Wolfgang Bauer Gary D Westfall Helio Dias (22)
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Capítulo 10 - Rotação

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10

Rotação

O QUE APRENDEREMOS

313

10.1 Energia cinética de rotação

Partícula pontual em movimento circular

Várias partículas pontuais em movimento circular

10.2 Cálculo do momento de inércia

Rotação de um eixo em torno do centro de massa

313

313

Exemplo 10.1 Energia cinética rotacional da terra

Teorema do eixo paralelo

10.3 Rolamento sem deslizamento

Problema resolvido 10.1 Esfera rolando sobre um plano inclinado

Exemplo 10.2 Corrida sobre uma inclinação

Problema resolvido 10.2 Esfera rolando através de um “loop”

314

314

315

320

320

322

322

324

324

326

326

327

328

Exemplo 10.3 Papel higiênico

329

Máquina de Atwood

331

10.6 Trabalho realizado por um torque

332

Exemplo 10.4 Apertando um parafuso

333

Exemplo 10.5 Atarraxando um parafuso na madeira 333

Problema resolvido 10.3 Máquina de Atwood

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Capítulo 1 - Visão Geral

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Visão Geral

1

O QUE APRENDEREMOS

8

1.1 Por que estudar física?

1.2 Trabalhando com números

Notação científica

Algarismos significativos

1.3 Sistema internacional de unidades

Infravermelho

8

9

9

10

11

Exemplo 1.1 Unidades de área

13

Metrologia: pesquisa de medidas e padrões

14

1.4 Escalas de nosso mundo

14

Escalas de comprimento

14

Escalas de massa

15

Escalas de tempo

16

1.5 Estratégia geral de resolução de problemas 16

Problema resolvido 1.1 Volume de um cilindro

17

Exemplo 1.2 Volume de um barril de petróleo

19

Problema resolvido 1.2 Visão da Torre Willis

20

Guia de solução de problemas: limites

21

Guia de solução de problemas: razões

21

Exemplo 1.3 Mudança de volume

22

Guia de solução de problemas: estimativa

22

Exemplo 1.4 Número de dentistas

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Capítulo 2 - Movimento em Linha Reta

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Movimento em Linha Reta

2

O QUE APRENDEREMOS

36

2.1 Introdução à cinemática

2.2 Vetor posição, vetor deslocamento e distância

Gráficos de posição

Deslocamento

Distância

36

Problema resolvido 2.1 Segmentos de viagem

36

37

37

38

38

2.3 Vetor velocidade, velocidade média e velocidade escalar

40

Exemplo 2.1 Dependência do tempo em relação à velocidade

Velocidade escalar

Exemplo 2.2 Velocidade escalar e velocidade

2.4 Vetor aceleração

2.5 Soluções por computador e fórmulas de diferenças

Exemplo 2.3 Recorde mundial para os 100 m rasos

2.6 Encontrando deslocamento e velocidade a partir da aceleração

2.7 Movimento com aceleração constante

Problema resolvido 2.2 Decolagem de avião

Exemplo 2.4 Corrida de dragster

Queda livre

Exemplo 2.5 Tempo de reação

Problema resolvido 2.3 Queda de melão

2.8 Redução de movimento em mais de uma dimensão para uma dimensão

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Capítulo 4 - Força

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4

Força

O QUE APRENDEREMOS

101

4.1 Tipos de forças

4.2 Vetor força gravitacional, peso e massa

Peso versus massa

Ordens de magnitude de forças

Partícula de Higgs

4.3 Força resultante

Força normal

Diagramas de corpo livre

4.4 Leis de Newton

Primeira lei de Newton

Segunda lei de Newton

Terceira lei de Newton

4.5 Cordas e polias

101

103

104

104

105

105

105

106

106

107

108

108

109

Exemplo 4.1 Cabo de guerra modificado

109

Exemplo 4.2 Argolas

110

Multiplicador de força

112

4.6 Aplicação das leis de Newton

112

Exemplo 4.3 Dois livros sobre uma mesa

113

Problema resolvido 4.1 Snowboard

113

Exemplo 4.4 Dois blocos conectados por uma corda 115

Exemplo 4.5 Máquina de Atwood

116

Exemplo 4.6 Colisão de dois veículos

117

4.7 Força de atrito

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Capítulo 8 - Sistemas de Partículas e Corpos Extensos

