Zubrick James W (35)
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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 4 - JUNTAS

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

JUNTAS

capítulo

1 2 3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Lubrifique as juntas para não ter aderência.

Usando juntas de conicidade padronizada, você pode conectar a vidraria sem usar tubos ou rolhas de borracha e de cortiça. As peças são ligadas por conexões de vidro esmerilhado existentes nos dispositivos (Fig. 4.1). Elas são fabricadas em tamanhos padronizados e você usará provavelmente

Ts 19/22.

O símbolo Ts indica conicidade-padrão. O primeiro número é o tamanho da junta, em milímetros, no seu ponto mais largo. O segundo número é o comprimento da junta em milímetros. Isso

é bastante simples. Infelizmente, a vida não é tão simples, exceto para a mente que maquinou o pequeno truque diabólico que vem a seguir.

ROLHAS COM APENAS UM NÚMERO

Parece muito louco, não? Mas com muito pouca imaginação e menos raciocínio ainda, problemas sérios podem surgir quando se confundem os dois números. Podemos observar que todas as rolhas de vidro que aparecem na Fig. 4.2 são diferentes. Trocar uma rolha Ts 19/22 por uma Ts 19 faz com que passe a existir uma junta com vazamento, pela qual seu produto certificado pode escapar.

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CAPÍTULO 34 - TEORIA DA DESTILAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

TEORIA DA DESTILAÇÃO

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33  34 35

Destilação é uma das operações mais importantes que você vai executar no laboratório de química orgânica. É importante que você entenda alguns dos princípios físicos que operam durante uma destilação. Diferentes sistemas requerem diferentes tratamentos; as explicações a seguir correm em paralelo às classificações de destilações dadas anteriormente nos Capítulos 19 e 20.

CLASSE 1: DESTILAÇÃO SIMPLES

Em uma destilação simples, lembre-se, você separa líquidos que fervem ABAIXO de 150°C a 1 atm, de

1. Impurezas não voláteis.

2. Outro líquido que ferve a, pelo menos, 25°C acima do primeiro. Os líquidos devem se dissolver um no outro. Caso contrário, então você deverá tratar o sistema como uma destilação por arraste a vapor, e se vai destilar por arraste, tenha certeza de ler a discussão posterior relativa

à “Classe 4: Destilação por arraste a vapor”. Os pontos de ebulição deverão diferir em 25°C, pois você pode supor que o componente com ponto de ebulição superior não faz nada além de permanecer lá durante a destilação. Caso contrário, você poderá ter um sistema de dois componentes, e precisa dar uma olhada na discussão relativa à “Classe 3: Destilação fracionada”, bem como a presente discussão.

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 22 - REFLUXO E ADIÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

REFLUXO E ADIÇÃO

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21  22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Cerca de 80% das reações feitas no laboratório de orgânica envolvem uma etapa chamada refluxo.

Você utiliza um solvente de reação para manter os materiais dissolvidos e em uma temperatura constante por meio da ebulição do solvente, condensação e retorno do mesmo para o balão.

Por exemplo, digamos que você tem de aquecer uma reação até próximo dos 80°C durante 17 horas. Bem, você pode ficar de pé o dia inteiro e olhar a reação. Eu? Vou para o refluxo.

REFLUXO-PADRÃO

Normalmente, dizem para você qual solvente utilizar; então, escolher um não deverá ser problema.

O que acontece com mais frequência é que você escolhe os reagentes para sua síntese particular, coloca-os em um solvente e reflui a mistura. Você ferve o solvente e condensa o vapor do solvente de modo que TODO o solvente retorne ao balão de reação (veja “Classe 3: Destilação fracionada” no

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 13 - RECRISTALIZAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RECRISTALIZAÇÃO

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Solvente demais e seus cristais não voltam a aparecer.

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A essência de uma recristalização é a purificação. Uma vez que os compostos contaminados, impuros, tenham sido limpos, purificados, eles podem então aparecer em público novamente. A sequência de eventos que você utilizará vai depender bastante de quão misturado está o seu produto final e de quão solúvel ele é em vários solventes.

De qualquer maneira, você vai ter de se lembrar de algumas coisas.

