguida encurtam-se quando ocorre o salto imediatamente subsequente durante a tentativa de pegar o rebote. Durante esse processo, há uma breve transição do alongamento excêntrico dos músculos para seu subsequente encurtamento concêntrico (contração), conhecida como fase de amortização.

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4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

4

E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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8. Reabilitação para retornar ao jogo em condições ideais

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

capÍtUlo

Reabilitação paRa RetoRnaR ao jogo em condições ideais

8

P

or conta das lesões variarem em gravidade e existir a possibilidade de lesão anatômica associada ou patologia preexistente, você deve solicitar o parecer de um médico especialista antes de iniciar um programa de reabilitação ou continuar o treinamento para melhoria do desempenho.

Este capítulo discute os ambientes de assistência para patologias no tornozelo, joelho e ombro.

Entorses de tornozelo

Na população, as entorses ligamentares de tornozelo ocorrem a uma proporção de 30.000 por dia e são consideradas as lesões mais comuns do tornozelo e do pé relacionadas com o basquete. A maioria das entorses envolve o ligamento talofibular anterior (LTFA), o ligamento calcaneofibular (LCF) e o ligamento talofibular posterior (LTFP) (Fig. 8.1). Um mecanismo típico de lesão se dá pelo movimento combinado de flexão plantar do tornozelo e inversão do pé, que pode ser observado em uma aterrissagem sobre o pé do adversário. Essa posição vulnerável do pé e do tornozelo pode ser verificada durante a corrida e o salto, assim como em movimentos de corte. Sempre que acontecer uma entorse de tornozelo, um médico especialista deve avaliar a lesão e indicar o tratamento.

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