A V Hoffbrand (32)
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Capítulo 10 - O baço

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CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

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CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Capítulo 17 - Leucemia linfoblástica aguda

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CAPÍTULO 17

Leucemia linfoblástica aguda

Tópicos-chave

QQ

Incidência e patogênese

187

QQ

Classificação

188

QQ

Achados laboratoriais

188

QQ

Tratamento

192

QQ

Doença residual mínima

192

QQ

Tratamento específico para adultos

194

Capítulo 17: Leucemia linfoblástica aguda  /  187

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é causada pelo acúmulo de linfoblastos na medula óssea e é a doença maligna mais comum na infância. A definição de leucemia aguda e a diferenciação entre LLA e leucemia mieloide aguda (LMA) estão descritas no Capítulo 13.

Incidência e patogênese

A incidência é máxima entre 3 e 7 anos, com 75% dos casos ocorrendo antes dos 6 anos; há uma elevação secundária de incidência após os 40 anos. Predominam os casos de linhagem de células B (LLA-B), 85%, com incidência igual em ambos os sexos; nos 15% de casos de linhagem de células T

(LLA-T) há predominância masculina.

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Capítulo 29 - Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

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CAPÍTULO 29

Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Tópicos-chave

QQ

Anemia de doença crônica (ADC)

322

QQ

Problemas hematológicos no idoso

322

QQ

Doenças malignas

322

QQ

Artrite reumatoide

323

QQ

Insuficiência renal

325

QQ

Insuficiência cardíaca congestiva

326

QQ

Hepatopatia

326

QQ

Hipotireoidismo

327

QQ

Infecções

327

QQ

Monitoração inespecífica de doença sistêmica

330

322  /  Capítulo 29: Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Anemia de doença crônica (ADC)

Muitas das anemias vistas na prática clínica ocorrem em pacientes com doenças sistêmicas e são resultado de vários fatores contributivos. A anemia de doença crônica (também discutida na p. 37) é de fundamental importância e ocorre em pacientes com várias doenças crônicas inflamatórias e malignas (Tabela 29.1). Em geral, a velocidade de sedimentação globular (VSG) e a proteína C reativa estão elevadas.

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Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

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CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Capítulo 12. Comparando grupos: Métodos de análise de variância (ANOVA)

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12

COMPARANDO GRUPOS:

MÉTODOS DE ANÁLISE DE

VARIÂNCIA (ANOVA)

O Capítulo 7 apresentou métodos para comparar as médias de dois grupos. Nesse capítulo veremos como esses métodos podem ser estendidos para comparar as médias de vários grupos.

O Capítulo 8 apresentou métodos para analisar associações entre duas variáveis categóricas. Os Capítulos 9 e 11 apresentaram métodos de regressão para analisar a associação entre variáveis quantitativas. Os métodos para comparar médias para vários grupos relacionam a associação entre uma variável resposta quantitativa e uma variável explicativa categórica. A média da variável resposta quantitativa é comparada entre os grupos que são categorias da variável explicativa. Por exemplo, para uma comparação da renda média anual entre negros, brancos e hispânicos, a variável resposta quantitativa é a renda anual e a variável explicativa categórica é o status étnico-racial.

O método inferencial para comparar várias médias é denominado de análise de variância e é abreviado por ANOVA.

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Capítulo 16. Uma introdução à metodologia avançada

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16

UMA INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA AVANÇADA

Esse capítulo final introduz alguns métodos estatísticos avançados. Um texto introdutório como este não tem espaço para apresentá-los em detalhes. Contudo, um pesquisador em ciências sociais verá provavelmente referências a esses métodos e será útil se ele tiver pelo menos um entendimento rudimentar de suas naturezas e propósitos. Em vez de apresentarmos detalhes técnicos, fornecemos explicações de (1) para que o método é utilizado e (2) os tipos de resultados que podem ocorrer e suas interpretações.

16.1 ANÁLISE DE DADOS

LONGITUDINAIS*

As Seções 12.6 (página 434) e 12.7 (página 438) introduziram o método ANOVA para comparar médias de amostras dependentes. Tais dados resultam normalmente de estudos que observam sujeitos repetidamente ao longo do tempo, isto é, em estudos longitudinais.Alguns poucos tipos de métodos estão disponíveis para tais dados. Eles variam nas suposições que fazem sobre a modelagem da estrutura de correlação das observações repetidas.