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

8

Sistemas de Partículas e

Corpos Extensos

O QUE APRENDEREMOS

247

8.1 Centro de massa e centro de gravidade

Centro de massa combinado para dois corpos

247

248

Problema resolvido 8.1 Centro de massa da

Terra e da Lua

Centro de massa combinado para vários corpos

Exemplo 8.1 Contêineres de carga

8.2 Momento do centro de massa

Colisão de dois corpos

Movimento de recuo

Problema resolvido 8.2 Canhão de recuo

Exemplo 8.2 Mangueira de incêndio

Movimento geral do centro de massa

8.3 Movimento de foguetes

Exemplo 8.3 Lançamento de foguete para Marte

8.4 Calculando o centro de massa

Sistemas coordenados não cartesianos tridimensionais

Adendo matemático: integrais de volume

Exemplo 8.4 Volume de um cilindro

Exemplo 8.5 Centro de massa de uma meia esfera

Centro de massa para corpos de uma e de duas dimensões

248

250

250

251

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Victor W Rodwell David A Bender Kathleen M Botham Peter J Kennelly P Anthony Weil (58)
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Medium 9788580555943

8. Enzimas: cinética

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

8

C A P Í T U L o

Enzimas: cinética

Peter J. Kennelly, Ph.D. e Victor W. Rodwell, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a abrangência e os objetivos da análise da cinética enzimática.

�� Indicar se ΔG, a variação total na energia livre para uma reação, depende do mecanismo da reação.

�� Indicar se ΔG é uma função da velocidade das reações.

�� Explicar a relação entre Keq, concentrações de substratos e produtos em equilíbrio e a proporção das constantes de velocidade k1/k–1.

�� Definir como a concentração de íons hidrogênio, de enzima e de substrato afetam a velocidade da reação catalisada por enzima.

�� Utilizar a teoria da colisão para explicar como a temperatura afeta a velocidade das reações químicas.

�� Definir as condições da velocidade inicial e explicar as vantagens obtidas de medir a velocidade de uma reação catalisada por uma enzima sob essas condições.

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Medium 9788580555943

26. Síntese, transporte e excreção do colesterol

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

26

C A P Í T U L o

Síntese, transporte e excreção do colesterol

Kathleen M. Botham, Ph.D., D.Sc. e Peter A. Mayes, Ph.D., D.Sc.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Reconhecer

a importância do colesterol como componente estrutural essencial das membranas celulares e como precursor de todos os outros esteroides no organismo, e explicar o seu papel patológico na doença dos cálculos biliares de colesterol e no desenvolvimento da aterosclerose.

�� Identificar as cinco etapas na biossíntese do colesterol a partir da acetil-CoA.

�� Compreender o papel da 3-hidroxi-3-metilglutaril-CoA-redutase (HMG-CoA-redutase) no controle da taxa de síntese do colesterol e explicar os mecanismos pelos quais a sua atividade é regulada.

�� Reconhecer que o equilíbrio do colesterol nas células é rigorosamente regulado e indicar os fatores envolvidos na manutenção do equilíbrio correto.

�� Explicar o papel das lipoproteínas plasmáticas, incluindo os quilomícrons, a lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL), a lipoproteína de baixa densidade (LDL) e a lipoproteína de alta densidade (HDL), no transporte do colesterol entre os tecidos e o plasma.

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Medium 9788580555943

40. Membranas: estrutura e função

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

S

E

ç

ã

o

VIII

Bioquímica da comunicação extracelular e intracelular

40

C A P Í T U L o

Membranas: estrutura e função

Robert K. Murray, M.D., Ph.D. e P. Anthony Weil, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Saber

que as membranas biológicas são principalmente constituídas de uma bicamada lipídica e de proteínas e glicoproteínas associadas. os principais lipídeos são os fosfolipídeos, o colesterol e os glicosfingolipídeos.

