A V Hoffbrand (32)
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Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Capítulo 20 - Linfomas não Hodgkin

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Linfomas não Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

Introdução aos linfomas não Hodgkin

214

QQ

Aspectos clínicos dos linfomas não Hodgkin

216

QQ

Achados laboratoriais

216

QQ

Subtipos específicos de linfomas não Hodgkin

220

QQ

Linfoma linfoplasmocítico

221

QQ

Linfoma da zona marginal

221

QQ

Linfoma folicular

222

QQ

Linfoma de células do manto

223

QQ

Linfoma difuso de células B grandes

223

QQ

Linfoma de Burkitt

225

QQ

Linfomas de células T

225

214  /  Capítulo 20: Linfomas não Hodgkin

Introdução aos linfomas não Hodgkin*

Célula de origem

Este é um grande grupo de tumores linfoides clonais, cerca de 85% originados de células B e 15% de células T ou NK

(natural killer) (Tabela 20.1). A sua apresentação clínica e história natural são mais variáveis do que as do linfoma de

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Medium 9788582714508

Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Capítulo 15 - Distúrbios mieloproliferativos

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Distúrbios mieloproliferativos

Tópicos-chave

QQ

Poliglobulia

168

QQ

Poliglobulia primária

168

QQ

Policitemia vera (PV)

168

QQ

Poliglobulia secundária

172

QQ

Poliglobulia relativa (ou aparente)

172

QQ

Diagnóstico diferencial da poliglobulia

172

QQ

Trombocitemia essencial

172

QQ

Mielofibrose primária

174

QQ

Mastocitose

175

166  /  Capítulo 15: Distúrbios mieloproliferativos

O termo neoplasias mieloproliferativas (ver Apêndice) descreve um grupo de condições que surgem das células-tronco da medula óssea e caracteriza-se por proliferação clonal de um ou mais componentes hematopoéticos na medula óssea e, em muitos casos, também no fígado e no baço. São, também, designadas doenças ou distúrbios mieloproliferativos. Os três principais distúrbios não leucêmicos desse grupo são:

  1 Policitemia vera (PV);

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Medium 9788563899576

Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Medium 9788563899576

Capítulo 11. Regressão múltipla e correlação

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

11

REGRESSÃO MÚLTIPLA E

CORRELAÇÃO

O Capítulo 9 introduziu a modelagem por regressão do relacionamento entre duas variáveis quantitativas. Relacionamentos multivariados requerem modelos mais complexos contendo muitas variáveis explicativas. Algumas delas podem ser previsoras de interesse teórico e algumas podem ser variáveis controle.

Para prever y ϭ GPA na universidade,

é sensato usar vários previsores no mesmo modelo. As possibilidades incluem x1 ϭ

GPA do ensino médio, x2 ϭ escore do exame de admissão de matemática da faculdade, x3 ϭ escore do exame de admissão em língua da faculdade e x4 ϭ avaliação do orientador educacional do ensino médio.

Este capítulo apresenta modelos para o relacionamento entre uma variável resposta y e um grupo de variáveis explicativas.

Um modelo multivariado fornece previsões melhores de y do que um modelo com uma única variável explicativa. Tal modelo pode analisar, também, os relacionamentos entre variáveis enquanto controla outras variáveis. Isto é importante porque o Capítulo 10 mostrou que, após controlar uma variável, uma associação pode parecer bem diferente do que quando a variável é ignorada. Portanto, este modelo fornece informação não disponível com modelos simples que analisam somente duas variáveis de uma vez.

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Medium 9788563899576

Capítulo 6. Inferência estatística: Testes de sgnificância

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

6

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

TESTES DE SIGNIFICÂNCIA

O objetivo de muitos estudos é verificar se os dados concordam com certas previsões.

As previsões geralmente resultam da teoria que leva à pesquisa. Essas previsões são hipóteses sobre a população em estudo.

Hipótese

Na estatística, uma hipótese é uma afirmação sobre a população. Ela é geralmente uma previsão na qual um parâmetro que descreve uma característica de uma variável assume um valor numérico particular ou está em certo intervalo de valores.

Exemplos de hipóteses são os seguintes:

“Para prestadores de serviço, a renda média é a mesma tanto para mulheres quanto para homens”, “Não existe diferença em termos probabilísticos entre Democratas e

Republicanos em relação ao voto seguindo a liderança do seu partido” e “A metade ou mais dos adultos canadenses está satisfeita com seu serviço nacional de saúde”.

Um teste de significância usa dados para resumir a evidência sobre uma hipótese, comparando as estimativas por pontos dos parâmetros aos valores previstos pela hipótese. O seguinte exemplo ilustra os conceitos por trás dos testes de significância.

