A Victor Hoffbrand Paul A H Moss (32)
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Capítulo 16 - Mielodisplasia

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Mielodisplasia

Tópicos-chave

QQ

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

178

QQ

Classificação

179

QQ

Achados laboratoriais

180

QQ

Tratamento

182

QQ

Neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

184

178  /  Capítulo 16: Mielodisplasia

Mielodisplasia (síndromes mielodisplásicas, SMD)

Patogênese

É um grupo de distúrbios clonais das células-tronco hematopoéticas, caracterizados por insuficiência progressiva da medula óssea com alterações displásicas em uma ou mais linhagens celulares (Tabela 16.1). Um aspecto fundamental dessas doenças é a proliferação e a apoptose simultâneas de células hematopoéticas (hematopoese ineficaz), provocando o paradoxo de medula hipercelular com pancitopenia no sangue periférico. Há uma tendência à progressão para leucemia mieloide aguda (LMA), embora a morte ocorra com frequência antes que ela se desenvolva.

Na maioria dos casos, a doença é primária, porém, em uma significativa proporção de pacientes, é secundária à quimioterapia e/ou à radioterapia utilizadas previamente como tratamento de outra doença maligna. Este último tipo é denominado SMD relacionada à terapia (SMD-t) e, atualmente, é classificado com a LMA relacionada à terapia.

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Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

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Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Aarestrup (22)
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Medium 9788527720588

4 | Tecido Conjuntivo Propriamente Dito

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

4

Tecido Conjuntivo

Propriamente Dito

Objetivos de estudo, 68

Palavras-chave, 68

Introdução, 68

Variedades de tecido conjuntivo, 68

Tecido conjuntivo propriamente dito, 71

Resumo, 88

Autoavaliação, 89

Aarestrup 4.indd 67

26.03.12 15:53:59

68

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos conjuntivos

Conhecer os tipos de tecido conjuntivo embrionário (mesênquima e mucoso), propriamente dito (frouxo, denso não modelado, denso modelado, elástico e re­ticular) e os especiais (ósseo, cartilaginoso, adiposo, hematopoé­tico/sangue)

Saber quais são e compreender as funções do tecido conjuntivo propriamente dito

Saber quais são os componentes celulares e extracelulares do tecido conjuntivo propriamente dito

Conhecer a histomorfologia e as funções das células fixas do tecido conjuntivo

Identificar ao microscópio óptico as fibras colágenas (em colorações de rotina), as fibras elásticas e as fibras re­ticulares (em preparos histoquí­micos), observando a diferença de formato e de diâ­me­tro entre elas

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1 | Histologia e Processamento Histológico

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1

Histologia e

Processamento

Histológico

Objetivos de estudo, 4

Palavras-chave, 4

Introdução, 4

Histologia | Conceito e objeto de estudo, 6

Obtenção da amostra de tecido para estudo microscópico, 6

Acondicionamento e identificação da amostra, 8

Processamento histológico de rotina, 9

Processamentos histológicos especiais e técnicas auxiliares, 14

Artefatos, 18

Identificação, transporte e arquivamento da lâmina histológica, 18

Resumo, 19

Autoavaliação, 20

Aarestrup 1.indd 3

26.03.12 15:49:56

4

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a história da histologia e seu estabelecimento como ciência

Entender o conceito de histologia

Saber o que é o processamento histológico e quais são as suas etapas

Identificar os objetivos das fases do processamento histológico, bem como o material utilizado na rotina em cada uma

Conhecer as técnicas básicas de obtenção de material para se estudar ao microscópio

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16 | Sistema Urinário

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

16

Sistema Urinário

Objetivos de estudo, 322

Palavras-chave, 322

Introdução, 322

Caracterização histofisiológica dos órgãos, 324

Resumo, 342

Autoavaliação, 343

Aarestrup 16.indd 321

27.03.12 14:06:26

322

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer as funções básicas do sistema urinário

Reconhecer a estrutura geral do rim

Identificar, ao microscópio óptico, as divisões do rim e os elementos histológicos presentes em cada região

Reconhecer e descrever histologicamente, ao microscópio óptico, o cor­púsculo renal e seus componentes

