A V Hoffbrand (32)
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Capítulo 15 - Distúrbios mieloproliferativos

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CAPÍTULO 15

Distúrbios mieloproliferativos

Tópicos-chave

QQ

Poliglobulia

168

QQ

Poliglobulia primária

168

QQ

Policitemia vera (PV)

168

QQ

Poliglobulia secundária

172

QQ

Poliglobulia relativa (ou aparente)

172

QQ

Diagnóstico diferencial da poliglobulia

172

QQ

Trombocitemia essencial

172

QQ

Mielofibrose primária

174

QQ

Mastocitose

175

166  /  Capítulo 15: Distúrbios mieloproliferativos

O termo neoplasias mieloproliferativas (ver Apêndice) descreve um grupo de condições que surgem das células-tronco da medula óssea e caracteriza-se por proliferação clonal de um ou mais componentes hematopoéticos na medula óssea e, em muitos casos, também no fígado e no baço. São, também, designadas doenças ou distúrbios mieloproliferativos. Os três principais distúrbios não leucêmicos desse grupo são:

  1 Policitemia vera (PV);

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Capítulo 13 - Leucemia mieloide aguda

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CAPÍTULO 13

Leucemia mieloide aguda

Tópicos-chave

QQ

Classificação das leucemias

146

QQ

Diagnóstico de leucemia aguda

146

QQ

Leucemia mieloide aguda

147

QQ

Classificação

147

QQ

Aspectos clínicos

148

QQ

Exames laboratoriais

148

QQ

Tratamento

149

QQ

Prognóstico

154

146  /  Capítulo 13: Leucemia mieloide aguda

Leucemias são um grupo de doenças caracterizadas pelo acúmulo de leucócitos malignos na medula óssea e no sangue.

Essas células anormais causam sintomas por: (i) insuficiência da medula óssea (i.e., anemia, neutropenia, trombocitopenia); e (ii) infiltração de órgãos (p. ex., fígado, baço, linfonodos, meninges, cérebro, pele ou testículos).

Classificação das leucemias

As leucemias são classificadas em quatro tipos – leucemias agudas e crônicas, que, por sua vez, subdividem-se em linfoides ou mieloides.

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Capítulo 8 - Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

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CAPÍTULO 8

Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Tópicos-chave

QQ

Granulócitos

89

QQ

Granulopoese

90

QQ

Aplicações clínicas de G-CSF

91

QQ

Monócitos

92

QQ

Distúrbios funcionais dos neutrófilos e dos monócitos

92

QQ

Causas de neutrofilia (leucocitose neutrófila)

94

QQ

Neutropenia

95

QQ

Causas de monocitose, eosinofilia e basofilia

96

QQ

Distúrbios de células histiocíticas e dendríticas

97

QQ

Doenças de armazenamento lisossômico

99

88  /  Capítulo 8: Leucócitos 1: granulócitos, monócitos e seus distúrbios benignos

Os leucócitos (glóbulos brancos) podem ser divididos em dois grandes grupos: os fagócitos e os linfócitos. Os fagócitos incluem as células do sistema imune inato, que pode agir rapidamente após uma infecção, ao passo que os linfócitos mediam a resposta imune adaptativa, que pode desenvolver memória imunológica, por exemplo, após vacinação. Os fagócitos podem ser subdivididos em granulócitos (que incluem neutrófilos, eosinófilos e basófilos) e monócitos. Este capítulo aborda o desenvolvimento, a

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Capítulo 14 - Leucemia mieloide crônica

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CAPÍTULO 14

Leucemia mieloide crônica

Tópicos-chave

QQ

Leucemia mieloide crônica

157

QQ

Aspectos clínicos

159

QQ

Achados laboratoriais

159

QQ

Tratamento

160

QQ

Fase acelerada e transformação blástica

162

QQ

Leucemia neutrofílica crônica

164

QQ

Leucemia eosinofílica crônica

164

Capítulo 14: Leucemia mieloide crônica  /  157

As leucemias crônicas são distintas das leucemias agudas por terem progressão mais lenta. É possível subdividir as leucemias crônicas em mieloide (Tabela 14.1) e linfoide (ver

Ca­pítulo 18).

Tabela 14.1  Leucemia mieloide crônica (LMC) e neoplasias mielodisplásicas/mieloproliferativas

(ver Capítulo 16; ver também Apêndice)

Tipo

LMC rearranjo BCR-ABL1 positivo

LMC rearranjo BCR-ABL1 negativo

Leucemia neutrofílica crônica

Leucemia eosinofílica crônica

Leucemia monocítica crônica

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Capítulo 28 - Trombose 2: tratamento

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CAPÍTULO 28

Trombose 2: tratamento

Tópicos-chave

QQ

Fármacos anticoagulantes

312

QQ

Heparina

312

QQ

Heparina de baixo peso molecular (LMWH)

314

QQ

Anticoagulantes parenterais de ação direta

315

QQ

Anticoagulantes orais

315

QQ

Anticoagulantes orais de ação direta

317

QQ

Síndrome pós-trombótica

318

QQ

Métodos mecânicos de profilaxia de DVT e PE

318

QQ

Agentes fibrinolíticos

318

QQ

Fármacos antiplaquetários

318

312  /  Capítulo 28: Trombose 2: tratamento

Fármacos anticoagulantes

Heparina

Os fármacos anticoagulantes são amplamente utilizados no tratamento de doenças tromboembólicas venosas. O seu valor no tratamento de trombose arterial não está tão bem confirmado. Há ampla variedade de fármacos ativos pelas vias oral e parenteral (Figura 28.1), agindo, direta ou indiretamente, em um ponto específico ou em múltiplos pontos da cascata de coagulação (Figura 28.2).

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Alan Agresti Barbara Finlay (18)
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Medium 9788563899576

Capítulo 1. Introdução

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Capítulo 13. Combinando regressão e ANOVA: Previsores quantitativos e categóricos

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

13

COMBINANDO REGRESSÃO

E ANOVA: PREVISORES

QUANTITATIVOS E CATEGÓRICOS

O Capítulo 11 introduziu a regressão múltipla para analisar o relacionamento entre uma variável resposta quantitativa e variáveis explicativas quantitativas. O Capítulo

12 mostrou que a regressão múltipla pode também lidar com variáveis explicativas categóricas, como na análise de variância com variáveis auxiliares. Não surpreendentemente, a regressão múltipla pode também lidar simultaneamente com variáveis explicativas categóricas e quantitativas. O modelo combina elementos da análise de regressão comum, para a qual os previsores são categóricos.

Controlando uma covariável

A ANOVA de um fator compara a média da variável resposta para vários grupos. A

ANOVA de dois fatores compara as médias enquanto controla outra variável categórica. Em muitas aplicações, é útil comparar as médias enquanto controlamos uma variável quantitativa. Por exemplo, na comparação da renda média de homens e mulheres, podemos controlar os diferentes níveis de experiência no trabalho entre homens e mulheres. A variável controle quantitativa é chamada de covariável. O uso da regressão para esse tipo de comparação é geralmente chamado de análise de covariância. Essa é uma das muitas contribuições estatísticas de Ronald A. Fisher, um brilhante estatístico britânico.

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Capítulo 15. Regressão logística: Modelando respostas categóricas

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

15

REGRESSÃO LOGÍSTICA:

MODELANDO RESPOSTAS

CATEGÓRICAS

Os modelos de regressão estudados nos

últimos seis capítulos presumem que a variável resposta seja quantitativa. Este capítulo apresenta modelos lineares generalizados para variáveis resposta que são categóricas.

As Seções 15.1 a 15.3 apresentam o modelo de regressão logística para variáveis respostas binárias – variáveis tendo somente dois resultados possíveis. Por exemplo, a regressão logística pode modelar:

• A escolha do eleitor em uma eleição presidencial (Democrata ou Republicano), com variáveis previsoras como ideologia política, renda anual, nível educacional e religião.

• Se a pessoa usa drogas ilegais (sim, não), com previsores como o nível educacional, se está empregado, religiosidade, estado civil e renda anual.

Versões de multicategorias da regressão logística podem tratar de variáveis respostas ordinais (Seção 15.4) e variáveis respostas nominais (Seção 15.5). A Seção

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Capítulo 12. Comparando grupos: Métodos de análise de variância (ANOVA)

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

12

COMPARANDO GRUPOS:

MÉTODOS DE ANÁLISE DE

VARIÂNCIA (ANOVA)

O Capítulo 7 apresentou métodos para comparar as médias de dois grupos. Nesse capítulo veremos como esses métodos podem ser estendidos para comparar as médias de vários grupos.

O Capítulo 8 apresentou métodos para analisar associações entre duas variáveis categóricas. Os Capítulos 9 e 11 apresentaram métodos de regressão para analisar a associação entre variáveis quantitativas. Os métodos para comparar médias para vários grupos relacionam a associação entre uma variável resposta quantitativa e uma variável explicativa categórica. A média da variável resposta quantitativa é comparada entre os grupos que são categorias da variável explicativa. Por exemplo, para uma comparação da renda média anual entre negros, brancos e hispânicos, a variável resposta quantitativa é a renda anual e a variável explicativa categórica é o status étnico-racial.

O método inferencial para comparar várias médias é denominado de análise de variância e é abreviado por ANOVA.

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Capítulo 4. Distribuições de probabilidade

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

4

DISTRIBUIÇÕES DE

PROBABILIDADE

Comparada à maioria das ciências matemáticas, a estatística é recente. A maioria dos métodos discutidos neste livro foi desenvolvida no século passado. Ao contrário, a probabilidade, o assunto deste capítulo, tem uma longa história. Por exemplo, os matemáticos usavam a probabilidade na França no século XVII para avaliar as várias estratégias de jogo. A probabilidade

é um assunto altamente desenvolvido, mas este capítulo limita sua atenção ao básico de que iremos necessitar para a inferência estatística.

Após uma breve introdução à probabilidade na Seção 4.1, as Seções 4.2 e 4.3 apresentam as distribuições de probabilidade, as quais fornecem probabilidades para todos os resultados possíveis de uma variável. A distribuição normal, descrita por uma curva em forma de sino, é a distribuição de probabilidade mais importante para a análise estatística. As Seções 4.4 e

4.5 introduzem a distribuição amostral, um tipo de distribuição de probabilidade de fundamental importância para a inferência estatística. Ela nos permite prever quão próximo a média amostral está da média da população. Veremos que a razão principal para a importância da distribuição normal é o resultado notável de que as distribuições amostrais apresentam, em geral, a forma de sino, isto é, tendem a normal.

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Alessandra Nejar Bruno (9)
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Medium 9788582713846

Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Capítulo 2. Cultivo de células animais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Alessandra Nejar Bruno

Karin Tallini

CAPÍTULO 2

Cultivo de células animais

O cultivo de células animais é uma importante ferramenta de pesquisa científica e biotecnológica no mundo inteiro e tem sido cada vez mais utilizado em substituição ao uso de animais de laboratório nos chamados estudos in vivo. Ao longo deste capítulo, serão apresentadas informações básicas para a compreensão dessa tão importante ferramenta de estudo para a biotecnologia, além da descrição sobre como é possível manter células em laboratório e quais as técnicas e os cuidados imprescindíveis para tal feito.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender a importância e a aplicação das diferentes técnicas de cultivo de células animais para a biotecnologia.

Identificar os diferentes tipos de culturas celulares.

Aprender como é possível cultivar células animais em laboratório.

Conhecer os cuidados necessários para o cultivo de células in vitro.

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Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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American Chemical Society (14)
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Medium 9788580555394

Capítulo 3 - A química da mudança climática global

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

A química da mudança climática global

Este grupo de chimpanzés contribuiu bem pouco, se tanto, para a mudança climática global e não parece estar discutindo o assunto. Entretanto, eles terão de se adaptar às mudanças que ocorrerão.

Capítulo 3

A química da mudança climática global

Ao contrário dos humanos, os chimpanzés, juntamente às plantas e aos demais animais, não discutem uns com os outros se o clima está mudando. Eles tentam, apenas, adaptar-se a um mundo em permanente mudança que pode afetar seu modo de vida, inclusive o acesso à comida, à água e ao meio ambiente. Por exemplo, com as mudanças climáticas, altera-se a disponibilidade de comida, forçando os animais, como o chimpanzé, a se adaptarem para obter as calorias suficientes para sobreviver. As alterações climáticas também afetam seu meio ambiente, com variações provocadas pelas mudanças do tempo.

Como a maior parte do planeta, a água salgada dos oceanos não tem voz, mas responde a alterações climáticas e tem uma história para contar. Em climas mais frios, ela congela silenciosamente quando a temperatura cai. De forma talvez mais audível, o gelo se quebra com a volta das temperaturas mais quentes da primavera. Esse ciclo congelar-degelar ocorre há milhares de anos, mudando gradualmente para formar mais ou menos gelo, de acordo com as alterações da temperatura da Terra.

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Capítulo 9 - O mundo dos polímeros e plásticos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

O mundo dos polímeros e plásticos

Aranha do globo dourado e sua teia.

“A Natureza não tem um problema de objetivos. As pessoas têm.”

William McDonough e Michael Braungart, Cradle–to–Cradle, 2002.

Capítulo 9

O mundo dos polímeros e plásticos

A capa deste livro mostra a imagem de uma teia de aranha. Mas como isso se relaciona com o conteúdo do livro? As teias de aranha exemplificam as ligações complexas, tecidas em cada capítulo, entre a química e a sociedade.

Neste capítulo, entretanto, levamos a teia de aranha a uma etapa mais à frente porque ela é um exemplo de polímero natural. Para uma aranha, esse polímero tem muitas utilidades, inclusive resistência, capacidade de esticar-se e suficiente viscosidade para enredar presas. Qualquer um que tenha acidentalmente esbarrado com uma teia de aranha pode atestar essas propriedades!

Aranhas do globo, como a que aparece na fotografia que abre este capítulo, são notoriamente construtores exigentes que tecem novas teias a cada dia. A construção diária da teia poderia exaurir os recursos de que a aranha dispõe. Então, como uma aranha do globo consegue tecer tanta seda e sobreviver? É simples, ela recicla! As aranhas do globo têm a capacidade de ingerir a seda usada na teia e recuperar as matérias-primas com as quais elas são construídas. Embora os processos químicos reais não sejam totalmente compreendidos, até dois terços da teia existente são recuperadas para fazer uma nova.

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Capítulo 4 - Energia obtida na combustão

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Energia obtida na combustão

Desde o início da história conhecida, o fogo foi uma fonte de calor, luz e segurança.

Capítulo 4

Energia obtida na combustão

Desde quando o fogo foi domesticado por nossos antepassados, a combustão é essencial para a sociedade. Nossos combustíveis modernos – as substâncias que queimamos – estão em muitas formas diferentes. Usamos carvão em termoelétricas, gasolina em nossos carros, gás natural ou óleo para aquecer nossas residências, propano, carvão ou madeira para cozinhar nossa comida em um piquenique de verão. Podemos até mesmo usar cera para iluminar um jantar romântico a velas. Em todos esses casos, usar o combustível é queimá-lo. O processo da combustão libera a energia retida nas moléculas que formam essas substâncias.

Entretanto, a velocidade com que estamos queimando combustíveis não é sustentável. Talvez você fique um pouco cético com tal afirmação. O fornecimento de carvão, petróleo e gás natural pode lhe parecer adequado, porque novos depósitos estão sempre sendo encontrados e as tecnologias de extração, continuamente melhorando. Contudo, mesmo que os depósitos de combustíveis fósseis fossem infinitos (e não são), a sustentabilidade envolve mais do que a disponibilidade. Mencionamos, no Capítulo 0, a necessidade de levar em conta como nossas ações de hoje afetarão os que viverão amanhã. Na seção final deste capítulo, faremos a ligação entre nossas ações e nossos valores, incluindo a justiça intergeracional. Um provérbio Lakota Sioux enfatiza a mesma ideia: “Não herdamos essa terra de nossos ancestrais, tomamos emprestado de nossas crianças”. Os efeitos do uso corrente dos combustíveis fósseis serão sentidos por muitas décadas no futuro.

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Capítulo 11 - Nutrição: alimentos para pensar

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Nutrição: alimentos para pensar

“Mesmo que você não queira se tornar um vegetariano, seria uma direção desejável para tomar.

Ser vegetariano uma vez por semana é um bom começo.”

Dr. Andrew A. Weil, diretor do Center for Integrative Medicine, Universidade do Arizona.

Capítulo 11

Nutrição: alimentos para pensar

Imagine nunca mais comer outro hambúrguer. Pode esquecer a ideia de pegar um pedaço de galinha frita. E seus ovos definitivamente virão agora sem bacon. Esse é seu pior pesadelo? Para alguns, ser vegetariano é o mesmo que ser privado dos alimentos que mais se deseja. Bem, com a exceção de café e chocolate.

Com muita frequência, porém, fazemos nossa seleção de alimentos em termos de tudo ou nada. Nada de sorvete porque tem muitas Calorias. Nada de carne vermelha porque faz mal à saúde. Na verdade, nada de carnes porque alimentar animais exige uma quantidade desproporcional de grãos que poderiam ser melhor usados para alimentar pessoas. Nada de refrigerantes porque são cheios de açúcar. Nada de refrigerantes zero porque contêm adoçantes artificiais. Nada, nada,

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Capítulo 5 - Água para a vida

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

Água para a vida

“De todos os nossos recursos naturais, a água tornou-se o mais precioso.”

Rachel Carson, Silent Spring, Houghton Miffin Co., 1962, p. 39.

Capítulo 5

Água para a vida

203

Neeru, shouei, maima, aqua. Seja a língua em que for falada, a água é o composto mais abundante na Os cientistas procuram superfície da Terra. Imagens de satélites nos lembram que vivemos em um planeta em que oceanos, água quando buscam vida em outros planetas. rios, lagos e gelo cobrem mais de 70% da superfície. Com certeza, a água é essencial para a vida.

Embora os oceanos abriguem uma vasta quantidade de vida vegetal e animal, eles não são ami- Cientista, gáveis para com as criaturas que habitam a terra. Como Rachel Carson observou em Silent Spring, conservacionista

“A maior parte, de longe, da superfície seca da Terra é envolvida por oceanos, todavia, no meio dessa e escritora, Rachel fartura temos pouca água. Por um estranho paradoxo, a maior parte da abundante água da terra não Carson ajudou a deslanchar o movimento

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Ana Elisa Rtico Martha Regina Lucizano Garcia Rosane Lavorenti Fellet (7)
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Capítulo 1 - Microbiologia

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Microbiologia

Neste capítulo, abordaremos os aspectos mais relevantes dos microrganismos e sua relação com os seres humanos, principalmente no que se refere às infecções ocasionadas por eles.

Alguns microrganismos causam graves transtornos ao homem, já outros interagem de forma benéfica. Assim, é preciso conhecê-los melhor para evitar complicações.

Identificar os microrganismos que são benéficos e aqueles que afetam a saúde.

Identificar agentes, causas e natureza das contaminações.

Identificar a importância de realizar procedimentos de enfermagem considerando os princípios de assepsia e de antissepsia, visando proteger o cliente de contaminações.

Expectativas de aprendizagem

Listar as medidas de prevenção da infecção hospitalar em unidades de internação.

Aplicar medidas assépticas aos procedimentos de enfermagem visando proteger o cliente de contaminações.

Identificar situações de risco biológico na enfermagem.

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Capítulo 3 - Imunologia

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Imunologia

Este capítulo abordará a importância do sistema imunológico para a proteção do organismo contra agentes invasores. Na enfermagem, presenciamos situações que colocam as pessoas em contato direto ou indireto com os microrganismos, o que proporciona o desenvolvimento dos mecanismos de defesa. Além disso, orientamos a população em geral na prevenção de doenças e atuamos na sala de vacinação das unidades de saúde.

Identificar os componentes do sistema imunológico.

Descrever as funções do sistema imunológico.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os tipos de imunidade.

Conhecer o calendário básico de vacinação.

Identificar as técnicas de manuseio dos imunobiológicos, conservando-os de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

Bases tecnológicas

Bases científicas

Cap_03.indd 55

Aspectos básicos de imunologia

Programa Nacional de Imunização

Imunologia

19/09/2014 09:43:08

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Capítulo 6 - Reprodução e desenvolvimento

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Reprodução e desenvolvimento

Neste capítulo, mostraremos a importância de identificar as estruturas anatômicas e conhecer o funcionamento dos sistemas reprodutores masculino e feminino, que sofrem forte ação hormonal. Abordamos, ainda, o processo de fecundação (culminando no nascimento), enfatizando o desenvolvimento embrionário, e as fases do crescimento humano, bem como a importância de aspectos relacionados à genética humana a fim de elaborar intervenções de enfermagem pautadas no conhecimento científico.

Identificar as estruturas anatômicas do sistema reprodutor masculino e feminino.

Reconhecer as funções dos hormônios que atuam no sistema reprodutor masculino e feminino.

Expectativas de aprendizagem

Compreender como ocorre a divisão das células para a reprodução humana e o processo de fecundação.

Relacionar os métodos de planejamento familiar.

Reconhecer como ocorre o desenvolvimento embrionário.

Identificar as fases do crescimento humano em seus diferentes estágios.

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Capítulo 7 - Nutrição

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

Nutrição

Nutrição é o estudo dos alimentos e dos mecanismos utilizados pelo organismo para a absorção dos nutrientes que nos fornecem a energia necessária para a manutenção da vida. Este capítulo auxiliará o estudante de enfermagem a identificar os fatores que influenciam a nutrição, descrevendo os principais nutrientes e suas funções. Os conhecimentos acerca da nutrição são a base para a promoção da saúde.

Relacionar nutrientes para uma alimentação saudável.

Descrever as leis da alimentação.

Expectativas de aprendizagem

Identificar os alimentos que compõem a pirâmide alimentar e sua importância nutricional.

Calcular e registrar o índice de massa corporal (IMC).

Relacionar a terapia nutricional com os diferentes tipos de patologias.

Identificar os cuidados de enfermagem relativos à terapia nutricional.

Descrever a importância da alimentação adequada a cada faixa etária.

Leis da alimentação: quantidade, qualidade, harmonia e adequação

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Capítulo 5 - Anatomia e fisiologia humana

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Anatomia e fisiologia humana

A anatomia e a fisiologia são consideradas ciências complexas, que descrevem muitas estruturas e sua nomenclatura específica. O conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo humano é fundamental na assistência de enfermagem. Este capítulo irá descrever as principais características e o funcionamento dos diferentes órgãos que constituem os sistemas do corpo humano, bem como as afecções relacionadas a cada um deles e as intervenções de enfermagem para guiá-lo na prática profissional.

Expectativas de aprendizagem

Identificar as estruturas e o funcionamento dos diversos sistemas.

Relacionar as alterações fisiopatológicas e de agravo à saúde nos diversos sistemas.

Identificar as diversas vias para administração de medicamentos.

Relacionar os cuidados de enfermagem de acordo com as diferentes patologias.

Aplicar os conhecimentos de anatomia e fisiologia dos órgãos e sistemas ao realizar os procedimentos de enfermagem.

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