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Medium 9788563899576

Capítulo 5. Inferência estatística: Estimação

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

5

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

ESTIMAÇÃO

Este capítulo mostra como usar os dados amostrais para estimar os parâmetros da população. Com variáveis quantitativas estimamos a média da população. Um estudo que trata de assuntos do sistema de saúde, por exemplo, pode estimar os parâmetros da população como a quantia média de dinheiro gasta em medicamentos prescritos durante o último ano e o número médio de visitas ao médico. Com variáveis categóricas, estimamos as proporções da população para as categorias. O estudo do sistema de saúde pode estimar as proporções das pessoas que (têm, não têm) seguro de saúde e as proporções que (estão satisfeitas, não estão satisfeitas) com seu plano de saúde.

Inicialmente aprenderemos sobre dois tipos de estimativas dos parâmetros. Após, nas Seções 5.2 e 5.3, as aplicaremos às médias e proporções da população. A Seção

5.4 encontra o tamanho da amostra necessário para alcançar a precisão desejada da estimativa. A Seção 5.5 discute a estimativa da mediana e de outros parâmetros.

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Medium 9788563899576

Capítulo 4. Distribuições de probabilidade

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

4

DISTRIBUIÇÕES DE

PROBABILIDADE

Comparada à maioria das ciências matemáticas, a estatística é recente. A maioria dos métodos discutidos neste livro foi desenvolvida no século passado. Ao contrário, a probabilidade, o assunto deste capítulo, tem uma longa história. Por exemplo, os matemáticos usavam a probabilidade na França no século XVII para avaliar as várias estratégias de jogo. A probabilidade

é um assunto altamente desenvolvido, mas este capítulo limita sua atenção ao básico de que iremos necessitar para a inferência estatística.

Após uma breve introdução à probabilidade na Seção 4.1, as Seções 4.2 e 4.3 apresentam as distribuições de probabilidade, as quais fornecem probabilidades para todos os resultados possíveis de uma variável. A distribuição normal, descrita por uma curva em forma de sino, é a distribuição de probabilidade mais importante para a análise estatística. As Seções 4.4 e

4.5 introduzem a distribuição amostral, um tipo de distribuição de probabilidade de fundamental importância para a inferência estatística. Ela nos permite prever quão próximo a média amostral está da média da população. Veremos que a razão principal para a importância da distribuição normal é o resultado notável de que as distribuições amostrais apresentam, em geral, a forma de sino, isto é, tendem a normal.

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Alberts Bruce (25)
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Medium 9788536320663

Capítulo 4 DNA, Cromossomos e Genomas

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

4

DNA, Cromossomos e

Genomas

A vida depende da capacidade das células de armazenar, obter e traduzir as instruções genéticas necessárias para manter o organismo vivo. Essa informação hereditária é passada de uma célula às suas células-filhas durante a divisão celular, e de uma geração de um organismo a outra, por meio de células reprodutoras. Em todas as células vivas, essas instruções são armazenadas nos genes, os elementos que contêm a informação que determina as características de uma espécie como um todo, bem como as de um indivíduo.

Logo que a genética surgiu como uma ciência, no início do século XX, os cientistas ficaram intrigados com a estrutura química dos genes. A informação contida nos genes é copiada e transmitida de uma célula para as células-filhas milhões de vezes durante a vida de um organismo multicelular, sobrevivendo a esse processo praticamente sem alterações.

Que tipo de molécula pode ser capaz de tal replicação tão acurada e quase ilimitada e de direcionar o desenvolvimento de um organismo e a vida diária de uma célula? Que tipos de instruções estão contidas na informação genética? Como essa enormidade de informações, necessárias ao desenvolvimento e à manutenção do mais simples organismo, está organizada para caber no pequeno espaço de uma célula?

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Medium 9788536320663

Capítulo 18 Apoptose

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Apoptose

18

A morte celular desempenha uma parte importante e crucial no desenvolvimento de animais e plantas, e normalmente continua na vida adulta. Em um humano adulto saudável, bilhões de células morrem na medula óssea e nos intestinos a cada hora. Nossos tecidos não encolhem porque, por mecanismos reguladores desconhecidos, a divisão celular é proporcional à morte celular. Sabe-se agora que essas mortes celulares “normais” são suicídios, nos quais as células ativam um programa de morte intracelular e matam a si mesmas de uma maneira controlada – um processo conhecido como morte celular programada. A ideia de que as células animais têm um programa de morte embutido foi proposta nos anos de 1970, mas sua aceitação geral levou outros 20 anos e dependeu de estudos genéticos no nematódeo C. elegans que identificaram os primeiros genes envolvidos na morte celular programada e em seu controle.

