A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

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CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

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CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

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Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

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CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Capítulo 23 - Transplante de células-tronco

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CAPÍTULO 23

Transplante de células-tronco

Tópicos-chave

QQ

Princípios do transplante de células-tronco

251

QQ

Coleta de células-tronco do sangue periférico

251

QQ

Coleta de medula óssea

251

QQ

Condicionamento mieloablativo e não mieloablativo

253

QQ

Transplante de células-tronco autólogas

254

QQ

Transplante de células-tronco alogênicas

255

QQ

Sistema de antígenos leucocitários humanos (HLA)

255

QQ

Complicações

256

QQ

Efeito enxerto versus leucemia e infusões de leucócitos do doador 261

Capítulo 23: Transplante de células-tronco  /  251

Princípios do transplante de células-tronco

O transplante de células-tronco (TCT) é um procedimento que envolve a eliminação dos sistemas hematopoético e imune de um paciente por quimioterapia e/ou irradiação e a substituição por células-tronco de outro indivíduo ou por uma porção previamente colhida de células-tronco hematopoéticas do próprio paciente (Figura 23.1). O termo engloba transplante de medula óssea (TMO), transplante de células-tronco do sangue periférico (CTSP) e transplante de células-tronco de cordão umbilical. Dependendo do tipo de doador, o TCT pode ser singênico (de gêmeo idêntico), alogênico (de outra pessoa) ou autólogo (de células-tronco do próprio paciente)

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Capítulo 29 - Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

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CAPÍTULO 29

Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Tópicos-chave

QQ

Anemia de doença crônica (ADC)

322

QQ

Problemas hematológicos no idoso

322

QQ

Doenças malignas

322

QQ

Artrite reumatoide

323

QQ

Insuficiência renal

325

QQ

Insuficiência cardíaca congestiva

326

QQ

Hepatopatia

326

QQ

Hipotireoidismo

327

QQ

Infecções

327

QQ

Monitoração inespecífica de doença sistêmica

330

322  /  Capítulo 29: Alterações hematológicas em doenças sistêmicas

Anemia de doença crônica (ADC)

Muitas das anemias vistas na prática clínica ocorrem em pacientes com doenças sistêmicas e são resultado de vários fatores contributivos. A anemia de doença crônica (também discutida na p. 37) é de fundamental importância e ocorre em pacientes com várias doenças crônicas inflamatórias e malignas (Tabela 29.1). Em geral, a velocidade de sedimentação globular (VSG) e a proteína C reativa estão elevadas.

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Aarestrup (22)
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Glossário

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Glossário

A

��

ABP – Proteí­na de ligação de androgênios; une-se à testosterona impedindo que ela seja eliminada para a luz do túbulo seminífero

Acantose (acantos = espinho/ose = aumento) – Hiperplasia da camada média nos epitélios de revestimento estratificados pavimentosos

Acetilcolina – Neurotransmissor que leva à contração da fibra muscular estriada esquelética

Ácido graxo – Ácidos carboxílicos saturados ou insaturados, de acordo com a ligação entre seus carbonos; no metabolismo lipídico, liga-se à albumina para ser redistribuído

Ácino pulmonar – Região correspondente a cada porção menor, associada in­di­vi­dualmente a um bronquíolo respiratório

Ácinos pancreá­ticos – Unidades funcionais exócrinas; são compostos por dois tipos celulares: as células acinares e as células centroacinares

Adipocitocinas – Hormônios produzidos por adipócitos; são exemplos interleucina 6 (IL-6), fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), quimiocina CC motif ligante 2 (CCL2), angiotensinogênio e adipocinas (leptina, resistina, adiponectina, visfatina e apelina)

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5 | Tecido Adiposo

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5

Tecido Adiposo

Objetivos de estudo, 92

Palavras-chave, 92

Introdução, 92

Histogênese e diferenciação funcional, 93

Tipos de tecido adiposo, 93

Resumo, 102

Autoavaliação, 102

Aarestrup 5.indd 91

26.03.12 15:57:26

92

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido adiposo

Conceituar lipoblasto e adipócito

Saber quais são os tipos de tecido adiposo

Conhecer as funções do tecido adiposo unilocular e como são desempenhadas

Identificar o tecido adiposo ao microscópio óptico e descrever suas características