�� Reconhecer que as membranas são estruturas dinâmicas e assimétricas, que contêm uma mistura de proteínas integrais e periféricas.

�� Conhecer o modelo de mosaico fluido da estrutura da membrana e saber que ele é amplamente aceito, com estruturas especializadas que consistem em balsas lipídicas, cavéolas e junções oclusivas.

�� Compreender os conceitos de difusão passiva, difusão facilitada, transporte ativo, endocitose e exocitose.

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Medium 9788580555943

28. Catabolismo das proteínas e do nitrogênio dos aminoácidos

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

Catabolismo das proteínas e do nitrogênio dos aminoácidos

28

C A P Í T U L o

Victor W. Rodwell, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

a renovação das proteínas, indicar a taxa média de turnover proteico nos indivíduos saudáveis e fornecer exemplos de proteínas humanas que são degradadas em taxas maiores do que a média.

�� Delinear os eventos no processo de turnover proteico pelas vias dependente de

ATP e independente de ATP e indicar as funções na degradação proteica exercidas pelo proteossomo, pela ubiquitina, pelos receptores de superfície celular, pelas assialoglicoproteínas circulantes e pelos lisossomos.

�� Indicar como os produtos finais do catabolismo do nitrogênio nos mamíferos diferem daqueles das aves e dos peixes.

�� Ilustrar os papéis centrais das transaminases (aminotransferases), da glutamato-desidrogenase e da glutaminase no metabolismo do nitrogênio nos seres humanos.

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Medium 9788580555943

45. Radicais livres e nutrientes antioxidantes

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

45

C A P Í T U L o

Radicais livres e nutrientes antioxidantes

David A. Bender, Ph.D.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os danos causados pelos radicais livres ao DNA, aos lipídeos e às proteínas, bem como as doenças associadas aos danos por radicais livres.

�� Descrever as principais fontes de radicais de oxigênio no organismo.

�� Descrever os mecanismos e os fatores da dieta que protegem o organismo contra danos por radicais livres.

�� Explicar como os antioxidantes podem atuar como pró-oxidantes e o motivo por que os estudos clínicos de intervenção com nutrientes antioxidantes geralmente têm produzido resultados decepcionantes.

IMpORTÂNCIA BIOMÉDICA

Os radicais livres são produzidos no organismo em condições normais. Esses radicais livres provocam dano aos ácidos nucleicos, às proteínas, aos lipídeos da membrana celular e às lipoproteínas plasmáticas. A sua ação pode causar câncer, aterosclerose, doença arterial coronariana e doenças autoimunes.

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Uwe Flick (10)
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Medium 9788536320571

5. TRIANGULAÇÃO METODOLÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

78

n

Uwe Flick

Quando se discute a triangulação no contexto das questões de qualidade na pesquisa qualitativa, a maioria dos autores se refere à triangulação metodológica. A ideia básica nesse caso é que usar mais de um método abrirá várias perspectivas para promover a qualidade na pesquisa qualitativa comparada ao estudo de um único método. Mais uma vez, encontramos diferentes sugestões de como combinar distintos métodos e quais tipos devem ser combinados. Em seu conceito, Denzin já fazia uma diferenciação entre triangulação “dentro de métodos” e “entre métodos”, e esta significava a triangulação de vários métodos autônomos. A seguir, a primeira estratégia será descrita um pouco mais usando vários exemplos, antes de se discutir a triangulação de vários métodos (qualitativos). Denzin (1970) menciona o uso de diferentes subescalas em um questionário como exemplo de triangulação dentro de métodos.

triAngulAção dentro de métodos: o cAso dA entrevistA episódicA

Aplicar essa ideia à pesquisa qualitativa significa combinar diferentes abordagens metodológicas em um método qualitativo. Essas abordagens incluem diferentes quadros teóricos, mas não vão além do alcance de um método (ver Figura 5.1).