Conceituar e conhecer os elementos que formam a barreira de filtração glomerular

Diferenciar, microscopicamente e funcionalmente, o túbulo contorcido proximal e o túbulo contorcido distal

Reconhecer e descrever histologicamente as porções delgada e espessa da alça de Henle ao microscópio óptico, bem como a função de cada uma em suas porções ascendente e descendente

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11 | Sistema Circulatório

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

11

Sistema Circulatório

Objetivos de estudo, 192

Palavras-chave, 192

Introdução, 192

Caracterização histológica do sistema circulatório, 193

Resumo, 206

Autoavaliação, 207

Aarestrup 11.indd 191

26.03.12 16:29:32

192

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem embrionária do sistema circulatório

Identificar os tipos de vasos sanguí­neos e linfáticos

Estabelecer as características gerais de cada túnica que constitui a parede dos vasos

Descrever e reconhecer os vasos sanguí­neos ao microscópio óptico, em seus diferentes calibres, destacando as par­ticularidades de cada um

Compreender a estrutura histológica dos capilares e vasos linfáticos

Conhecer e descrever histologicamente as camadas do coração

Conhecer a morfologia dos diversos tipos de fibra cardía­ca

Correlacionar o conhecimento histológico referente ao sistema circulatório com suas principais associações clínicas

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7 | Tecido Ósseo

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

7

Tecido Ósseo

Objetivos de estudo, 120

Palavras-chave, 120

Introdução, 120

Localização, 121

Funções, 121

Componentes histológicos, 121

Vascularização do tecido ósseo, 126

Interação celular, modelamento e remodelamento, 127

Tipos de osso, 129

Osteogênese, 130

Resumo, 134

Autoavaliação, 134

Aarestrup 7.indd 119

26.03.12 16:00:36

120

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer a origem mesenquimal do tecido ósseo

Saber quais são as células do parênquima ósseo e que elas apresentam linhagens diferentes

Reconhecer as células ósseas ao microscópio óptico, em cortes desmineralizados, e saber descrevê-las histologicamente

Saber os componentes e as funções das porções orgânica e inorgânica da matriz extracelular

Entender como ocorre a vascularização óssea através das membranas e dos sistemas de canais

Reconhecer o ósteon e seus elementos ao microscópio óptico, em cortes preparados por desgaste, e descrevê-lo histologicamente

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Adilson Fransozo Maria Lucia Negreiros Fransozo (40)
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39. Introdução de Espécies Exóticas e suas Implicações

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 39

Introdução de Espécies Exóticas e suas Implicações

Valter José Cobo e Rogério Caetano da Costa

Caracterização

O mundo dos animais é marcado por inúmeras barreiras naturais, as quais determinam os limites da sua distribuição ecológica e, por conse­quência, geográfica. O estabelecimento dessas barreiras parece acompanhar o desenvolvimento desses animais durante o tempo evolutivo, atuando, provavelmente, também como um agente de seleção, além de contribuir, desse modo, para o surgimento e a manutenção da biodiversidade.

Espécie exótica, alienígena, não nativa, não indígena, invasora ou ainda indesejável são exemplos de bioinvasão ou poluição biológica, que caracterizam grande variedade da nomenclatura sobre este assunto. De acordo com a Convenção da Diversidade Biológica (CDB) (Lopes et al., 2009) sobre a bioinvasão, espécie exótica

é definida como todos aqueles organismos encontrados além da própria ­área de distribuição original e que podem amea­çar ecossistemas, habitats e outras espécies.

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26. TardigradaF

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 26

Tardigrada

F

Clélia Cavalcanti da Rocha e Edivaldo Lima Gomes Júnior

Apresentação geral do grupo

O primeiro registro científico da existência dos tardígrados foi feito por J. A. E. Göeze em 1773, que os chamou de “ursinhos d’água”, termo que se tornou o nome vulgar para estes animais nos paí­ses de língua inglesa (water bears). Em 1776, Spallanzani criou o termo “il Tardigrado” (do latim, tardus = “lento”; gradus = “passo”) para distingui-los, devido aos seus movimentos lentos. Somente foram reconhecidos como táxon em 1840, por Doyère. Chegaram a ser agrupados com os Infusoria, Anellida e Arthropoda, até Ramazzotti, em 1962, considerar o grupo como um filo animal distinto dos demais.

