Wolfgang Bauer Gary D Westfall Helio Dias (38)
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Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

Problemas

Capítulo 1: Eletrostática

2.23 5,75 · 104 N/C. 2.25 192,53° em sentido anti-horário a partir do semieixo positivo de x. 2.27 0,56 m e 4,4 m.

2.29 E ⫽ ⫺kp/x3; a intensidade do campo elétrico diminui mais rápido perpendicularmente ao eixo do dipolo.

2.31 (3,7 m/s) ⫹ (2,4 m/s) . 2.33 ⫽ (⫺Q/␲⑀0␲R2) .

Múltipla escolha

1.1 b. 1.3 b. 1.5 b. 1.7 a. 1.9 c.

Problemas

1.27 96.470 C. 1.29 3 · 1017 elétrons. 1.31 32 C.

1.33 (a) 5,00 · 1016 elétrons de condução/cm3. (b) Existem

5,88 · 10⫺17 elétrons de condução na amostra de silício dopado para cada elétron de condução da amostra de cobre.

1.35 1 · 10⫺5 C; a força é atrativa. 1.37 ⫺2,9 · 10⫺9 N.

⫺5

1.39 100 N. 1.41 q ⫽ 2,02 · 10

(b)

.

C. 1.43 3,1 N. 1.45 (a) 0.

1.47

1.49 (a) Não. (b) ⫺0,6 N. 1.51 ⫺3,7 · 10⫺10 e. 1.55 6 · 1012 C.

⫺8

⫺47

1.57 n ⫽ 1; F1 ⫽ 8,24 · 10 N; Fg,1 ⫽ 3,63 · 10 N

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Apêndice C

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Apêndice

C

Propriedades dos Elementos

Z

Número de carga (número de prótons no núcleo = número de elétrons)

Massa específica à temperatura ambiente (20°C = 293,15 K) e pressão normal (1 atmosfera)

m

Peso atômico padrão (massa média ponderada de um átomo, ponderada de acordo com a abundância de cada isótopo)

Tfusão

Temperatura do ponto de fusão (ponto de transição entre a fase sólida e a fase líquida)

Tebulição

Temperatura de ebulição (ponto de transição entre a fase líquida e a fase gasosa)

Lf

Calor latente de fusão ou derretimento

Lv

Calor latente de vaporização

E1

Energia de ionização (energia necessária para remover o elétron menos ligado de um átomo)

Z

Símbolo Nome

Configuração eletrônica

␳(g/cm3)

m(g/mol)

Tfusão (K)

Tebulição

(K)

Lf

Lv

(kJ/mol) (kJ/mol) E1(eV)

1

2

3

4

5

6

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Capítulo 8 - Campos Magnéticos Produzidos por Cargas em Movimento

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

8

Campos Magnéticos

Produzidos por

Cargas em Movimento

O QUE APRENDEREMOS

217

8.1 A Lei de Biot-Savart

8.2 Campos magnéticos devido a distribuições de corrente

Campo magnético produzido por um fio reto e longo

Dois fios paralelos

A definição do ampère

217

Exemplo 8.1 Força sobre uma espira

Problema resolvido 8.1 Trilho acelerador eletromagnético

Campo magnético produzido por uma espira

Problema resolvido 8.2 Campo produzido por um fio contendo uma espira

8.3 A lei de Ampère

Campo magnético no interior de um fio longo e reto

8.4 Campos magnéticos de solenoides e toroides

Exemplo 8.2 Solenoide

Problema resolvido 8.3 Campo produzido por um eletroímã toroidal

8.5 Átomos como ímãs

Exemplo 8.3 Momento magnético orbital de um

átomo de hidrogênio

218

218

220

221

221

222

224

226

227

228

228

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Capítulo 6 - Circuitos de Corrente Contínua