1. Encontre um solvente que dissolva o sólido enquanto está quente.

2. O mesmo solvente não deverá dissolvê-lo enquanto está frio.

3. O solvente frio deve manter as impurezas dissolvidas nele para sempre.

Esse é o principal problema. E requer certa experimentação. Novamente, a arte na ciência. Em geral, você sabe o que deve ter preparado e, com isso, a tarefa fica mais fácil. Ela exige uma observação no seu caderno de laboratório e, possivelmente, um manual (veja o Capítulo 2, “Mantendo um caderno de laboratório” e o Capítulo 3, “Interpretando handbooks”). Você tem os dados de solubilidade do composto em seu caderno. “O que é isso?”, você dirá. Você não tem os dados em seu caderno de laboratório? Parabéns, você ganhou a nota mais baixa nesse curso.

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 18 - GARRAS E FIXAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

GARRAS E FIXAÇÃO

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17  18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Grampos de plástico fundem. Olhe onde você os utiliza.

Garras se movem um pouco para cima quando apertadas à haste. Use esse fato para fazer uma montagem mais firme.

Infelizmente, a aparelhagem de vidro precisa ser mantida no lugar com mais do que apenas saliva e barbante de empacotar. De fato, você faria bem em usar garras. A vida seria simples se houvesse apenas um tipo de prendedor, mas não é o caso.

1. Garra simples para bureta (Fig. 18.1). Ainda que popular em outros laboratórios de química, a garra simples para bureta não fica bem no laboratório de orgânica. A garra é muito curta, e ajustar ângulos com a porca (afrouxando a porca, fixando as pinças da garra no ângulo correto e apertando a porca contra o batente traseiro, no sentido contrário das pinças) não é muito divertido. Se você não for cuidadoso, as pinças vão escorregar e todos os produtos químicos no seu balão cairão.

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Wolfgang Bauer Gary D Westfall Helio Dias (38)
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Medium 9788580551594

Capítulo 4 - Som

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

4

Som

O QUE APRENDEREMOS

115

4.1 Ondas longitudinais de pressão

Velocidade do som

115

116

118

118

119

120

Exemplo 4.1 Os gritos de uma torcida de futebol

Reflexão do som

4.2 Intensidade sonora

Intensidade relativa e alcance dinâmico

Problema resolvido 4.1 Níveis de som relativos em um concerto de rock

Limites da audição humana

Exemplo 4.2 Faixa de comprimentos de onda da audição humana

4.3 Interferência sonora

Batimentos

Cancelamento ativo de ruído

4.4 Efeito Doppler

Efeito Doppler no espaço de duas e de três dimensões

Aplicações do efeito Doppler

Exemplo 4.3 Medição do fluxo sanguíneo por efeito Doppler ultrassônico

Cone de Mach

Exemplo 4.4 O Concorde

4.5 Ressonância e música

Tons

Tubos semiabertos e abertos

Exemplo 4.5 Um órgão de tubo

120

122

122

123

124

125

126

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Medium 9788580551594

Capítulo 8 - A Segunda Lei da Termodinâmica

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

A Segunda Lei da

Termodinâmica

8

O QUE APRENDEREMOS

240

8.1 Processos reversíveis e irreversíveis

Tempo de recorrência de Poincaré

240

241

241

242

Exemplo 8.1 Baralho de cartas

8.2 Máquinas e refrigeradores

Exemplo 8.2 Aquecimento doméstico com bomba de calor

8.3 Máquinas ideais

Ciclo de Carnot

Exemplo 8.3 Trabalho realizado por uma máquina de Carnot

Exemplo 8.4 Eficiência máxima de uma usina elétrica

8.4 Máquinas reais e eficiência

Ciclo Otto

Problema resolvido 8.1 Eficiência de um motor de automóvel

(a)

(b)

