A V Hoffbrand (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

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Medium 9788582714508

Capítulo 10 - O baço

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Medium 9788582714508

Capítulo 17 - Leucemia linfoblástica aguda

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CAPÍTULO 17

Leucemia linfoblástica aguda

Tópicos-chave

QQ

Incidência e patogênese

187

QQ

Classificação

188

QQ

Achados laboratoriais

188

QQ

Tratamento

192

QQ

Doença residual mínima

192

QQ

Tratamento específico para adultos

194

Capítulo 17: Leucemia linfoblástica aguda  /  187

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é causada pelo acúmulo de linfoblastos na medula óssea e é a doença maligna mais comum na infância. A definição de leucemia aguda e a diferenciação entre LLA e leucemia mieloide aguda (LMA) estão descritas no Capítulo 13.

Incidência e patogênese

A incidência é máxima entre 3 e 7 anos, com 75% dos casos ocorrendo antes dos 6 anos; há uma elevação secundária de incidência após os 40 anos. Predominam os casos de linhagem de células B (LLA-B), 85%, com incidência igual em ambos os sexos; nos 15% de casos de linhagem de células T

(LLA-T) há predominância masculina.

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Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Medium 9788563899576

Capítulo 12. Comparando grupos: Métodos de análise de variância (ANOVA)

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

12

COMPARANDO GRUPOS:

MÉTODOS DE ANÁLISE DE

VARIÂNCIA (ANOVA)

O Capítulo 7 apresentou métodos para comparar as médias de dois grupos. Nesse capítulo veremos como esses métodos podem ser estendidos para comparar as médias de vários grupos.

O Capítulo 8 apresentou métodos para analisar associações entre duas variáveis categóricas. Os Capítulos 9 e 11 apresentaram métodos de regressão para analisar a associação entre variáveis quantitativas. Os métodos para comparar médias para vários grupos relacionam a associação entre uma variável resposta quantitativa e uma variável explicativa categórica. A média da variável resposta quantitativa é comparada entre os grupos que são categorias da variável explicativa. Por exemplo, para uma comparação da renda média anual entre negros, brancos e hispânicos, a variável resposta quantitativa é a renda anual e a variável explicativa categórica é o status étnico-racial.

O método inferencial para comparar várias médias é denominado de análise de variância e é abreviado por ANOVA.

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Medium 9788563899576

Capítulo 10. Introdução aos relacionamentos multivariados

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

10

INTRODUÇÃO AOS

RELACIONAMENTOS

MULTIVARIADOS

Os Capítulos 7 a 9 introduziram métodos para analisar a associação entre duas variáveis. Na maior parte das pesquisas em

Ciências Sociais, estas análises são apenas a primeira etapa. Etapas subsequentes usam métodos multivariados para incluir na análise outras variáveis que possam influenciar aquela associação.

Os Exemplos 8.1 e 8.3 mostraram que a identificação partidária nos Estados Unidos está associada ao gênero, com os homens tendo maior probabilidade do que as mulheres de serem Republicanos. Para analisar por que é assim, poderíamos analisar se as diferenças entre homens e mulheres na ideologia partidária (mensurada em uma escala conservadora-liberal) poderia explicar a associação. Por exemplo, talvez os homens tendam a ser mais conservadores do que as mulheres e, sendo conservadores, tendem a estar associados ao partido republicano. Se compararmos homens e mulheres apenas para aqueles classificados como liberais e, então, novamente apenas para aqueles classificados como conservadores, ainda será verdadeiro que os homens têm maior probabilidade de serem Republicanos do que as mulheres? Ou a diferença entre homens e mulheres, na identificação da política partidária, poderia ser explicada por algum outro fator, como renda, nível educacional ou religião?

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Capítulo 1. Introdução

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Capítulo 13. Combinando regressão e ANOVA: Previsores quantitativos e categóricos

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

13

COMBINANDO REGRESSÃO

E ANOVA: PREVISORES

QUANTITATIVOS E CATEGÓRICOS

O Capítulo 11 introduziu a regressão múltipla para analisar o relacionamento entre uma variável resposta quantitativa e variáveis explicativas quantitativas. O Capítulo

12 mostrou que a regressão múltipla pode também lidar com variáveis explicativas categóricas, como na análise de variância com variáveis auxiliares. Não surpreendentemente, a regressão múltipla pode também lidar simultaneamente com variáveis explicativas categóricas e quantitativas. O modelo combina elementos da análise de regressão comum, para a qual os previsores são categóricos.

