Zubrick James W (35)
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CAPÍTULO 9 - LIMPEZA E SECAGEM

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LIMPEZA E SECAGEM

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9  10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

É preciso trabalhar pesado também.

� ão seque o que vai levar água mais

N tarde.

� ormalmente, o melhor é deixar secar

N da noite para o dia.

Uma vez tendo identificado sua aparelhagem, você pode achar que deve limpá-la.

1. Lave sua vidraria ao final da aula de laboratório. Dessa forma, ela estará limpa e seca, pronta para a próxima aula de laboratório. Isso pode ser difícil de fazer se você realizar um experimento no primeiro dia de aula.

2. Um pouco de solvente, um pouco de detergente e muita mão de obra. Essas são as proporções corretas para uma solução de limpeza. Você não precisa de todo o sabão do planeta nem tem de encher a vidraria com detergente até a boca. A chave aqui é agitação. Quanto mais você agitar uma pequena quantidade de detergente, menos agitará seu professor gastando seu tempo e materiais, e mais efetiva será sua limpeza.

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CAPÍTULO 8 - SERINGAS, AGULHAS E SEPTOS

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SERINGAS, AGULHAS E SEPTOS

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Não brinque com essas coisas e não fure nem a si mesmo nem seu colega.

■ �

Não use a técnica de injeção médica; não se trata de dardos.

■ �

Muitas vezes, você tem de manusear amostras com seringa. Existem cerca de 25 regras para manusear seringas. As cinco primeiras são:

1. Elas são perigosas — atenção.

2. Atenção — não se fure.

3. Não fure ninguém.

4. Seja cuidadoso.

5. Não brinque com essas coisas.

As outras 20 regras — bem, você pegou a ideia. Caso isso não seja suficiente, seria necessária a implantação de um controle extremamente rígido de seringas e agulhas. Elas deveriam ser guardadas a sete chaves em um armário trancado, em uma sala trancada e seriam exigidos longos procedimentos de entrada e saída. E se você se furar, deveria apresentar-se imediatamente ao seu professor levando a seringa.

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CAPÍTULO 7 - PONTAS DE PIPETAS

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PONTAS DE PIPETAS

capítulo

1 2 3 4 5 6  7   8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

�Solventes podem estragar uma pipeta e a pera de borracha.

Cuidado.

�Não vire pipetas e peras de cabeça para baixo! O líquido contaminará a pera.

�As pipetas filtram pequenas quantidades de produtos líquidos que poderiam desaparecer em um filtro por gravidade.

A pipeta Pasteur (Fig. 7.1) é realmente cômoda para todas as escalas de trabalho em laboratório, não somente para a microescala, mas, sem dúvida, ela encontra seu melhor uso em microescala. Geralmente vem em dois tamanhos, uma pipeta com cerca de 22 cm (aproximadamente 3 mL) e uma pipeta de uns 15 cm (cerca de 2 mL).

Embora pareçam com conta-gotas, elas não são. O tamanho da gota de uma pipeta Pasteur

é muito diferente do tamanho de uma gota de um conta-gotas tradicional. Pesei a massa média de 20 gotas de ciclo-hexano à temperatura ambiente e descobri que um conta-gotas fornece cerca de

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CAPÍTULO 6 - OUTROS EQUIPAMENTOS INTERESSANTES

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OUTROS EQUIPAMENTOS

INTERESSANTES

capítulo

1 2 3 4 5  6   7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Seu termômetro deveria funcionar.

Nenhuma vidraria sequer lascada.