Ciclo diesel

Carros híbridos

Eficiência e a crise energética

8.5 A segunda lei da termodinâmica

8.6 Entropia

Exemplo 8.5 Mudança na entropia para o congelamento da água

Exemplo 8.6 Mudança na entropia para o aquecimento da água

8.7 Interpretação microscópica da entropia

Exemplo 8.7 Aumento de entropia durante a expansão livre de um gás

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Medium 9788580551594

Capítulo 9 - Relatividade

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Relatividade

9

O QUE APRENDEREMOS

274

9.1 A pesquisa pelo éter

9.2 Os postulados de Einstein e os sistemas de referência

Beta e gama

274

Exemplo 9.1 A Espaçonave Apolo

Cone de luz

Intervalos espaço-temporais

9.3 Dilatação do tempo e contração do comprimento

Dilatação do tempo

Exemplo 9.2 Decaimento do múon

Contração do comprimento

Exemplo 9.3 Contração de comprimento de um carro de corrida NASCAR

O paradoxo dos gêmeos

9.4 Deslocamento de frequência relativístico

Problema resolvido 9.1 Deslocamento para o vermelho de uma galáxia

9.5 Transformação de Lorentz

Invariantes

9.6 Transformação relativística de velocidades

Problema resolvido 9.2 Partículas em um acelerador

9.7 Momento e energia relativísticos

Momento

Energia

Relação energia-momento

Velocidade, energia e momento

Exemplo 9.4 Elétron a 0,99c

Exemplo 9.5 Decaimento do káon

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Medium 9788580551259

Capítulo 7 - Magnetismo

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

7

Magnetismo

O QUE APRENDEREMOS

189

7.1 Ímãs permanentes

Linhas de campo magnético

O campo magnético da Terra

Superposição de campos magnéticos

7.2 Força magnética

Força magnética e trabalho

Unidades de intensidade de campo magnético

189

189

190

192

192

192

193

193

Problema resolvido 7.1 Tubo de raios catódicos

7.3 Movimento de partículas carregadas em um campo magnético

Trajetórias de partículas carregadas em um campo magnético constante

Câmara de projeção temporal

Exemplo 7.1 Momento transversal de uma partícula em uma TPC

Exemplo 7.2 O vento solar e o campo magnético da Terra

Frequência de cíclotron

Exemplo 7.3 Energia de um cíclotron

O espectômetro de massa

Problema resolvido 7.2 Seletor de velocidades

Levitação magnética

7.4 Força magnética sobre um fio condutor de corrente

Exemplo 7.4 Força sobre o enrolamento de um alto-falante

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Medium 9788580550948

Capítulo 12 - Gravitação

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Gravitação

12

O QUE APRENDEREMOS

382

12.1 Lei da Gravitação de Newton

Superposição das forças gravitacionais

O Sistema Solar

382

383

385

Exemplo 12.1 Influência dos corpos celestes

386

12.2 Gravitação próximo à superfície da Terra 387

Exemplo 12.2 Ruptura gravitacional de um buraco negro

389

389

391

392

Exemplo 12.3 Impacto de um asteroide

394

Potencial gravitacional

395

12.5 Leis do movimento planetário de Kepler 395

Adendo matemático: Elipses

396

Problema resolvido 12.1 Período orbital de Sedna 398

Exemplo 12.4 Buraco negro no centro da Via Láctea 399

A Segunda Lei de Kepler e a conservação do momento angular

400

12.6 Órbitas de satélites

400

Problema resolvido 12.2 Satélite em órbita

401

Energia de um satélite

402

Órbita de satélites geoestacionários

402

Problema resolvido 12.3 Antena parabólica

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William F Ruddiman (21)
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Medium 9788582603550

Capítulo 3 - Tendência do Dióxido de Carbono na Contramão

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Tendência do

Dióxido de Carbono na Contramão

3

O

utro gás de efeito estufa gerado tanto pela natureza quanto pelas atividades humanas, o dióxido de carbono (CO2), desempenha um papel mais importante do que o metano no sistema climático, por duas razões: ele é muito mais abundante e permanece na atmosfera por muito mais tempo. As alterações no CO2 possuem um impacto de aquecimento por molécula muito menor do que o metano, mas a atmosfera contém praticamente mil vezes mais moléculas de CO2 do que de metano. Como consequência, o impacto líquido do CO2 sobre as mudanças climáticas passadas foi consideravelmente maior do que o do metano.