A morte celular programada em animais em geral, mas não exclusivamente, ocorre por apoptose (da palavra grega para cair, como folhas caindo de uma árvore). Embora a apoptose seja apenas uma forma de morte celular programada, é de longe a mais comum e melhor entendida e, de maneira confusa, os biólogos frequentemente usam os termos morte celular programada e apoptose da mesma maneira. Células morrem por apoptose sob modificações morfológicas características. Elas se encolhem e condensam, o citoesqueleto colapsa, o envelope nuclear se desfaz, e a cromatina nuclear se condensa e se quebra em fragmentos (Figura 18-1A). A superfície celular comumente forma bolhas e, se a célula é grande, frequentemente quebra-se em fragmentos envolvidos por membrana chamados de corpos apoptóticos. Mais importante, a superfície da célula ou dos corpos apoptóticos torna-se quimicamente alteradas, assim é rapidamente engolfada por uma célula vizinha, ou um macrófago (uma célula fagocítica especializada, discutida no Capítulo 23), antes que ela possam liberar seus conteúdos (Figura 18-1B). Dessa maneira, a célula morre de forma elegante e é rapidamente eliminada, sem causar uma resposta inflamatória prejudicial. Pelo fato de as células serem fagocitadas e digeridas rapidamente, em geral existem poucas células mortas para serem vistas, mesmo quando um grande número de células tenha morrido por apoptose. Talvez tenha sido por isso que os biólogos ignoraram a apoptose por tantos anos e, provavelmente, ainda subestimem sua extensão.

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Medium 9788536320663

Capítulo 11 Transporte de Membrana de Pequenas Moléculas e as Propriedades Elétricas das Membranas

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Transporte de Membrana de Pequenas Moléculas e as

Propriedades Elétricas das

Membranas

Devido ao seu interior hidrofóbico, a bicamada lipídica das membranas celulares serve como uma barreira à passagem da maioria das moléculas polares. Essa função de barreira permite que a célula mantenha concentrações de solutos no citosol que são diferentes daquelas no fluido extracelular e em cada um dos compartimentos intracelulares envoltos por membranas. No entanto, para fazer uso dessa barreira, as células tiveram que desenvolver meios para transferir moléculas hidrossolúveis específicas e íons através das suas membranas para ingerir nutrientes essenciais, excretar produtos metabólicos e regular concentrações intracelulares de íons. As células utilizam proteínas transmembrana especializadas para transportar íons inorgânicos e pequenas moléculas hidrossolúveis através da bicamada lipídica.

As células também podem transferir macromoléculas ou mesmo grandes partículas através de suas membranas, mas os mecanismos envolvidos na maioria desses casos são diferentes daqueles utilizados para transferir pequenas moléculas, sendo discutidos nos Capítulos 12 e

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Medium 9788536320663

Capítulo 5 Replicação, Reparo e Recombinação do DNA

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Replicação, Reparo e

Recombinação do DNA

A capacidade das células manterem um alto grau de organização em um ambiente caótico depende da duplicação exata de grandes quantidades de informação genética armazenadas na forma química de DNA. Esse processo, denominado replicação do DNA, deve ocorrer antes de a célula produzir duas células-filhas geneticamente iguais. A manutenção da ordem também requer a vigilância contínua e o reparo dessa informação genética, uma vez que o DNA contido na célula é repetidamente danificado por compostos químicos e radiação oriundos do ambiente, por acidentes térmicos e por moléculas reativas. Neste capítulo, descrevemos as maquinarias proteicas responsáveis pela replicação e pelo reparo do DNA nas células. Essas maquinarias catalisam alguns dos processos mais rápidos e precisos que ocorrem na célula, e seus mecanismos demonstram claramente a elegância e a eficiência da química celular.

Enquanto a sobrevivência imediata de uma célula depende da capacidade de evitar alterações no seu DNA, a longo prazo a sobrevivência de uma espécie requer que as sequências do DNA sofram alterações ao longo de várias gerações. Apesar do grande esforço da célula para proteger seu DNA, alterações ocasionais na sequência acontecem. Com o passar do tempo, essas alterações produzem variações genéticas sujeitas à pressão seletiva durante a evolução dos organismos.