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Medium 9788536320571

8. COMO USAR A TRIANGULAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO DA QUALIDADE: QUESTÕES PRÁTICAS

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

140

n

Uwe Flick

Nos capítulos anteriores, usei diversos exemplos de estudos nos quais se aplicou uma ou outra variante da triangulação para contribuir à qualidade da pesquisa qualitativa em termos de combinar diferentes abordagens e resultados. A seguir, trataremos de novo de alguns dos problemas práticos conhecidos dessas aplicações. Dessa vez, o foco estará em como planejar e usar a triangulação para a gestão da qualidade na pesquisa qualitativa.

problemAs especiAis de Acesso

Wolff (2004) descreve os problemas que surgem quando se entra em um campo de investigação e discute o que se pode aprender deles e das possíveis soluções. O autor deixa claro que a pesquisa social em geral e a pesquisa qualitativa em particular trazem imposições ao campo em estudo e a seus membros.

Entre os exemplos dessas imposições estão:

providenciar tempo disponível para conversações; abrir mão parcialmente de controle do espaço físico; suportar o constrangimento; enfrentar pressões comunicativas (como as que surgem em entrevistas narrativas);

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Medium 9788536320571

6. TRIANGULAÇÃO NA ETNOGRAFIA

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

102

n

Uwe Flick

Enquanto o capítulo anterior tratou da triangulação dentro ou entre métodos (como entrevistar), passamos agora a um campo em que a triangulação implícita de métodos tem sido considerada como uma característica da boa pesquisa por algum tempo, nem sempre deixando a ligação com a promoção da qualidade na pesquisa qualitativa suficientemente clara. A seguir, trataremos do uso de triangulação na etnografia do ângulo da promoção de qualidade.

dA observAção pArticipAnte à etnogrAFiA

A etnografia como estratégia de pesquisa (ver Angrosino, 2007; Atkinson et al., 2001) tem cada vez mais substituído a observação participante (ver

Lüders, 2004b, p. 222) – pelo menos no que diz respeito à discussão metodológica. Para a observação participante, Denzin (1989, p. 157-158) já mencionou a triangulação de diferentes métodos como uma característica: “a observação participante será definida como uma estratégia de campo que combina simultaneamente análise de documentos, entrevistas de respondentes e informantes, participação e observação diretas e introspecção”. Portanto, encontramos uma série de obras na literatura sobre pesquisa qualitativa nos anos de 1960 e 1970 que são dedicadas à combinação, diferenças e pontos fortes e fracos relativos à observação participante e entrevistas como parte dela; ver, por exemplo, Becker e Geer (1960), mas também as sugestões de

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Medium 9788536320571

1. COMO ABORDAR A QUALIDADE DA PESQUISA

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

16

n

Uwe Flick

A relevânciA dAs questões de quAlidAde nA pesquisA quAlitAtivA

A pesquisa qualitativa chegou à idade adulta. O número crescente de livros-texto, publicações acadêmicas e outras, junto com a ampliação da prática de pesquisa em várias disciplinas, demonstra isso. Talvez um outro indicador desse desenvolvimento ou uma necessidade resultante dele seja a atual relevância da questão de como avaliar a pesquisa qualitativa, os planos, os métodos e os resultados obtidos com ela. A fase de desenvolvimento na qual os pesquisadores simplesmente acreditam em seus métodos segundo o que Glaser sugere – “acreditem na teoria fundamentada, ela funciona pois: simplesmente a apliquem, usem e publiquem!” (1998, p. 254) – parece ter chegado ao final. Em vez desse otimismo (talvez um pouco ingênuo), encontramos agora muitos artigos que tratam de critérios, listas de itens relevantes, padrões, qualidade, rigor e avaliação da pesquisa qualitativa.

Em contraste com as etapas iniciais do desenvolvimento da pesquisa qualitativa, as questões relativas à qualidade não são mais levantadas simplesmente para demonstrar (de fora) que há uma falta de qualidade científica nessa pesquisa.