Reservatórios de carbono

Existem bilhões de toneladas de carbono em vários importantes reservatórios de carbono que compõem a biosfera da Terra (Figura 3-1). Antes do início das emissões de CO2 oriundas de combustíveis fósseis da Era Industrial, três reservatórios de superfície continham grandes quantidades de carbono: 600 bilhões de toneladas eram retidas na atmosfera como carbono inorgânico em gás CO2,

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Medium 9788582603550

Capítulo 4 - O Crescente Fértil e a Europa

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

O Crescente Fértil e a Europa

A

4

agricultura europeia originou-se de inovações iniciadas mais de

10.000 anos atrás, mas não na Europa. Ela se originou a leste do Mar

Mediterrâneo, na região do Crescente Fértil, no Sudoeste da Ásia. Lá, grupos habilidosos domesticaram muitas das culturas das quais hoje a humanidade depende para se alimentar (trigo, cevada, ervilha, grão-de-bico e lentilha), assim como os principais animais que criamos hoje (gado, ovelhas, cabras e porcos) (Tabela 4-1). O início da disseminação da agricultura a partir desse local de origem pode ser reconstituído por meio de estudos de campo em arqueologia e disciplinas relacionadas, e uma história cada vez mais detalhada da agricultura a partir de 2000 anos atrás pode ser reconstruída a partir de documentos.

A Europa é um continente pequeno e originalmente florestado, separado da massa muito maior da Ásia pelos Montes Urais, ao leste (vide Figura

4-1). Ao sul de uma fina faixa de tundra ártica (gramíneas e arbustos rasteiros), as florestas da Europa variam de florestas coníferas (como abeto e pinho) no Norte da Escandinávia, a florestas folhosas (como carvalho, freixo, ulmo, bordo e faia) em quase toda a Europa Central, passando então para uma faixa de vegetação distintamente mediterrânea (incluindo cedros, pinheiros e carvalhos perenes). As estepes semiáridas do Sudeste da Europa são regiões de pastagens desprovidas de florestas, exceto ao longo dos vales dos rios.

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Medium 9788582603550

Capítulo 13 - Mudanças de Paradigma

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Mudanças de

Paradigma

E

13

m seu livro de 1962, A estrutura das revoluções científicas, Thomas

Kuhn contornou em grande medida a ideia de Karl Popper de que a ciência progride em estágios incrementais por meio de constantes teste e refutação. Em vez disso, Kuhn propos que a ciência avança em pequenos saltos, em que novas ideias substituem as antigas, separadas por intervalos de tempo mais longos, passados em um modo mais vegetativo ou mesmo lento que ele chama de “ciência normal”.

Nesses intervalos de ciência normal, uma explicação existente para um conjunto específico de fenômenos funciona bem o suficiente por um período suficientemente longo, tornando-se um pressuposto amplamente sustentado chamado de paradigma. Kuhn descreve um paradigma como uma combinação de conhecimentos, pressupostos gerais compartilhados, modelos conceituais, escolas de pensamento e uma “matriz disciplinar”. Na visão de

Kuhn, os livros-texto propagam os paradigmas existentes às sucessivas gerações de estudantes e futuros cientistas ao transmitir uma imagem falsamente ordenada do estado efetivo da ciência. O que por muitas vezes está ausente nos livros-texto é a sensação generalizada de drama do passado, quando as ideias estavam em conflito e os novos paradigmas estavam prestes a surgir.

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Medium 9788582603550

Capítulo 1 - Os Ciclos Climáticos da Natureza

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Os Ciclos Climáticos da Natureza

D

1

urante as duas últimas décadas, as investigações das mudanças climáticas passadas passaram por uma transformação notável. Até os anos 1950, a paleoclimatologia mal existia como um campo coerente de estudo. Cientistas isolados estudavam este ou aquele aspecto da mudança climática, mas geralmente ignoravam ou estavam desconectados dos demais pesquisadores de outras especialidades.

Podemos comparar essa situação com os anos recentes, quando uma comunidade de pesquisa internacional de amplo alcance, mas intimamente interconectada, ganhou existência: milhares de cientistas estudam o clima passado e presente em centenas de instituições acadêmicas e governamentais, utilizando uma variedade de plataformas de observação (como navios, satélites e pequenas boias oceânicas não tripuladas) e computadores e instrumentos laboratoriais cada vez mais sofisticados. A pesquisa interdisciplinar hoje é a norma, pois os cientistas perceberam que as muitas partes do sistema climático estão interconectadas e devem ser estudadas juntas.