Reconhecer o tecido adiposo multilocular ao microscópio e saber descrevê-lo

Saber como é a estrutura geral do estroma nos tecidos unilocular e multilocular

Saber explicar como o adipócito multilocular desempenha a função de termogênese

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

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3 | Tecido Epitelial

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3

Tecido Epitelial

Objetivos de estudo, 34

Palavras-chave, 34

Introdução, 34

Tipos de tecidos epiteliais, 35

Características gerais dos epitélios, 35

Funções gerais dos epitélios, 37

Especializações de membrana celular, 40

Epitélios de revestimento, 42

Epitélios glandulares, 53

Resumo, 64

Autoavaliação, 65

Aarestrup 3.indd 33

26.03.12 15:51:50

34

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer os tipos de tecidos epiteliais

Entender as características dos epitélios

Compreender as funções dos epitélios

Identificar as especializações de membrana visualizáveis ao microscópio óptico e reconhecer sua morfologia e função

Saber os critérios para classificação dos tecidos de revestimento e dos tecidos glandulares

Saber quais são os epitélios de revestimento, simples e estratificados, descrever histologicamente sua morfologia e identificálos em nível microscópico

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6 | Tecido Cartilaginoso

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6

Tecido Cartilaginoso

Objetivos de estudo, 104

Palavras-chave, 104

Introdução, 104

Critérios para classificação do tecido cartilaginoso, 104

Tipos de cartilagem, 105

Resumo, 117

Autoavaliação, 118

Aarestrup 6.indd 103

26.03.12 15:58:30

104

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem embrionária do tecido cartilaginoso

Saber quais são as células do parênquima do tecido cartilaginoso

Saber quais são os critérios para classificação do tecido cartilaginoso

Identificar os tipos de tecido cartilaginoso, as principais localizações e as funções de cada uma

Conhecer a estrutura histológica da cartilagem hialina e reconhecer esse tecido ao microscópio

Saber como ocorre a nutrição de cada tipo de tecido cartilaginoso

Conhecer as características histológicas da cartilagem elástica

Conhecer as características histológicas da cartilagem fibrosa

Compreender as funções e a estrutura histológica do disco intervertebral

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17 | Sistema Reprodutor Feminino

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17

Sistema Reprodutor

Feminino

Objetivos de estudo, 346

Palavras-chave, 346

Introdução, 346

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 348

Resumo, 368

Autoavaliação, 369

Aarestrup 17.indd 345

29.03.12 14:36:06

346

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Identificar a estrutura e os componentes histológicos do ovário

Conhecer as características microscópicas dos folículos ovarianos em suas diversas fases de desenvolvimento

Compreender as possíveis evoluções fisiológicas do folículo de Graaf, ao término de seu amadurecimento

Descrever microscopicamente a tuba uterina e compreender sua função

Identificar e descrever microscopicamente o útero

Reconhecer as diferenças histomorfológicas e histofisiológicas do endométrio em suas porções basal e funcional – esta

última nas fases proliferativa e secretória

Compreender o desenvolvimento placentário, conhecer seus elementos maternos e fetais e reconhecer o órgão ao microscópio

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Adilson Fransozo Maria Lucia Negreiros Fransozo (40)
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33. Chaetognatha

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CAPÍTULO 33

Chaetognatha

Luz Amelia Vega-Pérez

Apresentação geral do grupo

O filo Chaetognatha é formado por um grupo pequeno de animais marinhos filogeneticamente isolados, de corpo alongado, em forma de seta ou torpedo, transparente e de simetria bilateral marcada. O nome deriva do grego chaité, que significa “cerdas” e gnathos, “maxila”. São conhecidos como vermes-seta, em alusão à capacidade de deslocar-se com extrema velocidade.

