A V Hoffbrand (32)
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Capítulo 4 - Sobrecarga de ferro

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CAPÍTULO 4

Sobrecarga de ferro

Tópicos-chave

QQ

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

42

QQ

Hemocromatose hereditária (genética ou primária)

43

QQ

Sobrecarga de ferro transfusional

44

QQ

Tratamento quelante

45

42  /  Capítulo 4: Sobrecarga de ferro

Não há mecanismo fisiológico para eliminação do ferro em excesso no organismo e, assim, a absorção de ferro normalmente é regulada para evitar acúmulo. Sobrecarga de ferro (hemossiderose) ocorre em distúrbios associados com absorção excessiva ou em pacientes com anemias refratárias graves que precisam ser tratados com transfusões de sangue regulares. O ferro em excesso depositado nos tecidos pode causar lesões graves, sobretudo no coração, no fígado e nas glândulas endócrinas. As causas de sobrecarga de ferro estão relacionadas na Tabela 4.1, e as de hemocromatose genética, na Tabela 4.2.

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

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Capítulo 16 - Mielodisplasia

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CAPÍTULO 16

Mielodisplasia

Tópicos-chave

QQ

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

178

QQ

Classificação

179

QQ

Achados laboratoriais

180

QQ

Tratamento

182

QQ

Neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

184

178  /  Capítulo 16: Mielodisplasia

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

Patogênese

É um grupo de distúrbios clonais das células-tronco hematopoéticas, caracterizados por insuficiência progressiva da medula óssea com alterações displásicas em uma ou mais linhagens celulares (Tabela 16.1). Um aspecto fundamental dessas doenças é a proliferação e a apoptose simultâneas de células hematopoéticas (hematopoese ineficaz), provocando o paradoxo de medula hipercelular com pancitopenia no sangue periférico. Há uma tendência à progressão para leucemia mieloide aguda (LMA), embora a morte ocorra com frequência antes que ela se desenvolva.

Na maioria dos casos, a doença é primária, porém, em uma significativa proporção de pacientes, é secundária à quimioterapia e/ou à radioterapia utilizadas previamente como tratamento de outra doença maligna. Este último tipo é denominado SMD relacionada à terapia (SMD-t) e, atualmente, é classificado com a LMA relacionada à terapia.

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Capítulo 7 - Distúrbios genéticos da hemoglobina

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CAPÍTULO 7

Distúrbios genéticos da hemoglobina

Tópicos-chave

QQ

Síntese da hemoglobina

73

QQ

Anormalidades da hemoglobina

74

QQ

Talassemias

75

QQ

Síndrome α-Talassêmicas

76

QQ

Síndrome β-Talassêmicas

76

QQ

Talassemia intermédia

79

QQ

Síndromes falcêmicas

81

QQ

Diagnóstico pré-natal dos distúrbios genéticos da hemoglobina

85

Capítulo 7: Distúrbios genéticos da hemoglobina  /  73

Este capítulo trata das doenças hereditárias causadas por diminuição ou anomalia da síntese de globina. As mutações nos genes das globinas são os distúrbios monogênicos de maior prevalência no mundo, afetando cerca de 7% da população mundial. Será descrita inicialmente a síntese da hemoglobina normal no feto e no adulto.

Síntese da hemoglobina

O sangue do adulto normal contém três tipos de hemoglobina

(ver Tabela 2.3). O principal componente é a hemoglobina

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Capítulo 18 - Leucemia linfoide crônica

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CAPÍTULO 18

Leucemia linfoide crônica

Tópicos-chave

QQ

Doenças de células B

198

QQ

Leucemia linfocítica crônica

198

QQ

Patogênese

198

QQ

Aspectos clínicos

198

QQ

Achados laboratoriais

199

QQ

Tratamento

200

QQ

Leucemia de células pilosas

202

QQ

Doenças de células T

203

198  /  Capítulo 18: Leucemia linfoide crônica

Várias doenças são incluídas neste grupo e caracterizadas por acúmulo de linfócitos maduros no sangue de tipo celular B ou T (Tabela 18.1). Em geral, essas doenças são incuráveis, porém costumam ter uma evolução crônica e flutuante.