Controlando uma covariável

A ANOVA de um fator compara a média da variável resposta para vários grupos. A

ANOVA de dois fatores compara as médias enquanto controla outra variável categórica. Em muitas aplicações, é útil comparar as médias enquanto controlamos uma variável quantitativa. Por exemplo, na comparação da renda média de homens e mulheres, podemos controlar os diferentes níveis de experiência no trabalho entre homens e mulheres. A variável controle quantitativa é chamada de covariável. O uso da regressão para esse tipo de comparação é geralmente chamado de análise de covariância. Essa é uma das muitas contribuições estatísticas de Ronald A. Fisher, um brilhante estatístico britânico.

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Capítulo 6. Inferência estatística: Testes de sgnificância

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

6

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

TESTES DE SIGNIFICÂNCIA

O objetivo de muitos estudos é verificar se os dados concordam com certas previsões.

As previsões geralmente resultam da teoria que leva à pesquisa. Essas previsões são hipóteses sobre a população em estudo.

Hipótese

Na estatística, uma hipótese é uma afirmação sobre a população. Ela é geralmente uma previsão na qual um parâmetro que descreve uma característica de uma variável assume um valor numérico particular ou está em certo intervalo de valores.

Exemplos de hipóteses são os seguintes:

“Para prestadores de serviço, a renda média é a mesma tanto para mulheres quanto para homens”, “Não existe diferença em termos probabilísticos entre Democratas e

Republicanos em relação ao voto seguindo a liderança do seu partido” e “A metade ou mais dos adultos canadenses está satisfeita com seu serviço nacional de saúde”.

Um teste de significância usa dados para resumir a evidência sobre uma hipótese, comparando as estimativas por pontos dos parâmetros aos valores previstos pela hipótese. O seguinte exemplo ilustra os conceitos por trás dos testes de significância.

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Alberts Bruce (25)
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Medium 9788536320663

Capítulo 1 Células e Genomas

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Células e Genomas

A superfície do nosso planeta é habitada por coisas vivas – fábricas químicas interessantes organizadas de forma complexa que recebem substâncias de sua vizinhança e as utilizam como matérias-primas para gerar cópias de si próprias. Os organismos vivos parecem extraordinariamente diversos. O que poderia ser mais diferente do que um tigre e uma alga marinha, ou uma bactéria e uma árvore? Já nossos ancestrais, não tendo nenhum conhecimento a respeito de células ou de DNA, notaram que todas as coisas vivas tinham algo em comum.

A isso eles chamaram de “vida”, maravilharam-se, empenharam-se para defini-la, e ficaram intrigados para explicar o que ela era e como funcionava a partir da matéria não-viva.

As descobertas do século passado não diminuíram o encantamento; pelo contrário, desvendaram o mistério envolvendo a natureza da vida. Hoje sabemos que todas as coisas vivas são formadas por células, e que todas essas unidades da matéria viva compartilham de uma mesma maquinaria para a maioria de suas funções básicas. As matérias vivas aparentam ser infinitamente variadas quanto ao seu exterior, mas são fundamentalmente semelhantes em seu interior. Toda a biologia é um contraponto entre os dois temas: a admirável variedade em particularidades individuais e a admirável constância nos mecanismos fundamentais.

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Medium 9788536320663

Capítulo 9 Visualização de Células

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Visualização de Células

Como as células são pequenas e complexas, é difícil ver sua estrutura, descobrir sua composição molecular e, ainda mais difícil, descobrir como seus vários componentes funcionam.

As ferramentas a nossa disposição determinam o que podemos aprender sobre as células, e a introdução de novas técnicas frequentemente tem resultado em maiores avanços na biologia celular. Para compreender a biologia celular contemporânea, é necessário conhecer parte de seus métodos.