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Medium 9788582603550

Capítulo 5 - China e Sul da Ásia

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

China e Sul da Ásia

P

5

or causa do seu grande porte, a Ásia se estende por muitas zonas climáticas e tipos de vegetação (Figura 5-1). Grande parte do continente não era favorável ao início da agricultura: a tundra que margeia a costa do Oceano Ártico; a floresta ártica (composta de lariços; também chamada de taiga) que cobre muito do resto da Sibéria e do extremo norte; a vasta região de estepes de pastagens semiáridas em todo o centro-sul da Ásia; e os desertos em partes do extremo sudoeste da Ásia. Áreas mais favoráveis

à agricultura incluíam as florestas decíduas temperadas ao longo da costa oriental do Pacífico e as florestas pluviais perenes e florestas sazonalmente mais secas dos trópicos orientais. Os dois países mais populosos do mundo atual, a China e a Índia, já tinham populações muito grandes no início da era histórica, em parte por causa dos climas favoráveis, em parte porque haviam se tornado centros de inovação agrícola no início da Revolução

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Weineck J Rgen (6)
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Medium 9788520432044

1. Estudo geral das células e dos tecidos

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

01_Kurz gefasste Zell 001-059_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:29 AM Page 1

Capítulo 1

Estudo geral das células e dos tecidos

01_Kurz gefasste Zell 001-059_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:29 AM Page 2

2

Anatomia aplicada ao esporte

Estudo geral das células (citologia)

Como, basicamente, qualquer estímulo de carga atua sobre a célula e como as funções superiores se baseiam na menor unidade funcional (célula), deve-se apresentar a estrutura geral de uma célula corporal já no início desta obra, visando a uma melhor compreensão das estruturas subordinadas. Em ordem crescente, serão discutidas as seguintes estruturas sequenciais.

Célula ➝ conjuntos celulares = tecido ➝ organização e integração funcional formando um órgão ou sistemas orgânicos da maneira como se apresentam como aparelho de movimento passivo e ativo.

Estrutura da célula

O citoplasma (o sarcoplasma da célula muscular) – um líquido que contém eletrólitos e proteína – é o local da produção anaeróbica de energia (glicólise), da síntese de glicogênio (glicogênio constitui a forma intracelular depositária da glicose [= dextrose]), da degradação do glicogênio, assim como da síntese de ácidos graxos. No citoplasma também se encontram diversos depósitos energéticos, por exemplo, grânulos de glicogênio e gotículas de gordura.

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Medium 9788520432044

2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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Medium 9788520432044

3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

80

Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

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Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

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Walker Jearl (7)
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Medium 9788521616092

CAPÍTULO 2: Correndo no Teto; Nadando em Melado (FLUIDOS)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

2

Correndo no

Teto; Nadando em

Melado

2.1 • Carros de corrida no teto

Um carro que faz uma curva não compensada em uma prova automobilística depende apenas do atrito para permanecer na prova. Se a velocidade for excessiva, o atrito é insuficiente e o carro derrapa para fora da pista. Antigamente, os carros tinham que fazer as curvas bem devagar. Os carros de corrida modernos, porém, são projetados para serem literalmente empurrados para baixo, em direção ao piso, para dar às rodas uma boa aderência. Essa pressão para baixo, chamada sustentação negativa, é tão forte que alguns pilotos se vangloriam de que poderiam dirigir o carro de cabeça para baixo, desafiando a gravidade. O que causa a sustentação negativa? Será que um carro de corrida pode realmente ser pilotado de cabeça para baixo, como aconteceu com um carro de passeio no primeiro filme Homens de Preto?

A sustentação negativa é garantida quando um carro é o único a fazer uma curva, em uma tomada de tempo, por exemplo, mas um piloto experiente sabe que a sustentação negativa pode desaparecer durante a corrida. O que a faz desaparecer?

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CAPÍTULO 5: Escapando de um Estrondo e de um Clarão (ELETRICIDADE E MAGNETISMO)

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C · A · P · Í · T · U · L · O

5

Escapando de um

Estrondo e de um

Clarão

Figura 5-1 / Item 5.1

5.1 • Raios

O que causa os raios e por que eles produzem sons e luzes?

Como podem ser vistos a grandes distâncias? Os relâmpagos são largos?

O raio é uma descarga elétrica (centelha) muito grande entre as nuvens e a terra. Embora os detalhes da descarga tenham sido calculados e medidos, ainda

Resposta

não se sabe muito bem por que as nuvens ficam carregadas e o que produz a descarga. A explicação mais comum para as cargas é que colisões entre o granizo e cristais de gelo menores transferem elétrons para o granizo, que desce para a parte inferior de uma nuvem. Como os elétrons têm carga negativa, a base da nuvem fica com uma carga negativa; como a parte superior da nuvem perdeu elétrons, fica com uma carga positiva. Uma pequena quantidade de cargas positivas também existe em algum lugar perto da base.

A terra normalmente é rica em elétrons que podem se mover de um lugar para outro; quando existe uma nuvem carregada nas proximidades, os elétrons são repelidos pela carga negativa da base da nuvem. Ao perder elétrons, a terra abaixo da nuvem fica com uma carga positiva. Essa carga e as cargas da nuvem produzem um grande campo elétrico entre a terra e a nuvem. Se o campo excede um valor crítico, ocorre uma descarga, que começa na base da nuvem, quando alguns elétrons saltam de repente em direção à pequena quantidade de cargas positivas que existe nas proximidades.

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CAPÍTULO 4: Atacando à Noite, Guiados pelo Calor (PROCESSOS TÉRMICOS)

WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C · A · P · Í · T · U · L · O

4

Atacando à Noite,

Guiados pelo Calor

Figura 4-1 / Item 4.1

4.1 • Cascavéis mortas

A cobra cascavel é muito temida por causa do seu veneno.

Quando é encontrada em áreas residenciais, costuma-se matála. Entretanto, o perigo não cessa com a morte da cascavel.

Muitas pessoas já cometeram o erro de se aproximar de uma cascavel morta para removê-la. Mesmo meia hora depois de morta, a cobra ainda pode cravar as presas na mão que se aproxima e injetar seu veneno. Como isso pode acontecer?

Resposta Fossas entre os olhos e as narinas da cascavel funcionam como sensores de radiação térmica. Quando, digamos, um camundongo se aproxima da cabeça de uma cascavel, a radiação térmica do camundongo aciona esses sensores, causando um ato reflexo no qual a cobra ataca o camundongo com as presas e injeta o veneno. Uma cascavel consegue detectar e matar o camundongo mesmo em uma noite sem lua, já que o processo não necessita de luz visível.

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CAPÍTULO 6: Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris (ÓPTICA)

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248

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SEIS

Í ·

T · U · L · O

Espalhando Cores por Toda Parte, como um Arco-Íris

6.1 • Arco-íris

Por que os arco-íris aparecem quando chove, mas nem sempre?

Por que são arcos de círculo? Um arco-íris forma um círculo completo? A que distância fica um arco-íris? É possível caminhar até uma de suas extremidades? Por que os arco-íris costumam ser visíveis apenas de manhã cedo ou no final da tarde?

Normalmente, vemos apenas um arco-íris, mas às vezes é possível avistar dois, sendo cada um deles um arco de círculo em torno do mesmo ponto. Que ponto é esse? Por que a seqüência de cores nos dois arco-íris é invertida? Por que a região entre os arco-íris é relativamente escura? Por que o arco-íris de cima é mais largo e mais fraco que o de baixo?

Por que a parte inferior do arco-íris costuma ser mais brilhante e mais avermelhada que a parte superior? O que produz as faixas fracas e estreitas que às vezes podem ser vistas logo abaixo do arco-íris inferior?

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CAPÍTULO 7: Tatus Dançando à Luz de uma Lua Inchada (VISÃO)

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312

CAPÍTULO

C · ܘA

· P ·SETE

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T · U · L · O

7

Tatus Dançando

à Luz de uma Lua

Inchada

Figura 7-1 / Item 7.1

7.1 • O aumento da Lua

A ilusão mais notável do nosso dia-a-dia é o aumento aparente do tamanho da Lua quando ela está próxima do horizonte.

Esse aumento é produzido pela refração (desvio) dos raios luminosos pela atmosfera, por uma mudança na distância da

Lua ou por uma ilusão de óptica?

Resposta A Lua parece 50% maior quando está próxima do horizonte do que quando está a pino por causa de uma ilusão de óptica. Na verdade, a Lua ocupa um ângulo de cerca de 0,5o do campo visual de um observador terrestre, seja qual for a sua posição no céu. Se a refração da luz pela atmosfera é apreciável, ela tende a reduzir a largura da Lua quando está próxima do horizonte, não a aumentá-la. Além disso, a distância entre a Terra e a Lua não muda de modo apreciável durante as poucas horas que a Lua leva para percorrer o céu.

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