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6

Circuitos de

Corrente Contínua

O QUE APRENDEREMOS

163

6.1 As Leis de Kirchhoff

Lei de Kirchhoff dos nós

Lei de Kirchhoff das malhas

6.2 Circuitos de uma única malha

163

163

164

166

166

167

167

169

170

171

171

Problema resolvido 6.1 Carregando uma bateria

6.3 Circuitos com várias malhas

Exemplo 6.1 Circuito com várias malhas

Problema resolvido 6.2 A ponte de Wheatstone

Observações gerais sobre redes de circuitos

6.4 Amperímetros e voltímetros

Exemplo 6.2 Voltímetro em um circuito simples

Problema resolvido 6.3 Ampliando a faixa de operação de um amperímetro

6.5 Circuitos RC

Carregando um capacitor

Descarregando um capacitor

Exemplo 6.3 Tempo necessário para carregar um capacitor

O marca-passo

Exemplo 6.4 Elementos de circuito de um marca-passo

172

173

173

174

175

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Capítulo 5 - Corrente e Resistência

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5

Corrente e Resistência

O QUE APRENDEREMOS

129

5.1 Corrente elétrica

129

131

132

Exemplo 5.1 Iontoforese

5.2 Densidade de corrente

Problema resolvido 5.1 Velocidade de deriva de elétrons em um fio de cobre

5.3 Resistividade e resistência

Convenção de espessura de fios

Exemplo 5.2 Resistência de um fio de cobre

Código de resistores

Dependência com a temperatura e supercondutividade

As bases microscópicas da condução nos sólidos

5.4 Força eletromotriz e lei de Ohm

A resistência do corpo humano

5.5 Resistores em série

Exemplo 5.3 Resistência interna de uma bateria

Resistor com seção transversal não uniforme

Problema resolvido 5.2 Sonda cerebral

5.6 Resistores em paralelo

Exemplo 5.4 Resistência equivalente de um circuito com seis resistores

Problema resolvido 5.3 Queda de potencial em um resistor de um circuito

133

135

137

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William F Ruddiman (21)
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Medium 9788582603550

Capítulo 13 - Mudanças de Paradigma

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Mudanças de

Paradigma

E

13

m seu livro de 1962, A estrutura das revoluções científicas, Thomas

Kuhn contornou em grande medida a ideia de Karl Popper de que a ciência progride em estágios incrementais por meio de constantes teste e refutação. Em vez disso, Kuhn propos que a ciência avança em pequenos saltos, em que novas ideias substituem as antigas, separadas por intervalos de tempo mais longos, passados em um modo mais vegetativo ou mesmo lento que ele chama de “ciência normal”.

Nesses intervalos de ciência normal, uma explicação existente para um conjunto específico de fenômenos funciona bem o suficiente por um período suficientemente longo, tornando-se um pressuposto amplamente sustentado chamado de paradigma. Kuhn descreve um paradigma como uma combinação de conhecimentos, pressupostos gerais compartilhados, modelos conceituais, escolas de pensamento e uma “matriz disciplinar”. Na visão de

Kuhn, os livros-texto propagam os paradigmas existentes às sucessivas gerações de estudantes e futuros cientistas ao transmitir uma imagem falsamente ordenada do estado efetivo da ciência. O que por muitas vezes está ausente nos livros-texto é a sensação generalizada de drama do passado, quando as ideias estavam em conflito e os novos paradigmas estavam prestes a surgir.

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Medium 9788582603550

Capítulo 6 - As Américas

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

As Américas

O

6

terceiro grande centro de inovação agrícola foram as Américas – principalmente o atual México, os Andes peruanos e a Bacia Amazônica. Alimentos familiares domesticados nessas regiões incluem milho, abóbora, batata, batata-doce, vários tipos de feijão, mandioca, tomate e amendoim (Tabela 6-1). A pesquisa arqueológica vem continuamente estabelecendo como cada vez mais antigas as origens dessas culturas domesticadas, algumas delas alcançando as do Crescente Fértil e do Norte da China.

Poucos animais da América tinham porte ou temperamento adequado para domesticação, exceto a lhama e a alpaca.