Uma edição anterior deste livro trazia a ilustração de alguns equipamentos específicos da State

University of New York, na cidade de Buffalo, pois foi lá que eu o escrevi. Agora, alguns anos já se passaram, e entendo que você não consiga fazer uma lista abrangente. A ensolarada Buffalo tem um balão de destilação de formato incomum em pera que eu nunca vi em outro lugar. A lista de equipamentos da University of Connecticut contém um grampo de filtro Bobbitt que outras poucas escolas utilizam. Então, se você se frustrar com o fato de eu não ter uma listagem e desenho de cada parte do equipamento da sua gaveta, peço desculpas. Aqui vamos falar apenas dos equipamentos mais comuns do laboratório de química orgânica. Pergunte ao seu professor “O que é isso?”, se você não souber. Eu costumava supor (verifique edições anteriores, se duvidar de mim) que você se lembraria dos Erlenmeyers e dos bécheres lá do laboratório dos tempos de calouro. Porém, foi sugerido que, de qualquer forma, eu colocasse nesta seção desenhos até mesmo daquelas coisinhas. Por mim, tudo bem. Mas ainda vou discutir sobre os outros materiais de vidro à medida que eles surgirem nas várias técnicas. Isso pode forçá-lo a ler este livro antes que comece o trabalho no laboratório.

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CAPÍTULO 5 - JUNTAS EM MICROESCALA

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JUNTAS EM MICROESCALA

capítulo

1 2 3 4  5   6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Não aperte as tampas excessivamente.

MICROESCALA: ALGUMAS PALAVRAS

Microescala é pequeno. Mas pequeno quanto? Bem, não existe um limite absoluto, mas alguns sugerem que 10 g seja macroescala, 1 g seja semimicroescala, e 0,1 g seja realmente microescala. Agora, 0,1 g de um sólido realmente é algo. Uma pastilha de KBr (brometo de potássio) para infravermelho utiliza 0,01 g (10 mg) e uma RMN (ressonância magnética nuclear) que utiliza cinco vezes mais (50 mg), deixa 40 mg para você trabalhar (ponto de fusão, testes químicos, e assim por diante). Agora, 0,1 g de um líquido é muito pouco. E se você supõe que há cerca de 20 gotas/mL para um líquido médio e um líquido médio tem uma massa específica de

1 g/mL, você tem duas gotas inteiras em microescala: uma gota para o IV, uma para o RMN e para o ponto de ebulição... Epa!

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Wolfgang Bauer Gary D Westfall Helio Dias (38)
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Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

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Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

Problemas

Capítulo 1: Eletrostática

2.23 5,75 · 104 N/C. 2.25 192,53° em sentido anti-horário a partir do semieixo positivo de x. 2.27 0,56 m e 4,4 m.

2.29 E ⫽ ⫺kp/x3; a intensidade do campo elétrico diminui mais rápido perpendicularmente ao eixo do dipolo.

2.31 (3,7 m/s) ⫹ (2,4 m/s) . 2.33 ⫽ (⫺Q/␲⑀0␲R2) .

Múltipla escolha

1.1 b. 1.3 b. 1.5 b. 1.7 a. 1.9 c.

Problemas

1.27 96.470 C. 1.29 3 · 1017 elétrons. 1.31 32 C.

1.33 (a) 5,00 · 1016 elétrons de condução/cm3. (b) Existem

5,88 · 10⫺17 elétrons de condução na amostra de silício dopado para cada elétron de condução da amostra de cobre.

1.35 1 · 10⫺5 C; a força é atrativa. 1.37 ⫺2,9 · 10⫺9 N.

⫺5

1.39 100 N. 1.41 q ⫽ 2,02 · 10

(b)

.

C. 1.43 3,1 N. 1.45 (a) 0.

1.47

1.49 (a) Não. (b) ⫺0,6 N. 1.51 ⫺3,7 · 10⫺10 e. 1.55 6 · 1012 C.

⫺8

⫺47

1.57 n ⫽ 1; F1 ⫽ 8,24 · 10 N; Fg,1 ⫽ 3,63 · 10 N

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Capítulo 9 - Relatividade

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Relatividade

9

O QUE APRENDEREMOS

274

9.1 A pesquisa pelo éter

9.2 Os postulados de Einstein e os sistemas de referência

Beta e gama

274

Exemplo 9.1 A Espaçonave Apolo

Cone de luz

Intervalos espaço-temporais

9.3 Dilatação do tempo e contração do comprimento

Dilatação do tempo

Exemplo 9.2 Decaimento do múon

Contração do comprimento

Exemplo 9.3 Contração de comprimento de um carro de corrida NASCAR

O paradoxo dos gêmeos

9.4 Deslocamento de frequência relativístico

Problema resolvido 9.1 Deslocamento para o vermelho de uma galáxia

9.5 Transformação de Lorentz

Invariantes

9.6 Transformação relativística de velocidades

Problema resolvido 9.2 Partículas em um acelerador

9.7 Momento e energia relativísticos

Momento

Energia

Relação energia-momento

Velocidade, energia e momento

Exemplo 9.4 Elétron a 0,99c

Exemplo 9.5 Decaimento do káon

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Capítulo 9 - Movimento Circular