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Capítulo 11. Regressão múltipla e correlação

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11

REGRESSÃO MÚLTIPLA E

CORRELAÇÃO

O Capítulo 9 introduziu a modelagem por regressão do relacionamento entre duas variáveis quantitativas. Relacionamentos multivariados requerem modelos mais complexos contendo muitas variáveis explicativas. Algumas delas podem ser previsoras de interesse teórico e algumas podem ser variáveis controle.

Para prever y ϭ GPA na universidade,

é sensato usar vários previsores no mesmo modelo. As possibilidades incluem x1 ϭ

GPA do ensino médio, x2 ϭ escore do exame de admissão de matemática da faculdade, x3 ϭ escore do exame de admissão em língua da faculdade e x4 ϭ avaliação do orientador educacional do ensino médio.

Este capítulo apresenta modelos para o relacionamento entre uma variável resposta y e um grupo de variáveis explicativas.

Um modelo multivariado fornece previsões melhores de y do que um modelo com uma única variável explicativa. Tal modelo pode analisar, também, os relacionamentos entre variáveis enquanto controla outras variáveis. Isto é importante porque o Capítulo 10 mostrou que, após controlar uma variável, uma associação pode parecer bem diferente do que quando a variável é ignorada. Portanto, este modelo fornece informação não disponível com modelos simples que analisam somente duas variáveis de uma vez.

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Capítulo 1. Introdução

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1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Capítulo 13. Combinando regressão e ANOVA: Previsores quantitativos e categóricos

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13

COMBINANDO REGRESSÃO

E ANOVA: PREVISORES

QUANTITATIVOS E CATEGÓRICOS

O Capítulo 11 introduziu a regressão múltipla para analisar o relacionamento entre uma variável resposta quantitativa e variáveis explicativas quantitativas. O Capítulo

12 mostrou que a regressão múltipla pode também lidar com variáveis explicativas categóricas, como na análise de variância com variáveis auxiliares. Não surpreendentemente, a regressão múltipla pode também lidar simultaneamente com variáveis explicativas categóricas e quantitativas. O modelo combina elementos da análise de regressão comum, para a qual os previsores são categóricos.

Controlando uma covariável

A ANOVA de um fator compara a média da variável resposta para vários grupos. A

ANOVA de dois fatores compara as médias enquanto controla outra variável categórica. Em muitas aplicações, é útil comparar as médias enquanto controlamos uma variável quantitativa. Por exemplo, na comparação da renda média de homens e mulheres, podemos controlar os diferentes níveis de experiência no trabalho entre homens e mulheres. A variável controle quantitativa é chamada de covariável. O uso da regressão para esse tipo de comparação é geralmente chamado de análise de covariância. Essa é uma das muitas contribuições estatísticas de Ronald A. Fisher, um brilhante estatístico britânico.

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

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Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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Capítulo 2. Cultivo de células animais

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Alessandra Nejar Bruno

Karin Tallini

CAPÍTULO 2

Cultivo de células animais

O cultivo de células animais é uma importante ferramenta de pesquisa científica e biotecnológica no mundo inteiro e tem sido cada vez mais utilizado em substituição ao uso de animais de laboratório nos chamados estudos in vivo. Ao longo deste capítulo, serão apresentadas informações básicas para a compreensão dessa tão importante ferramenta de estudo para a biotecnologia, além da descrição sobre como é possível manter células em laboratório e quais as técnicas e os cuidados imprescindíveis para tal feito.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender a importância e a aplicação das diferentes técnicas de cultivo de células animais para a biotecnologia.

Identificar os diferentes tipos de culturas celulares.

Aprender como é possível cultivar células animais em laboratório.

Conhecer os cuidados necessários para o cultivo de células in vitro.

Bruno_Cap_02.indd 32

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Capítulo 5. Bioinformática e biologia de sistemas

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Rodrigo Juliani Siqueira Dalmolin

Diego Hepp

CAPÍTULO 5

Bioinformática e biologia de sistemas

A bioinformática é uma área multidisciplinar recente que se dedica ao estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e ao gerenciamento de informações biológicas. Dessa forma, a bioinformática desenvolve ferramentas para pesquisas e aplicações em diversas áreas da ciência, como genética, biologia molecular, biotecnologia, genômica, bioquímica, evolução e ecologia, entre outras.