No início do século XX, a maioria dos arqueólogos achava que, antes do contato com os europeus, a América era esparsamente povoada por talvez quinze milhões de pessoas, que causavam pouco impacto sobre o meio ambiente e “viviam sem exigir muito da terra”. Nas últimas décadas, todavia, uma imagem diferente surgiu. As antigas populações americanas eram muito maiores do que se pensava antes, mas foram quase inteiramente dizimadas pelas doenças introduzidas pelo contato inicial com os europeus e seus animais. Hoje estima-se que essa calamidade matou de 85% a 90% de uma população pré-contato formada por aproximadamente quarenta a sessenta milhões de pessoas.

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Medium 9788582603550

Capítulo 8 - Início dos Cultivos e do Uso da Terra Per Capita

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Início dos Cultivos e do Uso da Terra

Per Capita

D

8

esde o início, a hipótese antropogênica inicial se deparou com uma objeção amplamente divulgada: como o número relativamente pequeno de povos campesinos que viviam milhares de anos atrás poderia ter transformado a superfície da Terra o suficiente para emitir grandes quantidades de gases de efeito estufa? Essa pergunta enfatiza o fato de que a população global passou por seu maior crescimento apenas nas últimas centenas de anos, partindo de cerca de 450 milhões de pessoas, no ano 1500, para 900 milhões de pessoas nos albores da Era Industrial, em 1850, para os mais de 7 bilhões de pessoas de hoje. Em contraste, as concentrações pré-industriais de ambos os gases de efeito estufa (particularmente de CO2) começaram a subir milhares de anos atrás, quando a população mundial estimada era muito menor (Figura 8-1).

A Parte II deste livro mostrou que as primeiras atividades agrícolas começaram a expandir-se milhares de anos atrás, mais ou menos na mesma época em que as concentrações dos gases de efeito estufa inverteram sua tendência descendente e começaram a subir. O início do desmatamento florestal em grande escala na Europa e na China deu-se próximo ao início do aumento do

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Medium 9788582603550

Capítulo 9 - Como Devem Ser Comparadas as Tendências dos Gases nos Períodos Interglaciais?

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Como Devem Ser

Comparadas as

Tendências dos

Gases nos Períodos

Interglaciais?

A

9

s concentrações dos gases de efeito estufa subiram na parte posterior do interglacial atual, mas caíram durante as partes equivalentes dos interglaciais anteriores (recorde a Parte I, Capítulos 2 e 3). Quando o debate sobre as origens dessas tendências começou, a perfuração de testemunhos de gelo havia penetrado completamente apenas os três interglaciais

(chamados de estágios 5, 7 e 9) anteriores ao atual (chamado de estágio 1). As camadas de gelo que cobrem os interglaciais anteriores estavam dentro do alcance da perfuração em outros locais, mais ainda não tinham sido recuperadas. A perfuração subsequente por parte do Projeto Europeu de Testemunhos de Gelo na Antártida (EPICA) agora penetrou em diversos outros interglaciais (até o estágio 19) em um local chamado de Domo C. Essas perfurações mais recentes levam a sete o número de interglaciais anteriores disponíveis para exame.

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Medium 9788582603550

Capítulo 2 - Tendência do Metano na Contramão

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Tendência do Metano na Contramão

O

2

metano (CH4) é um importante gás de efeito estufa produzido tanto pela natureza quanto por atividades humanas. A maior parte do metano natural origina-se das terras úmidas, nas quais grandes quantidades de vegetação rica em carbono crescem em águas estagnadas durante o calor do verão (Figura 2-1). A maioria dos outros ambientes da Terra são ricos em oxigênio, e o carbono da vegetação que morre é oxidado em dióxido de carbono (CO2), que ingressa na atmosfera. Contudo, nas terras úmidas, as plantas compostas de carboidratos (CH2O) são atacadas por bactérias e se decompõem lentamente. O processo de degradação consome oxigênio, deixando a água sem oxigênio, e o carbono e o hidrogênio das plantas mortas produzem metano (Figura 2-2). Aquelas bolhas de “gás dos pântanos” que você talvez já tenha visto borbulhando em poças de água estagnada são, em grande parte, metano.

