Zubrick James W (35)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521630906

CAPÍTULO 10 - AGENTES SECANTES

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

AGENTES SECANTES

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

� dicione pequenas quantidades

A até o trabalho ser concluído.

� e houver agente secante seco no

S frasco, o líquido deve estar seco.

Quanto tiver preparado um produto líquido, você tem que secar o líquido antes de destilá-lo e armazená-lo, tratando-o com um agente secante. Geralmente, agentes secantes são certos sais anidros que combinam com a água em seu produto e a retém como água de cristalização. Quando toda a

água em sua amostra estiver presa ao sal, filtra-se a mistura por gravidade. O líquido seco passa pelo filtro de papel, e o sal hidratado fica para trás.

AGENTES SECANTES TÍPICOS

1. Cloreto de cálcio anidro. Esse é um agente secante muito popular, de baixo custo e rápido, mas ultimamente tenho me decepcionado com seu desempenho. Parece que o cloreto de cálcio se pulveriza um pouco quando é armazenado, principalmente sem cuidado, e esse pó de cloreto de cálcio passa pelo filtro de papel junto com o líquido. Então, cautela: se você tiver de usar cloreto de cálcio anidro, tenha certeza de que esteja granulado. Existem lentilhas de 4-8 mesh que funcionam bastante bem. Evite cloreto de cálcio em pó, ou cloreto de cálcio anidro granulado que já tenha estado ali por tempo suficiente para ficar pulverizado. E não aumente o problema deixando o frasco que contém o agente secante destampado; é sobre essa falta de cuidado que eu estava falando.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630906

CAPÍTULO 11 - RESPEITO DOS PRODUTOS

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RESPEITO DOS PRODUTOS

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

As amostras devem estar limpas e secas.

E os recipientes estão devidamente rotulados?

A maneira mais rápida para se perder pontos é entregar amostras desordenadas. Muita coisa pode acontecer para estragar seu produto. O que vem a seguir são pecados imperdoáveis! Arrependa-se e evite-os!

PROBLEMAS COM PRODUTOS SÓLIDOS

1. Impurezas na amostra. Redissolva a amostra, filtre por gravidade e, então, evapore o solvente.

2. Sólidos úmidos. Faça pressão sobre o papel de filtro, fragmente-o e deixe secar. O sólido não deverá ficar agarrado às laterais do vial da amostra.

3. Sólidos extremamente úmidos (boiando na água). Faça uma montagem de filtração por gravidade (veja o Capítulo 13, “Recristalização”) e filtre o líquido, separando-o do sólido.

Remova o cone de papel de filtro com seu produto sólido, abra-o e deixe secar. Ou remova o sólido e seque-o sobre papel de filtro novo conforme descrito anteriormente. Tenha muito cuidado, pois você não vai querer fibras de papel de filtro presas em seu sólido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630906

CAPÍTULO 12 - O EXPERIMENTO DO PONTO DE FUSÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

O EXPERIMENTO DO

PONTO DE FUSÃO

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Nunca refunde as amostras.

� mostras muito pequenas. Se você

A consegue vê-las, consegue vê-las se fundindo.

O ponto de fusão é a temperatura em que o primeiro cristal começa a se fundir até a temperatura em que o último cristal desaparece. Assim, o ponto de fusão (abreviado como p.fus) é na verdade uma faixa de fusão. Você deve registrá-lo como tal, ainda que seja denominado ponto de fusão, por exemplo, p.fus 147-149°C.

As pessoas sempre se referem ao ponto de fusão e nunca ao ponto de fusão. Existe esse impulso incontrolável e forte de relatar um número. Não importa o quanto eu já tenha pedido e gritado com as pessoas para não registrarem um número, elas sempre o fazem. Provavelmente é porque os manuais informam apenas um número, o limite superior.

Geralmente, os pontos de fusão são determinados por duas razões.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630906

CAPÍTULO 13 - RECRISTALIZAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RECRISTALIZAÇÃO

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Solvente demais e seus cristais não voltam a aparecer.