Ao longo deste capítulo, você terá contato com as principais ferramentas de análise e manipulação de informações biológicas, bem como com a biologia de sistemas e suas principais potencialidades. Além disso, serão apresentados os principais bancos de dados de informação biológica e como utilizar essas informações em suas pesquisas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender os princípios da bioinformática, suas ferramentas e aplicações.

Conhecer os bancos de dados de sequências de ácidos nucleicos e aminoácidos.

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Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

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Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

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Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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American Chemical Society (14)
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Capítulo 4 - Energia obtida na combustão

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Capítulo

4

Energia obtida na combustão

Desde o início da história conhecida, o fogo foi uma fonte de calor, luz e segurança.

Capítulo 4

Energia obtida na combustão

Desde quando o fogo foi domesticado por nossos antepassados, a combustão é essencial para a sociedade. Nossos combustíveis modernos – as substâncias que queimamos – estão em muitas formas diferentes. Usamos carvão em termoelétricas, gasolina em nossos carros, gás natural ou óleo para aquecer nossas residências, propano, carvão ou madeira para cozinhar nossa comida em um piquenique de verão. Podemos até mesmo usar cera para iluminar um jantar romântico a velas. Em todos esses casos, usar o combustível é queimá-lo. O processo da combustão libera a energia retida nas moléculas que formam essas substâncias.

Entretanto, a velocidade com que estamos queimando combustíveis não é sustentável. Talvez você fique um pouco cético com tal afirmação. O fornecimento de carvão, petróleo e gás natural pode lhe parecer adequado, porque novos depósitos estão sempre sendo encontrados e as tecnologias de extração, continuamente melhorando. Contudo, mesmo que os depósitos de combustíveis fósseis fossem infinitos (e não são), a sustentabilidade envolve mais do que a disponibilidade. Mencionamos, no Capítulo 0, a necessidade de levar em conta como nossas ações de hoje afetarão os que viverão amanhã. Na seção final deste capítulo, faremos a ligação entre nossas ações e nossos valores, incluindo a justiça intergeracional. Um provérbio Lakota Sioux enfatiza a mesma ideia: “Não herdamos essa terra de nossos ancestrais, tomamos emprestado de nossas crianças”. Os efeitos do uso corrente dos combustíveis fósseis serão sentidos por muitas décadas no futuro.

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Capítulo 9 - O mundo dos polímeros e plásticos

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Capítulo

9

O mundo dos polímeros e plásticos

Aranha do globo dourado e sua teia.

“A Natureza não tem um problema de objetivos. As pessoas têm.”

William McDonough e Michael Braungart, Cradle–to–Cradle, 2002.

Capítulo 9

O mundo dos polímeros e plásticos

A capa deste livro mostra a imagem de uma teia de aranha. Mas como isso se relaciona com o conteúdo do livro? As teias de aranha exemplificam as ligações complexas, tecidas em cada capítulo, entre a química e a sociedade.

Neste capítulo, entretanto, levamos a teia de aranha a uma etapa mais à frente porque ela é um exemplo de polímero natural. Para uma aranha, esse polímero tem muitas utilidades, inclusive resistência, capacidade de esticar-se e suficiente viscosidade para enredar presas. Qualquer um que tenha acidentalmente esbarrado com uma teia de aranha pode atestar essas propriedades!

Aranhas do globo, como a que aparece na fotografia que abre este capítulo, são notoriamente construtores exigentes que tecem novas teias a cada dia. A construção diária da teia poderia exaurir os recursos de que a aranha dispõe. Então, como uma aranha do globo consegue tecer tanta seda e sobreviver? É simples, ela recicla! As aranhas do globo têm a capacidade de ingerir a seda usada na teia e recuperar as matérias-primas com as quais elas são construídas. Embora os processos químicos reais não sejam totalmente compreendidos, até dois terços da teia existente são recuperadas para fazer uma nova.

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Capítulo 12 - Engenharia genética e as moléculas da vida

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Capítulo

12

Engenharia genética e as moléculas da vida

“Nenhum ramo da ciência criou dilemas

éticos mais agudos ou sutis e interessantes do que a genética. É a genética que nos lembra não apenas das nossas responsabilidade para com o mundo e com os outros, mas também das nossas responsabilidades para com como as pessoas serão no futuro. Pela primeira vez, podemos começar a determinar não somente quem viverá e quem morrerá, mas como serão todos no futuro.”