Os geoquímicos usam bolhas de ar presas em testemunhos de gelo para medir as concentrações anteriores de metano na atmosfera da Terra, em unidade de partes por bilhão (ppb). Medições que se estendem pelos últimos

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White Frank M (4)
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Medium 9788580556070

Capítulo 8 - Escoamento potencial e dinâmica dos fluidos computacional

White, Frank M. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Escoamento potencial e dinâmica dos f luidos computacional

Motivação.  As equações diferenciais parciais básicas de massa, de quantidade de movimento e de energia foram discutidas no Capítulo 4. Algumas soluções foram então fornecidas para escoamento incompressível viscoso na Seção 4.10. As soluções viscosas ficaram limitadas a geometrias simples e escoamentos unidirecionais, em que os difíceis termos convectivos não lineares eram desprezados. Escoamentos potenciais não ficam limitados por tais termos não lineares. Em seguida, no Capítulo 7, encontramos uma aproximação: uma justaposição dos escoamentos de camada-limite ao campo de escoamento não viscoso externo. Para escoamentos viscosos mais complicados, não encontramos teoria nem soluções, apenas dados experimentais e soluções computacionais.

Os objetivos do presente capítulo são (1) explorar exemplos da teoria potencial e

(2) indicar alguns escoamentos que podem ser aproximados pela dinâmica dos fluidos computacional (CFD, do inglês Computational Fluid Dynamics). A combinação desses dois objetivos dá uma boa visão da teoria de escoamento incompressível e da sua relação com os experimentos. Uma das aplicações mais importantes da teoria de escoamento potencial se faz na aerodinâmica e na hidrodinâmica naval. Antes, contudo, vamos revisar e estender os conceitos do Capítulo 4.

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Medium 9788580556070

Capítulo 5 - Análise dimensional e semelhança

White, Frank M. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Análise dimensional e semelhança

Motivação.  Neste capítulo, discutimos o planejamento, a apresentação e a interpretação de dados experimentais. Vamos tentar convencê-lo de que tais dados são mais bem apresentados na forma adimensional. Experimentos que poderiam resultar em tabelas de saída, ou mesmo em vários volumes de tabelas, podem ser reduzidos a um

único conjunto de curvas – ou mesmo a uma única curva – quando adimensionalizados convenientemente. A técnica para fazer isso é a análise dimensional. Ela também é eficaz nos estudos teóricos.

O Capítulo 3 apresentou balanços globais de massa, quantidade de movimento e energia para um volume de controle, levando a estimativas de parâmetros globais: fluxo de massa, força, torque, transferência total de calor. O Capítulo 4 apresentou balanços infinitesimais que conduziram às equações diferenciais parciais básicas do escoamento de um fluido, e a algumas soluções particulares para escoamentos não viscosos e viscosos (laminares). Essas técnicas analíticas diretas são limitadas a geometrias simples e condições de contorno uniformes. Somente uma parte dos problemas de escoamento em engenharia pode ser resolvida por fórmulas analíticas diretas.

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Medium 9788580556070

Capítulo 7 - Escoamento ao redor de corpos imersos

White, Frank M. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Escoamento ao redor de corpos imersos

Motivação.  Este capítulo é dedicado a escoamentos “externos” em torno de corpos imersos em uma corrente de fluido. Tais escoamentos terão efeitos viscosos (cisalhamento e não escorregamento) perto das superfícies do corpo e em sua esteira, mas, em geral, serão aproximadamente não viscosos longe do corpo. Trata-se de escoamentos de camada-limite não confinados.

