A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 13 - Leucemia mieloide aguda

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CAPÍTULO 13

Leucemia mieloide aguda

Tópicos-chave

QQ

Classificação das leucemias

146

QQ

Diagnóstico de leucemia aguda

146

QQ

Leucemia mieloide aguda

147

QQ

Classificação

147

QQ

Aspectos clínicos

148

QQ

Exames laboratoriais

148

QQ

Tratamento

149

QQ

Prognóstico

154

146  /  Capítulo 13: Leucemia mieloide aguda

Leucemias são um grupo de doenças caracterizadas pelo acúmulo de leucócitos malignos na medula óssea e no sangue.

Essas células anormais causam sintomas por: (i) insuficiência da medula óssea (i.e., anemia, neutropenia, trombocitopenia); e (ii) infiltração de órgãos (p. ex., fígado, baço, linfonodos, meninges, cérebro, pele ou testículos).

Classificação das leucemias

As leucemias são classificadas em quatro tipos – leucemias agudas e crônicas, que, por sua vez, subdividem-se em linfoides ou mieloides.

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Capítulo 4 - Sobrecarga de ferro

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CAPÍTULO 4

Sobrecarga de ferro

Tópicos-chave

QQ

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

42

QQ

Hemocromatose hereditária (genética ou primária)

43

QQ

Sobrecarga de ferro transfusional

44

QQ

Tratamento quelante

45

42  /  Capítulo 4: Sobrecarga de ferro

Não há mecanismo fisiológico para eliminação do ferro em excesso no organismo e, assim, a absorção de ferro normalmente é regulada para evitar acúmulo. Sobrecarga de ferro (hemossiderose) ocorre em distúrbios associados com absorção excessiva ou em pacientes com anemias refratárias graves que precisam ser tratados com transfusões de sangue regulares. O ferro em excesso depositado nos tecidos pode causar lesões graves, sobretudo no coração, no fígado e nas glândulas endócrinas. As causas de sobrecarga de ferro estão relacionadas na Tabela 4.1, e as de hemocromatose genética, na Tabela 4.2.

Avaliação do status do ferro e do dano tecidual da sobrecarga

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Capítulo 31 - Hematologia na gestação e no recém-nascido

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CAPÍTULO 31

Hematologia na gestação e no recém-nascido

Tópicos-chave

QQ

Hematologia na gestação

347

QQ

Hematologia neonatal

349

QQ

Doença hemolítica do recém-nascido

350

Capítulo 31: Hematologia na gestação e no recém-nascido  /  347

Hematologia na gestação

A gestação provoca tensões extremas no sistema hematológico, e a compreensão das alterações fisiológicas resultantes

é obrigatória para a interpretação da necessidade de qualquer intervenção terapêutica.

Anemia fisiológica

Anemia fisiológica* é o termo usado frequentemente para descrever a queda na concentração de hemoglobina (Hb) durante a gestação normal (Figura 31.1). O volume plasmático aumenta em torno de 1.250 mL até o final da gestação

(45% acima do normal) e, embora a massa eritroide aumente em torno de 25%, a desproporção provoca diminuição da concentração de Hb por efeito dilucional. Valores abaixo de

10 g/dL no primeiro trimestre, 10,5 g/dL no segundo e, novamente, 10 g/dL no terceiro trimestre e no pós-parto, entretanto, provavelmente são anormais e requerem investigação.

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Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

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CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

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Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

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CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Capítulo 4. Distribuições de probabilidade

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4

DISTRIBUIÇÕES DE

PROBABILIDADE

Comparada à maioria das ciências matemáticas, a estatística é recente. A maioria dos métodos discutidos neste livro foi desenvolvida no século passado. Ao contrário, a probabilidade, o assunto deste capítulo, tem uma longa história. Por exemplo, os matemáticos usavam a probabilidade na França no século XVII para avaliar as várias estratégias de jogo. A probabilidade

é um assunto altamente desenvolvido, mas este capítulo limita sua atenção ao básico de que iremos necessitar para a inferência estatística.