Diagnóstico

Este grupo é caracterizado por linfocitose crônica persistente.

Os subtipos são distintos pela morfologia celular, pelo imunofenótipo e pela análise citogenética. Há alguma sobreposição com os linfomas, pois as células linfomatosas podem circular no sangue e a distinção entre leucemia crônica e linfoma

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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

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CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Capítulo 7. Comparação de dois grupos

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7

COMPARAÇÃO DE DOIS GRUPOS

A comparação de dois grupos é um tipo muito comum de análise nas ciências sociais e comportamentais. Um estudo pode comparar a renda média para homens e mulheres que têm empregos e experiências similares. Outro estudo pode comparar a proporção de norte-americanos e canadenses que são a favor de leis de controle de armas de fogo. As médias são comparadas para as variáveis quantitativas e as proporções para as variáveis categóricas.

A Seção 7.1 introduz alguns conceitos básicos para a comparação de grupos.

A Seção 7.2 ilustra esses conceitos para a comparação de proporções, e a Seção 7.3 para a comparação de médias. O restante do capítulo mostra alguns métodos alternativos úteis para casos especiais.

7.1 PRELIMINARES DA

COMPARAÇÃO DE GRUPOS

As mulheres tendem a gastar mais tempo nas tarefas de casa do que os homens?

Se for assim, quanto tempo mais? Na

Grã-Bretanha em 2005, a Time Use Sur1 vey estudou como uma amostra aleatória de britânicos passava o seu tempo em um dia típico. Para aqueles que disseram que trabalhavam o dia todo, a Tabela 7.1 relata a média e o desvio padrão do número médio relatado de minutos gastos por dia cozinhando e limpando. Usamos a Tabela

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Capítulo 3. Estatística descritiva

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3

ESTATÍSTICA DESCRITIVA

Vimos que os métodos estatísticos são descritivos ou inferenciais. O propósito da estatística descritiva é resumir os dados, facilitar a assimilação da informação. Este capítulo apresenta os métodos básicos da estatística descritiva.

Apresentamos, em primeiro lugar, tabelas e gráficos que descrevem os dados mostrando o número de vezes em que vários resultados ocorrem. As variáveis quantitativas também apresentam duas características-chave para descrevê-las numericamente:

• O centro dos dados – uma observação típica.

• A variabilidade dos dados – a dispersão em torno do centro.

Aprenderemos a descrever dados quantitativos com estatísticas que resumem o centro e a variabilidade e, finalmente, com estatísticas que especificam certas posições nos conjuntos de dados que resumem tanto o centro quanto a variabilidade.

3.1 DESCREVENDO DADOS COM

TABELAS E GRÁFICOS

As tabelas e gráficos são úteis para todos os tipos de dados. Começaremos com as variáveis categóricas.

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Capítulo 5. Inferência estatística: Estimação

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5

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

ESTIMAÇÃO

Este capítulo mostra como usar os dados amostrais para estimar os parâmetros da população. Com variáveis quantitativas estimamos a média da população. Um estudo que trata de assuntos do sistema de saúde, por exemplo, pode estimar os parâmetros da população como a quantia média de dinheiro gasta em medicamentos prescritos durante o último ano e o número médio de visitas ao médico. Com variáveis categóricas, estimamos as proporções da população para as categorias. O estudo do sistema de saúde pode estimar as proporções das pessoas que (têm, não têm) seguro de saúde e as proporções que (estão satisfeitas, não estão satisfeitas) com seu plano de saúde.

Inicialmente aprenderemos sobre dois tipos de estimativas dos parâmetros. Após, nas Seções 5.2 e 5.3, as aplicaremos às médias e proporções da população. A Seção

5.4 encontra o tamanho da amostra necessário para alcançar a precisão desejada da estimativa. A Seção 5.5 discute a estimativa da mediana e de outros parâmetros.