O Capítulo 6 considerou escoamentos “internos” confinados pelas paredes de um duto. Nesse caso, as camadas-limite viscosas crescem nas paredes laterais, encontram-se a jusante e preenchem todo o duto. A tensão viscosa é o efeito dominante. Por exemplo, o diagrama de Moody da Figura 6.13 é essencialmente uma correlação da tensão cisalhante na parede para dutos longos de seção transversal constante.

Os escoamentos externos são não confinados, livres para se expandirem, não importando a espessura de crescimento das camadas viscosas. Embora a teoria da camada-limite (Seção 7.3) e a dinâmica dos fluidos computacional (CFD, do inglês

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Medium 9788580556070

Capítulo 10 - Escoamento em canais abertos

White, Frank M. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Escoamento em canais abertos

Motivação.  Um escoamento em canal aberto representa um escoamento com uma superfície livre em contato com a atmosfera, como ocorre em um rio, um canal ou uma calha. Os escoamentos em dutos fechados (Capítulo 6) são completamente cheios de fluido, podendo ser líquido ou gás, não apresentam uma superfície livre e são conduzidos por um gradiente de pressão ao longo do eixo do duto. Os escoamentos em canais abertos aqui são conduzidos apenas pela gravidade, e o gradiente de pressão na interface com a atmosfera é desprezível. O balanço de forças básico em um canal aberto é entre a gravidade e o atrito.

Os escoamentos em canais abertos constituem uma modalidade da mecânica dos fluidos especialmente importante para os engenheiros civis e ambientais. Eles precisam prever as vazões e profundidades de água que resultam de determinada geometria de canal, seja ela natural ou artificial, e de determinada rugosidade da superfície molhada. Quase sempre o fluido em destaque é a água, e o tamanho do canal usualmente é grande. Portanto, os escoamentos em canais abertos são geralmente turbulentos, tridimensionais, às vezes não permanentes e com frequência muito complexos. Este capítulo apresenta algumas teorias de engenharia simples e correlações experimentais para escoamento permanente em canais retos, com geometria regular. Podemos tomar emprestado e usar alguns conceitos da análise de escoamento em dutos: raio hidráulico, fator de atrito e perdas de carga.

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Walker Jearl (7)
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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 5: Escapando de um Estrondo e de um Clarão (ELETRICIDADE E MAGNETISMO)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

5

Escapando de um

Estrondo e de um

Clarão

Figura 5-1 / Item 5.1

5.1 • Raios

O que causa os raios e por que eles produzem sons e luzes?

Como podem ser vistos a grandes distâncias? Os relâmpagos são largos?

O raio é uma descarga elétrica (centelha) muito grande entre as nuvens e a terra. Embora os detalhes da descarga tenham sido calculados e medidos, ainda

Resposta

não se sabe muito bem por que as nuvens ficam carregadas e o que produz a descarga. A explicação mais comum para as cargas é que colisões entre o granizo e cristais de gelo menores transferem elétrons para o granizo, que desce para a parte inferior de uma nuvem. Como os elétrons têm carga negativa, a base da nuvem fica com uma carga negativa; como a parte superior da nuvem perdeu elétrons, fica com uma carga positiva. Uma pequena quantidade de cargas positivas também existe em algum lugar perto da base.

A terra normalmente é rica em elétrons que podem se mover de um lugar para outro; quando existe uma nuvem carregada nas proximidades, os elétrons são repelidos pela carga negativa da base da nuvem. Ao perder elétrons, a terra abaixo da nuvem fica com uma carga positiva. Essa carga e as cargas da nuvem produzem um grande campo elétrico entre a terra e a nuvem. Se o campo excede um valor crítico, ocorre uma descarga, que começa na base da nuvem, quando alguns elétrons saltam de repente em direção à pequena quantidade de cargas positivas que existe nas proximidades.

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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 3: Debaixo das Cobertas, Ouvindo os Monstros (SOM)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

3

Debaixo das

Cobertas, Ouvindo os Monstros

3.1 • O uivo do vento

O que causa o ruído de uma ventania, que pode invocar imagens de lobisomens uivando fora de casa em uma noite escura e tempestuosa?