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Medium 9788536320571

2. PADRÕES, CRITÉRIOS, LISTAS DE ITENS E DIRETRIZES

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

28

n

Uwe Flick

introdução

A questão de como garantir a qualidade da pesquisa qualitativa tem sido levantada desde o início desse tipo de pesquisa e atrai atenção contínua e repetida. Porém, não foram encontradas respostas a essa pergunta, pelo menos de uma forma unânime. As contribuições para essa discussão incluem sugestões para formular critérios de qualidade (ver Seale, 1999; Steinke,

2004), ou solicitá-los, como no recente documento dos programas de pesquisa do ESRC ou nas declarações mais ou menos lacônicas de que ainda não se encontraram respostas a essas perguntas (ver Lüders, 2004a, 2006a). O fato de que, apesar das várias tentativas de resolver o problema, essa estimativa ainda seja correta, tem sua razão na natureza das coisas: a situação específica em que se encontra a pesquisa qualitativa atualmente.

o que é pesquisA quAlitAtivA e de que estAmos FAlAndo?

Antes de entrar na discussão de nosso tema, são necessárias algumas observações em relação a qual deveria ser o ponto de referência. A pesquisa qualitativa se desenvolveu em diferentes contextos. Podemos distinguir, por um lado, escolas teóricas e metodológicas, cada uma caracterizada por certos pressupostos, interesses de pesquisa básicos, além de normalmente, mas nem sempre resultante disso, métodos e preferências metodológicas.

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Simone Pires De Matos (10)
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Medium 9788536510774

7. Métodos Eletroanalíticos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Métodos

Eletroanalíticos

Para começar

Uma série de técnicas analíticas possui a sua base em propriedades físicas. Essas técnicas são conhecidas como eletroanalíticas e serão abordadas neste capítulo.

Portanto, o Capítulo 7 apresentará ao leitor os métodos interfaciais como a potenciometria, as titulações potenciométricas, a voltametria, a coulometria, a eletrogravimetria e a amperometria, além dos métodos não interfaciais como a condutimetria e as titulações condutimétricas.

7.1 Generalidades

Os métodos eletroanalíticos consistem em um grupo de técnicas de análise baseadas nas propriedades elétricas do analito da amostra avaliada. Essas propriedades envolvem corrente elétrica, resistência elétrica, diferença de potencial e carga elétrica.

A Figura 7.1 apresenta um esquema dos diferentes métodos eletroanalíticos.

85

Métodos eletroanalíticos

Métodos interfaciais

Métodos não interfaciais

Estáticos

Dinâmicos

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Medium 9788536510774

9. Análises de Compostos Orgânicos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Análises de

Compostos

Orgânicos

Para começar

Os laboratórios de áreas como análises clínicas, biologia, bioquímica, controle de qualidade, engenharia sanitária, farmácia, medicina forense, meio ambiente, químicos, tecnologia de alimentos e toxicologia, por exemplo, estão cada vez mais fazendo uso de análises de compostos orgânicos, tanto com objetivos de identificação quanto com objetivos de controle de qualidade.

O Capítulo 9 abordará algumas das principais técnicas de análise empregadas para compostos orgânicos, considerando desde as etapas de separação e purificação dos compostos, até as análises elementares, análises qualitativas e quantitativas.

Para que o leitor compreenda melhor o tema discutido, esse capítulo apresentará uma introdução na qual serão citadas as funções orgânicas e as principais propriedades dos compostos orgânicos.

9.1 Conceitos básicos

Os compostos orgânicos também são alvo das técnicas de análise há anos. Antigamente, quando essas técnicas não estavam evoluídas, os compostos orgânicos eram avaliados por suas propriedades químicas e físicas de modo rudimentar, comparado ao que encontramos hoje.

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Medium 9788536510774

10. Aplicações da Análise Instrumental

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Aplicações da

Análise Instrumental

Para começar

As técnicas de análise apresentam extensa aplicabilidade, seja para identificar uma substância ou até mesmo quantificá-la, independentemente dos objetivos, já que esses também são variados.

Diante desta variedade de aplicações e objetivos, o Capítulo 10 apresentará o objetivo geral e os objetivos específicos válidos para os principais processos existentes.

Além disto, o leitor poderá ainda conhecer alguns exemplos de aplicações das análises instrumentais em processos das áreas ambiental, alimentícia, bioquímica, cosmética, farmacêutica, fermentativa, galvânica, de biocombustíveis e petroquímica.