Após uma breve introdução à probabilidade na Seção 4.1, as Seções 4.2 e 4.3 apresentam as distribuições de probabilidade, as quais fornecem probabilidades para todos os resultados possíveis de uma variável. A distribuição normal, descrita por uma curva em forma de sino, é a distribuição de probabilidade mais importante para a análise estatística. As Seções 4.4 e

4.5 introduzem a distribuição amostral, um tipo de distribuição de probabilidade de fundamental importância para a inferência estatística. Ela nos permite prever quão próximo a média amostral está da média da população. Veremos que a razão principal para a importância da distribuição normal é o resultado notável de que as distribuições amostrais apresentam, em geral, a forma de sino, isto é, tendem a normal.

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Capítulo 11. Regressão múltipla e correlação

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11

REGRESSÃO MÚLTIPLA E

CORRELAÇÃO

O Capítulo 9 introduziu a modelagem por regressão do relacionamento entre duas variáveis quantitativas. Relacionamentos multivariados requerem modelos mais complexos contendo muitas variáveis explicativas. Algumas delas podem ser previsoras de interesse teórico e algumas podem ser variáveis controle.

Para prever y ϭ GPA na universidade,

é sensato usar vários previsores no mesmo modelo. As possibilidades incluem x1 ϭ

GPA do ensino médio, x2 ϭ escore do exame de admissão de matemática da faculdade, x3 ϭ escore do exame de admissão em língua da faculdade e x4 ϭ avaliação do orientador educacional do ensino médio.

Este capítulo apresenta modelos para o relacionamento entre uma variável resposta y e um grupo de variáveis explicativas.

Um modelo multivariado fornece previsões melhores de y do que um modelo com uma única variável explicativa. Tal modelo pode analisar, também, os relacionamentos entre variáveis enquanto controla outras variáveis. Isto é importante porque o Capítulo 10 mostrou que, após controlar uma variável, uma associação pode parecer bem diferente do que quando a variável é ignorada. Portanto, este modelo fornece informação não disponível com modelos simples que analisam somente duas variáveis de uma vez.

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Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

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14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Capítulo 1. Introdução

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1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Capítulo 8. Analisando a associação entre as variáveis categóricas

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8

ANALISANDO A ASSOCIAÇÃO

ENTRE AS VARIÁVEIS

CATEGÓRICAS

Lembre que dissemos que existe uma associação entre duas variáveis se a distribuição da variável resposta muda de alguma forma à medida que a variável explicativa muda. Na comparação de dois grupos, existe uma associação se as médias da população ou proporções da população diferirem entre os grupos.

Este capítulo apresenta métodos para detectar e descrever associações entre duas variáveis categóricas. Os métodos deste capítulo nos ajudam a responder a uma pergunta como: “Existe alguma associação entre felicidade e religiosidade?”. Os métodos do Capítulo 7 para comparar duas proporções são casos especiais daqueles considerados aqui nos quais ambas as variáveis têm somente duas categorias.

A Seção 8.1 introduz a terminologia para análise de dados categóricos e define a independência estatística, um tipo de falta de associação. A Seção 8.2 apresenta um teste de significância para determinar se duas variáveis categóricas estão associadas, e a Seção 8.3 segue com esse teste com uma análise dos resíduos que descreve a natureza da associação.

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

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Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

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Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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Capítulo 2. Cultivo de células animais

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Alessandra Nejar Bruno

Karin Tallini

CAPÍTULO 2

Cultivo de células animais

O cultivo de células animais é uma importante ferramenta de pesquisa científica e biotecnológica no mundo inteiro e tem sido cada vez mais utilizado em substituição ao uso de animais de laboratório nos chamados estudos in vivo. Ao longo deste capítulo, serão apresentadas informações básicas para a compreensão dessa tão importante ferramenta de estudo para a biotecnologia, além da descrição sobre como é possível manter células em laboratório e quais as técnicas e os cuidados imprescindíveis para tal feito.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender a importância e a aplicação das diferentes técnicas de cultivo de células animais para a biotecnologia.