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Movimento Circular

9

O QUE APRENDEREMOS

280

9.1 Coordenadas polares

9.2 Coordenadas angulares e deslocamento angular

280

281

Exemplo 9.1 Localizando um ponto com coordenadas cartesianas e polares

282

Comprimento de Arco

Exemplo 9.2 Trilha de CD

9.3 Velocidade angular, frequência angular e período

Velocidade angular e velocidade linear

Exemplo 9.3 Translação e rotação da Terra

9.4 Aceleração angular e centrípeta

Exemplo 9.4 Ultracentrífuga

Exemplo 9.5 Aceleração centrípeta devido

à rotação da Terra

Exemplo 9.6 CD “Player”

9.5 Força centrípeta

Pêndulo cônico

Problema resolvido 9.1 Análise de uma montanha-russa

Há uma Força Centrífuga?

9.6 Movimento circular e linear

Aceleração angular constante

Exemplo 9.7 Arremesso de martelo

9.7 Mais exemplos de movimento circular

Exemplo 9.8 Corrida de Fórmula 1

Problema resolvido 9.2 Corrida da NASCAR

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Capítulo 9 - Indução Eletromagnética

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Indução Eletromagnética

9

O QUE APRENDEREMOS

250

9.1 Os experimentos de Faraday

9.2 A lei de Faraday da indução

Indução em uma espira plana em um campo magnético

250

252

Exemplo 9.1 Diferença de potencial induzida por um campo magnético variável

Exemplo 9.2 Diferença de potencial induzida em uma espira em movimento

9.3 A lei de Lenz

Correntes parasitas

Detectores de metal

Diferença de potencial induzida em um fio em movimento em um campo magnético

Exemplo 9.3 Satélite preso a um ônibus espacial

Exemplo 9.4 Haste condutora puxada

9.4 Geradores e motores

Freio regenerativo

9.5 Campo elétrico induzido

9.6 Indutância de um solenoide

9.7 Autoindutância e indutância mútua

Problema resolvido 9.1 Indução mútua de um solenoide e de uma bobina

9.8 Circuitos RL

Problema resolvido 9.2 Trabalho realizado por uma bateria

Figura 9.1 A Represa de Grand Coulle, no Rio Columbia, estado de Washington,

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Capítulo 8 - Sistemas de Partículas e Corpos Extensos

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8

Sistemas de Partículas e

Corpos Extensos

O QUE APRENDEREMOS

247

8.1 Centro de massa e centro de gravidade

Centro de massa combinado para dois corpos

247

248

Problema resolvido 8.1 Centro de massa da

Terra e da Lua

Centro de massa combinado para vários corpos

Exemplo 8.1 Contêineres de carga

8.2 Momento do centro de massa

Colisão de dois corpos

Movimento de recuo

Problema resolvido 8.2 Canhão de recuo

Exemplo 8.2 Mangueira de incêndio

Movimento geral do centro de massa

8.3 Movimento de foguetes

Exemplo 8.3 Lançamento de foguete para Marte

8.4 Calculando o centro de massa

Sistemas coordenados não cartesianos tridimensionais

Adendo matemático: integrais de volume

Exemplo 8.4 Volume de um cilindro

Exemplo 8.5 Centro de massa de uma meia esfera

Centro de massa para corpos de uma e de duas dimensões

248

250

250

251

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William F Ruddiman (21)
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Capítulo 9 - Como Devem Ser Comparadas as Tendências dos Gases nos Períodos Interglaciais?