Justine Burley e John Harris, Eds.

Companion to Genethics, 2002.

Uma escultura do DNA torna-se uma interseção de arte, ciência e diversão.

Lawrence Hall of Science, Berkeley, Califórnia.

Capítulo 12

Engenharia genética e as moléculas da vida

495

Você já pensou em um futuro em que sua comida seja mais gostosa e nutritiva? Ou já imaginou um futuro em que plantar seja mais fácil e a colheita seja melhor? Imagine um mundo em que nossos campos produzam melhores biocombustíveis, nossas fazendas criem nossos fármacos e vacinas e nossas bactérias limpem nossas águas usadas.

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Capítulo 10 - Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

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Capítulo

10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

Uma planta medicinal antiga, a Ephedra sinica, também conhecida como ma huang (acima).

Na forma de tintura, galhos, galhos em pó e raízes secas (abaixo).

Capítulo 10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

411

Drogas. A palavra evoca esperança, alívio, medo, intriga, escândalo ou talvez somente desdém. Fármacos são substâncias que visam a prevenir, moderar ou curar doenças. A química medicinal é a ciência que trata da descoberta ou do planejamento de novos fármacos e de seu desenvolvimento em medicamentos úteis.

A farmacologia moderna tem sua origem no folclore, e a história da medicina está cheia de ervas e remédios populares. O uso de ervas, raízes, frutos silvestres e cascas para alívio de doenças pode ser traçado até a antiguidade, como está ilustrado em documentos das antigas civilizações da

China, Índia e Ásia Menor. O Rig-Veda (compilado na Índia entre 4500 e 1600 AC), um dos mais antigos repositórios da sabedoria humana, refere-se ao uso de plantas medicinais. O imperador chinês Shen Nung preparou um livro de ervas há mais de 5.000 anos, no qual descreveu uma planta chamada ma huang (agora chamada de Ephedra sinica), usada como estimulante do coração. Essa planta contém efedrina, um fármaco que examinaremos adiante neste capítulo.

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Capítulo 3 - A química da mudança climática global

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Capítulo

3

A química da mudança climática global

Este grupo de chimpanzés contribuiu bem pouco, se tanto, para a mudança climática global e não parece estar discutindo o assunto. Entretanto, eles terão de se adaptar às mudanças que ocorrerão.

Capítulo 3

A química da mudança climática global

Ao contrário dos humanos, os chimpanzés, juntamente às plantas e aos demais animais, não discutem uns com os outros se o clima está mudando. Eles tentam, apenas, adaptar-se a um mundo em permanente mudança que pode afetar seu modo de vida, inclusive o acesso à comida, à água e ao meio ambiente. Por exemplo, com as mudanças climáticas, altera-se a disponibilidade de comida, forçando os animais, como o chimpanzé, a se adaptarem para obter as calorias suficientes para sobreviver. As alterações climáticas também afetam seu meio ambiente, com variações provocadas pelas mudanças do tempo.

Como a maior parte do planeta, a água salgada dos oceanos não tem voz, mas responde a alterações climáticas e tem uma história para contar. Em climas mais frios, ela congela silenciosamente quando a temperatura cai. De forma talvez mais audível, o gelo se quebra com a volta das temperaturas mais quentes da primavera. Esse ciclo congelar-degelar ocorre há milhares de anos, mudando gradualmente para formar mais ou menos gelo, de acordo com as alterações da temperatura da Terra.

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Ana Elisa Rtico Martha Regina Lucizano Garcia Rosane Lavorenti Fellet (7)
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Capítulo 4 - Células e tecidos

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capítulo 4

Células e tecidos

Neste capítulo, serão abordados os tecidos que constituem o organismo humano e as células que os compõem, com destaque aos aspectos que relacionam esses temas com a prática de enfermagem. Os profissionais de enfermagem atuam em situações que envolvem o comprometimento tecidual decorrente de diferentes tipos de lesões e devem promover ações que favoreçam o processo de cicatrização e a recuperação do tecido lesado, motivo pelo qual esse tema tem grande importância para a prática da enfermagem.

Reconhecer a estrutura das células e os mecanismos de transporte celular.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os diferentes tipos de tecidos.