Identificar os diferentes tipos de culturas celulares.

Aprender como é possível cultivar células animais em laboratório.

Conhecer os cuidados necessários para o cultivo de células in vitro.

Bruno_Cap_02.indd 32

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Capítulo 9. Heranças genéticas

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Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

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Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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American Chemical Society (14)
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Capítulo 8 - Energia por transferência de elétrons

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Capítulo

8

Energia por transferência de elétrons

“Prosseguindo com esses Experimentos, quantos belos sistemas construímos, que logo nos vemos obrigados a destruir! Se não houver outro Uso para a Eletricidade, ela é, porém, algo considerável, que pode ajudar a tornar humilde um Homem vaidoso”.

Benjamin Franklin, estadista, cientista, inventor, diplomata (1706-1790)

Capítulo 8

Energia por transferência de elétrons

Esperamos que você nunca provoque o destino, fazendo uma pipa voar durante uma tempestade com uma chave amarrada na linha. Ben Franklin provavelmente nunca empinou chave também, mas ele provou que a natureza dos raios era elétrica. Como Franklin comentou, o poder da eletricidade é algo para “tornar humilde um Homem vaidoso”. Com certeza, um raio é uma das maiores exibições de energia elétrica da natureza. Você já deve ter dado um pulo com o barulho de um raio caindo. Dentro de seu corpo, uma onda de elétrons provocada pelo metabolismo celular alimentou sua resposta surpresa. Assim, um raio que cai e sua resposta fisiológica dizem respeito a processos que envolvem o fluxo de elétrons. Está claro que nosso mundo é naturalmente elétrico!

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Capítulo 5 - Água para a vida

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Capítulo

5

Água para a vida

“De todos os nossos recursos naturais, a água tornou-se o mais precioso.”

Rachel Carson, Silent Spring, Houghton Miffin Co., 1962, p. 39.

Capítulo 5

Água para a vida

203

Neeru, shouei, maima, aqua. Seja a língua em que for falada, a água é o composto mais abundante na Os cientistas procuram superfície da Terra. Imagens de satélites nos lembram que vivemos em um planeta em que oceanos, água quando buscam vida em outros planetas. rios, lagos e gelo cobrem mais de 70% da superfície. Com certeza, a água é essencial para a vida.

Embora os oceanos abriguem uma vasta quantidade de vida vegetal e animal, eles não são ami- Cientista, gáveis para com as criaturas que habitam a terra. Como Rachel Carson observou em Silent Spring, conservacionista

“A maior parte, de longe, da superfície seca da Terra é envolvida por oceanos, todavia, no meio dessa e escritora, Rachel fartura temos pouca água. Por um estranho paradoxo, a maior parte da abundante água da terra não Carson ajudou a deslanchar o movimento

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Capítulo 2 - Protegendo a camada de ozônio

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Capítulo

2

Protegendo a camada de ozônio

Ozônio Total (Unidades Dobson)

110

220

330

440

550

O “buraco” de ozônio sobre a Antártica em 2012. As áreas em roxo e azul inclinam onde o ozônio está em menor concentração. Em 22 de setembro,

2 o buraco atingiu a área máxima de 21,2 milhões de km . O recorde para o

2 buraco foi de 29,9 milhões de km em 2000.

Fonte: NASA Ozone Watch.

Capítulo 2

Protegendo a camada de ozônio

65

“Bom lá em cima, ruim aqui embaixo”. Para entender o ozônio, pense na localização. Cá embaixo, na troposfera, onde vivemos, o ozônio é um poluente que se forma sob a ação da luz solar, a partir de outros poluentes da atmosfera. Quando o Sol se põe, a geração de ozônio cessa. O ozônio presente reage rapidamente com outras substâncias e, no crepúsculo, as concentrações caem. Se o Sol não nascesse novamente, não teríamos de nos preocupar em respirar o ozônio (mas teríamos alguns outros problemas).