Resposta Quando o ar passa por um obstáculo, especialmente uma saliência como o beiral de um telhado ou mesmo a quina de um edifício, formam-se vórtices (redemoinhos) que são levados pelo vento. Os vórtices provocam variações da pressão do ar, que se propagam como ondas sonoras, dando a impressão de que o vento está uivando. O som pode chegar diretamente, se você estiver ao ar livre, mas também pode atravessar vidraças, portas, paredes e até seus cobertores para perseguir você.

3.2 • O canto dos cabos telefônicos e das agulhas de pinheiro

Por que o vento faz as linhas de telefone, as linhas de transmissão e as agulhas dos pinheiros cantarem? Esse som, que aumenta e diminui de intensidade de acordo com a variação aleatória do vento, contribui para a sensação de relaxamento que experimentamos quando vamos passear em um bosque de pinheiros em um dia de outono.

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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 6: Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris (ÓPTICA)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

248

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SEIS

Í ·

T · U · L · O

Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris

6.1 • Arco-íris

Por que os arco-íris aparecem quando chove, mas nem sempre?

Por que são arcos de círculo? Um arco-íris forma um círculo completo? A que distância fica um arco-íris? É possível caminhar até uma de suas extremidades? Por que os arco-íris costumam ser visíveis apenas de manhã cedo ou no final da tarde?

Normalmente, vemos apenas um arco-íris, mas às vezes é possível avistar dois, sendo cada um deles um arco de círculo em torno do mesmo ponto. Que ponto é esse? Por que a seqüência de cores nos dois arco-íris é invertida? Por que a região entre os arco-íris é relativamente escura? Por que o arco-íris de cima é mais largo e mais fraco que o de baixo?

Por que a parte inferior do arco-íris costuma ser mais brilhante e mais avermelhada que a parte superior? O que produz as faixas fracas e estreitas que às vezes podem ser vistas logo abaixo do arco-íris inferior?

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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 2: Correndo no Teto; Nadando em Melado (FLUIDOS)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

2

Correndo no

Teto; Nadando em

Melado

2.1 • Carros de corrida no teto

Um carro que faz uma curva não compensada em uma prova automobilística depende apenas do atrito para permanecer na prova. Se a velocidade for excessiva, o atrito é insuficiente e o carro derrapa para fora da pista. Antigamente, os carros tinham que fazer as curvas bem devagar. Os carros de corrida modernos, porém, são projetados para serem literalmente empurrados para baixo, em direção ao piso, para dar às rodas uma boa aderência. Essa pressão para baixo, chamada sustentação negativa, é tão forte que alguns pilotos se vangloriam de que poderiam dirigir o carro de cabeça para baixo, desafiando a gravidade. O que causa a sustentação negativa? Será que um carro de corrida pode realmente ser pilotado de cabeça para baixo, como aconteceu com um carro de passeio no primeiro filme Homens de Preto?

A sustentação negativa é garantida quando um carro é o único a fazer uma curva, em uma tomada de tempo, por exemplo, mas um piloto experiente sabe que a sustentação negativa pode desaparecer durante a corrida. O que a faz desaparecer?

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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 7: Tatus Dançando à Luz de uma Lua Inchada (VISÃO)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

312

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SETE

Í ·

T · U · L · O

7

Tatus Dançando

à Luz de uma Lua

Inchada

Figura 7-1 / Item 7.1

7.1 • O aumento da Lua

A ilusão mais notável do nosso dia-a-dia é o aumento aparente do tamanho da Lua quando ela está próxima do horizonte.

Esse aumento é produzido pela refração (desvio) dos raios luminosos pela atmosfera, por uma mudança na distância da

Lua ou por uma ilusão de óptica?