■ �

A essência de uma recristalização é a purificação. Uma vez que os compostos contaminados, impuros, tenham sido limpos, purificados, eles podem então aparecer em público novamente. A sequência de eventos que você utilizará vai depender bastante de quão misturado está o seu produto final e de quão solúvel ele é em vários solventes.

De qualquer maneira, você vai ter de se lembrar de algumas coisas.

1. Encontre um solvente que dissolva o sólido enquanto está quente.

2. O mesmo solvente não deverá dissolvê-lo enquanto está frio.

3. O solvente frio deve manter as impurezas dissolvidas nele para sempre.

Esse é o principal problema. E requer certa experimentação. Novamente, a arte na ciência. Em geral, você sabe o que deve ter preparado e, com isso, a tarefa fica mais fácil. Ela exige uma observação no seu caderno de laboratório e, possivelmente, um manual (veja o Capítulo 2, “Mantendo um caderno de laboratório” e o Capítulo 3, “Interpretando handbooks”). Você tem os dados de solubilidade do composto em seu caderno. “O que é isso?”, você dirá. Você não tem os dados em seu caderno de laboratório? Parabéns, você ganhou a nota mais baixa nesse curso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630906

CAPÍTULO 14 - RECRISTALIZAÇÃO: MICROESCALA

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RECRISTALIZAÇÃO:

Microescala

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

A recristalização em microescala é realizada da mesma forma que em macroescala. Você simplesmente utiliza uma vidraria pequenina. Leia primeiro a seção geral sobre cristalização. Então, volte aqui, e:

1. Coloque seu sólido em um pequeno tubo de ensaio.

2. Adicione uma pedrinha de ebulição (pedacinhos de porcelana ou micropérolas de vidro) ou um pequeno bastão de agitação magnética, caso você esteja utilizando uma chapa de agitação/aquecimento.

3. Apenas cubra o sólido com o solvente de recristalização.

4. Aqueça essa mistura no banho de areia; mexa com o bastão de agitação ou agite o tubo de ensaio.

5. Se o sólido não se dissolver, pense no seguinte: a. O que não se dissolve são impurezas insolúveis; nem adicionando grandes quantidades de solvente você vai conseguir dissolvê-las. b. O que não se dissolve é o seu composto; você vai precisar adicionar mais 1-2 gotas de solvente.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Wolfgang Bauer Gary D Westfall Helio Dias (38)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580551259

Apêndice A

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Resumo Matemático

1. Álgebra

1.1 Elementos

1.2 Expoentes

1.3 Logaritmos

1.4 Equações lineares

2. Geometria

2.1 Formas geométricas bidimensionais

2.2 Formas geométricas tridimensionais

3. Trigonometria

3.1 Triângulos retângulos

3.2 Triângulos gerais

4. Cálculo

4.1 Derivadas

4.2 Integrais

5. Números complexos

Exemplo A.1 Conjuntos de Madelbrot

A-1

A-1

A-2

A-2

A-3

A-3

A-3

A-3

A-3

A-3

A-5

A-6

A-6

A-6

A-7

A-8

Notação:

As letras a, b, c, x e y representam números reais.

As letras i, j, m e n representam números inteiros.

As letras gregas ␣, ␤ e ␥ representam ângulos, expressos em radianos.

1. Álgebra

1.1 Elementos

Fatoração:

Equação quadrática:

Toda equação da forma

Para valores dados de a, b e c, existem duas soluções:

e

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551259

Apêndice B

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

B

Massas de Isótopos, Energias de

Ligação e Meias-vidas

Somente aqueles isótopos com meias-vidas maiores do que 1 h foram listados.