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Capítulo 4. Distribuições de probabilidade

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4

DISTRIBUIÇÕES DE

PROBABILIDADE

Comparada à maioria das ciências matemáticas, a estatística é recente. A maioria dos métodos discutidos neste livro foi desenvolvida no século passado. Ao contrário, a probabilidade, o assunto deste capítulo, tem uma longa história. Por exemplo, os matemáticos usavam a probabilidade na França no século XVII para avaliar as várias estratégias de jogo. A probabilidade

é um assunto altamente desenvolvido, mas este capítulo limita sua atenção ao básico de que iremos necessitar para a inferência estatística.

Após uma breve introdução à probabilidade na Seção 4.1, as Seções 4.2 e 4.3 apresentam as distribuições de probabilidade, as quais fornecem probabilidades para todos os resultados possíveis de uma variável. A distribuição normal, descrita por uma curva em forma de sino, é a distribuição de probabilidade mais importante para a análise estatística. As Seções 4.4 e

4.5 introduzem a distribuição amostral, um tipo de distribuição de probabilidade de fundamental importância para a inferência estatística. Ela nos permite prever quão próximo a média amostral está da média da população. Veremos que a razão principal para a importância da distribuição normal é o resultado notável de que as distribuições amostrais apresentam, em geral, a forma de sino, isto é, tendem a normal.

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Capítulo 10. Introdução aos relacionamentos multivariados

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10

INTRODUÇÃO AOS

RELACIONAMENTOS

MULTIVARIADOS

Os Capítulos 7 a 9 introduziram métodos para analisar a associação entre duas variáveis. Na maior parte das pesquisas em

Ciências Sociais, estas análises são apenas a primeira etapa. Etapas subsequentes usam métodos multivariados para incluir na análise outras variáveis que possam influenciar aquela associação.

Os Exemplos 8.1 e 8.3 mostraram que a identificação partidária nos Estados Unidos está associada ao gênero, com os homens tendo maior probabilidade do que as mulheres de serem Republicanos. Para analisar por que é assim, poderíamos analisar se as diferenças entre homens e mulheres na ideologia partidária (mensurada em uma escala conservadora-liberal) poderia explicar a associação. Por exemplo, talvez os homens tendam a ser mais conservadores do que as mulheres e, sendo conservadores, tendem a estar associados ao partido republicano. Se compararmos homens e mulheres apenas para aqueles classificados como liberais e, então, novamente apenas para aqueles classificados como conservadores, ainda será verdadeiro que os homens têm maior probabilidade de serem Republicanos do que as mulheres? Ou a diferença entre homens e mulheres, na identificação da política partidária, poderia ser explicada por algum outro fator, como renda, nível educacional ou religião?

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Capítulo 7. Biotecnologia ambiental

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Cintia Pinheiro dos Santos

Karin Tallini

CAPÍTULO 7

Biotecnologia ambiental

A biotecnologia ambiental consiste na aplicação de técnicas biológicas para resolver e/ou prevenir problemas de contaminação ambiental, visando à preservação do ambiente e de seus recursos e à redução das ações realizadas pelo homem, como esgotos, lixo e uso de agrotóxicos.

As aplicações da biotecnologia ambiental são inúmeras, mas neste capítulo abordaremos principalmente o tratamento da água e os processos usados para reduzir ou remover poluentes do ambiente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Diferenciar os diferentes tipos de água no planeta e seu uso, bem como a composição da água limpa e poluída.

Compreender a importância da aplicação da biotecnologia ambiental em relação à água.

Identificar algumas fontes de poluição da água.

Conhecer os biomarcadores mais empregados no ambiente aquático.

Identificar as formas de tratamento de água mais usadas em biotecnologia.

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Capítulo 4. Tecnologia do cultivo de microgarnismos

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Claucia Fernanda Volken de Souza

Giandra Volpato

Júlio Xandro Heck

CAPÍTULO 4

Tecnologia do cultivo de microrganismos

A tecnologia do cultivo de microrganismos estuda o conjunto de operações envolvidas nos processos realizados por microrganismos que, ao se desenvolverem em um meio de cultura adequado, originam produtos de interesse comercial. Neste capítulo serão descritas as formas de obtenção de microrganismos para uso em bioprocessos industriais e as características desejáveis a tais microrganismos, de acordo com a aplicação a que se destinam. Serão abordados, ainda, as diferentes formas de condução de bioprocessos, incluindo o controle de parâmetros operacionais, e as aplicações dos produtos deles derivados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é cultivo de microrganismos e sua aplicação na indústria.