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Como Devem Ser

Comparadas as

Tendências dos

Gases nos Períodos

Interglaciais?

A

9

s concentrações dos gases de efeito estufa subiram na parte posterior do interglacial atual, mas caíram durante as partes equivalentes dos interglaciais anteriores (recorde a Parte I, Capítulos 2 e 3). Quando o debate sobre as origens dessas tendências começou, a perfuração de testemunhos de gelo havia penetrado completamente apenas os três interglaciais

(chamados de estágios 5, 7 e 9) anteriores ao atual (chamado de estágio 1). As camadas de gelo que cobrem os interglaciais anteriores estavam dentro do alcance da perfuração em outros locais, mais ainda não tinham sido recuperadas. A perfuração subsequente por parte do Projeto Europeu de Testemunhos de Gelo na Antártida (EPICA) agora penetrou em diversos outros interglaciais (até o estágio 19) em um local chamado de Domo C. Essas perfurações mais recentes levam a sete o número de interglaciais anteriores disponíveis para exame.

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Capítulo 8 - Início dos Cultivos e do Uso da Terra Per Capita

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Início dos Cultivos e do Uso da Terra

Per Capita

D

8

esde o início, a hipótese antropogênica inicial se deparou com uma objeção amplamente divulgada: como o número relativamente pequeno de povos campesinos que viviam milhares de anos atrás poderia ter transformado a superfície da Terra o suficiente para emitir grandes quantidades de gases de efeito estufa? Essa pergunta enfatiza o fato de que a população global passou por seu maior crescimento apenas nas últimas centenas de anos, partindo de cerca de 450 milhões de pessoas, no ano 1500, para 900 milhões de pessoas nos albores da Era Industrial, em 1850, para os mais de 7 bilhões de pessoas de hoje. Em contraste, as concentrações pré-industriais de ambos os gases de efeito estufa (particularmente de CO2) começaram a subir milhares de anos atrás, quando a população mundial estimada era muito menor (Figura 8-1).

A Parte II deste livro mostrou que as primeiras atividades agrícolas começaram a expandir-se milhares de anos atrás, mais ou menos na mesma época em que as concentrações dos gases de efeito estufa inverteram sua tendência descendente e começaram a subir. O início do desmatamento florestal em grande escala na Europa e na China deu-se próximo ao início do aumento do

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Capítulo 7 - África, Austrália e Oceania

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África, Austrália e Oceania

7

O

homem pré-industrial produziu uma ampla variedade de efeitos devido ao desmatamento de outras três regiões: os continentes da

África e Austrália e o grupo de ilhas no sudoeste e porção equatorial do Pacífico conhecido como Oceania. A África, o continente onde a espécie humana se originou, possui uma rica história de desmatamento, agricultura e pecuária, variando grandemente entre seu limite setentrional, no Mar Mediterrâneo, e sua estreita ponta meridional, principalmente por causa da grande gama de climas nesses 7000 quilômetros. Na Austrália, os povos pré-industriais jamais fizeram a transição para a agricultura tradicional, mas transformaram o entorno natural com incêndios, assim como os que chegaram muito mais recentemente à Nova Zelândia. Os povos que lentamente deixaram o sudeste da Ásia e passaram para as ilhas pacíficas da Oceania nos últimos milênios adaptaram e domesticaram muitos tipos de vegetais alimentícios, tendo diversos efeitos sobre o entorno natural dessas ilhas.

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Capítulo 6 - As Américas

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As Américas

O

6

terceiro grande centro de inovação agrícola foram as Américas – principalmente o atual México, os Andes peruanos e a Bacia Amazônica. Alimentos familiares domesticados nessas regiões incluem milho, abóbora, batata, batata-doce, vários tipos de feijão, mandioca, tomate e amendoim (Tabela 6-1). A pesquisa arqueológica vem continuamente estabelecendo como cada vez mais antigas as origens dessas culturas domesticadas, algumas delas alcançando as do Crescente Fértil e do Norte da China.

Poucos animais da América tinham porte ou temperamento adequado para domesticação, exceto a lhama e a alpaca.