Z

1

1

1

2

2

3

3

4

4

4

5

5

6

6

6

7

7

8

8

8

9

9

10

10

10

11

11

11

12

12

12

12

13

13

14

14

N Símbolo

0

1

2

1

2

3

4

3

5

6

5

6

6

7

8

7

8

8

9

10

9

10

10

11

12

11

12

13

12

13

14

16

13

14

14

15

H

H

H

He

He

Li

Li

Be

Be

Be

B

B

C

C

C

N

N

O

O

O

F

F

Ne

Ne

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551259

Apêndice C

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

C

Propriedades dos Elementos

Z

Número de carga (número de prótons no núcleo = número de elétrons)

Massa específica à temperatura ambiente (20°C = 293,15 K) e pressão normal (1 atmosfera)

m

Peso atômico padrão (massa média ponderada de um átomo, ponderada de acordo com a abundância de cada isótopo)

Tfusão

Temperatura do ponto de fusão (ponto de transição entre a fase sólida e a fase líquida)

Tebulição

Temperatura de ebulição (ponto de transição entre a fase líquida e a fase gasosa)

Lf

Calor latente de fusão ou derretimento

Lv

Calor latente de vaporização

E1

Energia de ionização (energia necessária para remover o elétron menos ligado de um átomo)

Z

Símbolo Nome

Configuração eletrônica

␳(g/cm3)

m(g/mol)

Tfusão (K)

Tebulição

(K)

Lf

Lv

(kJ/mol) (kJ/mol) E1(eV)

1

2

3

4

5

6

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551594

As fronteiras da física moderna

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

As Fronteiras da Física Moderna

Este livro tentará dar a você uma ideia de alguns dos progressos impressionantes feitos pela física recentemente.

Os exemplos das áreas de pesquisa avançada estarão acessíveis com o conhecimento disponível em nível introdutório. Em muitas universidades de ponta, jovens secundaristas já estão envolvidos em pesquisas inovadoras em física. Com frequência, essa participação requer nada além das ferramentas apresentadas neste livro, alguns dias ou semanas de leituras adicionais, e a curiosidade e o desejo de aprender fatos e habilidades novas.

As próximas páginas introduzirão algumas das incríveis fronteiras da pesquisa contemporânea e descreverão alguns resultados obtidos durante os últimos anos. Essa introdução é feita em nível qualitativo, evitando toda a matemática e outros detalhes técnicos.

A física quântica

No ano de 2005 foi comemorado o 100° aniversário dos notáveis artigos de Albert Einstein sobre o movimento browniano (que provou a realidade da existência dos átomos), a teoria da relatividade e o efeito fotoelétrico. Este último artigo introduziu uma das ideias que constituem a base da mecânica quântica, a física da matéria em escalas atômicas e moleculares. A mecânica quântica é um produto do século XX que levou, por exemplo, à invenção do laser, agora rotineiramente empregado em CDs, DVDs e aparelhos de Blu-ray, em leitoras de códigos de barra e mesmo em cirurgias de olhos, entre muitas outras aplicações. A mecânica quântica também forneceu uma compreensão mais fundamental da química; físicos estão usando pulsos curtos de laser com durações menores que 10-13 s para compreender como se desenvolvem as ligações químicas. A revolução quântica inclui também descobertas exóticas como a da antimatéria, e não existe um fim à vista deste processo. Na última década, grupos de átomos denominados condensados de Bose-Einstein foram formados em armadilhas eletromagnéticas, e esse trabalho abriu as portas para um mundo inteiramente novo da física atômica e quântica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550948

As Fronteiras da Física Moderna

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

As Fronteiras da Física Moderna

Este livro tentará dar a você uma ideia de alguns dos progressos impressionantes feitos pela física recentemente.

Os exemplos das áreas de pesquisa avançada estarão acessíveis com o conhecimento disponível em nível introdutório. Em muitas universidades de ponta, jovens secundaristas já estão envolvidos em pesquisas inovadoras em física. Com frequência, essa participação requer nada além das ferramentas apresentadas neste livro, alguns dias ou semanas de leituras adicionais, e a curiosidade e o desejo de aprender fatos e habilidades novas.