Neste capítulo, serão revistos brevemente alguns dos principais métodos em microscopia utilizados para estudar as células. O entendimento da organização estrutural das células

é um pré-requisito essencial para o entendimento de como as células funcionam. A microscopia óptica será nosso ponto de partida, pois a biologia celular iniciou com o microscópio

óptico e ele continua sendo uma ferramenta essencial. Nos anos recentes, a microscopia

óptica tornou-se cada vez mais importante, em grande parte devido ao desenvolvimento de métodos para a marcação específica e a obtenção de imagens dos constituintes celulares individuais, assim como a reconstrução da sua arquitetura tridimensional. Uma importante vantagem da microscopia óptica é que a luz é relativamente não-destrutiva. Pela marcação dos componentes celulares específicos com sondas fluorescentes, como proteínas intrinsecamente fluorescentes, podemos observar o movimento, a dinâmica e as interações nas células vivas. Se utilizarmos um feixe de elétrons, a microscopia eletrônica pode obter imagens de complexos moleculares dentro das células a uma resolução quase atômica e em três dimensões.

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Medium 9788536320663

Capítulo 13 Tráfego Intracelular de Vesículas

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Tráfego Intracelular de

Vesículas

Toda célula deve alimentar-se, comunicar-se com o mundo que a circunda e responder rapidamente às mudanças em seu ambiente. Para auxiliar no cumprimento dessas tarefas, as células ajustam continuadamente a composição de sua membrana plasmática, em respostas rápidas às necessidades. Elas utilizam um elaborado sistema interno de membrana para adicionar e remover proteínas de superfície celular, como receptores, canais iônicos e transportadores. Por meio do processo de exocitose, a via biossintética-secretora entrega proteínas recém-sintetizadas, carboidratos e lipídeos para a membrana plasmática ou para o espaço extracelular. Pelo processo inverso de endocitose (Figura 13-1), as células removem componentes da membrana plasmática e os entregam a compartimentos internos denominados endossomos, de onde eles podem ser reciclados para as mesmas regiões ou para regiões diferentes da membrana plasmática, ou podem ser entregues aos lisossomos para degradação. As células podem utilizar a endocitose para capturar nutrientes importantes como vitaminas, lipídeos, colesterol e ferro; estes são absorvidos junto com as macromoléculas às quais eles se ligam e são então liberados no citosol, onde são utilizados vários processos biossintéticos.

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Medium 9788536320663

Capítulo 14 Conversão de Energia: Mitocôndrias e Cloropastos

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Conversão de Energia:

Mitocôndrias e Cloropastos

Por meio de um conjunto de reações que ocorrem no citosol, a energia derivada da oxidação parcial de moléculas de carboidratos ricas em energia é utilizada para formar Trifosfato de Adenosina (ATP, Adenosine Triphosphate), a moeda corrente de energia química das células (discutido no Capítulo 2). Um método mais eficiente de geração de energia, porém, surgiu muito cedo na história da vida. Esse processo tem como base as membranas e permite que as células adquiram energia a partir de uma grande variedade de fontes. Por exemplo, as membranas desempenham papel central na conversão da energia luminosa em energia de ligações químicas na fotossíntese, assim como na respiração aeróbia, a qual nos permite utilizar oxigênio para produzir grandes quantidades de ATP a partir de moléculas alimentares.

A membrana utilizada pelos procariotos para produzir ATP é a membrana plasmática.

Nas células eucarióticas, porém, ela é reservada aos processos de transporte descritos no

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Medium 9788536320663

Capítulo 21 Reprodução Sexuada: Meiose, Células Germinativas e Fecundação

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Reprodução Sexuada: Meiose,

Células Germinativas e

Fecundação

Sexo não é totalmente necessário. Os organismos unicelulares podem reproduzir-se por divisão mitótica simples, e muitas plantas se propagam de forma vegetativa, pela formação de brotos multicelulares que mais tarde se separam da planta que os originou. Da mesma forma, no reino animal, uma Hydra multicelular pode produzir descendentes sozinha, por brotamento (Figura 21-1), e as anêmonas do mar e as minhocas marinhas podem dividir-se em duas metades, cada uma capaz de regenerar a metade que falta. Há ainda espécies de lagartos que consistem apenas em fêmeas e se reproduzem sem acasalamento. Embora tal reprodução assexuada seja simples e direta, ela dá origem a descendentes que são geneticamente idênticos ao organismo que os originou. Por outro lado, na reprodução sexuada, os genomas de dois indivíduos são misturados para produzir descendentes que diferem geneticamente uns dos outros e de seus pais. Aparentemente, esta forma de reprodução tem grandes vantagens, tanto que a grande maioria das plantas e animais a escolheu. Mesmo muitos procariotos e eucariotos que normalmente se reproduzem de forma assexuada, em períodos ocasionais, utilizam a troca genética, criando, dessa forma, descendentes com novas combinações de genes. Este capítulo descreve a maquinaria celular da reprodução sexuada. Porém, antes de discutirmos em detalhe como essa maquinaria funciona, faremos uma breve consideração sobre o que ela implica e que benefícios traz.