Os quetógnatos têm um plano corporal relativamente simples, quase inva­riá­vel e com poucas estruturas internas complexas. O corpo é dividido em 3 re­giões: cabeça, tronco e cauda. São animais que apresentam dentes e ganchos ou espinhos de captura na cabeça, nadadeiras no tronco e na cauda, bem como um sistema digestório simples e completo. Porém, não possuem estruturas circulatórias, trocas gasosas ou excreção especiais. Os quetógnatos são hermafroditas protândricos com fecundação cruzada interna e desenvolvimento direto. A maioria das espécies é predadora e alimenta-se basicamente de copépodes. Estão presentes em todos os mares e oceanos, sendo sua distribuição influenciada especialmente pela temperatura e disponibilidade de alimento. Caracterizam-se por ser um dos principais componentes do zooplâncton epipelágico e apresentar maior diversidade de espécies em profundidades de 150 a 200 m e 800 a 1.000 m.

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23. Filo Nemata

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CAPÍTULO 23

Filo Nemata

Reinaldo José da Silva, Alison Carlos Wunderlich, Aline Cristina Zago,

Fábio Hideki Yamada, Heleno Brandão, Jaciara Vanessa Krüger Paes,

Lidiane Franceschini, Rodney Kozlowiski de Azevedo e Vanessa Doro Abdallah

Apresentação geral do grupo

O filo Nemata inclui um grupo muito grande de helmintos conhe­ cidos por nematoides, que são vermes não segmentados, de corpo cilíndrico e alongado e apresentam cutícula muito resistente. Sua denominação vem do grego nematos, que significa fio, e eidos, que quer dizer semelhante, forma. Entretanto, para algumas espécies, as fêmeas podem apresentar formatos cilíndricos quando grávidas, fato que pode ser observado em espécies do gênero Tetrameres.

Os nematoides são vermes cosmopolitas e, provavelmente, os animais mais abundantes do planeta, sendo conhecidas até o presente mais de 80.000 espécies, mas há relatos de que possam existir mais de um milhão de espécies. Esses animais podem ser de vida livre, sendo encontrados em água doce, salgada ou mesmo no solo. Podem ainda viver como parasitos de plantas ou animais, e até apresentar ciclos de vida com alternância de gerações, ou seja, em parte de sua existência ser organismo de vida livre e em outra, parasito.

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11. Rotifera

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CAPÍTULO 11

Rotifera

Cláu­dia Costa Bonecker, Fábio Amodêo Lansac-Tôha e Ciro Yoshio Joko

Introdução

O filo Rotifera é constituí­do por microrganismos invertebrados, pseudocelomados, não segmentados e com simetria bilateral. O comprimento dos seus in­di­ví­duos pode variar de 2 a 2.500  µm, sendo que a maioria dos organismos encontra-se na faixa de 100 a 1.000 µm.

As características que os diferenciam dos demais grupos do antigo filo Aschelminthes são duas: a coroa de cílios, estrutura normalmente em formato de funil cujas bordas são ciliadas, e o mástax, faringe ­muscular que apresenta no seu interior uma estrutura cuticular formada por uma série de peças rígidas, com função similar à de uma mandíbula, denominada trofos (Figura 11.1). O movimento sincrônico dos cílios da coroa causa a ilusão de haver uma roda na região apical dos rotíferos, sendo responsável pelo nome do filo (roti = “roda”; ferre = “ter”) (Figura 11.2).

Os rotíferos tiveram sua origem em água doce, o que explica a sua grande riqueza de táxons e abundância nesse tipo de ambiente, sendo descritos, até o momento, 2.030 táxons. Esses organismos estão presentes em uma enorme variedade de habitats aquá­ticos e semiaquá­ticos, incluindo desde grandes lagos até pequenas poças.