As próximas páginas introduzirão algumas das incríveis fronteiras da pesquisa contemporânea e descreverão alguns resultados obtidos durante os últimos anos. Essa introdução é feita em nível qualitativo, evitando toda a matemática e outros detalhes técnicos.

A física quântica

No ano de 2005 foi comemorado o 100º aniversário dos notáveis artigos de Albert Einstein sobre o movimento browniano (que provou a realidade da existência dos átomos), a teoria da relatividade e o efeito fotoelétrico. Este último artigo introduziu uma das ideias que constituem a base da mecânica quântica, a física da matéria em escalas atômicas e moleculares. A mecânica quântica é um produto do século XX que levou, por exemplo, à invenção do laser, agora rotineiramente empregado em CDs, DVDs e aparelhos de Blu-ray, em leitoras de códigos de barra e mesmo em cirurgias de olhos, entre muitas outras aplicações. A mecânica quântica também forneceu uma compreensão mais fundamental da química; físicos estão usando pulsos curtos de laser com durações menores que 10-13 s para compreender como se desenvolvem as ligações químicas. A revolução quântica inclui também descobertas exóticas como a da antimatéria, e não existe um fim à vista deste processo. Na última década, grupos de átomos denominados condensados de Bose-Einstein foram formados em armadilhas eletromagnéticas, e esse trabalho abriu as portas para um mundo inteiramente novo da física atômica e quântica.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

William F Ruddiman (21)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582603550

Capítulo 10 - Fontes Naturais versus Antropogênicas de CH4: Um Exame Mais Minucioso

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Fontes Naturais versus Antropogênicas de CH4: Um Exame

Mais Minucioso

10

O

Capítulo 9 mostrou que os níveis crescentes de metano nos últimos 5000 anos diferiam das tendências das setes interglaciais anteriores, quando as concentrações caíram. Embora a disseminação das atividades agropecuárias produtoras de metano coincidam com essa tendência do metano na contramão, parecendo ser uma explicação promissora para ela, o debate sobre essa questão ainda não está liquidado.

Este capítulo examinará mais de perto todas as possíveis fontes de metano

(Tabelas 10-1 e 10-2).

Fontes naturais de metano

Lembre-se, do Capítulo 2, de que as terras úmidas naturais são a principal fonte de emissões de metano e de alterações de longo prazo nas concentrações atmosféricas de CH4 (Figura 10-1). As evidências indicam que duas grandes regiões de terras úmidas naturais não podem ter sido responsáveis pelo aumento do CH4 nos últimos 5000 anos.

TABELA 10-1 Mudanças nas fontes naturais de CH4 nos

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603550

Capítulo 11 - Fontes Naturais versus Antropogênicas de CO2: Um Exame Mais Minucioso

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Fontes Naturais versus Antropogênicas de CO2: Um Exame

Mais Minucioso

11

O

debate científico sobre se a tendência do CO2 nos últimos 7000 anos é natural ou antropogênica continua. Aqueles em favor de explicações naturais precisam dar conta do aumento de 22 ppm no

CO2 de 7000 anos atrás em diante, ao passo que a explicação antropogênica precisa explicar uma anomalia total de cerca de 40 ppm, que é a diferença entre o aumento observado do CO2 e as reduções típicas dos interglaciais anteriores.

Fontes naturais propostas para o aumento de 22 ppm do CO2

As duas explicações naturais que mais ganharam atenção concentram-se nas alterações da química carbônica dos oceanos (Tabela 11-1). A maior parte do carbono do oceano ocorre em formas dissolvidas, como dióxido de car–2

– bono (CO2), íons carbonato (CO3 ) ou íons bicarbonato (HCO3 ). Ao longo de períodos de milhares de anos, os oceanos mantêm um equilíbrio aproximado entre dióxido de carbono (que é ácido) e íons carbonato (que são alcalinos) dissolvidos. Quando fatores externos perturbam esse equilíbrio de longo prazo, ao alterar a quantidade de dióxido de carbono ou de íons carbonato, o oceano gradualmente age para restaurar o equilíbrio. Os oceanos e a atmosfera participam dessas mudanças, pois trocam grandes quantidades de carbono todo ano (veja Capítulo 3).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603550