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Medium 9788582713846

Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Medium 9788582713846

Capítulo 6. Estatística aplicada à biotecnologia

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Sabrina Letícia Couto da Silva

Simone Soares Echeveste

Vera Lúcia Milani Martins

CAPÍTULO 6

Estatística aplicada à biotecnologia

A necessidade cada vez maior da compreensão dos fenômenos existentes e da grande complexidade das relações entre as variáveis que envolvem os estudos científicos faz da estatística uma ferramenta indispensável tanto para o pesquisador quanto para o usuário da informação oriunda das pesquisas.

Ao longo deste capítulo, entenderemos como o conhecimento de estatística favorece a compreensão e avaliação crítica de resultados estatísticos, além de contribuir para a execução de atividades profissionais e pessoais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é a estatística e qual a sua importância para a biotecnologia.

Reconhecer e aplicar os principais conceitos estatísticos.

Realizar a análise descritiva de dados, por meio de tabelas e gráficos.

Realizar o cálculo e a interpretação das medidas estatísticas.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 5. Bioinformática e biologia de sistemas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rodrigo Juliani Siqueira Dalmolin

Diego Hepp

CAPÍTULO 5

Bioinformática e biologia de sistemas

A bioinformática é uma área multidisciplinar recente que se dedica ao estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e ao gerenciamento de informações biológicas. Dessa forma, a bioinformática desenvolve ferramentas para pesquisas e aplicações em diversas áreas da ciência, como genética, biologia molecular, biotecnologia, genômica, bioquímica, evolução e ecologia, entre outras.

Ao longo deste capítulo, você terá contato com as principais ferramentas de análise e manipulação de informações biológicas, bem como com a biologia de sistemas e suas principais potencialidades. Além disso, serão apresentados os principais bancos de dados de informação biológica e como utilizar essas informações em suas pesquisas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender os princípios da bioinformática, suas ferramentas e aplicações.

Conhecer os bancos de dados de sequências de ácidos nucleicos e aminoácidos.

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Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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American Chemical Society (14)
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Medium 9788580555394

Capítulo 7 - Os fogos da fissão nuclear

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Os fogos da fissão nuclear

Cartaz com um anúncio do Madison Area Technical College (MATC, agora chamado de Madison College),

Madison, WI.

*N. de T.: Tradução: “Evite a radiação prejudicial. Venha para a aula. Escola de verão do MATC”

Capítulo 7

Os fogos da fissão nuclear

Você deveria prestar atenção a este cartaz? Com certeza, pelo menos em parte. Cobrir-se ou ficar na sombra faz todo sentido quando os raios ultravioleta do Sol são mais agressivos. Como vimos no Capítulo 2, certos comprimentos de onda danificam muitas das formas de vida de nosso planeta, incluindo os humanos. A luz ultravioleta, em particular, pode causar catarata, envelhecer e danificar a pele e até levar ao câncer.

Ainda assim, não há necessidade de evitar toda radiação. Na verdade, você não poderia fazer isso mesmo se tentasse! Por exemplo, a radiação infravermelha, que sentimos como calor, nos aquece. A radiação visível – as cores do arco-íris – banha nosso mundo durante o dia.

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Capítulo 0 - Química para um futuro sustentável

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

0

Química para um futuro sustentável

A “bola de gude azul”, nossa Terra, vista do espaço.

“No primeiro dia, todos apontamos para nossos países. No terceiro ou quarto dia, para nossos continentes. No quinto dia, víamos uma Terra somente.”

Príncipe Sultan bin Salman Al Saud, Arábia Saudita, 1985.