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Capítulo 9 - O mundo dos polímeros e plásticos

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Capítulo

9

O mundo dos polímeros e plásticos

Aranha do globo dourado e sua teia.

“A Natureza não tem um problema de objetivos. As pessoas têm.”

William McDonough e Michael Braungart, Cradle–to–Cradle, 2002.

Capítulo 9

O mundo dos polímeros e plásticos

A capa deste livro mostra a imagem de uma teia de aranha. Mas como isso se relaciona com o conteúdo do livro? As teias de aranha exemplificam as ligações complexas, tecidas em cada capítulo, entre a química e a sociedade.

Neste capítulo, entretanto, levamos a teia de aranha a uma etapa mais à frente porque ela é um exemplo de polímero natural. Para uma aranha, esse polímero tem muitas utilidades, inclusive resistência, capacidade de esticar-se e suficiente viscosidade para enredar presas. Qualquer um que tenha acidentalmente esbarrado com uma teia de aranha pode atestar essas propriedades!

Aranhas do globo, como a que aparece na fotografia que abre este capítulo, são notoriamente construtores exigentes que tecem novas teias a cada dia. A construção diária da teia poderia exaurir os recursos de que a aranha dispõe. Então, como uma aranha do globo consegue tecer tanta seda e sobreviver? É simples, ela recicla! As aranhas do globo têm a capacidade de ingerir a seda usada na teia e recuperar as matérias-primas com as quais elas são construídas. Embora os processos químicos reais não sejam totalmente compreendidos, até dois terços da teia existente são recuperadas para fazer uma nova.

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Capítulo 10 - Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

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Capítulo

10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

Uma planta medicinal antiga, a Ephedra sinica, também conhecida como ma huang (acima).

Na forma de tintura, galhos, galhos em pó e raízes secas (abaixo).

Capítulo 10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

411

Drogas. A palavra evoca esperança, alívio, medo, intriga, escândalo ou talvez somente desdém. Fármacos são substâncias que visam a prevenir, moderar ou curar doenças. A química medicinal é a ciência que trata da descoberta ou do planejamento de novos fármacos e de seu desenvolvimento em medicamentos úteis.

A farmacologia moderna tem sua origem no folclore, e a história da medicina está cheia de ervas e remédios populares. O uso de ervas, raízes, frutos silvestres e cascas para alívio de doenças pode ser traçado até a antiguidade, como está ilustrado em documentos das antigas civilizações da

China, Índia e Ásia Menor. O Rig-Veda (compilado na Índia entre 4500 e 1600 AC), um dos mais antigos repositórios da sabedoria humana, refere-se ao uso de plantas medicinais. O imperador chinês Shen Nung preparou um livro de ervas há mais de 5.000 anos, no qual descreveu uma planta chamada ma huang (agora chamada de Ephedra sinica), usada como estimulante do coração. Essa planta contém efedrina, um fármaco que examinaremos adiante neste capítulo.

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Ana Elisa Rtico Martha Regina Lucizano Garcia Rosane Lavorenti Fellet (7)
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Capítulo 5 - Anatomia e fisiologia humana

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capítulo 5

Anatomia e fisiologia humana

A anatomia e a fisiologia são consideradas ciências complexas, que descrevem muitas estruturas e sua nomenclatura específica. O conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo humano é fundamental na assistência de enfermagem. Este capítulo irá descrever as principais características e o funcionamento dos diferentes órgãos que constituem os sistemas do corpo humano, bem como as afecções relacionadas a cada um deles e as intervenções de enfermagem para guiá-lo na prática profissional.

Expectativas de aprendizagem

Identificar as estruturas e o funcionamento dos diversos sistemas.

Relacionar as alterações fisiopatológicas e de agravo à saúde nos diversos sistemas.

Identificar as diversas vias para administração de medicamentos.