Capítulo 12 - Refutação

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Refutação

C

12

omo Stephen Schneider assinalou no título do seu último livro, Science as a Contact Sport (A ciência como um esporte de contato), a ciência do clima não é um processo passivamente contemplado atrás dos muros acadêmicos cobertos de hera, mas uma batalha de ideias travada no mundo real, a céu aberto. Essa abordagem confrontativa torna-se especialmente intensa quando ideias novas distanciam-se substancialmente de uma visão convencional que é amplamente aceita há muito tempo. Quando novas ideias surgem, alguns cientistas acham que elas são interessantes o suficiente para que valha a pena testá-las. Esse escrutínio inevitável é a forma como a ciência funciona: nenhuma ideia nova de importância fica muito tempo sem ser contestada. No longo prazo, esse ceticismo entranhado por parte dos cientistas é uma importante razão para os enormes progressos dos últimos séculos, progressos que produziram a maioria das conveniências e confortos desfrutados atualmente pelos leitores deste livro (como eletricidade, carros e a Internet).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603550

Capítulo 13 - Mudanças de Paradigma

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Mudanças de

Paradigma

E

13

m seu livro de 1962, A estrutura das revoluções científicas, Thomas

Kuhn contornou em grande medida a ideia de Karl Popper de que a ciência progride em estágios incrementais por meio de constantes teste e refutação. Em vez disso, Kuhn propos que a ciência avança em pequenos saltos, em que novas ideias substituem as antigas, separadas por intervalos de tempo mais longos, passados em um modo mais vegetativo ou mesmo lento que ele chama de “ciência normal”.

Nesses intervalos de ciência normal, uma explicação existente para um conjunto específico de fenômenos funciona bem o suficiente por um período suficientemente longo, tornando-se um pressuposto amplamente sustentado chamado de paradigma. Kuhn descreve um paradigma como uma combinação de conhecimentos, pressupostos gerais compartilhados, modelos conceituais, escolas de pensamento e uma “matriz disciplinar”. Na visão de

Kuhn, os livros-texto propagam os paradigmas existentes às sucessivas gerações de estudantes e futuros cientistas ao transmitir uma imagem falsamente ordenada do estado efetivo da ciência. O que por muitas vezes está ausente nos livros-texto é a sensação generalizada de drama do passado, quando as ideias estavam em conflito e os novos paradigmas estavam prestes a surgir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603550

Capítulo 14 - Um Paradigma Emergente para a Era Antropogênica?

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Um Paradigma

Emergente para a

Era Antropogênica?

P

14

erto da virada do milênio, o ecologista aquático Eugene Stoermer começou a usar um novo termo, Antropoceno, para se referir ao período em que as influências do ser humano sobre o ambiente da Terra e seu clima sobrepujaram as mudanças naturais. Em 2002, o químico atmosférico e ganhador do Prêmio Nobel Paul Crutzen publicou, juntamente a Stoermer, um pequeno artigo que formalizou essa nova visão e propôs que o Antropoceno começou entre o início e a metade do século XIX. Essa proposta rapidamente ganhou a adesão de muitos climatologistas, que viam amplas evidências de que grandes interferências humanas sobre o sistema climático começaram com o aumento inicial das concentrações dos gases de efeito estufa na Era

Industrial, por volta de 1850, crescendo exponencialmente desde então. Sem dúvida, o último século e meio foi marcado por aumentos sem precedentes na pegada humana no planeta (Tabela 14-1).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Weineck J Rgen (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432044

1. Estudo geral das células e dos tecidos

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

01_Kurz gefasste Zell 001-059_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:29 AM Page 1

Capítulo 1

Estudo geral das células e dos tecidos

01_Kurz gefasste Zell 001-059_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:29 AM Page 2

2

Anatomia aplicada ao esporte

Estudo geral das células (citologia)

Como, basicamente, qualquer estímulo de carga atua sobre a célula e como as funções superiores se baseiam na menor unidade funcional (célula), deve-se apresentar a estrutura geral de uma célula corporal já no início desta obra, visando a uma melhor compreensão das estruturas subordinadas. Em ordem crescente, serão discutidas as seguintes estruturas sequenciais.

