A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 10 - O baço

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CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

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CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

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CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

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Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

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CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Aarestrup (22)
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16 | Sistema Urinário

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16

Sistema Urinário

Objetivos de estudo, 322

Palavras-chave, 322

Introdução, 322

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 324

Resumo, 342

Autoavaliação, 343

Aarestrup 16.indd 321

27.03.12 14:06:26

322

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer as funções básicas do sistema urinário

Reconhecer a estrutura geral do rim

Identificar, ao microscópio óptico, as divisões do rim e os elementos histológicos presentes em cada região

Reconhecer e descrever histologicamente, ao microscópio óptico, o cor­púsculo renal e seus componentes

Conceituar e conhecer os elementos que formam a barreira de filtração glomerular

Diferenciar, microscopicamente e funcionalmente, o túbulo contorcido proximal e o túbulo contorcido distal

Reconhecer e descrever histologicamente as porções delgada e espessa da alça de Henle ao microscópio óptico, bem como a função de cada uma em suas porções ascendente e descendente

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9 | Tecido Nervoso

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9

Tecido Nervoso

Objetivos de estudo, 154

Palavras-chave, 154

Introdução, 154

Funções, 155

Tecido nervoso, 156

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Aarestrup 9.indd 153

26.03.12 16:27:30

154

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos nervosos e do sistema nervoso

Compreender as funções do sistema nervoso

Conhecer os tipos de neurônios e seus componentes estruturais

Conhecer a histomorfologia dos diferentes tipos de neurônios

Saber conceituar sinapse e conhecer seus componentes

Identificar ao microscópio as fibras mielínicas e amielínicas e diferenciá-las funcionalmente

Conhecer as células da neuróglia, sua morfologia e função

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

Palavras-chave

��

Astrócito

Bainha de mielina

Célula de Schwann

Célula ependimária

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Apêndice

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

Prefixos e sufixos

��

Muitas das palavras utilizadas rotineiramente na ­área da saú­de são formadas por radicais – a maioria, latinos ou gregos – associados a sufixos ou prefixos de mesma origem. Para que a memorização e a compreensão desses termos médicos não sejam mera decoreba, conhecer seu significado é bastante

útil e interessante. Apresentam-se, a seguir, alguns dos termos mais utilizados na histologia. a, an, in – ausência, negação adeno – glândula algia, odynia – dor anér, andrós – homem angio – vaso (sanguí­neos, linfáticos) ante – antes, precedente, anterior anti – contra arthro – ar­ticulação auto – próprio, por si mesmo bio – vida condros – cartilagem desectio – corte dys – alterado, impróprio

égkhyma, enchyma – infusão, preencher, encher, verter endemos – originário de um paí­s ou região endo – dentro de, no interior de entero – intestino epi, ad, supra – sobre, acima, por cima erytro – vermelho ex – exteriormente, por fora gen – originar, produzir gyné, gynaikós – mulher

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1 | Histologia e Processamento Histológico

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1

Histologia e

Processamento

Histológico

Objetivos de estudo, 4

Palavras-chave, 4

Introdução, 4

Histologia | Conceito e objeto de estudo, 6

Obtenção da amostra de tecido para estudo microscópico, 6

Acondicionamento e identificação da amostra, 8

Processamento histológico de rotina, 9

Processamentos histológicos especiais e técnicas auxiliares, 14

Artefatos, 18

Identificação, transporte e arquivamento da lâmina histológica, 18

Resumo, 19

Autoavaliação, 20

Aarestrup 1.indd 3

26.03.12 15:49:56

4

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a história da histologia e seu estabelecimento como ciência

Entender o conceito de histologia

Saber o que é o processamento histológico e quais são as suas etapas

Identificar os objetivos das fases do processamento histológico, bem como o material utilizado na rotina em cada uma

Conhecer as técnicas básicas de obtenção de material para se estudar ao microscópio

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5 | Tecido Adiposo

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5

Tecido Adiposo

Objetivos de estudo, 92

Palavras-chave, 92

Introdução, 92

Histogênese e diferenciação funcional, 93

Tipos de tecido adiposo, 93

Resumo, 102

Autoavaliação, 102

Aarestrup 5.indd 91

26.03.12 15:57:26

92

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido adiposo

Conceituar lipoblasto e adipócito

Saber quais são os tipos de tecido adiposo

Conhecer as funções do tecido adiposo unilocular e como são desempenhadas

Identificar o tecido adiposo ao microscópio óptico e descrever suas características

Reconhecer o tecido adiposo multilocular ao microscópio e saber descrevê-lo

Saber como é a estrutura geral do estroma nos tecidos unilocular e multilocular

Saber explicar como o adipócito multilocular desempenha a função de termogênese

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

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Adilson Fransozo Maria Lucia Negreiros Fransozo (40)
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Medium 9788527729208

5. Arquitetura Corpórea e Padrões de Desenvolvimento dos Metazoários

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Arquitetura Corpórea e

Padrões de Desenvolvimento dos Metazoários

Karine Delevati Colpo e Vivian Fransozo

Introdução

As características animais são diversas e constituem-se nos elementos fundamentais para a distinção dos grupos zoológicos. Historicamente, os caracteres morfológicos eram, praticamente, os

únicos acessíveis ao homem para identificar e separar os animais.

Com o desenvolvimento da ciên­cia, outras facetas da biologia possibilitaram a reunião de detalhes sobre vários aspectos da biologia animal, que tornam possíveis separações mais finas (Figura 5.1).

Este capítulo visa apresentar aos estudantes, de maneira resumida, os problemas da existência animal e as soluções desenvolvidas ao longo de suas respectivas histórias de vida.

Diversidade de formas e evolução animal

O objetivo da Zoologia é, basicamente, a detecção dos problemas da existência animal e das soluções desenvolvidas durante a evolução. Os obstáculos que os organismos enfrentam são de várias naturezas, mas relacionam-se, principalmente, com as condições físicas, quí­micas e bió­ticas em que vivem, as quais podem ser constantes ou não, ao longo do tempo. Desse modo, a diversidade animal reflete as adaptações morfofuncionais e comportamentais que os organismos desenvolveram frente às condições ambientais em que vivem. Os animais encontraram inúmeras possibilidades de forma de vida para habitar os diversos ecossistemas da Terra.

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Medium 9788527729208

35. Hemichordata

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 35

Hemichordata

Roberto Munehisa Shimizu

Apresentação geral do grupo

Os hemicordados são animais exclusivamente marinhos, encontrados desde a região litorânea até os fundos oceânicos. Os adultos são bentônicos, sendo que as formas solitárias (classe Enteropneusta) vivem em galerias escavadas no sedimento, em espaços sob pedra, entre talos de algas, ou ainda, sobre o substrato, no caso de espécies de profundezas. As espécies coloniais ou gregárias

(classe Pterobranchia) habitam tubos de material secretado pelos zooides, aderidas a superfícies consolidadas.

Afinidades anatômicas (presença de fendas branquiais na faringe, cordão nervoso dorsal e divertículo bucal, este último interpretado como uma notocorda primitiva) levaram inicialmente

à classificação dos Hemichordata como um subfilo dos Chordata.

Por outro lado, marcadas semelhanças verificadas no desenvolvimento larval entre hemicordados e equinodermos indicavam fortemente a proximidade desses táxons. Com o desenvolvimento dos estudos, verificou-se que o divertículo bucal e a notocorda não eram estruturas homólogas, e análises detalhadas com base na morfologia, no desenvolvimento, em características bioquí­micas e genéticas vêm demonstrando que os hemicordados têm relação mais estreita com os equinodermos do que com os cordados.

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Medium 9788527729208

14. Filo Bryozoa ou Ectoprocta

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Filo Bryozoa ou Ectoprocta

Laí­s V. Ramalho

Apresentação geral do grupo

Os briozoá­rios são invertebrados triploblásticos, exclusivamente aquá­ticos (marinhos e dulciaquí­colas), de maioria colonial e séssil.

Os primeiros registros datam do Ordoviciano e ocorrem até o presente. As colônias variam de poucos centímetros (maioria das espécies) a alguns metros (p. ex., Schizoporella), contudo são formadas por pequeníssimos in­di­ví­duos que não ultrapassam 0,2 mm.

A quantidade de in­di­ví­duos pode variar de um (Monobryozoan) a

10 milhões de in­di­ví­duos. As colônias apresentam cores variadas

(branco, vermelho, azul, preto etc.) e mostram diferentes formas: eretas (arborescentes ou foliá­ceas), incrustantes (uni ou multilamelares) ou rastejantes. Os briozoá­rios podem formar colônias moles, devido à falta de calcificação das paredes, ou colônias rígidas, com diferentes níveis de calcificação. Em vista disso, muitas vezes são confundidos com corais e algas. Os briozoá­rios são organismos filtradores e utilizam o lofóforo (coroa de tentáculos ciliados) para rea­li­zar a captação de alimento e também para a troca gasosa. Eles são desprovidos de sistema excretor, respiratório e circulatório.

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28. Trilobitomorpha

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CAPÍTULO 28

Trilobitomorpha

Marcello Guimarães Simões, Jacqueline Peixoto Neves,

Suzana Aparecida Matos, Luiz Eduardo Anelli e Juliana de Moares Leme

Apresentação geral do grupo

Trilobites (do latim, trilobito = “com três lobos”) foram artrópodes com corpo dividido longitudinalmente em 3 partes (trilobado).

Dessa maneira, o exoesqueleto ou a carapaça é constituído por um lobo axial (central), ladeado por dois lobos pleurais (Figura 28.1).

Transversalmente, o animal tem o corpo subdividido em três partes: céfalo (tagma frontal), tórax (tagma central) e pigídio (tagma posterior) (Figura 28.1). Estes artrópodes extintos variavam de tamanho, desde poucos milímetros até mais de 70 centímetros de comprimento (Figura 28.2) e apresentavam exclusivamente origem marinha, tendo vivido em praticamente todos os mares e oceanos da Era Paleozoica (250-542 milhões de anos). Por esta razão, os fósseis de trilobites são encontrados hoje em rochas paleozoicas de todos os continentes, incluindo a Antártica. Desse modo, eles estão entre os mais conhecidos, perdendo em popularidade apenas para os badalados dinossauros. Na América do Norte, por exemplo, índios da tribo Ute reverenciavam os trilobites, muito antes até dos primeiros naturalistas relatarem e descreverem estes incríveis fósseis. De fato, petróglifos de origem Ute, com possíveis representações a trilobites, foram encontrados no estado americano de

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34. Filo Echinodermata

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CAPÍTULO 34

Filo Echinodermata

Carlos Renato Rezende Ventura

Apresentação geral do grupo

O filo Echinodermata é composto por animais exclusivamente marinhos, com formas corporais peculiares, ba­sea­das em cinco eixos de simetria. Este arranjo corporal, único entre os metazoá­ rios, é mais evidente nas estrelas-do-mar (classe Asteroidea).­Esta característica tornou estes animais muito populares e um dos sím­ bolos dos ambientes marinhos.

O nome do filo (do grego, echino = “espinho”; derma = “pele”) refere-se à outra característica marcante dos Echinodermata: a existência de esqueleto calcário interno e poroso, do qual se proje­ tam espinhos na maioria das espécies atuais. Este esqueleto é for­ mado essencialmente por cristais de calcita (parte rígida, chama­ da estereoma) e por matriz de proteí­nas (parte fluida, conhecida como estroma). O esqueleto é recoberto por camadas de tecidos

(epiderme, derme e tecido conectivo mutável) em quantidades variadas nas diferentes classes do filo. Estas características do es­ queleto e da parede corporal são os principais elos entre as espé­ cies ancestrais (sem o arranjo corporal em cinco eixos) e as atuais, como veremos a seguir.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Capítulo 12. Comparando grupos: Métodos de análise de variância (ANOVA)

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

12

COMPARANDO GRUPOS:

MÉTODOS DE ANÁLISE DE

VARIÂNCIA (ANOVA)

O Capítulo 7 apresentou métodos para comparar as médias de dois grupos. Nesse capítulo veremos como esses métodos podem ser estendidos para comparar as médias de vários grupos.

O Capítulo 8 apresentou métodos para analisar associações entre duas variáveis categóricas. Os Capítulos 9 e 11 apresentaram métodos de regressão para analisar a associação entre variáveis quantitativas. Os métodos para comparar médias para vários grupos relacionam a associação entre uma variável resposta quantitativa e uma variável explicativa categórica. A média da variável resposta quantitativa é comparada entre os grupos que são categorias da variável explicativa. Por exemplo, para uma comparação da renda média anual entre negros, brancos e hispânicos, a variável resposta quantitativa é a renda anual e a variável explicativa categórica é o status étnico-racial.

O método inferencial para comparar várias médias é denominado de análise de variância e é abreviado por ANOVA.

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Capítulo 10. Introdução aos relacionamentos multivariados

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

10

INTRODUÇÃO AOS

RELACIONAMENTOS

MULTIVARIADOS

Os Capítulos 7 a 9 introduziram métodos para analisar a associação entre duas variáveis. Na maior parte das pesquisas em

Ciências Sociais, estas análises são apenas a primeira etapa. Etapas subsequentes usam métodos multivariados para incluir na análise outras variáveis que possam influenciar aquela associação.

Os Exemplos 8.1 e 8.3 mostraram que a identificação partidária nos Estados Unidos está associada ao gênero, com os homens tendo maior probabilidade do que as mulheres de serem Republicanos. Para analisar por que é assim, poderíamos analisar se as diferenças entre homens e mulheres na ideologia partidária (mensurada em uma escala conservadora-liberal) poderia explicar a associação. Por exemplo, talvez os homens tendam a ser mais conservadores do que as mulheres e, sendo conservadores, tendem a estar associados ao partido republicano. Se compararmos homens e mulheres apenas para aqueles classificados como liberais e, então, novamente apenas para aqueles classificados como conservadores, ainda será verdadeiro que os homens têm maior probabilidade de serem Republicanos do que as mulheres? Ou a diferença entre homens e mulheres, na identificação da política partidária, poderia ser explicada por algum outro fator, como renda, nível educacional ou religião?

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Capítulo 1. Introdução

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Capítulo 13. Combinando regressão e ANOVA: Previsores quantitativos e categóricos

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

13

COMBINANDO REGRESSÃO

E ANOVA: PREVISORES

QUANTITATIVOS E CATEGÓRICOS

O Capítulo 11 introduziu a regressão múltipla para analisar o relacionamento entre uma variável resposta quantitativa e variáveis explicativas quantitativas. O Capítulo

12 mostrou que a regressão múltipla pode também lidar com variáveis explicativas categóricas, como na análise de variância com variáveis auxiliares. Não surpreendentemente, a regressão múltipla pode também lidar simultaneamente com variáveis explicativas categóricas e quantitativas. O modelo combina elementos da análise de regressão comum, para a qual os previsores são categóricos.

Controlando uma covariável

A ANOVA de um fator compara a média da variável resposta para vários grupos. A

ANOVA de dois fatores compara as médias enquanto controla outra variável categórica. Em muitas aplicações, é útil comparar as médias enquanto controlamos uma variável quantitativa. Por exemplo, na comparação da renda média de homens e mulheres, podemos controlar os diferentes níveis de experiência no trabalho entre homens e mulheres. A variável controle quantitativa é chamada de covariável. O uso da regressão para esse tipo de comparação é geralmente chamado de análise de covariância. Essa é uma das muitas contribuições estatísticas de Ronald A. Fisher, um brilhante estatístico britânico.

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Capítulo 2. Amostragem e mensuração

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

2

AMOSTRAGEM E MENSURAÇÃO

Para estudar os fenômenos sociais com a análise estatística, os métodos descritivos resumem os dados e os métodos inferenciais usam dados amostrais para fazer previsões sobre as populações. Quando coletamos dados devemos decidir quais sujeitos amostrar. Selecionar uma amostra que seja representativa da população é o tópico principal deste capítulo.

Coletada uma amostra, devemos converter nossas ideias sobre os fenômenos sociais em dados para decidir o que mensurar e como mensurar. Desenvolver formas para mensurar conceitos abstratos como realizações, inteligência e preconceito são um dos aspectos mais desafiadores da pesquisa social. Uma medida deve ter validade, descrever o que é pretendido mensurar e refletir com exatidão sobre o conceito.

Também deve ter credibilidade no sentido de que o sujeito dará a mesma resposta quando perguntado novamente. Instrumentos de coleta de dados inválidos ou não confiáveis tornam as manipulações estatísticas dos dados sem sentido.

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Alaor Chaves J F Sampaio (13)
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7. Trabalho e Energia

Alaor Chaves, J. F. Sampaio Grupo Gen PDF Criptografado

7

Trabalho e Energia

Seção 7.1 Introdução, 136

Seção 7.2 Trabalho de uma força constante, 136

Seção 7.3 Trabalho de uma força variável, 139

Seção 7.4 Energia cinética, 144

Seção 7.5 Potência, 147

Seção 7.6 Energia potencial, 149

Seção 7.7 Conversação da energia mecânica, 152

Seção 7.8 Aplicações da lei de conservação da energia mecânica, 155

Seção 7.9 Lei da conservação da energia, 158

Seção 7.10 Cálculo da força a partir do potencial, 159

Seção 7.11 Forças conservativas em uma dimensão, 161

Seção 7.12 Energia e massa relativísticas, 163

Problemas, 165

Respostas dos exercícios, 167

Respostas dos problemas, 167

Chaves FB_ME_07.indd 135

11/12/2006 16:45:09

136

Física Básica

Mecânica

Seção 7.1 Introdução

Em física, trabalho é um termo usado com significado distinto do que se entende na linguagem diária. Considere, por exemplo, uma pessoa caminhando em um plano horizontal, com velocidade constante, carregando um corpo de peso P = mg. Na linguagem da física, tal pessoa não estará realizando qualquer trabalho sobre o corpo. Por outro lado, se o referido carregador subir uma rampa carregando o corpo, também com velocidade uniforme, realizará sobre ele um trabalho dado por

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3. Movimento Retilíneo

Alaor Chaves, J. F. Sampaio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Movimento

Retilíneo

Introdução, 38

Sistemas de referência, 38

Movimento retilíneo, 39

Velocidade média e velocidade escalar média, 39

Velocidade instantânea, 41

A velocidade instantânea é expressa por uma derivada, 43

Cálculo de x(t) a partir de v(t), 44

Aceleração, 47

Movimento uniforme, 49

Movimento uniformemente acelerado, 50

Relações de simetria no movimento uniformemente acelerado (opcional), 54

Seção 3.12 Movimento uniformemente acelerado — análise pelo cálculo (opcional), 55

Seção 3.13 Queda livre, 55

Seção 3.14 Movimento relativo, 59

Problemas, 61

Respostas dos exercícios, 62

Respostas dos problemas, 63

Seção 3.1

Seção 3.2

Seção 3.3

Seção 3.4

Seção 3.5

Seção 3.6

Seção 3.7

Seção 3.8

Seção 3.9

Seção 3.10

Seção 3.11

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Física Básica

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8. Conservação do Momento

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8

Conservação do Momento

Seção 8.1 Introdução, 170

Seção 8.2 O momento linear, 170

Seção 8.3 Sistema de duas partículas, 172

Seção 8.4 Sistemas com um número qualquer de partículas, 177

Seção 8.5 Sistema de partículas sob ação externa, 184

Seção 8.6 Movimento de um foguete, 185

Seção 8.7 Simetria, 189

Problemas, 194

Respostas dos exercícios, 195

Respostas dos problemas, 196

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Mecânica

Física Básica

Seção 8.1 Introdução

Até aqui consideramos o movimento de uma única partícula submetida a uma dada força.

Em alguns casos, tratamos também do movimento de objetos extensos, tais como uma nave ou uma pedra. Entretanto, sempre consideramos que a disposição do corpo no espaço pudesse ser completamente descrita por um vetor posição r. Claramente, necessitamos de esquemas de abordagem capazes de contemplar situações mais gerais do que esta. Um corpo pode girar enquanto seu centro se move. Ou o movimento pode envolver mudanças na própria forma do corpo, como ocorre com uma nuvem cruzando o céu. Este capítulo aborda essas situações mais gerais. É conveniente observar inicialmente que a posição de um corpo cuja forma não se altera fica perfeitamente definida pelo vetor posição de um ponto preestabelecido do corpo e a orientação deste no espaço. Corpos cuja forma não se altera são denominados corpos rígidos.

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10. Rotações

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Rotações

O movimento pode ser muito complexo, 212

Corpo rígido e seus graus de liberdade, 212

Representação vetorial das rotações, 213

Velocidade e aceleração angulares, 215

Trabalho no deslocamento angular – definição de torque, 218

Momento angular, 224

Momento angular em movimento circular uniforme, 226

Momento angular de um corpo rígido – momento de inércia, 226

Seção 10.9 Eixo balanceado (opcional), 230

Seção 10.10 Energia cinética, 230

Seção 10.11 Conservação do momento angular, 231

Seção 10.12 Fenômenos decorrentes da conservação do momento angular, 234

Seção 10.13 Equilíbrio, 236

Seção 10.14 Movimento externo e movimento interno, 240

Seção 10.15 Rolamento (opcional), 242

Seção 10.16 Grandezas análogas de translação e rotação, 246

Seção 10.17 Quantização do momento angular, 246

Seção 10.18 Cálculo do momento de inércia de alguns corpos

(opcional), 247

Seção 10.19 Teorema dos eixos paralelos (opcional), 248

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4. Vetores

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Vetores

Seção 4.1 Introdução, 66

Seção 4.2 Vetores, 66

Seção 4.3 Operações com vetores — método geométrico, 67

Seção 4.4 Representação analítica de vetores, 70

Seção 4.5 Produto escalar de vetores, 74

Seção 4.6 Produto vetorial de vetores, 78

Seção 4.7 Porque o produto vetorial é um pseudovetor, 80

Seção 4.8 Produto misto de vetores, 82

Seção 4.9 O que é a isotropia do espaço, 83

Seção 4.10 Caráter tensorial das grandezas físicas, 84

Seção 4.11 Esquerdo e direito são equivalentes?, 85

Problemas, 86

Respostas dos exercícios, 87

Respostas dos problemas, 88

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Física Básica

Mecânica

Seção 4.1 Introdução

As entidades mensuráveis que aparecem nas leis físicas são denominadas grandezas físicas

Como vimos no Capítulo 2 (Medidas), a física lida com grandezas, ou seja, entidades quantificáveis. As leis físicas são expressas por equações matemáticas que relacionam entre si diferentes grandezas. Tais grandezas comparecem também nas equações envolvidas em nossos cálculos e análises matemáticas, com os quais exploramos os fenômenos decorrentes das leis físicas. Não sabemos quantificar odor, sabor, emoções, conceitos éticos e estéticos etc. Por isso, não conseguimos formular leis físicas que envolvam tais entidades e, em conseqüência elas não são encontradas nas equações da física. As entidades mensuráveis que aparecem nas leis físicas são denominadas grandezas físicas. Comprimento, massa, velocidade, força, pressão e temperatura são algumas das grandezas físicas. Neste capítulo, identificaremos outros atributos essenciais para que uma entidade seja qualificada como grandeza física. Veremos que ser quantificável é condição necessária mas não suficiente para que uma entidade possa ser considerada uma grandeza física.

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