Conhecer os elementos essenciais a um processo de cultivo de microrganismos.

Conhecer os principais meios de cultura, suas características e indicações.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

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Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

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Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

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Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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American Chemical Society (14)
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Capítulo 1 - O ar que respiramos

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Capítulo

1

O ar que respiramos

Céu azul da Califórnia, região do Lago Tahoe.

“Os antigos gregos viam o ar como um dos elementos básicos da natureza, juntamente com a terra, o fogo e a água. Os californianos o veem... Ah! Talvez seja necessário explicar melhor essas palavras. Os californianos veem muito de algo que deveria ser menos visível. Eles também sentem seus efeitos quando respiram, o que muito frequentemente traz à atenção o ato rotineiro de respirar.”

David Carle, Introduction to Air in California, 2006, página xiii

Capítulo 1

O ar que respiramos

17

As pessoas sempre perceberam o ar que respiram e foram curiosas a respeito dele. Juntamente com a terra, o fogo e a água, os antigos gregos consideravam o ar como um elemento fundamental da natureza. Centenas de anos depois, os químicos fizeram experimentos para aprender mais sobre a composição do ar. Hoje, podemos ver a atmosfera da Terra do espaço sideral. E, diariamente, como os antigos, podemos perscrutar o ar noturno para entrever o brilho fugaz das estrelas cintilantes.

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Capítulo 0 - Química para um futuro sustentável

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Capítulo

0

Química para um futuro sustentável

A “bola de gude azul”, nossa Terra, vista do espaço.

“No primeiro dia, todos apontamos para nossos países. No terceiro ou quarto dia, para nossos continentes. No quinto dia, víamos uma Terra somente.”

Príncipe Sultan bin Salman Al Saud, Arábia Saudita, 1985.

Capítulo 0

Química para um futuro sustentável

Uma Terra somente. Visto do espaço, o planeta que chamamos de lar é realmente magnífico – uma

“bola de gude” de água, terra e nuvens. Em 1972, a tripulação da espaçonave Apollo 17 fotografou a

Terra a uma distância de cerca de 28.000 milhas (45.000 quilômetros). Nas palavras do cosmonauta soviético Aleksei Leonov, “A Terra era pequena, azul clara e comoventemente solitária”.

Estamos sozinhos no Universo? Possivelmente. É claro, no entanto, que não estamos sozinhos em nosso planeta. Nós o partilhamos com outras criaturas, grandes e pequenas. Os biólogos estimam que existam mais de 1,5 milhão de espécies, além de nós. Algumas ajudam a nos alimentar e manter, outras contribuem para nosso bem-estar e outras, ainda, (como os mosquitos) nos irritam e podem nos causar doenças.

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Capítulo 4 - Energia obtida na combustão

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Capítulo

4

Energia obtida na combustão

Desde o início da história conhecida, o fogo foi uma fonte de calor, luz e segurança.

Capítulo 4

Energia obtida na combustão

Desde quando o fogo foi domesticado por nossos antepassados, a combustão é essencial para a sociedade. Nossos combustíveis modernos – as substâncias que queimamos – estão em muitas formas diferentes. Usamos carvão em termoelétricas, gasolina em nossos carros, gás natural ou óleo para aquecer nossas residências, propano, carvão ou madeira para cozinhar nossa comida em um piquenique de verão. Podemos até mesmo usar cera para iluminar um jantar romântico a velas. Em todos esses casos, usar o combustível é queimá-lo. O processo da combustão libera a energia retida nas moléculas que formam essas substâncias.