Célula ➝ conjuntos celulares = tecido ➝ organização e integração funcional formando um órgão ou sistemas orgânicos da maneira como se apresentam como aparelho de movimento passivo e ativo.

Estrutura da célula

O citoplasma (o sarcoplasma da célula muscular) – um líquido que contém eletrólitos e proteína – é o local da produção anaeróbica de energia (glicólise), da síntese de glicogênio (glicogênio constitui a forma intracelular depositária da glicose [= dextrose]), da degradação do glicogênio, assim como da síntese de ácidos graxos. No citoplasma também se encontram diversos depósitos energéticos, por exemplo, grânulos de glicogênio e gotículas de gordura.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

80

Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Walker Jearl (7)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521616092

CAPÍTULO 1: Desviando das Gotas de Chuva (MOVIMENTO)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

1

Desviando das

Gotas de Chuva

1.1 • Correr ou andar na chuva?

Uma pessoa deve correr ou andar ao atravessar a rua debaixo de chuva sem guarda-chuva? Correndo, a pessoa passa menos tempo na chuva, mas provavelmente encontra um número maior de gotas de chuva. A resposta muda se um vento soprar as gotas de chuva na direção da pessoa ou na direção oposta?

Ao dirigir na chuva, que velocidade uma pessoa deve manter para minimizar a quantidade de água que cai no pára-brisa dianteiro e, assim, manter uma visibilidade razoável?

Resposta Se a chuva cai verticalmente ou o vento a empurra na direção da pessoa, esta deve correr o mais depressa que puder. Embora a pessoa colete gotas de chuva, a redução do tempo passado na chuva a deixa menos molhada do que se ela se movimentar mais devagar. Para reduzir o número de gotas coletadas, a pessoa deve minimizar sua seção reta vertical inclinando o corpo para a frente enquanto corre. Para se movimentar depressa com o corpo inclinado, você pode, como um pesquisador sugeriu, andar na chuva de skate, mas isto certamente chamará a atenção; além disso, é mais prático carregar um guarda-chuva do que um skate.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521616092

CAPÍTULO 2: Correndo no Teto; Nadando em Melado (FLUIDOS)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

2

Correndo no

Teto; Nadando em

Melado

2.1 • Carros de corrida no teto

Um carro que faz uma curva não compensada em uma prova automobilística depende apenas do atrito para permanecer na prova. Se a velocidade for excessiva, o atrito é insuficiente e o carro derrapa para fora da pista. Antigamente, os carros tinham que fazer as curvas bem devagar. Os carros de corrida modernos, porém, são projetados para serem literalmente empurrados para baixo, em direção ao piso, para dar às rodas uma boa aderência. Essa pressão para baixo, chamada sustentação negativa, é tão forte que alguns pilotos se vangloriam de que poderiam dirigir o carro de cabeça para baixo, desafiando a gravidade. O que causa a sustentação negativa? Será que um carro de corrida pode realmente ser pilotado de cabeça para baixo, como aconteceu com um carro de passeio no primeiro filme Homens de Preto?

A sustentação negativa é garantida quando um carro é o único a fazer uma curva, em uma tomada de tempo, por exemplo, mas um piloto experiente sabe que a sustentação negativa pode desaparecer durante a corrida. O que a faz desaparecer?