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9. Ctenophora

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CAPÍTULO 9

Ctenophora

Alvaro Esteves Migotto e Otto Müller Patrão de Oliveira

Apresentação geral do grupo

O filo Ctenophora é composto por cerca de 120 espécies de animais exclusivamente marinhos ou estuarinos que são formados por oito fileiras meridionais de cílios longos e fundidos, denominados ctenos, utilizados para locomoção. Além disso, os ctenóforos têm como características básicas a simetria corpórea birradial e a existência de estruturas adesivas nos tentáculos, chamados de coloblastos.

Classificação e características diagnósticas de cada subfilo ou classe

Tradicionalmente, o filo é dividido em duas classes: Tentaculata, que inclui os ctenóforos com tentáculos, e Nuda, que agrupa os não tentaculados. Uma proposta recente divide o filo nas classes

Typhlocoela e Cyclocoela, sendo a existência de um canal circular ao redor da boca a característica distintiva das espécies presentes na segunda classe. Como existem evidências de que ambas as classificações não são naturais, além da ausência de uma proposta robusta de filogenia do grupo, adotamos aqui o modelo tradicional

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36. Chordata

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CAPÍTULO 36

Chordata

Seção A | Tunicata

Rosana Moreira da Rocha e Luz Amelia Vega-Pérez

Apresentação geral do grupo

Tunicados são animais exclusivamente marinhos cuja característica mais marcante é a existência de um tecido vivo externo à epiderme, o qual recobre todo o corpo do animal, conhecido como túnica. Os tunicados podem tanto viver aderidos a um substrato quanto ser livre-natantes. Apresentam hábito colonial ou solitário e modos reprodutivos muito variados, o que resulta em grande diversificação (Figura 36.1). Atualmente, são conhecidas aproximadamente 3.000 espécies neste grupo.

Sendo cordados, os tunicados apresentam as apomorfias encontradas nos demais cordados: notocorda, tubo nervoso dorsal, cauda pós-anal e endóstilo (estrutura que deu origem à tireoide

nos vertebrados). Como nesses animais a notocorda e o tubo nervoso dorsal estão associados à cauda, o grupo também é conhecido pelo nome Urochordata (do grego, ourá, âs = “cauda”, “rabo”), mas o termo Tunicata foi proposto anteriormente e é o que deve ser utilizado. Nos grupos em que a cauda desaparece durante a metamorfose, os adultos não apresentam nem a notocorda, nem o tubo nervoso dorsal, restando apenas o gânglio nervoso dorsal.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

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14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Capítulo 13. Combinando regressão e ANOVA: Previsores quantitativos e categóricos

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13

COMBINANDO REGRESSÃO

E ANOVA: PREVISORES

QUANTITATIVOS E CATEGÓRICOS

O Capítulo 11 introduziu a regressão múltipla para analisar o relacionamento entre uma variável resposta quantitativa e variáveis explicativas quantitativas. O Capítulo

12 mostrou que a regressão múltipla pode também lidar com variáveis explicativas categóricas, como na análise de variância com variáveis auxiliares. Não surpreendentemente, a regressão múltipla pode também lidar simultaneamente com variáveis explicativas categóricas e quantitativas. O modelo combina elementos da análise de regressão comum, para a qual os previsores são categóricos.

Controlando uma covariável

A ANOVA de um fator compara a média da variável resposta para vários grupos. A

ANOVA de dois fatores compara as médias enquanto controla outra variável categórica. Em muitas aplicações, é útil comparar as médias enquanto controlamos uma variável quantitativa. Por exemplo, na comparação da renda média de homens e mulheres, podemos controlar os diferentes níveis de experiência no trabalho entre homens e mulheres. A variável controle quantitativa é chamada de covariável. O uso da regressão para esse tipo de comparação é geralmente chamado de análise de covariância. Essa é uma das muitas contribuições estatísticas de Ronald A. Fisher, um brilhante estatístico britânico.