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Medium 9788536320663

Capítulo 1 Células e Genomas

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Células e Genomas

A superfície do nosso planeta é habitada por coisas vivas – fábricas químicas interessantes organizadas de forma complexa que recebem substâncias de sua vizinhança e as utilizam como matérias-primas para gerar cópias de si próprias. Os organismos vivos parecem extraordinariamente diversos. O que poderia ser mais diferente do que um tigre e uma alga marinha, ou uma bactéria e uma árvore? Já nossos ancestrais, não tendo nenhum conhecimento a respeito de células ou de DNA, notaram que todas as coisas vivas tinham algo em comum.

A isso eles chamaram de “vida”, maravilharam-se, empenharam-se para defini-la, e ficaram intrigados para explicar o que ela era e como funcionava a partir da matéria não-viva.

As descobertas do século passado não diminuíram o encantamento; pelo contrário, desvendaram o mistério envolvendo a natureza da vida. Hoje sabemos que todas as coisas vivas são formadas por células, e que todas essas unidades da matéria viva compartilham de uma mesma maquinaria para a maioria de suas funções básicas. As matérias vivas aparentam ser infinitamente variadas quanto ao seu exterior, mas são fundamentalmente semelhantes em seu interior. Toda a biologia é um contraponto entre os dois temas: a admirável variedade em particularidades individuais e a admirável constância nos mecanismos fundamentais.

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Medium 9788582713846

Capítulo 6. Estatística aplicada à biotecnologia

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Sabrina Letícia Couto da Silva

Simone Soares Echeveste

Vera Lúcia Milani Martins

CAPÍTULO 6

Estatística aplicada à biotecnologia

A necessidade cada vez maior da compreensão dos fenômenos existentes e da grande complexidade das relações entre as variáveis que envolvem os estudos científicos faz da estatística uma ferramenta indispensável tanto para o pesquisador quanto para o usuário da informação oriunda das pesquisas.

Ao longo deste capítulo, entenderemos como o conhecimento de estatística favorece a compreensão e avaliação crítica de resultados estatísticos, além de contribuir para a execução de atividades profissionais e pessoais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é a estatística e qual a sua importância para a biotecnologia.

Reconhecer e aplicar os principais conceitos estatísticos.

Realizar a análise descritiva de dados, por meio de tabelas e gráficos.

Realizar o cálculo e a interpretação das medidas estatísticas.

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Medium 9788582713846

Capítulo 7. Biotecnologia ambiental

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Cintia Pinheiro dos Santos

Karin Tallini

CAPÍTULO 7

Biotecnologia ambiental

A biotecnologia ambiental consiste na aplicação de técnicas biológicas para resolver e/ou prevenir problemas de contaminação ambiental, visando à preservação do ambiente e de seus recursos e à redução das ações realizadas pelo homem, como esgotos, lixo e uso de agrotóxicos.

As aplicações da biotecnologia ambiental são inúmeras, mas neste capítulo abordaremos principalmente o tratamento da água e os processos usados para reduzir ou remover poluentes do ambiente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Diferenciar os diferentes tipos de água no planeta e seu uso, bem como a composição da água limpa e poluída.

Compreender a importância da aplicação da biotecnologia ambiental em relação à água.

Identificar algumas fontes de poluição da água.

Conhecer os biomarcadores mais empregados no ambiente aquático.

Identificar as formas de tratamento de água mais usadas em biotecnologia.

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Medium 9788582713846

Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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American Chemical Society (14)
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Medium 9788580555394

Capítulo 9 - O mundo dos polímeros e plásticos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

O mundo dos polímeros e plásticos

Aranha do globo dourado e sua teia.

“A Natureza não tem um problema de objetivos. As pessoas têm.”

William McDonough e Michael Braungart, Cradle–to–Cradle, 2002.

Capítulo 9

O mundo dos polímeros e plásticos

A capa deste livro mostra a imagem de uma teia de aranha. Mas como isso se relaciona com o conteúdo do livro? As teias de aranha exemplificam as ligações complexas, tecidas em cada capítulo, entre a química e a sociedade.

Neste capítulo, entretanto, levamos a teia de aranha a uma etapa mais à frente porque ela é um exemplo de polímero natural. Para uma aranha, esse polímero tem muitas utilidades, inclusive resistência, capacidade de esticar-se e suficiente viscosidade para enredar presas. Qualquer um que tenha acidentalmente esbarrado com uma teia de aranha pode atestar essas propriedades!

Aranhas do globo, como a que aparece na fotografia que abre este capítulo, são notoriamente construtores exigentes que tecem novas teias a cada dia. A construção diária da teia poderia exaurir os recursos de que a aranha dispõe. Então, como uma aranha do globo consegue tecer tanta seda e sobreviver? É simples, ela recicla! As aranhas do globo têm a capacidade de ingerir a seda usada na teia e recuperar as matérias-primas com as quais elas são construídas. Embora os processos químicos reais não sejam totalmente compreendidos, até dois terços da teia existente são recuperadas para fazer uma nova.