Ver todos os capítulos
Medium 9788521616092

CAPÍTULO 3: Debaixo das Cobertas, Ouvindo os Monstros (SOM)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

3

Debaixo das

Cobertas, Ouvindo os Monstros

3.1 • O uivo do vento

O que causa o ruído de uma ventania, que pode invocar imagens de lobisomens uivando fora de casa em uma noite escura e tempestuosa?

Resposta Quando o ar passa por um obstáculo, especialmente uma saliência como o beiral de um telhado ou mesmo a quina de um edifício, formam-se vórtices (redemoinhos) que são levados pelo vento. Os vórtices provocam variações da pressão do ar, que se propagam como ondas sonoras, dando a impressão de que o vento está uivando. O som pode chegar diretamente, se você estiver ao ar livre, mas também pode atravessar vidraças, portas, paredes e até seus cobertores para perseguir você.

3.2 • O canto dos cabos telefônicos e das agulhas de pinheiro

Por que o vento faz as linhas de telefone, as linhas de transmissão e as agulhas dos pinheiros cantarem? Esse som, que aumenta e diminui de intensidade de acordo com a variação aleatória do vento, contribui para a sensação de relaxamento que experimentamos quando vamos passear em um bosque de pinheiros em um dia de outono.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521616092

CAPÍTULO 4: Atacando à Noite, Guiados pelo Calor (PROCESSOS TÉRMICOS)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

4

Atacando à Noite,

Guiados pelo Calor

Figura 4-1 / Item 4.1

4.1 • Cascavéis mortas

A cobra cascavel é muito temida por causa do seu veneno.

Quando é encontrada em áreas residenciais, costuma-se matála. Entretanto, o perigo não cessa com a morte da cascavel.

Muitas pessoas já cometeram o erro de se aproximar de uma cascavel morta para removê-la. Mesmo meia hora depois de morta, a cobra ainda pode cravar as presas na mão que se aproxima e injetar seu veneno. Como isso pode acontecer?

Resposta Fossas entre os olhos e as narinas da cascavel funcionam como sensores de radiação térmica. Quando, digamos, um camundongo se aproxima da cabeça de uma cascavel, a radiação térmica do camundongo aciona esses sensores, causando um ato reflexo no qual a cobra ataca o camundongo com as presas e injeta o veneno. Uma cascavel consegue detectar e matar o camundongo mesmo em uma noite sem lua, já que o processo não necessita de luz visível.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521616092

CAPÍTULO 5: Escapando de um Estrondo e de um Clarão (ELETRICIDADE E MAGNETISMO)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

5

Escapando de um

Estrondo e de um

Clarão

Figura 5-1 / Item 5.1

5.1 • Raios

O que causa os raios e por que eles produzem sons e luzes?

Como podem ser vistos a grandes distâncias? Os relâmpagos são largos?

O raio é uma descarga elétrica (centelha) muito grande entre as nuvens e a terra. Embora os detalhes da descarga tenham sido calculados e medidos, ainda

Resposta

não se sabe muito bem por que as nuvens ficam carregadas e o que produz a descarga. A explicação mais comum para as cargas é que colisões entre o granizo e cristais de gelo menores transferem elétrons para o granizo, que desce para a parte inferior de uma nuvem. Como os elétrons têm carga negativa, a base da nuvem fica com uma carga negativa; como a parte superior da nuvem perdeu elétrons, fica com uma carga positiva. Uma pequena quantidade de cargas positivas também existe em algum lugar perto da base.

A terra normalmente é rica em elétrons que podem se mover de um lugar para outro; quando existe uma nuvem carregada nas proximidades, os elétrons são repelidos pela carga negativa da base da nuvem. Ao perder elétrons, a terra abaixo da nuvem fica com uma carga positiva. Essa carga e as cargas da nuvem produzem um grande campo elétrico entre a terra e a nuvem. Se o campo excede um valor crítico, ocorre uma descarga, que começa na base da nuvem, quando alguns elétrons saltam de repente em direção à pequena quantidade de cargas positivas que existe nas proximidades.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais