A V Hoffbrand (32)
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Capítulo 25 - Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias

Tópicos-chave

QQ

Distúrbios hemorrágicos vasculares

279

QQ

Trombocitopenia

281

QQ

Púrpura trombocitopênica autoimune (idiopática)

282

QQ

Púrpura trombocitopênica trombótica

285

QQ

Distúrbios de função plaquetária

287

QQ

Diagnóstico de distúrbios plaquetários

288

QQ

Transfusão de plaquetas

289

Capítulo 25: Distúrbios hemorrágicos causados por alterações vasculares e plaquetárias  /  279

Sangramento anormal

Pode decorrer de:

 1 Distúrbios vasculares;

 2 Trombocitopenia;

 3 Função plaquetária defeituosa; ou

 4 Defeito da coagulação

O padrão do sangramento corresponde à etiologia de modo relativamente previsível. Os distúrbios vasculares e plaquetários tendem a associar-se a sangramento das mucosas e na pele, ao passo que, em distúrbios da coagulação, o sangramento ocorre com frequência em articulações ou em tecidos moles (Tabela 25.1). A Tabela 25.2 mostra a graduação do sangramento, segundo a OMS.

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Capítulo 30 - Transfusão de sangue

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CAPÍTULO 30

Transfusão de sangue

Tópicos-chave

QQ

Doadores de sangue

334

QQ

Antígenos eritrocitários e anticorpos de grupos sanguíneos

334

QQ

Riscos da transfusão de sangue alogênico

338

QQ

Técnicas de sorologia de grupos sanguíneos

339

QQ

Prova cruzada e testes pré-transfusionais

340

QQ

Complicações da transfusão de sangue

340

QQ

Redução do uso de componentes hemoterápicos

343

QQ

Componentes hemoterápicos

343

QQ

Preparações de plasma humano

344

QQ

Perda aguda de sangue e hemorragia maciça

345

334  /  Capítulo 30: Transfusão de sangue

A transfusão de sangue consiste na transferência “segura” de componentes sanguíneos (Figura 30.1) de um doador para um receptor. No Reino Unido,* os Bancos de Sangue são inspecionados pela Medicines and Healthcare Regulatory

Agency (MHRA). Todos os eventos adversos que envolvam produtos hemoterápicos devem ser comunicados ao programa

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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

QQ

História e patogênese

206

QQ

Aspectos clínicos

206

QQ

Achados hematológicos e bioquímicos

206

QQ

Diagnóstico e classificação histológica

207

QQ

Estadiamento clínico

208

QQ

Tratamento

210

QQ

Prognóstico

212

QQ

Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Capítulo 8 - Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

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CAPÍTULO 8

Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Tópicos-chave

QQ

Granulócitos

89

QQ

Granulopoese

90

QQ

Aplicações clínicas de G-CSF

91

QQ

Monócitos

92

QQ

Distúrbios funcionais dos neutrófilos e dos monócitos

92

QQ

Causas de neutrofilia (leucocitose neutrófila)

94

QQ

Neutropenia

95

QQ

Causas de monocitose, eosinofilia e basofilia

96

QQ

Distúrbios de células histiocíticas e dendríticas

97

QQ

Doenças de armazenamento lisossômico

99

88  /  Capítulo 8: Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Os leucócitos (glóbulos brancos) podem ser divididos em dois grandes grupos: os fagócitos e os linfócitos. Os fagócitos incluem as células do sistema imune inato, que pode agir rapidamente após uma infecção, ao passo que os linfócitos mediam a resposta imune adaptativa, que pode desenvolver memória imunológica, por exemplo, após vacinação. Os fagócitos podem ser subdivididos em granulócitos (que incluem neutrófilos, eosinófilos e basófilos) e monócitos. Este capítulo aborda o desenvolvimento, a

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Capítulo 27 - Trombose 1: patogênese e diagnóstico

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 27

Trombose 1: patogênese e diagnóstico

Tópicos-chave

QQ

Trombose arterial

303

QQ

Trombose venosa

303

QQ

Investigação de trombofilia

307

QQ

Diagnóstico de trombose venosa

308

Capítulo 27: Trombose 1: patogênese e diagnóstico  /  303

Trombos são massas sólidas ou tampões formados na circulação por constituintes do sangue – plaquetas e fibrina formam a estrutura básica. Sua significância clínica resulta da isquemia por obstrução vascular local ou embolia à distância. Os trombos estão envolvidos na patogenia do infarto do miocárdio, da doença cerebrovascular, da doença arterial periférica, da trombose venosa profunda (DVT) e da embolia pulmonar (PE).

A trombose, tanto arterial como venosa, é mais comum

à medida que aumenta a idade e quase sempre é associada a fatores de risco, como cirurgias ou gravidez. O termo trombofilia é utilizado para descrever distúrbios hereditários ou adquiridos do mecanismo hemostático que predispõem a trombose.

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Medium 9788563899576

Apêndice A. Análise estatística com o SPSS e SAS

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE A

Análise estatística com o SPSS e SAS

Os principais pacotes estatísticos apresentam procedimentos para quase todos os métodos apresentados neste texto. Este apêndice ilustra o uso de softwares para esses métodos.

Como não há espaço suficiente para discutir todos os principais pacotes, o foco será então sobre o SPSS e o SAS. Discutiremos basicamente o uso do software em vez da grande variedade de opções fornecidas pelo procedimento. Para facilitar a orientação, tanto o material para o SAS quanto para o SPSS estão organizados pelos capítulos que foram apresentados no texto. Os arquivos de dados completos dos exemplos e exercícios que requerem grandes conjuntos de dados estão disponíveis em www.grupoa.com.br.

INTRODUÇÃO AO SPSS

O SPSS para Windows tem uma interface gráfica que torna a utilização dos procedimentos estatísticos bastante simples. Nesse ambiente o SPSS fornece menus e caixas de diálogos para evitar que você tenha que utilizar código para realizar uma análise.

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Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Capítulo 2. Amostragem e mensuração

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

2

AMOSTRAGEM E MENSURAÇÃO

Para estudar os fenômenos sociais com a análise estatística, os métodos descritivos resumem os dados e os métodos inferenciais usam dados amostrais para fazer previsões sobre as populações. Quando coletamos dados devemos decidir quais sujeitos amostrar. Selecionar uma amostra que seja representativa da população é o tópico principal deste capítulo.

Coletada uma amostra, devemos converter nossas ideias sobre os fenômenos sociais em dados para decidir o que mensurar e como mensurar. Desenvolver formas para mensurar conceitos abstratos como realizações, inteligência e preconceito são um dos aspectos mais desafiadores da pesquisa social. Uma medida deve ter validade, descrever o que é pretendido mensurar e refletir com exatidão sobre o conceito.

Também deve ter credibilidade no sentido de que o sujeito dará a mesma resposta quando perguntado novamente. Instrumentos de coleta de dados inválidos ou não confiáveis tornam as manipulações estatísticas dos dados sem sentido.

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Capítulo 6. Inferência estatística: Testes de sgnificância

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

6

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

TESTES DE SIGNIFICÂNCIA

O objetivo de muitos estudos é verificar se os dados concordam com certas previsões.

As previsões geralmente resultam da teoria que leva à pesquisa. Essas previsões são hipóteses sobre a população em estudo.

Hipótese

Na estatística, uma hipótese é uma afirmação sobre a população. Ela é geralmente uma previsão na qual um parâmetro que descreve uma característica de uma variável assume um valor numérico particular ou está em certo intervalo de valores.

Exemplos de hipóteses são os seguintes:

“Para prestadores de serviço, a renda média é a mesma tanto para mulheres quanto para homens”, “Não existe diferença em termos probabilísticos entre Democratas e

Republicanos em relação ao voto seguindo a liderança do seu partido” e “A metade ou mais dos adultos canadenses está satisfeita com seu serviço nacional de saúde”.

Um teste de significância usa dados para resumir a evidência sobre uma hipótese, comparando as estimativas por pontos dos parâmetros aos valores previstos pela hipótese. O seguinte exemplo ilustra os conceitos por trás dos testes de significância.

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Capítulo 7. Comparação de dois grupos

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

7

COMPARAÇÃO DE DOIS GRUPOS

A comparação de dois grupos é um tipo muito comum de análise nas ciências sociais e comportamentais. Um estudo pode comparar a renda média para homens e mulheres que têm empregos e experiências similares. Outro estudo pode comparar a proporção de norte-americanos e canadenses que são a favor de leis de controle de armas de fogo. As médias são comparadas para as variáveis quantitativas e as proporções para as variáveis categóricas.

A Seção 7.1 introduz alguns conceitos básicos para a comparação de grupos.

A Seção 7.2 ilustra esses conceitos para a comparação de proporções, e a Seção 7.3 para a comparação de médias. O restante do capítulo mostra alguns métodos alternativos úteis para casos especiais.

7.1 PRELIMINARES DA

COMPARAÇÃO DE GRUPOS

As mulheres tendem a gastar mais tempo nas tarefas de casa do que os homens?

Se for assim, quanto tempo mais? Na

Grã-Bretanha em 2005, a Time Use Sur1 vey estudou como uma amostra aleatória de britânicos passava o seu tempo em um dia típico. Para aqueles que disseram que trabalhavam o dia todo, a Tabela 7.1 relata a média e o desvio padrão do número médio relatado de minutos gastos por dia cozinhando e limpando. Usamos a Tabela

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Medium 9788582713846

Capítulo 4. Tecnologia do cultivo de microgarnismos

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Claucia Fernanda Volken de Souza

Giandra Volpato

Júlio Xandro Heck

CAPÍTULO 4

Tecnologia do cultivo de microrganismos

A tecnologia do cultivo de microrganismos estuda o conjunto de operações envolvidas nos processos realizados por microrganismos que, ao se desenvolverem em um meio de cultura adequado, originam produtos de interesse comercial. Neste capítulo serão descritas as formas de obtenção de microrganismos para uso em bioprocessos industriais e as características desejáveis a tais microrganismos, de acordo com a aplicação a que se destinam. Serão abordados, ainda, as diferentes formas de condução de bioprocessos, incluindo o controle de parâmetros operacionais, e as aplicações dos produtos deles derivados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é cultivo de microrganismos e sua aplicação na indústria.

Conhecer os elementos essenciais a um processo de cultivo de microrganismos.

Conhecer os principais meios de cultura, suas características e indicações.

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Capítulo 6. Estatística aplicada à biotecnologia

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Sabrina Letícia Couto da Silva

Simone Soares Echeveste

Vera Lúcia Milani Martins

CAPÍTULO 6

Estatística aplicada à biotecnologia

A necessidade cada vez maior da compreensão dos fenômenos existentes e da grande complexidade das relações entre as variáveis que envolvem os estudos científicos faz da estatística uma ferramenta indispensável tanto para o pesquisador quanto para o usuário da informação oriunda das pesquisas.

Ao longo deste capítulo, entenderemos como o conhecimento de estatística favorece a compreensão e avaliação crítica de resultados estatísticos, além de contribuir para a execução de atividades profissionais e pessoais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é a estatística e qual a sua importância para a biotecnologia.

Reconhecer e aplicar os principais conceitos estatísticos.

Realizar a análise descritiva de dados, por meio de tabelas e gráficos.

Realizar o cálculo e a interpretação das medidas estatísticas.

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Capítulo 5. Bioinformática e biologia de sistemas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rodrigo Juliani Siqueira Dalmolin

Diego Hepp

CAPÍTULO 5

Bioinformática e biologia de sistemas

A bioinformática é uma área multidisciplinar recente que se dedica ao estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e ao gerenciamento de informações biológicas. Dessa forma, a bioinformática desenvolve ferramentas para pesquisas e aplicações em diversas áreas da ciência, como genética, biologia molecular, biotecnologia, genômica, bioquímica, evolução e ecologia, entre outras.

Ao longo deste capítulo, você terá contato com as principais ferramentas de análise e manipulação de informações biológicas, bem como com a biologia de sistemas e suas principais potencialidades. Além disso, serão apresentados os principais bancos de dados de informação biológica e como utilizar essas informações em suas pesquisas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender os princípios da bioinformática, suas ferramentas e aplicações.

Conhecer os bancos de dados de sequências de ácidos nucleicos e aminoácidos.

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Capítulo 7. Biotecnologia ambiental

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Cintia Pinheiro dos Santos

Karin Tallini

CAPÍTULO 7

Biotecnologia ambiental

A biotecnologia ambiental consiste na aplicação de técnicas biológicas para resolver e/ou prevenir problemas de contaminação ambiental, visando à preservação do ambiente e de seus recursos e à redução das ações realizadas pelo homem, como esgotos, lixo e uso de agrotóxicos.

As aplicações da biotecnologia ambiental são inúmeras, mas neste capítulo abordaremos principalmente o tratamento da água e os processos usados para reduzir ou remover poluentes do ambiente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Diferenciar os diferentes tipos de água no planeta e seu uso, bem como a composição da água limpa e poluída.

Compreender a importância da aplicação da biotecnologia ambiental em relação à água.

Identificar algumas fontes de poluição da água.

Conhecer os biomarcadores mais empregados no ambiente aquático.

Identificar as formas de tratamento de água mais usadas em biotecnologia.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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American Chemical Society (14)
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Medium 9788580555394

Capítulo 1 - O ar que respiramos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

O ar que respiramos

Céu azul da Califórnia, região do Lago Tahoe.

“Os antigos gregos viam o ar como um dos elementos básicos da natureza, juntamente com a terra, o fogo e a água. Os californianos o veem... Ah! Talvez seja necessário explicar melhor essas palavras. Os californianos veem muito de algo que deveria ser menos visível. Eles também sentem seus efeitos quando respiram, o que muito frequentemente traz à atenção o ato rotineiro de respirar.”

David Carle, Introduction to Air in California, 2006, página xiii

Capítulo 1

O ar que respiramos

17

As pessoas sempre perceberam o ar que respiram e foram curiosas a respeito dele. Juntamente com a terra, o fogo e a água, os antigos gregos consideravam o ar como um elemento fundamental da natureza. Centenas de anos depois, os químicos fizeram experimentos para aprender mais sobre a composição do ar. Hoje, podemos ver a atmosfera da Terra do espaço sideral. E, diariamente, como os antigos, podemos perscrutar o ar noturno para entrever o brilho fugaz das estrelas cintilantes.

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Capítulo 9 - O mundo dos polímeros e plásticos

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Capítulo

9

O mundo dos polímeros e plásticos

Aranha do globo dourado e sua teia.

“A Natureza não tem um problema de objetivos. As pessoas têm.”

William McDonough e Michael Braungart, Cradle–to–Cradle, 2002.

Capítulo 9

O mundo dos polímeros e plásticos

A capa deste livro mostra a imagem de uma teia de aranha. Mas como isso se relaciona com o conteúdo do livro? As teias de aranha exemplificam as ligações complexas, tecidas em cada capítulo, entre a química e a sociedade.

Neste capítulo, entretanto, levamos a teia de aranha a uma etapa mais à frente porque ela é um exemplo de polímero natural. Para uma aranha, esse polímero tem muitas utilidades, inclusive resistência, capacidade de esticar-se e suficiente viscosidade para enredar presas. Qualquer um que tenha acidentalmente esbarrado com uma teia de aranha pode atestar essas propriedades!

Aranhas do globo, como a que aparece na fotografia que abre este capítulo, são notoriamente construtores exigentes que tecem novas teias a cada dia. A construção diária da teia poderia exaurir os recursos de que a aranha dispõe. Então, como uma aranha do globo consegue tecer tanta seda e sobreviver? É simples, ela recicla! As aranhas do globo têm a capacidade de ingerir a seda usada na teia e recuperar as matérias-primas com as quais elas são construídas. Embora os processos químicos reais não sejam totalmente compreendidos, até dois terços da teia existente são recuperadas para fazer uma nova.

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Capítulo 2 - Protegendo a camada de ozônio

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Protegendo a camada de ozônio

Ozônio Total (Unidades Dobson)

110

220

330

440

550

O “buraco” de ozônio sobre a Antártica em 2012. As áreas em roxo e azul inclinam onde o ozônio está em menor concentração. Em 22 de setembro,

2 o buraco atingiu a área máxima de 21,2 milhões de km . O recorde para o

2 buraco foi de 29,9 milhões de km em 2000.

Fonte: NASA Ozone Watch.

Capítulo 2

Protegendo a camada de ozônio

65

“Bom lá em cima, ruim aqui embaixo”. Para entender o ozônio, pense na localização. Cá embaixo, na troposfera, onde vivemos, o ozônio é um poluente que se forma sob a ação da luz solar, a partir de outros poluentes da atmosfera. Quando o Sol se põe, a geração de ozônio cessa. O ozônio presente reage rapidamente com outras substâncias e, no crepúsculo, as concentrações caem. Se o Sol não nascesse novamente, não teríamos de nos preocupar em respirar o ozônio (mas teríamos alguns outros problemas).

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Capítulo 4 - Energia obtida na combustão

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Energia obtida na combustão

Desde o início da história conhecida, o fogo foi uma fonte de calor, luz e segurança.

Capítulo 4

Energia obtida na combustão

Desde quando o fogo foi domesticado por nossos antepassados, a combustão é essencial para a sociedade. Nossos combustíveis modernos – as substâncias que queimamos – estão em muitas formas diferentes. Usamos carvão em termoelétricas, gasolina em nossos carros, gás natural ou óleo para aquecer nossas residências, propano, carvão ou madeira para cozinhar nossa comida em um piquenique de verão. Podemos até mesmo usar cera para iluminar um jantar romântico a velas. Em todos esses casos, usar o combustível é queimá-lo. O processo da combustão libera a energia retida nas moléculas que formam essas substâncias.

Entretanto, a velocidade com que estamos queimando combustíveis não é sustentável. Talvez você fique um pouco cético com tal afirmação. O fornecimento de carvão, petróleo e gás natural pode lhe parecer adequado, porque novos depósitos estão sempre sendo encontrados e as tecnologias de extração, continuamente melhorando. Contudo, mesmo que os depósitos de combustíveis fósseis fossem infinitos (e não são), a sustentabilidade envolve mais do que a disponibilidade. Mencionamos, no Capítulo 0, a necessidade de levar em conta como nossas ações de hoje afetarão os que viverão amanhã. Na seção final deste capítulo, faremos a ligação entre nossas ações e nossos valores, incluindo a justiça intergeracional. Um provérbio Lakota Sioux enfatiza a mesma ideia: “Não herdamos essa terra de nossos ancestrais, tomamos emprestado de nossas crianças”. Os efeitos do uso corrente dos combustíveis fósseis serão sentidos por muitas décadas no futuro.

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Capítulo 12 - Engenharia genética e as moléculas da vida

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

12

Engenharia genética e as moléculas da vida

“Nenhum ramo da ciência criou dilemas

éticos mais agudos ou sutis e interessantes do que a genética. É a genética que nos lembra não apenas das nossas responsabilidade para com o mundo e com os outros, mas também das nossas responsabilidades para com como as pessoas serão no futuro. Pela primeira vez, podemos começar a determinar não somente quem viverá e quem morrerá, mas como serão todos no futuro.”

Justine Burley e John Harris, Eds.

Companion to Genethics, 2002.

Uma escultura do DNA torna-se uma interseção de arte, ciência e diversão.

Lawrence Hall of Science, Berkeley, Califórnia.

Capítulo 12

Engenharia genética e as moléculas da vida

495

Você já pensou em um futuro em que sua comida seja mais gostosa e nutritiva? Ou já imaginou um futuro em que plantar seja mais fácil e a colheita seja melhor? Imagine um mundo em que nossos campos produzam melhores biocombustíveis, nossas fazendas criem nossos fármacos e vacinas e nossas bactérias limpem nossas águas usadas.

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Ana Elisa Rtico Martha Regina Lucizano Garcia Rosane Lavorenti Fellet (7)
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Capítulo 4 - Células e tecidos

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

Células e tecidos

Neste capítulo, serão abordados os tecidos que constituem o organismo humano e as células que os compõem, com destaque aos aspectos que relacionam esses temas com a prática de enfermagem. Os profissionais de enfermagem atuam em situações que envolvem o comprometimento tecidual decorrente de diferentes tipos de lesões e devem promover ações que favoreçam o processo de cicatrização e a recuperação do tecido lesado, motivo pelo qual esse tema tem grande importância para a prática da enfermagem.

Reconhecer a estrutura das células e os mecanismos de transporte celular.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os diferentes tipos de tecidos.

Relacionar o processo de divisão celular à evolução dos tumores.

Relacionar o processo de cicatrização nos diferentes tipos de lesões.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_04.indd 73

Oncogênese

Ferimentos e curativos

Fraturas, luxações e entorses

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Capítulo 1 - Microbiologia

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Microbiologia

Neste capítulo, abordaremos os aspectos mais relevantes dos microrganismos e sua relação com os seres humanos, principalmente no que se refere às infecções ocasionadas por eles.

Alguns microrganismos causam graves transtornos ao homem, já outros interagem de forma benéfica. Assim, é preciso conhecê-los melhor para evitar complicações.

Identificar os microrganismos que são benéficos e aqueles que afetam a saúde.

Identificar agentes, causas e natureza das contaminações.

Identificar a importância de realizar procedimentos de enfermagem considerando os princípios de assepsia e de antissepsia, visando proteger o cliente de contaminações.

Expectativas de aprendizagem

Listar as medidas de prevenção da infecção hospitalar em unidades de internação.

Aplicar medidas assépticas aos procedimentos de enfermagem visando proteger o cliente de contaminações.

Identificar situações de risco biológico na enfermagem.

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Capítulo 5 - Anatomia e fisiologia humana

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Anatomia e fisiologia humana

A anatomia e a fisiologia são consideradas ciências complexas, que descrevem muitas estruturas e sua nomenclatura específica. O conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo humano é fundamental na assistência de enfermagem. Este capítulo irá descrever as principais características e o funcionamento dos diferentes órgãos que constituem os sistemas do corpo humano, bem como as afecções relacionadas a cada um deles e as intervenções de enfermagem para guiá-lo na prática profissional.

Expectativas de aprendizagem

Identificar as estruturas e o funcionamento dos diversos sistemas.

Relacionar as alterações fisiopatológicas e de agravo à saúde nos diversos sistemas.

Identificar as diversas vias para administração de medicamentos.

Relacionar os cuidados de enfermagem de acordo com as diferentes patologias.

Aplicar os conhecimentos de anatomia e fisiologia dos órgãos e sistemas ao realizar os procedimentos de enfermagem.

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Capítulo 7 - Nutrição

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

Nutrição

Nutrição é o estudo dos alimentos e dos mecanismos utilizados pelo organismo para a absorção dos nutrientes que nos fornecem a energia necessária para a manutenção da vida. Este capítulo auxiliará o estudante de enfermagem a identificar os fatores que influenciam a nutrição, descrevendo os principais nutrientes e suas funções. Os conhecimentos acerca da nutrição são a base para a promoção da saúde.

Relacionar nutrientes para uma alimentação saudável.

Descrever as leis da alimentação.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os alimentos que compõem a pirâmide alimentar e sua importância nutricional.

Calcular e registrar o índice de massa corporal (IMC).

Relacionar a terapia nutricional com os diferentes tipos de patologias.

Identificar os cuidados de enfermagem relativos à terapia nutricional.

Descrever a importância da alimentação adequada a cada faixa etária.

Leis da alimentação: quantidade, qualidade, harmonia e adequação

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Capítulo 2 - Doenças parasitárias

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Doenças parasitárias

Neste capítulo, você aprenderá sobre as principais doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos, observando como eles se comportam e qual é a sua relação com o homem. Também serão abordados aspectos relacionados às características básicas dos platelmintos e nematódeos.

Expectativas de aprendizagem

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_02.indd 33

Relacionar as condições do meio ambiente e a ocorrência de doenças parasitárias.

Identificar as doenças parasitárias prevalentes e as ações de prevenção e tratamento.

Prevenção e controle de doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos.

Platelmintos

Nematódeos

19/09/2014 09:42:06

Platelmintos

Nem todos os domicílios brasileiros dispõem de abastecimento de água, e muitas residências não estão ligadas à rede de esgoto ou não têm fossa séptica. Essa situação é uma ameaça à saúde das pessoas, pois muitas doenças são transmitidas por água contaminada. As condições de moradia e a falta de saneamento básico propiciam um ambiente favorável para o aparecimento de doenças, principalmente as parasitoses, relacionadas ao consumo de água e alimentos contaminados e às condições de higiene. O profissional de enfermagem deve orientar as formas de contaminação e prevenção das doenças parasitárias, daí a importância do estudo dos principais grupos de parasitas.

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