Capítulo 0

Química para um futuro sustentável

Uma Terra somente. Visto do espaço, o planeta que chamamos de lar é realmente magnífico – uma

“bola de gude” de água, terra e nuvens. Em 1972, a tripulação da espaçonave Apollo 17 fotografou a

Terra a uma distância de cerca de 28.000 milhas (45.000 quilômetros). Nas palavras do cosmonauta soviético Aleksei Leonov, “A Terra era pequena, azul clara e comoventemente solitária”.

Estamos sozinhos no Universo? Possivelmente. É claro, no entanto, que não estamos sozinhos em nosso planeta. Nós o partilhamos com outras criaturas, grandes e pequenas. Os biólogos estimam que existam mais de 1,5 milhão de espécies, além de nós. Algumas ajudam a nos alimentar e manter, outras contribuem para nosso bem-estar e outras, ainda, (como os mosquitos) nos irritam e podem nos causar doenças.

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Apêndices

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

Medida por medida

Prefixos métricos

Massa

Símbolo

Valor

Notação científica

pico

p

1/1012 ou 0,000000000001

10Ϫ12

nano

n

1/109 ou 0,000000001

10Ϫ9

micro

1/106 ou 0,000001

10Ϫ6

mili

m

1/1.000 ou 0,001

10Ϫ3

centi

c

1/100 ou 0,01

10Ϫ2

deci

d

1/10 ou 0,1

10Ϫ1

deca

da

10

101

hecto

h

100

102

quilo

k

1.000

103

mega

M

1.000.000

106

giga

G

1.000.000.000

109

Prefixo

tera

T

1.000.000.000.000

12

10

1 grama (g) ϭ 0,0352 onças (oz) ϭ 0,00220 libras (lb)

1 quilograma (kg) ϭ 1.000 gramas (g) ϭ 2,20 libras (lb)

1 libra (lb) ϭ 454 gramas (g) ϭ 0,454 quilogramas (kg)

1 tonelada ou tonelada métrica (t)

ϭ 1.000 quilogramas (kg)

ϭ 2.200 libras (lb)

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Capítulo 2 - Protegendo a camada de ozônio

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Protegendo a camada de ozônio

Ozônio Total (Unidades Dobson)

110

220

330

440

550

O “buraco” de ozônio sobre a Antártica em 2012. As áreas em roxo e azul inclinam onde o ozônio está em menor concentração. Em 22 de setembro,

2 o buraco atingiu a área máxima de 21,2 milhões de km . O recorde para o

2 buraco foi de 29,9 milhões de km em 2000.

Fonte: NASA Ozone Watch.

Capítulo 2

Protegendo a camada de ozônio

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“Bom lá em cima, ruim aqui embaixo”. Para entender o ozônio, pense na localização. Cá embaixo, na troposfera, onde vivemos, o ozônio é um poluente que se forma sob a ação da luz solar, a partir de outros poluentes da atmosfera. Quando o Sol se põe, a geração de ozônio cessa. O ozônio presente reage rapidamente com outras substâncias e, no crepúsculo, as concentrações caem. Se o Sol não nascesse novamente, não teríamos de nos preocupar em respirar o ozônio (mas teríamos alguns outros problemas).

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Medium 9788580555394

Capítulo 1 - O ar que respiramos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

O ar que respiramos

Céu azul da Califórnia, região do Lago Tahoe.

“Os antigos gregos viam o ar como um dos elementos básicos da natureza, juntamente com a terra, o fogo e a água. Os californianos o veem... Ah! Talvez seja necessário explicar melhor essas palavras. Os californianos veem muito de algo que deveria ser menos visível. Eles também sentem seus efeitos quando respiram, o que muito frequentemente traz à atenção o ato rotineiro de respirar.”

David Carle, Introduction to Air in California, 2006, página xiii

Capítulo 1

O ar que respiramos

17

As pessoas sempre perceberam o ar que respiram e foram curiosas a respeito dele. Juntamente com a terra, o fogo e a água, os antigos gregos consideravam o ar como um elemento fundamental da natureza. Centenas de anos depois, os químicos fizeram experimentos para aprender mais sobre a composição do ar. Hoje, podemos ver a atmosfera da Terra do espaço sideral. E, diariamente, como os antigos, podemos perscrutar o ar noturno para entrever o brilho fugaz das estrelas cintilantes.

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