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Capítulo 7 - Os fogos da fissão nuclear

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Os fogos da fissão nuclear

Cartaz com um anúncio do Madison Area Technical College (MATC, agora chamado de Madison College),

Madison, WI.

*N. de T.: Tradução: “Evite a radiação prejudicial. Venha para a aula. Escola de verão do MATC”

Capítulo 7

Os fogos da fissão nuclear

Você deveria prestar atenção a este cartaz? Com certeza, pelo menos em parte. Cobrir-se ou ficar na sombra faz todo sentido quando os raios ultravioleta do Sol são mais agressivos. Como vimos no Capítulo 2, certos comprimentos de onda danificam muitas das formas de vida de nosso planeta, incluindo os humanos. A luz ultravioleta, em particular, pode causar catarata, envelhecer e danificar a pele e até levar ao câncer.

Ainda assim, não há necessidade de evitar toda radiação. Na verdade, você não poderia fazer isso mesmo se tentasse! Por exemplo, a radiação infravermelha, que sentimos como calor, nos aquece. A radiação visível – as cores do arco-íris – banha nosso mundo durante o dia.

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Capítulo 6 - Neutralização das ameaças da chuva ácida e da acidificação do oceano

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Neutralização das ameaças da chuva ácida e da acidificação do oceano

“Eu digo a meu filho, vá ver os corais agora porque em breve será muito tarde.”

James Orr, Laboratório de Ciências do Clima e Ambiente, França.

Fonte: New Scientist, August 5, 2006. Ocean Acidification: the Other CO2 Problem.

Capítulo 6

Neutralização das ameaças da chuva ácida e da acidificação do oceano

Os recifes de coral são estruturas maciças encontradas em águas rasas de oceanos. Com frequência chamados de “a floresta tropical dos oceanos”, os recifes são o hábitat de incontáveis espécies de criaturas marinhas. Ligados a um recife ou na água próxima, você pode encontrar esponjas, moluscos diversos, caranguejos, ouriços-do-mar, vermes marinhos, águas-vivas e muitas espécies de peixes. Como benefício para os humanos, os recifes protegem as linhas costeiras frágeis das poderosas ondas do oceano. Em alguns países, eles promovem, sozinhos, a indústria de turismo.

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Capítulo 5 - Água para a vida

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

Água para a vida

“De todos os nossos recursos naturais, a água tornou-se o mais precioso.”

Rachel Carson, Silent Spring, Houghton Miffin Co., 1962, p. 39.

Capítulo 5

Água para a vida

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Neeru, shouei, maima, aqua. Seja a língua em que for falada, a água é o composto mais abundante na Os cientistas procuram superfície da Terra. Imagens de satélites nos lembram que vivemos em um planeta em que oceanos, água quando buscam vida em outros planetas. rios, lagos e gelo cobrem mais de 70% da superfície. Com certeza, a água é essencial para a vida.

Embora os oceanos abriguem uma vasta quantidade de vida vegetal e animal, eles não são ami- Cientista, gáveis para com as criaturas que habitam a terra. Como Rachel Carson observou em Silent Spring, conservacionista

“A maior parte, de longe, da superfície seca da Terra é envolvida por oceanos, todavia, no meio dessa e escritora, Rachel fartura temos pouca água. Por um estranho paradoxo, a maior parte da abundante água da terra não Carson ajudou a deslanchar o movimento

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Capítulo 1 - O ar que respiramos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

O ar que respiramos

Céu azul da Califórnia, região do Lago Tahoe.

“Os antigos gregos viam o ar como um dos elementos básicos da natureza, juntamente com a terra, o fogo e a água. Os californianos o veem... Ah! Talvez seja necessário explicar melhor essas palavras. Os californianos veem muito de algo que deveria ser menos visível. Eles também sentem seus efeitos quando respiram, o que muito frequentemente traz à atenção o ato rotineiro de respirar.”

David Carle, Introduction to Air in California, 2006, página xiii

Capítulo 1

O ar que respiramos

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As pessoas sempre perceberam o ar que respiram e foram curiosas a respeito dele. Juntamente com a terra, o fogo e a água, os antigos gregos consideravam o ar como um elemento fundamental da natureza. Centenas de anos depois, os químicos fizeram experimentos para aprender mais sobre a composição do ar. Hoje, podemos ver a atmosfera da Terra do espaço sideral. E, diariamente, como os antigos, podemos perscrutar o ar noturno para entrever o brilho fugaz das estrelas cintilantes.

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