10.1 Conceitos básicos

A aplicação das técnicas de análise, como a ilustrada na Figura 10.1, possui objetivos distintos e extrema importância em várias etapas dos processos industriais. Assim, para efeitos acadêmicos pode-se considerar um objetivo geral e os seus objetivos específicos, como descritos a seguir.

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3. Reações por Via Úmida

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Reações por

Via Úmida

Para começar

As reações por via úmida estão presentes nas técnicas de análise química há anos e mesmo com o avanço dos métodos instrumentais ou dos ensaios por via seca, essas reações ainda são muito úteis para os laboratórios de identificação de amostras e quantificação de elementos e compostos, seja para fins de controle de qualidade ou fiscalização.

A permanência dos métodos por via úmida nas técnicas analíticas deve-se a fatores como indisponibilidade de equipamentos específicos para outros métodos de análise e fornecimento de padrões secundários para calibração de outras análises químicas, por exemplo.

Por isto, o Capítulo 3 discutirá sobre os ensaios por via úmida. Serão citados os tipos mais utilizados e descrita uma das técnicas mais tradicionais de análise qualitativa por via úmida: a marcha analítica de cátions e ânions.

3.1 Generalidades

As técnicas de análise, que envolvem ensaios em via úmida, consistem em uma série de reações químicas que ocorrem entre substâncias como ácidos, bases e sais presentes em meio aquoso, por meio das quais é possível identificar, e em alguns casos até mesmo quantificar, outras substâncias químicas presentes na amostra avaliada.

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Medium 9788536510774

6. Métodos Cromatográficos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Métodos

Cromatográficos

Para começar

A cromatografia é uma técnica analítica bastante antiga, embora tenha sido ignorada até a década de 1930. Quanto à origem do seu nome, acredita-se que foi utilizado pela primeira vez em 1906, quando um botânico que tentava separar os componentes de um extrato de folhas, obteve faixas coloridas.

Em pleno século XXI, nota-se que o princípio da técnica não foi alterado, mas os métodos e os dispositivos para a sua realização evoluíram bastante.

O Capítulo 6 visa abordar esta importante técnica de análise tanto de forma geral, segundo o seu princípio básico, como também de forma específica, segundo os variados tipos de métodos cromatográficos.

6.1 Generalidades

A cromatografia é uma técnica de análise físico-química que pode ser empregada para fins de separação dos componentes de uma mistura, ou para avaliação qualitativa e quantitativa das substâncias. Para isso, a técnica cromatográfica utiliza a transferência de massa de modo diferencial, sendo que essa migração diferencial dos componentes de uma mistura é baseada na solubilidade, tamanho e massa destes.

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Silvio Luis Pereira Dias J Lio C Sar Pacheco Vaghetti Der Cl Udio Lima Jorge De Lima Brasil Fl Vio Andr Pavan (1)
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Capítulo 4 - Aferição e calibração de vidrarias

Silvio Luis Pereira Dias, Júlio César Pacheco Vaghetti, Éder Cláudio Lima, Jorge de Lima Brasil, Flávio André Pavan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Aferição e calibração de vidrarias

Neste capítulo você estudará:

As principais rotinas de laboratório envolvendo os procedimentos de pesagem,

aferição de equipamentos de vidraria e padronização de soluções.

As informações necessárias para a realização das atividades práticas, com a

exemplificação de fórmulas e conceitos.

Os cuidados a serem tomados com os equipamentos.

Este capítulo apresenta informações básicas sobre as principais rotinas de laboratório envolvendo os procedimentos de pesagem, aferição de equipamentos de vidraria e padronização de soluções. As rotinas de laboratório se limitam às informações necessárias à realização das atividades práticas, não se prendendo à descrição dos princípios de funcionamento dos equipamentos a serem utilizados. Para isso, recomenda-se a consulta da bibliografia recomendada.

A química analítica quantitativa compreende os métodos, os ensaios e as técnicas que possibilitam determinar as quantidades relativas dos componentes que constituem uma determinada amostra de material. A análise quantitativa pode ser dividida em duas grandes áreas: métodos clássicos e métodos instrumentais. Os métodos clássicos se subdividem em métodos volumétricos (utilizados para medir volumes) e métodos gravimétricos (utilizados para medir massas).

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