Tardígrados são micrometazoá­rios de simetria bilateral que medem entre 50 µm e 1,2 mm, com algumas poucas exceções (exemplares do gênero Milnesium podem atingir 1,7 mm). Seu corpo, geralmente em forma de barril, é convexo na parte dorsal e achatado na parte ventral, recoberto por cutícula quitinosa e dividido meio indistintamente em um segmento cefálico, um tronco (3 segmentos) e um segmento caudal. Na região lateral de cada segmento do tronco há um par de patas, e no segmento caudal existe um par de patas direcionadas para a região posterior do corpo, totalizando

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25. Onychophora

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CAPÍTULO 25

Onychophora

Alexandre Vasconcellos e Waltécio de Oliveira Almeida

Apresentação geral do grupo

Os onicóforos atuais compreendem um grupo de invertebrados terrestres de corpo mole e aparência aveludada, com tamanho variando de 2,5 a 20 cm de comprimento. Ainda são bem semelhantes aos fósseis do Cambriano e geralmente difíceis de serem encontrados nos ecossistemas em que vivem. A primeira espécie de Onychophora foi descrita para as Antilhas, em 1826, pelo reverendo britânico Lansdown Guilding (1797-1831). O exemplar foi descrito como um molusco, um tipo de lesma com pernas. Quando vivos, os onicóforos são mais facilmente confundidos com lagartas ou miriápodes, devido à presença de vários pares de pernas ao longo do seu corpo (Figura 25.1). No entanto, a existência de pernas não articuladas (lobópodes), com duas garras distais, demons­tra a singularidade morfológica destes organismos, características es-

sas que foram utilizadas na redescrição desses animais em 1853 pelo zoólogo alemão Adolph Eduard Grube (1812-1880). O nome

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17. Filo Phoronida

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CAPÍTULO 17

Filo Phoronida

Laís V. Ramalho

Apresentação geral do grupo

Phoronida é um pequeno filo de invertebrados exclusivamente marinhos, que, junto com Bryozoa e Brachiopoda, constitui o grupo dos Lofoforados. Os foronídeos são animais solitários e vivem dentro de tubos quitinizados enterrados no substrato mole ou cimentados em rochas ou conchas. São encontrados desde o intertidal até profundidades de 400 m, e sua distribuição geográfica é ampla – em todos os oceanos, exceto mares polares. As espécies de foronídeos são caracterizadas por terem um lofóforo em forma de ferradura, formado por uma fila dupla de tentáculos ciliados ocos que abriga o sulco alimentar e a boca em forma de fenda.

O ânus está localizado fora da coroa de tentáculos. Os foronídeos apresentam um padrão geral de forma primitiva, com a maioria dos seus sistemas estruturados de modo arcaico. O trato digestório neste grupo é simples e em forma de U. Eles dispõem de um sistema circulatório complexo, fechado, formado por vasos contráteis, com sangue e hemoglobina. O sistema excretor é constituí­do por protonefrídios na fase larval e metanefrídios na fase adulta. Os foronídeos se reproduzem assexuadamente por fissão transversa e sexuadamente produzindo larvas livre-natantes.

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10. Platyhelminthes e Acoelomorpha

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Platyhelminthes e Acoelomorpha

Ana Maria Leal-Zanchet e Suzana Bencke Amato

Apresentação geral do grupo

Os platelmintos são acelomados, triploblásticos, de simetria bilateral. Com o desenvolvimento de simetria bilateral, eles passaram a apresentar cefalização, com sistema nervoso constituí­do de um par de gânglios cerebrais anteriores e cordões nervosos longitudinais. A maioria é hermafrodita e apresenta sistema reprodutor complexo. Os platelmintos possuem sistema digestório incompleto, sem ânus, e não apresentam sistemas respiratório e circulatório.

A epiderme dos platelmintos geralmente é constituí­da por epitélio cilíndrico simples ciliado. Devido à ausência de celoma, o corpo é preenchido, entre a epiderme e os órgãos internos, por tecido conjuntivo frouxo contendo células totipotentes (neoblastos), comumente denominado parênquima (ou mesênquima). Nesse tecido conjuntivo encontram-se alojadas estruturas de origem epitelial

(glândulas unicelulares), ­muscular (­musculaturas subepidérmica e mesenquimática) e nervosa (órgãos sensoriais e gânglios e cordões nervosos). Existem mais de 15.000 espécies descritas, sendo a maioria de hábito parasitário. Espécimes de vida livre apresentam, em geral, tamanho corporal pequeno (menos de 1 mm de comprimento), mas alguns podem chegar a ter mais de 30 cm de comprimento. Algumas espécies parasitas, como Diphyllobothrium latum e as tênias Taenia solium e Taenia saginata, podem ter vários metros de comprimento.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Medium 9788563899576

Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Capítulo 11. Regressão múltipla e correlação

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

11

REGRESSÃO MÚLTIPLA E

CORRELAÇÃO

O Capítulo 9 introduziu a modelagem por regressão do relacionamento entre duas variáveis quantitativas. Relacionamentos multivariados requerem modelos mais complexos contendo muitas variáveis explicativas. Algumas delas podem ser previsoras de interesse teórico e algumas podem ser variáveis controle.

Para prever y ϭ GPA na universidade,

é sensato usar vários previsores no mesmo modelo. As possibilidades incluem x1 ϭ

GPA do ensino médio, x2 ϭ escore do exame de admissão de matemática da faculdade, x3 ϭ escore do exame de admissão em língua da faculdade e x4 ϭ avaliação do orientador educacional do ensino médio.

Este capítulo apresenta modelos para o relacionamento entre uma variável resposta y e um grupo de variáveis explicativas.

Um modelo multivariado fornece previsões melhores de y do que um modelo com uma única variável explicativa. Tal modelo pode analisar, também, os relacionamentos entre variáveis enquanto controla outras variáveis. Isto é importante porque o Capítulo 10 mostrou que, após controlar uma variável, uma associação pode parecer bem diferente do que quando a variável é ignorada. Portanto, este modelo fornece informação não disponível com modelos simples que analisam somente duas variáveis de uma vez.

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Medium 9788563899576

Capítulo 6. Inferência estatística: Testes de sgnificância

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

6

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

TESTES DE SIGNIFICÂNCIA

O objetivo de muitos estudos é verificar se os dados concordam com certas previsões.

As previsões geralmente resultam da teoria que leva à pesquisa. Essas previsões são hipóteses sobre a população em estudo.

Hipótese

Na estatística, uma hipótese é uma afirmação sobre a população. Ela é geralmente uma previsão na qual um parâmetro que descreve uma característica de uma variável assume um valor numérico particular ou está em certo intervalo de valores.

Exemplos de hipóteses são os seguintes:

“Para prestadores de serviço, a renda média é a mesma tanto para mulheres quanto para homens”, “Não existe diferença em termos probabilísticos entre Democratas e

Republicanos em relação ao voto seguindo a liderança do seu partido” e “A metade ou mais dos adultos canadenses está satisfeita com seu serviço nacional de saúde”.

Um teste de significância usa dados para resumir a evidência sobre uma hipótese, comparando as estimativas por pontos dos parâmetros aos valores previstos pela hipótese. O seguinte exemplo ilustra os conceitos por trás dos testes de significância.

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Medium 9788563899576

Capítulo 5. Inferência estatística: Estimação

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

5

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

ESTIMAÇÃO

Este capítulo mostra como usar os dados amostrais para estimar os parâmetros da população. Com variáveis quantitativas estimamos a média da população. Um estudo que trata de assuntos do sistema de saúde, por exemplo, pode estimar os parâmetros da população como a quantia média de dinheiro gasta em medicamentos prescritos durante o último ano e o número médio de visitas ao médico. Com variáveis categóricas, estimamos as proporções da população para as categorias. O estudo do sistema de saúde pode estimar as proporções das pessoas que (têm, não têm) seguro de saúde e as proporções que (estão satisfeitas, não estão satisfeitas) com seu plano de saúde.

Inicialmente aprenderemos sobre dois tipos de estimativas dos parâmetros. Após, nas Seções 5.2 e 5.3, as aplicaremos às médias e proporções da população. A Seção

5.4 encontra o tamanho da amostra necessário para alcançar a precisão desejada da estimativa. A Seção 5.5 discute a estimativa da mediana e de outros parâmetros.

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Medium 9788563899576

Capítulo 4. Distribuições de probabilidade

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

4

DISTRIBUIÇÕES DE

PROBABILIDADE

Comparada à maioria das ciências matemáticas, a estatística é recente. A maioria dos métodos discutidos neste livro foi desenvolvida no século passado. Ao contrário, a probabilidade, o assunto deste capítulo, tem uma longa história. Por exemplo, os matemáticos usavam a probabilidade na França no século XVII para avaliar as várias estratégias de jogo. A probabilidade

é um assunto altamente desenvolvido, mas este capítulo limita sua atenção ao básico de que iremos necessitar para a inferência estatística.

Após uma breve introdução à probabilidade na Seção 4.1, as Seções 4.2 e 4.3 apresentam as distribuições de probabilidade, as quais fornecem probabilidades para todos os resultados possíveis de uma variável. A distribuição normal, descrita por uma curva em forma de sino, é a distribuição de probabilidade mais importante para a análise estatística. As Seções 4.4 e

4.5 introduzem a distribuição amostral, um tipo de distribuição de probabilidade de fundamental importância para a inferência estatística. Ela nos permite prever quão próximo a média amostral está da média da população. Veremos que a razão principal para a importância da distribuição normal é o resultado notável de que as distribuições amostrais apresentam, em geral, a forma de sino, isto é, tendem a normal.

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Alaor Chaves J F Sampaio (13)
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Medium 9788521615491

5. Movimento no Plano e no Espaço

Alaor Chaves, J. F. Sampaio Grupo Gen PDF Criptografado

5

Movimento no Plano e no Espaço

Seção 5.1 Descrição vetorial do movimento, 90

Seção 5.2 Um exemplo ilustrativo: movimento circular uniforme, 91

Seção 5.3 Movimento circular não-uniforme (Opcional), 93

Seção 5.4 Movimento de um projétil, 95

Seção 5.5 Alcance de um projétil, 98

Seção 5.6 Movimento relativo no espaço, 101

Problemas, 104

Respostas dos exercícios, 105

Respostas dos problemas, 105

Chaves FB_ME_05.indd 89

11/12/2006 16:25:32

90

Física Básica

Mecânica

Seção 5.1 Descrição vetorial do movimento

O conceito de vetores e a notação vetorial, apresentados no Capítulo 4 (Vetores), simplificam muito significativamente o estudo do movimento não-retilíneo, ou seja, o movimento em um plano ou, no caso mais geral, no espaço tridimensional. A notação fica muito mais compacta e os cálculos ficam mais simples. Em um dado sistema de coordenadas, a posição de uma partícula é definida pelo seu vetor posição r, ou seja, o vetor que vai da origem das coordenadas até o ponto ocupado pela partícula. Exatamente por esta razão, adiamos o estudo do movimento nessas condições gerais para este momento, quando já sabemos lidar com vetores. Consideremos uma partícula movendo-se sobre uma curva. Suas posições nos instantes t e t + Δt são respectivamente r(t) e r(t + Δt). Seu deslocamento no intervalo de tempo Δt é Δr, e nesse intervalo de tempo sua velocidade (de agora em diante, o termo velocidade significará velocidade vetorial) média será vº

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Medium 9788521615491

12. Gravitação

Alaor Chaves, J. F. Sampaio Grupo Gen PDF Criptografado

12

Gravitação

Um pouco da história, 278

Formulação matemática da lei da gravitação, 279

Experiência de Cavendish, 280

Energia potencial gravitacional de um sistema de partículas, 281

Seção 12.5 Interação entre uma partícula e uma casca esférica, 284

Seção 12.6 Auto-energia gravitacional de um corpo, 288

Seção 12.7 Campo gravitacional, 289

Seção 12.8 As leis de Kepler, 289

Seção 12.9 Órbitas circulares, 292

Seção 12.10 Órbitas geossincronizadas, 294

Seção 12.11 Velocidade de escape, 294

Seção 12.12 Limite de validade da lei da gravitação de Newton, 295

Seção 12.13 As quatro forças, 296

Problemas, 297

Respostas dos exercícios, 298

Respostas dos problemas, 298

Seção 12.1

Seção 12.2

Seção 12.3

Seção 12.4

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Física Básica

Mecânica

Seção 12.1 Um pouco da história

Universalidade das leis naturais.