Resposta A Lua parece 50% maior quando está próxima do horizonte do que quando está a pino por causa de uma ilusão de óptica. Na verdade, a Lua ocupa um ângulo de cerca de 0,5o do campo visual de um observador terrestre, seja qual for a sua posição no céu. Se a refração da luz pela atmosfera é apreciável, ela tende a reduzir a largura da Lua quando está próxima do horizonte, não a aumentá-la. Além disso, a distância entre a Terra e a Lua não muda de modo apreciável durante as poucas horas que a Lua leva para percorrer o céu.

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W Ren E Acosta (15)
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Medium 9788527725064

CAPÍTULO 2 - Fármacos que Atuam no Sistema Nervoso Autônomo

W. Renée Acosta Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Fármacos que Atuam no

Sistema Nervoso Autônomo

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Relacionar os nomes comerciais e genéricos dos fármacos geralmente utilizados que atuam no sistema nervoso autônomo

Identificar os usos dos fármacos geralmente empregados que atuam no sistema nervoso autônomo

Comparar os fármacos que atuam no sistema nervoso autônomo com a classificação apropriada

Identificar as reações adversas comuns dos fármacos geralmente utilizados que atuam no sistema nervoso autônomo

Descrever o mecanismo de ação dos agonistas colinérgicos

Comparar os mecanismos de ação dos fármacos adrenérgicos de ação direta, de ação indireta e de ação dual

Identificar os efeitos que os bloqueadores alfa-adrenérgicos têm sobre o organismo

Identificar os efeitos sobre o organismo dos bloqueadores beta-adrenérgicos, incluindo os beta1, beta2 e os não seletivos

TERMOS-CHAVE acetilcolina – neurotransmissor do sistema nervoso parassimpático necessário para a memória e para o pensamento agonistas colinérgicos – fármacos que mimetizam a ação do neurotransmissor acetilcolina astenia – fraqueza; perda de força bloqueadores alfa-adrenérgicos (ou alfabloqueadores) – fármacos que operam interrompendo as ações das catecolaminas, norepinefrina e epinefrina, nos receptores alfa1 e alfa2 bloqueadores beta-adrenérgicos (ou betabloqueadores) – os fármacos bloqueadores adrenérgicos mais utilizados; impedem a estimulação do sistema nervoso simpático ao inibirem a ação das catecolaminas em receptores beta-adrenérgicos bloqueadores beta-adrenérgicos cardiosseletivos – fármacos bloqueadores beta-adrenérgicos seletivos que afetam principalmente os receptores beta1 e reduzem a estimulação do coração bradicardia – frequência cardíaca lenta, geralmente menor que 60 batimentos por minuto broncospasmo – espasmo ou constrição dos brônquios resultando em dificuldade em respirar dispneia – respiração difícil ou forçada; encurtamento da respiração edema – acúmulo de excesso de água no organismo; inchaço fármacos adrenérgicos – fármacos que imitam os efeitos produzidos pelo sistema nervoso simpático, que ativa a resposta de “luta e fuga”; também conhecidos como fármacos simpaticomiméticos fármacos adrenérgicos não catecolamínicos – fármacos de ação direta, indireta ou dual que estimulam o sistema nervoso simpático fármacos anticolinérgicos – veja fármacos bloqueadores colinérgicos

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Medium 9788527725064

CAPÍTULO 6 - Fármacos Hematológicos

W. Renée Acosta Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Fármacos Hematológicos

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Abordar os usos de ferro, vitamina B12 e ácido fólico

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos anticoagulantes habitualmente usados

Descrever a necessidade de uma dupla verificação em todos os pedidos e prescrições para a heparina

Comparar e diferenciar os dois tipos de heparina

Explicar os parâmetros de monitoramento para pacientes que tomam anticoagulantes

Descrever a complexidade das formas de apresentação da heparina, incluindo as dosagens conhecidas

Listar os agentes empregados para reverter o sangramento causado pela heparina e pela varfarina

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos trombolíticos habitualmente usados