Relacionar os cuidados de enfermagem de acordo com as diferentes patologias.

Aplicar os conhecimentos de anatomia e fisiologia dos órgãos e sistemas ao realizar os procedimentos de enfermagem.

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Capítulo 4 - Células e tecidos

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capítulo 4

Células e tecidos

Neste capítulo, serão abordados os tecidos que constituem o organismo humano e as células que os compõem, com destaque aos aspectos que relacionam esses temas com a prática de enfermagem. Os profissionais de enfermagem atuam em situações que envolvem o comprometimento tecidual decorrente de diferentes tipos de lesões e devem promover ações que favoreçam o processo de cicatrização e a recuperação do tecido lesado, motivo pelo qual esse tema tem grande importância para a prática da enfermagem.

Reconhecer a estrutura das células e os mecanismos de transporte celular.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os diferentes tipos de tecidos.

Relacionar o processo de divisão celular à evolução dos tumores.

Relacionar o processo de cicatrização nos diferentes tipos de lesões.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_04.indd 73

Oncogênese

Ferimentos e curativos

Fraturas, luxações e entorses

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Capítulo 1 - Microbiologia

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capítulo 1

Microbiologia

Neste capítulo, abordaremos os aspectos mais relevantes dos microrganismos e sua relação com os seres humanos, principalmente no que se refere às infecções ocasionadas por eles.

Alguns microrganismos causam graves transtornos ao homem, já outros interagem de forma benéfica. Assim, é preciso conhecê-los melhor para evitar complicações.

Identificar os microrganismos que são benéficos e aqueles que afetam a saúde.

Identificar agentes, causas e natureza das contaminações.

Identificar a importância de realizar procedimentos de enfermagem considerando os princípios de assepsia e de antissepsia, visando proteger o cliente de contaminações.

Expectativas de aprendizagem

Listar as medidas de prevenção da infecção hospitalar em unidades de internação.

Aplicar medidas assépticas aos procedimentos de enfermagem visando proteger o cliente de contaminações.

Identificar situações de risco biológico na enfermagem.

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Capítulo 3 - Imunologia

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capítulo 3

Imunologia

Este capítulo abordará a importância do sistema imunológico para a proteção do organismo contra agentes invasores. Na enfermagem, presenciamos situações que colocam as pessoas em contato direto ou indireto com os microrganismos, o que proporciona o desenvolvimento dos mecanismos de defesa. Além disso, orientamos a população em geral na prevenção de doenças e atuamos na sala de vacinação das unidades de saúde.

Identificar os componentes do sistema imunológico.

Descrever as funções do sistema imunológico.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os tipos de imunidade.

Conhecer o calendário básico de vacinação.

Identificar as técnicas de manuseio dos imunobiológicos, conservando-os de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_03.indd 55

Aspectos básicos de imunologia

Programa Nacional de Imunização

Imunologia

19/09/2014 09:43:08

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Capítulo 6 - Reprodução e desenvolvimento

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capítulo 6

Reprodução e desenvolvimento

Neste capítulo, mostraremos a importância de identificar as estruturas anatômicas e conhecer o funcionamento dos sistemas reprodutores masculino e feminino, que sofrem forte ação hormonal. Abordamos, ainda, o processo de fecundação (culminando no nascimento), enfatizando o desenvolvimento embrionário, e as fases do crescimento humano, bem como a importância de aspectos relacionados à genética humana a fim de elaborar intervenções de enfermagem pautadas no conhecimento científico.

Identificar as estruturas anatômicas do sistema reprodutor masculino e feminino.

Reconhecer as funções dos hormônios que atuam no sistema reprodutor masculino e feminino.

Expectativas de aprendizagem

Compreender como ocorre a divisão das células para a reprodução humana e o processo de fecundação.

Relacionar os métodos de planejamento familiar.

Reconhecer como ocorre o desenvolvimento embrionário.

Identificar as fases do crescimento humano em seus diferentes estágios.

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