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9. Colisões

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9

Colisões

Seção 9.1 O que é colisão, 198

Seção 9.2 Leis de conservação e colisões, 198

Seção 9.3 Colisões em uma dimensão, 200

Seção 9.4 Colisões elásticas em duas dimensões (opcional), 206

Problemas, 208

Respostas dos exercícios, 209

Respostas dos problemas, 210

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Física Básica

Mecânica

Seção 9.1 O que é colisão

Uma colisão é uma interação com duração limitada entre dois ou mais corpos. O choque entre duas bolas de sinuca é um exemplo de colisão. As bolas se aproximam uma da outra, interagem fortemente entre si durante o choque e em seguida se afastam. Neste caso, o termo colisão tem o mesmo significado que na linguagem comum. Em outras situações, entretanto, o termo colisão tem em física significado distinto do que se entende no dia-a-dia. Se um meteoro vindo de um ponto distante se aproxima da Terra e depois se afasta da sua influência, a interação temporária entre o meteoro e a Terra é, em física, também chamada colisão. Não se requer que haja um contato entre os dois corpos nem que a interação dure muito pouco.

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8. Conservação do Momento

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8

Conservação do Momento

Seção 8.1 Introdução, 170

Seção 8.2 O momento linear, 170

Seção 8.3 Sistema de duas partículas, 172

Seção 8.4 Sistemas com um número qualquer de partículas, 177

Seção 8.5 Sistema de partículas sob ação externa, 184

Seção 8.6 Movimento de um foguete, 185

Seção 8.7 Simetria, 189

Problemas, 194

Respostas dos exercícios, 195

Respostas dos problemas, 196

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170

Mecânica

Física Básica

Seção 8.1 Introdução

Até aqui consideramos o movimento de uma única partícula submetida a uma dada força.

Em alguns casos, tratamos também do movimento de objetos extensos, tais como uma nave ou uma pedra. Entretanto, sempre consideramos que a disposição do corpo no espaço pudesse ser completamente descrita por um vetor posição r. Claramente, necessitamos de esquemas de abordagem capazes de contemplar situações mais gerais do que esta. Um corpo pode girar enquanto seu centro se move. Ou o movimento pode envolver mudanças na própria forma do corpo, como ocorre com uma nuvem cruzando o céu. Este capítulo aborda essas situações mais gerais. É conveniente observar inicialmente que a posição de um corpo cuja forma não se altera fica perfeitamente definida pelo vetor posição de um ponto preestabelecido do corpo e a orientação deste no espaço. Corpos cuja forma não se altera são denominados corpos rígidos.

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3. Movimento Retilíneo

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3

Movimento

Retilíneo

Introdução, 38

Sistemas de referência, 38

Movimento retilíneo, 39

Velocidade média e velocidade escalar média, 39

Velocidade instantânea, 41

A velocidade instantânea é expressa por uma derivada, 43

Cálculo de x(t) a partir de v(t), 44

Aceleração, 47

Movimento uniforme, 49

Movimento uniformemente acelerado, 50

Relações de simetria no movimento uniformemente acelerado (opcional), 54

Seção 3.12 Movimento uniformemente acelerado — análise pelo cálculo (opcional), 55

Seção 3.13 Queda livre, 55

Seção 3.14 Movimento relativo, 59

Problemas, 61

Respostas dos exercícios, 62

Respostas dos problemas, 63

Seção 3.1

Seção 3.2

Seção 3.3

Seção 3.4

Seção 3.5

Seção 3.6

Seção 3.7

Seção 3.8

Seção 3.9

Seção 3.10

Seção 3.11

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Física Básica

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