Comparar e diferenciar o uso de anticoagulantes com trombolíticos

Identificar o cronograma para o início de terapia trombolítica

TERMOS-CHAVE

ácido fólico – uma vitamina B que é importante para o funcionamento normal de células vermelhas e brancas (leucócitos) do sangue anemia – uma diminuição do número de hemácias (células vermelhas do sangue) anemia megaloblástica – anemia resultante de uma deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico anemia perniciosa – uma condição caracterizada por diminuição da produção gástrica de ácido clorídrico e deficiência de fator intrínseco anemia perniciosa por deficiência de vitamina B12 – um tipo especial de anemia caracterizada por uma deficiência de fator intrínseco darbepoetina alfa – uma glicoproteína que estimula a produção de hemácias epoetina alfa – uma glicoproteína que estimula a produção de hemácias eritropoetina – um hormônio que estimula as células da medula óssea a produzir hemácias fármacos anticoagulantes – fármacos usados para reduzir a capacidade do sangue de coagular fármacos antiplaquetários – fármacos usados para impedir a formação de coágulos sanguíneos em artérias

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CAPÍTULO 4 - Fármacos para Dor, Febre e Inflamação

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CAPÍTULO

4

Fármacos para Dor, Febre e Inflamação

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Comparar os nomes patenteado e genérico dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Identificar a classificação dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Reconhecer os fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação receitados ou de venda livre

Descrever os diferentes usos do ácido acetilsalicílico

Comparar e diferenciar os mecanismos de ação dos salicilatos, do acetaminofeno e dos AINEs

Listar as reações adversas dos fármacos frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação

Comparar as interações comuns entre fármacos e os frequentemente utilizados para dor, febre e inflamação com o fármaco e a categoria apropriados

Comparar os nomes patenteado e genérico dos agonistas, agonistas-antagonistas mistos e antagonistas opioides com a categoria apropriada

Identificar os anestésicos inalatórios frequentemente utilizados

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APÊNDICE - Respostas às Questões de Teste Rápido

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APÊNDICE

Respostas às Questões de

Teste Rápido

Capítulo 1

Responder as questões seguintes se verdadeiras ou falsas.

Respostas das seguintes questões de múltipla escolha.

1.

2.

3.

4.

5.

1.

2.

3.

4.

5.

a c d c a

Responda cada uma das seguintes questões em uma a três frases.

1. Tolerância ao fármaco ocorre quando um paciente desenvolve uma resposta diminuída a ele com o passar do tempo, necessitando de doses maiores para produzir a mesma resposta. A dependência a um fármaco é quando um paciente exibe uma necessidade física ou psicológica ao fármaco. A dependência com frequência leva a sintomas de retirada quando o paciente cessa de tomar o fármaco.

2. Possíveis respostas podem incluir uma das quatro seguintes: efeitos aditivos, potencialização, efeitos antagônicos, absorção diminuída ou aumentada e metabolismo e excreção diminuídos ou aumentados.

3. Farmacocinética envolve a absorção, a distribuição, o metabolismo e a excreção de um fármaco.

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CAPÍTULO 5 - Fármacos Cardiovasculares

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CAPÍTULO

5

Fármacos Cardiovasculares

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Correlacionar os nomes patenteados e genéricos dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Identificar a classificação dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Listar as aplicações dos fármacos habitualmente empregados para falência cardíaca, arritmias, angina, hipertensão e colesterol alto

Descrever os parâmetros de dosagem da digoxina, incluindo a dose de ataque e a dose terapêutica

Correlacionar os antiarrítmicos com a classe correta (I, II, III IV)

Descrever o mecanismo de ação e os parâmetros de dosagem da nitroglicerina

Comparar os mecanismos de ação dos fármacos empregados para tratar a hipertensão

Explicar o fundamento lógico de se empregar fármacos anti-hipertensivos múltiplos para tratar a hipertensão

Definir LDL, HDL e colesterol total e os níveis desejáveis de cada um

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