Relacionar o processo de divisão celular à evolução dos tumores.

Relacionar o processo de cicatrização nos diferentes tipos de lesões.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_04.indd 73

Oncogênese

Ferimentos e curativos

Fraturas, luxações e entorses

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Capítulo 5 - Anatomia e fisiologia humana

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capítulo 5

Anatomia e fisiologia humana

A anatomia e a fisiologia são consideradas ciências complexas, que descrevem muitas estruturas e sua nomenclatura específica. O conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo humano é fundamental na assistência de enfermagem. Este capítulo irá descrever as principais características e o funcionamento dos diferentes órgãos que constituem os sistemas do corpo humano, bem como as afecções relacionadas a cada um deles e as intervenções de enfermagem para guiá-lo na prática profissional.

Expectativas de aprendizagem

Identificar as estruturas e o funcionamento dos diversos sistemas.

Relacionar as alterações fisiopatológicas e de agravo à saúde nos diversos sistemas.

Identificar as diversas vias para administração de medicamentos.

Relacionar os cuidados de enfermagem de acordo com as diferentes patologias.

Aplicar os conhecimentos de anatomia e fisiologia dos órgãos e sistemas ao realizar os procedimentos de enfermagem.

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Capítulo 1 - Microbiologia

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capítulo 1

Microbiologia

Neste capítulo, abordaremos os aspectos mais relevantes dos microrganismos e sua relação com os seres humanos, principalmente no que se refere às infecções ocasionadas por eles.

Alguns microrganismos causam graves transtornos ao homem, já outros interagem de forma benéfica. Assim, é preciso conhecê-los melhor para evitar complicações.

Identificar os microrganismos que são benéficos e aqueles que afetam a saúde.

Identificar agentes, causas e natureza das contaminações.

Identificar a importância de realizar procedimentos de enfermagem considerando os princípios de assepsia e de antissepsia, visando proteger o cliente de contaminações.

Expectativas de aprendizagem

Listar as medidas de prevenção da infecção hospitalar em unidades de internação.

Aplicar medidas assépticas aos procedimentos de enfermagem visando proteger o cliente de contaminações.

Identificar situações de risco biológico na enfermagem.

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Capítulo 2 - Doenças parasitárias

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capítulo 2

Doenças parasitárias

Neste capítulo, você aprenderá sobre as principais doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos, observando como eles se comportam e qual é a sua relação com o homem. Também serão abordados aspectos relacionados às características básicas dos platelmintos e nematódeos.

Expectativas de aprendizagem

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_02.indd 33

Relacionar as condições do meio ambiente e a ocorrência de doenças parasitárias.

Identificar as doenças parasitárias prevalentes e as ações de prevenção e tratamento.

Prevenção e controle de doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos.

Platelmintos

Nematódeos

19/09/2014 09:42:06

Platelmintos

Nem todos os domicílios brasileiros dispõem de abastecimento de água, e muitas residências não estão ligadas à rede de esgoto ou não têm fossa séptica. Essa situação é uma ameaça à saúde das pessoas, pois muitas doenças são transmitidas por água contaminada. As condições de moradia e a falta de saneamento básico propiciam um ambiente favorável para o aparecimento de doenças, principalmente as parasitoses, relacionadas ao consumo de água e alimentos contaminados e às condições de higiene. O profissional de enfermagem deve orientar as formas de contaminação e prevenção das doenças parasitárias, daí a importância do estudo dos principais grupos de parasitas.

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Capítulo 3 - Imunologia

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capítulo 3

Imunologia

Este capítulo abordará a importância do sistema imunológico para a proteção do organismo contra agentes invasores. Na enfermagem, presenciamos situações que colocam as pessoas em contato direto ou indireto com os microrganismos, o que proporciona o desenvolvimento dos mecanismos de defesa. Além disso, orientamos a população em geral na prevenção de doenças e atuamos na sala de vacinação das unidades de saúde.

Identificar os componentes do sistema imunológico.

Descrever as funções do sistema imunológico.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os tipos de imunidade.

Conhecer o calendário básico de vacinação.

Identificar as técnicas de manuseio dos imunobiológicos, conservando-os de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_03.indd 55

Aspectos básicos de imunologia

Programa Nacional de Imunização

Imunologia

19/09/2014 09:43:08

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