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Capítulo 7. Comparação de dois grupos

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7

COMPARAÇÃO DE DOIS GRUPOS

A comparação de dois grupos é um tipo muito comum de análise nas ciências sociais e comportamentais. Um estudo pode comparar a renda média para homens e mulheres que têm empregos e experiências similares. Outro estudo pode comparar a proporção de norte-americanos e canadenses que são a favor de leis de controle de armas de fogo. As médias são comparadas para as variáveis quantitativas e as proporções para as variáveis categóricas.

A Seção 7.1 introduz alguns conceitos básicos para a comparação de grupos.

A Seção 7.2 ilustra esses conceitos para a comparação de proporções, e a Seção 7.3 para a comparação de médias. O restante do capítulo mostra alguns métodos alternativos úteis para casos especiais.

7.1 PRELIMINARES DA

COMPARAÇÃO DE GRUPOS

As mulheres tendem a gastar mais tempo nas tarefas de casa do que os homens?

Se for assim, quanto tempo mais? Na

Grã-Bretanha em 2005, a Time Use Sur1 vey estudou como uma amostra aleatória de britânicos passava o seu tempo em um dia típico. Para aqueles que disseram que trabalhavam o dia todo, a Tabela 7.1 relata a média e o desvio padrão do número médio relatado de minutos gastos por dia cozinhando e limpando. Usamos a Tabela

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Apêndice A. Análise estatística com o SPSS e SAS

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APÊNDICE A

Análise estatística com o SPSS e SAS

Os principais pacotes estatísticos apresentam procedimentos para quase todos os métodos apresentados neste texto. Este apêndice ilustra o uso de softwares para esses métodos.

Como não há espaço suficiente para discutir todos os principais pacotes, o foco será então sobre o SPSS e o SAS. Discutiremos basicamente o uso do software em vez da grande variedade de opções fornecidas pelo procedimento. Para facilitar a orientação, tanto o material para o SAS quanto para o SPSS estão organizados pelos capítulos que foram apresentados no texto. Os arquivos de dados completos dos exemplos e exercícios que requerem grandes conjuntos de dados estão disponíveis em www.grupoa.com.br.

INTRODUÇÃO AO SPSS

O SPSS para Windows tem uma interface gráfica que torna a utilização dos procedimentos estatísticos bastante simples. Nesse ambiente o SPSS fornece menus e caixas de diálogos para evitar que você tenha que utilizar código para realizar uma análise.

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Capítulo 8. Analisando a associação entre as variáveis categóricas

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8

ANALISANDO A ASSOCIAÇÃO

ENTRE AS VARIÁVEIS

CATEGÓRICAS

Lembre que dissemos que existe uma associação entre duas variáveis se a distribuição da variável resposta muda de alguma forma à medida que a variável explicativa muda. Na comparação de dois grupos, existe uma associação se as médias da população ou proporções da população diferirem entre os grupos.

Este capítulo apresenta métodos para detectar e descrever associações entre duas variáveis categóricas. Os métodos deste capítulo nos ajudam a responder a uma pergunta como: “Existe alguma associação entre felicidade e religiosidade?”. Os métodos do Capítulo 7 para comparar duas proporções são casos especiais daqueles considerados aqui nos quais ambas as variáveis têm somente duas categorias.

A Seção 8.1 introduz a terminologia para análise de dados categóricos e define a independência estatística, um tipo de falta de associação. A Seção 8.2 apresenta um teste de significância para determinar se duas variáveis categóricas estão associadas, e a Seção 8.3 segue com esse teste com uma análise dos resíduos que descreve a natureza da associação.

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Alaor Chaves J F Sampaio (13)
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5. Movimento no Plano e no Espaço