No início do século XX, a maioria dos arqueólogos achava que, antes do contato com os europeus, a América era esparsamente povoada por talvez quinze milhões de pessoas, que causavam pouco impacto sobre o meio ambiente e “viviam sem exigir muito da terra”. Nas últimas décadas, todavia, uma imagem diferente surgiu. As antigas populações americanas eram muito maiores do que se pensava antes, mas foram quase inteiramente dizimadas pelas doenças introduzidas pelo contato inicial com os europeus e seus animais. Hoje estima-se que essa calamidade matou de 85% a 90% de uma população pré-contato formada por aproximadamente quarenta a sessenta milhões de pessoas.

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Capítulo 5 - China e Sul da Ásia

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China e Sul da Ásia

P

5

or causa do seu grande porte, a Ásia se estende por muitas zonas climáticas e tipos de vegetação (Figura 5-1). Grande parte do continente não era favorável ao início da agricultura: a tundra que margeia a costa do Oceano Ártico; a floresta ártica (composta de lariços; também chamada de taiga) que cobre muito do resto da Sibéria e do extremo norte; a vasta região de estepes de pastagens semiáridas em todo o centro-sul da Ásia; e os desertos em partes do extremo sudoeste da Ásia. Áreas mais favoráveis

à agricultura incluíam as florestas decíduas temperadas ao longo da costa oriental do Pacífico e as florestas pluviais perenes e florestas sazonalmente mais secas dos trópicos orientais. Os dois países mais populosos do mundo atual, a China e a Índia, já tinham populações muito grandes no início da era histórica, em parte por causa dos climas favoráveis, em parte porque haviam se tornado centros de inovação agrícola no início da Revolução

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Weineck J Rgen (6)
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6. Treinamento de força anatômico-funcional

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06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

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5. Análise de movimentos complexos nos esportes

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05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

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4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

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04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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3. Principais sistemas articulares

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03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

80

Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

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2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

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02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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Walker Jearl (7)
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CAPÍTULO 7: Tatus Dançando à Luz de uma Lua Inchada (VISÃO)

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312

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SETE

Í ·

T · U · L · O

7

Tatus Dançando

à Luz de uma Lua

Inchada

Figura 7-1 / Item 7.1

7.1 • O aumento da Lua

A ilusão mais notável do nosso dia-a-dia é o aumento aparente do tamanho da Lua quando ela está próxima do horizonte.

Esse aumento é produzido pela refração (desvio) dos raios luminosos pela atmosfera, por uma mudança na distância da

Lua ou por uma ilusão de óptica?

Resposta A Lua parece 50% maior quando está próxima do horizonte do que quando está a pino por causa de uma ilusão de óptica. Na verdade, a Lua ocupa um ângulo de cerca de 0,5o do campo visual de um observador terrestre, seja qual for a sua posição no céu. Se a refração da luz pela atmosfera é apreciável, ela tende a reduzir a largura da Lua quando está próxima do horizonte, não a aumentá-la. Além disso, a distância entre a Terra e a Lua não muda de modo apreciável durante as poucas horas que a Lua leva para percorrer o céu.

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CAPÍTULO 6: Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris (ÓPTICA)

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248

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SEIS

Í ·

T · U · L · O

Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris

6.1 • Arco-íris

Por que os arco-íris aparecem quando chove, mas nem sempre?

Por que são arcos de círculo? Um arco-íris forma um círculo completo? A que distância fica um arco-íris? É possível caminhar até uma de suas extremidades? Por que os arco-íris costumam ser visíveis apenas de manhã cedo ou no final da tarde?

Normalmente, vemos apenas um arco-íris, mas às vezes é possível avistar dois, sendo cada um deles um arco de círculo em torno do mesmo ponto. Que ponto é esse? Por que a seqüência de cores nos dois arco-íris é invertida? Por que a região entre os arco-íris é relativamente escura? Por que o arco-íris de cima é mais largo e mais fraco que o de baixo?

Por que a parte inferior do arco-íris costuma ser mais brilhante e mais avermelhada que a parte superior? O que produz as faixas fracas e estreitas que às vezes podem ser vistas logo abaixo do arco-íris inferior?