Entretanto, a velocidade com que estamos queimando combustíveis não é sustentável. Talvez você fique um pouco cético com tal afirmação. O fornecimento de carvão, petróleo e gás natural pode lhe parecer adequado, porque novos depósitos estão sempre sendo encontrados e as tecnologias de extração, continuamente melhorando. Contudo, mesmo que os depósitos de combustíveis fósseis fossem infinitos (e não são), a sustentabilidade envolve mais do que a disponibilidade. Mencionamos, no Capítulo 0, a necessidade de levar em conta como nossas ações de hoje afetarão os que viverão amanhã. Na seção final deste capítulo, faremos a ligação entre nossas ações e nossos valores, incluindo a justiça intergeracional. Um provérbio Lakota Sioux enfatiza a mesma ideia: “Não herdamos essa terra de nossos ancestrais, tomamos emprestado de nossas crianças”. Os efeitos do uso corrente dos combustíveis fósseis serão sentidos por muitas décadas no futuro.

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Capítulo 5 - Água para a vida

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Capítulo

5

Água para a vida

“De todos os nossos recursos naturais, a água tornou-se o mais precioso.”

Rachel Carson, Silent Spring, Houghton Miffin Co., 1962, p. 39.

Capítulo 5

Água para a vida

203

Neeru, shouei, maima, aqua. Seja a língua em que for falada, a água é o composto mais abundante na Os cientistas procuram superfície da Terra. Imagens de satélites nos lembram que vivemos em um planeta em que oceanos, água quando buscam vida em outros planetas. rios, lagos e gelo cobrem mais de 70% da superfície. Com certeza, a água é essencial para a vida.

Embora os oceanos abriguem uma vasta quantidade de vida vegetal e animal, eles não são ami- Cientista, gáveis para com as criaturas que habitam a terra. Como Rachel Carson observou em Silent Spring, conservacionista

“A maior parte, de longe, da superfície seca da Terra é envolvida por oceanos, todavia, no meio dessa e escritora, Rachel fartura temos pouca água. Por um estranho paradoxo, a maior parte da abundante água da terra não Carson ajudou a deslanchar o movimento

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Capítulo 11 - Nutrição: alimentos para pensar

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Capítulo

11

Nutrição: alimentos para pensar

“Mesmo que você não queira se tornar um vegetariano, seria uma direção desejável para tomar.

Ser vegetariano uma vez por semana é um bom começo.”

Dr. Andrew A. Weil, diretor do Center for Integrative Medicine, Universidade do Arizona.

Capítulo 11

Nutrição: alimentos para pensar

Imagine nunca mais comer outro hambúrguer. Pode esquecer a ideia de pegar um pedaço de galinha frita. E seus ovos definitivamente virão agora sem bacon. Esse é seu pior pesadelo? Para alguns, ser vegetariano é o mesmo que ser privado dos alimentos que mais se deseja. Bem, com a exceção de café e chocolate.

Com muita frequência, porém, fazemos nossa seleção de alimentos em termos de tudo ou nada. Nada de sorvete porque tem muitas Calorias. Nada de carne vermelha porque faz mal à saúde. Na verdade, nada de carnes porque alimentar animais exige uma quantidade desproporcional de grãos que poderiam ser melhor usados para alimentar pessoas. Nada de refrigerantes porque são cheios de açúcar. Nada de refrigerantes zero porque contêm adoçantes artificiais. Nada, nada,

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Ana Elisa Rtico Martha Regina Lucizano Garcia Rosane Lavorenti Fellet (7)
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Capítulo 5 - Anatomia e fisiologia humana

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capítulo 5

Anatomia e fisiologia humana

A anatomia e a fisiologia são consideradas ciências complexas, que descrevem muitas estruturas e sua nomenclatura específica. O conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo humano é fundamental na assistência de enfermagem. Este capítulo irá descrever as principais características e o funcionamento dos diferentes órgãos que constituem os sistemas do corpo humano, bem como as afecções relacionadas a cada um deles e as intervenções de enfermagem para guiá-lo na prática profissional.

Expectativas de aprendizagem

Identificar as estruturas e o funcionamento dos diversos sistemas.

Relacionar as alterações fisiopatológicas e de agravo à saúde nos diversos sistemas.

Identificar as diversas vias para administração de medicamentos.

Relacionar os cuidados de enfermagem de acordo com as diferentes patologias.

Aplicar os conhecimentos de anatomia e fisiologia dos órgãos e sistemas ao realizar os procedimentos de enfermagem.