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5

Movimento no Plano e no Espaço

Seção 5.1 Descrição vetorial do movimento, 90

Seção 5.2 Um exemplo ilustrativo: movimento circular uniforme, 91

Seção 5.3 Movimento circular não-uniforme (Opcional), 93

Seção 5.4 Movimento de um projétil, 95

Seção 5.5 Alcance de um projétil, 98

Seção 5.6 Movimento relativo no espaço, 101

Problemas, 104

Respostas dos exercícios, 105

Respostas dos problemas, 105

Chaves FB_ME_05.indd 89

11/12/2006 16:25:32

90

Física Básica

Mecânica

Seção 5.1 Descrição vetorial do movimento

O conceito de vetores e a notação vetorial, apresentados no Capítulo 4 (Vetores), simplificam muito significativamente o estudo do movimento não-retilíneo, ou seja, o movimento em um plano ou, no caso mais geral, no espaço tridimensional. A notação fica muito mais compacta e os cálculos ficam mais simples. Em um dado sistema de coordenadas, a posição de uma partícula é definida pelo seu vetor posição r, ou seja, o vetor que vai da origem das coordenadas até o ponto ocupado pela partícula. Exatamente por esta razão, adiamos o estudo do movimento nessas condições gerais para este momento, quando já sabemos lidar com vetores. Consideremos uma partícula movendo-se sobre uma curva. Suas posições nos instantes t e t + Δt são respectivamente r(t) e r(t + Δt). Seu deslocamento no intervalo de tempo Δt é Δr, e nesse intervalo de tempo sua velocidade (de agora em diante, o termo velocidade significará velocidade vetorial) média será vº

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4. Vetores

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4

Vetores

Seção 4.1 Introdução, 66

Seção 4.2 Vetores, 66

Seção 4.3 Operações com vetores — método geométrico, 67

Seção 4.4 Representação analítica de vetores, 70

Seção 4.5 Produto escalar de vetores, 74

Seção 4.6 Produto vetorial de vetores, 78

Seção 4.7 Porque o produto vetorial é um pseudovetor, 80

Seção 4.8 Produto misto de vetores, 82

Seção 4.9 O que é a isotropia do espaço, 83

Seção 4.10 Caráter tensorial das grandezas físicas, 84

Seção 4.11 Esquerdo e direito são equivalentes?, 85

Problemas, 86

Respostas dos exercícios, 87

Respostas dos problemas, 88

Chaves FB_ME_04.indd 65

11/12/2006 16:24:29

66

Física Básica

Mecânica

Seção 4.1 Introdução

As entidades mensuráveis que aparecem nas leis físicas são denominadas grandezas físicas

Como vimos no Capítulo 2 (Medidas), a física lida com grandezas, ou seja, entidades quantificáveis. As leis físicas são expressas por equações matemáticas que relacionam entre si diferentes grandezas. Tais grandezas comparecem também nas equações envolvidas em nossos cálculos e análises matemáticas, com os quais exploramos os fenômenos decorrentes das leis físicas. Não sabemos quantificar odor, sabor, emoções, conceitos éticos e estéticos etc. Por isso, não conseguimos formular leis físicas que envolvam tais entidades e, em conseqüência elas não são encontradas nas equações da física. As entidades mensuráveis que aparecem nas leis físicas são denominadas grandezas físicas. Comprimento, massa, velocidade, força, pressão e temperatura são algumas das grandezas físicas. Neste capítulo, identificaremos outros atributos essenciais para que uma entidade seja qualificada como grandeza física. Veremos que ser quantificável é condição necessária mas não suficiente para que uma entidade possa ser considerada uma grandeza física.