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CAPÍTULO 5: Escapando de um Estrondo e de um Clarão (ELETRICIDADE E MAGNETISMO)

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C · A · P · Í · T · U · L · O

5

Escapando de um

Estrondo e de um

Clarão

Figura 5-1 / Item 5.1

5.1 • Raios

O que causa os raios e por que eles produzem sons e luzes?

Como podem ser vistos a grandes distâncias? Os relâmpagos são largos?

O raio é uma descarga elétrica (centelha) muito grande entre as nuvens e a terra. Embora os detalhes da descarga tenham sido calculados e medidos, ainda

Resposta

não se sabe muito bem por que as nuvens ficam carregadas e o que produz a descarga. A explicação mais comum para as cargas é que colisões entre o granizo e cristais de gelo menores transferem elétrons para o granizo, que desce para a parte inferior de uma nuvem. Como os elétrons têm carga negativa, a base da nuvem fica com uma carga negativa; como a parte superior da nuvem perdeu elétrons, fica com uma carga positiva. Uma pequena quantidade de cargas positivas também existe em algum lugar perto da base.

A terra normalmente é rica em elétrons que podem se mover de um lugar para outro; quando existe uma nuvem carregada nas proximidades, os elétrons são repelidos pela carga negativa da base da nuvem. Ao perder elétrons, a terra abaixo da nuvem fica com uma carga positiva. Essa carga e as cargas da nuvem produzem um grande campo elétrico entre a terra e a nuvem. Se o campo excede um valor crítico, ocorre uma descarga, que começa na base da nuvem, quando alguns elétrons saltam de repente em direção à pequena quantidade de cargas positivas que existe nas proximidades.

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CAPÍTULO 4: Atacando à Noite, Guiados pelo Calor (PROCESSOS TÉRMICOS)

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Atacando à Noite,

Guiados pelo Calor

Figura 4-1 / Item 4.1

4.1 • Cascavéis mortas

A cobra cascavel é muito temida por causa do seu veneno.

Quando é encontrada em áreas residenciais, costuma-se matála. Entretanto, o perigo não cessa com a morte da cascavel.

Muitas pessoas já cometeram o erro de se aproximar de uma cascavel morta para removê-la. Mesmo meia hora depois de morta, a cobra ainda pode cravar as presas na mão que se aproxima e injetar seu veneno. Como isso pode acontecer?

Resposta Fossas entre os olhos e as narinas da cascavel funcionam como sensores de radiação térmica. Quando, digamos, um camundongo se aproxima da cabeça de uma cascavel, a radiação térmica do camundongo aciona esses sensores, causando um ato reflexo no qual a cobra ataca o camundongo com as presas e injeta o veneno. Uma cascavel consegue detectar e matar o camundongo mesmo em uma noite sem lua, já que o processo não necessita de luz visível.

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CAPÍTULO 3: Debaixo das Cobertas, Ouvindo os Monstros (SOM)

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Debaixo das

Cobertas, Ouvindo os Monstros

3.1 • O uivo do vento

O que causa o ruído de uma ventania, que pode invocar imagens de lobisomens uivando fora de casa em uma noite escura e tempestuosa?

Resposta Quando o ar passa por um obstáculo, especialmente uma saliência como o beiral de um telhado ou mesmo a quina de um edifício, formam-se vórtices (redemoinhos) que são levados pelo vento. Os vórtices provocam variações da pressão do ar, que se propagam como ondas sonoras, dando a impressão de que o vento está uivando. O som pode chegar diretamente, se você estiver ao ar livre, mas também pode atravessar vidraças, portas, paredes e até seus cobertores para perseguir você.

3.2 • O canto dos cabos telefônicos e das agulhas de pinheiro

Por que o vento faz as linhas de telefone, as linhas de transmissão e as agulhas dos pinheiros cantarem? Esse som, que aumenta e diminui de intensidade de acordo com a variação aleatória do vento, contribui para a sensação de relaxamento que experimentamos quando vamos passear em um bosque de pinheiros em um dia de outono.

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