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Capítulo 3 - Imunologia

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capítulo 3

Imunologia

Este capítulo abordará a importância do sistema imunológico para a proteção do organismo contra agentes invasores. Na enfermagem, presenciamos situações que colocam as pessoas em contato direto ou indireto com os microrganismos, o que proporciona o desenvolvimento dos mecanismos de defesa. Além disso, orientamos a população em geral na prevenção de doenças e atuamos na sala de vacinação das unidades de saúde.

Identificar os componentes do sistema imunológico.

Descrever as funções do sistema imunológico.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os tipos de imunidade.

Conhecer o calendário básico de vacinação.

Identificar as técnicas de manuseio dos imunobiológicos, conservando-os de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_03.indd 55

Aspectos básicos de imunologia

Programa Nacional de Imunização

Imunologia

19/09/2014 09:43:08

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Capítulo 2 - Doenças parasitárias

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capítulo 2

Doenças parasitárias

Neste capítulo, você aprenderá sobre as principais doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos, observando como eles se comportam e qual é a sua relação com o homem. Também serão abordados aspectos relacionados às características básicas dos platelmintos e nematódeos.

Expectativas de aprendizagem

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_02.indd 33

Relacionar as condições do meio ambiente e a ocorrência de doenças parasitárias.

Identificar as doenças parasitárias prevalentes e as ações de prevenção e tratamento.

Prevenção e controle de doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos.

Platelmintos

Nematódeos

19/09/2014 09:42:06

Platelmintos

Nem todos os domicílios brasileiros dispõem de abastecimento de água, e muitas residências não estão ligadas à rede de esgoto ou não têm fossa séptica. Essa situação é uma ameaça à saúde das pessoas, pois muitas doenças são transmitidas por água contaminada. As condições de moradia e a falta de saneamento básico propiciam um ambiente favorável para o aparecimento de doenças, principalmente as parasitoses, relacionadas ao consumo de água e alimentos contaminados e às condições de higiene. O profissional de enfermagem deve orientar as formas de contaminação e prevenção das doenças parasitárias, daí a importância do estudo dos principais grupos de parasitas.

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Capítulo 4 - Células e tecidos

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capítulo 4

Células e tecidos

Neste capítulo, serão abordados os tecidos que constituem o organismo humano e as células que os compõem, com destaque aos aspectos que relacionam esses temas com a prática de enfermagem. Os profissionais de enfermagem atuam em situações que envolvem o comprometimento tecidual decorrente de diferentes tipos de lesões e devem promover ações que favoreçam o processo de cicatrização e a recuperação do tecido lesado, motivo pelo qual esse tema tem grande importância para a prática da enfermagem.

Reconhecer a estrutura das células e os mecanismos de transporte celular.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os diferentes tipos de tecidos.

Relacionar o processo de divisão celular à evolução dos tumores.

Relacionar o processo de cicatrização nos diferentes tipos de lesões.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_04.indd 73

Oncogênese

Ferimentos e curativos

Fraturas, luxações e entorses

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Capítulo 6 - Reprodução e desenvolvimento

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capítulo 6

Reprodução e desenvolvimento

Neste capítulo, mostraremos a importância de identificar as estruturas anatômicas e conhecer o funcionamento dos sistemas reprodutores masculino e feminino, que sofrem forte ação hormonal. Abordamos, ainda, o processo de fecundação (culminando no nascimento), enfatizando o desenvolvimento embrionário, e as fases do crescimento humano, bem como a importância de aspectos relacionados à genética humana a fim de elaborar intervenções de enfermagem pautadas no conhecimento científico.

Identificar as estruturas anatômicas do sistema reprodutor masculino e feminino.

Reconhecer as funções dos hormônios que atuam no sistema reprodutor masculino e feminino.

Expectativas de aprendizagem

Compreender como ocorre a divisão das células para a reprodução humana e o processo de fecundação.

Relacionar os métodos de planejamento familiar.

Reconhecer como ocorre o desenvolvimento embrionário.

Identificar as fases do crescimento humano em seus diferentes estágios.

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