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10. Rotações

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10

Rotações

O movimento pode ser muito complexo, 212

Corpo rígido e seus graus de liberdade, 212

Representação vetorial das rotações, 213

Velocidade e aceleração angulares, 215

Trabalho no deslocamento angular – definição de torque, 218

Momento angular, 224

Momento angular em movimento circular uniforme, 226

Momento angular de um corpo rígido – momento de inércia, 226

Seção 10.9 Eixo balanceado (opcional), 230

Seção 10.10 Energia cinética, 230

Seção 10.11 Conservação do momento angular, 231

Seção 10.12 Fenômenos decorrentes da conservação do momento angular, 234

Seção 10.13 Equilíbrio, 236

Seção 10.14 Movimento externo e movimento interno, 240

Seção 10.15 Rolamento (opcional), 242

Seção 10.16 Grandezas análogas de translação e rotação, 246

Seção 10.17 Quantização do momento angular, 246

Seção 10.18 Cálculo do momento de inércia de alguns corpos

(opcional), 247

Seção 10.19 Teorema dos eixos paralelos (opcional), 248

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11. Oscilador Harmônico

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11

Oscilador

Harmônico

Seção 11.1 Movimento harmônico simples, 256

Seção 11.2 Oscilador harmônico simples, 257

Seção 11.3 Exemplos de oscilador harmônico simples, 259

Seção 11.4 Relações de energia no oscilador harmônico, 265

Seção 11.5 Oscilador harmônico amortecido, 268

Seção 11.6 Oscilador forçado e ressonância, 270

Problemas, 274

Respostas dos exercícios, 275

Respostas dos problemas, 275

Chaves FB_ME_11.indd 255

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256

Mecânica

Física Básica

Seção 11.1 Movimento harmônico simples

Movimento harmônico simples (mhs) é o movimento da projeção em um dado eixo de uma partícula em movimento circular uniforme

A Natureza apresenta inúmeros exemplos de movimentos periódicos, ou seja, movimentos que se repetem em ciclos. Exemplos notáveis são o movimento da Terra e dos outros planetas em torno do Sol, o movimento de rotação da Terra em torno do seu eixo, o movimento de um pêndulo etc. Por isso, o estudo dos movimentos periódicos tem grande importância na física.

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2. Medidas

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2

Medidas

Seção 2.1 Quantificação de grandezas, 20

Seção 2.2 Grandezas fundamentais e grandezas derivadas, 21

Seção 2.3 Análise dimensional, 22

Seção 2.4 Definição operacional de uma grandeza, 23

Seção 2.5 Notação exponencial, 24

Seção 2.6 Ordem de grandeza, 24

Seção 2.7 Erros e algarismos significativos, 27

Seção 2.8 Operações com números que contêm erros, 28

Seção 2.9 Estimativas, 30

Problemas, 34

Respostas dos exercícios, 35

Respostas dos problemas, 35

Chaves FB_ME_02.indd 19

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20

Física Básica

Mecânica

Seção 2.1 Quantificação de grandezas

Sistema métrico ou sistema MKS, foi o primeiro sistema de unidades de grandezas físicas, criado em

1792 pela Academia de Ciências da França. Posteriormente, foi adotado, com aperfeiçoamentos, por muitos países e denominado

Sistema Internacional (SI)

A física lida com grandezas, ou seja, coisas que podem ser quantificadas. Quantificar uma grandeza significa atribuir-lhe um valor com base no qual possamos dizer se essa grandeza é menor, igual ou maior que outra. Obviamente, relações do tipo menor, igual ou maior só se aplicam entre grandezas da mesma natureza. Por exemplo, não há como fazer comparação entre um dado comprimento e um intervalo de tempo. Podemos dizer que um comprimento é maior que outro, mas não que é maior que um certo intervalo de tempo. As relações entre grandezas de igual natureza podem ser expressas em forma matemática — ou seja, podemos dizer que uma grandeza é x vezes (10; 5,25; ou 0,31 vezes) o valor da outra. Isso sugere imediatamente que as grandezas sejam quantificadas em termos de uma grandeza padrão da sua natureza, previamente escolhida como unidade. Como exemplo, tomemos o comprimento (ou, de modo equivalente, a distância), provavelmente a primeira grandeza a ser objeto de medida e quantificação. Muito cedo a humanidade precisou quantificar as distâncias envolvidas em seus itinerários, e para isso adotou unidades como estádio, milha, milha marítima, légua, jornada e outras. Essas unidades itinerárias eram definidas de maneira imprecisa e às vezes variável de um local para outro. A milha romana valia 1000 passos. Mais tarde, para medição de campos de cultivo agrícola, de obras arquitetônicas e artefatos diversos, foram surgindo unidades menores e mais precisas, em enorme variedade: polegada (0,0254 m), palmo (0,220 m), pé (0,3048 m), cúbito (0,45 m), jarda

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